Olavio Anibal Direção das Pescas
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- Marco Ventura
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1 REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S.TOMÉ E PRINCIPE TEMA :SUSTENTABILIDAE DA PESCA ARTESANAL (RECURSOS PESQUEIROS MARINHOS) RAP 07/10/2016 Olavio Anibal Direção das Pescas
2 Indice Introdução Objectivos Carasteristicas do sector pesqueiro nacional Potencialidades em recursos pesqueiros da ZEE de Sao Tome e Principe Quadro legal Constragimentos ao desenvolvimento Documentos estrategicos Parceiros de desenvolvimento
3 Introdução Ø Sao Tomé e Principe, Situa- se no golfo da Guiné a aproximadamente a 257 km do Gabão. Ø Tem uma superficie terrestre de apenas 1001 km2 e possui uma extenção mariema de km2. Ø Possui uma plataforma km2 dos quais 2/3 está situado na ilha do Principe. Ø habiitantes segundo o recenseamento geral da população da INE.
4 Introdução ( continuação) Ø A economia é essencialmente baseada na agricultura, pescas e serviços (turismos e outros). Ø O sector contribui com aproximadadamente 6% ao produto Interno Bruto, emprega mais de 6000 pessoas (Pescadores e palaiês entre outros) Ø O mercado interno pequeno com forte dependência de ajuda externa Ø Uma incipiente presença do sector privado nacional
5 Objectivos 1- Fazer uma abordagem sobre algumas especies da zona (34/47-FAO) que circulam durante o ano 2- Demonstrar que os recursos pesqueiros são fontes alternativas para a segurança alimentar, nutricional, emprego e sobretudo um factor de desenvolvimento da sub-região
6 Carasteristicas do sector pesqueiro nacional. Existem três principais categorias: a)pesca artesanal e subisistência Executado pelos pescadores nacionais na zona costeira até 0-12 milhas nauticas e emprega mais de 6000 profissionais dos quais 50 % são senhoras. b)pesca Semi-industrial Executado pelos pescadores nacionais na zona costeira com uma autonomia até 15 dias.
7 b) Pesca Industrial: Actualmente não existe uma frota nacional É exercida pelos barcos da União Europeia, do Japão, Taiwan, e outros privados.
8 Visualizacao de barcos Industriais que pescam nas distintas zonas da regiao
9 Potencialidades Grupo de recursos Potencial em toneladas Capturas medias ( ) % d exploração Grandes pélagiicos *** % Pélagicos costeiros 4 000* % Espècies démersais 2 000* % Calamares 6 000** 0**** 0% Total todas espècies à % * Dados do DGP, **Dados fornecidos em anos pela URSS. *** Médias incluindo as capturas estrangeiros (ORSTOM, 1982 ICCAT). ****Pelo menos declarações barcos são escassos e pouco fiáveis na STP ZEE
10 Potencialidades Pelagicos Yellowfin (Thunnus albacares) Bigeye tuna (Thunnus obesus) Swordfish (Xiphias gladius) White marlin (Tetrapturus albidus) ) Blue marlin (Makaira nigricans) Sailfish (Istiophorus albicans) Spearfish (Tetrapturus pfluegeri) Skipjack (Katsuwonus pelamis) Black skipjack (Euthynnus alletteratus) Frigate tuna (Auxis thazard)
11 Potencialidades Demersais e outros Pargo (Pagellus caeruleosectus) Badejo branco (Epinephelus goreensis) Vermelho fundo (Dentx macrophatalmus)
12 Quadro Legal Leis e regulamentos Lei 9/2001: Cria normas sobre os recursos halieuticos e protecção dos mesmos Decreto lei nº 19/2011 : Regula as normas higio sanitarias sobre os produtos de pesca e alimentares Decreto lei nº 28/2012: Regula o exercício das pescas na ZEE de STP
13 Constrangimentos ao desenvolvimento Ø Pesca Ilegal, pesca Irresponsável, Ø Mercado Ø Porto pesqueiro e outras infraestruturas operacional Ø Deficiencia de sistema de conservação, distribuição e comercialização com qualidade Ø Falta de financiamento ao sector no dominio privado Ø Reforço de capacidade em varios dominios Ø Descontinuidade no conhecimento e avaliação dos recursos pesqueiros.
14 Documentos estratégicos Ø Refundação do sector das Pescas Ø Plano Director das Pescas Ø Carta politica Agricola Ø Programa Nacional de segurança alimentar e nutricional. Ø Plano nacional de reduçãoda pobreza.
15 Parceiros de desenvolvimento ü União Europeia ü Governo Japonês ü Gouverno Taiwanês ü Governo Espanhol ü Gouverno Português ü FAO ü BAD ü COREP ü COMHAFAT ü ICCAT - ü HBD- Darwin initiative- Principe Trust ü Outros
16 Perspectivas para o sector Ø Desenvolvimento de parcerias Multilaterais e bilaterais para industrialisação das pescas. Ø Aproveitamento do recurso pelagico (atum e afins) Ø Aquisição de barcos industriais Ø Construção de portos pesqueiros e respectivos equipamentos. Ø Instalação de Industrias de processamento e conservação de pescado. Ø Estabelecimento de acordos comerciais com paises da região a União Europeia e Outros Ø Melhoria de conhecimento dos recursos e medidas de gestão sustentável. Ø Formação de quadros
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18 CONSIDERAÇÕES SOBRE OS RECURSOS HALIÊUTICOS E OS EFEITOS DA PESCA Os indicadores habituais são - Produção nacional = x toneladas - Valor dessa produção = x USD????
19 QUE FUTURO PRETENDEMOS? Implicações haliêuecas do modelo de Graham- Schaeffer Captura maxima sustentavel (RMD ou MSY) Captures2totales2 (Yields) 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1 0 sob- exploração plena exploração f MSY sobre- exploração effort2f Esforço de pesca que permite obter a captura maxima sustentavel
20 EVIDENCIAS DOS EFEITOS DO CLIMA SOBRE A VIDA DOS PESCADORES E PALAIES
21 MUITO OBRIGADO
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