ELABORADO VERIFICADO APROVADO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ELABORADO VERIFICADO APROVADO"

Transcrição

1 Pág. n.º 1/5 LISTA DE ALTERAÇÕES Descrição da alteração Páginas Edição Data ELABORADO VERIFICADO APROVADO

2 Pág. n.º 2/5 1. OBJECTIVO: Descrever a forma como se processam os pagamentos e a arrecadação de receita do município pela Câmara Municipal de Portimão. 2. ÂMBITO: Aplica-se à Tesouraria, pertencente ao Departamento Administrativo e Financeiro da Câmara Municipal de Portimão. 3. REFERÊNCIAS: - NP EN ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade. Requisitos. - Decreto-Lei n.º 54-A/99 de 22 de Fevereiro aprova o POCAL Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais - Sistema de controlo Interno da CMP 4. DEFINIÇÕES E ABREVIATURAS: POCAL: Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais DTPU: Departamento Técnico de Planeamento e Urbanismo 5. RESPONSABILIDADES: A gestão do presente procedimento é da responsabilidade do Chefe da Divisão Financeira. As responsabilidades de execução das tarefas estabelecidas neste procedimento encontram-se definidas no ponto 6. Modo de Proceder. 6. MODO DE PROCEDER: 6.1 Receitas Recepção de Documentos As receitas são classificadas (MEDIDATA) de acordo com a unidade orgânica emissora: - Tipo1 - Receitas de operação de tesouraria (Consignadas), ex.: IRS, imposto de selo, Segurança social, depósito de valores penhorados, etc. - Tipo2 - (podem ir para Execuções Fiscais) e Tipo3 (não serão motivo de Execuções Finais) Receitas orçamentais da Câmara - Tipo 4 - Cobranças colectivas (Publicidade e habitação)

3 Pág. n.º 3/ Arrecadação da receita As guias de receita emitidas pelos serviços municipais (Secções de Contabilidade, Taxas e Licenças, Execuções Fiscais, etc.), são recepcionadas via informática no Serviço de Tesouraria e impressas com numeração sequencial, as quais indicam o respectivo serviço emissor. As receitas do tipo 1, 2 e 3 são recepcionadas em formato de papel na tesouraria, posteriormente o colaborador verifica no POCAL (sistema informático) os dados da guia. Se os dados estiverem incorrectos, o colaborador informa os serviços emissores para que estes procedam à correcção. Se os dados estiverem correctos regista a data e imprime o documento (Comprovativo do Pagamento Recibo) No que diz respeito às receitas do tipo 4, o colaborador do Serviço de Tesouraria recebe os recibos dos respectivos serviços emissores (informaticamente) e arrecada a receita. No final do dia são conferidos os valores dos recibos emitidos pelos serviços emissores com os recibos efectivamente recebidos pelo serviço de Tesouraria. Se a conferência estiver correcta é emitido um documento denominado Recebimento de Documentos de Receita Colectiva com o valor do recebimento total, seguidamente confere e regista a data de recebimento. Se não estiverem correctos, o colaborador informa o serviço emissor com a identificação das faltas de pagamento, anulando os serviços emissores os recibos que não foram pagos. Ao proceder à arrecadação da receita, é colocado um carimbo de recebido nas guias de receita e a operação é registada na folha de Caixa. Os pagamentos podem ser efectuados através de numerário, cheque, transferência bancária ou Multibanco. As guias de receita que não forem pagas durante o prazo de pagamento estabelecido, serão debitadas ao Tesoureiro e se no prazo de 15 dias a cobrança não for efectuada, a Tesouraria enviará à Secção de Execuções Fiscais (contenciosos) uma certidão de dívida por cada documento não cobrado, juntamente com uma relação dos devedores remissos, seguindo o procedimento P.2.11 Execuções fiscais. As cobranças efectuadas na Tesouraria, dentro do prazo de 15 dias, serão acrescidas de juros demora à taxa em vigor. 6.2 Pagamentos Recepção de ordens de pagamento As ordens de pagamento seguem uma numeração sequencial e são provenientes da Secção de Contabilidade. São recepcionadas através do sistema informático e acompanhadas fisicamente pelas respectivas facturas. Nas facturas vêm a indicação, da contabilidade, do nº da ordem de pagamento e o nº do pendente. Na Tesouraria procede-se à divisão das ordens de pagamento, de acordo com a forma de pagamento (cheque, por caixa ou transferência bancária).

4 Pág. n.º 4/ Conferência das ordens de pagamento Os cheques são emitidos pela Secção de Contabilidade, impressos na Tesouraria, anexados à respectiva ordem de pagamento, sendo enviados para os respectivos responsáveis (Presidente da Câmara ou por um Vereador com competência delegada). Após assinatura são remetidos à Tesouraria, sendo também subscritos pelo Tesoureiro. Os montantes das ordens de pagamento são conferidos, assim como as assinaturas do responsável pela realização da ordem de pagamento, do Director Administrativo e Financeiro ou substituto com competência delegada e do Presidente da Câmara ou Vereador com competência delegada. Realização do Pagamento Os pagamentos podem ser efectuados, no balcão da Tesouraria, em numerário (para pequenas quantias) ou cheque, ou ainda por transferência bancária ou por correio (cheques acompanhados de ofício). No caso do cheque ser enviado por correio é acompanhado por um ofício assinado pelo Tesoureiro, no caso da transferência bancária é enviado um , sendo em ambas as situações solicitado o envio do recibo no prazo de 10 dias. As transferências bancárias são efectuadas por home-banking, o tesoureiro no sistema informático vai ao Menu das Transferências Bancárias e abre o Ficheiro. Os vencimentos são pagos por transferência bancária. É efectuada a transferência para o banco na totalidade e este é que faz a transferência para as contas dos funcionários da CMP. Aquando da efectivação do pagamento, no documento deverá ser colocado um carimbo digital de pago, assinado e datado pelo responsável da Tesouraria. 6.3 Encerramento do dia A cobrança da receita efectuada em outras Tesourarias do município é entregue diariamente (DTPU) ou semanalmente (Biblioteca, Divisão de Desporto e Juventude, Aeródromo Municipal, Museu Municipal, entre outras) na Tesouraria principal, que emite uma nota de lançamento, saldando as várias caixas (ou seja passando as receitas para a caixa 1), após conferência dos documentos. No final de cada dia é efectuado um apuramento diário de contas relativo a cada caixa, através da impressão da folha de caixa e do resumo diário de tesouraria, que após conferidas com os valores arrecadados e os valores pagos são assinadas pelo Tesoureiro e enviadas para a Secção de Contabilidade.

5 Pág. n.º 5/5 O numerário arrecadado referente a cobranças do município é guardado no cofre até ser depositado em contas bancárias tituladas pelo município. 6.4 Arquivo Na Tesouraria são arquivadas em pastas por ordem cronológica as folhas de caixa e os resumos diários de tesouraria, depois de assinadas pelo Tesoureiro, o responsável da Contabilidade e o Presidente da Câmara. Também os movimentos bancários são arquivados em pastas por ordem cronológica, identificadas com a respectiva entidade bancária. Os documentos das receitas e os comprovativos de pagamento são arquivados na Secção de Contabilidade. 7. REGISTOS ASSOCIADOS Guias de receita individuais ou colectivas Recibo Folha de caixa Resumo diário de tesouraria Nota de lançamento da Tesouraria Ordens de pagamento de Facturas, Gerais e de Operações de Tesouraria Facturas Ofício

Procedimento. P Venda ambulante no Concelho de Portimão LISTA DE ALTERAÇÕES. Descrição da alteração Páginas Edição Data

Procedimento. P Venda ambulante no Concelho de Portimão LISTA DE ALTERAÇÕES. Descrição da alteração Páginas Edição Data Pág. n.º 1/8 LISTA DE ALTERAÇÕES Descrição da alteração Páginas Edição Data ELABORADO VERIFICADO APROVADO Pág. n.º 2/8 1. OBJECTIVO: Descrever a forma como se processa, na Câmara Municipal de Portimão,

Leia mais

ELABORADO VERIFICADO APROVADO

ELABORADO VERIFICADO APROVADO Pág. n.º 1/6 LISTA DE ALTERAÇÕES Descrição da alteração Páginas Edição Data ELABORADO VERIFICADO APROVADO Pág. n.º 2/6 1. OBJECTIVO: Descrever a forma como se processa, na Câmara Municipal de Portimão,

Leia mais

ELABORADO VERIFICADO APROVADO

ELABORADO VERIFICADO APROVADO Pág. n.º 1/6 LISTA DE ALTERAÇÕES Descrição da alteração Páginas Edição Data ELABORADO VERIFICADO APROVADO Pág. n.º 2/6 1. OBJECTIVO: Descrever a forma como se processa, na Câmara Municipal de Portimão,

Leia mais

COMPETÊNCIAS E FUNÇÕES DOS FUNCIONÁRIOS NO ÂMBITO DO SISTEMA DE CONTROLO INTERNO. Funcionário Responsável Pela Área Financeira

COMPETÊNCIAS E FUNÇÕES DOS FUNCIONÁRIOS NO ÂMBITO DO SISTEMA DE CONTROLO INTERNO. Funcionário Responsável Pela Área Financeira COMPETÊNCIAS E FUNÇÕES DOS FUNCIONÁRIOS NO ÂMBITO DO SISTEMA DE CONTROLO INTERNO 1 Funcionário Responsável Pela Área Financeira 2 1 Funcionário Responsável Pela Área Financeira 1. Confere as Ordens de

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE ANGRA DO HEROÍSMO REGULAMENTO DO SISTEMA DE CONTROLO INTERNO

CÂMARA MUNICIPAL DE ANGRA DO HEROÍSMO REGULAMENTO DO SISTEMA DE CONTROLO INTERNO , CÂMARA MUNICIPAL DE ANGRA DO HEROÍSMO REGULAMENTO DO SISTEMA DE CONTROLO INTERNO INTRODUÇÃO Nos termos do disposto na alínea e) do n.º 2 do artigo 64 da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, alterada pela

Leia mais

SISTEMA DE CONTROLO INTERNO Procedimento de Controlo Interno

SISTEMA DE CONTROLO INTERNO Procedimento de Controlo Interno SISTEMA DE CONTROLO INTERNO Procedimento de Controlo Interno Página 2 de 12 ORIGINAL Emissão Aprovação Data Data / / (Orgânica Responsável) / / (Presidente da Câmara) REVISÕES REVISÃO N.º PROPOSTO APROVAÇÃO

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DE CONTABILIDADE INTRODUÇÃO

REGULAMENTO INTERNO DE CONTABILIDADE INTRODUÇÃO REGULAMENTO INTERNO DE CONTABILIDADE INTRODUÇÃO No uso da competência que é atribuída a esta Câmara Municipal pelo art. 51º, nº 1, do Decreto Lei nº 100/84, de 29 de Março, no âmbito da organização e funcionamento

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS CONTABILÍSTICOS

MANUAL DE PROCEDIMENTOS CONTABILÍSTICOS MANUAL DE PROCEDIMENTOS CONTABILÍSTICOS FREGUESIA DE BANDEIRAS - CONCELHO DE MADALENA Índice Introdução 3 1. Organograma da 4 2. Discriminação de tarefas e funções desempenhadas ao nível contabilístico

Leia mais

SISTEMA DE CONTROLO INTERNO Procedimento de Controlo Interno

SISTEMA DE CONTROLO INTERNO Procedimento de Controlo Interno SISTEMA DE CONTROLO INTERNO Procedimento de Controlo Interno Página 2 de 17 ORIGINAL Emissão Aprovação Data Data / / (Orgânica Responsável) / / (Presidente da Câmara) REVISÕES REVISÃO N.º PROPOSTO APROVAÇÃO

Leia mais

F R E G U E S I A DE T O R R Ã O REGULAMENTO DE CONTROLO INTERNO DA FREGUESIA DO TORRÃO

F R E G U E S I A DE T O R R Ã O REGULAMENTO DE CONTROLO INTERNO DA FREGUESIA DO TORRÃO F R E G U E S I A DE T O R R Ã O REGULAMENTO DE CONTROLO INTERNO DA FREGUESIA DO TORRÃO Artigo 1º Objeto 1 O presente regulamento tem por objetivo estabelecer as regras, métodos e procedimentos de controlo

Leia mais

PROCEDIMENTOS E CIRCUITOS NO ÂMBITO DO SISTEMA DE CONTROLO INTERNO

PROCEDIMENTOS E CIRCUITOS NO ÂMBITO DO SISTEMA DE CONTROLO INTERNO PROCEDIMENTOS E CIRCUITOS NO ÂMBITO DO SISTEMA DE CONTROLO INTERNO 1 PAGAMENTOS A TERCEIROS Emissão da Ordem de Pagamento Funcionário da Contabilidade (n.º 1 do Artigo 13.º) Assinatura da Ordem de Pagamento

Leia mais

PG 06.An. Gestão, Planeamento e Execução da Empreitada 1 / 5. Acção Responsabilidade Documentos

PG 06.An. Gestão, Planeamento e Execução da Empreitada 1 / 5. Acção Responsabilidade Documentos 1 / 5 1 A intenção de adjudicação é recepcionada pela Direcção Comercial / Orçamentação que dá conhecimento à Direcção Jurídica e Direcção Coordenação de Produção, aguardando adjudicação. Se a intenção

Leia mais

Regulamento do Documento Único de Cobrança

Regulamento do Documento Único de Cobrança Portaria n.º 1423-I/2003 ANEXO - Artigo 1.º - Âmbito Artigo 2.º - Documento único de cobrança Artigo 3.º - Emissão Artigo 4.º - Comprovativo do pagamento Artigo 5.º - Envio de informação Artigo 6.º - Registo

Leia mais

SECÇÃO I INTRODUÇÃO. Conta Única do Tesouro; Nova contabilidade pública; Reembolsos e restituições.

SECÇÃO I INTRODUÇÃO. Conta Única do Tesouro; Nova contabilidade pública; Reembolsos e restituições. CAPÍTULO III INSTRUÇÕES PARA A ORGANIZAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO DAS CONTAS DOS EXACTORES, TESOUREIROS, RECEBEDORES, PAGADORES E MAIS RESPONSÁVEIS PELA GUARDA OU ADMINISTRAÇÃO DE DINHEIROS PÚBLICOS E DOS TESOUREIROS

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO PARA CONTROLO DAS RECEITAS E DESPESAS E ACOMPANHAMENTO DOS SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS

REGULAMENTO INTERNO PARA CONTROLO DAS RECEITAS E DESPESAS E ACOMPANHAMENTO DOS SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS REGULAMENTO INTERNO PARA CONTROLO DAS RECEITAS E DESPESAS E ACOMPANHAMENTO DOS SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS SECÇÃO PRIMEIRA (1ª) (Princípios gerais) ARTIGO PRIMEIRO (1º) (Objectivos) O presente documento visa

Leia mais

MUNICÍPIO DA NAZARÉ Câmara Municipal REGULAMENTO INTERNO DOS FUNDOS DE MANEIO

MUNICÍPIO DA NAZARÉ Câmara Municipal REGULAMENTO INTERNO DOS FUNDOS DE MANEIO REGULAMENTO INTERNO DOS FUNDOS DE MANEIO Aprovado em Reunião de Câmara de / 2017 Preâmbulo Na gestão municipal podem surgir despesas, urgentes, inadiáveis e de pequeno montante. O tempo, modo e lugar da

Leia mais

COMO SUBMETER O PEDIDO DE PAGAMENTO

COMO SUBMETER O PEDIDO DE PAGAMENTO COMO SUBMETER O PEDIDO DE PAGAMENTO 1 Processo de submissão do Pedido de Pagamento... 2 1.1 Esquema do processo... 2 1.2 Listagem de documentos a submeter... 3 1.3 Layout do arquivo a enviar por e-mail...

Leia mais

Ao abrigo do disposto no n.º 2 do artigo 36.º do Decreto-Lei n.º 211/2004, de 20 de Agosto:

Ao abrigo do disposto no n.º 2 do artigo 36.º do Decreto-Lei n.º 211/2004, de 20 de Agosto: Legislação Portaria n.º 1327/2004, de 19 de Outubro Publicada no D.R. n.º 246, I Série-B, de 19 de Outubro de 2004 SUMÁRIO: Regulamenta os procedimentos administrativos previstos no Decreto-Lei n.º 211/2004,

Leia mais

ELABORADO VERIFICADO APROVADO

ELABORADO VERIFICADO APROVADO Pág. n.º 1/9 LISTA DE ALTERAÇÕES Descrição da alteração Páginas Edição Data Clarificação do posicionamento hierárquico dos regulamentos municipais no âmbito do SGQ, bem como as responsabilidades pela sua

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 04 /2001-2ªSecção

RESOLUÇÃO Nº 04 /2001-2ªSecção RESOLUÇÃO Nº 04 /2001-2ªSecção INSTRUÇÕES Nº 01/2001 2ª S INSTRUÇÕES PARA A ORGANIZAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO DAS CONTAS DAS AUTARQUIAS LOCAIS E ENTIDADES EQUIPARADAS, ABRANGIDAS PELO PLANO OFICIAL DE CONTABILIDADE

Leia mais

ELABORADO VERIFICADO APROVADO

ELABORADO VERIFICADO APROVADO Pág. n.º 1/9 LISTA DE ALTERAÇÕES Descrição da alteração Páginas Edição Data ELABORADO VERIFICADO APROVADO Pág. n.º 2/9 1. OBJECTIVO: Descrever a forma de gerir e controlar os documentos e registos do Sistema

Leia mais

Ficha de processo. Pontos principais do processo. Documentos. Impacto tecnológico. Revisões. Anexos. Última atualização. Entrega de tese definitiva.

Ficha de processo. Pontos principais do processo. Documentos. Impacto tecnológico. Revisões. Anexos. Última atualização. Entrega de tese definitiva. Ficha de processo Data de criação 19-07-2012 Pontos principais do processo Objetivo Âmbito Suporte legal Processos relacionados. Alunos de 2º ou 3º ciclo aos quais tenha sido solicitada a entrega da versão

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNDO DE MANEIO

REGULAMENTO DE FUNDO DE MANEIO REGULAMENTO DE FUNDO DE MANEIO ORIGINAL Rev. 1 Aprovada em Reunião de Executivo no dia 18 de Dezembro de 2018 Dezembro de 2018 ÍNDICE Preâmbulo...3 Capítulo I Objeto, definição e caracterização...4 Artigo

Leia mais

REGULAMENTO DO PAGAMENTO A PRESTAÇÕES DA RECEITA DO FORNECIMENTO DE ÁGUA

REGULAMENTO DO PAGAMENTO A PRESTAÇÕES DA RECEITA DO FORNECIMENTO DE ÁGUA REGULAMENTO DO PAGAMENTO A PRESTAÇÕES DA RECEITA DO FORNECIMENTO DE ÁGUA Praça da República 7150-249 Borba Telf.: 268 891 630 Fax: 268 894 806 [email protected] www.cm-borba.pt Contribuinte n.º 503

Leia mais

QUESTIONÁRIO. Como é que as medidas de Controlo Interno existentes fomentam a divulgação correta da informação?

QUESTIONÁRIO. Como é que as medidas de Controlo Interno existentes fomentam a divulgação correta da informação? I QUESTIONÁRIO Como é que as medidas de Controlo Interno existentes fomentam a divulgação correta da informação? Este questionário insere-se no âmbito da elaboração da dissertação do Mestrado em Auditoria

Leia mais

REGULAMENTO DE PAGAMENTO DE PROPINAS DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR

REGULAMENTO DE PAGAMENTO DE PROPINAS DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR REGULAMENTO DE PAGAMENTO DE PROPINAS DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR Artigo 1º Obrigação de pagamento de propina 1. Nos termos da Lei da Lei de Bases do Financiamento do Ensino Superior Público (Lei

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DA PRAIA

CÂMARA MUNICIPAL DA PRAIA Índice CÂMARA MUNICIPAL DA PRAIA CONTA DE GERÊNCIA DE 2015 1 Câmara Municipal da Praia CMP Abril 2016 Índice Índice... 1 1-INTRODUÇÃO... 3 2- ALTERAÇÕES ORÇAMENTAIS... 3 3-FINANÇAS PÚBLICAS MUNICIPAIS...

Leia mais

NORMA DE PROCEDIMENTOS N.ºN.º/MÊS/08

NORMA DE PROCEDIMENTOS N.ºN.º/MÊS/08 NORMA DE PROCEDIMENTOS N.ºN.º/MÊS/08 GT/01 outubro/2016 TRAMITAÇÃO DOS PROCESSOS DE PARECER PRÉVIO DE LOCALIZAÇÃO DE PESQUISA OU EXPLORAÇÃO DE MASSAS MINERAIS - PEDREIRAS ÍNDICE: 1. APRESENTAÇÃO 2. LEGISLAÇÃO

Leia mais

INSTRUÇÃO DE TRABALHO

INSTRUÇÃO DE TRABALHO 1. Modo de Proceder Descrição Capítulo I Disposições e regras genéricas 1. No exercício das competências afectas ao Departamento de Suporte Técnico e Administrativo (DSTA), compete à directora do departamento

Leia mais

ELABORADO VERIFICADO APROVADO

ELABORADO VERIFICADO APROVADO Pág. n.º 1/5 LISTA DE ALTERAÇÕES Descrição da alteração Páginas Edição Data Definição da metodologia de registo da periodicidade de acompanhamento dos objectivos e definição da periodicidade das reuniões

Leia mais

Vila Real de Santo António

Vila Real de Santo António Vila Real de Santo António TAXA TURÍSTICA DO MUNICÍPIO FAQ 1. VALOR DA TAXA... 2 2. APLICAÇÃO NO TEMPO... 3 3. A QUEM SE APLICA?... 3 4. EM QUE SITUAÇÕES É DEVIDA A TAXA?... 3 5. QUEM COBRA A TAXA?...

Leia mais

FIN. 10 CONTAS A RECEBER

FIN. 10 CONTAS A RECEBER 1 de 12 msgq CONTAS A RECEBER MACROPROCESSO FINANCEIRO PROCESSO CONTAS A RECEBER CONTAS A RECEBER 1. OBJETIVO... 2 2. ABRANGÊNCIA... 2 3. DOCUMENTOS RELACIONADOS... 2 4. PROCEDIMENTOS... 2 4.1 DEFINIÇÃO

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO Revisão: 00 Pag.: 1 de 9 1. OBJETIVO Estabelecer procedimentos para movimentação e fechamento diário de caixa do Laboratório IHEF, que assegurem a organização financeira e sustentabilidade da empresa.

Leia mais

Exercício 1. Dossier Técnico Pedagógico Projecto: 5742/2008/22 Acção: 5742/2008/

Exercício 1. Dossier Técnico Pedagógico Projecto: 5742/2008/22 Acção: 5742/2008/ Exercício 1 1. Tendo em conta esta narrativa, crie um DFD de nível 1 que represente as funções executadas na empresa. Sempre que algum funcionário tem necessidade de comprar bens para as suas actividades,

Leia mais