SEMINÁRIO RUGBY JUVENIL
|
|
|
- Adriana Festas
- 6 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 SEMINÁRIO RUGBY JUVENIL PARA UMA NOVA CULTURA DO DESPORTO JUVENIL OLÍMPIO COELHO
2 TRÊS QUESTÕES PRÉVIAS 1ª QUESTÃO QUAIS OS OBJECTIVOS DO MOVIMENTO ASSOCIATIVO DESPORTIVO? TER MAIS E MELHORES PRATICANTES NO ALTO RENDIMENTO?
3 2ª QUESTÃO QUAL A RELAÇÃO DESPORTO JUVENIL - DESPORTO DE ALTO RENDIMENTO? SER DIFERENTE... CONTRIBUIR PARA... COMO RESOLVER ESTA APARENTE CONTRADIÇÃO?
4 PRINCÍPIO DA PREPARAÇÃO A LONGO PRAZO AMERICAN SPORT EDUCATION PROGRAM, 1991
5 LTAD Long Term Athlete Development ETAPAS 1-FUNdamental 2-Learning to train 3-Training to train 4-Training to compete 5-Training to win 6-Retaining
6 3ª QUESTÃO COMEÇAR CEDO É NECESSARIAMENTE UM ERRO? ESPECIALIZAÇÃO PRECOCE VS PREPARAÇÃO DESPORTIVA PRECOCE? (António Marques, 1991) PREPARAÇÃO DESPORTIVA PRECOCE VS SOLICITAÇÃO PRECOCE DE ELEVADO RENDIMENTO?
7 SERÁ NECESSÁRIA UMA NOVA CULTURA DO DESPORTO JUVENIL? QUAL O CLIMA EM QUE DECORREM AS COMPETIÇÕES NO DESPORTO JUVENIL? REPRESENTAÇÃO SOCIAL DO DESPORTO JUVENIL - QUAIS AS PRINCIPAIS CRENÇAS?
8 1-É PRECISO COPIAR O MAIS CEDO POSSÍVEL OS MODELOS DOS ADULTOS DE PEQUENINO É QUE SE TORCE O PEPINO? No treino, não é verdade o ditado popular de que em pequenino é que se torce o pepino. Quem assim pensa está naturalmente a ter uma visão muito curta do que é a preparação de um jovem a longo prazo... Vasconcelos Raposo, 1995
9 2 - SÓ A VITÓRIA TEM VALOR... PERDER É SEMPRE UMA MEDIDA DE FRACASSO O SEGUNDO É O PRIMEIRO DOS ÚLTIMOS?
10 O CARÁCTER RELATIVO DA VITÓRIA E DA DERROTA OBJECTIVOS DA PREPARAÇÃO QUALIDADE DA OPOSIÇÃO PRINCÍPIO DA SUBORDINAÇÃO DA COMPETIÇÃO À PREPARAÇÃO
11 RESULTADO (COMPETIÇÕES) APRENDIZAGEM PROGRESSO OPORTUNIDADES DE PARTICIPAÇÃO CUMPRIR UMA TAREFA/ALCANÇAR UM OBJECTIVO GANHAR PERDER * SUCESSO INSUCESSO * * * * *
12 QUEM PERDEU UMA COMPETIÇÃO NÃO GANHOU NADA? EXPERIÊNCIA? CONHECIMENTO DE SI PRÓPRIO? AVALIAÇÃO DA PREPARAÇÃO? EXERCITOU A PERSISTÊNCIA?... TEOTÓNIO LIMA, 1998
13 3 - SÓ OS PRATICANTES QUE PARECEM EVIDENCIAR POTENCIAL PARA PERCORRER AS ETAPAS DA PREPARAÇÃO DESPORTIVA ATÉ AO ALTO RENDIMENTO MERECEM RECONHECIMENTO E ATENÇÃO SUBAVALIAÇÃO SOBREAVALIAÇÃO
14 ATÉ AOS 15 ANOS ERA BAIXO E MAGRO. TODA A GENTE ME DAVA COMO PERDIDO PARA O FUTEBOL DEVIDO AO NEU CORPO. FELIZMENTE CRESCI E DESENVOLVI-ME. JORGE ANDRADE, FUTEBOLISTA PROFISSIONAL
15 HÁ CERTAMENTE MUITOS CASOS DE SOBREAVALIAÇÃO, COM JOGADORES QUE SE DESTACAM POR SEREM GRANDES E FORTES NOS ESCALÕES JOVENS, MAS QUE DEPOIS, UMA VEZ ATINGIDA A IDADE ADULTA, SÃO IGUAIS AOS OUTROS EM TERMOS FÍSICOS E TÊM EVENTUALMENTE POUCOS ARGUMENTOS TÉCNICOS E TÁCTICOS... POR OUTRO LADO TAMBÉM HÁ RISCOS DE SUBAVALIAÇÃO, QUANDO UM JOGADOR DE MATURIDADE TARDIA É COLOCADO DE LADO POR SER BAIXO, FRANZINO, POUCO MUSCULADO. DR. LUÍS HORTA ENTREVISTA AO JORNAL A BOLA,
16 4- O TREINADOR DEVE PRESSIONAR OS PRATICANTES PRIVILEGIANDO A COMPONENTE EXTRÍNSECA DA SUPERAÇÃO.
17 OBJECTIVOS CENTRADOS ESSENCIALMENTE NO RESULTADO DESPORTIVO? QUE CONSEQUÊNCIAS? EXIGÊNCIAS DESPROPORCIONADAS E CONSTANTES DE RENDIMENTO E SUPERAÇÃO FOMENTO DA EMERGÊNCIA DE ESTRELAS PREMATURAS PREVALÊNCIA DAS CRÍTICAS NEGATIVAS RELACIONAMENTO RUDE E/OU IMPACIENTE GESTÃO PARCIAL DA DISTRIBUIÇÃO DA ATENÇÃO, DO ELOGIO/REPRENSÃO E DA INFORMAÇÃO DE RETORNO
18 PARA CONSTRUIR UMA NOVA CULTURA NO DESPORTO JUVENIL 1-CLARIFICAR O LUGAR DO DESPORTO NA VIDA DA CRIANÇA E DO JOVEM PREOCUPA-ME A ATITUDE DE MUITOS PAIS FORÇANDO A ESCOLHA PROFISSIONAL DOS FILHOS. VÊ-SE MUITO ISSO NAS ESCOLAS DE FUTEBOL PAULO SOUSA, EX-FUTEBOLISTA PROFISSIONAL ENTREVISTA AO NOTÍCIAS MAGAZINE, 2002
19 2-CONSIDERAR A PERSPECTIVA DO PRATICANTE - O OUTRO LADO DO PROBLEMA POR QUE ADEREM À PRÁTICA DESPORTIVA? COMO ORDENAM MOTIVOS COMO: - MELHORAR AS TÉCNICAS, - APRENDER NOVAS TÉCNICAS, - GANHAR - ESTAR EM FORMA - PERTENCER A UM GRUPO -...?
20 - HÁ CONVERGÊNCIA ENTRE OS MOTIVOS DECLARADOS PELOS PRATICANTES E A PERCEPÇÃO DOS TREINADORES SOBRE ESSES MOTIVOS? GANHAR NÃO É POR NORMA O FACTOR MAIS VALORIZADO PELAS CRIANÇAS E JOVENS OS TREINADORES VALORIZAM A VITÓRIA MAIS DO QUE OS PRÓPRIOS PRATICANTES CONSEQUÊNCIA: DESVIOS NOS MODELOS DE PREPARAÇÃO E DE INTERVENÇÃO
21 O QUE ESPERAM DO TREINADOR? MUITO IMPORTANTE QUE SAIBA EXPLICAR! QUE VEJA OS ERROS E SAIBA CORRIGI-LOS! QUE POSSA DEMONSTRAR! IMPORTANTE QUE TENHA EM ATENÇÃO AS NOSSAS OPINIÕES QUE SE OCUPE TAMBÉM DOS FRACOS QUE ESTABELEÇA RELAÇÕES PESSOAIS
22 QUE CONSELHOS DAVAM AOS ADULTOS? NÃO GRITEM TANTO! ENSINEM-NOS MAIS! NÃO TENHAM FAVORITOS! ENCORAJEM-NOS MAIS!
23 PERANTE ESTAS EXPECTATIVAS É NATURAL QUE ENCONTREMOS COMO RAZÕES PARA O ABANDONO... O TREINADOR ERA MAU PROFESSOR O TREINADOR TINHA FAVORITOS O TREINADOR EXIGIA DEMASIADO O TREINADOR DAVA DEMASIADA IMPORTÂNCIA À VITÓRIA
24 4-RECONFIGURAR OS CONCEITOS VITÓRIA DERROTA E SUCESSO INSUCESSO 5-VALORIZAR O PAPEL DO TREINADOR DE JOVENS 6-CRIAR /ACTIVAR DEPARTAMENTO/SECTOR JUVENIL
25 7- CRIAR MECANISMOS DE SUPERVISÃO E ACONSELHAMENTO DOS TREINADORES DE JOVENS 8-PROMOVER A INTER-ACÇÃO ENTRE DIFERENTES MODALIDADES 9-CRIAR /ACTIVAR DEPARTAMENTO/SECTOR JUVENIL 10-CRIAR UM OBSERVATÓRIO DE QUALIDADE DO DESPORTO JUVENIL
Ficha de Referencial de Formação Geral
Ficha de Referencial de Formação Geral Unidade de Formação: PEDAGOGIA Grau de Formação: I : Teórica: 6 horas Prática: Subunidades e Temas Competências de Saída Critérios de Evidência Formas de Avaliação
O TREINADOR DE JOVENS
O TREINADOR DE JOVENS Jorge Adelino O jovem É DIFERENTE do adulto O treino do jovem É DIFERENTE do treino do adulto O treinador de jovens É DIFERENTE do treinador de adultos OS TREINADORES EM PORTUGAL
Competição. As competições infanto-juvenis fazem parte da nossa sociedade
Competição As competições infanto-juvenis fazem parte da nossa sociedade Elas costumam introduzir, incutir, exacerbar e/ou fortalecer valores e símbolos de nossa cultura, de modo explícito e implícito.
O TREINADOR DE JOVENS
O TREINADOR DE JOVENS Jorge Adelino AS QUALIDADES DO TREINADOR Modalidade Componentes Praticantes do treino Conhecer AS QUALIDADES DO TREINADOR Conhecer Gostar Comunicar O SUCESSO DO TREINADOR Sucesso
Curso de Treinadores de Futebol UEFA C - Raízes / Grau I Curso Novo Regime /2016. Componente de Formação Geral Pedagogia do Desporto
Curso de Treinadores de Futebol UEFA C - Raízes / Grau I Curso Novo Regime - 2015/2016 Componente de Formação Geral Pedagogia do Desporto Rui Pedro Lima Pinho [email protected] Curso de Treinadores
Rui Resende FORMAÇÃO DE TREINADORES: Desenvolvimento da aprendizagem e identidade do treinador de desporto
Rui Resende [email protected] FORMAÇÃO DE TREINADORES: Desenvolvimento da aprendizagem e identidade do treinador de desporto Faculdade de Desporto da Universidade do Porto (FADEUP) 21 e 22 de abril O treinador
ATITUDES FACE AO DESPORTO COMO EU PRATICO DESPORTO: A OPINIÃO DOS ATLETAS DA SELECÇÃO PORTUGUESA DE ANDEBOL SUB-20
ATITUDES FACE AO DESPORTO COMO EU PRATICO DESPORTO: A OPINIÃO DOS ATLETAS DA SELECÇÃO PORTUGUESA DE ANDEBOL SUB-20 (2009) Susana Isabel Vicente Ramos Professora na Faculdade de Ciências do Desporto e Educação
ATENEU DESPORTIVO DE LEIRIA
Nº11 > Novembro 2013 ATENEU DESPORTIVO DE LEIRIA ENTREVISTA P. 2 André Santos, Bruno Carreira e Pedro Andrade, os nossos representantes no mundial. BOAS NOTÍCIAS P. 5 Conheça as novidades que o Ateneu
DEPARTAMENTO TÉCNICO FORMAÇÃO DESPORTIVA DOS JOVENS PRATICANTES
DEPARTAMENTO TÉCNICO PROJECTO FORMAÇÃO DESPORTIVA DOS JOVENS PRATICANTES ÍNDICE I. INTRODUÇÃO II. OBJECTIVOS III. APLICAÇÃO ÉPOCA 2010/2011 I. INTRODUÇÃO É urgente perceber que a competição e formação
VALORES NO DESPORTO - O QUE É PARA MIM IMPORTANTE NO DESPORTO: A OPINIÃO DOS ATLETAS DA SELECÇÃO PORTUGUESA DE ANDEBOL SUB-20
VALORES NO DESPORTO - O QUE É PARA MIM IMPORTANTE NO DESPORTO: A OPINIÃO DOS ATLETAS DA SELECÇÃO PORTUGUESA DE ANDEBOL SUB-20 (2009) Susana Isabel Vicente Ramos Professora na Faculdade de Ciências do Desporto
ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE BEJA
ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE BEJA Fundada em 30-03-1925 www.afbeja.com FUTEBOL ENCONTRO DE ESCOLAS DE FORMAÇÃO 1. OBJETIVOS GERAIS 1.01. Possibilitar a todas as crianças da nossa Associação praticar futebol
Curso de Treinadores de Futebol UEFA C - Raízes / Grau I Curso Novo Regime /2016. Componente de Formação Geral Pedagogia do Desporto (3)
Curso de Treinadores de Futebol UEFA C - Raízes / Grau I Curso Novo Regime - 2015/2016 Componente de Formação Geral Pedagogia do Desporto (3) Rui Pedro Lima Pinho [email protected] UNIDADE DE
Coordenador do desporto Escolar: Prof. Carlos Fonseca
CLUBE DO DESPORTO ESCOLAR A Lei de Bases do Sistema Educativo prevê que as actividades curriculares dos diferentes níveis de ensino devem ser complementadas por acções orientadas para a formação integral
Motivação, Ansiedade e Burnout em jovens atletas. Agradecimentos
Agradecimentos Este trabalho foi realizado para conclusão da Licenciatura em Educação Física. Foram dois anos de intenso trabalho e esforço da minha parte. Depois de um dia de leccionação na minha escola,
Preparação a longo prazo no Andebol Etapas de formação de jogador
Preparação a longo prazo no Andebol Etapas de formação de jogador Anna Volossovitch Fernando Gomes 1 Os modelos de periodização Long-Term Athlete Development (LTAD) Balyi, 1996 Developmental Model of Sport
Agrupamento de Escolas Sá da Bandeira - Santarém - Curso Profissional de Tec. Apoio Gestão Desportiva PAFD Módulo 2 Metodologia do Treino
Conceito de TREINO Por treino desportivo entende-se o conjunto de processos que, através de variadas formas de exercício, visam preparar o atleta a nível físico, técnico-táctico, intelectual, ético e psicológico,
ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE BEJA
ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE BEJA Fundada em 30-03-1925 www.afbeja.com FUTEBOL/FUTSAL ENCONTRO DE ESCOLAS DE FORMAÇÃO 1. OBJETIVOS GERAIS 1.01. Possibilitar a todas as crianças da nossa Associação praticar
TEORIA GERAL DO TREINO DESPORTIVO
TEORIA GERAL DO TREINO DESPORTIVO AULA 1 LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA ACTIVIDADE FÍSICA HUMANA Organização da Disciplina Repartição Lectiva Carga Horária Semestral (S2) Aulas Teórica- Práticas 4ª Feira
INICIAÇÃO AO FUTEBOL. Concepções metodológicas do treinamento INTRODUÇÃO:
INICIAÇÃO AO FUTEBOL Concepções metodológicas do treinamento INTRODUÇÃO: O jogo de futebol não é feito apenas de fundamentos (movimentos técnicos), a relação com a bola é uma das competências essênciais
ACTIVIDADE FÍSICA E DESPORTIVA ORIENTAÇÕES PROGRAMÁTICAS ANO DE ESCOLARIDADE 4º ANO 1º ANO 3º ANO 2º ANO
ACTIVIDADE FÍSICA E DESPORTIVA ORIENTAÇÕES PROGRAMÁTICAS DE ESCOLARIDADE ÁREA FÍSICAS DESPORTIVAS AVALIAÇÃO MATÉRIAS 1 - Exploração da Natureza Descoberta do meio ambiente, através da sua exploração. 2
ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE BEJA
ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE BEJA Fundada em 30-03-1925 www.afbeja.com Traquinas Petizes REGULAMENTO DE ENCONTRO DE ESCOLAS DE FORMAÇÃO FUTEBOL/FUTSAL ENCONTRO DE ESCOLAS DE FORMAÇÃO 1. OBJETIVOS GERAIS 1.01.
1/28/2017 PSICOLOGIA APLICADA AO FUTEBOL. A Relação Treinador Atleta. a influência do treinador vai muito além do contexto desportivo
PSICOLOGIA APLICADA AO FUTEBOL CURSO TREINADORES DE FUTEBOL NÍVEL I UEFA C Componente Específica Joana Cerqueira [email protected] a influência do treinador vai muito além do contexto desportivo
FICHA DO PROJECTO. Desporto para todos. Fundação Aragão Pinto - IPSS
FICHA DO PROJECTO Desporto para todos Nome do Projecto: Academia de Futebol Aragão Pinto Objectivo do projecto: A Academia Futebol Fundação Aragão Pinto, tem por base o que de melhor se faz pelo desporto
GUIA DE FUNCIONAMENTO DA UNIDADE CURRICULAR
Curso Desporto Ano letivo 2015/2016 Unidade Curricular PRÁTICA DE DESPORTOS II - FUTEBOL ECTS 3 Regime Obrigatório Ano 1º Semestre 2º Sem Horas de trabalho globais Artur César Ferreira Bezelga Lobão Docentes
6º Congresso de Treinadores "Formação de Atletas em Portugal" Aldina Sofia Oliveira da Silva
6º Congresso de Treinadores "Formação de Atletas em Portugal" Aldina Sofia Oliveira da Silva Formação de treinadores/as Aldina Sofia Oliveira da Silva Planeamento desportivo a longo prazo Balyi & Hamilton
PLANO DE FORMAÇÃO ARS SUB-14 ÉPOCA 2011/2012
PLANO DE FORMAÇÃO ARS SUB-14 ÉPOCA 2011/2012 Melhores pessoas, melhores treinadores, melhores jogadores INTRODUÇÃO À semelhança das épocas anteriores a ARS considera como fundamental para a evolução do
UNIVERSIDADE DE COIMBRA. Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física
UNIVERSIDADE DE COIMBRA Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física Parametrização das Estruturas Tácticas em Jogos Desportivos Colectivos Investigação Aplicada à Equipa Campeã Nacional no Escalão
Grau I. Perfil Profissional. Grau I
Perfil Profissional O corresponde à base hierárquica de qualificação profissional do treinador de desporto. No âmbito das suas atribuições profissionais, compete ao Treinador de a orientação, sob supervisão,
PORTUGAL FOOTBALL SCHOOL. Capacitar e qualificar os agentes desportivos com vista à promoção e ao desenvolvimento do Futebol em Portugal
PORTUGAL FOOTBALL SCHOOL Capacitar e qualificar os agentes desportivos com vista à promoção e ao desenvolvimento do Futebol em Portugal TREINADORES ARBITRAGEM ÁRBITROS OBSERVADORES PRAIA FORMAÇÃO CONTÍNUA
III SEMINÁRIO DE ATLETISMO JUVENIL III SEMINÁRIO DE ATLETISMO JUVENIL
III SEMINÁRIO DE ATLETISMO JUVENIL 1 www.fpatletismo.pt III SEMINÁRIO DE ATLETISMO JUVENIL Organização da Carreira Desportiva no Atletismo 2 www.fpatletismo.pt Treino com Jovens: Análise da Situação Actual
CAPÍTULO III METODOLOGIA
CAPÍTULO III METODOLOGIA 3.1. Selecção Inicial da Amostra A selecção inicial da amostra foi efectuada com base na tabela classificativa da Federação Portuguesa de Rugby (FPR), relativa ao ano de 2004/2005.
#Licenciado Desporto/Educacao Fisica, #Diretor Tecnico Desporto, #Treinador Desporto
INDIVIDUAL FOOTBALL TRAINING: DRIBLE, MUDANçA DE DIREçãO E CONDUçãO (SET 2017) - PORTO Seguindo uma metodologia de treino especifica e direccionada, a IFT (Individual Football Training) visa única e exclusivamente
A prova é realizada de acordo com a grafia prevista no novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.
INSTITUTO POLITÉCNICO DE LISBOA ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO 2017 PROVA DE LÍNGUA PORTUGUESA (Acesso aos cursos de mestrado profissionalizante 1.ª chamada) DURAÇÃO DA PROVA 150 minutos (mais 30 minutos
DIDÁCTICA DO FUTEBOL AULA 1 LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA ACTIVIDADE FÍSICA HUMANA
DIDÁCTICA DO FUTEBOL AULA 1 LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA ACTIVIDADE FÍSICA HUMANA DIDÁCTICA DO FUTEBOL Carga Horária 14 semanas de aulas Aulas Teórico-Práticas 5ª Feira (09H00 12H00) Espaços Complementares
Processo para o ensino e desenvolvimento do futebol e futsal: ESTÁGIOS DE INICIANTES, AVANÇADOS E DE DOMÍNIO
Processo para o ensino e desenvolvimento do futebol e futsal: ESTÁGIOS DE INICIANTES, AVANÇADOS E DE DOMÍNIO Processo para o ensino do futebol/ futsal A metodologia para o ensino do futebol até a especialização
Curso Treinador Desporto Futebol - Grau I Setúbal 2018/2019
Componente Geral Novembro Dia 19 Dia 21 Dia 23 Dia 28 Dia 30 Módulos Duração Segunda Quarta Sexta Quarta Sexta Recepção aos Candidatos 20h00 Abertura do Curso 20h00 às 20h30 Didáctica do Desporto 8h 21h30
REFERENCIAL DE FORMAÇÃO_Grau I
Federação: Federação Portuguesa de Jiu-Jitsu Brasileiro (FPJJB) Modalidade/Disciplina: Jiu Jitsu Brasileiro Conversão de Treinadores de Grau em Treinadores de Grau I Componente Prática: 8 horas Componente
A formação de treinadores de Ginástica e Fitness: implicações da aplicação da nova legislação.
A formação de treinadores de Ginástica e Fitness: implicações da aplicação da nova legislação. Paulo V. Anacleto Barata Director da Escola Nacional de Ginástica Federação de Ginástica de Portugal 24 de
O PLANO DE DESENVOLVIMENTO A LONGO PRAZO: ANÁLISE DO PERCURSO DESPORTIVO DOS NADADORES
O PLANO DE DESENVOLVIMENTO A LONGO PRAZO: ANÁLISE DO PERCURSO DESPORTIVO DOS NADADORES Bruno Eça Freitas 9 de Junho de 2014 - Açores ANÁLISE DO PERCURSO DESPORTIVO DE NADADORES MEDALHADOS NA CATEGORIA
JOGO (MAR 2017) - PORTO
OBSERVAçãO, ANáLISE E INTERPRETAçãO DO JOGO (MAR 2017) - PORTO Neste curso completo de 26 horas, perceba como observar, analisar e interpretar o jogo e o jogador de futebol, assim como identificar talentos,
Fazer de Cada Momento uma Oportunidade de Aprendizagem!
Fazer de Cada Momento uma Oportunidade de Aprendizagem! Psicologia Desportiva 2 João Nuno Pacheco Árbitros de Elite Futsal 07-07-2014 Objetivos 1 - Reconhecer e valorizar o impacto e influência que as
ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE SETÚBAL
Estádio Nacional Jamor Complexo Desportivo De a 8 de Junho Lopes da Silva Luís Carlos Lopes da Silva nasceu em Vila Real, a de Janeiro de 99. Empregado bancário de profissão, Lopes da Silva teve uma vida
A FORMAÇÃO DE ATLETAS EM PORTUGAL
Workshop de Andebol - ATAP A FORMAÇÃO DE ATLETAS EM PORTUGAL Rolando Freitas Junho de 2017 Um modelo de formação ou uma escola de formação é algo que se constrói, não por decreto, mas sim por ideias, por
AS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR NO MUNICÍPIO DE BAGÉ-RS: forma de abordagem dos esportes coletivos
AS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR NO MUNICÍPIO DE BAGÉ-RS: forma de abordagem dos esportes coletivos Pedro Augusto P. Valêncio de Bem / URCAMP Antonio Evanhoé P. de Souza Sobrinho / URCAMP Luiz Fernando
QUESTIONÁRIO CLUBES. Identificação / Caracterização do clube. 1. Identificação/ Caracterização do clube Nome do clube
QUESTIONÁRIO CLUBES A Federação Portuguesa de Futebol, através da Escola Superior de Desporto de Rio Maior, encontra se a realizar um estudo para a elaboração do plano estratégico de desenvolvimento do
Importância da Hidratação no Desporto
Importância da Hidratação no Desporto Muitos atletas frequentemente não têm em consideração a importância da hidratação na sua prática desportiva diária nem durante a competição. De facto, a maioria não
BEIRA MAR ATLÉTICO TICO CLUBE DE ALMADA - CLUBE DE ALMADA. Projecto de Formação de Futebol.
BEIRA MAR ATLÉTICO TICO CLUBE DE ALMADA Projecto de Formação de Futebol Porquê um Projecto de Formação de Futebol? Aproximar o Clube da comunidade local; Proporcionar a prática desportiva orientada; Desenvolver
Grau II. Perfil Profissional. Grau II
Perfil Profissional O corresponde ao primeiro nível de formação em que é concedido ao treinador de desporto a possibilidade de treinar autonomamente praticantes em todas as etapas da carreira desportiva.
1 - Parte Introdutória A Parte Introdutória prepara cognitiva e animicamente o praticante para a realização da sessão e para o esforço físico e de con
SESSÃO DE TREINO 1 - Parte Introdutória A Parte Introdutória prepara cognitiva e animicamente o praticante para a realização da sessão e para o esforço físico e de concentração nela envolvidos. Pode ser
Federação Portuguesa de Pesca Desportiva REGULAMENTO DE ALTA COMPETIÇÃO E SELECÇÕES NACIONAIS
Federação Portuguesa de Pesca Desportiva REGULAMENTO DE ALTA COMPETIÇÃO E SELECÇÕES NACIONAIS Aprovado em Assembleia Geral de 16 de Novembro de 2002 Preambulo A Alta Competição é um importante factor de
As empresas poderiam ajudar com patrocínios e donativos para o desporto
Pensar o olimpismo Com várias revistas e documentos que o Comité Olímpico de Portugal gentilmente nos cedeu realizámos alguns resumos que considerámos importantes. 1. Os desafios do olimpismo em Portugal
PLANO DE ACTIVIDADES 2012
PLANO DE ACTIVIDADES 2012 INTRODUÇÃO No próximo dia 19 de Novembro completaram-se três anos da tomada de posse dos actuais corpos gerentes da Associação de Voleibol de Viseu. Como missão principal de continuar
PIT PLANO INDIVIDUAL DE TRANSIÇÃO
PIT PLANO INDIVIDUAL DE TRANSIÇÃO INDICE O que é um PIT e a quem se destina Objetivo do PIT Quando é que se deve começar Quem participa O que deve incluir Ideias chave O QUE É UM PIT E A QUEM SE DESTINA?
Habilidades motoras específicas do basquetebol e formação técnica do treinador
Lecturas: Educación Física y Deportes, Revista Digital. Buenos Aires, Año 13, Nº 122, Julio de 2008. http://www.efdeportes.com/efd122/habilidades-motoras-especificas-do-basquetebol.htm Habilidades motoras
APRESENTAÇÃO DAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE DESPORTO. 3 de Janeiro de 2007
APRESENTAÇÃO DAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE DESPORTO 3 de Janeiro de 2007 Há todo um conjunto de instituições e agentes sociais que assume preocupações e responsabilidades pela prática desportiva de crianças
PLANO DE FORMAÇÃO ARS SUB-14 ÉPOCA 2013/2014
PLANO DE FORMAÇÃO ARS SUB-14 ÉPOCA 2013/2014 Melhores pessoas, melhores treinadores, melhores jogadores INTRODUÇÃO À semelhança das épocas anteriores a ARS considera como fundamental para a evolução do
PROPOSTA DE REFERENCIAL DE FORMAÇÃO
Federação: Federação Portuguesa de Lohan Tao Modalidade/Disciplina: Lohan Tao Conversão de Treinadores de Grau em Treinadores de Grau 1 Componente Prática: 10 horas Componente Teórica: 20 horas Total de
REGULAMENTO ESPECIFICO TORNEIOS JOVENS CORFEBOL
REGULAMENTO ESPECIFICO TORNEIOS JOVENS CORFEBOL ÍNDICE INTRODUÇÃO 1. ESCALÕES ETÁRIOS, BOLA, DURAÇÃO DO JOGO E VARIANTES DA MODALIDADE 2. CONSTITUIÇÃO DA EQUIPA 3. ARBITRAGEM 4. QUADRO COMPETITIVO E CRITÉRIOS
1. Deves jogar Rugby porque gostas e não porque os teus pais querem. 2. Sê comprometido e competitivo ao mesmo tempo que respeitas os princípios de
1. Deves jogar Rugby porque gostas e não porque os teus pais querem. 2. Sê comprometido e competitivo ao mesmo tempo que respeitas os princípios de fair-play e as regras do jogo. 3. Nunca ponhas em causa
CURRICULUM VITAE. Informação Pessoal
CURRICULUM VITAE Informação Pessoal Nome: Luís Miguel Jerónimo Da Conceição Data Nascimento: 07/09/1976 Morada: Rua Santa-Justa Fracção A 8970-267 Martim Longo Naturalidade: Faro (Sé) Nacionalidade: Portuguesa
TEORIA E METODOLOGIA DO TREINO ESPECÍFICO
TEORIA E METODOLOGIA DO TREINO ESPECÍFICO AULA 2 LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA ACTIVIDADE FÍSICA HUMANA BASES CONCEPTUAIS PARA A CONSTRUÇÃO DOS EXERCÍCIOS DE TREINO Fundamentação Biológica do Treino Na temática
Programa Nacional de FORMAÇÃO. de Treinadores DOC.1. Caracterização das Etapas de Desenvolvimento do Praticante - Orientações.
Programa Nacional de FORMAÇÃO de Treinadores DOC.1 Caracterização das Etapas de Desenvolvimento do Praticante - Orientações Junho 10 TAREFAS A CUMPRIR PELAS FEDERAÇÕES DESPORTIVAS t1 HISTÓRIA DA FORMAÇÃO
AGRADECIMENTOS. Ao Prof. Doutor Manuel João Silva pela disponibilidade que sempre demonstrou em me ajudar.
AGRADECIMENTOS A realização da presente monografia tem um significado especial para mim, marca o início de uma nova etapa na minha vida e coincide com o final da Licenciatura em Ciências do Desporto e
O GUARDA-REDES DE ANDEBOL
O GUARDA-REDES DE ANDEBOL O GUARDA-REDES DE ANDEBOL EMANUEL CASIMIRO, N.º 16043 - O guarda-redes redes de ANDEBOL é o membro mais importante da equipa. - Em muitas equipas de classe mundial estes têm um
CAPÍTULO V: INTERPRETAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS
CAPÍTULO V: INTERPRETAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS 1. Análise global do jogo 1.1. Relação entre as posses de bola e as fases de jogo Perante os resultados observados verificamos que um jogo de Hóquei
