Incontinência urinária: o estudo urodinâmicoé indispensável?
|
|
|
- Ana Júlia Silveira Gameiro
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Mariana Olival da Cunha Incontinência urinária: o estudo urodinâmicoé indispensável? Mariana Olival da Cunha (R2) Orientadora: Dra. Rebecca Sotelo
2 Definições* IU: perda involuntária de urina, representando um problema social ou higiênico IUE: perda involuntária de urina sincrônica ao esforço, espirro ou tosse IUU: perda involuntária de urina associada ou imediatamente precedida por urgência miccional Int Urogynecol J (2010) 21:5 26 Valor da Queixa Clínica e Exame Físico no Diagnóstico da Incontinência Urinária -RBGO -v. 24, nº 2, 2002 Diagnóstico clínico e subsidiário da incontinência urinária - Rev Bras Ginecol Obstet. 2006; 28(1): 54-62
3 Definições IUM: IUE + IUU Bexiga hiperativa: urgência, com ou sem urgeincontinência, acompanhada de aumento da freqüência miccional e noctúria Incontinência postural: perda involuntária de urina com a mudança de posição Perda insensível* Incontinência coital: penetração e orgasmo Int Urogynecol J (2010) 21:5 26 Diagnóstico clínico e subsidiário da incontinência urinária - Rev Bras Ginecol Obstet. 2006; 28(1): 54-62
4 Epidemiologia 18% das mulheres com mais de 30 anos de idade* Alta prevalência (12,7-37%) 35% mulheres climatéricas 50% mulheres de casa de repouso 29 75% IUE 7 33% hiperatividade do detrusor Qualidade de vida em mulheres com incontinência urinária - Rev Bras Ginecol Obstet. 2006; 28(6): Estudo urodinâmico da pressão de perda ao esforço, nas posições ortostática e sentada, em mulheres com incontinência urinária - Rev Bras Ginecol Obstet. 2007; 29(2):91-5 ACOG Practice Bulletin No. 63 Urinary Incontinence in Women - VOL. 105, NO. 6, JUNE 2005
5 Anamnese Início dos sintomas Duração Gravidade (diário miccional*) Condições associadas* Impacto social e higiênico Medicações em uso Comorbidades Diagnóstico clínico e subsidiário da incontinência urinária - Rev Bras Ginecol Obstet. 2006; 28(1): ACOG Practice Bulletin No. 63 Urinary Incontinence in Women - VOL. 105, NO. 6, JUNE 2005
6 Questionário King s Health Questionnaire Rev Bras Ginecol Obstet. 2005; 27(5):
7 Exame Físico Reproduzir e caracterizar a incontinência Excluir distúrbios neurológicos Avaliar o suporte pélvico* Análise da mucosa vaginal* Sinais de dermatite amoniacal Distopias genitais Mobilidade uretral (Q-tip test) Diagnóstico clínico e subsidiário da incontinência urinária - Rev Bras Ginecol Obstet. 2006; 28(1): ACOG Practice Bulletin No. 63 Urinary Incontinence in Women - VOL. 105, NO. 6, JUNE 2005
8 Fatores de risco Etnia branca Alto IMC Parto vaginal Parto traumático (fórceps e episiotomia) Multiparidade Gestação em idade avançada Sintomas urinários e qualidade de vida em mulheres -FISIOTERAPIA E PESQUISA 2007; 1 4(3): 1 2-7
9 Fatores de risco Diabetes Menopausa Constipação Cirurgias pélvicas radicais Ocupações que exijam esforço físico (atletas) Sintomas urinários e qualidade de vida em mulheres -FISIOTERAPIA E PESQUISA 2007; 1 4(3): 1 2-7
10 Estudo urodinâmico Objetivo: identificar as causas específicas dos sintomas das pacientes (incontinência urinária, disfunçãomiccional, sintomas irritativos do trato urinário) e fornecer dados para orientar o correto tratamento. EAS e URC Diagnóstico clínico e subsidiário da incontinência urinária - Rev Bras Ginecol Obstet. 2006; 28(1): 54-62
11 Estudo urodinâmico Fluxometria* + Resíduo pós-miccional Cistometria* Estudo miccional* Int Urogynecol J (2010) 21:5 26 ACOG Practice Bulletin No. 63 Urinary Incontinence in Women - VOL. 105, NO. 6, JUNE 2005
12 Estudo urodinâmico PPE < 60 cmh 2 o: Defeito esfincteriano intrínseco PPE > 90 cmh 2 o: IUE Diagnóstico clínico e subsidiário da incontinência urinária - Rev Bras Ginecol Obstet. 2006; 28(1): Urodynamic evaluation of women with incontinence UpToDate
13 Estudo urodinâmico: Sim ou Não Queixa IUE isolada + exame físico 25% erro diagnóstico Defeito esfincteriano e hipermobilidadedo colo vesical Tratamento cirúrgico X conservador Defesa médica Diagnóstico clínico e subsidiário da incontinência urinária - Rev Bras Ginecol Obstet. 2006; 28(1): 54-62
14 Estudo urodinâmico: Sim ou Não 27% de chance de modificar o tratamento Resultados não fisiológicos* Falta padronização Normalidade não exclui anormalidade clínica Sintomatologia não condizente com exame físico Falha do tratamento conservador Urodynamic evaluation of women with incontinence UpToDate
15 USG Estimar o resíduo miccional Detectartumores vesicais e distorções na parede vesical Avaliação da vascularização dos tecidos periuretraispor meio do efeito dopplere da musculatura do assoalho pélvico Avaliar a hipermobilidadee a posição do colo vesical Diagnóstico clínico e subsidiário da incontinência urinária - Rev Bras Ginecol Obstet. 2006; 28(1): 54-62
16 Tratamento IUE: cirúrgico, fisioterapia exercícios de Kegel IUU: anticolinérgicos ou anti-muscarínicos, reeducação vesical, exercícios de Kegel, toxina botulínica Incontinência Urinária Feminina - Acta Urológica 2007, 24; 1: 79-82
17 Bibliografia Urodynamic evaluation of women with incontinence UpToDate Int Urogynecol J (2012) 23: DOI /s Int Urogynecol J (2010) 21: Wiley-Liss, Inc. Impacto do estudo urodinâmicoem mulheres com incontinência urinária - Rev Assoc Med Bras 2007; 53(2): 1225
18 Bibliografia Incontinência Urinária Feminina -Acta Urológica 2007, 24; 1: Diagnóstico clínico e subsidiário da incontinência urinária - Rev Bras Ginecol Obstet. 2006; 28(1): ACOG Practice Bulletin No. 63 Urinary Incontinence in Women - VOL. 105, NO. 6, JUNE 2005 Rev Bras Ginecol Obstet. 2005; 27(5): Valor da Queixa Clínica e Exame Físico no Diagnóstico da Incontinência Urinária -RBGO -v. 24, nº 2, 2002 Int Urogynecol J (2000) 11: Springer-Verlag London Limited
DISTÚRBIOS URINÁRIOS DO CLIMATÉRIO : Bethania Rodrigues Maia Orientadora : Ana Luisa
DISTÚRBIOS URINÁRIOS DO CLIMATÉRIO : Avaliação clínica e urodinâmica Bethania Rodrigues Maia Orientadora : Ana Luisa INTRODUÇÃO CLIMATÉRIO : Fase da vida da mulher na qual ocorre a transição do período
Caso Clínico: Incontinência Urinária
Caso Clínico: Incontinência Urinária e Prolapso Genital Luiz Gustavo Oliveira Brito Médico Assistente Setor de Uroginecologia, Cirurgia Ginecológica e Reconstrutiva Pélvica Departamento de Ginecologia
CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: FISIOTERAPIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI
TÍTULO: REAVALIAÇÃO DOS RESULTADOS APÓS UM ANO DO TÉRMINO DO PROTOCOLO DE FISIOTERAPIA PÉLVICA EM MULHERES COM INCONTINÊNCIA URINÁRIA DE ESFORÇO E INCONTINÊNCIA URINÁRIA MISTA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA:
Incontinência Urinária
Incontinência Urinária Marco Antonio Arap 1 Cristiano Mendes Gomes 1 Epidemiologia e Quadro Clínico Incontinência urinária é a perda involuntária de urina pelo meato uretral, caracterizando um sintoma
PREVALÊNCIA DE INCONTINÊNCIA URINÁRIA EM MULHERES NO PERÍODO DO CLIMATÉRIO 1
PREVALÊNCIA DE INCONTINÊNCIA URINÁRIA EM MULHERES NO PERÍODO DO CLIMATÉRIO 1 Thaís Lorenzen De Mélo 2, Marília Martins 3, Evelise Moraes Berlezi 4, Daniela Zeni Dreher 5. 1 Trabalho vinculado a pesquisa
FISIOTERAPIA APLICADA A INCONTINÊNCIA URINÁRIA FEMININA
FISIOTERAPIA APLICADA A INCONTINÊNCIA URINÁRIA FEMININA Fisioterapiaemcuritiba.com Resumo A incontinência urinária (IU) consiste em um problema de saúde pública comum entre as mulheres em qualquer período
RR 449 /2014. Sling suburetral para cirurgia de incontinência urinária
05/08/2014 RR 449 /2014 Sling suburetral para cirurgia de incontinência urinária SOLICITANTE : Dr. Wellington Reis Braz Juiz de Direito da 2º Vara Cível NÚMERO DO PROCESSO: 0362.14.006639-4 SOLICITAÇÃO/
Talita Monteiro de Oliveira e Silva Valério 1, Jair Antonio de Carvalho 2, Elirez Bezerra da Silva 1
M G. Silva e E. E. L. Gontijo ISSN 1983-6708 CINESIOTERAPIA NA INCONTINÊNCIA URINÁRIA DE ESFORÇO NA MULHER Talita Monteiro de Oliveira e Silva Valério 1, Jair Antonio de Carvalho 2, Elirez Bezerra da Silva
PREVALÊNCIA DE QUEIXAS DE INCONTINÊNCIA URINÁRIA DE ESFORÇO NO PRÉ-PARTO E PÓS-PARTO IMEDIATO EM GESTANTES E PÚERPERAS DE PATROCÍNIO-MG
1 PREVALÊNCIA DE QUEIXAS DE INCONTINÊNCIA URINÁRIA DE ESFORÇO NO PRÉ-PARTO E PÓS-PARTO IMEDIATO EM GESTANTES E PÚERPERAS DE PATROCÍNIO-MG GONÇALVES, Andréa Caixeta (UFU) [email protected] CAIXETA-NETO,
UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO VICE-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO E CORPO DISCENTE CURSO DE FISIOTERAPIA
Revista Eletrônica Novo Enfoque, ano 2010, v. 10, n. 10, p. 01 08 UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO VICE-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO E CORPO DISCENTE CURSO DE FISIOTERAPIA ESTUDO INVESTIGATIVO DE CASOS DE
TÍTULO: PREVALÊNCIA DE SINTOMAS URINÁRIOS EM MULHERES NA PÓS-MENOPAUSA
TÍTULO: PREVALÊNCIA DE SINTOMAS URINÁRIOS EM MULHERES NA PÓS-MENOPAUSA CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: FISIOTERAPIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE SANTA CECÍLIA AUTOR(ES): SUELLEN
Prolapso dos Órgãos Pélvicos
Prolapso dos Órgãos Pélvicos Autor: Bercina Candoso, Dra., Ginecologista, Maternidade Júlio Dinis Porto Actualizado em: Julho de 2010 No prolapso dos órgãos pélvicos, a vagina e os órgãos adjacentes, uretra,
Bexiga Hiperativa: Diagnóstico e Tratamento. Marcelle Rodrigues Pereira R2 Orientadora: Dra. Rebecca Sotelo
Bexiga Hiperativa: Diagnóstico e Tratamento Marcelle Rodrigues Pereira R2 Orientadora: Dra. Rebecca Sotelo Diagnóstico Síndrome clínica que constitui-se por urgência, frequência e noctúria com ou sem incontinência
INCIDÊNCIA DA PERDA URINÁRIA EM MULHERES NO CLIMATÉRIO. Palavras- Chaves: Incontinência Urinária. Mulheres. Climatério.
INCIDÊNCIA DA PERDA URINÁRIA EM MULHERES NO CLIMATÉRIO Daiane Frigo 1 Carla Stefanello Zanon 2 RESUMO: Pode-se definir a incontinência urinária de várias maneiras. A mais simples a define como o comprometimento
TERAPIA COMPORTAMENTAL PARA INCONTINÊNCIA URINÁRIA DA MULHER IDOSA: UMA AÇÃO DO ENFERMEIRO
Relato de experiência - 783 - TERAPIA COMPORTAMENTAL PARA INCONTINÊNCIA URINÁRIA DA MULHER IDOSA: UMA AÇÃO DO ENFERMEIRO Célia Pereira Caldas 1, Ivone Renor da Silva Conceição 2, Rita Marinela da Cruz
A ANÁLISE DA INCONTINÊNCIA URINÁRIA NA SEXUALIDADE
A ANÁLISE DA INCONTINÊNCIA URINÁRIA NA SEXUALIDADE INTRODUÇÃO TAIANE FUNARI CHRUSCIAK ANA CARLA OSÓRIO Faculdade Assis Gurgacz FAG Cascavel - Brasil [email protected] A incontinência urinária é uma
ALYNE CASTELO ALMEIDA ANDREZA FERNANDA CASTRO DOS SANTOS
UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA UNAMA CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CCBS CURSO DE FISIOTERAPIA ALYNE CASTELO ALMEIDA ANDREZA FERNANDA CASTRO DOS SANTOS PREVALÊNCIA E IMPLICAÇÕES CLÍNICAS DA INCONTINÊNCIA
IMPACTO DAS DISFUNÇÕES DO ASSOALHO PÉLVICO NA SEXUALIDADE FEMININA
IMPACTO DAS DISFUNÇÕES DO ASSOALHO PÉLVICO NA SEXUALIDADE FEMININA Anita Schertel Cassiano Sofia Bezerra Sara Kvitko de Moura Lucas Schreiner Thaís Guimarães dos Santos UNITERMOS GENITAL. SEXUALIDADE;
TREINAMENTO CLÍNICO EM MANEJO DA DENGUE 2016. Vigilância Epidemiológica Secretaria Municipal de Saúde Volta Redonda
TREINAMENTO CLÍNICO EM MANEJO DA DENGUE 2016 Vigilância Epidemiológica Secretaria Municipal de Saúde Volta Redonda DENGUE O Brasil têm registrado grandes epidemias de dengue nos últimos 10 anos com aumento
Reparação de prolapsos de órgãos pélvicos
Reparação de prolapsos de órgãos pélvicos O prolapso de órgão pélvico é uma condição muito comum, principalmente em mulheres maiores de quarenta anos. Estima-se que a metade das mulheres que têm filhos
O IMPACTO DA INCONTINÊNCIA URINÁRIA FEMININA NA QUALIDADE DE VIDA
O IMPACTO DA INCONTINÊNCIA URINÁRIA FEMININA NA QUALIDADE DE VIDA Naiara Mara Almeida Silva 1, Lucinelia Machado Miranda 1, Simone Rodrigues dos Santos Lira Machado 1, Gabriela Aparecida da Silveira Souza
DIAGNÓSTICO MÉDICO DADOS EPIDEMIOLÓGICOS FATORES DE RISCO FATORES DE RISCO 01/05/2015
01/05/2015 CÂNCER UTERINO É o câncer que se forma no colo do útero. Nessa parte, há células que podem CÂNCER CERVICAL se modificar produzindo um câncer. Em geral, é um câncer de crescimento lento, e pode
UNA-SUS Universidade Aberta do SUS SAUDE. da FAMILIA. CASO COMPLEXO 6 Dona Margarida. Fundamentação Teórica: Infecção do trato urinário
CASO COMPLEXO 6 Dona Margarida : Ivaldo Silva Incontinência urinária Definição Incontinência é a perda involuntária de urina da bexiga. Uma avaliação mais completa pode determinar a sua causa. A incidência
ESTUDO DOS VALORES DE PRESSÃO PERINEAL PARA MULHERES NO PERÍODO DO CLIMATÉRIO 1
ESTUDO DOS VALORES DE PRESSÃO PERINEAL PARA MULHERES NO PERÍODO DO CLIMATÉRIO 1 Marília Martins 2, Evelise Moraes Berlezi 3, Daniela Zeni Dherer 4. 1 Trabalho vinculado a pesquisa institucional Envelhecimento
FISIOTERAPIA NA INCONTINÊNCIA URINÁRIA EM IDOSAS: UMA REVISÃO SOBRE OS PRINCIPAIS RECURSOS FISIOTERAPÊUTICOS.
FISIOTERAPIA NA INCONTINÊNCIA URINÁRIA EM IDOSAS: UMA REVISÃO SOBRE OS PRINCIPAIS RECURSOS FISIOTERAPÊUTICOS. Esdras David Silva de Souza¹;Pedro Rafael de Souza Macêdo¹; Clécio Gabriel de Souza²; Ana Luiza
Anatomia feminina. Diafragma pélvico. Hiato urogenital. M. elevador do ânus. M. coccígeo Parte posterior do diafragma. Uretra, vagina e reto
Definição Perda urinária aos esforços via uretral, por aumento da pressão abdominal na ausência de contração do detrusor Pode estar associada a prolapso de órgãos pélvicos Considerações Acomete 10 milhões
O USO DE MEDICAÇÃO ANTI-HIPERTENSIVA NA GESTAÇÃO
O USO DE MEDICAÇÃO ANTI-HIPERTENSIVA NA GESTAÇÃO LUSTOSA, L. S 1 ; MOREIRA, A. S 2 ; ABRANTES, M 3 ; FALCÃO, K. P. M 4 1 Bacharelando em Fisioterapia, Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, PB,
Intervenção fisioterapêutica em mulheres com incontinência urinária associada ao prolapso de órgão pélvico
ISSN 1413-3555 Rev Bras Fisioter, São Carlos, v. 16, n. 2, p. 102-7, mar./abr. 2012 Revista Brasileira de Fisioterapia Artigo Original Intervenção fisioterapêutica em mulheres com incontinência urinária
Avaliação da função muscular perineal em gestantes Assessment of perineal muscular function during pregnancy
0004-2773/10/39-03/29 Arquivos Catarinenses de Medicina Arquivos Catarinenses de Medicina Vol. 39, n o. 3, de 2010 29 Assessment of perineal muscular function during pregnancy Kelly Souza da Correggio
Luís Gustavo Morato de Toledo
Luís Gustavo Morato de Toledo Fatores preditivos de insucesso do sling transobturatório no tratamento da Incontinência Urinária de Esforço em mulheres. Tese apresentada ao curso de Pós- Graduação da Faculdade
Palavras-chave: Incontinência Urinária de Esforço, Urinary Incontinence, Pilates e Reabilitação. Área do Conhecimento: Fisioterapia
TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO DE INCONTINÊNCIA URINÁRIA DE ESFORÇO POR MEIO DO MÉTODO PILATES: REVISÃO DE LITERATURA Isabela Silva Matos, Bruna Nahum Martins, Izabela Santos Mendes, Fernanda Maria Gonzaga
TÍTULO: REABILITAÇÃO DO TRATO URINÁRIO INFERIOR PÓS PROSTATECTOMIA: PROMOVENDO A CONTINÊNCIA URINARIA.
TÍTULO: REABILITAÇÃO DO TRATO URINÁRIO INFERIOR PÓS PROSTATECTOMIA: PROMOVENDO A CONTINÊNCIA URINARIA. CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE
Incontinência urinária feminina
Incontinência urinária feminina VITOR VAZ DOS SANTOS* *Serviço de Urologia Hospital do Desterro INTRODUÇÃO EDITORIAIS A incontinência urinária (IU) é uma situação na qual a perda involuntária de urina
Bexiga Hiperativa: Terapia Comportamental e Reabilitação do Assoalho Pélvico
Bexiga Hiperativa: Terapia Comportamental e Reabilitação do Assoalho Pélvico Autoria: Sociedade Brasileira de Urologia Elaboração Final: 28 de junho de 2006 Participantes: Damião R, Carrerette FB, Truzzi
014 ESTABELECIDO EM 28/05/2006
Uroginecologia 014 ESTABELECIDO EM 28/05/2006 ÚLTIMA REVISÃO EM 31/12/2007 NOME DO TEMA \\ Uroginecologia RESPONSÁVEIS UNIDADE \\ Dra. Liv Braga de Paula MOV COLABORADORES \\ Dr. Frederico José Amedée
Infecção do Trato Urinário em Pediatria. Luciana Cabral Matulevic
Infecção do Trato Urinário em Pediatria Luciana Cabral Matulevic Importância Grande frequência Dificuldade no diagnóstico Comprometimento renal (IRC até 20%)* Hipertensão (20 a 40%)* * Clin Nephrol 1994;41:50-5;
Incontinência urinária e prática esportiva: revisão de literatura
Incontinência urinária e prática esportiva: revisão de Ana Claudia Martins Alves 1, Danilo Cesar Tostes 1, Jessica Guirra Santana 1, Ludmila Barbosa Del Tedesco 1, Vinicius Restani de Castro 1, Elaine
Bexiga hiperativa. Cássio. Riccetto Disciplina de Urologia - Unicamp
Bexiga hiperativa Cássio Riccetto Disciplina de Urologia - Unicamp Caso Qual o clínico diagnóstico provável vel? Mulher, 65 anos, menopausa háh 15 anos sem TRH Há 12 anos: urgência, 10 micções/dia e 3/noite
INFECÇÃO URINÁRIA NO ADULTO
INFECÇÃO URINÁRIA NO ADULTO INTRODUÇÃO ITU invasão por microorganismos que desencadeiam resposta inflamatória. Bactérias que atingem via ascendente, hematogência ou linfática Cistite : mucosa vesical -
Easy PDF Creator is professional software to create PDF. If you wish to remove this line, buy it now.
TL06 NIC 2 - PODE SER TRATADO CONSERVADORAMENTE? MÔNICA CHRISTINA DA SILVA RIAL, SANTOS AAS, SANTOS RE, CECATO LM, HIME FCCL, SESTOKAS SR OBJETIVO: analisar perfil e achados colposcópicos das pacientes
O uso da acupuntura no tratamento da Incontinência Urinária
1 O uso da acupuntura no tratamento da Incontinência Urinária Samanta Gonzaga de Figueiredo 1 Email: [email protected] Dayana Priscila Maia Mejia 2 Pós-graduação em Acupuntura-Faculdade Fasam
Abstract Resumo. Avaliação dos parâmetros diagnósticos da obstrução infravesical na mulher. At u l a i z a ç ã o
Avaliação dos parâmetros diagnósticos da obstrução infravesical na mulher Bladder outlet obstruction in women: diagnostic assessment At u l a i z a ç ã o Abstract Resumo A obstrução infravesical feminina
Resumo A hiperatividade do detrusor é uma desordem de grande impacto na
revisão sistematizada Terapia comportamental na abordagem primária da hiperatividade do detrusor Behavior therapy in primary approach of the detrusor s overactivity Luciana Aparecida Mesquita 1 Patrícia
I CURSO DE CONDUTAS MÉDICAS NAS INTERCORRÊNCIAS EM PACIENTES INTERNADOS
Emergência CT de Medicina I CURSO DE CONDUTAS MÉDICAS NAS INTERCORRÊNCIAS EM PACIENTES INTERNADOS CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CREMEC/Conselho Regional de Medicina do Ceará Câmara Técnica de Medicina Intensiva
PERFIL DE ATLETAS DE ALTO IMPACTO COM PERDA URINÁRIA, NO SEXO FEMININO
PERFIL DE ATLETAS DE ALTO IMPACTO COM PERDA URINÁRIA, NO SEXO FEMININO INTRODUÇÃO ANGIE FREITAS WEBA GUIMARÃES Ms. JACQUELINE MARIA MARANHÃO PINTO LIMA CENTRO UNIVERSITÁRIO DO MARANHÃO SÃO LUÍS, MARANHÃO,
CAPITULO 22: INCONTINÊNCIA URINÁRIA
INCONTINÊNCIA URINÁRIA Jânio Serafim de Sousa Paulo Arlindo Polcheira João Serafim da Cruz Neto Jânio Serafim de Sousa Médico Ginecologista e Obstetra da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal
BRUNO MARIA OLIVEIRA GOUVEIA JOSÉ FRANCISCO JANEIRO TACÃO
BRUNO MARIA OLIVEIRA GOUVEIA JOSÉ FRANCISCO JANEIRO TACÃO Efeitos de um Programa de Exercício Físico na Incontinência Urinaria de Esforço de Idosos em Lares e Centros de Dia com Idades Compreendidas entre
Olhar fisiológico, patológico e funcional da SEXOLOGIA CLÍNICA FEMININA E MASCULINA
Olhar fisiológico, patológico e funcional da SEXOLOGIA CLÍNICA FEMININA E MASCULINA SEXOLOGIA CLÍNICA Rafaela Prado M. Fleury Fisioterapeuta em Urologia, Ginecologia, Obstetrícia e recuperação pós retirada
Deslocamento das vísceras pélvicas no sentido caudal em direção ao hiato genital.
Prlaps genital (distpias) Deslcament das vísceras pélvicas n sentid caudal em direçã a hiat genital. Sem diferenças entre as raças, idade média de 55 ans (aumentand a incidência cm a idade), 50% das multíparas,
CURSO INCONTINÊNCIA URINÁRIA 25 MAIO 2013 COIMBRA
CURSO INCONTINÊNCIA URINÁRIA 25 MAIO 2013 COIMBRA Urodinâmica Paulo Temido CENTRO HOSPITALAR E UNIVERSITÁRIO DE COIMBRA E.P.E. SERVIÇO DE UROLOGIA Director: Prof. Dr Alfredo Mota. Classificação fisiopatológica
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA Propedêutica no Processo de Cuidar na Saúde do Adulto Profª Daniele Domingues Zimon Profª Adriana Cecel Guedes DPOC DPOC é um estado patológico caracterizado pela limitação
INCONTINÊNCIA URINÁRIA: UMA BREVE REVISÃO DA LITERATURA URINARY INCONTINENCE: A BRIEF REVIEW OF THE LITERATURE
45 INCONTINÊNCIA URINÁRIA: UMA BREVE REVISÃO DA LITERATURA URINARY INCONTINENCE: A BRIEF REVIEW OF THE LITERATURE CAROLINE PAIM DA SILVA¹, MARCELA GRUENDLING¹, NATÁLIA FERREIRA COELHO¹, PAULA SALIM KALIL¹;JORGE
Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia ISSN: 1809-9823 [email protected]. Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia ISSN: 1809-9823 [email protected] Universidade do Estado do Rio de Janeiro Brasil Souza Melo, Bruna Evellyn; Carneiro Rodrigues Freitas, Bruna; Rodrigues
OSTEOPOROSE VS DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS USANDO A TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA QUANTITATIVA
Universidade do Minho Escola de Engenharia OSTEOPOROSE VS DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS USANDO A TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA QUANTITATIVA José Artur Rodrigues Nº 55574 Orientador: Prof. Higino Correia Mestrado
Caso Clínico. Paciente feminina, 80 anos. Quadro Clínico: Diarréia, vômitos, anemia e queda do estado geral.
Reunião de casos Caso Clínico Paciente feminina, 80 anos. Quadro Clínico: Diarréia, vômitos, anemia e queda do estado geral. Avaliação inicial: USG abdominal formações hepáticas nodulares. Solicitado TC
Sintomas do trato urinário inferior em homens Resumo de diretriz NHG M42 (Março 2013)
Sintomas do trato urinário inferior em homens Resumo de diretriz NHG M42 (Março 2013) Blanker MH, Breed SA, van der Heide WK, Norg RJC, de Vries A, Wolters RJ, van den Donk M, Burgers JS, Opstelten W,
A FISIOTERAPIA NA INCONTINÊNCIA URINÁRIA DE ESFORÇO EM MULHERES ATLETAS
A FISIOTERAPIA NA INCONTINÊNCIA URINÁRIA DE ESFORÇO EM MULHERES ATLETAS FEITEIRA, Gabriela Wagner Discente da Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva FAIT TONON, Elisiane GOSSER, Emmanuel Henrique
A INFLUÊNCIA DA FISIOTERAPIA APLICADA NO TRATAMENTO DA INCONTINÊNCIA URINÁRIA DE ESFORÇO EM MULHERES: ESTUDO DA EFICÁCIA DA CINESIOTERAPIA
A INFLUÊNCIA DA FISIOTERAPIA APLICADA NO TRATAMENTO DA INCONTINÊNCIA URINÁRIA DE ESFORÇO EM MULHERES: ESTUDO DA EFICÁCIA DA CINESIOTERAPIA Amanda Laila Rodrigues de Almeida 1 Aline Sâmera Marsal 2 1,2
Complicações Tardias do HIV Vitamina D e Metabolismo Ósseo
Complicações Tardias do HIV Vitamina D e Metabolismo Ósseo Mônica Jacques de Moraes Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP V Congresso Norte-Nordeste de Infectologia Fortaleza, 4 a 6 de dezembro de 2014
UNIJUÍ UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
UNIJUÍ UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL EXERCÍCIOS DE KEGEL E GINÁSTICA HIPOPRESSIVA COMO ESTRATÉGIA DE ATENDIMENTO DOMICILIAR NO TRATAMENTO DA INCONTINÊNCIA URINÁRIA FEMININA:
AVALIAÇÃO DA FUNÇÃO MUSCULAR PERINEAL EM GESTANTES
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA - UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E DO ESPORTE - CEFID COORDENADORIA DE TRABALHOS MONOGRÁFICOS - CTM CURSO DE GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA AVALIAÇÃO DA FUNÇÃO MUSCULAR
GUIA PARA PACIENTES. Anotações
Anotações ENTENDENDO DO OS MIOMAS MAS UTERINOS GUIA PARA PACIENTES 1620641 - Produzido em maio/2010 AstraZeneca do Brasil Ltda. Rodovia Raposo Tavares, km 26,9 CEP 06707-000 - Cotia/SP ACCESS net/sac 0800
Dra Adriana de Freitas Torres
Dra Adriana de Freitas Torres 2020 15 milhões de novos casos 12 milhões de mortes 2002 10 milhões de casos novos 6 milhões de mortes Mundo cerca 1 milhão de novos casos de CM Fonte: União Internacional
TILUGEN. (fendizoato de cloperastina)
TILUGEN (fendizoato de cloperastina) Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A. Xarope 3,54mg/mL I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO: TILUGEN fendizoato de cloperastina APRESENTAÇÃO Xarope 3,54mg/mL
06/02/2012. Sinais e Sintomas SINAIS E SINTOMAS APARELHO REPRODUTOR FEMININO SEMIOLOGIA. Anamnese Sistema Genital Feminino
CENTRO UNIVERSITÁRIO - UNA CURSO: ENFERMAGEM APARELHO REPRODUTOR FEMININO SEMIOLOGIA Anamnese Sistema Genital Feminino Idade da menarca Duração do fluxo Periodicidade ou intervalo entre as menstruações.
INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NA INCONTINÊNCIA URINÁRIA FEMININA: Relato de Vivência Prática
INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NA INCONTINÊNCIA URINÁRIA FEMININA: Relato de Vivência Prática Profa. Dra. Soraia Cristina Tonon da Luz, Coordenadora do Projeto (CEFID/UDESC) [email protected] Alice
Graduada em Fisioterapia, pela Universidade Federal do Piauí (UFPI); professora coordenadora do EMI do Instituto Centro de Ensino Tecnológico.
RBCS ARTIGOS ORIGINAIS AVALIAÇÃO DO PERFIL SOCIODEMOGRÁFICO E DO IMPACTO DA INCONTINÊNCIA URINÁRIA NA QUALIDADE DE VIDA EM MULHERES ATENDIDAS NO MUNICÍPIO DE PARNAÍBA PIAUÍ EVALUATION OF SOCIO-DEMOGRAPHIC
A INTERFERÊNCIA DA CONSTIPAÇÃO INTESTINAL EM MULHERES COM INCONTINÊNCIA URINÁRIA
A INTERFERÊNCIA DA CONSTIPAÇÃO INTESTINAL EM MULHERES COM INCONTINÊNCIA URINÁRIA INTRODUÇÃO ROSICLER FELDKIRCHER ANA CARLA OSÓRIO Faculdade Assis Gurgacz FAG Cascavel - Brasil [email protected] A incontinência
TÍTULO: DADOS EPIDEMIOLÓGICOS OBRE CÂNCER DE MAMA E COLO UTERINO ENTRE MULHERES DE BAIXA RENDA DA CIDADE DE LINS SP
Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: DADOS EPIDEMIOLÓGICOS OBRE CÂNCER DE MAMA E COLO UTERINO ENTRE MULHERES DE BAIXA RENDA DA CIDADE
CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: FISIOTERAPIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI
TÍTULO: PERFIL SOCIODEMOGRÁFICO E CLÍNICO DE MULHERES INCONTINENTES TRATADAS EM UM SERVIÇO DE FISIOTERAPIA UROGINECOLÓGICA DA REDE PÚBLICA DA CIDADE DE SÃO PAULO. CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
ALJERRY DIAS DO RÊGO. Incontinência urinária de esforço: estudo comparativo entre população urbana e ribeirinha da região Amazônica
ALJERRY DIAS DO RÊGO Incontinência urinária de esforço: estudo comparativo entre população urbana e ribeirinha da região Amazônica Dissertação apresentada à Faculdade de Medicina da Universidade de São
AVALIAÇÃO DA MUSCULATURA DO ASSOALHO PÉLVICO E DE SINTOMAS URINÁRIOS EM MULHERES CLIMATÉRICAS.
AVALIAÇÃO DA MUSCULATURA DO ASSOALHO PÉLVICO E DE SINTOMAS URINÁRIOS EM MULHERES CLIMATÉRICAS. Rossânia Bezerra da Silva 1, Larissa Ramalho Dantas Varella 2, Maria Thereza de Albuquerque Barbosa Cabral
Sintomas de incontinência urinária em
EISSN 1519-9088 1676-5133 Sintomas de incontinência urinária em idosos praticantes de atividade física Janeisa Franck Virtuoso 1 [email protected] Giovane Pereira Balbé 1 [email protected] Roges
CORRELAÇÃO DA INCONTINÊNCIA URINÁRIA DE ESFORÇO COM A VIA DE PARTO: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO
CORRELAÇÃO DA INCONTINÊNCIA URINÁRIA DE ESFORÇO COM A VIA DE PARTO: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO NASCIMENTO, Juliana Rosa; FREIRE, Ariane Bôlla; CABELEIRA, Maria Eduarda Parcianello; BRAZ, Melissa Medeiros;
AVALIAÇÃO CRÍTICA DAS TÉCNICAS CIRÚRGICAS PARA CORREÇÃO DA INCONTINÊNCIA URINÁRIA DE ESFORÇO. ELIZABETE ROMANO R3 Orientadora: REBECCA SOTELO
AVALIAÇÃO CRÍTICA DAS TÉCNICAS CIRÚRGICAS PARA CORREÇÃO DA INCONTINÊNCIA URINÁRIA DE ESFORÇO ELIZABETE ROMANO R3 Orientadora: REBECCA SOTELO INTRODUÇÃO INCONTINÊNCIA URINÁRIA DE ESFORÇO (IUE) Definição
25 de Abril 5ª feira Sessão Televoter Medicina Nuclear: Exames relevantes na Medicina Familiar e Medicina Interna
2013 25 de Abril 5ª feira Sessão Televoter Medicina Nuclear: Exames relevantes na Medicina Familiar e Medicina Interna Guilhermina Cantinho Pedro Carrilho António Pedro Machado Infecção urinária recurrente
Respostas Quizz- Rotinas em Obstetrícia - 6.ed.
Respostas Quizz- Rotinas em Obstetrícia - 6.ed. Capítulo 1 A afirmativa I está incorreta, pois o teste de Schiller é considerado positivo quando não se cora pelo lugol. A afirmativa III está incorreta,
