O TREINADOR DE JOVENS
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- Eric de Abreu Teves
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1 O TREINADOR DE JOVENS Jorge Adelino
2 O jovem É DIFERENTE do adulto O treino do jovem É DIFERENTE do treino do adulto O treinador de jovens É DIFERENTE do treinador de adultos
3 OS TREINADORES EM PORTUGAL IDADE (anos) > 55 Formação 25,6 % 30,2 % 27,2 % 12,9 % 3,6 % Seniores 4,7 % 22,8 % 42,3 % 25,5 % 4,7 % Cristina Almeida, 2002
4 OS TREINADORES EM PORTUGAL EXPERIÊNCIA (anos) > 20 Formação 40,0 % 28,9 % 13,5 % 9,1 % 8,5 % Seniores 18,1 % 24,2 % 34,9 % 35,3 % 34,1 % Cristina Almeida, 2002
5 O QUE OS JOVENS GOSTAM NO SEU TREINADOR Conhecimentos Traços de personalidade Autoridade Interesse na sua pessoa Encorajamento Reacção positiva aos seus desempenhos Capacidade de decisão Organização Dar instruções e corrigir devidamente Lee e Austin, 1987
6 O QUE PROCURAM OS JOVENS NO DESPORTO Divertir-se; Aprender e aperfeiçoar as suas habilidades Estar com os amigos e fazer novos amigos Viver desafios e momentos de excitação Ter sucesso e ganhar Estar bem fisicamente Gould, citado por Smith e Smoll, 2002 (estudo USA e Canadá)
7 AS CARACTERÍTICAS DOS TREINADORES Etapas iniciais Etapas intermédias Etapas Finais Amigo Divertido Preocupado com o processo de desenvolvimento do praticante Líder forte Conhecedor Exigente Ter sucesso Ser respeitado / Temido Controlo das emoções (Bloom, 1985, citado por Chris Earle, 2003)
8 ALGUMAS COMPETÊNCIAS DO TREINADOR DE JOVENS sobrevalorizar o ensino dos fundamentos técnico-tácticos identificar e promover os talentos imparcialidade proporcionar uma prática rica e variada conseguir ter um relacionamento correcto com os pais fornecer exemplos correctos ter uma atitude correcta para com a competição e os resultados alcançados
9 Scoreboard winners Mastery winners Resultado Comparação com os outros Evitar erros Esforço Aprendizagem Lidar bem com os erros erros Jim Thompson, 2003 The double-goal coach
10 AS QUALIDADES DO TREINADOR Conhecer Gostar Comunicar F I L O S O F I A
11 O SUCESSO DO TREINADOR Sucesso Comunicar Comunicar Gostar Gostar Conhecer Conhecer Treinador A Treinador B
12 A FILOSOFIA DO TREINADOR Um conjunto de princípios, valores e prioridades, que orientam a actividade e o comportamento do treinador, que estão para além da ciência, que o treinador defende com convicção, que condicionam as suas decisões, que não sendo imutáveis, possuem raízes fortes, não estando, por isso, sujeitos a modas ou a tendências de momento,
13 O PARADOXO DO DESPORTO DE JOVENS A filosofia do treinador de jovens deve estar condicionada pelos interesses e necessidades da formação dos praticantes A filosofia do treinador vai sendo construída progressivamente e exige tempo, experiência, reflexão, estudo, discussão e clareza na distinção entre o desporto de jovens e o desporto de adultos Porém, à frente das equipas de jovens, estão quase sempre treinadores inexperientes, muitas vezes jovens e jogadores adultos
14 A FILOSOFIA DO TREINADOR A filosofia do treinador de jovens pode, inicialmente ser influenciada por factores exteriores (o PROCESSO DE FORMAÇÃO, o CLUBE, a MODALIDADE).
15 UMA FILOSOFIA PARA O DESPORTO JUVENIL Façam os vossos jovens atletas ganhar, seja qual for o resultado. Ficar em segundo é ser o primeiro dos últimos Frank Smoll O resultado que surge no marcador não mede todas as pequenas coisas em que os jogadores podem ganhar. Bill Bommarito
16 A FILOSOFIA DO TREINADOR Prioridades e objectivos Prioridades e objectivos F I L O S O F I A
17 A FILOSOFIA DO TREINADOR Relação com os jogadores Prioridades e objectivos F I L O S O F I A Relaçao c/ jogadores
18 A FILOSOFIA DO TREINADOR Limites para as suas funções Prioridades e objectivos F I L O S O F I A para as Relaçao c/ jogadores Limites suas funções
19 A FILOSOFIA DO TREINADOR Conceito de SUCESSO Prioridades e objectivos F I L O S O F I A para as Sucesso Relaçao c/ jogadores Limites suas funções
20 A FILOSOFIA DO TREINADOR Importância dada aos RESULTADOS Prioridades e objectivos F I L O S Importância O F I A para as Sucesso resultados Relaçao c/ jogadores Limites suas funções
21 A FILOSOFIA DO TREINADOR Relação com árbitros e adversários Prioridades e objectivos F I L O S Importância O F I A para as Sucesso resultados árbitros Relaçao c/ jogadores Limites suas funções Relaçao c/ adversários
22 A FILOSOFIA DO TREINADOR Concepção de jogo Prioridades e objectivos F I L O S Importância O F I A para as Sucesso resultados árbitros Relaçao c/ jogadores Limites suas funções Relaçao c/ adversários Concepção de jogo
23 A FILOSOFIA DO TREINADOR Ética desportiva Prioridades e objectivos F I L O S Importância O F I A para as Sucesso resultados árbitros Relaçao c/ jogadores Limites suas funções Relaçao c/ adversários Concepção de jogo Ética
24 QUAL O CAMINHO A SEGUIR? SUCCEED Melhores resultados nas competições Mais praticantes para toda a vida Bom acolhimento Boas práticas STAY START Trazer mais jovens à prática das modalidades Sport England, 2005 (adaptado)
25 Início Activo FUNdamentos Aprender a treinar Treinar para formar Treinar para competir Treinar para ganhar Idade Vida activa Istvan Balyi
26 Começamos por formar um jogador e depois queremos fazer dele um atleta. Temos de proceder ao contrário: Começar por formar um atleta e depois fazer dele um jogador. Istvan Balyi, 2005
27 A iniciação monodesportiva exige que os respectivos treinadores saibam que, para benefício do futuro dos jogadores, devem incluir no seu programa de treinos elementos que vão para além da sua modalidade can t catch, can t play Istvan Balyi, 2005
28 Número de escalões etários Masculino 2004 Feminino N.º Fed. % N.º Fed. % 1 5 8,1% 5 8,1% ,7% 13 21,0% ,6% 21 33,9% ,9% 18 29,0% 5 2 3,2% 3 4,8% 6 2 3,2% 1 1,6% 7 0 0,0% 0 0,0% Sem resposta 2 3,2% 1 1,6% (Adelino, J., Vieira, J. e Coelho, O., 2005)
29 Necessidade urgente Construir um programa de treino que sirva os interesses e as necessidades do praticante em formação, que tanto serve a perspectiva do futuro atleta, como a perspectiva do simples cidadão adulto, que fica a gostar de praticar desporto, de se manter ligado à modalidade e de a acompanhar de uma forma saudável
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