Sintomas de incontinência urinária em
|
|
|
- Kléber Coradelli Teves
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 EISSN Sintomas de incontinência urinária em idosos praticantes de atividade física Janeisa Franck Virtuoso 1 [email protected] Giovane Pereira Balbé 1 [email protected] Roges Ghidini Dias 1 [email protected] Giovana Zarpellon Mazo 2 [email protected] doi: /fpj p Virtuoso JF, Balbé GP, Dias RG, Mazo GZ. Sintomas de incontinência urinária em idosos praticantes de atividade física. Fit Perf J setout;8(5): RESUMO Introdução: O objetivo do presente estudo foi descrever a ocorrência de sintomas de incontinência urinária em idosos praticantes de atividade física. Materiais e Métodos: A amostra foi composta por 123 idosos (100 mulheres e 23 homens) com idade média de 69±6 anos. Para coleta de dados, utilizou-se um questionário sobre a idade, o sexo, a presença de morbidades e a atividade física que praticavam e questões quanto à incontinência urinária. Resultados: Observou-se o predomínio da incontinência urinária de esforço (50,0%), seguida da mista (26,6%) e da incontinência urinária de urgência (23,4%). Apenas 10,4% dos idosos relataram sintomas de perdas de urina durante a prática de atividade física. Discussão: A incontinência urinária de esforço foi o tipo predominante na amostra contrapondo-se ao relatado na literatura. Apesar do número reduzido de participantes com perdas urinárias durante a prática de atividade física, ainda não existem estudos conclusivos que relatem danos ao assoalho pélvico associado à prática desta. PALAVRAS-CHAVE Incontinência Urinária; Atividade Física; Idoso; Promoção da Saúde. 1 Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Laboratório de Gerontologia do Centro de Ciências da Saúde e do Esporte Florianópolis/ SC Brasil 2 Universidade do Porto Porto Portugal Copyright 2009 por Colégio Brasileiro de Atividade Física, Saúde e Esporte Fit Perf J Rio de Janeiro set/out
2 Incontinência urinária e atividade física Symptoms of urinary incontinence in aged practitioners of physical activity ABSTRACT Introduction: The aim of this study was to describe the occurrence of symptoms of urinary incontinence in the elderly practitioners of physical activities. Materials and Methods: The sample consisted of 123 elderly (100 women and 23 men) with mean age of 69.4±6.12 years. For data collection, a questionnaire regarding age, sex, presence of comorbidities, physical activity and questions about urinary incontinence was used. Results: There was a predominance of urinary incontinence stress (50.0%), followed by mixed urinary incontinence (26.6%) and urinary incontinence urgency (23.4%). Only 10.4% of elderly reported symptoms of loss of urine during physical activity. Discussion: The urinary incontinence stress was the predominant type in the sample, contrasting with literature. Despite the small number of participants with urinary loss during physical activity, there are no conclusive studies yet, which report pelvic floor damage associated with the practice of it. KEYWORDS Urinary Incontinence; Physical Activity; Elderly; Health Promotion. Síntomas de la incontinencia urinaria en ancianos practicantes de la actividad física RESUMEN Introducción: El objetivo del estudio fue describir la aparición de los síntomas de la incontinencia urinaria en ancianos practicantes de actividad física. Materiales y Métodos: La muestra consistió de 123 ancianos (100 mujeres y 23 hombres) con edad media de 69,4±6,12 años. Para la recopilación de datos, se utiliza un cuestionario sobre edad, sexo, presencia de comorbilidades, la actividad física y preguntas sobre la incontinencia urinaria. Resultados: Se observó un predominio de la incontinencia urinaria de esfuerzo (50,0%), seguido de la mixta (26,6%) y de la incontinencia urinaria de urgencia (23,4%). Sólo el 10,4% de los ancianos informaron los síntomas de la pérdida de orina durante la actividad física. Discusión: La incontinencia urinaria de esfuerzo es lo predominante en la muestra a los informes contrastados en la literatura. A pesar del pequeño número de participantes con la pérdida de orina durante la actividad física, aún no existen estudios concluyentes que informen los daños del suelo pélvico asociado con la práctica de la misma. PALABRAS CLAVE Incontinencia Urinaria; Actividad Física; Anciano; Promoción de la Salud. INTRODUÇÃO O envelhecimento é um processo natural inevitável que se expressa por meio de características físicas, psicológicas, emocionais e sociais 1, permeado pela maior vulnerabilidade às doenças, que podem interferir na autonomia e independência 2, produzindo eventos indesejáveis, tais como a incontinência urinária (IU) 1. Segundo a Sociedade Internacional de Continência, a IU é definida como qualquer perda involuntária de urina 3. Os tipos mais comuns são: a IU de esforço (IUE), que é a perda de urina associada com atividades físicas que aumentam a pressão intra-abdominal; a IU de urgência (IUU), perda involuntária de urina associada com um forte desejo de urinar; e a IU mista (IUM), quando ambos os tipos anteriores estão presentes 4. A maioria dos estudos de prevalência de IU aponta uma oscilação entre 5 a 59% 5, apesar de não haver consenso na literatura 6. Essa variabilidade ocorre devido à escolha da amostra, em função da idade, sexo, nível cultural, gravidade da doença, tipo de IU e sua baixa notificação 5. Estima-se que 200 milhões de pessoas vivam com IU em todo mundo 7, e que cerca de 15 a 30% das pessoas com 60 anos ou mais apresentam algum tipo de IU 8, embora constitua-se num problema social e de saúde, com uma tendência crescente devido, entre outras razões, ao envelhecimento da população 7. Um estudo brasileiro de prevalência e fatores de risco associados à IU foi realizado em Vassouras, no Rio de Janeiro com mulheres acima de 15 anos de 1999 a Nesse estudo constatou-se uma prevalência média de IU de 26,6% entre mulheres de 60 a 69 anos, 34% entre 70 a 79 anos e 46,2% acima de 80 anos, sendo a IUU com 38,6%, a IUE com 26,4% e a IUM de 3,7% 9. Estudos transversais e de revisão concluíram que o número de casos de IU pode ser muito maior, já que muitas pessoas não procuram ajuda 10 por desconhecerem os possíveis tratamentos e por falta de orientação pelos profissionais de saúde 11,12,13,14, além 367
3 Virtuoso, Balbé, Dias, Mazo de vergonha ou omissão 15 ou por acreditar que o problema é consequência normal do processo de envelhecimento 8,16. Durante este processo, o trato urinário inferior apresenta algumas alterações, mesmo na ausência de doenças, como a diminuição da força de contração da musculatura vesical e habilidade de adiar a micção e aumento das contrações vesicais involuntárias 17. Esses fatores, associados ao hipoestrogenismo, no caso das mulheres, tornam os idosos mais propensos à IU, seja para a IUE devido à fraqueza dos músculos do assoalho pélvico ou para a IUU quando ocorre contrações não inibidas do detrusor. Segundo Caetano, Tavares e Lopes 17, a IUE é muito comum entre mulheres praticantes de atividade física, acometendo cerca de 26 a 33% desse grupo 6. Grande parte dos estudos busca analisar as perdas urinárias em atletas 14,18, porém poucos estudos avaliam esse tipo de sintoma entre a população idosa. Dessa forma, há a necessidade de analisar a presença de perdas urinárias em idosos, visto que estas são responsáveis pela alta taxa de abandono de atividades físicas, representando a privação dos benefícios inerentes a essa prática 19. O abandono ou a falta de atividade física podem ocasionar hábitos sedentários, aparecimento de outras doenças 18 e favorecimento da imobilidade funcional 5. Frente à importância do tema, o objetivo do presente estudo é descrever a ocorrência de sintomas de IU em idosos praticantes de atividade física, para que possíveis intervenções surjam em termos de orientação e promoção de saúde. MATERIAIS E MÉTODOS Os autores declaram não haver nenhum conflito de interesses referente ao estudo. Esta pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética e Pesquisa da Universidade do Estado de Santa Catarina, sob o número 185/07. Trata-se de um estudo observacional do tipo descritivo 20. Fizeram parte da população pesquisada 190 idosos praticantes de atividade física, no Programa de Extensão do Grupo de Estudos da Terceira Idade (Geti). A amostra constituiuse de 100 mulheres e 23 homens, com idade média de 69±6 anos, participantes do programa Geti. O Geti é um programa permanente de extensão desenvolvido para terceira idade, voltado à prática de atividades físicas, educacionais, culturais, artísticas, de avaliação fisioterapêutica e psicológica e de intervenções. Foram utilizados como critérios de exclusão da amostra, participantes com idade inferior a 60 anos ou que integrassem outras modalidades que não representam atividade física. Na coleta de dados, utilizou-se um questionário semiestruturado para identificação da amostra, o qual foi aplicado em forma de entrevistas individuais com perguntas referentes à idade, sexo, presença de morbidades autorreferidas, atividade física que praticavam no programa e questões referentes à IU. Para definir sintomas relativos à IUE, os idosos foram interrogados quanto à perda urinária durante o espirro ou tosse. Na identificação de sintomas de IUU, a pergunta foi referente à dificuldade de chegar ao banheiro quando há desejo miccional. Foram considerados sintomas de IUM quando ambos foram citados. A presença de perdas urinárias também foi investigada, a partir de perguntas sobre o uso de protetores higiênicos para evitar incômodos com o vazamento de urina durante a prática de atividade física. Os pesquisados foram convidados a participar do estudo, após a explicação dos objetivos da pesquisa, da sua importância e aplicabilidade. Ao concordarem em participar, os idosos assinaram duas cópias do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. As entrevistas foram realizadas em espaço cedido pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), aplicadas por bolsistas e professores do Geti, devidamente treinados. Para a análise dos dados utilizou-se estatística descritiva por valores de médias, desvio padrão e frequências. RESULTADOS Na Tabela 1 são apresentadas as características da amostra quanto à idade, sexo, doenças autorreferidas e atividade física praticada. As morbidades mais prevalentes na amostra foram as doenças osteoarticulares, seguidas da hipertensão arterial, hipercolesterolemia e diabetes. E as menos prevalentes foram: doença de Parkinson, hepatite, epilepsia e insuficiência renal, todas com um único caso, conforme a Tabela 1. Também se observa que a maioria dos idosos praticava hidroginástica, seguida de natação e dança. Em relação à IU, 38 idosos entrevistados (30,8%) relataram sintomas de perdas urinárias, sendo 37 mulheres e 1 homem. Esse único idoso referiu a doença Parkinson como morbidade associada. No Gráfico 1, observa-se a classificação da IU segundo a presença de sintomas na amostra. Os sintomas da IUE foram os mais prevalentes da amostra, estes são representados pela perda urinária durante a tosse ou espirro. A dificuldade de chegar ao banheiro devido à urgência miccional foi relatada por 17 idosos incontinentes (44,2%), e a inabilidade para tal por apenas 2 (5,2%). 368
4 IncontInêncIa urinária e atividade física Gráfico 1 - Classificação da IU segundo a presença de sintomas na amostra Presença de sintomas de incontinência urinária na amostra 26,6% 23,4% Fonte: Dados da pesquisa. INCONTINÊNCIA Urinária de Esforço INCONTINÊNCIA Urinária de Urgência INCONTINÊNCIA Urinária Mista 50,0% Tabela 1 - Características da amostra: idade, sexo, doenças e atividade física praticada Características Frequência % Sexo Mulheres ,3 Homens 23 18,7 Doenças autorrelatadas Osteoarticulares 58 47,2 Hipertensão arterial 57 46,3 Hipercolesterolemia 18 14,6 Diabetes Depressão 11 8,9 Doença valvar 9 7,3 Histórico de infarto 6 4,9 Histórico de AVC 2 1,6 Parkinson 1 0,8 Hepatite 1 0,8 Epilepsia 1 0,8 Insuficiência renal 1 0,8 Atividade física Hidroginástica Natação Dança 10 8,1 Ginástica 9 7,3 Musculação 7 5,7 Caminhada 6 4,9 Yoga 6 4,9 Vôlei 1 0,8 Fonte: Dados da pesquisa. Ainda, dez (26,6%) apresentavam sintomas de IUM e outros nove (23,4%) com sintomas unicamente de IUU. Entre os idosos com sintomas de IU, observou-se que 11 (28,6%) sempre utilizavam alguma proteção como absorventes ou forrinhos para evitar incômodos com a perda de urina, e apenas 7 (18,2%) faziam uso destes durante a prática de atividade física. A perda urinária durante a atividade física foi relatada por apenas quatro (10,4%) dos pesquisados. DISCUSSÃO O presente estudo observou uma predominância do sexo feminino na amostra, podendo ser justifi cado devido aos idosos serem oriundos de um grupo de atividades físicas sistemáticas e regulares, o qual é composto em sua maioria por mulheres. Corroborando com esses achados, diversos estudos observaram que em programas supervisionados de atividade física para idosos é comum a predominância de mulheres idosas 21,22,23. Como pode ser observado, houve apenas um relato de IU masculina. Especifi camente nesse caso as perdas urinárias estavam associadas à doença de Parkinson, a qual causa alterações no mecanismo de continência urinária 24, uma vez que a IU é difi cilmente encontrada em homens sem doenças associadas 25. Por uma questão cultural, as mulheres são mais queixosas do que os homens 26. Essa constatação pode justifi car a baixa prevalência de perdas urinárias entre os mesmos, já que problemas ginecológicos fazem parte do cotidiano da mulher, enquanto que os distúrbios de cunho urológico ainda são um tabu para os homens. A realização das perguntas via entrevista e o baixo número de homens na amostra também podem explicar tal prevalência. Alguns estudos, no entanto, apontam uma probabilidade duas vezes maior de IU em mulheres com idade acima de 60 anos em relação aos homens 8, aumentando com o avanço da idade 1,10,26. Devido ao aumento da expectativa de vida da população, a mulher passa cerca de um terço da sua vida em situação de hipoestrogenismo, sofrendo suas eventuais consequências 27. O hipoestrogenismo afeta de maneira evidente o trato urinário, ocasionando alterações trófi - cas que agravam ou desencadeiam a IUE na pós-menopausa 28. Dessa forma, a diminuição da elasticidade do tecido conjuntivo, a defi ciência de estrógenos e as consequências de gestações e partos pregressos resultam em fraqueza dos músculos do assoalho pélvico, levando à perda involuntária de urina 29. Na gestação, alguns danos são ocasionados nos músculos do assoalho pélvico e, consequentemente, podem ocasionar a IU. Grau et al. 30 acompanharam 531 mulheres no decorrer de um ano após o parto e observaram que 26,8% das pesquisadas persistiram com sintomas de IUE no fi nal do período. Esses resultados fortalecem a associação entre o parto, seja normal ou cesárea, como fator de risco para a IU 31. A IU também pode estar associada a algumas doenças, como por exemplo, o diabetes mellitus que, em virtude de complicações microvasculares, pode causar danos neurovasculares ao esfíncter uretral e alterações na musculatura detrusora, tornando-se um fator de desencadeamento ou agravamento da IU 32. Tal entendimento é necessário quando se trabalha com a população ido- 369
5 Virtuoso, Balbé, Dias, Mazo sa, uma vez que a presença de diabetes é comum nessa faixa etária. O uso de diuréticos por hipertensos pode também associar-se a perda involuntária de urina 33. Neste estudo, os sintomas mais prevalentes dos idosos foram os de IUE, que juntamente com os sintomas de IUM, totalizaram aproximadamente ¾ dos idosos incontinentes com perdas urinárias durante o esforço. Apesar da IUE ser o tipo mais prevalente de IU na população em geral, observa-se que entre idosos os valores são maiores para sintomas de IUU 27. A IUU nos idosos é justificada pela presença de contrações vesicais involuntárias que ocorrem com o avanço da idade. O componente de urgência miccional característico deste tipo de IU parece ser o que tra maior impacto na vida de pacientes 34. Sanchez et al. 25 ao pesquisarem 195 casos entre homens e mulheres com mais de 65 anos com diagnóstico clínico de IU, constataram que 68% dos casos apresentavam IUU, 26% com IUE e 6% IUM. Diferentemente dos dados encontrados neste estudo, a IUE foi a mais prevalente na amostra, seguida da IUM e IUU. Tal fato pode ser justificado, pois se trabalhou com sintomas de IU e não com diagnóstico clínico. Ainda não se conhece uma relação clara entre os sintomas de perdas urinárias e a prática de atividades físicas. Alguns pesquisadores acreditam que, durante o exercício físico, o aumento da pressão intraabdominal segue-se de uma contração simultânea ou pré-contração dos músculos do assoalho pélvico 19,35. Baseado nessa premissa, a atividade física poderia prevenir ou até tratar a IU. Acredita-se, também, que pelo treinamento da musculatura abdominal durante a atividade física ocorra fortalecimento indireto dos músculos do assoalho pélvico 35. Tal explicação poderia, de alguma forma, justificar a incidência de perdas urinárias de apenas 30,8% entre os idosos do presente estudo. Contudo, algumas mulheres perdem urina durante a atividade física, mencionada por 10,4% dos participantes no presente estudo. Tal fato levou a formulação de uma segunda hipótese 19,35, em que os autores acreditam que os músculos do assoalho pélvico podem danificar-se cronicamente, devido ao aumento repetitivo da pressão intra-abdominal. Na realidade, quando se analisa a população idosa torna-se difícil identificar a gênese da IU, já que outros fatores de risco, resultantes do próprio envelhecimento, estão envolvidos. Porém, as hipóteses citadas servem para nortear uma explicação dos sintomas de IU nessa amostra de praticantes de atividade física. A questão mais relevante nesse contexto é saber se os exercícios específicos enfraquecem os músculos do assoalho pélvico e qual esporte ou atividade física representa um maior risco para IU 36. Em uma pesquisa de revisão bibliográfica, sobre a prevalência de IU em mulheres atletas, constatou-se alta prevalência e relação com o tipo de atividade praticada, visto que os esportes de alto impacto apresentam maiores consequências lesivas para o assoalho pélvico 18. Entretanto, salienta-se que vários fatores de risco podem estar associados, como a paridade, o estado menopausal e a idade. Em uma pesquisa realizada por Brown e Miller 37, as queixas de perdas urinárias durante o exercício físico foram mais incidentes entre mulheres de meia idade (48 a 53 anos), com 43,7% da amostra. Entre as idosas de 73 a 79 anos, a incidência foi de 15,9% e entre as jovens (21 a 26 anos) foi de 13,9%. Segundo o mesmo estudo, a dificuldade de adiar a micção foi a mais incidente com 56,7% das idosas. A IU afeta o convívio social, psicológico, familiar das pessoas 5, as relações sexuais 1,12,37 e contribui para o afastamento ou abandono da prática de esportes ou atividades físicas, constituindo-se numa barreira para esta prática pelos idosos 38. Dessa forma, embora a IU não cause significante morbidade ou mortalidade, pode levar, entre outras, ao sedentarismo, restringindo aos benefícios inerentes a prática de exercícios físicos 19. O uso de protetores higiênicos, mencionado por 28,6% da amostra desse estudo, também pode ser considerado uma barreira na prática de atividade física. Algumas mulheres procuram alternativas para manterem-se secas, como a utilização de forros e absorventes 39 ou a restrição hídrica 17. Observou-se no presente estudo, o predomínio da IUE (50,0%), por motivo de tosse ou espirro, seguido da IUM (26,6%) e da IUU (23,4%). Essa ordem foi diferente daquela encontrada na literatura, na qual a IUU é predominante entre a população idosa. Salienta-se, também, que um número reduzido de idosos na amostra (10,4%) relatou sintomas de perdas de urina durante a prática de atividade física. Mesmo havendo divergências quanto aos reais benefícios da atividade física ao assoalho pélvico, é de grande importância que o profissional de Educação Física conheça os sinais e sintomas da IU, com o objetivo de orientar os idosos quanto ao tratamento e prevenção. Destaca-se, ainda, a necessidade de novos estudos que comparem a presença de perdas urinárias entre idosos ativos e sedentários, a fim de verificar a influência da atividade física sobre o assoalho pélvico. Os autores deste estudo agradecem à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior (Capes) pelas bolsas de mestrado recebidas por Janeisa Franck Virtuoso, Giovane Pereira Balbé e Roges Ghidini Dias. 370
6 Incontinência urinária e atividade física REFERÊNCIAS 1. Herrera Pérez A, Arriagada Hernández J, González Espinoza C, Leppe Zamora J, Herrera Neira F. Quality of life and sexual function in postmenopausal women with urinary incontinence. Actas Urol Esp. 2008;32: World Health Organization. Active ageing: a policy framework. [acesso 14 jan 2009]. Madri, [on-line]. Disponível em: 3. Sand PK, Dmochowski R. Analysis of the standardisation of terminology of lower urinary tract dysfunction: report from the standardisation subcommittee of the International Continence Society. Neurourol Urodynam. 2002;21: Abrams P, Cardozo L, Fall M, Griffiths D, Rosier P, Ulmsten U et al. The standardisation of terminology of lower urinary tract function: report from the standardization sub-committee of The International Continence Society. Urology. 2002;61: Fontcuberta JM. Incontinencia urinaria: otra epidemia silenciosa? Aten Primaria. 2005;35(2): Reis RB, Cologna AJ, Martins ACP, Paschoalin EL, Tucci Jr S, Suaid HJ. Incontinência urinária no idoso. Acta Cirúrgica Brasileira. 2003;18: Robles JE. La incontinencia urinaria. Anales Sis San Navarra. 2006;29: Almeida FG, Nesrallah LJ, Claro JFA, Ortiz V, Srougi V. Incontinência urinária. Ver Bras Med. 2006;63: Carneiro KS. Prevalência e fatores de risco associados à incontinência urinária em mulheres acima de 15 anos, em comunidade no Brasil. [doutorado] São Paulo (SP): Departamento de Ciências da Saúde da UFSP; González RS, Cordero OR, Nicolás MAD, Fernández RM, Blázquez MAH. The prevalence of urinary incontinence in a population over 60 treated in primary care. Atencion primaria/sociedad Espanola de Medicina de Familia y Comunitaria. 1999;24: Cerdá JLR, Gúzman SA, Villa MT, Fadrique GG, Solchaga GM, Cruz JFJ. Analysis of the Spanish urologists adherence to the recomendations of the guidelines on diagnostic and treatment of urinary incontinence. Actas Urologicas Españolas. 2007;31: Prieto LMG, Nellen-Hummel H, Hamui-Sutton A, Halabe-Cherem J. Incontinencia urinaria en el adulto mayor. Rev Med Inst Mex Seguro Soc. 2007;45(5): Ces JA, Lago IJ, Liceras J. Menopausia e incontinencia urinaria femenina: acerca del posible efecto de la terapia hormonal sustitutiva. Clin Invest Gin Obst. 2007;34: Araujo MP, Oliveira E, Queiroz GC, Pimentel SHCO, Takano CC, Sartori MGF et al. Impacto do estudo urodinâmico em mulheres com incontinência urinária. Rev Assoc Med Bras. 2007;53: Higa R, Lopes MHBM, Reis MJ. Fatores de risco para incontinência urinária na mulher. Rev Esc Enferm USP. 2008;42: Silva APM, Santos VLCG. Prevalência da incontinência urinária em adultos e idosos hospitalizados. Rev Esc Enferm USP. 2005;39: Caetano AS, Tavares MCGCF, Lopes MHBM. Incontinência urinária e a prática de atividades físicas. Rev Bras Med Esporte. 2007;13: Guerra MC. La incontinencia urinaria en la mujer deportista de élite. Rev Iberoam Fisioter Kinesol. 2006;9: Bo K. Urinary Incontinence, Pelvic Floor Dysfunction, Exercise and Sport. Sports Med 2004; 34 (7): Grimes AD, Schulz KF. An overview of clinical research: the lay of the land. The Lancet. 2002;359: Faria Júnior AG. Idosos em movimento: mantendo a autonomia: população e expectativas. In: Marques AT, Gaya A, Constantino JM. (Eds.). Physical activity and health in the elderly. Porto: University of Porto; p Teixeira MB. Empoderamento de idosos em grupos direcionados à promoção da saúde. [dissertação]. Rio de Janeiro: Escola Nacional de Saúde Pública da FIOCRUZ; Andreotti MC, Okuma SS. Perfil sócio-demográfico e de adesão inicial de idosos integrantes em um programa de educação física. Ver Paul Educ Fís. 2003;17: Guccione AA. Fisioterapia geriátrica. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; Sanchez JS, Virseda M, Verdejo C, Gil P, Cruz A, Prieto L et al. Urinary incontinence in the elderly: clinical and urodynamic review of 195 cases [abstract - on line]. Disponível na Internet via paper/ /salinas-s%c3%a1nchez-1991-urinary-incontinencein-the-elderly-clinical-and-urodynamic-review-of-195-cases. Acesso em: 01 de maio de Neri AL. Idosos no Brasil: vivências, desafios e expectativas na terceira idade. São Paulo: Fundação Perseu Abramo; Sartori JP, Kawakami FT, Sartori MGF, Girão MJBC, Baracat EC, Lima GR. Distúrbios urinários no climatério: avaliação clínica e urodinâmica. Rev Bras Ginecol Obstet. 1999;21: Leon MIWH. A eficácia de um programa cinesioterapêutico para mulheres idosas com incontinência urinária. Fisioterapia Brasil. 2001;2: Pickles B. Fisioterapia na terceira idade. São Paulo: Santos; Grau J, Pons ME, Arnau A, Estopina N, Roura P. Incontinencia urinaria a los 2 meses posparto. Persistencia de los sintomas a los 6 y 12 meses. Prog Obstet Ginecol. 2008;51: Higa R, Lopes MHBM. Fatores associados com a incontinência urinária na mulher. Rev Bras Enferm. 2005;58: Viktrup L, Yalcin I. Duloxetine treatment of stress urinary incontinence in women: effects of demographics, obesity, chronic lung disease, hypoestrogenism, diabetes mellitus, and depression on efficacy. Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol. 2007;133: Gammack JK. Urinary incontinence in the frail elder. Clin Geriatr Med. 2004;20: Coyne KS, Zhou Z, Thompson C, Versi E. The impact on health-related quality of life of stress, urge and mixed urinary incontinence. BJU Int. 2003;92: Kikuchi A, Niu K, Ikeda Y, Hozawa A, Nakagawa H, Guo H et al. Association between physical activity and urinary incontinence in a community-based elderly population aged 70 years and over. Eur Urol. 2007;52: Moreno AL. Fisioterapia em uroginecologia. São Paulo: Manole; Brown WJ, Miller YD. Too wet to exercise? Leaking urine as a barrier to physical activity in women. J Sci Med Sport. 2001;4: Auge AP, Zucchi CM, Costa FMP, Nunes K, Cunha LPM, Silva PVF et al. Comparações entre os índices de qualidade de vida em mulheres com incontinência urinaria submetidas ou não ao tratamento cirúrgico. Rev Bras Ginecol Obstet. 2006;28: Lopes MHBM, Higa R. Restrições causadas pela incontinência urinária à vida da mulher. Rev Esc Enferm USP. 2006;40: Recebido: 29/03/09 - Aceito: 01/07/09 371
Incontinência urinária: o estudo urodinâmicoé indispensável?
Mariana Olival da Cunha [email protected] Incontinência urinária: o estudo urodinâmicoé indispensável? Mariana Olival da Cunha (R2) Orientadora: Dra. Rebecca Sotelo Definições* IU: perda involuntária
PREVALÊNCIA DE INCONTINÊNCIA URINÁRIA EM MULHERES NO PERÍODO DO CLIMATÉRIO 1
PREVALÊNCIA DE INCONTINÊNCIA URINÁRIA EM MULHERES NO PERÍODO DO CLIMATÉRIO 1 Thaís Lorenzen De Mélo 2, Marília Martins 3, Evelise Moraes Berlezi 4, Daniela Zeni Dreher 5. 1 Trabalho vinculado a pesquisa
SÍNDROMES GERIÁTRICAS: PREVALÊNCIA DE FRAGILIDADE E IMOBILISMO EM UMA INSTITUIÇÃO DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS
SÍNDROMES GERIÁTRICAS: PREVALÊNCIA DE FRAGILIDADE E IMOBILISMO EM UMA INSTITUIÇÃO DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS Fernanda Diniz de Sá (UFRN) [email protected] Vanessa Mayra INTRODUÇÃO Um dos maiores
FISIOTERAPIA APLICADA A INCONTINÊNCIA URINÁRIA FEMININA
FISIOTERAPIA APLICADA A INCONTINÊNCIA URINÁRIA FEMININA Fisioterapiaemcuritiba.com Resumo A incontinência urinária (IU) consiste em um problema de saúde pública comum entre as mulheres em qualquer período
A AIDS NA TERCEIRA IDADE: O CONHECIMENTO DOS IDOSOS DE UMA CASA DE APOIO NO INTERIOR DE MATO GROSSO
A AIDS NA TERCEIRA IDADE: O CONHECIMENTO DOS IDOSOS DE UMA CASA DE APOIO NO INTERIOR DE MATO GROSSO SATO, Camila Massae 1 Palavras-chave: Idoso, AIDS, conhecimento Introdução A população idosa brasileira
DISTÚRBIOS URINÁRIOS DO CLIMATÉRIO : Bethania Rodrigues Maia Orientadora : Ana Luisa
DISTÚRBIOS URINÁRIOS DO CLIMATÉRIO : Avaliação clínica e urodinâmica Bethania Rodrigues Maia Orientadora : Ana Luisa INTRODUÇÃO CLIMATÉRIO : Fase da vida da mulher na qual ocorre a transição do período
ANÁLISE DAS CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS DE PACIENTES DIABÉTICOS PARA PREVENÇÃO DE COMPLICAÇÕES
ANÁLISE DAS CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS DE PACIENTES DIABÉTICOS PARA PREVENÇÃO DE COMPLICAÇÕES Carolina Gomes de Sá (ICV-UNICENTRO), Daniele Karine Ruthes (ICV- UNICENTRO), Thiago da Silva Lemos (ICV-UNICENTRO),
INDICADORES SOCIAIS E CLÍNICOS DE IDOSOS EM TRATAMENTO HEMODIALÍTICO
INDICADORES SOCIAIS E CLÍNICOS DE IDOSOS EM TRATAMENTO HEMODIALÍTICO Rosângela Alves Almeida Bastos - Universidade Federal da Paraíba- email: [email protected] Maria das Graças Melo Fernandes
CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: FISIOTERAPIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI
TÍTULO: REAVALIAÇÃO DOS RESULTADOS APÓS UM ANO DO TÉRMINO DO PROTOCOLO DE FISIOTERAPIA PÉLVICA EM MULHERES COM INCONTINÊNCIA URINÁRIA DE ESFORÇO E INCONTINÊNCIA URINÁRIA MISTA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA:
TÍTULO: REABILITAÇÃO DO TRATO URINÁRIO INFERIOR PÓS PROSTATECTOMIA: PROMOVENDO A CONTINÊNCIA URINARIA.
TÍTULO: REABILITAÇÃO DO TRATO URINÁRIO INFERIOR PÓS PROSTATECTOMIA: PROMOVENDO A CONTINÊNCIA URINARIA. CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE
Universidade Estadual do Centro-Oeste/Centro de Ciências da Saúde - Departamento de Enfermagem - Guarapuava PR
PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DE IDOSOS INTERNADOS NA CLINICA MÉDICA E CLÍNICA CIRÚRGICA EM UM HOSPITAL DE GUARAPUAVA PARANÁ Michele Teixeira (CVI-UNICENTRO), Evani Marques Pereira (UNICENTRO), Evani Marques Pereira
PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS PACIENTES CADASTRADOS NO SISTEMA HIPERDIA DO MUNICÍPIO DE SANTA MARIA, RS
PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS PACIENTES CADASTRADOS NO SISTEMA HIPERDIA DO MUNICÍPIO DE SANTA MARIA, RS Michele Muller 1 Gabriele Bester Hermes 2 Liziane Maahs Flores 3 1 Apresentadora, Acadêmica do Curso
O IMPACTO DA DOR CRÔNICA NA VIDA DAS PESSOAS QUE ENVELHECEM
O IMPACTO DA DOR CRÔNICA NA VIDA DAS PESSOAS QUE ENVELHECEM Eliane de Sousa Leite. Universidade Federal de Campina Grande/UFCG. Email: [email protected]. Jéssica Barreto Pereira. Universidade
Avaliação antropométrica de idosas participantes de grupos de atividades físicas para a terceira idade.
10mo Congreso Argentino de Educación Física y Ciencias. Universidad Nacional de La Plata. Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación. Departamento de Educación Física, La Plata, 2013. Avaliação
Comorbidade entre depressão e doenças clínicas em um ambulatório de geriatria.
Artigo Técnico Saúde Total Novembro / 2007 Comorbidade entre depressão e doenças clínicas em um ambulatório de geriatria. O envelhecimento populacional fará com que os médicos e profissionais de saúde,
AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE DE EXERCÍCIO DE IDOSOS COM LOMBALGIA E SUA INTERFERÊNCIA NA QUALIDADE DE VIDA
1 AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE DE EXERCÍCIO DE IDOSOS COM LOMBALGIA E SUA INTERFERÊNCIA NA QUALIDADE DE VIDA FEITOSA P. O. ; FELIPE D. M. Resumo: Entre os declínios fisiológicos relacionados ao envelhecimento
MULHERES NO CLIMATÉRIO: FATORES RELACIONADOS AO SOBREPESO/OBESIDADE
MULHERES NO CLIMATÉRIO: FATORES RELACIONADOS AO SOBREPESO/OBESIDADE Maria do Carmo A. Duarte de Farias (E-mail: [email protected]) 1 Renan Alves Silva 1 Raimunda Andrade Duarte 2 Rosimery Cruz de
INCIDÊNCIA DA PERDA URINÁRIA EM MULHERES NO CLIMATÉRIO. Palavras- Chaves: Incontinência Urinária. Mulheres. Climatério.
INCIDÊNCIA DA PERDA URINÁRIA EM MULHERES NO CLIMATÉRIO Daiane Frigo 1 Carla Stefanello Zanon 2 RESUMO: Pode-se definir a incontinência urinária de várias maneiras. A mais simples a define como o comprometimento
AIDS e envelhecimento: repercussões na saúde pública
AIDS e envelhecimento: repercussões na saúde pública Por Guilherme Wendt, Equipe SIS.Saúde INTRODUÇÃO Devido aos avanços técnico-científicos observados no mundo, consequentes transformações foram percebidas,
Tensão Arterial e Obesidade na comunidade assídua do mercado municipal de Portalegre
Tensão Arterial e Obesidade na comunidade assídua do mercado municipal de Portalegre Blood Pressure and Obesity in the adult population who goes to the municipal market in Portalegre Andreia Costa António
Mostra de Projetos 2011 RISCO DE QUEDAS EM IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS NO MUNICÍPIO DE LONDRINA/PR 2011
Mostra de Projetos 2011 RISCO DE QUEDAS EM IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS NO MUNICÍPIO DE LONDRINA/PR 2011 Mostra Local de: Londrina. Categoria do projeto Projetos em implantação, com resultados parciais.
A IMPORTÂNCIA DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NO PERÍODO DO CLIMATÉRIO 1
A IMPORTÂNCIA DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NO PERÍODO DO CLIMATÉRIO 1 Angélica Aparecida De Almeida 2, Ligia Beatriz Bento Franz 3, Mabili Tresel Freitas 4, Vanessa Huber Idalêncio 5. 1 Pesquisa Institucional
ANÁLISE DO CARÁTER E CÂNCER: UMA LEITURA DO HOMEM CONTEMPORÂNEO
1 ANÁLISE DO CARÁTER E CÂNCER: UMA LEITURA DO HOMEM CONTEMPORÂNEO Angela Naccarato Jose Henrique Volpi RESUMO Anualmente as estimativas apontam para um aumento do número de pacientes vítimas de câncer,
ANÁLISE DOS INDICADORES DE ASSISTÊNCIA AO PACIENTE CIRÚRGICO
ANÁLISE DOS INDICADORES DE ASSISTÊNCIA AO PACIENTE CIRÚRGICO Thatianny Tanferri de Brito PARANAGUÁ; Ana Lúcia Queiroz BEZERRA. Faculdade de Enfermagem Universidade Federal de Goiás [email protected];
SAÍDA DO MERCADO DE TRABALHO: QUAL É A IDADE?
SAÍDA DO MERCADO DE TRABALHO: QUAL É A IDADE? Ana Amélia Camarano* Solange Kanso** Daniele Fernandes** 1 INTRODUÇÃO Assume-se que idade avançada e invalidez resultam em perda da capacidade laboral, o que
EFEITOS DA PARTICIPAÇÃO NO PROGRAMA MENTE ATIVA NO EQUILÍBRIO E COGNIÇÃO DE PARTICIPANTE COM DOENÇA DE ALZHEIMER
EFEITOS DA PARTICIPAÇÃO NO PROGRAMA MENTE ATIVA NO EQUILÍBRIO E COGNIÇÃO DE PARTICIPANTE COM DOENÇA DE ALZHEIMER EFFECTS OF PARTICIPATION IN THE PROGRAM " MENTE ATIVO" IN BALANCE AND COGNITIVE FUNCTION
ATIVIDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA 3º E.M.
Nome: n.º Barueri, / / 2009 1ª Postagem Disciplina: Educação Física 3ª série E.M ATIVIDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA 3º E.M. Orientações para desenvolvimento da atividade: Esse será um texto a ser utilizado no
ANÁLISE DE ASPECTOS NUTRICIONAIS EM IDOSOS ADMITIDOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA
ANÁLISE DE ASPECTOS NUTRICIONAIS EM IDOSOS ADMITIDOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA Belarmino Santos de Sousa Júnior¹ ; Fernando Hiago da Silva Duarte²; Ana Elza da Silva Mendonça³ ¹ Acadêmico de Enfermagem
PRIMEIRA FRATURA. FAÇA COM que A SUA SEJA A SUA ÚLTIMA. www.spodom.org. www.iofbonehealth.org
FAÇA COM que A SUA PRIMEIRA FRATURA SEJA A SUA ÚLTIMA www.iofbonehealth.org Sociedade Portuguesa de Osteoporose e Doenças Ósseas Metabólicas www.spodom.org O QUE É A OSTEOPOROSE? A osteoporose é uma doença
Mercado de Trabalho. O idoso brasileiro no. NOTA TÉCNICA Ana Amélia Camarano* 1- Introdução
NOTA TÉCNICA Ana Amélia Camarano* O idoso brasileiro no Mercado de Trabalho 30 1- Introdução A análise da participação do idoso nas atividades econômicas tem um caráter diferente das análises tradicionais
CONSUMO DE ÁLCOOL E TABACO ENTRE ESTUDANTES DE ODONTOLOGIA E FISIOTERAPIA DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR
25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 CONSUMO DE ÁLCOOL E TABACO ENTRE ESTUDANTES DE ODONTOLOGIA E FISIOTERAPIA DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR Pedro Henrique Marques Andreo 1 ; Thyemi
FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO PRÁTICAS DE EXERCÍCIOS FÍSICOS NO LAGO JABOTI
FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO PRÁTICAS DE EXERCÍCIOS FÍSICOS NO LAGO JABOTI COELHO, J.C; FONTOURA, R.S; PEREIRA, C.A; DOBICZ, A.F; TORRES, A.A.S. Resumo O presente estudo tende em verificar as principais causas
A PRÁTICA DA TERAPIA OCUPACIONAL NA ESTIMULAÇÃO COGNITIVA DE IDOSOS QUE FREQUENTAM CENTRO DE CONVIVÊNCIA.
A PRÁTICA DA TERAPIA OCUPACIONAL NA ESTIMULAÇÃO COGNITIVA DE IDOSOS QUE FREQUENTAM CENTRO DE CONVIVÊNCIA. MEDEIROS 1, Halessandra; MORAES 2, Berla; PEDROSA 3, Mayra; RIBEIRO 4, Lys. RESUMO Este estudo
CONSIDERAÇÕES DA COORDENAÇÃO DE UM CURSO DE UMA UNIVERSIDADE SOBRE EVASÃO ESCOLAR NO ENSINO SUPERIOR
25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 CONSIDERAÇÕES DA COORDENAÇÃO DE UM CURSO DE UMA UNIVERSIDADE SOBRE EVASÃO ESCOLAR NO ENSINO SUPERIOR Luciana Paula Vieira de Castro 1 ; Fernanda Aparecida
Prolapso dos Órgãos Pélvicos
Prolapso dos Órgãos Pélvicos Autor: Bercina Candoso, Dra., Ginecologista, Maternidade Júlio Dinis Porto Actualizado em: Julho de 2010 No prolapso dos órgãos pélvicos, a vagina e os órgãos adjacentes, uretra,
COMUNICAÇÃO TERAPÊUTICA ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE IDOSO EM PÓS-OPERATÓRIO
COMUNICAÇÃO TERAPÊUTICA ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE IDOSO EM PÓS-OPERATÓRIO Kaisy Pereira Martins - UFPB [email protected] Kátia Neyla de Freitas Macêdo Costa UFPB [email protected] Tatiana Ferreira
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA REABILITAÇÃO PROCESSO SELETIVO 2013 Nome: PARTE 1 BIOESTATÍSTICA, BIOÉTICA E METODOLOGIA
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA REABILITAÇÃO PROCESSO SELETIVO 2013 Nome: PARTE 1 BIOESTATÍSTICA, BIOÉTICA E METODOLOGIA 1) Um histograma construído a partir de informações amostrais de uma variável
COMUNICAÇÃO ENTRE ENFERMEIROS E IDOSOS SUBMETIDOS À PROSTATECTOMIA
COMUNICAÇÃO ENTRE ENFERMEIROS E IDOSOS SUBMETIDOS À PROSTATECTOMIA Kamila Nethielly Souza Leite (UFPB), e-mail: [email protected] Joana D arc Lyra Batista (UEPB), e-mail: [email protected] Tatiana
PERFIL DE IDOSOS USUÁRIOS DE ÁLCOOL ACOMPANHADOS EM UMA UNIDADE DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA
PERFIL DE IDOSOS USUÁRIOS DE ÁLCOOL ACOMPANHADOS EM UMA UNIDADE DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA Iluska Pinto da Costa Universidade Federal de Campina Grande; email: [email protected] Janaíne Chiara
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA PROMOÇÃO DO AUTOCUIDADO DO IDOSO COM DIABETES MELLITUS TIPO 2
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA PROMOÇÃO DO AUTOCUIDADO DO IDOSO COM DIABETES MELLITUS TIPO 2 Elinalva Maria da Silva [email protected] Jéssyca da Silva Martins Universidade Estadual da Paraíba/UEPB
ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA:
13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA
Nathallia Maria Cotta e Oliveira 1, Larissa Marques Bittencourt 1, Vânia Mayumi Nakajima 2
105 CARACTERIZAÇÃO DOS PACIENTES ATENDIDOS NO SETOR DE NUTRIÇÃO DA UNICLÍNICA, DA FACULDADE DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE - UNIVIÇOSA, LOCALIZADA NO MUNICÍPIO DE VIÇOSA, MG Nathallia Maria Cotta e
PERFIL DE IDOSOS COM ALTERAÇÕES PODAIS ATENDIDOS EM UM AMBULATÓRIO DE GERIATRIA
PERFIL DE IDOSOS COM ALTERAÇÕES PODAIS ATENDIDOS EM UM AMBULATÓRIO DE GERIATRIA INTRODUÇÃO Saemmy Grasiely Estrela de Albuquerque 1 Mayara Muniz Dias Rodrigues 2 Maria das Graças Melo Fernandes 3 Fabiana
Incontinência Urinária
Incontinência Urinária Marco Antonio Arap 1 Cristiano Mendes Gomes 1 Epidemiologia e Quadro Clínico Incontinência urinária é a perda involuntária de urina pelo meato uretral, caracterizando um sintoma
AVALIAÇÃO DO PRIMEIRO ANO DE IMPLANTAÇÃO DA TRIAGEM AUDITIVA NEONATAL NO HULW-UFPB
AVALIAÇÃO DO PRIMEIRO ANO DE IMPLANTAÇÃO DA TRIAGEM AUDITIVA NEONATAL NO HULW-UFPB ANTAS 1, Letícia CARNEIRO 2, Cláudia CAVALVANTI 3, Hannalice LIMA 4, Adriça MALHEIROS 5, Maria Centro de Ciências da Saúde
Qualidade de vida de mulheres com incontinência urinária
SMAD, Rev. Eletrônica Saúde Mental Álcool Drog. (Ed. port.) 7(2):63-70 maio-ago. 2011 Artigo Original Qualidade de vida de mulheres com incontinência urinária Alana Fernandes Pedro 1 ; Juliana Ribeiro
A RELEVÂNCIA DAS ATIVIDADES DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE DO PROJETO DE EXTENSÃO AÇÕES DE PREVENÇÃO E DE RESOLUÇÃO DA CÁRIE E DO TRAUMATISMO DENTÁRIO
A RELEVÂNCIA DAS ATIVIDADES DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE DO PROJETO DE EXTENSÃO AÇÕES DE PREVENÇÃO E DE RESOLUÇÃO DA CÁRIE E DO TRAUMATISMO DENTÁRIO BEZERRA *, Louise Morais Dornelas LEITE*, Maria Luísa de Alencar
HANSENÍASE EM IDOSOS NO BRASIL NO ANO DE 2012
HANSENÍASE EM IDOSOS NO BRASIL NO ANO DE 2012 Ana Elisa P. Chaves (1), Kleane Maria F. Araújo (2) Maria Luísa A. Nunes (3),Thainá Vieira Chaves (4), Lucas Chaves Araújo (5) 1 Docente Saúde Coletiva-UFCG
Elaborado por Eduardo Rebouças Carvalho Hermano Alexandre Lima Rocha DISTRIBUIÇÃO NORMAL
Faculdade de Medicina Universidade Federal do Ceará Elaborado por Eduardo Rebouças Carvalho Hermano Alexandre Lima Rocha DISTRIBUIÇÃO NORMAL - Uma curva de distribuição pode descrever a forma da distribuição
CONCEITO DE SAÚDE: VISÃO DE ALUNOS DO 4º CICLO DO ENSINO FUNDAMENTAL
CONCEITO DE SAÚDE: VISÃO DE ALUNOS DO 4º CICLO DO ENSINO FUNDAMENTAL BRANDÃO, Drausio Portela 1 ; SCHNEIDER, Camila 1 ; ROSA, Leandro Cesar Salbego 1 ; KRUG, Marília de Rosso 2. Palavras-Chaves: Saúde.
CORRELAÇÃO ENTRE CONSUMIDORES DE DROGAS LICITAS E ILICITAS EM UM CAPS II
929 CORRELAÇÃO ENTRE CONSUMIDORES DE DROGAS LICITAS E ILICITAS EM UM CAPS II Ana Paula Fernandes de Lima Demarcina Weinheimer Jussara Terres Larissa Medeiros Tarlise Jardim Vanessa Campos Camila Jacques
COMO AS CRIANÇAS ENFRENTAM SUAS ALTERAÇÕES DE FALA OU FLUÊNCIA?
COMO AS CRIANÇAS ENFRENTAM SUAS ALTERAÇÕES DE FALA OU FLUÊNCIA? Autores: ANA BÁRBARA DA CONCEIÇÃO SANTOS, AYSLAN MELO DE OLIVEIRA, SUSANA DE CARVALHO, INTRODUÇÃO No decorrer do desenvolvimento infantil,
BAILANDO NA TERCEIRA IDADE: RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE A DANÇA EM UMA ASSOCIAÇÃO DE IDOSOS DE GOIÂNIA/GO
BAILANDO NA TERCEIRA IDADE: RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE A DANÇA EM UMA ASSOCIAÇÃO DE IDOSOS DE GOIÂNIA/GO Palavras-chave: Idoso, práticas corporais, dança, saúde. INTRODUÇÃO Este relato foi fruto de uma
PERFIL DE CUIDADORES DOMICILIARES E DE IDOSOS ASSISTIDOS NA ATENÇÃO BÁSICA DO MUNICÍPIO DE FOZ DO IGUAÇU- PR
25 a 28 de Outubro de 21 ISBN 978-85-8084-5-1 PERFIL DE CUIDADORES DOMICILIARES E DE IDOSOS ASSISTIDOS NA ATENÇÃO BÁSICA DO MUNICÍPIO DE FOZ DO IGUAÇU- PR Ângela Caroline Fachinello 1, Marieta Fernandes
DOENÇAS VIRAIS: UM DIÁLOGO SOBRE A AIDS NO PROEJA
DOENÇAS VIRAIS: UM DIÁLOGO SOBRE A AIDS NO PROEJA Graciane Marchezan do Nascimento Lopes Instituto Federal Farroupilha Câmpus Alegrete Introdução Há um grande número de doenças transmissíveis que causam
Modos de vida no município de Paraty - Ponta Negra
Modos de vida no município de Paraty - Ponta Negra Resultados gerais Dezembro 2010 Projeto Community-based resource management and food security in coastal Brazil (Universidade Estadual de Campinas/UNICAMP)
Curso de Especialização em Saúde da Pessoa Idosa. Os objetivos dessa unidade são:
Curso de Especialização em Saúde da Pessoa Idosa Módulo Unidade 01 Tópico 01 Avaliação Global da Pessoa Idosa na Atenção Básica A identificação de Risco Introdução Os objetivos dessa unidade são: Identificar
CLASSIFICAÇÃO DOS DISTÚRBIOS TIREOIDIANOS EM USUÁRIOS DE UM LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS
CLASSIFICAÇÃO DOS DISTÚRBIOS TIREOIDIANOS EM USUÁRIOS DE UM LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS Kamila Karoliny Ramos de Lima 1, Josimar dos Santos Medeiros 2. Resumo Entre as principais doenças de evolução
Mudanças demográficas e saúde no Brasil Dados disponíveis em 2008
Mudanças demográficas e saúde no Brasil Dados disponíveis em 2008 José Cechin Superintendente Executivo Carina Martins Francine Leite Nos últimos meses, vários relatórios publicados por diferentes instituições
ESTADO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS DE 0 A 10 ANOS COM CÂNCER ASSISTIDAS EM UM HOSPITAL FILANTRÓPICO
1 -Acadêmica do 8º semestre do Curso de Enfermagem da Universidade Federal do Piauí/CSHNB UFPI/Picos/PI. Bolsista ICV/UFPI. Membro do Grupo de Pesquisa em Saúde Coletiva/CSHNB/CNPq. ESTADO NUTRICIONAL
Profa. Dra. Maria Aparecida da Silva CEFET-MG
Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) Profa. Dra. Maria Aparecida da Silva CEFET-MG Por que existe o ENADE? Qual é o discurso oficial? Além do desenvolvimento de competências técnico-profissionais,
QUEIXAS E SINTOMAS VOCAIS PRÉ FONOTERAPIA EM GRUPO
QUEIXAS E SINTOMAS VOCAIS PRÉ FONOTERAPIA EM GRUPO [ALMEIDA, Anna Alice Figueirêdo de; SILVA, Priscila Oliveira Costa; FERNANDES, Luana Ramos; SOUTO, Moama Araújo; LIMA-SILVA, Maria Fabiana Bonfim] Centro
A RELAÇÃO ENTRE ALTERAÇÕES DE EQUILÍBRIO E A QUALIDADE DE VIDA EM IDOSOS
A RELAÇÃO ENTRE ALTERAÇÕES DE EQUILÍBRIO E A QUALIDADE DE VIDA EM IDOSOS Autor José André Ramos Gouveia; Orientadora: Isabella Dantas da Silva; Co-autores: Lorena Maria Brito Neves Pereira; Gabriela Brasileiro
LESÕES MUSCULOESQUELÉTICAS NO FUTEBOL JUVENIL
LESÕES MUSCULOESQUELÉTICAS NO FUTEBOL JUVENIL Janair Honorato Alves ([email protected]) UNIFAN Mosiah Araújo Silva ([email protected]) CAMBURY PALAVRAS-CHAVE: Lesões musculoesqueléticas; Futebol
Teste seus conhecimentos: Caça-Palavras
Teste seus conhecimentos: Caça-Palavras Batizada pelos médicos de diabetes mellitus, a doença ocorre quando há um aumento do açúcar no sangue. Dependendo dos motivos desse disparo, pode ser de dois tipos.
INTERNAÇÕES POR CONDIÇÕES SENSÍVEIS A ATENÇÃO PRIMÁRIA EM DOIS SERVIÇOS DE SAÚDE PÚBLICA DE MARINGÁ-PR
INTERNAÇÕES POR CONDIÇÕES SENSÍVEIS A ATENÇÃO PRIMÁRIA EM DOIS SERVIÇOS DE SAÚDE PÚBLICA DE MARINGÁ-PR Vitor Key Assada 1 ; Kristoffer Andreas Wendel Ribas 2 ; Willian Augusto de Melo 3 RESUMO: Condições
SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE
SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE Adriele Albertina da Silva Universidade Federal de Pernambuco, [email protected] Nathali Gomes
Atividade física. Sexo Capital Total n % IC 95%
Atividade física Resultados De acordo com o nível de atividade física verificada no total da amostra, o percentual de indivíduos classificados como insuficientemente ativos foi maior em João Pessoa (55,1%)
PROGRAMA DE PREVENÇÃO E REABILITAÇÃO CARDIORRESPIRATÓRIA (PROCOR)
PROGRAMA DE PREVENÇÃO E REABILITAÇÃO CARDIORRESPIRATÓRIA (PROCOR) Priscila Bendo Acadêmica do Curso de Educação Física da UFSC Luiza Borges Gentil Acadêmica do Curso de Medicina da UFSC José Henrique Ramos
PERCEPÇÃO DA INSATISFAÇÃO COM A IMAGEM CORPORAL E AUTOESTIMA DE IDOSAS DE UM PROGRAMA DE PROMOÇÃO À SAÚDE
PERCEPÇÃO DA INSATISFAÇÃO COM A IMAGEM CORPORAL E AUTOESTIMA DE IDOSAS DE UM PROGRAMA DE PROMOÇÃO À SAÚDE Jarlson Carneiro Amorim da Silva¹, Luciano Meireles de Pontes² ¹Programa Associado de Pós-graduação
O USO DE MEDICAÇÃO ANTI-HIPERTENSIVA NA GESTAÇÃO
O USO DE MEDICAÇÃO ANTI-HIPERTENSIVA NA GESTAÇÃO LUSTOSA, L. S 1 ; MOREIRA, A. S 2 ; ABRANTES, M 3 ; FALCÃO, K. P. M 4 1 Bacharelando em Fisioterapia, Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, PB,
ESTUDO DA PREVALÊNCIA DO CÂNCER BUCAL NO HC DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA, ATRAVÉS DO CID 10
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA 4ª Semana do Servidor e 5ª Semana Acadêmica 2008 UFU 30 anos ESTUDO DA PREVALÊNCIA DO CÂNCER BUCAL NO HC DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA, ATRAVÉS DO CID 10 Leana
Palavras-chave: Educação Especial; Educação Escolar Indígena; Censo Escolar
INTERFACE DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NA EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA: ALGUMAS REFLEXÕES A PARTIR DO CENSO ESCOLAR SÁ, Michele Aparecida de¹ ¹Doutoranda em Educação Especial - UFSCar CIA, Fabiana² ²Professora Adjunta
COMPLICAÇÕES DECORRENTES DA DIABETES: RELATO DE CASO
COMPLICAÇÕES DECORRENTES DA DIABETES: RELATO DE CASO Adelita Iatskiu (UNICENTRO), Amanda Constantini (UNICENTRO), Carolina G. de Sá (UNICENTRO), Caroline M. Roth ((UNICENTRO), Cíntia C. S. Martignago (UNICENTRO),
CORRELAÇÕES ENTRE AS CONDIÇÕES DE NASCIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DE BEBÊS NOS DOIS PRIMEIROS MESES DE VIDA RESUMO
CORRELAÇÕES ENTRE AS CONDIÇÕES DE NASCIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DE BEBÊS NOS DOIS PRIMEIROS MESES DE VIDA Taís Chiodelli¹; Veronica Aparecida Pereira 2 ; Olga Maria Piazentin Rolim Rodrigues 3, Carla
PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO. ANEXO I. PROJETO DE ( ) CURTA DURAÇÃO (x) LONGA DURAÇÃO
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO ANEXO I. PROJETO DE ( ) CURTA DURAÇÃO (x) LONGA DURAÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO
OFICINA DE SAÚDE PARA IDOSOS DO GRUPO REVIVENDO A VIDA
OFICINA DE SAÚDE PARA IDOSOS DO GRUPO REVIVENDO A VIDA Autor 1: Elza Maria Santos da Silveira Titulação:Fisioterapeuta Instituição: UniRitter Endereço eletrônico: [email protected] Autor 2: Denise Costa
A prática de exercício físico pode ser utilizada como meio de tratamento da hipertensão arterial?
A prática de exercício físico pode ser utilizada como meio de tratamento da hipertensão arterial? Enéas Van Der Maas do Bem Filho 1 Resumo As doenças cardiovasculares são as principais causas de morte
PROJETO. Saúde, um direito Cívico
PROJETO Saúde, um direito Cívico Projeto Mexa-se - Ano de 2014-2015 Página 1 " A manutenção da saúde assenta no contrariar a tendência para a redução de exercício. Não existe nenhuma forma de substituir
Módulo 9 A Avaliação de Desempenho faz parte do subsistema de aplicação de recursos humanos.
Módulo 9 A Avaliação de Desempenho faz parte do subsistema de aplicação de recursos humanos. 9.1 Explicações iniciais A avaliação é algo que faz parte de nossas vidas, mesmo antes de nascermos, se não
Alfredo Rosas de Lima Júnior ¹; Kátia Ramalho Bento Souza¹; Siomara Esther Vieira de Lucena¹; Ana Carolina Bezerra ¹; Wescley Alisson Gomes Farias²
A ATIVIDADE FÍSICA HABITUAL COM A APLICABILIDADE METODOLÓGICA DA GINÁSTICA LABORAL: COMO ELEMENTO DE CONTRIBUIÇÕES PARA A SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA DOS ALUNOS DA UNIVERSIDADE ABERTA A MATURIDADE UAMA LAGOA
PERFIL DOS PACIENTES PORTADORES DA OSTEOPOROSE ATENDIDOS PELO COMPONENTE ESPECIALIZADO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA
PERFIL DOS PACIENTES PORTADORES DA OSTEOPOROSE ATENDIDOS PELO COMPONENTE ESPECIALIZADO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA Raquel Lino de Menezes 8, Francielda Geremias da Costa Luz¹, Maycon Allison Horácio de
Pesquisa revela que um em cada 11 adultos no mundo tem diabetes
Pesquisa revela que um em cada 11 adultos no mundo tem diabetes O Dia Mundial da Saúde é celebrado todo 7 de abril, e neste ano, o tema escolhido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para conscientização
DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM EM MATEMÁTICA NO ENSINO FUNDAMENTAL II DA ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL VIDAL DE NEGREIROS CUITÉ/PB
DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM EM MATEMÁTICA NO ENSINO FUNDAMENTAL II DA ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL VIDAL DE NEGREIROS CUITÉ/PB Fabíola da Cruz Martins UFCG [email protected] 1 ; Renato Cristiano
UMA REVISÃO SISTEMÁTICA: O PROFISSIONAL DE SAÚDE E SEU OLHAR SOBRE O IDOSO E A AIDS
UMA REVISÃO SISTEMÁTICA: O PROFISSIONAL DE SAÚDE E SEU OLHAR SOBRE O IDOSO E A AIDS Nayara Ferreira da Costa¹; Maria Luisa de Almeida Nunes ²; Larissa Hosana Paiva de Castro³; Alex Pereira de Almeida 4
PRÊMIO INOVAR BH EDITAL SMARH N
Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Informação - Secretaria Municipal Adjunta de Recursos Humanos PRÊMIO INOVAR BH EDITAL SMARH N 01/2013 PROPOSTA DE PROJETO FERRAMENTAS PARA QUALIFICAÇÃO
Graduada em Nutrição pela UFPE Especializanda em Saúde Coletiva e Sociedade do IBPEX/FACINTER [email protected]
MORTALIDADE MATERNA POR PRÉ-ECLAMPSIA/ECLAMPSIA: RECIFE, 1998 A 2006. Waléria Solange Mafra Santana Leite 1 ; Maria de Fátima Fernandes Alves 2 ; Sormani Soares de Souza 3 Introdução: A classificação Internacional
IDOSO MUITO IDOSO. Medidas preventivas da Equipe do Gerenciamento do Idoso para reduzir quedas no Núcleo de Atenção à Saúde.
IDOSO MUITO IDOSO Medidas preventivas da Equipe do Gerenciamento do Idoso para reduzir quedas no Núcleo de Atenção à Saúde. CARDOSO, ECA FERREIRA,DG RAMPO, FS UNIMED LIMEIRA SP 2016 Porcentagem da população
INCIDÊNCIA E TENDÊNCIAS DA MORTALIDADE POR CÂNCER DE PRÓSTATA NO BRASIL
INCIDÊNCIA E TENDÊNCIAS DA MORTALIDADE POR CÂNCER DE PRÓSTATA NO BRASIL Ericka Silva Holmes 1 ;Juliana da Costa Santos Pessoa 2 ; Sérgio Ribeiro dos Santos 3 1 - Mestranda do Programa de Pós-Graduação
UTILIZAÇÃO DA MEIA ELÁSTICA NO TRATAMENTO DA INSUFICIÊNCIA VENOSA CRÔNICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE
ATUALIZA ASSOCIAÇÃO CULTURAL ENFERMAGEM EM EMERGÊNCIA ÍRIA CRUZ PIMENTEL
ATUALIZA ASSOCIAÇÃO CULTURAL ENFERMAGEM EM EMERGÊNCIA ÍRIA CRUZ PIMENTEL RELAÇÃO DA ETNIA COM A HIPERTENSÃO ARTERIAL EM PACIENTES RESGISTRADOS NO PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO DE HIPERTENSOS E DIABÉTICOS
Incontinência urinária e prática esportiva: revisão de literatura
Incontinência urinária e prática esportiva: revisão de Ana Claudia Martins Alves 1, Danilo Cesar Tostes 1, Jessica Guirra Santana 1, Ludmila Barbosa Del Tedesco 1, Vinicius Restani de Castro 1, Elaine
MASSAGEM EM POPULAÇÃO IDOSA PREVENÇÃO E MANUTENÇÃO DO ENVELHECIMENTO CUTÂNEO
MASSAGEM EM POPULAÇÃO IDOSA PREVENÇÃO E MANUTENÇÃO DO ENVELHECIMENTO CUTÂNEO Prof. Esp.* ANDRÉ LEONARDO DA SILVA NESSI Prof. Ms.**AIDE ANGÉLICA DE OLIVEIRA Prof. Dra.*VILMA NATIVIDADE *Universidade Anhembi
DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM : AS EMOÇÕES PRESENTES NO PERÍODO PRÉ-OPERATÓRIO DE PACIENTES COM INDICAÇÃO DE CIRURGIA ONCOLÓGICA 1
DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM : AS EMOÇÕES PRESENTES NO PERÍODO PRÉ-OPERATÓRIO DE PACIENTES COM INDICAÇÃO DE CIRURGIA ONCOLÓGICA 1 Rosana Rodrigues dos SANTOS 2 Marister PICCOLI 3 Ariana Rodrigues Silva CARVALHO
