SISTEMA DE CONTROLO INTERNO Procedimento de Controlo Interno
|
|
|
- Ana Vitória Azevedo Marques
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 SISTEMA DE CONTROLO INTERNO Procedimento de Controlo Interno
2 Página 2 de 17 ORIGINAL Emissão Aprovação Data Data / / (Orgânica Responsável) / / (Presidente da Câmara) REVISÕES REVISÃO N.º PROPOSTO APROVAÇÃO Proponente Data Despacho Data
3 Página 3 de 17 ÍNDICE 1. OBJETIVO ÂMBITO MÉTODO GENERALIDADES FLUXOGRAMAS DO PROCESSO RECEITA EVENTUAL GENÉRICO EMISSÃO E COBRANÇA EM SIMULTÂNEO RECEITA EVENTUAL GENÉRICO EMISSÃO COM COBRANÇA DIFERIDA NO TEMPO LEITURA, LIQUIDAÇÃO E COBRANÇA DENTRO DO PRAZO DA RECEITA DE ÁGUAS, SANEAMENTO E RESÍDUOS SÓLIDOS RECEITA VIRTUAL DÉBITOS AO TESOUREIRO RECEITA VIRTUAL PROCESSO DE EXECUÇÃO FISCAL CORTE DE LIGAÇÃO À REDE PÚBLICA ANULAÇÃO DE RECEITA EVENTUAL E VIRTUAL DESCRIÇÃO DO PROCESSO RECEITA EVENTUAL GENÉRICO EMISSÃO E COBRANÇA EM SIMULTÂNEO RECEITA EVENTUAL GENÉRICO EMISSÃO COM COBRANÇA DIFERIDA NO TEMPO LEITURA, LIQUIDAÇÃO E COBRANÇA DENTRO DO PRAZO DA RECEITA DE ÁGUAS, SANEAMENTO E RESÍDUOS SÓLIDOS RECEITA VIRTUAL DÉBITOS AO TESOUREIRO CORTE DE LIGAÇÃO À REDE PÚBLICA ANULAÇÃO DE RECEITA DEFINIÇÕES...15
4 Página 4 de REQUISITOS LEGAIS, REGULAMENTARES E DE SEGURANÇA DOCUMENTOS E IMPRESSOS ASSOCIADOS...16 ANEXO A FLUXOGRAMAS...17
5 Página 5 de OBJETIVO O presente capítulo visa garantir o cumprimento adequado dos pressupostos inerentes à arrecadação de receita da venda de bens e prestação de serviços e demais prestações a cobrar pelo Município de Vila do Porto de Acordo com o Regulamento e Tabela Geral de Taxas e Licenças aprovado, de forma a permitir: Controlo dos preços praticados e a sua conformidade com a tabela aprovada; Cumprimento dos procedimentos legais de venda de bens e prestação de serviços; A constituição de provisões adequadas para devedores de cobrança duvidosa. O manual de procedimentos de controlo interno não tem por objetivo a transposição do elenco legal relativo à liquidação e arrecadação de receitas orçamentais, verificando-se no entanto uma correlação inequívoca entre a formulação de regras de controlo com o normativo legal aplicável. Assim a instituição dos procedimentos de controlo interno não se sobrepõe, nem dispensa a leitura das normas legais aplicáveis e a eventual reformulação dos próprios procedimentos caso hajam alterações que as justifiquem. 2. ÂMBITO Os procedimentos relacionados com a arrecadação de receita eventual aplicam-se a todos os serviços Município de Vila do Porto.
6 Página 6 de MÉTODO 3.1. GENERALIDADES A emissão da receita poderá classificar-se como eventual ou virtual: Eventual A receita é emitida pelo Serviço Emissor e a sua cobrança pode ocorrer em simultâneo com a emissão ou ser diferida conforme prazo de recebimento estipulado; Virtual Os documentos de cobrança emitidos pelo Serviço Emissor são debitados ao Tesoureiro ou a Outros Agentes, significando que durante o período do débito ficam à responsabilidade destes para cobrança. A liquidação e cobrança da receita só se poderão realizar se essa verba tiver sido objeto de inscrição na rubrica orçamental. Por outro lado, se o valor da cobrança exceder a quantia inscrita, esta poderá ser arrecadada para além dos valores estabelecidos. No caso de se verificar que em 31 de dezembro existem receitas liquidadas e não cobradas, estas devem transitar para o Orçamento do novo ano económico nas mesmas rubricas em que estavam previstas no ano findo. Somente os serviços autorizados, adiante designados por Serviços Emissores, podem emitir receita, sendo em regra, a cobrança efetuada pela Tesouraria, podendo ser efetuada por cobradores autorizados pelo Órgão Executivo. As Guias de Recebimento, modelo único para todos os serviços emissores, são processadas informaticamente, com numeração sequencial, devendo incluir no momento do seu preenchimento o código do Serviço Emissor e o meio de pagamento utilizado.
7 Página 7 de 17 No âmbito do presente procedimento de controlo interno são considerados: - Serviços Emissores serviços do Município de Vila do Porto autorizados a emitir receita (Guias de Recebimento). Os Serviços Emissores apenas podem realizar procedimentos de emissão, ficando a cobrança a cargo da Tesouraria ou de Agentes de Cobrança. - Agentes de Cobrança entidades externas que procedem à cobrança de valores em substituição da Tesouraria, tendo por base documentos de liquidação emitidos pelo Município de Vila do Porto. A emissão da Guia de Recebimento ocorrerá no Serviço Emissor com competência para a liquidação da receita. - Postos Externos de Cobrança serviços do Município de Vila do Porto nos quais se procede ao recebimento de valores não existindo no entanto a liquidação imediata, ou emissão da Guia de Recebimento. A cobrança é efetuada mediante documentos equivalentes à Guia de Recebimento, que estão numerados sequencialmente e podem encontrar-se na forma de documentos de venda a dinheiro, senhas valoradas e não valoradas, bilhetes de espetáculos, talões de máquinas registadoras, entre outros. A emissão da Guia de Recebimento ocorrerá no Serviço Emissor em que se enquadra o serviço designado como Posto Externo de Cobrança.
8 Página 8 de FLUXOGRAMAS DO PROCESSO RECEITA EVENTUAL GENÉRICO EMISSÃO E COBRANÇA EM SIMULTÂNEO RECEITA EVENTUAL GENÉRICO EMISSÃO COM COBRANÇA DIFERIDA NO TEMPO LEITURA, LIQUIDAÇÃO E COBRANÇA DENTRO DO PRAZO DA RECEITA DE ÁGUAS, SANEAMENTO E RESÍDUOS SÓLIDOS RECEITA VIRTUAL DÉBITOS AO TESOUREIRO RECEITA VIRTUAL PROCESSO DE EXECUÇÃO FISCAL CORTE DE LIGAÇÃO À REDE PÚBLICA ANULAÇÃO DE RECEITA EVENTUAL E VIRTUAL
9 Página 9 de DESCRIÇÃO DO PROCESSO RECEITA EVENTUAL GENÉRICO EMISSÃO E COBRANÇA EM SIMULTÂNEO O Cliente/Contribuinte/Utente desloca-se à Secção de Taxas e Licenças, Obras e Loteamentos (STLOL) ou outro Serviço Emissor e requere a prestação do serviço ou fornecimento de bens/ pagamento de imposto indireto/taxa, entregando a documentação necessária para o efeito. A STLOL ou outro Serviço Emissor confere a documentação, controlo evidenciado através da aposição de nota de verificação e assinatura do responsável pela conferência. A STLOL ou outro Serviço Emissor gera a Guia de Recebimento na aplicação informática de suporte ao respetivo serviço emissor de receita (TAX), com base nos Regulamentos Municipais, a qual, através do interface entre as aplicações de guias de recebimento e gestão de tesouraria, ficará no sistema da tesouraria (SGT) a aguardar cobrança. Aquando do pagamento pelo Cliente/Contribuinte/Utente na Tesouraria, é impressa diretamente a Guia de Recebimento em duplicado e registada a cobrança. O Tesoureiro autentica as vias da Guia de Recebimento em como recebeu e entrega original ao Cliente/Contribuinte/Utente, arquivando provisoriamente o duplicado. A prestação do serviço, entrega do bem ou do documento requerido com o pagamento do imposto/taxa, apenas ocorre após pagamento na tesouraria da respetiva taxa/tarifa, excetuando os casos em que o regulamento preveja o contrário (situação de cobrança diferida no tempo).
10 Página 10 de RECEITA EVENTUAL GENÉRICO EMISSÃO COM COBRANÇA DIFERIDA NO TEMPO O Cliente/Contribuinte/Utente desloca-se à STLOL ou outro Serviço Emissor e requere a prestação do serviço ou fornecimento de bens. De acordo com o previsto no respetivo regulamento o cálculo do preço do bem ou serviço pode ser determinado por: a) Orçamentação; b) Valorização por custo padrão do serviço prestado; c) Valorização por custo do bem ou serviço (apurado de acordo com os elementos da contabilidade de custos) No caso da alínea a) a STLOL ou outro Serviço Emissor elabora (ou requer a elaboração pelos serviços operacionais) um orçamento para realização do serviço e sujeita-o à aceitação pelo cliente/utente. No caso das alíneas b) e c) é prestado o serviço e apurado o preço do mesmo de acordo com o sistema de contabilidade de custos ou por outro método aprovado pela entidade competente; Em ambos os casos a Entidade Competente, mediante indicação no regulamento, pode determinar o pagamento antes da prestação do serviço ou após, podendo inclusive definir planos de pagamento faseado. A STLOL ou outro Serviço Emissor emite a fatura de acordo com os valores apurados e remete ao cliente/utente para que efetue o pagamento num determinado prazo. A Guia de é emitida em duplicado e assinada pelo Chefe de Divisão responsável. O duplicado da Guia de é enviado para a Secção de Contabilidade que regista o proveito no módulo de emissão de receita eventual com cobrança diferida no tempo, na aplicação informática SCA.
11 Página 11 de 17 Aquando da deslocação do cliente/utente ao município para efetuar o pagamento, a STLOL ou outro Serviço Emissor: - Gera a Guia de Recebimento na aplicação informática de suporte ao respetivo serviço emissor de receita (TAX) correspondente ao pagamento total/parcial de uma fatura; - Emite o recibo referente à fatura; - Elabora mapa da receita eventual com cobrança diferida (por forma a distinguir das guias de recebimento referentes a receita eventual com emissão e cobrança simultânea) e remete para a Secção de Contabilidade. O processamento da cobrança da guia tem continuação no LINK Cobrança fluxograma do processo RECEITA EVENTUAL GENÉRICO EMISSÃO E COBRANÇA EM SIMULTÂNEO LEITURA, LIQUIDAÇÃO E COBRANÇA DENTRO DO PRAZO DA RECEITA DE ÁGUAS, SANEAMENTO E RESÍDUOS SÓLIDOS A leitura de consumos é efetuada pelos Leitores com recurso a terminais portáteis para registo dos dados. As referidas leituras são descarregadas no SGA pelos leitores no final da leitura de cada zona. Compete ao serviço de Águas da STLOL a averiguação de possíveis erros na leitura e a sua correção no sistema, após o que corre a rotina de processamento dos valores a pagar pelo cliente. Este setor efetua a conferência do processamento executado e procede à emissão, na aplicação SGA, da faturação (recibos de águas) e envio aos clientes. Durante o prazo normal de pagamento, o recebimento da faturação pode ser efetuado pelos Agentes de Cobrança 1, verificando-se os seguintes procedimentos: 1 Entidades Bancárias, Juntas de Freguesias e RIAC s.
12 Página 12 de 17 No caso da faturação a cobrar por transferência bancária, o serviço de Águas da STLOL envia para as entidades bancárias o ficheiro com a faturação a cobrar; No caso dos restantes Agentes de Cobrança apenas poderão ser cobrados os recibos que não sejam cobrados por transferência bancária. No final de cada processamento o serviço de Águas da STLOL remete à Secção de Contabilidade a listagem com a faturação emitida. A Secção de Contabilidade com base na referida listagem regista a Emissão de Virtual Debitada a Outros Agentes. Quando o cliente não tenha efetuado o pagamento por transferência bancária, deve dirigir-se a um dos Agentes de Cobrança ou à Tesouraria do Município para efetuar o pagamento. Os Agentes de Cobrança efetuam os recebimentos de acordo com as listagens/ficheiros enviados e no final do prazo de cobrança procedem da seguinte forma: As entidades bancárias, findo o prazo, remetem relação dos recibos não cobrados por falta de provisão da conta e depositam os valores cobrados na conta bancária do Município e emitem faturação relativa aos encargos de cobrança. As restantes entidades, no final de cada semana ou no final do mês (no caso dos postos RIAC) procedem à transferência bancária dos valores cobrados. Sempre que os recibos sejam cobrados na Tesouraria, a sua cobrança é descarregada por via da leitura ótica na aplicação SGA. No caso das cobranças efetuadas pelos agentes de cobrança, o serviço de Águas da STLOL (manualmente ou por interface) regista a cobrança dos recibos na aplicação SGA e emite listagem resumo das cobranças efetuadas por cada agente (por meses de processamento). No final de cada dia é emitida a respetiva Guia de Recebimento pelo serviço de Águas da STLOL, pelo total das cobranças diárias. A Tesouraria procede à conferência dos valores recebidos (talões de depósito, confirmações de transferência) com a Guia de Recebimento e regista a sua cobrança no sistema SGT.
13 Página 13 de 17 As faturas de encargos de cobrança enviadas pelas entidades bancárias são remetidas à Secção de Contabilidade que as processa contabilisticamente (cabimento/compromisso/processamento de documento credor) e emite a Ordem de Pagamento e meio de pagamento (caso aplicável) correspondente. A Tesouraria procede ao pagamento da Ordem e regista-o na aplicação SGT. O processo continua no "PROCESSO DE FECHO DIÁRIO DE TESOURARIA" LINK Fecho diário RECEITA VIRTUAL DÉBITOS AO TESOUREIRO No final do prazo estipulado para a cobrança, o serviço de Águas da STLOL corre rotina de Devoluções - Débito ao Tesoureiro na aplicação SGA e emite a respetiva Guia de Débito ao Tesoureiro. A Tesouraria confere a Guia de Débito com a Relação de Descarga para conhecimento do Tesoureiro, regista a Guia de Débito no sistema SGT e assina-a. A Guia de Débito é remetida à Secção de Contabilidade. A Secção de Contabilidade confronta a Guia de Débito com os valores à responsabilidade de outros agentes (contas de ordem) e compara com valor ainda registado na conta #21 - Clientes (por classificação), procedendo ao registo contabilístico da transferência de responsabilidades dos outros agentes para o tesoureiro e transferência para dívida para a conta de clientes de cobrança duvidosa cobranças em atraso. Sempre que um cliente não efetue o pagamento dentro do prazo normal e o sistema detete a existência de uma caução suficiente, é efetuado automaticamente o procedimento de cobrança do recibo com recurso à utilização do valor caucionado. Sempre que o cliente se desloque à Tesouraria dentro do prazo extraordinário para efetuar o pagamento é emitida uma 2ª via do recibo incluindo os juros de mora e registada a cobrança do respetivo recibo na aplicação SGA. À semelhança do procedimento anterior (3.3.3 COBRANÇA DENTRO DO PRAZO) no final de cada dia é emitida a respetiva Guia de Recebimento pelo serviço de Águas da STLOL, pelo total das cobranças diárias. É ainda emitida por este setor a Guia de Recebimento referente aos Juros de Mora.
14 Página 14 de 17 A Tesouraria procede à conferência dos valores recebidos com as Guias de Recebimento e regista a sua cobrança no sistema SGT. O processo continua no "PROCESSO DE FECHO DIÁRIO DE TESOURARIA" LINK Fecho diário. Caso o cliente não efetue o pagamento no prazo extraordinário previsto no 2º Aviso, a sua dívida transita para execução fiscal CORTE DE LIGAÇÃO À REDE PÚBLICA Sempre que o cliente não efetue o pagamento da dívida em execução fiscal, o serviço de Águas da STLOL prossegue com a aplicação do corte de ligação à rede pública de abastecimento de água. O serviço de Águas da STLOL extrai a listagem para corte e, após validação pelo Chefe de Divisão ou Presidente, remete ao Serviço Operativo responsável pelas águas. O Serviço Operativo desloca-se ao local do contador, efetua o corte e informa o serviço de Águas da STLOL da realização dos cortes. O serviço de Águas da STLOL regista o corte na aplicação SGA e, caso o cliente pretenda o restabelecimento do fornecimento de água, dirige-se a este serviço, onde entregará nova documentação para formalização de contrato (se decorridos 6 meses da data da fatura inicial). O serviço de Águas da STLOL reativa o consumidor antigo ou regista o novo e emite o novo contrato, o qual é assinado pela Entidade Competente. Caso existam recibos em mora o serviço de Águas da STLOL emite Guia de Recebimento com aplicação de juros e a Tesouraria procede à cobrança do valor em dívida. O serviço de Águas da STLOL emite Guia de Recebimento referente à Tarifa de Restabelecimento. Após cobrança da tarifa de restabelecimento, o serviço de Águas da STLOL emite Ordem de Serviço para o restabelecimento e remete ao Serviço Operativo para que proceda à ligação do contador à rede pública de abastecimento. O Funcionário do Serviço Operativo valida a Ordem de Serviço como executada e remete ao serviço de Águas da STLOL que verifica a sua execução.
15 Página 15 de ANULAÇÃO DE RECEITA A anulação da receita deve ser proposta e fundamentada pelo serviço emissor. A anulação da receita é aprovada pela entidade competente e remetida para a Secção de Contabilidade que regista a anulação nas contas respetivas conforme se trate de anulação de receita liquidada no exercício ou em exercícios anteriores ou se trate de receita incobrável. Sempre que já tenham sido constituídas provisões a Secção de Contabilidade deve registar a sua redução/anulação. 4. DEFINIÇÕES STLOL Secção de Taxas e Licenças, Obras e Loteamentos; RIAC Rede Integrada de Apoio ao Cidadão; SCA Sistema de Contabilidade Autárquica Aplicação informática de suporte à contabilidade do Município; SGT Sistema de Gestão de Tesouraria Aplicação informática de suporte à tesouraria do Município; TAX Sistema de Taxas e Licenças Aplicação informática suporte à emissão de Guias de Recebimento. 5. REQUISITOS LEGAIS, REGULAMENTARES E DE SEGURANÇA Este procedimento obedece aos requisitos legais aplicáveis à arrecadação de receitas orçamentais, nomeadamente os dispostos no Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais POCAL (Decreto-Lei n.º 54-A/99, de 22 de fevereiro e alterações subsequentes).
16 Página 16 de DOCUMENTOS E IMPRESSOS ASSOCIADOS Nome Número Versão Norma de Controlo Interno NCI 0.1 JUL/2013 Fluxograma - PCI JUL/2013 Procedimento de Controlo Interno Disponibilidades PCI JUL/2013
17 Página 17 de 17 ANEXO A FLUXOGRAMAS
SISTEMA DE CONTROLO INTERNO Procedimento de Controlo Interno
SISTEMA DE CONTROLO INTERNO Procedimento de Controlo Interno Página 2 de 12 ORIGINAL Emissão Aprovação Data Data / / (Orgânica Responsável) / / (Presidente da Câmara) REVISÕES REVISÃO N.º PROPOSTO APROVAÇÃO
ELABORADO VERIFICADO APROVADO
Pág. n.º 1/5 LISTA DE ALTERAÇÕES Descrição da alteração Páginas Edição Data ELABORADO VERIFICADO APROVADO Pág. n.º 2/5 1. OBJECTIVO: Descrever a forma como se processam os pagamentos e a arrecadação de
MUNICÍPIO DE LAGOA AÇORES REGULAMENTO DO PAGAMENTO EM PRESTAÇÕES DA RECEITA DO FORNECIMENTO DE ÁGUA. Preâmbulo
REGULAMENTO DO PAGAMENTO EM PRESTAÇÕES DA RECEITA DO FORNECIMENTO DE ÁGUA Preâmbulo O Regulamento Municipal dos Sistemas Públicos e Predial de Distribuição de Água e Drenagem de Águas Residuais do Concelho
F R E G U E S I A DE T O R R Ã O REGULAMENTO DE CONTROLO INTERNO DA FREGUESIA DO TORRÃO
F R E G U E S I A DE T O R R Ã O REGULAMENTO DE CONTROLO INTERNO DA FREGUESIA DO TORRÃO Artigo 1º Objeto 1 O presente regulamento tem por objetivo estabelecer as regras, métodos e procedimentos de controlo
SAF.RG.01.02: REGULAMENTO INTERNO DOS SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS E FINANCEIROS - SAF SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS E FINANCEIROS
REGULAMENTO INTERNO DOS SAF Preâmbulo Os Estatutos do ISEL, anexos ao Despacho n.º 5576/2010, publicados no Diário da República, 2.ª série, n.º 60, de 26 de março, enumeram, no n.º 1 do artigo 78.º, os
REGULAMENTO DE FUNDO DE MANEIO
REGULAMENTO DE FUNDO DE MANEIO ORIGINAL Rev. 1 Aprovada em Reunião de Executivo no dia 18 de Dezembro de 2018 Dezembro de 2018 ÍNDICE Preâmbulo...3 Capítulo I Objeto, definição e caracterização...4 Artigo
MUNICÍPIO DA NAZARÉ Câmara Municipal REGULAMENTO INTERNO DOS FUNDOS DE MANEIO
REGULAMENTO INTERNO DOS FUNDOS DE MANEIO Aprovado em Reunião de Câmara de / 2017 Preâmbulo Na gestão municipal podem surgir despesas, urgentes, inadiáveis e de pequeno montante. O tempo, modo e lugar da
COMPETÊNCIAS E FUNÇÕES DOS FUNCIONÁRIOS NO ÂMBITO DO SISTEMA DE CONTROLO INTERNO. Funcionário Responsável Pela Área Financeira
COMPETÊNCIAS E FUNÇÕES DOS FUNCIONÁRIOS NO ÂMBITO DO SISTEMA DE CONTROLO INTERNO 1 Funcionário Responsável Pela Área Financeira 2 1 Funcionário Responsável Pela Área Financeira 1. Confere as Ordens de
REGULAMENTO DO FUNDO MANEIO
REGULAMENTO DO FUNDO MANEIO Enquadramento legal De acordo com o POC-E, a conta 118 Fundo Maneio destina-se a registar os movimentos relativos ao fundo de maneio criado pelas entidades nos termos legais,
REGULAMENTO DO PAGAMENTO A PRESTAÇÕES DA RECEITA DO FORNECIMENTO DE ÁGUA
REGULAMENTO DO PAGAMENTO A PRESTAÇÕES DA RECEITA DO FORNECIMENTO DE ÁGUA Praça da República 7150-249 Borba Telf.: 268 891 630 Fax: 268 894 806 [email protected] www.cm-borba.pt Contribuinte n.º 503
REGULAMENTO DO FUNDO DE MANEIO
REGULAMENTO DO FUNDO DE MANEIO Enquadramento legal De acordo com o POC-E, a conta 118 Fundo Maneio destina-se a registar os movimentos relativos ao fundo de maneio criado pelas entidades nos termos legais,
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE GÓIS
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE GÓIS ANEXO III REGIMENTO DO FUNDO DE MANEIO E.B. de Alvares E.B. de Vila Nova do Ceira J.I. de Ponte do Sótão REGIMENTO DO FUNDO DE MANEIO 1- Enquadramento Legal do Fundo de Maneio
REGULAMENTO DO FUNDO DE MANEIO
REGULAMENTO DO FUNDO DE MANEIO Enquadramento legal De acordo com o POC-E, a conta 118 Fundo Maneio destina-se a registar os movimentos relativos ao fundo de maneio criado pelas entidades nos termos legais,
PROCEDIMENTOS E CIRCUITOS NO ÂMBITO DO SISTEMA DE CONTROLO INTERNO
PROCEDIMENTOS E CIRCUITOS NO ÂMBITO DO SISTEMA DE CONTROLO INTERNO 1 PAGAMENTOS A TERCEIROS Emissão da Ordem de Pagamento Funcionário da Contabilidade (n.º 1 do Artigo 13.º) Assinatura da Ordem de Pagamento
ELABORADO VERIFICADO APROVADO
Pág. n.º 1/6 LISTA DE ALTERAÇÕES Descrição da alteração Páginas Edição Data ELABORADO VERIFICADO APROVADO Pág. n.º 2/6 1. OBJECTIVO: Descrever a forma como se processa, na Câmara Municipal de Portimão,
PROCEDIMENTO GERAL Gestão financeira e orçamental
Página 1 de 6 I ÂMBITO Aplicável às atividades de elaboração, execução e controlo orçamental e às atividades financeiras, que asseguram que a ESEP atinja e mantenha um nível desejado de atividade. II OBJETIVOS
Aviso. Câmara Municipal de Belmonte Edital
para o Município de Belmonte, Rua Pedro Álvares Cabral, n.º 135, 6250-088 Belmonte ou através do endereço eletrónico [email protected]. PREÂMBULO Aviso António Pinto Dias Rocha, Presidente da
CIRCULAR DA INTERBOLSA N.º 2/2016 Procedimentos de depósito e levantamento de valores mobiliários titulados
CIRCULAR DA INTERBOLSA N.º 2/2016 Procedimentos de depósito e levantamento de valores mobiliários titulados Em cumprimento do disposto no artigo 24.º do Regulamento da INTERBOLSA n.º 2/2016, relativo às
As notas que se seguem respeitam a numeração sequencial definida no POCAL - Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais.
08.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS As notas que se seguem respeitam a numeração sequencial definida no POCAL - Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais. Entidade: Junta de
Município da Nazaré Serviços Municipalizados da Nazaré
Município da Nazaré Serviços Municipalizados da Nazaré Projecto de Regulamento do Pagamento em Prestações de Dívidas referentes à Receita dos Serviços de Fornecimento de Água, de Drenagem de Águas Residuais
ANEXO REGULAMENTO INTERNO DA DIREÇÃO DE CONTABILIDADE E OPERAÇÕES FINANCEIRAS. CAPÍTULO I Disposições gerais
ANEXO (a que se refere o artigo único do Despacho do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada n.º 6/16, de 26 de janeiro) REGULAMENTO INTERNO DA DIREÇÃO DE CONTABILIDADE E OPERAÇÕES FINANCEIRAS CAPÍTULO
QUESTIONÁRIO. Como é que as medidas de Controlo Interno existentes fomentam a divulgação correta da informação?
I QUESTIONÁRIO Como é que as medidas de Controlo Interno existentes fomentam a divulgação correta da informação? Este questionário insere-se no âmbito da elaboração da dissertação do Mestrado em Auditoria
SISTEMA DE CONTROLO INTERNO Procedimento de Controlo Interno
SISTEMA DE CONTROLO INTERNO Procedimento de Controlo Interno Página 2 de 11 ORIGINAL Emissão Aprovação Data Data / / (Orgânica Responsável) / / (Presidente da Câmara) REVISÕES REVISÃO N.º PROPOSTO APROVAÇÃO
SISTEMA DE CONTROLO INTERNO Procedimento de Controlo Interno
SISTEMA DE CONTROLO INTERNO Procedimento de Controlo Interno Página 2 de 11 ORIGINAL Emissão Aprovação Data Data / / (Orgânica Responsável) / / (Presidente da Câmara) REVISÕES REVISÃO N.º PROPOSTO APROVAÇÃO
DSAJAL/ 2/2017. novembro DAAL
Nota Informativa 2/2017 novembro DSAJAL/ DAAL SNC-AP Autarquias Locais Regime de Transição Regime Geral 1. INTRODUÇÃO Durante o ano de 2017, todas as entidades públicas devem assegurar as condições e tomar
Recuperação de IVA em créditos considerados de cobrança duvidosa (CCD) e em créditos incobráveis
Circular nº 34/2015 15 de Setembro de 2015 Assunto: Recuperação de IVA em créditos considerados de cobrança duvidosa (CCD) e em créditos incobráveis Caros Associados, Os sujeitos passivos de IVA (singulares
BOLETIM OFICIAL. I Série ÍNDICE. Número 11. Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2015 MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DO PLANEAMENTO: Portaria nº 7/2015:
Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2015 I Série Número 11 BOLETIM OFICIAL ÍNDICE MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DO PLANEAMENTO: Portaria nº 7/2015: Regulamenta os procedimentos de faturação, registo e pagamento
REGULAMENTO INTERNO DE CONTABILIDADE INTRODUÇÃO
REGULAMENTO INTERNO DE CONTABILIDADE INTRODUÇÃO No uso da competência que é atribuída a esta Câmara Municipal pelo art. 51º, nº 1, do Decreto Lei nº 100/84, de 29 de Março, no âmbito da organização e funcionamento
Norma de Controlo Interno
Norma de Controlo Interno ÍNDICE PREÂMBULO... 9 CAPÍTULO I... 11 DISPOSIÇÕES GERAIS... 11 SECÇÃO I...11 Objeto, âmbito de aplicação e acompanhamento...11 Artigo 1.º...11 Objeto...11 Artigo 2.º...11 Âmbito
Regulamento do Documento Único de Cobrança
Portaria n.º 1423-I/2003 ANEXO - Artigo 1.º - Âmbito Artigo 2.º - Documento único de cobrança Artigo 3.º - Emissão Artigo 4.º - Comprovativo do pagamento Artigo 5.º - Envio de informação Artigo 6.º - Registo
NOVA CONTABILIDADE DAS AUTARQUIAS LOCAIS
NOVA CONTABILIDADE DAS AUTARQUIAS LOCAIS Decreto-Lei 54-A/99, de 22 de Fevereiro Lei 162/99, de 14 de Setembro Decreto-Lei 315/2000, de 2 de Dezembro Decreto-Lei 84-A/2002, de 5 de Abril Subgrupo de Apoio
Artigo 1.º Objeto. Artigo 2.º Âmbito
ÍNDICE Capítulo I Disposições Gerais... 3 Artigo 1.º - Objecto... 3 Artigo 2.º - Âmbito... 3 Artigo 3.º - Execução Orçamental... 4 Artigo 4.º - Modificações ao Orçamento... 5 Artigo 5.º - Candidaturas
PROVA ESCRITA DE CONHECIMENTOS PARTE ESPECIFICA (REF G10)
PROVA ESCRITA DE CONHECIMENTOS PARTE ESPECIFICA (REF G10) A duração desta prova é de 30 minutos MATERIAL O material desta prova é constituído por este caderno de questões e pela folha de respostas para
PLANO ESTRATÉGICO RELATÓRIO TRIMESTRAL DE EXECUÇÃO ORÇAMENTAL
PLANO ESTRATÉGICO RELATÓRIO TRIMESTRAL DE EXECUÇÃO ORÇAMENTAL 2.º Trimestre de 2014 I. Índice I. Índice... 1 II. Introdução... 2 III. Execução do orçamento... 2 1. Análise Orçamental Global... 2 2. Execução
CÂMARA MUNICIPAL DE ANGRA DO HEROÍSMO REGULAMENTO DO SISTEMA DE CONTROLO INTERNO
, CÂMARA MUNICIPAL DE ANGRA DO HEROÍSMO REGULAMENTO DO SISTEMA DE CONTROLO INTERNO INTRODUÇÃO Nos termos do disposto na alínea e) do n.º 2 do artigo 64 da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, alterada pela
ANEXO II MODELO DE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE RECOLHA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS E LIMPEZA URBANA PELA EGEO TECNOLOGIA E AMBIENTE, S.A.
REGULAMENTO TARIFÁRIO E DE EXPLORAÇÃO DA CONCESSÃO DOS SERVIÇOS DE LIMPEZA URBANA E RECOLHA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NA ÁREA DE JURISDIÇÃO DA APL -ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE LISBOA, S.A. ANEXO II MODELO
AEJR REGULAMENTO CARTÕES ELETRÓNICOS
AEJR REGULAMENTO CARTÕES ELETRÓNICOS Índice Introdução:... 2 Artigo 1º - Utilizadores... 2 Artigo 2º - Cartão... 2 Artigo 3º - Cartão para visitantes... 3 Artigo 4º - Extravio ou Cartão Danificado... 3
CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ADESÃO AO SERVIÇO MB SPOT
Standard CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ADESÃO AO SERVIÇO MB SPOT Entre: CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, S.A., com sede na Av. João XXI, nº 63, em Lisboa, matriculada na Conservatória do Registo Comercial
PROVA ESCRITA DE CONHECIMENTOS PARTE ESPECIFICA (REF G1)
PROVA ESCRITA DE CONHECIMENTOS PARTE ESPECIFICA (REF G1) A duração desta prova é de 30 minutos MATERIAL O material desta prova é constituído por este caderno de questões e pela folha de respostas para
Informação aos Associados nº135.v3
Data 2 de Novembro de 2012 atualizada em 25 de Novembro de 2013 Assunto: Tema: OBRIGATORIEDADE DE EMISSÃO DE FATURA REGRAS GERAIS Fiscalidade 1 É obrigatório emitir Fatura 2 Os Associados estão obrigados
GUIA DE APOIO AOS AUTARCAS na elaboração do REGULAMENTO do FUNDO DE MANEIO para as Freguesias da Região Centro
GUIA DE APOIO AOS AUTARCAS na elaboração do REGULAMENTO do FUNDO DE MANEIO para as Freguesias da Região Centro cooperação técnica entre a CCDRC e as FREGUESIAS da REGIÃO CENTRO CCDRC, 2016 INDÍCE Preâmbulo
REGULAMENTO DE QUOTAS E TAXAS DA ORDEM DOS FARMACÊUTICOS
REGULAMENTO DE QUOTAS E TAXAS DA ORDEM DOS FARMACÊUTICOS NOTA PRÉVIA A Lei n.º 131/2015, de 4 de setembro, procedeu à quarta alteração ao Estatuto da Ordem dos Farmacêuticos, aprovado pelo Decreto-Lei
CIRCULAR NORMATIVA. Neste circuito transitório determinou-se que os registos da produção adicional transferida SIGIC/SIGA seriam
N. 16 DATA: 2018-08-17 CIRCULAR NORMATIVA PARA: Administrações Regionais de Saúde e Hospitais de Origem e de Destino no âmbito do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia ASSUNTO: Circuitos
REGULAMENTO DE CONSTITUIÇÃO E REGULARIZAÇÃO DE FUNDO DE MANEIO
REGULAMENTO DE CONSTITUIÇÃO E REGULARIZAÇÃO DE FUNDO DE MANEIO Em conformidade com a Lei n.º 8/2012, de 21 de fevereiro e Decreto-Lei n.º 127/2012, de 21 de junho Aprovado na reunião de Junta de Freguesia
REGULAMENTO RELATIVO ÀS DESPESAS ELEGÍVEIS E À PRESTAÇÃO DE CONTAS. Artigo 1.º. Objeto
REGULAMENTO RELATIVO ÀS DESPESAS ELEGÍVEIS E À PRESTAÇÃO DE CONTAS Artigo 1.º Objeto O presente Regulamento estabelece os procedimentos e documentos necessários à verificação das despesas elegíveis necessárias
Regulamento de Propina
Regulamento de Propina 2017 2017 ÍNDICE SECÇÃO I Curso de Licenciatura em Enfermagem... 4 Artigo 1º Valor da Propina... 4 Artigo 2º Modalidades de pagamento... 4 SECÇÃO II Cursos de Pós-Licenciatura e
Boas Práticas. Apresentação de Pedidos de Pagamento Checklist de avaliação
Boas Práticas Apresentação de Pedidos de Pagamento Checklist de avaliação O pedido de pagamento só deve ser submetido quando estão reunidas as condições necessárias para, após a submissão, juntar a documentação
