AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE GÓIS
|
|
|
- Tânia Camelo Costa
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE GÓIS ANEXO III REGIMENTO DO FUNDO DE MANEIO E.B. de Alvares E.B. de Vila Nova do Ceira J.I. de Ponte do Sótão
2 REGIMENTO DO FUNDO DE MANEIO 1- Enquadramento Legal do Fundo de Maneio 1.1. O Fundo de Maneio «destina-se a registar os movimentos relativos ao Fundo de Maneio criado pelas entidades nos termos legais, devendo ser criadas as subcontas necessárias, tantas quantas os fundos constituídos» O regime legal geral do Fundo de Maneio é definido pelo artigo 32 do Decreto-Lei nº 155/92 de 28 de julho Nos termos do referido artigo, é possível que, para a realização de despesas de pequenos montantes, os organismos públicos possam constituir um Fundo de Maneio, desde que, aprovados por despacho interno do responsável. Prevê igualmente que o Fundo de Maneio possa dividir-se em vários Fundos de Maneio. 2- Características do Fundo de Maneio A gestão do Fundo de Maneio subdivide-se em três fases: constituição, reconstituição e reposição. 3- Constituição, Reconstituição e Reposição do Fundo de Maneio 3.1. Anualmente, no início de cada ano económico, com base na legislação em vigor, é constituído o Fundo de Maneio no montante que o Conselho Administrativo determinar, mediante a redação de um despacho de autorização redigido pela Presidente do Conselho Administrativo Cabe ao Conselho Administrativo da Escola a definição anual do valor máximo a atribuir como Fundo de Maneio. De acordo com o nº 1 do artigo 14º do Decreto-Lei nº 36/2015 de 9 de março, esse valor não pode ultrapassar um duodécimo da dotação do respetivo orçamento O despacho de autorização mencionado no ponto 3.1. deverá ser exarado de acordo com o presente Regulamento, devendo indicar claramente o responsável pela sua utilização, o limite máximo do Fundo de Maneio, as rúbricas da classificação económica das despesas, a frequência para a reconstituição e a data para a reposição Dada a necessidade de realizar ocasionalmente despesas de pequeno montante, de caráter inadiável e imediato, constitui-se um Fundo de Maneio da Escola, nos seguintes termos: É constituído um Fundo de Maneio de 200 ; Página 2 de 5
3 O Fundo referido no ponto anterior, a constituir em numerário, fica à guarda da Tesoureira, que deve manter atualizado um Registo de Caixa do Fundo de Maneio, num formulário próprio (o mesmo é registado na conta 118 da Contabilidade da Escola) De acordo com as necessidades do Serviço procede-se à Reconstituição do Fundo de Maneio com base nas despesas efetuadas através do seu registo contabilístico. A Reconstituição pode ocorrer em qualquer momento desde que seja aprovada em reunião do Conselho Administrativo A Reposição (liquidação) do Fundo de Maneio é efetuada até 31 de dezembro, depositandose os valores existentes na conta da Escola Caso não haja documentos de despesa, o numerário que constitui o Fundo de Maneio inicial será depositado pela Tesoureira, garantindo que o talão de depósito deverá igualar a reposição do Fundo de Maneio inicial. 4- Realização de Despesas por Fundo de Maneio 4.1. Pela sua natureza, o Fundo de Maneio considera-se uma «pequena - caixa» para pagamentos de reduzido montante, urgentes, imprevisíveis e inadiáveis, cuja movimentação é da exclusiva competência da Tesoureira A utilização do Fundo de Maneio deve sempre ser tratada como uma situação excecional, devendo apenas ser utilizado para pequenas aquisições nas quais não se podem seguir os procedimentos normais de aquisição de bens e serviços A responsável pelo Fundo de Maneio responde pelo cumprimento das formalidades legais aplicáveis à realização das despesas, bem como pelo respetivo pagamento. 5- Regras Gerais 5.1. É responsável pelo Fundo de Maneio e respetivos valores a Tesoureira No início de cada ano, ao constituir-se o Fundo de Maneio, o valor global aprovado é para a totalidade das despesas para o ano civil em causa A verba a constituir será no início de cada ano civil e ocorrerá reposição quando a quantia seja inferior à despesa média mensal A verba a constituir é retirada do orçamento de dotação em compensação e receitas. Página 3 de 5
4 5.5. Cada despesa realizada deverá ser suportada pelos documentos legalmente exigidos para o efeito, integrando contudo, na lista de necessidades, a obrigatoriedade do registo da justificação da utilização do Fundo de Maneio Os documentos relativos a aquisições por Fundo de Maneio, deverão ser remetidos mensalmente à contabilidade devidamente fundamentados. 6- Limites à Utilização do Fundo de Maneio 6.1. Por regra, adota-se o procedimento normal para a autorização, processamento e pagamento das despesas Só deverá recorrer-se ao Fundo de Maneio para despesas de pequeno montante, que devam ser pagas em numerário e/ou no ato da compra (as vulgarmente designadas «vendas a dinheiro») Consideram-se de pequeno valor as despesas cujo montante total, com IVA incluído, seja igual ou inferior a Não poderão ser efetuados pagamentos por Fundo de Maneio de determinadas despesas, nomeadamente, ajudas de custo, recibos verdes, aquisições de bens duradouros sujeitos a inventário. 7- Autorização e Pagamento de Despesas 7.1. Concedida prévia autorização pelo Conselho Administrativo ou pela sua Presidente ou de quem legalmente a substitua, a responsável pela realização da despesa (Tesoureira) deve fundamentar a despesa e garantir que a mesma é devidamente suportada por faturas ou faturas-recibo numeradas A responsável pelo Fundo de Maneio deve assinar os documentos, colocar a indicação de pago e respetiva data. 8- Documentação de Suporte das Despesas Cada despesa realizada deverá ser suportada pelos documentos legalmente exigidos para o efeito, integrando, contudo, na lista de necessidades, a obrigatoriedade do registo da justificação da utilização do Fundo de Maneio. Esta justificação não deverá ser de caráter genérico (tipo artigo de limpeza ou diversos ), mas especificando cada despesa em concreto. Página 4 de 5
5 9- Disposições Finais 9.1. Os prazos e regras fixados no presente Regimento deverão adaptar-se ao que for determinado pelo Conselho Administrativo e nos termos da lei O recurso ao Fundo de Maneio não prejudica a observância das normas legais aplicáveis, em especial no que se refere à realização de despesas públicas, cuja rigorosa observância, cabe à responsável do Fundo Deverão, igualmente, ser observados os princípios de economia, eficiência, eficácia. 10- Omissão Nos casos omissos no presente Regimento, prevalecerá a decisão dos membros do Conselho Administrativo, respeitando os normativos em vigor. A Diretora Cristina Maria dos Santos Martins A Subdiretora Anabela Maria Bernardo A Chefe dos Serviços de Administração Escolar Vânia Ferreira Aprovado na sessão do Conselho Administrativo em 11/02/2016 Aprovado na Reunião do Conselho Geral em A Presidente do Conselho Geral Isabel Botequilha Página 5 de 5
REGULAMENTO DO FUNDO DE MANEIO
REGULAMENTO DO FUNDO DE MANEIO Enquadramento legal De acordo com o POC-E, a conta 118 Fundo Maneio destina-se a registar os movimentos relativos ao fundo de maneio criado pelas entidades nos termos legais,
REGULAMENTO DO FUNDO DE MANEIO
REGULAMENTO DO FUNDO DE MANEIO Enquadramento legal De acordo com o POC-E, a conta 118 Fundo Maneio destina-se a registar os movimentos relativos ao fundo de maneio criado pelas entidades nos termos legais,
REGULAMENTO DO FUNDO MANEIO
REGULAMENTO DO FUNDO MANEIO Enquadramento legal De acordo com o POC-E, a conta 118 Fundo Maneio destina-se a registar os movimentos relativos ao fundo de maneio criado pelas entidades nos termos legais,
PROPOSTA FUNDO MANEIO. Enquadramento legal
FUNDO MANEIO Enquadramento legal De acordo com o POC-E a conta 118 Fundo Maneio destina-se a registar os movimentos relativos ao fundo de maneio criado pelas entidades nos termos legais, devendo ser criadas
REGULAMENTO DE FUNDO DE MANEIO
REGULAMENTO DE FUNDO DE MANEIO ORIGINAL Rev. 1 Aprovada em Reunião de Executivo no dia 18 de Dezembro de 2018 Dezembro de 2018 ÍNDICE Preâmbulo...3 Capítulo I Objeto, definição e caracterização...4 Artigo
GUIA DE APOIO AOS AUTARCAS na elaboração do REGULAMENTO do FUNDO DE MANEIO para as Freguesias da Região Centro
GUIA DE APOIO AOS AUTARCAS na elaboração do REGULAMENTO do FUNDO DE MANEIO para as Freguesias da Região Centro cooperação técnica entre a CCDRC e as FREGUESIAS da REGIÃO CENTRO CCDRC, 2016 INDÍCE Preâmbulo
F R E G U E S I A DE T O R R Ã O REGULAMENTO DE CONTROLO INTERNO DA FREGUESIA DO TORRÃO
F R E G U E S I A DE T O R R Ã O REGULAMENTO DE CONTROLO INTERNO DA FREGUESIA DO TORRÃO Artigo 1º Objeto 1 O presente regulamento tem por objetivo estabelecer as regras, métodos e procedimentos de controlo
MUNICÍPIO DA NAZARÉ Câmara Municipal REGULAMENTO INTERNO DOS FUNDOS DE MANEIO
REGULAMENTO INTERNO DOS FUNDOS DE MANEIO Aprovado em Reunião de Câmara de / 2017 Preâmbulo Na gestão municipal podem surgir despesas, urgentes, inadiáveis e de pequeno montante. O tempo, modo e lugar da
REGULAMENTO RELATIVO ÀS DESPESAS ELEGÍVEIS. Artigo 1.º Objeto
REGULAMENTO RELATIVO ÀS DESPESAS ELEGÍVEIS Artigo 1.º Objeto O presente Regulamento estabelece os procedimentos e documentos necessários à verificação das despesas elegíveis necessárias à concretização
REGULAMENTO RELATIVO ÀS DESPESAS ELEGÍVEIS E À PRESTAÇÃO DE CONTAS. Artigo 1.º. Objeto
REGULAMENTO RELATIVO ÀS DESPESAS ELEGÍVEIS E À PRESTAÇÃO DE CONTAS Artigo 1.º Objeto O presente Regulamento estabelece os procedimentos e documentos necessários à verificação das despesas elegíveis necessárias
REGULAMENTO DE CONSTITUIÇÃO E REGULARIZAÇÃO DE FUNDO DE MANEIO
REGULAMENTO DE CONSTITUIÇÃO E REGULARIZAÇÃO DE FUNDO DE MANEIO Em conformidade com a Lei n.º 8/2012, de 21 de fevereiro e Decreto-Lei n.º 127/2012, de 21 de junho Aprovado na reunião de Junta de Freguesia
agrupamento de escolas da abelheira VIANA DO CASTELO REGIMENTO INTERNO conselho administrativo CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS 2
agrupamento de escolas da abelheira VIANA DO CASTELO REGIMENTO INTERNO conselho administrativo CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS 2 Artigo 1.º - Objeto e âmbito de aplicação 2 Artigo 2.º - Composição 2 Artigo
PROCEDIMENTO OPERATIVO Circuito de receita e de despesa
Página 1 de 5 I ÂMBITO Aplicável à despesa e à receita desenvolvida no processo de gestão financeira e orçamental. II OBJETIVOS Definir o circuito de receita e de despesa. III INFORMAÇÕES GERAIS A - DEFINIÇÕES
ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA
ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA Legislação Prof. Cláudio Alves São créditos adicionais, as autorizações de despesa não computadas ou insuficientemente dotadas na Lei de Orçamento. Os créditos adicionais
PROCEDIMENTO GERAL Gestão financeira e orçamental
Página 1 de 6 I ÂMBITO Aplicável às atividades de elaboração, execução e controlo orçamental e às atividades financeiras, que asseguram que a ESEP atinja e mantenha um nível desejado de atividade. II OBJETIVOS
SAF.RG.01.02: REGULAMENTO INTERNO DOS SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS E FINANCEIROS - SAF SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS E FINANCEIROS
REGULAMENTO INTERNO DOS SAF Preâmbulo Os Estatutos do ISEL, anexos ao Despacho n.º 5576/2010, publicados no Diário da República, 2.ª série, n.º 60, de 26 de março, enumeram, no n.º 1 do artigo 78.º, os
DSAJAL/ 2/2017. novembro DAAL
Nota Informativa 2/2017 novembro DSAJAL/ DAAL SNC-AP Autarquias Locais Regime de Transição Regime Geral 1. INTRODUÇÃO Durante o ano de 2017, todas as entidades públicas devem assegurar as condições e tomar
Lei dos Compromissos e Pagamentos em Atraso. Documentos de apoio às atividades de formação
Lei dos Compromissos e Pagamentos em Atraso Documentos de apoio às atividades de formação JPM & ABREU, Lda - 2013 Índice 1 Introdução... 2 2 Aplicação da Lei dos Compromissos e Pagamentos em Atraso...
SISTEMA DE CONTROLO INTERNO Procedimento de Controlo Interno
SISTEMA DE CONTROLO INTERNO Procedimento de Controlo Interno Página 2 de 12 ORIGINAL Emissão Aprovação Data Data / / (Orgânica Responsável) / / (Presidente da Câmara) REVISÕES REVISÃO N.º PROPOSTO APROVAÇÃO
OFÍCIO-CIRCULAR Nº 4 / DGPGF / 2015
OFÍCIO-CIRCULAR Nº 4 / DGPGF / 2015 Às / Aos Escolas Básicas e Secundárias..... X Agrupamentos de Escolas... X Cc: Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares DATA: 2015 / 04 / 30 ASSUNTO: ORÇAMENTO PARA
Ofício-Circular Nº2/ IGeFE / DOGEEBS / 2019
Ofício-Circular Nº2/ IGeFE / DOGEEBS / 2019 ASSUNTO: ORÇAMENTO 2019 - FONTE DE FINANCIAMENTO 111- TODAS AS ATIVIDADES Não se aplica às Unidades Orgânicas abrangidas pelos Contratos Interadministrativos
Ofício-Circular Nº3/IGeFE /DOGEEBS/2018
Ofício-Circular Nº3/IGeFE /DOGEEBS/2018 ASSUNTO: PROJETO DE ORÇAMENTO 2019 - FONTE DE FINANCIAMENTO 111 Atividade 192 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e Ensino Secundário Atividade 199 - Educação Especial-
Exmo. Sr. S/ Refª Data Unidade
Exmo. Sr. S/ Refª Data Unidade Assunto: Normas para o encerramento de Operações cofinanciadas pelo Programa Operacional Valorização do Território (POVT): principais obrigações a cumprir pelas entidades
PROJETOS DE FORMAÇÃO-AÇÃO MODALIDADE PROJETOS CONJUNTOS
PROJETOS DE FORMAÇÃO-AÇÃO MODALIDADE PROJETOS CONJUNTOS RECOMENDAÇÃO REGISTO CONTABILÍSTICO MAIO/2017 1 1. ENQUADRAMENTO Os projetos formativos destinados à qualificação das empresas e dos seus trabalhadores,
SISTEMA DE CONTROLO INTERNO Procedimento de Controlo Interno
SISTEMA DE CONTROLO INTERNO Procedimento de Controlo Interno Página 2 de 17 ORIGINAL Emissão Aprovação Data Data / / (Orgânica Responsável) / / (Presidente da Câmara) REVISÕES REVISÃO N.º PROPOSTO APROVAÇÃO
AJUDAS DE CUSTO E SUBSÍDIO DE TRANSPORTE
DOMÍNIO 03. Recursos Humanos TEMA 03.02. Despesas com o pessoal ASSUNTO 03.02.04. Ajudas de Custo e subsídio de transporte UO RESPONSÁVEL REVISTO EM: APROVADO EM: ENTRADA EM VIGOR: 05.05.2014 AJUDAS DE
Monitorização de justificações técnicas e direito de opção - registo de casos
Monitorização de justificações técnicas e direito de opção - registo de casos Comissão de Farmácia e Terapêutica - ARS Norte Porto,10 novembro de 2014 Índice 1. Introdução.... 4 2. Metodologia.... 5 2.1
FUNDO FLORESTAL PERMANENTE PROMOÇÃO DO INVESTIMENTO, DA GESTÃO E DO ORDENAMENTO FLORESTAIS
APOIO PARA A ELABORAÇÃO DO INVENTÁRIO DA ESTRUTURA DA PROPRIEDADE NO ÂMBITO DAS ZONAS DE (Portaria n.º 77/2015, de 16 de março, alterada pela Portaria n.º 163/2015, de 2 de junho, e Declaração de Retificação
NORMA DE GESTÃO N.º 4/NORTE2020/ Rev 2
NORMA DE GESTÃO N.º 4/NORTE2020/2015 1 Rev 2 [Operações públicas FEDER e FSE] 1 Não aplicável a operações enquadradas no Sistema de Incentivos às Empresas. CONTROLO DO DOCUMENTO Versão Data de aprovação
Regulamento da CMVM n.º 4/2016. Taxas
Regulamento da CMVM n.º 4/2016 Taxas Os Estatutos da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, aprovados pelo Decreto- Lei n.º 5/2015, de 8 de janeiro (Estatutos), preveem um regime que determina que
ANEXO REGULAMENTO INTERNO DO CENTRO DE ARMAMENTO E MUNIÇÕES. CAPÍTULO I Disposições gerais
ANEXO (a que se refere o artigo único do Despacho do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada n.º 42/2016, de 3 de maio) REGULAMENTO INTERNO DO CENTRO DE ARMAMENTO E MUNIÇÕES CAPÍTULO I Disposições gerais
OFÍCIO-CIRCULAR Nº 4 / GGF / 2012
OFÍCIO-CIRCULAR Nº 4 / GGF / 2012 Às / Aos Escolas Básicas e Secundárias..... X Agrupamentos de Escolas......... X DATA: 2012 / 04 / 30 ASSUNTO: ORÇAMENTO PARA 2012 - Fonte de Financiamento 111 1. DISTRIBUIÇÃO
MEDIDA ESTIMULO 2012 Regulamento do Instituto do Emprego e Formação Profissional
MEDIDA ESTIMULO 2012 Regulamento do Instituto do Emprego e Formação Profissional No âmbito da medida de incentivos ao emprego "Estímulo 2012", estabelecida pela Portaria n 45/2012, de 13.2, o Instituto
PROJETOS DE EDUCAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO
PROJETOS DE EDUCAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO NORMAS PARA A EXECUÇÃO DO PROCESSO DE COFINANCIAMENTO Consideram-se no presente documento os procedimentos a observar, quer pela entidade proponente (ONGD),
PROCEDIMENTO GERAL Aquisição de bens, serviços e empreitadas de obras públicas
Página 1 de 7 I ÂMBITO Engloba as atividades desenvolvidas para a sustentabilidade do funcionamento da EEP no que se refere a aquisição de bens, serviços e. II OBJETIVO Aplicar os princípios e regras para
Orientação Técnica Específica 5 (2014) 1
Orientação Técnica Específica 5 (2014) 1 REVISÃO DE PREÇOS Metodologia de tratamento da revisão de preços em sede de encerramento de operações 1 Aprovada na reunião da CD do ON.2 de 20/11/2014 1. OBJECTIVO
Elegibilidade de documentos de despesa
NOTA INFORMATIVA N.º 3/2017 DAI Data: 10/03/2017 Assunto: Elegibilidade de documentos de despesa 1. ENQUADRAMENTO Nos regulamentos específicos 1 das medidas FEADER Investimento do período de programação
BOLETIM OFICIAL DO BANCO DE PORTUGAL
BOLETIM OFICIAL DO BANCO DE PORTUGAL 5 2019 2º SUPLEMENTO 3 junho 2019 www.bportugal.pt Legislação e Normas SIBAP BOLETIM OFICIAL DO BANCO DE PORTUGAL Normas e informações 5 2019 2º SUPLEMENTO Banco de
CIRCULAR N.º 1/IGEC/2013
CIRCULAR N.º 1/IGEC/2013 DESTINATÁRIOS: Diretor-Geral dos Estabelecimentos Escolares Serviços Centrais e Equipas Multidisciplinares da IGEC Assunto: I NOTIFICAÇÃO DAS DECISÕES DE PROCESSOS DISCIPLINARES
REGULAMENTO CARTÕES ELETRÓNICOS
REGULAMENTO CARTÕES ELETRÓNICOS TRIÉNIO: 2014-2017 Agrupamento de Escolas Tomás Cabreira Manual de Controlo Interno - Página 90 de 110 INDICE Introdução.. 92 Artigo 1º - Utilizadores.. 92 Artigo 2º - Cartão...
REGULAMENTO COMUNICAÇÃO DE IRREGULARIDADES. (Whistleblowing)
REGULAMENTO COMUNICAÇÃO DE IRREGULARIDADES (Whistleblowing) Maio 2016 1. Princípios e objetivos O Novo Banco tem entre os seus objetivos o cumprimento das disposições legais e regulamentares aplicáveis
Ofício-Circular Nº2/ IGeFE / DOGEEBS / 2018
Ofício-Circular Nº2/ IGeFE / DOGEEBS / 2018 ASSUNTO: ORÇAMENTO 2018 - FONTE DE FINANCIAMENTO 111- TODAS AS ATIVIDADES Não se aplica às Unidades Orgânicas abrangidas pelos Contratos Interadministrativos
Ofício-Circular Nº3/ IGeFE / DOGEEBS / 2017
Ofício-Circular Nº3/ IGeFE / DOGEEBS / 2017 AOS ESTABELECIMENTOS DE EDUCAÇÃO E ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO ASSUNTO: ORÇAMENTO 2017 - FONTE DE FINANCIAMENTO 111 Não se aplica às Unidades Orgânicas abrangidas
AEJR REGULAMENTO CARTÕES ELETRÓNICOS
AEJR REGULAMENTO CARTÕES ELETRÓNICOS Índice Introdução:... 2 Artigo 1º - Utilizadores... 2 Artigo 2º - Cartão... 2 Artigo 3º - Cartão para visitantes... 3 Artigo 4º - Extravio ou Cartão Danificado... 3
