Políticas de Propriedade
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- Mauro Castelhano Salvado
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1 Políticas de Propriedade Intelectual Rubens de Oliveira Martins SETEC/MCT Ministério da Ciência e Tecnologia
2 Propriedade Intelectual Conceito: sistema de proteção que gera direito de propriedade ou exclusividade sobre as criações resultantes da atividade intelectual nos campos industrial, científico, literário e artístico Objetivo: garantir a inventores ou responsáveis por qualquer produção do intelecto (seja nos domínios industrial, científico, literário e/ou artístico) o direito de auferir, por determinado período de tempo, recompensa pela própria criação. Contrato Social entre inventor e sociedade que garante o estímulo ao avanço tecnológico decorrente da exclusividade
3 Ciclo Virtuoso do Sistema de Propriedade Intelectual Retorno econômico Reconhecimento Geração de riqueza Disseminação de conhecimento Criatividade Inovação Cultura e tecnologia Qualidade de vida Criador Sociedade
4 Marco Legal da Propriedade Intelectual Lei 9.279/96 (Propriedade industrial) Lei 9.456/97 (Cultivares) Lei /98 (Circuitos Integrados) Lei 9.609/98 (Lei da Propriedade Intelectual) Lei 9.610/98 (Direitos autorais) Decreto 21 de agosto de 2001 (Cria o Grupo Interministerial de Propriedade Intelectual) Medida Provisória n. 482 de 10 de fevereiro de 2010 (medidas de suspensão de concessões e outras obrigações do País relativas aos direitos de propriedade intelectual no caso de descumprimento de obrigações do Acordo Consultivo da OMC)
5 Consequências da Lei nº 9.279/96 de Propriedade Industrial Harmonização da legislação nacional de PI com o contexto internacional Desenvolvimento de pesquisas por empresas nacionais Parceria Universidade/Empresa Fixação de pesquisadores no país Novos investimentos em ativos fixos e entrada de novas empresas Processos de transferências de tecnologia Combate à Pirataria Transformação do conceito de publicação de trabalhos científicos para pesquisa com agregação de valor
6 Cenário atual de P,D&Ino Brasil
7 População PIB (2009) Investimento em C&T Cientistas e pesquisadores Publicações Científicas 198 milhões 1.97 US$ trilhões 1,1 % PIB em º lugar no mundo (Thomson Reuters, 2009)
8 Dispêndio nacional em P&D como razão do PIB (%) Fonte(s): Organisation for Economic Co-operation and Development, Main Science and Technology Indicators 2009/2 e Brasil: Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi). Extração especial realizada pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).
9 Recursos Humanos em C,T&I ,6 milhão pesquisadores em 2008, dos quais: doutores mestres doutorandos e mestrandos em 2008 doutores e mestres titulados em 2008 CVs na Plataforma Lattes em julho
10 RANKING DAS INVENÇÕES Países com maior número de patentes Patentes em 2007* 1º 2º 3º 4º 5º Estados Unidos Japão Alemanha Coréia França º Reino Unido º China º Holanda º Suíça º Suécia º Índia º Rússia º Brasil 384 Fonte: OMPI - Brasil fica em 24º entre os 138 signatários do Tratado de Cooperação de Patentes *estimativa
11 Em resumo: situação do Brasil no cenário mundial PIB em relação ao PIB Mundial: 2% Mais de pesquisadores: a maior e mais qualificada comunidade de C&T da América Latina Participação em publicações científicas: 2,63% da produção mundial (MCT, 2008) Entretanto, Apenas 0,3% das Patentes (Organização Mundial de Propriedade Intelectual OMPI, 2009)
12 Ações governamentais articuladas com a questão da PI
13 C,T&I como Política de Estado - Foco dos investimentos Modernização P,D&I Ampliação da Capacidade Política Econômica - Políticas em dois níveis com atenção à dimensão regional Estrutural Sistêmico Plano de Desenvolvimento da Educação PDE Plano de Desenvolvimento da Saúde Plano de Aceleração do Crescimento Infra-estrutura PAC Plano de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior PITCE/ PDP Política de Desenvolvimento da Agropecuária
14 Marco Legal da Inovação Política Industrial, Tecnológica e de Comercio Exterior - PITCE Lei de Inovação n /2004 (regulamentada pelo Decreto n /2005) Lei de Incentivos Fiscais n /2005 (Lei do Bem, regulamentada pelo Decreto n /2006) Art. 19-A da Lei do Bem Plano de Ação: Ciência, Tecnologia e Inovação Política de Desenvolvimento Produtivo - PDP
15 Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior PITCE ( ) Objetivo: política articulada para alavancar o crescimento econômico por meio do fomento à inovação, aumentando o investimento privado em P&D para a melhoria da competitividade Proteção como fator relevante para um ambiente favorável à inovação tecnológica
16 Lei de Inovação - nº /2004 Incremento em inovação tecnológica a partir da disponibilização de instrumentos que fomentem parcerias de atores públicos e privados Alianças estratégicas para cooperação entre instituições de C&Te empresas Compartilhamento da infra-estrutura ( laboratórios) das instituições federais de P&D com o setor produtivo (PMEs) Estímulo à incubação de empresas nas ICT Maior interação entre setor privado e setor gerador do conhecimento, com estímulo à transferência de tecnologia Subvenção econômica às atividades de P, D & I nas empresas (FNDCT)
17 Lei de Inovação - nº /2004 Alocação de recursos públicos nas empresas para o desenvolvimento de produtos e serviços inovadores Apoio às micro e pequenas empresas Estímulo ao inventor independente Possibilidade do pesquisador criar sua própria empresa, sem perder o vínculo institucional Participação do pesquisador em royalties Criação de Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs)
18 Lei do Bem - nº / Incentivos fiscais Consolida os incentivos fiscais para pessoa jurídica que tem pesquisa tecnológica e desenvolvimento de inovação Benefícios em incentivos fiscais: deduções de Imposto de Renda e da Contribuição sobre o Lucro Líquido de dispêndios em P&D redução do IPI na compra de máquinas e equipamentos para P&D Benefícios em subvenção econômica para a contratação de mestres ou doutores para realizar atividades de P,D&I em empresas
19 Art. 19-A da Lei do Bem (acrescentado em 2007 à Lei nº / Incentivos fiscais) Permite que as empresas deduzam do lucro líquido os gastos com projetos de Pesquisa Científica e Tecnológica, e de Inovação Tecnológica feitos com ICT (universidades) Regulamenta a forma de a ICT receber os recursos e questões de titularidade, licenciamento, e transferência de tecnologia. Exigência para receber recursos: os projetos das ICT devem ser aprovados pelo Comitê Permanente (MCT, MDIC, MEC)
20 Plano de Ação C,T&I para o Desenvolvimento Nacional Prioriza a consolidação do sistema nacional de C,T&I e a ampliação da inovação nas empresas METAS 2010 Investimento em P,D&I 1,5 % PIB em P,D&I 0,64% governo federal 0,21% governos estaduais Inovação nas empresas 0,65 % dos investimento em P,D&I feitos pelo setor privado Formação de recursos humanos bolsas CNPq C&T para o desenvolvimento social 400 Centros Vocacionais Tecnológicos 600 novos telecentros OBMEP: 24 milhões de alunos e bolsas
21 Plano de Ação de C,T&I Prioridades Estratégicas I. Expansão e consolidação do Sistema Nacional de C,T&I: Expandir, integrar, modernizar e consolidar o Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação II. Promoção da inovação tecnológica nas empresas: Intensificar as ações de fomento para a criação de um ambiente favorável à inovação nas empresas e o fortalecimento da PDP III. P,D&I em áreas estratégicas: Fortalecer as atividades de pesquisa e inovação em áreas estratégicas para a soberania do País IV. C,T&I para o desenvolvimento social: Promover a popularização e o aperfeiçoamento do ensino de ciências nas escolas, bem como a difusão de tecnologias para a inclusão e o desenvolvimento social
22 Plano de Ação de C,T&I II- Promoção da Inovação Tecnológica nas Empresas 4- Apoio à Inovação Tecnológica nas Empresas 4.1. Apoio financeiro às atividades de PD&I e à inserção de pesquisadores nas empresas 4.2. Apoio à cooperação entre empresas e ICT 4.3. Iniciativa nacional para a inovação Implementar o PRÓ-INOVA 4.4. Capacitação de RH para a inovação 4.5. Implementação de centros de PD&I empresariais 5- Tecnologia para a Inovação nas Empresas 6- Incentivos à Criação e Consolidação de Empresas Intensivas em Tecnologia
23 Agenda PRÓ-INOVA - Apoio à Inovação Ampliar e Fortalecer os NIT favorecer o processo de interação com empresas e a transferência de tecnologia Ampliar e Fortalecer as Entidades Tecnológicas Setoriais favorecer a criação de mecanismo para o apoio à P,D&I nas empresas Ampliar e Fortalecer as Associações Metrológicas Estaduais favorecer o desenvolvimento da cultura metrológica como parte da agenda de P,D&I Contribuir para o Desenvolvimento e Disseminação da Gestão da Inovação nas Empresas favorecer a criação e consolidação da atividade inovativa nas empresas
24 PRÓ-INOVA Núcleos de Inovação Tecnológica 2008 Edital FINEP/ R$10 milhões para apoio à implantação, estruturação e consolidação de arranjos estaduais e regionais de NIT. 8 projetos aprovados e contratados - 64 instituições isoladamente ou em rede. UFRJ 1 UFBA - Rede NIT - NE 22 UFAL 1 UFMG 1 UNICAMP 7 UNB Rede Centro Oeste 8 UFSC - Arranjo Catarinense de NIT PUC-RS - Rede de NIT das universidades gaúchas 15 9
25 Política de Desenvolvimento Produtivo - PDP Macrometas Objetivo: Criar condições de sustentação do ciclo de crescimento do País, com a construção de competitividade de longo prazo, de forma sustentável e com ênfase na inovação, no apoio ao empreendedorismo e no aumento das exportações. Ampliação de 21% da participação da formação bruta de capital fixo no PIB em 2010 (contra 17,6% em 2007) Elevação do gasto privado em P&D no PIB de 0,51% em 2005 para 0,65% em 2010 Ampliação da participação das exportações brasileiras nas exportações mundiais, de 1,18% em 2007 para 1,25% em 2010 Ampliação de 10% do número de MPEs exportadoras até 2010 ( em 2006)
26 Reestruturação do INPI Inserção efetiva no Sistema Nacional de Inovação Ampliação da interface com o setor industrial e acadêmico Aumento da eficiência nas atividades de recepção, análise e registro de pedidos (marcas e patentes) e recursos (menores prazos) Facilitar o acesso às informações tecnológicas e disseminar a cultura da PI Treinamento de recursos humanos no uso da PI Aumentar em 20% o número de depósitos de residentes
27 Reativação do Grupo de Assessoramento Interno de Propriedade Intelectual (GTA-PI) Criar uma cultura institucional sobre PI com uma visão mais uniforme Articulação com o Grupo Interministerial de Propriedade Intelectual (GIPI) Interface com a Comissão Interministerial do Marco Regulatório da Lei da Inovação Discutir a regulamentação da Medida Provisória 482/2010, que suspensão de concessão de outras obrigações do País relativas aos direitos de propriedade intelectual em caso de descumprimento de obrigações por membros da OMC. Discutir as alternativas de investimentos em ações de fomento da pesquisa científica e tecnológica e de formação de recursos humanos para a pesquisa no País, por meio da Finep Colaborar na política de elaboração de normas e regulamentos técnicos, considerando a relação entre a propriedade intelectual, em especial patentes, nos vários setores.
28 Próximas ações 4ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Sustentável (26 a 28 de maio de 2010) Apoio à implantação de novos NITs e capacitação de NITs existentes nas ICTs, por meio de arranjos institucionais, promovendo a gestão de políticas de inovação, o fortalecimento de atividades de proteção da propriedade intelectual e de transferência de tecnologia Aprimorar sistema de acompanhamento e avaliação das ações dos Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs)
29 As perspectivas para as ICTs: papel dos NITs
30 Cenário ideal... Governo Política Financiamento Pesquisa & Serviços Formação de RH Pesquisa básica e aplicada $ Institutos tecnológicos Institutos privados $ Inovação P&D Universidades Empresas $
31 Torna-se fundamental a atuação de instâncias mediadoras para articular os interesses da academia e das empresas de acordo com as políticas estratégicas do país. O papel dos NITse do FORTEC
32 Quantidade de proteções requeridas e Concedidas Brasil Exterior Nº de Proteções Requeridas Nº de Proteções Concedidas (informações das ICTs - ano base cf. art. 17 da Lei de Inovação)
33 Alguns resultados das ações dos NITs Aumento no interesse dos pesquisadores em proteger suas criações intelectuais, em função do aumento do atendimento dos NIT aos mesmos Crescimento da atuação dos NIT quanto ao levantamento das potencialidades tecnológicas das ICT Aumento dos depósitos nacionais e internacionais de: patentes, cultivares, programas de computador e marcas Aumento na interação universidade-empresa indicado pelo aumento de transferência de tecnologia com recebimento de royalties Maior interação entre as ICT o que promove a difusão de boas práticas utilizadas na gestão dos NIT mais estruturados
34 Conclusões: novos contextos e desafios para as ICTse NITs
35 Novos contextos: redefinindo a missão da Universidade Etzkowitz e Leydesdorff: a Tríplice Hélice Interação universidade, empresa e governo: papéis compartilhados e sobrepostos Vontade política da administração central da universidade e institutos de pesquisa Vocação e convicção do corpo docente e de pesquisadores Estrutura de gestão em moldes empresariais Articulação institucional entre a academia, o mercado e as instituições governamentais: NITs
36 Novos contextos: redefinindo a missão da Universidade Gibbons: o Modo 2 de produção do conhecimento "Accountability" e reflexividade: responsabilidade social da IES e dos pesquisadores Conhecimento produzido no contexto das aplicações Transdisciplinaridade e diversidade organizacional Maior colaboração com quem possui conhecimento prático sobre problemas específicos e localizados
37 Desafios para as políticas governamentais Aperfeiçoamento e ampliação dos atuais programas de C,T&I Continuidade dos programas federais de financiamento e subvenção econômica às atividades de P,D&I Aperfeiçoamento do Marco Legal (Lei de Inovação e Lei do Bem) Mobilização do setor privado para a promoção da pesquisa e do desenvolvimento tecnológico Apoiar novas Leis de Inovação específicas nos Estados
38 Desafios para a academia Adequado dimensionamento dos NITs e seu reconhecimento pelos órgãos dirigentes da ICT e pelas áreas acadêmicas Articulação dos pesquisadores com o mundo empresarial, compatibilizando os interesses da ICT, do pesquisador e das empresas Capacitação do pessoal do NIT e de pesquisadores no uso da PI e gestão dos ativos intangíveis, especialmente em buscas de anterioridades e redação de patentes Institucionalização de procedimentos para as atividades de depósitos de patentes e contratos de licenciamento Envolvimento de docentes e alunos: reformulação dos currículos sintonizados com o mercado de trabalho (conceitos de inovação, empreendedorismo e PI): a questão dos critérios de avaliação das ICTs pelo MEC e CAPES
39 Em síntese Criação de uma cultura de proteção e transferência de tecnologia, e de articulação com a realidade empresarial, com apoio institucional formal para as ações de gestão tecnológica e de negócios.
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