EQUACIONAL ELÉTRICA E MECÂNICA LTDA
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- Beatriz Bergmann Carrilho
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1 FREIOS ELETRODINAMOMÉTRICOS DE PRECISÃO PARA MEDIDA DE CONJUGADO E POTÊNCIA AUREO G. FALCONE ROBERTO O. FUJISAWA IVAN E. CHABU EQUACIONAL-EPUSP GENERAL MOTORS EQUACIONAL-EPUSP RESUMO O presente artigo focaliza alguns aspectos do trabalho apresentado no 2º Seminário Internacional da ABINEE, ocorrido em maio último, consistindo na transmissão da experiência acumulada em muitos anos de projeto e construção de freios eletrodinamométricos, que evoluiu para a fabricação de sistemas desenvolvidos para pesquisa, aferição e medição de conjugado (torque) e potência com níveis de precisão acima dos requeridos para fins de homologação internacional. 1 INTRODUÇÃO Freios eletrodinamométricos ou dinamômetros elétricos são máquinas com a função de acionar ou aplicar carga a um determinado equipamento sob teste, no mesmo tempo em que realiza a medição do conjugado no eixo e potência útil absorvida ou produzida por tal equipamento. Com exceção dos freios de Prony e os Hidráulicos, os dinamômetros elétricos são os de Foucault (corrente parasita) e os Freios eletrodinamométricos de corrente contínua. Dentre todos os tipos, o freio eletrodinamométrico de corrente contínua, é o único reversível podendo medir tanto conjugado e potência produzidas por máquinas motrizes (motores elétricos, motores de combustão, turbinas) como conjugado e potência absorvidos por ventiladores, bombas, compressores, etc. O controle do conjugado é conseguido pelo ajuste da excitação bem como pelo ajuste da carga da armadura. Apresenta ótima controlabilidade, sendo utilizado em potências desde décimos até milhares de kw, em amplas faixas de rotação. A fig. 1 apresenta, qualitativamente, as curvas características dos diferentes tipos de freios. 1
2 Fig. 1 Comparação entre curvas características dos diversos tipos de freios. Em todos os tipos de freios, o princípio básico de medida de conjugado é o apresentado na fig. 2 que consiste em permitir, por meio de uma suspensão mecânica adequada, a livre oscilação da parte fixa de modo que seu esforço de reação contra a parte rotativa seja descarregada num dispositivo de medição de força, tal como célula de carga, dinamômetro ou balança ou por equilíbrio com massas calibradas. O conjugado então é obtido pelo produto da força de reação pelo braço de alavanca, e a potência é obtida pelo produto do conjugado pela velocidade angular de rotação. A precisão na medida do conjugado está ligada, em primeiro lugar, à natureza do freio e também ao sistema de suspensão, ao dispositivo de medição da força e à precisão dimensional dos elementos do freio, como será discutido adiante. A precisão na medida de potência por sua vez está ligada ainda à precisão do dispositivo de medida da velocidade além do sistema de controle e estabilização da rotação. 2 REQUISITOS PARA UM FREIO DE PESQUISA A técnica de medida de conjugado e potência bem como as correções iniciais que se deve proceder antes de cada medida são conhecidas e encontra-se na bibliografia tradicional de Máquinas Elétricas, como, por exemplo, as referências apresentadas no final deste artigo. Num freio específico para pesquisa e desenvolvimento alguns requisitos fundamentais devem ser atendidos tais como repetibilidade, sensibilidade e grande precisão nas medidas. No desenvolvimento de protótipos as exigências são de tal ordem que levam a necessidade de detecção de frações de kw em potências desenvolvidas de até centenas de kw. Assim, é necessário que o freio tenha sensibilidade e precisão suficiente para se poder medir estas variações e orientar corretamente o desenvolvimento. 2
3 Para os sistemas de freio, de maneira geral, a precisão é definida pelos erros de conjugado inerentes à máquina-freio, que podem ser de duas naturezas: - O erro estático, sendo o menor conjugado, ao qual o sistema de suspensão mecânica da máquina consegue responder. - O erro dinâmico, sendo o conjugado correspondente à parcela de perdas inerentes que não causam reação entre a parte fixa e a parte rotativa da máquina. Esses erros inerentes à máquina, nos freios ditos de precisão, são normalmente menores que 0,3% do seu conjugado básico. Obviamente, como esses erros são próprios da máquina-freio, o sistema de medição da força deve Ter melhor precisão. Esses sistemas de medição da força de reação nos freios de precisão são basicamente de dois tipos: 1º) Medição direta por meio de células de carga. 2º) Equilíbrio com massas calibradas, coadjuvado por célula de carga. No primeiro caso, a medida total da força de reação fica afetado do erro da célula de carga e de seu indicador eletrônico, que são da ordem de 0,1% nos melhores casos. Para melhores precisões utiliza-se o segundo caso, pois com massas calibradas pode-se ultrapassar 1 por O problema aqui é o fato de as massas calibradas terem valores discretos, de forma que, com elas dificilmente se consegue o equilíbrio. Para eliminar esse problema e tornar a leitura dinâmica, utilizou-se uma célula de carga de pequena capacidade, que mede o complemento do equilíbrio e o erro da célula afeta apenas uma reduzida parcela da força de reação. A Medição direta por célula de força De acordo com a fig. 2 (a) admitindo erro nulo no braço, a equação do conjugado (torque), afetado de um erro c, é: C ± c = ( F ± F )b t Imaginando um erro na medida da força da ordem de 1 por (0,1% da força básica), t Ft = 0,001Fb 3
4 Resulta o erro de conjugado, C=0,001 C b (0,1% do conjugado básico) B Medição por equilíbrio de massa coadjuvado por célula de carga De acordo com a fig. 2 (b) ( ) ( ) 2 C ± c = m ± m g b1 + Fp ± Fp b2; g = 9,78m/s Se o equilíbrio por massas for 95% do total da medida e o complemento de 5% medido pela célula de carga tem-se: - Para um erro nas massas calibradas de 1 por (0,01% da massa básica) m = 0,0001Mb e para um erro na medida da célula de 0,1% resulta para o erro no conjugado: C = F p = 0,001Fpb ( 0,95 0,0001 C + 0,05 0,001 C = 0,00015 C ) b b b ou seja, C é igual a 0,015% de C b 4
5 Fig. 2 Métodos usuais de medição de força para freios de precisão. O sistema com equilíbrio de massas, embora mais preciso, só se aplica em freios cujos equipamentos sob teste sejam muito estáveis e com variações lentas com o tempo, como por exemplo no ensaio de modelos de turbinas hidráulicas e na maioria dos ensaios de motores elétricos em regime. Para o caso de ensaio de motores de combustão, a medição que se emprega é a direta, por imposição da dinâmica do teste e por questão de facilidade operacional, visto que nesses ensaios de pesquisa é obrigatória a simulação de veículos em aclive, declive, atrito de rolamento, atrito aerodinâmico, aceleração, etc. Um dos requisitos dos freios de pesquisa é a garantia da estabilidade da rotação, além da sua própria medida, implicando na necessidade de uma ótima controlabilidade. A realimentação da velocidade deve, naturalmente, ser muito precisa usandose para tal tacômetros especiais, que juntamente com circuitos de controle garantam a estabilidade da rotação em amplas faixas. Para a medida da velocidade são utilizados normalmente tacômetros digitais com precisão melhor que 0,1%. Para um erro de 0,1% no conjugado e na velocidade teremos, para a potência, um erro da ordem de 0,2%. Sendo P m a potência a ser medida, dada pelo produto P m ( C ± 0,001C)( Ω ± Ω) = 0,001 5
6 P m = CΩ ± 2 0,001CΩ ± 2 ( 0,001) C Ω Sendo o último termo desprezível em face dos demais, fica P m = P ± 0,002 P ou seja, o erro na potência medida será P m = 0,2%: 3) NATUREZA DOS ERROS INERENTES AO FREIO ELETRODINAMOMÉ- TRICO Os erros que afetam a precisão dos freios eletrodinamométricos são de natureza mecânica e estão relacionados com a concepção construtiva da máquina e a qualidade de sua execução. Pode-se aqui diferenciar esses componentes de erros em dois grupos: 3.1) Componentes que formam o erro estático Para estes erros, a principal componente vem dos sistemas de apoio e suspensão da carcaça do freio e que permitem os micro deslocamentos para transferir o esforço de reação ao dispositivo de medida da força. Além disso, ainda contribuem para este erro o sistema de adução de corrente da estrutura fixa à carcaça oscilante bem como o sistema de ventilação. Os sistemas de suspensão são constituídos de mancais de apoio externo, do tipo de rolamento ou do tipo hidrostático. Nos primeiros, o atrito estático devido à deformação seus elementos construtivos requer um conjugado mínimo para sua movimentação, sendo esta a principal parcela do erro estático do freio. No caso da suspensão hidrostática, esse erro deve-se ao atrito viscoso do filme de óleo que sustenta a carcaça do freio. 6
7 Fig. 3 Tipos principais de suspensão para freios eletrodinamométricos O sistema com mancais de rolamento, da maneira como é convencionalmente utilizado não vai além de uma precisão média. Para se conseguir alta precisão com suspensão por rolamentos no mancal de apoio externo foi desenvolvido um sistema especial de compensação do atrito estático, utilizando-se rolamento especial acoplado a um sistema que imprime um movimento de rotação à pista externa do mesmo. Com isso consegue-se dois efeitos quais sejam, a eliminação do contato sólido dos elementos do rolamento com diminuição da deformação elástica das esferas e pistas, modificando-se o regime de atrito que passa de seco a lubrificado e o revezamento da carga do mancal por todas as esferas da pista (fig. 5). O sistema de adução de corrente, tipicamente constituído de cabos ou cordoalhas condutoras flexíveis é outro fator de introdução de atrito estático no freio, visto que sua rigidez se reflete em necessidade de desenvolver um determinado conjugado para a movimentação da carcaça do freio. Nos casos de freios de precisão e naqueles de correntes de armadura elevadas, devem ser tomados cuidados especiais na concepção e no posicionamento dos adutores de corrente, e no caso presente utilizou-se contatos líquidos de mercúrio, onde praticamente se elimina esse tipo de atrito. Outro fator de introdução de erro estático no freio é o sistema de ventilação da máquina, normalmente forçada. O sistema clássico de insuflamento de ar para dentro da carcaça também mostrou-se inadequado para a precisão deste equipamento. Foi desenvolvido um sistema de ventilação por aspiração simétrica como o da fig. 6. Esse componentes do erro estático são de difícil previsão teórica, e foram medidos após a construção da máquina para efeito de sua calibração, a ser aplicada na utilização do freio. 3.2) Componentes que formam o erro dinâmico Para esses erros, contribuem basicamente as perdas associadas à movimentação do rotor e são portanto função da velocidade. São de dois tipos: - Perdas por atrito de rolamento e lubrificação dos mancais internos de apoio do rotor. - Perdas por atrito aerodinâmico pela movimentação do rotor em relação ao fluxo de ar interno da carcaça. 7
8 Convém citar que os erros dinâmicos propriamente ditos não são a totalidade dos atritos acima citados, mas apenas parcela dos mesmos que não causam efeito de ação e reação entre o rotor e o estator, portanto que não produzem leitura na medição do torque. Para o atrito de rolamento dos mancais foi utilizada expressão gráfica genérica constante da referência (3) que dá esse conjugado de atrito em função de diâmetro, viscosidade, rotação e carga: 3 2 Cat = k1 d m( υ n) 3 + K2 P dm 2 Desse conjugado exigido pelos rolamentos, a maior parte se transfere à carcaça do freio com o movimento do rotor, de forma que a mesma é detectada pelo sistema de medição da força. A outra parte, devido ao atrito do separador do rolamento e às perdas hidrodinâmicas do lubrificante, não comparece na reação da carcaça, não sendo passível de medida, constituindo-se assim num erro. Conforme referência (4), uma equação específica para o conjugado do atrito aerodinâmico, para máquinas elétricas rotativas, em função de velocidade, superfície do rotor e densidade do ar, é: C ar P = Ω ar 1 = KV Ω 2,85 Sρ Desses conjugados de perdas, uma parcela considerável não ocorre por interação com a carcaça, mas por turbilhamento do ar e choques axiais, de modo que o conjugado correspondente não comparece na leitura do sistema de medida de força, constituindo um erro de conjugado útil pelo freio. Essas componentes de erro dinâmico, variáveis com a velocidade, também foram determinadas por meio de ensaio, levantando-se uma curva de calibração de precisão adequada, cujos resultados típicos são os das curvas da fig. 4. 8
9 Fig. 4 Comportamento do erro dinâmico em um freio de precisão 0,1% de 300 CV, RPM máximo. Quanto as perdas elétricas (perdas Joule) e magnéticas (perdas no ferro), como é sabido (ref. 2) não necessitam de correção, visto que comparecem integralmente na leitura do torque. Por fim, um outro fator de introdução de erro na medida do conjugado é o erro dimensional do braço de alavanca além da ortogonalidade entre este e o dispositivo de medição da força e do nivelamento do conjunto. Estes fatores estão ligados exclusivamente à qualidade de execução do freio e no presente caso as medidas foram feitas com precisão de 10-5 m a uma temperatura de 20ºC e nivelado com nível de precisão de 10-2 mm/m. 9
10 Fig. 5 Motorização do mancal externo de sustentação e curva característica do erro estático em função da rotação da pista externa do rolamento (valores medidos). 10
11 Fig. 6 Desenho ilustrativo do freio de precisão de 300 CV RPM 4) ESPECIFICIDADES ELÉTRICAS E MECÂNICAS Do ponto de vista elétrico, o projeto apresenta pormenores específicos em todos os seus aspectos tais como: escovas, chapas magnéticas de baixas perdas, configuração do enrolamento, etc. que não cabem ser apresentados neste artigo. Do ponto de vista do dimensionamento mecânico, vale comentar alguns aspectos. A construção do comutador é feita com critérios de turbo-comutador, com montagem direta sobre o eixo, sem bucha. A fixação das lâminas é feita por anéis de aço liga tratados termicamente, para que resistam aos esforços de centrifugação própria e descarga das lâminas, com tensão de trabalho até kgf/cm 2. A solidez do comutador obtida com essa construção, é um requisito fundamental para a garantia de uma comutação satisfatória nesse nível de rotação para uma máquina deste porte. Para a retenção das bobinas da armadura, principalmente nas cabeças foi desenvolvido um sistema de cintas de aço não magnético, com um processo de tratamento de deformação a frio idealizado exclusivamente para esta aplicação, onde se consegue levar o limite de escoamento de tal material a níveis de até kgf/cm 2. 11
12 Por fim cabe ressaltar a construção mecânica do eixo, com objetivo de maximizar sua rigidez de forma a levantar ao máximo a primeira rotação crítica, evitando assim ressonâncias perigosas que ocorrem dentro da faixa de rotação principal. O balanceamento prévio do sistema rotativo também tem de ser preciso com sistema de 3 planos, com um refinamento final com equipamento especial para balanceamento dinâmico de máquina montada em plena velocidade. 5) PARTICULARIDADES DE OPERAÇÃO DO SISTEMA Após a instalação da instrumentação necessária, estes freios podem ser operados manualmente (supervisão de operador) ou inteiramente informatizados, simulando funções do equipamento a ser ensaiado tomando para isso sinais de corrente, tensão, velocidade e força. Por exemplo, para se simular aceleração, atrito de coeficiente constante, atrito viscoso, atrito quadrático, etc. lança-se mão de sinais de rotação do tacômetro que são processados conforme exemplo típico na fig. 7. C ac = K 1 dω dt C at = K 2 n 0 C at = K 3 n 1 C at = K 4 n 2 12
13 Fig. 7 Diagrama básico de funcionamento do sistema 6) CONSIDERAÇÕES FINAIS Os resultados aqui expostos são dados reais de desenvolvimento realizados em freios de alta precisão nas classes 0,3%, 0,2% e 0,1% destinados a ensaios e pesquisa em motores elétricos, modelos de turbina, motores de combustão, geradores e outras finalidades. Os autores agradecem à Equacional Elétrica e Mecânica, fabricante de freios e todos que contribuiram e colaboraram no objetivo de vencer as dificuldades inerentes a projetos dessa natureza, e em particular a Pirelli S/A,. Escola Federal de Engenharia de Itajubá, CESP e General Motors do Brasil, usuários de freios, nas pessoas dos professores engenheiros Zulcy de Souza, Affonso H.M. Santos, Mitsuo Ohno e Carlos Fracaroli. 13
14 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1.Clayton, A. E. & Hancock, N.N. The Performance and Design of Direct Current Machines, London, Pitman Publishing (1.971). 2.Falcone, A.G. Eletromecânica, São Paulo, Ed. Edgard Blucher Ltda. (1.985). 3.SKF General Guide (1.975). 4.Nasar, S.A. - Handbook of Electric Machines, New York, McGraw-Hill (1.987). 14
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