Códigos de barra EAN13:
|
|
|
- Juliana de Figueiredo Pacheco
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO DELPHI - Prof. Alberto Cezar de Carvalho Página 1 Códigos de barra EAN13: 1. COMO FUNCIONA: A leitora ótica foi projetada para ler barras ou ausência de barras com 0,33 mm de espessura. Quando a barra existe, representa o binário 1 e a sua ausência representa o binário 0. A existência de barras mais grossas é pura ilusão, pois, na realidade, são várias barras justapostas, representando uma seqüência de s binários 1. O mesmo acontece em relação aos espaços, isto é, espaços maiores representam uma seqüência de s binários 0. Adotou-se comercialmente em todo mundo o código EAN-13 como o padrão para identificação de produtos comerciais. Apenas os Estados Unidos e o Canadá não adotam este padrão. Utiliza-se também o código EAN-8, muito raramente, apenas quando o tamanho do produto impede o uso do código EAN-13, pois, o primeiro utiliza 8 dígitos decimais para representar o código do produto, enquanto que o segundo utiliza 13 s decimais. 2. HARDWARE: A leitora é ligada na entrada para teclado da CPU e este na leitora, através de uma dupla de conectores presentes no final do cabo da mesma. Para o teclado Para a CPU Desta forma, a leitora ótica funciona como se fosse um teclado, não necessitando portanto de qualquer instalação de software. Como estão ligados em paralelo, tanto faz digitar os números do código de barras, como lê-los através da leitora, que estes serão colocados no objeto que estiver focado no momento (edit, memo, dbedit, etc...).
2 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO DELPHI - Prof. Alberto Cezar de Carvalho Página 2 3. O CÓDIGO EAN-13: Existe uma entidade mundial que controla a numeração dos produtos comerciais: é a EAN. O Brasil se filiou à mesma e recebeu o número 789 como prefixo de todos os seus produtos. No nosso país, quem controla a liberação dos números é a GS1 BRASIL, constituída oficialmente em 8 de novembro de 1983, a ABAC - Associação Brasileira de Automação Comercial - atualmente GS1 BRASIL, começou a ser delineada em fevereiro daquele ano, quando a SEI - Secretaria Especial de Informática - convocou empresas do comércio para elaborar um documento refletindo as necessidades do setor com relação a automação comercial. ( Os 3 primeiros s representam o País onde o produto foi embalado. Este número é fornecido pela EAN mundial, que atribuiu ao Brasil, como já dissemos, o número 789. Para a Argentina, por exemplo, o número é 779, etc. A G1 BRASIL estabeleceu que os 4 ou 5 s decimais seguintes representariam a Empresa. Ela utiliza 4 s quando a empresa produz muitos produtos. Estão disponíveis no Brasil 6000 códigos de Empresas nesta situação, estes códigos são numerados de 0000 a São utilizados 5 s para empresas com menor número de produtos. Neste caso, existem códigos, numerados de a Os dígitos seguintes, exceto o último, representam os códigos dos produtos produzidos. Consideram-se produtos diferentes aqueles que, mesmo sendo do mesmo produto, têm embalagens diferentes, ou pesos diferentes, etc. Na realidade, o código de barras deverá identificar, sem nenhuma dúvida o produto que está sendo comercializado. Estes códigos de produtos, representados por 4 ou 5 s (dependendo se a Empresa tem um código com 5 ou 4 s) são de responsabilidade da Empresa, e devem ser informados à G1 BRASIL os códigos escolhidos com a respectiva correspondência ao produto produzido. O último dígito, é o DÍGITO VERIFICADOR, que através de um pequeno algoritmo, verifica a autenticidade do número lido pela leitora de códigos de barra, minimizando o erro de leitura da mesma. Existe a necessidade deste dígito, pois, se a leitora fizer a leitura de uma seqüência de s errada (defeitos de impressão na embalagem, sujeira, amassados, descoloração, etc) o último certamente irá dar diferente do que está gravado na embalagem, causando um erro de leitura. Existindo tal erro, a leitura é repetida um certo número de vezes. Caso persista, a entrada do código deverá ser feita manualmente pelo teclado, fato que constatamos frequentemente nos supermercados.
3 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO DELPHI - Prof. Alberto Cezar de Carvalho Página 3 EXEMPLO: = Código do País Dígito verificador Número do produto Número da empresa 4. ALGORITMO DO DÍGITO VERIFICADOR: a) Numere os s da esquerda para a direita (retirei o próprio dígito verificador): b) Some todos os s das posições ímpares: = 26 c) Some todos os s das posições pares multiplicando-os por 3: 8 * * * * * * 3 = 87 d) Some o resultado da letra b com o da letra c : = 113 e) Ache o múltiplo de 10 mais próximo, para mais, do resultado da letra d : f) O dígito verificador será o valor da letra e menos o valor da letra d : = 7 o dígito verificador será DIMENSÕES DO CÓDIGO EAN-13: Alterações nestas dimensões são permitidas, através de tabelas de conversão, que não publicamos neste trabalho, pois, fogem ao assunto do mesmo.
4 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO DELPHI - Prof. Alberto Cezar de Carvalho Página 4 6. REPRESENTANDO OS NÚMEROS EM BARRAS: Cada, dependendo da sua posição, terá sua representação definida de acordo com a tabela a seguir: Algarismo Tabela A Tabela B Tabela C Tabela 1 A posição 1 indicará a seqüência de tabelas A ou B para os s das posições de 2 a 7: 1º Tabela do 2º Tabela do 3º Tabela do 4º Tabela do 5º Tabela do 6º Tabela do 7º 0 A A A A A A 1 A A B A B B 2 A A B B A B 3 A A B B B A 4 A B A A B B 5 A B B A A B 6 A B B B A A 7 A B A B A B 8 A B A B B A 9 A B B A B A Tabela 2 A tabela C é utilizada para os s localizados nas posições 8 a 13. As barras do código EAN-13, ainda têm alguns códigos binários adicionais. Abaixo, descreveremos toda a sequência de binários em um código de barras: Margem de silêncio (vazia, sem barras) Caractere auxiliar de guarda: 101 Seis caracteres utilizando a tabela A ou B, de acordo com o primeiro caractere. No nosso exemplo, o primeiro caractere é 7 e portanto, consultando a tabela 2 verificamos que a seqüência para este é: A B A B A B. Então pela tabela 1 temos a seguinte sequência de binários: guarda tabela A tabela B tabela A tabela B tabela A tabela B
5 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO DELPHI - Prof. Alberto Cezar de Carvalho Página 5 Caractere auxiliar central: Seis caracteres utilizando a tabela C da tabela 1 : Um caractere auxiliar de guarda: Margem de silêncio final. Você pôde verificar que o primeiro não possui barras, ele é representado pela seqüência das tabelas utilizadas, de acordo com a tabela 2. A seguir, apresentamos algumas rotinas que podem ser incluídas em um programa que desenha os códigos de barra através de um objeto Canvas dentro de um objeto Image. Sugiro que acrescente ao formulário um objeto Edit, onde serão digitados os 12 primeiros s do código EAN-13, e o próprio programa se encarregará de determinar o dígito verificador. Em seguida, será desenhado dentro do objeto Image o código de barras correspondente: Declarar globalmente as constantes a seguir, que guardam a tabela de caracteres: Const TabelaA: array[0..9] of string[7] = (' ', // 0 ' ', // 1 ' ', // 2 ' ', // 3 ' ', // 4 ' ', // 5 ' ', // 6 ' ', // 7 ' ', // 8 ' ');// 9 TabelaB: array[0..9] of string[7] = (' ', // 0 ' ', // 1 ' ', // 2 ' ', // 3 ' ', // 4 ' ', // 5 ' ', // 6 ' ', // 7 ' ', // 8 ' ');// 9
6 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO DELPHI - Prof. Alberto Cezar de Carvalho Página 6 TabelaC: array[0..9] of string[7] = (' ', // 0 ' ', // 1 ' ', // 2 ' ', // 3 ' ', // 4 ' ', // 5 ' ', // 6 ' ', // 7 ' ', // 8 ' ');// 9 TabelaPaises: array[0..9] of string[6] = ('AAAAAA', 'AABABB', 'AABBAB', 'AABBBA', 'ABAABB', 'ABBAAB', 'ABBBAA', 'ABABAB', 'ABABBA', 'ABBABA'); Agora sugerimos uma rotina que desenha realmente uma barra: Procedure Barra(x,altura:byte); With Form1.Image1.Canvas do MoveTo(x,0); LineTo(x,ALTURA); A rotina a seguir, auxilia na escolha de qual das tabelas iremos acessar: Function Binario(t,n: byte): string; Case T of 1: Binario:= TabelaA[n]; 2: Binario:= TabelaB[n]; 3: Binario:= TabelaC[n];
7 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO DELPHI - Prof. Alberto Cezar de Carvalho Página 7 A função abaixo, nos mostra como podemos compor o número binário correspondente aos 13 s do código de barras: Function Codigo(c: string): string; Var aux: string; i: byte; Aux:= 101 ; Pais:= Tabelapaises[strtoint(c[1])]; For i:= 2 to 7 do If Pais[i-1] = A then Aux:=Aux+Binario(1,StrToInt(c[i])) else Aux:= Aux+Binario(2,StrToInt(c[i])); Aux:= Aux ; For i:= 8 to 13 do Aux:= Aux + Binario(3,StrToInt(c[i])); Codigo:= Aux ; A rotina abaixo, é a que comanda o desenho de todas as barras, inclusive detecta aquelas que deverão ter uma altura maior do que as outras: Procedure Desenha_Barra(cod: string); var i: byte; For i:= 1 to length(cod) do If cod[i] = '1' then If i in [1..3,46..50,93..95] then Barra(15 + i,95) else Barra(15 + i,90); A função abaixo, faz o cálculo do dígito verificador: Function digito_verificador(n: string): string; var i: byte; s, x: integer; S:= 0; for i:= 1 to 12 do If odd(i) then s:= s + StrToInt(n[i]) else s:= s + StrToInt(n[i]) * 3; x:= 0; while (x < s) do inc(x,10); digito_verificador:= IntToStr(x-s);
8 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO DELPHI - Prof. Alberto Cezar de Carvalho Página 8 Para montar o programa faça: 1) Permita ao usuário montar o número do código utilizando um objeto Edit por exemplo. O número é composto pelas seguintes partes: a) o código do País b) número da empresa c) número do produto 2) De posse deste número chame a rotina "Digito_Verificador", passando a esta função o número digitado, como parãmetro. 3) Acrescente o dígito verificador ao final do número que havia sido digitado (item 1). 4) Passe à função "Codigo" o número obtido no item 3, como o parãmetro da mesma. 5) O valor retornado da função codigo (item 4) será passado como parâmetro da rotina "Desenha_Barra", para que a mesma comande o desenho de todas as barras. 6) Pronto. O código de barras será desenhado no objeto Canvas do objeto Image1. Tente fazer, é importante você se acostumar a encontrar e resolver os problemas de programação!!!
LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO DELPHI Prof. Alberto Cezar de Carvalho CÓDIGOS DE BARRA
CÓDIGOS DE BARRA 1. COMO FUNCIONA: A leitora ótica foi projetada para ler barras ou ausência de barras com 0,33 mm de espessura. Quando a barra existe, representa o binário 1 e a sua ausência representa
Filas. A ordem de saída corresponde diretamente à ordem de entrada dos elementos. Fila de caixa bancário
Filas Fila é um tipo de lista linear onde as inserções são realizadas num extremo (final da Fila) e as remoções restritas ao outro (começo da Fila). O primeiro a entrar é o primeiro a sair e último a entrar
- Aulas 57, 58, 59 e 60 - Técnicas de programação. Funções
1 - Aulas 57, 58, 59 e 60 - Técnicas de programação. Funções Um programa pode possuir determinados processos realizados repetidas vezes ao longo da execução do programa. Estes processos podem se agrupar
Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 19/12/2005 Última versão: 18/12/2006. PdP. Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos
TUTORIAL Barra de LEDs Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 19/12/2005 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br [email protected]
Estruturas de Repetição
Estruturas de Repetição Lista de Exercícios - 04 Algoritmos e Linguagens de Programação Professor: Edwar Saliba Júnior Estruturas de Repetição O que são e para que servem? São comandos que são utilizados
Memória Flash. PdP. Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 11/12/2005 Última versão: 18/12/2006. Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos
TUTORIAL Memória Flash Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 11/12/2005 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br [email protected]
Algoritmos e Programação Parte Teórica
Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Engenharia da Produção / Elétrica Algoritmos e Programação Parte Teórica Prof. Jorge Cavalcanti [email protected] www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti
Montagem e Manutenção. Luís Guilherme A. Pontes
Montagem e Manutenção Luís Guilherme A. Pontes Introdução Qual é a importância da Montagem e Manutenção de Computadores? Sistema Binário Sistema Binário Existem duas maneiras de se trabalhar e armazenar
Algoritmos DCC 119. Introdução e Conceitos Básicos
Algoritmos DCC 119 Introdução e Conceitos Básicos Sumário Sistemas de Numeração Sistemas Computacionais Estrutura de um Computador Digital Sistemas Operacionais Algoritmo Introdução Formas de representação
Analisando e comparando as funções do DBNavegator
Prof or : Gilberto Braga e Renato Candini Nome Número: Série DELPHI PARA PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES II AULA 2 Competências: Integrar sistemas; Habilidades: Utilizar modelos, pseudocódigos e ferramentas
Faculdade de Computação
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Faculdade de Computação Disciplina : Teoria da Computação Professora : Sandra Aparecida de Amo Lista de Exercícios n o 2 Exercícios sobre Modelos de Máquinas de Turing
Algoritmos Estruturas Seqüenciais. José Gustavo de Souza Paiva
Algoritmos Estruturas Seqüenciais José Gustavo de Souza Paiva 1 Introdução Objetivo básico da computação auxiliar os seres humanos em trabalhos repetitivos e braçais, diminuindo i i d esforços e economizando
O processador é um dos elementos componentes do computador moderno, sendo responsável pelo gerenciamento de todo o computador.
Resumo 01 O que é um processador? O processador é um dos elementos componentes do computador moderno, sendo responsável pelo gerenciamento de todo o computador. Os processadores atualmente são encapsulados
Algoritmos e Estruturas de Dados I 01/2013. Estruturas Condicionais e de Repetição (parte 2) Pedro O.S. Vaz de Melo
Algoritmos e Estruturas de Dados I 01/2013 Estruturas Condicionais e de Repetição (parte 2) Pedro O.S. Vaz de Melo Problema 1 Suponha que soma (+) e subtração (-) são as únicas operações disponíveis em
Busca em Memória. Secundária
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA Busca em Memória Secundária e Gomes da Costa [email protected] 1 Busca de um item em uma massa de dados que não cabe na memória principal; Procura-se
* Acesso à programação protegido por senha; * Alimentação: 90 a 240Vca (Fonte chaveada).
PROGRAMADOR HORÁRIO MANUAL DE INSTRUÇÕES MTZ622R - 90~240VCA - P504 VERSÃO.0 ABRIL/202 * Acesso à programação protegido por senha; * Alimentação: 90 a 240Vca (Fonte chaveada). 3.2 DIMENSÕES PLACA IHM:
I n f o r m á t i c a
Prof. Dr. Rogério R. de Vargas I n f o r m á t i c a Dados, bits, bytes, representação de dados e sistemas de numeração e representação numérica Itaqui - RS, 2º Semestre de 2014. Agenda Dados; Bits; Bytes;
Brasil Pensou em código de barras. Pensou GS1 Brasil. Como gerar seu Código de Barras
Brasil Pensou em código de barras. Pensou GS1 Brasil. Como gerar seu Código de Barras Passo a passo de como gerar o seu Código de Barras Sua empresa acabou de se filiar à GS1 Brasil, consequentemente
JavaScript (ou JScript)
1. Introdução JavaScript (ou JScript) Uma linguagem como o JavaScript permite criar interfaces interativas na web (permite a interação do usuário). Para desenvolver web sites interativos precisamos de
LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO. Professor Celso Masotti http://ead.celsomasotti.com.br
LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO Professor Celso Masotti http://ead.celsomasotti.com.br Ano: 2015 1 HTML & PHP em Ambiente Web PARTE II Sumário I Decisão... 4 Operadores de Comparação... 6 II IF ELSEIF ELSE... 7
Reaproveitando algoritmos
Reaproveitando algoritmos Alguns exercícios pedem que se modifique um algoritmo feito anteriormente, para que ele resolva um novo problema. Isto procura demonstrar uma prática corriqueira, chamada de reaproveitamento
Algoritmos e Programação
Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Engenharia da Produção / Elétrica Algoritmos e Programação Parte 05 Prof. Jorge Cavalcanti [email protected] www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti
Representação de Algoritmos - Linguagens de Programação
Representação de Algoritmos - Linguagens de Programação A representação de algoritmos em uma pseudo-linguagem mais próxima às pessoas é bastante útil principalmente quando o problema a ser tratado envolve
A4 Projeto Integrador e Lista de Jogos
A4 Projeto Integrador e Lista de Jogos 1ª ETAPA PROJETO INTEGRADOR (2 pontos na A4) Como discutido em sala de aula, a disciplina de algoritmos I também fará parte do projeto integrador, para cada grupo
Desmistificando o Programa de Computador
Desmistificando o Programa de Computador Hoje vou explicar, da maneira mais simples possível, como funciona um programa de computador. Na sua essência um programa de computador nada mais é que uma coletânea
Introdução. Introdução. Objetivos da Aula. Bases Computacionais da Ciência(BC-0005)
1 Bases Computacionais da Ciência(BC-0005) Lógica de Programação: Estruturas Condicionais Maria das Graças Bruno Marietto [email protected] Centro de Matemática, Computação e Cognição(CMCC) Universidade
Display de 7. PdP. Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 16/12/2005 Última versão: 18/12/2006. Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos
TUTORIAL Display de 7 Segmentos Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 16/12/2005 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br [email protected]
CONCEITOS BÁSICOS DE UM SISTEMA OPERATIVO
4 CONCEITOS BÁSICOS DE UM SISTEMA OPERATIVO CONCEITOS BÁSICOS MS-DOS MICROSOFT DISK OPERATION SYSTEM INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO DE UM SISTEMA OPERATIVO LIGAÇÕES À INTERNET O que é um sistema operativo?
CONCEITOS BÁSICOS PARA A CONSTRUÇÃO DE ALGORITMOS PARA COMPUTADORES. Isac Aguiar isacaguiar.com.br [email protected]
CONCEITOS BÁSICOS PARA A CONSTRUÇÃO DE ALGORITMOS PARA COMPUTADORES Isac Aguiar isacaguiar.com.br [email protected] Objetivos Compreender os conceitos de lógica de programação e de algoritmos. Conhecer
LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO PARA ENGENHARIA INTRODUÇÃO À PROGRAMAÇÃO COM C/C++ Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1
LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO PARA ENGENHARIA INTRODUÇÃO À PROGRAMAÇÃO COM C/C++ Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 Objetivos Entender o mecanismo de um programa em C/C++ Apresentar e estrutura da Linguagem C/C++
MANUAL DE OPERAÇÃO SISTEMA ROR
MANUAL DE OPERAÇÃO SISTEMA ROR ÍNDICE I - INTRODUÇÃO... 02 II - RECEBENDO SEU SISTEMA ROR... 02 III - MONTAGEM DO EQUIPAMENTO... 03 IV - LIGANDO SUA BALANÇA... 03 V - RECURSOS PARA OPERAÇÃO... 04 VI -
Principais códigos utilizados. Codificação. Código binário puro. Codificação binária. Codificação Binária. Código Binário puro e suas variantes
Codificação Principais códigos utilizados Computadores e Equipamentos de Comunicações Digitais trabalham com representação e códigos. A codificação binária de sinais é largamente utilizada em Sistemas
CURSO de CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO - Gabarito
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE TRANSFERÊNCIA 2 o semestre letivo de 2005 e 1 o semestre letivo de 2006 CURSO de CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO - Gabarito Verifique se este caderno contém : INSTRUÇÕES AO CANDIDATO
Programação em papel quadriculado
4 NOME DA AULA: Programação em papel quadriculado Tempo de aula: 45 60 minutos Tempo de preparação: 10 minutos Objetivo principal: ajudar os alunos a entender como a codificação funciona. RESUMO Ao "programar"
Fundamentos em Informática (Sistemas de Numeração e Representação de Dados)
1 UNIVERSIDADE DO CONTESTADO / UnC CAMPUS CONCÓRDIA/SC CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Fundamentos em Informática (Sistemas de Numeração e Representação de Dados) (Apostila da disciplina elaborada pelo
Comandos de repetição while
Programação de Computadores I UFOP DECOM 2014 2 Aula prática 6 Comandos de repetição while Resumo Nesta aula vamos trabalhar com problemas cuja solução envolve realizar um cálculo ou tarefa repetidas vezes,
Definição de Programas de Computadores e Linguagem de Programação de Comutadores
Definição de Programas de Computadores e Linguagem de Programação de Comutadores O computador é um equipamento eletrônico composto por circuitos eletrônicos, que trabalham com o estado ligado(1) e desligado(0),
Guia de utilização da notação BPMN
1 Guia de utilização da notação BPMN Agosto 2011 2 Sumário de Informações do Documento Documento: Guia_de_utilização_da_notação_BPMN.odt Número de páginas: 31 Versão Data Mudanças Autor 1.0 15/09/11 Criação
Cotagem de dimensões básicas
Cotagem de dimensões básicas Introdução Observe as vistas ortográficas a seguir. Com toda certeza, você já sabe interpretar as formas da peça representada neste desenho. E, você já deve ser capaz de imaginar
Algoritmo Iterativo. Dilema do Martelo x Edifício. O Martelo. O Edifício 01/06/2014. Dilema das ações x declarações
Algoritmo Iterativo Fernando Cardeal Parece com o processo de seguir uma estrada: Como chegar à estrada? Como se manter na estrada? Como saber que chegou ao destino para sair da estrada? Como fazer tudo
Conhecendo o Código de Barras Volume 1
Conhecendo o Código de Barras Volume 1 Conhecendo o Código de Barras O material Conhecendo o Código de Barras tem como objetivo integrar a sua empresa, de forma ainda mais eficiente, à cadeia de suprimentos.
Leitura de PH. 1 Configurações de Terminal
Leitura de PH Desenvolvido processo de Leitura do Coletor de PH e Leitura de Etiquetas de Rastreabilidade para o programa de Digitação de PH e a Leitura do Coletor de PH para o programa de Digitação de
Regras Métodos Identificadores Variáveis Constantes Tipos de dados Comandos de atribuição Operadores aritméticos, relacionais e lógicos
Lógica Aula 2 Técnicas de Programação Criando algoritmos Regras Métodos Identificadores Variáveis Constantes Tipos de dados Comandos de atribuição Operadores aritméticos, relacionais e lógicos Criando
1. Introdução. Avaliação de Usabilidade Página 1
1. Introdução Avaliação de Usabilidade Página 1 Os procedimentos da Avaliação Heurística correspondem às quatro fases abaixo e no final é apresentado como resultado, uma lista de problemas de usabilidade,
Nota de Aplicação IHM 004
N.A 004 Configuração de receita básica e avançada. Objetivo: Este documento informa detalhadamente o procedimento de criação dos dois tipos de receitas, básica e avançada. Obs: O software demonstrativo
Conceitos básicos da linguagem C
Conceitos básicos da linguagem C 2 Em 1969 Ken Thompson cria o Unix. O C nasceu logo depois, na década de 70. Dennis Ritchie, implementou-o pela primeira vez usando o sistema operacional UNIX criado por
COMANDO DA AERONÁUTICA ESCOLA DE ESPECIALISTAS DE AERONÁUTICA SUBDIVISÃO DE ADMISSÃO E DE SELEÇÃO
Questão : 45 71 79 A questão 45 do código 04, que corresponde à questão 71 do código 20 e à questão 79 do código 88 Nº de Inscrição: 4020557 Considere as tabelas abaixo: Pessoal e Endereco: Pessoal Endereco
Q-Acadêmico. Módulo CIEE - Estágio. Revisão 01
Q-Acadêmico Módulo CIEE - Estágio Revisão 01 SUMÁRIO 1. VISÃO GERAL DO MÓDULO... 2 1.1 PRÉ-REQUISITOS... 2 2. ORDEM DE CADASTROS PARA UTILIZAÇÃO DO MÓDULO CIEE... 3 2.1 CADASTRANDO EMPRESAS... 3 2.1.1
MODELAGEM E SIMULAÇÃO
MODELAGEM E SIMULAÇÃO Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza [email protected] www.engenharia-puro.com.br/edwin Terminologia Básica Utilizada em de Sistemas Terminologia Básica Uma série de termos
12.1 - Inserção de Ponto de Entrada. Autoenge Módulo Automação Página 1
12 - Módulo Automação Residencial - Autopower Manual de utilização Módulo Automação Residencial Para maiores informações, acesse www.autoenge.com.br ou por email [email protected] 12.1 - Inserção
Adicionando Propriedades e Funcionalidades aos Componentes Parte II
Adicionando Propriedades e Funcionalidades aos Componentes Parte II Quantas vezes eu não lamentei por este componente não ter uma propriedade que guardasse uma lista paralela a lista que é mostrada em
REPRESENTAÇÃO DE DADOS EM SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO AULA 03 Arquitetura de Computadores Gil Eduardo de Andrade
REPRESENTAÇÃO DE DADOS EM SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO AULA 03 Arquitetura de Computadores Gil Eduardo de Andrade O conteúdo deste documento é baseado no livro Princípios Básicos de Arquitetura e Organização
MANUAL DE OPERAÇÃO BALANÇA ROR LINHA RS
MANUAL DE OPERAÇÃO BALANÇA ROR LINHA RS ÍNDICE I - INTRODUÇÃO... 02 II - RECEBENDO SUA BALAÇA ROR... 02 III - MONTAGEM DO EQUIPAMENTO... 02 IV - LIGANDO SUA BALANÇA... 03 V - RECURSOS PARA OPERAÇÃO...
- UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS Curso: Informática / Ciência da Computação
Programação 1I Prof. Osório Fila / Alocação Estática Pag.: 1 - UNIVERSIAE O VALE O RIO OS SINOS IÊNIAS EXATAS E TENOLÓGIAS urso: Informática / iência da omputação Programação II isciplina: Linguagem de
7. DIAGRAMAÇÃO DAS PLACAS
7. DIAGRAMAÇÃO DAS PLACAS A diagramação das placas de Sinalização Vertical de Indicação compreende os seguintes passos: Definição da altura das letras, a partir da velocidade regulamentada na via; Dimensionamento
O ENSINO DE CÁLCULO NUMÉRICO: UMA EXPERIÊNCIA COM ALUNOS DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO
O ENSINO DE CÁLCULO NUMÉRICO: UMA EXPERIÊNCIA COM ALUNOS DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Prof. Leugim Corteze Romio Universidade Regional Integrada URI Campus Santiago-RS [email protected] Prof.
COBRANÇA NÃO REGISTRADA
LAYOUT TÉCNICO - VOLUME I MANUAL DE EMISSÃO DO CLIENTE Versão: Abril/2012 HSBC BANK BRASIL S.A. Banco Múltiplo. PUBLIC ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO Pág. 02 2 CAMPOS DO BLOQUETO A SEREM PREENCHIDOS Pág. 03 3 DADOS
Usando um Simulador da Máquina de Turing Claudio Kirner 2010
1. Introdução Usando um Simulador da Máquina de Turing Claudio Kirner 2010 A Máquina de Turing, idealizada por Alan Turing, em 1936, é uma máquina teórica simples capaz de calcular qualquer função matemática.
TS-12864 Display Gráfico Serial
TS-12864 Display Gráfico Serial Manual do Usuário TS-12864 - v1.1-0305 - pg 1 O display gráfico serial TS-12864 combina um módulo serial com um display gráfico de 128x64 pontos. Este conjunto recebe dados
Laboratório de Programação I
Laboratório de Programação I Estruturas de Controle: Parte I Fabricio Breve Objetivos Entender as técnicas básicas de solução de problemas Desenvolver algoritmos por meio do processo de refinamento top-down
JSP - ORIENTADO A OBJETOS
JSP Orientação a Objetos... 2 CLASSE:... 2 MÉTODOS:... 2 Método de Retorno... 2 Método de Execução... 2 Tipos de Dados... 3 Boolean... 3 Float... 3 Integer... 4 String... 4 Array... 4 Primeira:... 4 Segunda:...
Variáveis e Comandos de Atribuição
BCC 201 - Introdução à Programação Variáveis e Comandos de Atribuição Guillermo Cámara-Chávez UFOP 1/47 Estrutura Básica de um programa C I < d i r e t i v a s do pré p r o c e s s a d o r > < d e c l
Capítulo 8. CICLOS. Tabela 8.1 Programa8a.f90.
Capítulo 8. CICLOS OBJETIVOS DO CAPÍTULO Conceito de ciclo Comandos do FORTRAN: DO END DO, EXIT 8.1 programa8a.f90 Para inicializar as atividades deste capítulo, deve-se executar: 1) Para acessar o programa
OPL9815 Inventário Configurável
OPL9815 Inventário Configurável Versão: PXOINCG (OPL9815) 30/09/2015: Revisão 01 Opticon Latin America Versão: INCG - Página 1 1. Funcionalidades... 3 2. Teclas... 3 3. Estrutura de Menus... 4 3. 1. Coleta...
Algoritmos e Programação (Prática) Profa. Andreza Leite [email protected]
(Prática) Profa. Andreza Leite [email protected] Introdução O computador como ferramenta indispensável: Faz parte das nossas vidas; Por si só não faz nada de útil; Grande capacidade de resolução
GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DE FINANÇAS COORDENADORIA DA RECEITA ESTADUAL
INSTRUÇÃO NORMATIVA N. 022/2015/GAB/CRE Porto Velho, 1 de dezembro de 2015. Publicada no DOE nº 2840, de 10.12.15 Errata Publicada no DOE nº 2849, de 23.12.15 Estabelece nova sistemática de impressão de
CURSO BÁSICO DE CRIAÇÃO DE SITES MÓDULO 2 AULA 4
REALIZANDO UMA COMPRA CURSO BÁSICO DE CRIAÇÃO DE SITES Uma vez montado o site vamos fazer uma compra para entender melhor como o site funciona. Vá para a página da LOJA (PAINEL PAGINAS TODAS AS PÁGINAS
INSTALAÇÃO UBUNTU NUM INSTANTE
INSTALAÇÃO UBUNTU NUM INSTANTE Este é um manual ilustrado quick and dirty para quem quer instalar o Ubuntu na sua máquina o mais rápido possível, sem se perder com grandes detalhes. O objectivo é providenciar
ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 12
ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 12 Índice 1. Circuitos Digitais...3 1.1. Sistemas de Numeração... 3 1.2. Tema de Números-Base... 4 2 1. CIRCUITOS DIGITAIS 1.1. SISTEMAS DE NUMERAÇÃO O que quer dizer
Casos de uso Objetivo:
Casos de uso Objetivo: Auxiliar a comunicação entre os analistas e o cliente. Descreve um cenário que mostra as funcionalidades do sistema do ponto de vista do usuário. O cliente deve ver no diagrama de
- UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS Curso: Informática / Ciência da Computação
Programação 1I Prof. Osório Árvores Binárias Pag.: 1 - UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS Curso: Informática / Ciência da Computação Programação II Disciplina: Linguagem
Classificação e Pesquisa de Dados
Classificação e Pesquisa de Dados Aula 20 Árvores B e B+ B-Trees (Árvores B) [Bayer & McCreight 1970] UFRGS INF01124 B-Trees (Árvores B) Árvores de pesquisa balanceadas, projetadas para minimizar o tempo
Leitora Perto Smart. Guia de Instalação. Leitora Perto Smart Guia de Instalação. Janeiro/2010. Instalação da leitora Perto Smart.
Leitora Perto Smart Guia de Instalação Página 1 de 14 Pré Requisitos para a instalação Dispositivos de Certificação Digital (Leitora Perto) Para que o processo de instalação tenha sucesso, é necessário
Convertendo Algoritmos para a Linguagem C
onvertendo Algoritmos para a Linguagem Notas de Aula Prof. Francisco Rapchan www.geocities.com/chicorapchan O objetivo deste texto é mostrar alguns programas em, dando uma breve descrição de seu funcionamento
PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br
PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Disciplina: Tópicos Avançados II 5º período Professor: José Maurício S. Pinheiro AULA 3: Políticas e Declaração de
BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EaD UAB/UFSCar Sistemas de Informação - prof. Dr. Hélio Crestana Guardia
O Sistema Operacional que você usa é multitasking? Por multitasking, entende-se a capacidade do SO de ter mais de um processos em execução ao mesmo tempo. É claro que, num dado instante, o número de processos
Hamtronix CONTROLE REMOTO DTMF. CRD200 - Manual de Instalação e Operação. Software V 2.0 Hardware Revisão B
Hamtronix CRD200 - Manual de Instalação e Operação Software V 2.0 Hardware Revisão B INTRODUÇÃO Índice...01 Suporte On-line...01 Termo de Garantia...01 Em Caso de Problemas (RESET)...01 Descrição do Produto...02
Oficina - Álgebra 1. Oficina de CNI EM / Álgebra 1 Material do Monitor. Setor de Educação de Jovens e Adultos. Caro monitor,
Oficina - Álgebra 1 Caro monitor, As situações de aprendizagem apresentadas nessa atividade têm como objetivo desenvolver o raciocínio algébrico, e assim, proporcionar que o educando realize a representação
Programando Jogos em Delphi Animação, Lógica e Controle versão orientada à objetos
Programando Jogos em Delphi Animação, Lógica e Controle versão orientada à objetos Antônio Sérgio de S. Vieira 1 Corrigida e Melhorada - 2011 1. Introdução [email protected] Este texto foi escrito
Prática 19 e 20 Características de um bom jogo
Prática 19 e 20 Características de um bom jogo 1. Objetivos Estudar os elementos essenciais no desenvolvimento de jogos Desenvolver um jogo em Flash 2. Recursos Necessários Computador com o programa Macromedia
SISTEMAS DE NUMERAÇÃO
Universidade do Contestado Campus Concórdia Curso de Sistemas de Informação Prof.: Maico Petry SISTEMAS DE NUMERAÇÃO DISCIPLINA: Fundamentos em Informática SISTEMAS DE NUMERAÇÃO E REPRESENTAÇÃO DE DADOS
ALGORITMOS PARTE 01. Fabricio de Sousa Pinto
ALGORITMOS PARTE 01 Fabricio de Sousa Pinto Algoritmos: Definição 2 É uma sequência de instruções finita e ordenada de forma lógica para a resolução de uma determinada tarefa ou problema. Algoritmos 3
Circuitos Digitais 144L
Circuitos Digitais Notas de Aula - 02 INSTITUTO: CURSO: DISCIPLINA: Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia Ciência da Computação e Sistemas de Informação Circuitos Digitais 144L 1.0 Circuitos Combinacionais.
Entendendo as Permissões de Arquivos no GNU/Linux
Entendendo as Permissões de Arquivos no GNU/Linux Mario Luiz Bernardinelli ([email protected]) 14 de Maio de 2009 Resumo Cada sistema operacional possui características próprias e o entendimento de seu
Esse produto é um produto composto e tem subprodutos
Indústria - Cadastro de produtos O módulo indústria permite controlar a produção dos produtos fabricados pela empresa. É possível criar um produto final e definir as matérias-primas que fazem parte de
COTAÇÃO DE COMPRAS COM COTAÇÃO WEB
COTAÇÃO DE COMPRAS COM COTAÇÃO WEB RMS Software S.A. - Uma Empresa TOTVS Todos os direitos reservados. A RMS Software é a maior fornecedora nacional de software de gestão corporativa para o mercado de
4Distribuição de. freqüência
4Distribuição de freqüência O objetivo desta Unidade é partir dos dados brutos, isto é, desorganizados, para uma apresentação formal. Nesse percurso, seção 1, destacaremos a diferença entre tabela primitiva
RECEITA AGRONÔMICA, O QUE É E COMO EMITIR NO RECEITUÁRIO AGRONÔMICO ONLINE
RECEITA AGRONÔMICA, O QUE É E COMO EMITIR NO RECEITUÁRIO AGRONÔMICO ONLINE A abordagem deste artigo será baseada na receita agronômica que é um documento obrigatório de porte de quem compra e aplica um
CADERNOS DE INFORMÁTICA Nº 1. Fundamentos de Informática I - Word 2010. Sumário
CADERNO DE INFORMÁTICA FACITA Faculdade de Itápolis Aplicativos Editores de Texto WORD 2007/2010 Sumário Editor de texto... 3 Iniciando Microsoft Word... 4 Fichários:... 4 Atalhos... 5 Área de Trabalho:
1 INTRODUÇÃO 1.1 CONCEITO DE PARADIGMAS DE LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO PARADIGMAS DE LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO
1 INTRODUÇÃO 1.1 CONCEITO DE PARADIGMAS DE LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO Desde o seu surgimento, o manuseio da computação é baseado em linguagens de programação. Ela permite que sejam construídos aplicativos
LCD (LiquidCrystal Display) Alex Vidigal Bastos www.decom.ufop.br/alex/ [email protected]
LCD (LiquidCrystal Display) Alex Vidigal Bastos www.decom.ufop.br/alex/ [email protected] 1 Sumário Introdução Displays LCD Características dos Displays LCD Sobre o Hardware (LCD) Funções dos pinos do
9.1.2 Laços Controlados por Entrada: Contador
9.1.2 Laços Controlados por Entrada: Contador Exemplo 2- Escreva um algoritmo e um programa em C que dado um Número qualquer, seja calculado e impresso a tabuada desse número. Algoritmo tabuada Variáveis:
Implementando uma Classe e Criando Objetos a partir dela
Análise e Desenvolvimento de Sistemas ADS Programação Orientada a Obejeto POO 3º Semestre AULA 04 - INTRODUÇÃO À PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETO (POO) Parte: 2 Prof. Cristóvão Cunha Implementando uma Classe
Notas de versão. Versão 3.16.1.0
Notas de versão Sistema Gescor Versão 3.16.1.0 Lançamento Abril/2016 Interface - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - 3 1. Nova interface e usabilidade do sistema.
TEXTO DE REVISÃO: Uso da calculadora científica e potências de 10.
TEXTO DE REVISÃO: Uso da calculadora científica e potências de 10. Caro aluno (a): No livro texto (Halliday) cap.01 - Medidas alguns conceitos muito importantes são apresentados. Por exemplo, é muito importante
DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE
VARIAÁ VEL Antes de iniciarmos os comandos referentes a Banco de Dados, precisamos de uma breve descrição técnica sobre Variáveis que serão uma constante em programação seja qual for sua forma de leitura.
Atenção ainda não conecte a interface em seu computador, o software megadmx deve ser instalado antes, leia o capítulo 2.
Atenção ainda não conecte a interface em seu computador, o software megadmx deve ser instalado antes, leia o capítulo 2. Interface megadmx SA Firmware versão 1, 2 e 3 / software megadmx 2.000 (Windows/MAC
----------------------------------------------------------------------------------------------------- Prof. Marcelo Nogueira
LISTAS Uma lista é uma coleção de elementos do mesmo tipo dispostos linearmente que podem ou não seguir determinada organização, por exemplo: [E, E2, E, E4, E,...En], onde n deve ser >=0. Como exemplos
PROGRAMAÇÃO II 4. ÁRVORE
4. ÁRVORE PROGRAMAÇÃO II Prof. Jean Eduardo Glazar Uma árvore impõe uma estrutura hierárquica em uma coleção de itens. Um exemplo familiar é a árvore genealógica. Árvores despontam de forma natural em
