Trocadores de Calor Método MLDT. Prof. Simões
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- João Guilherme Henriques Bastos
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1 Trocadores de Calor Método MLDT Prof. Simões
2 Objetivos Identificar como se classificam os trocadores Identificar os elementos necessários para o dimensionamento de um trocador Entender o que é Média Logarítimica de Diferenças de Temperatura Rever as equações térmicas da termodinâmica Entender o que é o coeficiente global de transmissão de calor Dimensionar um trocador de calor pela metodologia MLDT
3 Problema típico Uma coluna de fracionamento produz benzeno no estado de vapor saturado a 80 C. É necessário condensar e sub-resfriar cerca de 3630 kg/h de benzeno até uma temperatura de 46 C, usando água a 3 C como refrigerante, a uma vazão mássica de 8.48 kg/h. Dimensione e compare a área necessária no trocador de calor tipo casca e tubo de um passe de fluxo paralelo e de fluxo inverso, considerando nos dois casos um coeficiente global de troca de calor de 35 W/m 2 K.
4 Classificação dos trocadores Trocadores Processos de transferência Tipo de construção Comportamento das correntes Contato direto Contato indireto Tubular Placa Sentido Passes Transferência direta Tubo duplo Paralelas Um passe Armazenamento Casca e tubo Opostas Multipasses Serpentina Cruzadas
5 Classificação por processos de transferência Trocadores Processos de transferência Tipo de construção Comportamento das correntes Contato direto Contato indireto Tubular Placa Sentido Passes Transferência direta Tubo duplo Paralelas Um passe Armazenamento Casca e tubo Opostas Multipasses Serpentina Cruzadas
6 Contato: direto Exemplo: torres de resfriamento Os dois fluidos ficam em contato Há transferência de calor e massa Construção relativamente barata Alta taxa de transferência de calor Temperaturas próximas ao ambiente Materiais não nocivos (ar, água)
7 Contato: indireto Transferência direta Armazenamento Os dois fluidos são separados Há transferência apenas de calor Também chamados de recuperadores O mesmo fluido alternativamente armazena e retira calor da matriz
8 Classificação por tipo de construção Trocadores Processos de transferência Tipo de construção Comportamento das correntes Contato direto Contato indireto Tubular Placa Sentido Passes Transferência direta Tubo duplo Paralelas Um passe Armazenamento Casca e tubo Opostas Multipasses Serpentina Cruzadas
9 Construção: tubular Tubo duplo Simples Pequena capacidade Casca e tubo (shell and tube) Mais usado Ampla gama de temperaturas Vários tipos de fluidos Serpentina Boa área de troca Limpeza difícil
10 Construção: tubular Serpentina Tubo aletado Tubo duplo Casca e tubo
11 Construção: placas Placas podem ser lisas ou onduladas Grande área de contato Compactos Aplicações de baixa pressão
12 Classificaçãopelo comportamento da corrente Trocadore s Processos de transferência Tipo de construção Comportamento das correntes Contato direto Contato indireto Tubular Placa Sentido Passes Transferência direta Tubo duplo Paralelas Um passe Armazenamento Casca e tubo Opostas Multipasses Serpentina Cruzadas
13 Corrente: direção e sentido Correntes paralelas Correntes opostas Correntes cruzadas
14 Corrente: número de passes Um passe no casco Um passe no tubo Um passe no casco Dois ou múltiplos de dois passes no tubo Cruzado, misturado no casco Dois ou múltiplos de dois passes no casco e no tubo Cruzado, não misturado no casco
15 Cálculo de trocadores de calor Nesse tema veremos trocadores de calor de contato indireto. Existem dois métodos para o cálculo: MLDT é o método que leva em conta a Média Logarítmica das Diferenças de Temperatura Indicado quando as temperaturas são conhecidas ou podem ser determinadas NTU Número de Unidades de Transferência Aplicado quando o MLDT exige muitas interações Primeiro será visto o método MLDT para um passe no tubo e no casco. Depois será feita a correção caso vários passes forem usados.
16 Variação da temperatura sem mudança de estado Correntes paralelas Correntes opostas
17 Média logarítmica das diferenças de temperatura Nos dois casos, a variação de temperatura não é linear, mas será dada pela Média Logarítmica das Diferenças de Temperatura (MLDT):!"#$ = $ 'á) $ 'í, ln $ 'á) $ 'í, No caso dos trocadores de correntes opostas, pode ocorrer que $ 'á) = $ 'í,, o que torna inviável a fórmua acima. Nesses casos, usar a diferençã entre as médias aritméticas: $ 'é02 = $ $ 36 2 $ $ 86 2
18 Exemplo Num trocador de calor de um passe o fluido quente entra a 800 C e sai a 500 C e o fluido frio entra a 00 C e sai a 300 C. Calcule a MLDT considerando (a) correntes paralelas e (b) correntes opostas. " #á% = 700 * " #í, = 200 *./0" = ln = 399 * " #á% = 500 * " #í, = 400 *./0" = ln = 448 *
19 Troca com mudança de estado Durante a mudança de estado, não há alteração da temperatura Há troca de calor (latente) Condensação Vaporização
20 Correçãoda MLDT Para trocadores com mais de um passe no casco ou no tubo, ou de correntes cruzadas, a MLDT deve ser corrigida por um fator!. Esse fator de correção! depende de dois outros fatores, " e #: " = % & % ( ) ( ) & # = ) ( ) & % & ) & Onde: % & %+,-+./)0./ + +2).// 23 4/543 % ( %+,-+./)0./ + 5/í/ 3 4/543 ) & )+,-+./)0./ + +2).// 23 )073 ) ( )+,-+./)0./ + 5/í/ 3 )073
21 Correçãoda MLDT Com os valores de! (no eixo ") e # (curva), entramos no gráfico respectivo para obter $ (no eixo %): Um passe no casco e números pares de passes nos tubos. Dois passes no casco e números pares de passes nos tubos.
22 Correçãoda MLDT Passe único, fluido no casco misturado Passe único, fluido no casco não misturado
23 Correçãodo MLDT Com o fator!, corrigimos a "#$% fazendo: "#$% &'(()*)+, =!. "#$% Exemplo: As temperaturas de um trocador são as informadas abaixo. Calcule a "#$% e a "#$% &'(()*)+,. % / = 0 3 % / % 4 % 4 = 36,2 3 9 / = 65, = 39, /
24 Resolução MLDT 65,6 C! 2á4 = 65,6 0 = 55,6 '! 2í7 = 39,4 36,2 = 3,2 ' 39,4 C 36,2 C 0 C 89:! =! 2á4! 2í7 89:! = ln! 2á4 2í7 55,6 3,2 ln 55,6 3,2 89:! = 8,4 '! " = 0 '! ( = 36,2 ' - " = 65,6 ' - ( = 39,4 '
25 Resolução MLDT corrigida =! "! ( - ( - " = 0 36,2 39,4 65,6 =,0 6 = 0,85 4 = - ( - "! " - " 4 = 39,4 65,6 0 65,6 4 = 0,47! " = 0 '! ( = 36,2 ' - " = 65,6 ' - ( = 39,4 ' 89:! ;<==>?>@A = 6 B 89:! = 0,85 B 8,4 89:! ;<==>?>@A = 5,6 '
26 Balanço térmico no trocador (calor sensível) Da termodinâmica temos que, sem mudança de estado físico, a quantidade de calor é:! = # $ % $ Δ' No trocador de calor, teremos: O fluido quente cede calor ) *+,-,. = # / $ % / $ ' + / ' 2 O fluido frio recebe calor ) 3+*+4-,. = # 5 $ % 5 $ ' 5 ' + 6 No balanço térmico, teremos: ) *+,-,. = ) 3+*+4-,. = ) Essa fórmula expressa quanto calor (em joules) é necessário para variar a temperatura de um corpo. Essas fórmulas expressam o fluxo de calor (em J/s ou W) necessário para alterar a temperatura de um fluxo de massa (kg/s)
27 Balanço térmico no trocador (calor latente) Caso haja mudança de estado físico (condensação, vaporização), o corpo (ou fluxo de massa) absorverá ou cederá calor, mas sua temperatura não se altera. A quantidade de calor necessária para alterar o estado físico de um corpo é:! = # $ % 6 = # $ % Onde % = &'()* ('+,-+,., #/.'-ç'.,,+'.) 2 34 Exemplos: vapor passando para estado líquido (condensação); água passando para o estado de vapor (vaporização).
28 Exemplo O calor latente de vaporização da água é 2,256 % 0 ( )/+,. Uma vazão de vapor saturado de 5600 kg/h precisa ser condensada. Qual o fluxo de calor necessário para esse processo? 0 = = 5,6 +, 5. = 0 %. = 5,6 % 2,256 % 0 (. = 3,52 % 0 4 ) 5
29 Coeficiente global de transferência de calor Lembramos que o fluxo de calor total pode ser expresso por: ' = * Onde: + +, = +,! " h " ! $ h $ No caso do trocador, as paredes dos tubos são finas. Assim, sua resistência térmica pode ser desprezada e! "! $. Com isso, temos: ' = * +! $ h "! $ h $ ' =! $ 6 Δ* + h " h $ ' = + 6! $ 6 Δ* h " h $ Chamamos % o coeficiente global de troca de calor: % = + < % = + ou h h " h 4 h 3 $ = 3 >
30 Coeficiente global de troca de calor Alguns valores típicos Tranferência de Calor e Massa Por Yunus A. Çengel, Afshin J. Ghajar
31 Fator de fuligem (fouling factor) Com o tempo, é comum haver depósitos de sedimentos, formação de algas, etc, nas paredes do trocador, que podem ter um impacto importante na sua eficiência Adota-se, portanto, um Fator de Fuligem! (não confundir com o fator de correção da MLDT) a ser acrescido na resistência ao fluxo de calor
32 Fator de fuligem Quando considerado, a resistência térmica total será:! = h + % h + ( ' Exemplo: suponha h % = e, -. h ' = 000 +, e calcule! sem e com / -. fuligem de água acima de 50 2.! 3'/ = ! 3'/ = = = ,
33 Fator de fuligem Quando considerado, a resistência térmica total será:! " = h & + h ( + ) Assim, o coeficiente global de transmissão de calor passará a ser * + = h, + h - + ) * + = * + ) * + = * + )
34 Exemplos. Suponha h " = 2000 & e h ' ( ) * = 000 & fuligem de água acima de *, = = : ; 8-4*, = = ,002 9 : ;, ( ) 2. Suponha que um trocador novo tenha - = 350 &, e calcule - sem e com, ( ). Qual o fator - considerando um fator de fuligem de 0,0009,( )? Qual a perda & percentual? - < = - + = - < = ABCDE = - < = , = 0,24 ABCDE = 24% 350 W m : ;
35 Fluxo de calor no trocador O fluxo de calor seguirá a lei de Newton do fluxo de calor " = $ % & % '()* Onde $,-./0, :099ã- 7.,64-8, & á ,6 2é8:0,6, : > = : >? = = : > A '(*) :é í2:0, /.8.ç :F.862G86, A
36 Exemplo Uma coluna de fracionamento produz benzeno no estado de vapor saturado a 80 C. É necessário condensar e sub-resfriar cerca de 3630 kg/h de benzeno até uma temperatura de 46 C, usando água a 3 C como refrigerante, a uma vazão mássica de 8.48 kg/h. Dimensione e compare a área necessária no trocador de calor tipo casca e tubo de fluxo paralelo e de fluxo inverso, considerando nos dois casos um coeficiente global de troca de calor de 35 W/m 2 h. Dados: Calor latente de vaporização do benzeno: L = 3,945 ( 0 +, Calor específico do benzeno: c = 758,5, -. Calor específico da água: 2 á.45 = 496,9, -. -.
37 Exercício Uma vazão de 68 kg/min de água (c=480 J/kgK) entrando em um trocador de calor de carcaça e tubo a 35 C precisa ser aquecida para 75 C por um óleo. O óleo (c=859 J/kgK) entra no tubo a uma temperatura de 0 C e sai a 75 C. O trocador será de correntes opostas, com uma passagem pelo casco e duas pelo tubo. O coeficiente global de transferência estimado é de 320 W/m 2 K. Calcule a área necessária para o trocador de calor com a área limpa, e depois considerando um fator de fuligem de 0,0005 m 2 K/W. Calcule também a vazão de óleo necessária. Respostas: Área limpa=8,6 m 2 Área com fuligem=2,5 m 2 Vazão de óleo=74 kg/min
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onde: v = &m = Cp = h lv = U = A = T = t = volume específico vazão em massa (Kg/h) calor específico calor latente de vaporização coeficiente global de troca térmica área de transmissão de calor temperatura
U = 1.5 m/s T m,e = 20 o C T p < 200 o C
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