Acesse as apresentações e vídeos do evento em:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Acesse as apresentações e vídeos do evento em:"

Transcrição

1 Acesse as apresentações e vídeos do evento em:

2 Iniciativas e desafios da integração das políticas públicas e ações técnicas: Geotecnologias como ferramenta para Saúde Renata Gracie [email protected] [email protected] Rio de Janeiro

3 Métodos Geográficos Na saúde pública a realidade antiga. Exemplo emblemático foi o mapeamento de casos de cólera em Londres em 1854 pelo Médico John Snow.

4 Construção do Espaço Geográfico Sistemas de Objetos + Sistemas de Ações Recursos Naturais; Plantações; Ruas; Prédios; Áreas de Lazer; etc. Ações do Homem; Ações e Reações da Natureza. CONTEXTO

5 Análise de dados espaciais em saúde Analisar a saúde de grupos populacionais considerando: sua localização espacial e temporal, sua inserção com o ambiente, com a distribuição espacial dos recursos de saúde e Interação com outros grupos populacionais. compreensão da situação de saúde nas populações.

6 SIG em Saúde O SIGs na área da saúde otimizou a analisar espacial de eventos por analisar o CONTEXTO em que os agravos ocorrem. Ferramenta na tomada de decisão.

7 Aplicação de SIG na Saúde: Vigilância Epidemiológica Análise da distribuição espacial de agravos. Delimitação de áreas de risco para mortalidade ou incidência de eventos mórbidos. Análise da difusão geográfica e exposição a agentes específicos analisar hipóteses de investigação.

8 Distribuição espacial da leptospirose no Rio Grande do Sul, Brasil: recuperando a ecologia dos estudos ecológicos (Barcellos et al, 2003)

9 Na avaliação de serviços Análise da distribuição espacial de serviços de saúde. Planejamento e otimização de recursos de saúde, através de modelos de locação-alocação, estudo de acessibilidade física, econômica, social, étnica e utilização dos serviços de saúde. Análise de fluxo de pacientes é possível definir áreas de onde provém a demanda que busca determinado recurso de saúde.

10 Fluxos de pacientes no CE Ministério da Saúde. Sistemas de Informações Geográficas e Análise Espacial na Saúde Pública / Ministério da Saúde, Fundação Oswaldo Cruz; Simone M. Santos, Reinaldo Souza-Santos, organizadores. - Brasília : Ministério da Saúde, Evangelina Xavier Gouveia de Oliveira (IBGE) autora dos mapas

11 Populações e dados de saúde e ambiente: unidades espaciais Diferenciar as populações do território pelas suas características. Populações rurais e urbanas entre outras. Estas diferenças se refletem no meio de vida das populações. através do uso de indicadores: densidade demográfica, casos de doenças, dados socioeconômicos. Para realizar cálculos de taxas é preciso identificar a unidade espacial de trabalho.

12 Escala e Unidade de Agregação Secretaria Municipal de Saúde-SMS Setor Censitário Bairro Região Administrativa/Distrito Área de Planejamento Secretaria Estadual de Saúde-SES Região Administrativa/Distrito Área de Planejamento Município Micro-região Secretaria de Vigilância em Saúde-SVS Município Micro-região Meso-região Estado Região

13 A importância da escolha da escala de análise

14 Não há hierarquia entre estas unidades Unidades de coleta de informação Unidades de coleta de informação Há hierarquia entre estas unidades Dificuldade de estabelecer hierarquia Informações Ambientais (Ecossistema) Informações de População, Socioeconômica Total de casos Mais fácil estabelecer hierarquia Taxas Proporções Índices Indicadores/Determinantes Estado do Rio de Janeiro Municípios Município do Rio de Janeiro Bairros RA de Jacarepaguá e Cidade de Deus Diferentes Escalas Geográficas/ Diferentes unidades de agregação Hipótese Correlações e associações estatísticas diferentes

15

16 Quadro de indicadores socioeconômicos e ambientais em diferentes escalas Escala Estadual (a) Municipal (b) Região Administrativa (c) Nível de agregação Municípios do estado do Rio de Janeiro (n=92) Bairros do município do Rio de Janeiro (n=158) Setores das Regiões Administrativas de Jacarepaguá e Cidade de Deus (n=652) I N D I C A D O 1 Taxa de incidência de leptospirose (SINAN e Censo IBGE); Taxa de incidência de leptospirose (SINAN e Censo IBGE); Taxa de incidência de leptospirose (SINAN e Censo IBGE); 2 Classificação de altitude (FCIDE); Proporção de área inundável (IPP); Proporção de área inundável (IPP); 3 Proporção de domicílios ligados à rede de abastecimento (Censo IBGE); 4 Proporção de domicílios ligados a rede de esgotamento (Censo IBGE); 5 Proporção de domicílios com pelo menos 1 banheiro ou mais (Censo, IBGE) 6 Proporção de domicílios com coleta sistemática de lixo (Censo IBGE); Proporção de domicílios ligados à rede de abastecimento (Censo IBGE); Proporção de domicílios ligados a rede de esgotamento (Censo IBGE); Proporção de domicílios com pelo menos 1 banheiro ou mais (Censo, IBGE) Proporção de domicílios com coleta sistemática de lixo (Censo IBGE); Proporção de domicílios ligados à rede de abastecimento (Censo IBGE); Proporção de domicílios ligados a rede de esgotamento (Censo IBGE); Proporção de domicílios com pelo menos 1 banheiro ou mais (Censo, IBGE) Proporção de domicílios com coleta sistemática de lixo (Censo IBGE); R E S 7 Proporção da população residente em áreas de favela (Censo IBGE); 8 Proporção de responsáveis com pelo menos ensino médio completo (Censo IBGE); Proporção da população residente em áreas de favela (Censo IBGE); Proporção de responsáveis com pelo menos ensino médio completo (Censo IBGE); Proporção da população residente em áreas de favela (Censo IBGE); Proporção de responsáveis com pelo menos ensino médio completo (Censo IBGE); 9 Densidade demográfica (Censo IBGE e base cartográfica) Densidade demográfica (Censo IBGE e base cartográfica) Densidade demográfica (Censo IBGE e base cartográfica) 10 Proporção de uso do solo Iqm/CIDE. Proporção de uso do solo IPP Proporção de uso do solo IPP. M A P A S Cidade de Deus Jacarepaguá

17 Período Epidêmico Escala Estadual Municipal Região Administrativa Indicadores Coeficiente de Correla ção p-valor Coeficiente de Correla ção p-valor Coeficiente de Correla ção p-valor Saneamento Proporção de domicílios abastecidos 0,241* 0,022-0,204* 0,010-0,001 0,975 Proporção de domicílios ligados a rede de esgoto 0,218* 0,038-0,114 0,153-0,067 0,085 Proporção de domicílios com coleta de lixo 0,287** 0,006-0,071 0,373-0,046 0,239 Pobreza Proporção de população residente em favela 0,429** 0,000 0,082 0,303-0,180** 0,000 Proporção de domicílios com pelo menos 1 banheiro 0,146 0,169 0,017 0,833-0,029 0,467 Proporção de responsável com nível médio 0,211* 0,044-0,083 0,299-0,010 0,791 Ambiente Altitude -0,04 0,700 0,046 0,566 0,142** 0,000 Densidade demográfica 0,350** 0,001-0,045 0,577-0,152** 0,000 Proporção de uso urbano 0,387** 0,000-0,254** 0,001 0,033 0,405 Proporção de uso urbano não consolidado ,323* 0,000 0,002 0,966 Proporção de uso campo/pastagem/antrópico -0,09 0,393 0,162* 0, Proporção de uso campestre -0,16 0,133-0,002 0,978-0,044 0,264

18 Período Endêmico Escala Estadual Municipal Região Administrativa Indicadores Coeficiente de Correlação p-valor Coeficiente de Correlação p-valor Coeficiente de Correlação p-valor Saneamento Proporção de domicílios abastecidos 0,268* 0,01-0,156 0,050-0,017 0,671 Proporção de domicílios ligados a rede de esgoto 0,141 0,183-0,182* 0,022 0,008 0,832 Proporção de domicílios com coleta de lixo 0,162 0,126-0,222** 0,005 0,003 0,932 Pobreza Proporção de população residente em favela 0,484** 0,000 0,234** 0,003-0,067 0,086 Proporção de domicílios com pelo menos 1 banheiro 0,256* 0,014 0,244** 0,002-0,028 0,476 Proporção de responsável com nível médio 0,346** 0,001-0,278** 0,000-0,026 0,505 Ambiental Altitude -0,005 0,959 0,130 0,104 0,014 0,719 Densidade demográfica 0,253* 0,015 0,111 0,164-0,095* 0,015 Proporção de uso urbano 0,309** 0,003-0,065 0,416 0,013 0,733 Proporção de uso urbano não consolidado ,120 0,133 0,011 0,775 Proporção de uso campo/pastagem/antrópico -0,099 0,349 0,169* 0, Proporção de uso campestre -0,257* 0,014 0,115 0,150 0,01 0,802

19 Município do Rio de Janeiro

20 RA de Jacarepaguá e Cidade de Deus do Município do Rio de Janeiro Problema de classificação de áreas de favela do IBGE. Só é atualizada a cada 10 anos

21 Favelas 1991 IBGE Até 2000 cerca de 89% dos locais definidos como favelas, IPP e IBGE 2010 esforço entre o IPP e o IBGE para convergir na delimitação destas áreas com diferença de apenas 3,5% Favelas 2008 IPP Favelas 2000 IBGE Favelas 2010 IBGE Fonte: conselho estratégico de informações da cidade, IPP, 2012.

22 Análise em diferentes escalas Fonte: Gracie, R. 2008, 2014 e 2016

23

24 Considerações sobre indicadores relacionados a leptospirose nas escalas Escala Estado Favela Áreas urbanas (denso) Município Saneamento Expansão e periferia (Área urbana não Consolidada) Parte do Município Cidade de Deus Jacarepaguá Áreas inundáveis Áreas urbanas (rarefeito) Leptospirose

25

26

27 Eventos de saúde e determinantes ambientais Mapa de indicadores de Hepatite A e esgoto sanitário via rede geral do Território de Manguinhos Dissertação de mestrado ENSP/FIOCR UZ da Fabiane Bertoni dos Reis Análise espacial do saneamento ambiental no território de Manguinhos e seus impactos na saúde da população

28 Eventos de saúde e determinantes ambientais Mapa de indicadores de Hepatite A e cobertura de coleta de lixo de Manguinhos Dissertação de mestrado ENSP/FIOCR UZ da Fabiane Bertoni dos Reis Análise espacial do saneamento ambiental no território de Manguinhos e seus impactos na saúde da população

29 Eventos de saúde e determinantes ambientais Dissertação de mestrado ENSP/FIOCRUZ da Fabiane Bertoni dos Reis Análise espacial do saneamento ambiental no território de Manguinhos e seus impactos na saúde da população

30 Dificuldades para a plena utilização de ferramentas de geotecnologia em Saúde Aquisição de dados espacializados em saúde. Georreferenciamento de dados de saúde. Atualização de dados socioeconômicos e ambientais.

31 Prontuário RJ Rio de Janeiro Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria (CSEGSF) Hipotética 35 22/06/1979 F N RJ Rio de Janeiro Manguinhos Rua Leopoldo Bulhões , ,676

32 Tabulação

33 Georreferenciamento no Google

34

35 Mapa de Kernel dos casos de leptospirose

36 Número de casos absolutos Taxa bruta Taxa ajustada pelo método bayesiano

37 Aglomerados subnormais Conjunto de 51 domicílios; Dispostos, em geral, de forma desordenada e densa, e carentes, em sua maioria, de serviços públicos essenciais; Ocupação ilegal da terra, ou seja, construção em terrenos de propriedade alheia (pública ou particular) no momento atual ou em período recente (obtenção do título de propriedade do terreno há dez anos ou menos); Possuir pelo menos uma das seguintes características: urbanização fora dos padrões vigentes-refletido por vias de circulação estreitas e de alinhamento irregular, lotes de tamanhos e formas desiguais e construções não regularizadas por órgãos públicos; precariedade de serviços públicos essenciais. IBGE; 1991, 2000, 2010

38 Eventos de Saúde (casos) Período Totais de Registros Total de Registros Georreferenciados % aproximada de Localização Casos Georreferenciados em favela Leptospirose % Casos Georreferenciado s em áreas de influencia de favela Hepatite A % HIV/AIDS % Gracie, R., Barcellos, C. ; Pina, F. M., Magalhães, M. Problemas de localização de eventos de saúde nas favelas do município do Rio de Janeiro. In: II Simpósio Brasileiro de Geografia da Saúde, Rio de Janeiro, 2005.

39 Grata pela atenção!!! Sites com dados em SIGweb:

40 Acesse as apresentações e vídeos do evento em:

AGLOMERADOS SUBNORMAIS 2010 DGC/CGEO, DGC/CETE, DPE/COPIS, COC/CNEFE

AGLOMERADOS SUBNORMAIS 2010 DGC/CGEO, DGC/CETE, DPE/COPIS, COC/CNEFE AGLOMERADOS SUBNORMAIS 2010 DGC/CGEO, DGC/CETE, DPE/COPIS, COC/CNEFE Apresentação Com a aceleração do processo de urbanização do Brasil a ocupação de espaços preteridos pela urbanização formal torna-se

Leia mais

AS FAVELAS DA GRANDE ARACAJU

AS FAVELAS DA GRANDE ARACAJU AS FAVELAS DA GRANDE ARACAJU Ricardo Lacerda 1 O IBGE publicou na semana passada o relatório Censo Demográfico 2010- Aglomerados Subnormais- Informações Territoriais. Trata-se de um amplo estudo sobre

Leia mais

Demografia População residente por situação do domicílio (urbana e rural) e sexo a 2025

Demografia População residente por situação do domicílio (urbana e rural) e sexo a 2025 2 Demografia 2.1 População 2.1.1 População residente por situação do domicílio (urbana e rural) e sexo - 1970 a 2025 ANO População total Urbana Rural Homens Mulheres 1970 100.275 86.492 13.783 49.186 51.089

Leia mais

ANÁLISE ESPACIAL DE DADOS GEOGRÁFICOS. Permite mensurar propriedades e relacionamentos considerando a localização espacial do fenômeno

ANÁLISE ESPACIAL DE DADOS GEOGRÁFICOS. Permite mensurar propriedades e relacionamentos considerando a localização espacial do fenômeno ANÁLISE ESPACIAL DE DADOS GEOGRÁFICOS Permite mensurar propriedades e relacionamentos considerando a localização espacial do fenômeno Relação entre análise espacial e as teorias disciplinares Dados Físicos

Leia mais

Fortaleza. 5ª cidade em população: 2,45 milhões 9ª colocada em PIB 18ª capital em rendimento mensal total domiciliar per capita nominal (R$ 701,00)

Fortaleza. 5ª cidade em população: 2,45 milhões 9ª colocada em PIB 18ª capital em rendimento mensal total domiciliar per capita nominal (R$ 701,00) 5ª cidade em população: 2,45 milhões 9ª colocada em PIB 18ª capital em rendimento mensal total domiciliar per capita nominal (R$ 701,00) Classificação por renda domiciliar per capita Renda Domiciliar Per

Leia mais

Mapeamento de logradouros e gestão territorial em favelas no Rio de Janeiro

Mapeamento de logradouros e gestão territorial em favelas no Rio de Janeiro Mapeamento de logradouros e gestão territorial em favelas no Rio de Janeiro Street mapping and management in informal settlements in Rio de Janeiro Leandro Gomes Souza Geógrafo Gerência de Geoprocessamento

Leia mais

Censo Demográfico 2010. Aglomerados subnormais Primeiros resultados

Censo Demográfico 2010. Aglomerados subnormais Primeiros resultados Censo Demográfico 2010 Aglomerados subnormais Primeiros resultados Rio de Janeiro, 21 de dezembro de 2011 Conceito de Aglomerado Subnormal Conceito de Aglomerado Subnormal no IBGE É um conjunto constituído

Leia mais

Cartografia Digital e Geoprocessamento

Cartografia Digital e Geoprocessamento Cartografia Digital e Geoprocessamento Processo/ Fenômeno Dado Espacial/ Geodado Espaço Geográfico Redução de Dimensionalidade Espaço (Representado) Mapas Representações Computacionais De ALGUMAS Dimensões

Leia mais

PESQUISA SOCIOLÓGICA SÃO LUIS MA

PESQUISA SOCIOLÓGICA SÃO LUIS MA PESQUISA SOCIOLÓGICA SÃO LUIS MA Pesquisa realizada pelo Projeto Brasil 21 Coordenador de Pesquisa Brasil 21: Pr. Luis André Bruneto Oliveira Prof. Omar Neto Fernandes Barros Localização da cidade INTRODUÇÃO

Leia mais

ESPAÇO O URBANO E TUBERCULOSE: UM ESTUDO DE CASO EM JUIZ DE FORA - MG

ESPAÇO O URBANO E TUBERCULOSE: UM ESTUDO DE CASO EM JUIZ DE FORA - MG ESPAÇO O URBANO E TUBERCULOSE: UM ESTUDO DE CASO EM JUIZ DE FORA - MG Por Jussara Rafael Angelo Luciano Medeiros de Toledo Paulo Chagastelles Sabroza Introdução Tuberculose: 2 milhões de mortes e 9 milhões

Leia mais

Seminário Preparatório da Conferência Mundial sobre Determinantes Sociais da Saúde 5 de agosto de 2011

Seminário Preparatório da Conferência Mundial sobre Determinantes Sociais da Saúde 5 de agosto de 2011 Seminário Preparatório da Conferência Mundial sobre Determinantes Sociais da Saúde 5 de agosto de 2011 Promover o monitoramento Gerar medições que: Informem os formuladores de políticas Avaliem a implementação

Leia mais

Apresentações do evento GGP 2013

Apresentações do evento GGP 2013 Apresentações do evento GGP 2013 Acesse outras apresentações e vídeos das palestras no site: http://www.ggp.uerj.br Uso de Geotecnologias na Atenção Primária do Município do Rio de Janeiro Thiago Virgilio

Leia mais

ESTUDOS DE IMPACTOS AMBIENTAIS NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO MORTO JACAREPAGUÁ/RJ

ESTUDOS DE IMPACTOS AMBIENTAIS NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO MORTO JACAREPAGUÁ/RJ ESTUDOS DE IMPACTOS AMBIENTAIS NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO MORTO JACAREPAGUÁ/RJ Caroline Pereira Pires da Silva Universidade do Estado do Rio de Janeiro [email protected] RESUMO: O presente trabalho,

Leia mais

Apresentação. Metodologia de Perdas Não Técnicas. Workshop Aspectos Regulatórios em Áreas com Severas Restrições Operativas

Apresentação. Metodologia de Perdas Não Técnicas. Workshop Aspectos Regulatórios em Áreas com Severas Restrições Operativas Apresentação Metodologia de Perdas Não Técnicas Workshop Aspectos Regulatórios em Áreas com Severas Restrições Operativas Superintendência de Regulação Econômica e Estudos de Mercado - SRM/ANEEL Rio de

Leia mais

Integração de Mapas Temáticos com Dados Censitários

Integração de Mapas Temáticos com Dados Censitários Integração de Mapas Temáticos com Dados Censitários Prof. Tiago Badre Marino Geoprocessamento Departamento de Geociências Instituto de Agronomia UFRRJ 2 Mapeamento Temático Censitários - Produto da criação

Leia mais

ANÁLISE ESPACIAL DE DADOS GEOGRÁFICOS. Permite mensurar propriedades e relacionamentos considerando a localização espacial do fenômeno

ANÁLISE ESPACIAL DE DADOS GEOGRÁFICOS. Permite mensurar propriedades e relacionamentos considerando a localização espacial do fenômeno ANÁLISE ESPACIAL DE DADOS GEOGRÁFICOS Permite mensurar propriedades e relacionamentos considerando a localização espacial do fenômeno Relação entre análise espacial e as teorias disciplinares Dados Físicos

Leia mais

ESGOTAMENTO SANITÁRIO NAS ÁREAS DE MAIOR CONCENTRAÇÃO DA AGRICULTURA FAMILIAR: SITUAÇÃO DA REGIÃO NORDESTE

ESGOTAMENTO SANITÁRIO NAS ÁREAS DE MAIOR CONCENTRAÇÃO DA AGRICULTURA FAMILIAR: SITUAÇÃO DA REGIÃO NORDESTE ESGOTAMENTO SANITÁRIO NAS ÁREAS DE MAIOR CONCENTRAÇÃO DA AGRICULTURA FAMILIAR: SITUAÇÃO DA REGIÃO NORDESTE Larissa Moura 1, Elena Charlotte Landau 2, Walcrislei Vercelli Luz 3 1 Estudante do Curso de Engenharia

Leia mais

Informação do Subsistema Nacional de Vigilância em Saúde Ambiental

Informação do Subsistema Nacional de Vigilância em Saúde Ambiental Ministério da Saúde do Brasil Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental Reunión de Expertos

Leia mais

DOENÇAS E DESIGUALDADES SOCIAIS EM AGLOMERADOS SUBNORMAIS NO BAIRRO DA REDENÇÃO, MANAUS-AM

DOENÇAS E DESIGUALDADES SOCIAIS EM AGLOMERADOS SUBNORMAIS NO BAIRRO DA REDENÇÃO, MANAUS-AM AGLOMERADOS SUBNORMAIS NO BAIRRO DA Jessyca Mikaelly Benchimol de Andrade Mestranda do Programa de Pós-graduação em Geografia - UFAM Universidade Federal do Amazonas [email protected] Adorea

Leia mais

UPP S DE MANGUINHOS 07/2015

UPP S DE MANGUINHOS 07/2015 UPP S DE MANGUINHOS 07/2015 0 Sumário 1. LOCALIZAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO GERAL... 2 2. DADOS CENSITÁRIOS 2010: DEMOGRAFIA E ÁREA OCUPADA... 5 3. DADOS CENSITÁRIOS 2010: SOCIOECONÔMICOS... 9 3.1. SERVIÇOS

Leia mais

Diagnóstico. Cidade de Deus (CDD)

Diagnóstico. Cidade de Deus (CDD) Diagnóstico Cidade de Deus (CDD) Área Geográfica Fonte: Instituto Pereira Passos. Rio+Social. Panorama dos Territórios. Janeiro. 2017 População 36.515 - Censo 2010 IBGE 37.148 Rio Como Vamos 47.795 Instituto

Leia mais

Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano DIRETORIA DE GESTÃO DE PROJETOS DGP WORKSHOP ZL VÓRTICE

Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano DIRETORIA DE GESTÃO DE PROJETOS DGP WORKSHOP ZL VÓRTICE Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano DIRETORIA DE GESTÃO DE PROJETOS DGP WORKSHOP ZL VÓRTICE SP, 28 de agosto de 2014 WORKSHOP ZL VÓRTICE EMPLASA PLANO METROPOLITANO DE DESENVOLVIMENTO HABITACIONAL

Leia mais

FATORES DE RISCO ASSOCIADOS À OCORRÊNCIA DA LEISHMANIOSE VISCERAL NA ÁREA URBANA DO MUNICÍPIO DE CAMPO GRANDE/MS

FATORES DE RISCO ASSOCIADOS À OCORRÊNCIA DA LEISHMANIOSE VISCERAL NA ÁREA URBANA DO MUNICÍPIO DE CAMPO GRANDE/MS FATORES DE RISCO ASSOCIADOS À OCORRÊNCIA DA LEISHMANIOSE VISCERAL NA ÁREA URBANA DO MUNICÍPIO DE CAMPO GRANDE/MS Ana Paula Silva Teles Engenheira Sanita r ista e Ambiental M estre em Ciências Ambienta

Leia mais

EPIDEMIOLOGIA DESCRITIVA

EPIDEMIOLOGIA DESCRITIVA Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Ciências Agrárias e Biológicas EPIDEMIOLOGIA DESCRITIVA Prof. Macks Wendhell Gonçalves Msc Epidemiologia Descritiva Devem tentar responder 5 questões

Leia mais

Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais

Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais Seminário Nacional com as Instituições Responsáveis por Limites Político-Administrativos Brasília - DF, 1 de Julho de 2008 Sumário Gestão Pública e

Leia mais

UPP CIDADE DE DEUS 01/2017

UPP CIDADE DE DEUS 01/2017 UPP CIDADE DE DEUS 01/2017 0 Sumário 1. LOCALIZAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO GERAL... 2 3.1. SERVIÇOS URBANOS E CONDIÇÃO DE OCUPAÇÃO... 9 3.1.1. CONDIÇÃO DE OCUPAÇÃO... 9 3.1.2. SANEAMENTO BÁSICO (ÁGUA E ESGOTAMENTO

Leia mais

Transição urbana e demográfica no Brasil: inter-relações e trajetórias

Transição urbana e demográfica no Brasil: inter-relações e trajetórias RESUMO Transição urbana e demográfica no Brasil: inter-relações e trajetórias As transformações demográficas se intensificaram na segunda metade do século XX em todo o país e se encontram em curso nas

Leia mais

Indicadores de Políticas Públicas

Indicadores de Políticas Públicas Indicadores de Políticas Públicas Aula Conceito de Indicadores Indicadores de Políticas Públicas: Conceitos Conceito de Indicadores São expressões numéricas que refletem diferentes aspectos da ação e da

Leia mais

Confresa, Julho de 2018.

Confresa, Julho de 2018. Confresa, Julho de 2018. 1 Equipe de Consultores e Gestão: Prof. Ms. Luis Antonio Soares Coordenador Institucional - UNEMAT Prof. Esp. José Pedro Porrat Coordenador Geral do Plano Diretor Prof. Dr. Edevamilton

Leia mais

TÉCNICAS DE GEOPROCESSAMENTO APLICADAS A AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE HABITALIDADE URBANA EM SÃO LUÍS MARANHÃO.

TÉCNICAS DE GEOPROCESSAMENTO APLICADAS A AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE HABITALIDADE URBANA EM SÃO LUÍS MARANHÃO. TÉCNICAS DE GEOPROCESSAMENTO APLICADAS A AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE HABITALIDADE URBANA EM SÃO LUÍS MARANHÃO. Paulo Roberto Mendes Pereira 1 Ulisses Denache Vieira Souza 1 Josué Carvalho Viegas 1 1 Universidade

Leia mais

MUNICÍPIO DE LONDRINA Plano Municipal de Saneamento Básico Relatório de Diagnóstico da Situação do Saneamento

MUNICÍPIO DE LONDRINA Plano Municipal de Saneamento Básico Relatório de Diagnóstico da Situação do Saneamento 2 CARACTERIZAÇÃO GERAL DO MUNICÍPIO 2.1 INSERÇÃO DE LONDRINA NO CONTEXTO REGIONAL Londrina está localizada na Macrorregião Sul do Brasil, na mesorregião Norte Central Paranaense em uma posição geoeconômica

Leia mais

Análise situacional a partir da utilização de dados secundários. 12 de dezembro de 2016

Análise situacional a partir da utilização de dados secundários. 12 de dezembro de 2016 Análise situacional a partir da utilização de dados secundários 12 de dezembro de 2016 O saneamento rural em números De acordo com o IBGE o Brasil possui uma população de cerca de 29.800.000 habitantes,

Leia mais

ANÁLISE DA SITUAÇÃO DE SAÚDE DA COMUNIDADE. Etapas. Delimitação 11/4/2012. Diagnóstico de Saúde da Comunidade. Informações Gerais sobre a Área

ANÁLISE DA SITUAÇÃO DE SAÚDE DA COMUNIDADE. Etapas. Delimitação 11/4/2012. Diagnóstico de Saúde da Comunidade. Informações Gerais sobre a Área ANÁLISE DA SITUAÇÃO DE SAÚDE DA COMUNIDADE Diagnóstico de da Comunidade Faculdade de Pública Zilda Pereira da Silva 2012 Delimitação São muitos os aspectos e alternativas a considerar na elaboração de

Leia mais

Geoprocessamento no estudo de impactos socioambientais em Passo Fundo/RS-Brasil

Geoprocessamento no estudo de impactos socioambientais em Passo Fundo/RS-Brasil Geoprocessamento no estudo de impactos socioambientais em Passo Fundo/RS-Brasil Bruna A. Mombach Viera (1) Isadora P. Campetti (2) Alcindo Neckel (3) (1) Escola de Arquitetura e Urbanismo, IMED, Brasil.

Leia mais

ANÁLISE DA DISTRIBUIÇÃO DE PARASITOSES NO MUNICÍPIO DE TRÊS PONTAS - MG

ANÁLISE DA DISTRIBUIÇÃO DE PARASITOSES NO MUNICÍPIO DE TRÊS PONTAS - MG Universidade Federal de Alfenas - MG Iara Caroline de Oliveira Santos ANÁLISE DA DISTRIBUIÇÃO DE PARASITOSES NO MUNICÍPIO DE TRÊS PONTAS - MG Alfenas/MG 2011 IARA CAROLINE DE OLIVEIRA SANTOS ANÁLISE DA

Leia mais

UPP FALLET-FOGUETEIRO E COROA

UPP FALLET-FOGUETEIRO E COROA UPP FALLET-FOGUETEIRO E COROA 07/2015 0 Sumário 1. LOCALIZAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO GERAL... 2 2. DADOS CENSITÁRIOS 2010: DEMOGRAFIA E ÁREA OCUPADA... 4 3. DADOS CENSITÁRIOS 2010: SOCIOECONÔMICOS... 7 3.1.

Leia mais

Epidemiologia PROFS. FRANCISCO E ANA PAULA

Epidemiologia PROFS. FRANCISCO E ANA PAULA Epidemiologia HEP0136 EPIDEMIOLOGIA PROFS. FRANCISCO E ANA PAULA Epidemiologia: Definição O que é? Etimologicamente: Epi = sobre demo= população logos = tratado/ciência O estudo da frequência e da distribuição

Leia mais

Censo Demográfico de Primeiros resultados. População e Domicílios recenseados

Censo Demográfico de Primeiros resultados. População e Domicílios recenseados Censo Demográfico de 2010 Primeiros resultados População e Domicílios recenseados Eduardo Pereira Nunes Presidente do IBGE [email protected] Aracaju, 22 de Março de 2011 A DPA do Brasil e sua Dinâmica

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DO MAPA DA POBREZA E DO MAPA DE OPORTUNIDADES E DE SERVIÇOS PÚBLICOS

A CONSTRUÇÃO DO MAPA DA POBREZA E DO MAPA DE OPORTUNIDADES E DE SERVIÇOS PÚBLICOS GESTÃO DA INFORMAÇÃO A CONSTRUÇÃO DO MAPA DA POBREZA E DO MAPA DE OPORTUNIDADES E DE SERVIÇOS PÚBLICOS Contextualização: o Plano Brasil Sem Miséria O Plano Brasil Sem Miséria (BSM) é um grande esforço

Leia mais

GEOPROCESSAMENTO APLICADO À IDENTIFICAÇÃO DE ÁREAS COM OCUPAÇÕES IRREGULARES NO BAIRRO DE JAGUARIBE, JOÃO PESSOA - PARAÍBA

GEOPROCESSAMENTO APLICADO À IDENTIFICAÇÃO DE ÁREAS COM OCUPAÇÕES IRREGULARES NO BAIRRO DE JAGUARIBE, JOÃO PESSOA - PARAÍBA GEOPROCESSAMENTO APLICADO À IDENTIFICAÇÃO DE ÁREAS COM OCUPAÇÕES IRREGULARES NO BAIRRO DE JAGUARIBE, JOÃO PESSOA - PARAÍBA Ana Yara dos Santos Silva 1, Handerson Lucas Almeida de Melo 2, Joelyson Bezerra

Leia mais

OBSERVATÓRIO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL BANCO DE DADOS REGIONAL VALE DO RIO PARDO. Eixo temático: Infraestrutura

OBSERVATÓRIO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL BANCO DE DADOS REGIONAL VALE DO RIO PARDO. Eixo temático: Infraestrutura OBSERVATÓRIO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL BANCO DE DADOS REGIONAL VALE DO RIO PARDO Eixo temático: Infraestrutura O eixo temático Infraestrutura do Banco de Dados Regional reúne dados estatísticos secundários

Leia mais

UPP JACAREZINHO 01/2017

UPP JACAREZINHO 01/2017 UPP JACAREZINHO 01/2017 Sumário 1. LOCALIZAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO GERAL... 2 2. DADOS DEMOGRÁFICOS E ÁREA OCUPADA... 4 3. INDICADORES SOCIOECONÔMICOS E URBANOS CENSO 2010... 8 3.1. SERVIÇOS URBANOS E CONDIÇÃO

Leia mais

Indicadores Integrados de Saúde e Ambiente para o Espírito Santo, Brasil

Indicadores Integrados de Saúde e Ambiente para o Espírito Santo, Brasil Indicadores Integrados de Saúde e Ambiente para o Espírito Santo, Brasil Ludmilla da Silva Viana Sandra de Souza Hacon Dennys de Souza Mourão Palavras-chave: Indicadores Integrados, Saúde, Ambiente, Espírito

Leia mais

A FAVELA QUE VIROU CIDADE A FAVELA QUE VIROU CIDADE URBAN RESEARCH SYMPOSIUM 2005 SUZANA PASTERNAK

A FAVELA QUE VIROU CIDADE A FAVELA QUE VIROU CIDADE URBAN RESEARCH SYMPOSIUM 2005 SUZANA PASTERNAK A FAVELA QUE VIROU CIDADE A FAVELA QUE VIROU CIDADE INTRODUÇÃO 1.1 antecedentes 1.2 conceito, definição, mensuração 2. POPULAÇÃO FAVELADA NO BRASIL 2.1 favelas e favelados por grande região 2.2 população

Leia mais

A definição de áreas rurais no Brasil SUBSÍDIOS AO PLANO NACIONAL DE SANEAMENTO RURAL

A definição de áreas rurais no Brasil SUBSÍDIOS AO PLANO NACIONAL DE SANEAMENTO RURAL A definição de áreas rurais no Brasil SUBSÍDIOS AO PLANO NACIONAL DE SANEAMENTO RURAL J O S É IRINEU R A N G E L R I G OT T I ( U F M G ) R E N ATO H A DAD (PUC-MINAS) DESAFIOS: País imenso, heterogêneo

Leia mais

INTRODUÇÃO AO SIG. Programa. Referências Bibliográficas. Prof. Luciene Delazari

INTRODUÇÃO AO SIG. Programa. Referências Bibliográficas. Prof. Luciene Delazari INTRODUÇÃO AO SIG Prof. Luciene Delazari Programa 1. Conceitos básicos sobre Sistemas de Informação Geográfica 1.1. Conceitos 1.2 Geoprocessamento x SIG 1.3 Componentes de um SIG 1.4 Aplicações em Agronomia

Leia mais

Autor(es) MARISOL MARTINELLI WATANUKI. Orientador(es) THAIS ADRIANA DO CARMO. Apoio Financeiro FAE/UNIMEP. 1. Introdução

Autor(es) MARISOL MARTINELLI WATANUKI. Orientador(es) THAIS ADRIANA DO CARMO. Apoio Financeiro FAE/UNIMEP. 1. Introdução 11º Seminário de Extensão DIMENSÕES E POTENCIALIDADES NA UTILIZAÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA - SIG, NA ORGANIZAÇÃO DAS AÇÕES DE SAÚDE DA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE DA FAMÍLIA - SANTA RITA AVENCAS

Leia mais

IBEU Local da Região Metropolitana do Rio de Janeiro

IBEU Local da Região Metropolitana do Rio de Janeiro IBEU Local da Região Metropolitana do Rio de Janeiro Por Raquel de Lucena Oliveira e João Luis Nery A publicação do Índice de Bem estar Urbano (IBEU), elaborado no âmbito do INCT Observatório das Metrópoles

Leia mais

Delimitação e normativa para a urbanização rural difusa em Mafra

Delimitação e normativa para a urbanização rural difusa em Mafra Delimitação e normativa para a urbanização rural difusa em Mafra Seminário: A Ocupação Dispersa no quadro dos PROT e dos PDM Universidade de Évora Évora 12 de Novembro de 2009 :00 Índice :01 :02 Definição

Leia mais

Abordagens Espaciais em Estudos de População: Métodos Analíticos e Técnicas de Representação

Abordagens Espaciais em Estudos de População: Métodos Analíticos e Técnicas de Representação Martin Handford, Where s Wally? População, Espaço e Ambiente Abordagens Espaciais em Estudos de População: Métodos Analíticos e Técnicas de Representação 1. Fontes de Dados Demográficos e SocioEconômicos

Leia mais

USO E APLICAÇÃO DE TÉCNICAS CARTOGRÁFICAS ASSOCIADAS À SAÚDE: análise espacial em SIG da área de influência do PSF Jardim Boa Esperança - Alfenas (MG)

USO E APLICAÇÃO DE TÉCNICAS CARTOGRÁFICAS ASSOCIADAS À SAÚDE: análise espacial em SIG da área de influência do PSF Jardim Boa Esperança - Alfenas (MG) USO E APLICAÇÃO DE TÉCNICAS CARTOGRÁFICAS ASSOCIADAS À SAÚDE: análise espacial em SIG da área de influência do PSF Jardim Boa Esperança - Alfenas (MG) GUILHERME OTÁVIO GALLO¹ e GABRIELA LUZ DARCADIA² [email protected],

Leia mais

Experiências locais RIBEIRÃO PRETO E REGIÃO. Urbanização Jd. Monte Alegre PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO PRETO

Experiências locais RIBEIRÃO PRETO E REGIÃO. Urbanização Jd. Monte Alegre PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO PRETO Experiências locais RIBEIRÃO PRETO E REGIÃO Urbanização Jd. Monte Alegre PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO PRETO INFORMAÇÕES BÁSICAS datas de início e término: local: fonte de recursos: 2006 2016 Ribeirão

Leia mais

Número 13. Pnad Primeiras Análises. Saneamento Básico Habitação. Volume 5

Número 13. Pnad Primeiras Análises. Saneamento Básico Habitação. Volume 5 Número 13 Pnad 2007 Primeiras Análises Saneamento Básico Habitação Volume 5 21 de outubro de 2008 1 2 3 1 4 Total e percentual de moradores em domicílios particulares permanentes com abastecimento de água,

Leia mais

Estruturação do Complexo Metropolitano Expandido

Estruturação do Complexo Metropolitano Expandido (volta Metrópoles em Dados) Estruturação do Complexo Metropolitano Expandido No momento, técnicos da Emplasa desenvolvem estudos para melhor definição, estruturação e caracterização do Complexo Metropolitano

Leia mais

TERESINA - PERFIL DOS BAIRROS - REGIONAL SDU CENTRO NORTE BAIRRO EMBRAPA

TERESINA - PERFIL DOS BAIRROS - REGIONAL SDU CENTRO NORTE BAIRRO EMBRAPA Prefeitura Municipal de Teresina Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação - SEMPLAN TERESINA - PERFIL DOS BAIRROS - REGIONAL SDU CENTRO NORTE BAIRRO EMBRAPA Teresina (PI), Julho/2016 EMBRAPA

Leia mais

GESTÃO DA DENSIFICAÇÃO DO AMBIENTE CONSTRUÍDO FRENTE AOS RISCOS GEOLÓGICOS: UM ESTUDO DE CASO NA AMAZÔNIA ORIENTAL

GESTÃO DA DENSIFICAÇÃO DO AMBIENTE CONSTRUÍDO FRENTE AOS RISCOS GEOLÓGICOS: UM ESTUDO DE CASO NA AMAZÔNIA ORIENTAL GESTÃO DA DENSIFICAÇÃO DO AMBIENTE CONSTRUÍDO FRENTE AOS RISCOS GEOLÓGICOS: UM ESTUDO DE CASO NA AMAZÔNIA ORIENTAL SOUZA, G. C.¹; BORGES, G. C.¹; PASSOS DE OLIVEIRA, A. C. S. N¹. 1 Universidade Federal

Leia mais

Relatório da sessão Sistemas urbanos e regionais sustentáveis. 1. Introdução

Relatório da sessão Sistemas urbanos e regionais sustentáveis. 1. Introdução Relatório da sessão Sistemas urbanos e regionais sustentáveis Celso Santos Carvalho 1, Renata Helena da Silva 1. Introdução O debate sobre sistemas urbanos e regionais sustentáveis objetivou levantar os

Leia mais

BASES CARTOGRÁFICAS DE AGLOMERADOS SUBNORMAIS NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO: CENSOS 2000 E 2010

BASES CARTOGRÁFICAS DE AGLOMERADOS SUBNORMAIS NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO: CENSOS 2000 E 2010 BASES CARTOGRÁFICAS DE AGLOMERADOS SUBNORMAIS NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO: CENSOS 2000 E 2010 Alexandra Aguiar Pedro Universidade de São Paulo [email protected] INTRODUÇÃO Em 2009, São Paulo tinha

Leia mais

UPP S DO LINS 07/2015

UPP S DO LINS 07/2015 UPP S DO LINS 07/2015 0 Sumário 1. LOCALIZAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO GERAL... 2 2. DADOS CENSITÁRIOS 2010: DEMOGRAFIA E ÁREA OCUPADA... 5 3. DADOS CENSITÁRIOS 2010: SOCIOECONÔMICOS... 11 3.1. SERVIÇOS URBANOS

Leia mais

Prefeitura Regional do Butantã Localização e base cartográfica

Prefeitura Regional do Butantã Localização e base cartográfica 1 2 Prefeitura Regional do Butantã Localização e base cartográfica Butantã, Rio Pequeno, Morumbi, Vila Sônia e Raposo Tavares são os cinco distritos que compõem a Prefeitura Regional do Butantã, na Zona

Leia mais

Indicadores para Diagnóstico de Saúde da Cidade de São Paulo

Indicadores para Diagnóstico de Saúde da Cidade de São Paulo Indicadores para Diagnóstico de Saúde da Cidade de São Paulo CEInfo Coordenação de Epidemiologia e Informação 03 Apresentação Os indicadores de saúde são importantes para apoiar à gestão e análise da situação

Leia mais

MAPEAMENTO DO USO DA TERRA E DA EXPANSÃO URBANA EM ALFENAS, SUL DE MINAS GERAIS

MAPEAMENTO DO USO DA TERRA E DA EXPANSÃO URBANA EM ALFENAS, SUL DE MINAS GERAIS MAPEAMENTO DO USO DA TERRA E DA EXPANSÃO URBANA EM ALFENAS, SUL DE MINAS GERAIS BRENO FURTADO LIMA 1 e RÚBIA GOMES MORATO 2 [email protected], [email protected] 1 Bolsista de iniciação científica FAPEMIG

Leia mais

SISTEMA CORPORATIVO DE INFORMAÇÕES GEORREFERENCIADAS DA CPTM

SISTEMA CORPORATIVO DE INFORMAÇÕES GEORREFERENCIADAS DA CPTM SISTEMA CORPORATIVO DE INFORMAÇÕES GEORREFERENCIADAS DA CPTM Ronaldo Margini Marques GPA/CPTM 23ª Semana de Tecnologia Metroferroviária A GPA e a visão estratégica do território ferroviário Gestão de Patrimônio

Leia mais

ANÁLISE CARTOGRÁFICA DO PLANO DIRETOR DO MUNICÍPIO DE POUSO ALEGRE/MG

ANÁLISE CARTOGRÁFICA DO PLANO DIRETOR DO MUNICÍPIO DE POUSO ALEGRE/MG ANÁLISE CARTOGRÁFICA DO PLANO DIRETOR DO MUNICÍPIO DE POUSO ALEGRE/MG Maria Itaiana Ferreira de Moraes 1 ; Thiago César Frediani Sant Ana 2 RESUMO: A vida social do homem está vinculada a ação de interação

Leia mais