EQUIVALÊNCIA E A MATRIZ COMPANHEIRA P
|
|
|
- Cássio da Costa Caldas
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais Campus Rio Pomba Coordenação de Cursos de Pós-Graduação e Pesquisa PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E INOVAÇÃO TECNOLÓGICA Projeto de Pesquisa EQUIVALÊNCIA E A MATRIZ COMPANHEIRA P Professor Orientador proponente: Marcos Pavani de Carvalho Professora co-orientador: Alex Eduardo Andrade Borges Estudante bolsista: Bruna Silva da Trindade Rio Pomba - MG Julho/2009
2 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivos Específicos Justificativa Metodologia Cronograma Orçamento Referências bibliográficas ABREVIATURAS UTILIZADAS IFET Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia CAMFE Coordenação Acadêmica de Matemática, Física e Estatística 1
3 1 INTRODUÇÃO Em cursos avançados em dinâmica, o estudo de formas normais obtidas por mudança de coordenadas é um tópico importante. Na literatura de Teoria do Controle matemático, questões alternativas sobre representação de sistemas têm sempre sido importantes. Entretanto, não sabemos de nenhum texto de equações diferenciais elementares fora a literatura da Teoria do Controle que sistematicamente conduz a questão de transformar um sistema de n equações diferenciais de primeira ordem em um sistema companheiro de n equações diferenciais de primeira ordem. Sabemos que uma equação diferencial ordinária de ordem n é equivalente via a definição padrão, ao sistema companheiro de n equações diferenciais de primeira ordem. Neste trabalho estudamos a questão da equivalência entre uma equação diferencial ordinária linear de ordem n e um sistema de n equações de primeira ordem. Problemas de controlabilidade completa, observabilidade e estabilização de equilíbrio são considerados. O propósito básico deste trabalho é introduzir um círculo de idéias em Teoria do Controle. O acesso é via a questão da equivalência entre um sistema linear de primeira ordem e uma equação linear de ordem n. A resposta completa para a questão de equivalência introduz conceitos centrais em Teoria do Controle moderno. Obtemos alguns resultados clássicos relacionados à controlabilidade e observabilidade, e também consideramos o relacionamento desses conceitos com outros importantes tópicos em controle, como a estabilização de equilíbrio, e linearização de sistemas não lineares usando mudança de coordenadas e retroalimentação. 2 OBJETIVO 2.1 Objetivos Gerais O objetivo deste trabalho é de formalizar uma condição suficiente e necessária para a equivalência de uma equação diferencial ordinária não homogênea de ordem n e um sistema de n equações diferenciais de primeira ordem. 2.2 Objetivos Específicos a) Introduzir um círculo de idéias em Teoria do Controle matemático; 2
4 b) Mostrar as vantagens de trabalhar com um sistema de n equações diferenciais de primeira ordem na forma companhia; c) Analisar condições para controlabilidade completa de um sistema de n equações diferenciais de primeira ordem. 3 JUSTIFICATIVA O curso de Licenciatura em Matemática do campus Rio Pomba tem como objetivo principal formar um profissional com visão abrangente do papel do educador, capacidade de trabalhar em equipes multidisciplinares utilizando dos conhecimentos matemáticos para a compreensão do mundo também deverá apresentar capacidade de aprendizagem continuada, de aquisição e utilização de novas ideias e tecnologias, criação e adaptação de métodos pedagógicos ao seu ambiente de trabalho para poder despertar o hábito de estudo independente e criatividade dos alunos. Mas não deixando passar em branco o aluno que demonstra potencial, interesse em seguir seus estudos na aquisição de novas idéias e tecnologias, de comunicar-se matematicamente e de compreender matemática, de estabelecer relações entre a mesma e outras áreas do conhecimento sempre com clareza, precisão e objetividade. Com esse intuito o presente trabalho visa através da equivalência de uma equação diferencial ordinária de ordem n e um sistema companheiro de n equações diferenciais de primeira ordem via a definição padrão introduzir um circulo de idéias em Teoria do Controle, na tentativa de uma equivalência de uma equação diferencial ordinária de ordem n com um sistema que não esteja necessariamente na forma da matriz companheira fazendo o uso de ferramentas básicas em matemática pura tais como Álgebra Linear e Equações Diferenciais. 3 METODOLOGIA Serão consultadas nesta pesquisa as literaturas citadas na bibliografia, literaturas complementares tais como periódicos, anais de congressos e dissertações e teses depositadas em bases da CAPES e CNPq, versando temas afins à pesquisa em questão. Apresentação de seminários ministrados pela orientanda fará parte das ações 3
5 metodológicas, juntamente com reuniões semanais na CAMFE Coordenação Acadêmica de Matemática, Física e Estatística visando o esclarecimento de dúvidas e orientações. 4 CRONOGRAMA Atividades Estudo pré-requisitos (Álgebra linear e Equações Diferenciais) Período Agosto a outubro de 2009 Tradução (artigo) e trabalhar a questão da equivalência Outubro a dezembro de 2009 Equivalência/Controlabilidade Dezembro a fevereiro de 2010 Redação da versão preliminar Fevereiro a março de 2010 Redação final Abril a maio de 2010 Reserva de Tempo Junho a julho de 2010 Quadro 1: cronograma de execução do projeto 5 ORCAMENTO 5.1 Materiais de consumo ITEM UNIDADE Quant. Valor Valor total Unit (R$) (R$) Cópia xérox unidade ,10 100,00 Subtotal 100,00 QUADRO 2: orçamento material de consumo para a execução do projeto de pesquisa. 5.2 Pessoal ITEM UNIDADE Quant. Valor Mensal (R$) Valor total Bolsa para o aluno participante unidade 1 300, ,00 QUADRO 3: orçamento de pessoal para a execução do projeto de pesquisa. 1.3 Orçamento Total (R$) Subtotal 3.600,00 4
6 ITEM Valor total (R$) Bolsa para o Aluno Participante 3.600,00 Cópia xérox 100,00 VALOR TOTAL 3.700,00 QUADRO 4: resumo total do orçamento para a execução do projeto de pesquisa. 6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Burghes, D.; Graham, A. Control and Options Control Theories with Applications: Horwood, Coelho, F. U.; Lourenço M. L. Um Curso de Álgebra Linear. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, Figueiredo, D. G.; Neves, A. F. Equações Diferenciais Aplicadas. Rio de Janeiro: IMPA, Horn, R. A.; Johnson, C. R. Matriz Analysis. New York: Cambridge University Press, Lima, E. L. Álgebra Linear. Rio de Janeiro: IMPA, Monteiro, L. H. A. Sistemas Dinâmicos. São Paulo: Livraria da Física Nering, E. D. Linear Álgebra and Matriz Theory. New York: John Wiley, Terrel, W. J. Some Fundamental Control Theory I: Controllability, Observability, and Duality. American Mathematical Monthy, v.106, n.8, p , Wonham. W. M. Linear Multivariable Control. Third Edition, Springer-Verlag,
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB ANEXO II EDITAL Nº 001/2011/CAPES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO
Edital para Pleito a Bolsa de Iniciação Científica da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Minas Gerais PIBIC / FAPEMIG - 2015
Edital para Pleito a Bolsa de Iniciação Científica da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Minas Gerais PIBIC / FAPEMIG - 2015 1. Descrição Este programa procura desenvolver nos estudantes de graduação
Fundação Carmelitana Mário Palmério FACIHUS Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Edital do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica PIBIC/FAPEMIG/FUCAMP 2015/2016 Edital Nº 01/2015 - Convocação de Projetos de Pesquisa para Bolsas de Iniciação Científica O Núcleo de
FACULDADES INTEGRADAS DO NORTE DE MINAS FUNORTE DIRETORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUÇÃO COORDENAÇÃO DE PESQUISA CAMPUS SÃO NORBERTO
FACULDADES INTEGRADAS DO NORTE DE MINAS FUNORTE DIRETORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUÇÃO COORDENAÇÃO DE PESQUISA CAMPUS SÃO NORBERTO EDITAL UNIVERSAL DE PESQUISA 1º /2010 AS FACULDADES INTEGRADAS DO NORTE
CARACTERÍSTICAS DE UM PROGRAMA (MESTRADO) NOTA 3
CAPES - ÁREA DE ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMÁTICA ÁREA 46 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA PROGRAMAS ACADÊMICOS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU CARACTERÍSTICAS DE UM PROGRAMA (MESTRADO) NOTA 3 Para obter nota
Palavras-chave: atividade extracurricular, palestras, PET Internacional.
1 PALESTRAS E CURSOS PROJETO DE ENSINO DESENVOLVIDO PELO GRUPO PET (PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL) DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS. Patrícia de Souza Lima AGUIAR 1 ; Jéssica
Manual do Estagiário 2008
Manual do Estagiário 2008 Sumário Introdução... 2 O que é estágio curricular... 2 Objetivos do estágio curricular... 2 Duração e carga horária do estágio curricular... 3 Requisitos para a realização do
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PIAUÍ IFPI PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO PROPI
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PIAUÍ IFPI PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO PROPI Edital Nº 04, de 29 de setembro de 2015 O Instituto Federal de Educação, Ciência
NORMAS PARA ELABORAÇÃO E TRAMITAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA DA DISSERTAÇÃO
NORMAS PARA ELABORAÇÃO E TRAMITAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA DA DISSERTAÇÃO VIÇOSA - MINAS GERAIS Maio 2007 I. DO PROJETO 1. Todo estudante de pós-graduação deverá, obrigatoriamente, preparar um Projeto
PROGRAMA INSTITUCIONAL DE NIVELAMENTO. Curso: Bacharelado em Administração de Empresas
PROGRAMA INSTITUCIONAL DE NIVELAMENTO Curso: Bacharelado em Administração de Empresas São Paulo 2014 Conteúdo 1. Introdução... 3 2. Objetivos... 3 3. Política de Nivelamento... 3 4. Diretrizes do Nivelamento...
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL ROSEMAR PIMENTEL FACULDADES INTEGRADAS GERALDO DI BIASE NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO
Sub-Itens da Seção IV: Critérios de Avaliação da Proposta Técnico Pedagógica Constantes do Recurso Impetrado pelas Faculdades Integradas Geraldo Di Biase da Fundação Educacional Rosemar Pimentel nos Resultados
Associação de Ensino Superior da Amazônia - AESA Faculdade de Ciências Humanas, Exatas e Letras de Rondônia - FARO
Coordenação de Pesquisa e Extensão. Título do Projeto de pesquisa/ Iniciação Cientifica. Coordenador do projeto: Curso de: Instruções para Preenchimento do Formulário. PESQUISA Caracterização e Objetivos:
CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SERTÃO PERNAMBUCANO DIREÇÃO DE ENSINO DEPARTAMENTO DE ENSINO SUPERIOR 1. Perfil do Curso CURSO DE LICENCIATURA
CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PUBLICIDADE E PROPAGANDA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º. Este regulamento disciplina o Trabalho de Curso de graduação
Programa da Disciplina
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E tecnologia PARAÍBA Ministério da Educação Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba - Campus Cajazeiras Diretoria de Ensino / Coord. do Curso
REGIMENTO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA E TECNOLOGIA ESPACIAIS ÁREA DE CONCENTRAÇÃO EM ENGENHARIA E GERENCIAMENTO DE SISTEMAS ESPACIAIS
REGIMENTO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA E TECNOLOGIA ESPACIAIS ÁREA DE CONCENTRAÇÃO EM ENGENHARIA E GERENCIAMENTO DE SISTEMAS ESPACIAIS TÍTULO I DOS OBJETIVOS DO CURSO Art. 1º A Área de Concentração
III SEMANA DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA, TECNOLOGIA E CULTURA - SECITEC
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS CÂMPUS JUIZ DE FORA DIRETORIA DE ENSINO DIRETORIA DE PESQUISA, INOVAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO DIRETORIA DE EXTENSÃO E RELAÇÕES COMUNITÁRIAS
PROJETO DE PESQUISA CIENTÍFICA: a escolha do tema e a construção do problema
PROJETO DE PESQUISA CIENTÍFICA: a escolha do tema e a construção do problema de pesquisa, temos que traçar um caminho a seguir durante a investigação. Realizar um estudo mais planejado dos aspectos que
CENTRO UNIVERSITÁRIO DO TRIÂNGULO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIC
EDITAL N. º 01/2014 Convocação de Projetos de Pesquisa para Programa de Iniciação Científica Unitri A Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão (PPPGE) torna público o presente Edital de âmbito
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MULTIUNIDADES EM ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMÁTICA DA UNICAMP
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MULTIUNIDADES EM ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMÁTICA DA UNICAMP EDITAL 02/2015 Curso de Doutorado em Ensino de Ciências e Matemática Esse Edital refere-se ao Curso de Doutorado em
CURSO: Matemática. Missão
CURSO: Matemática Missão O Curso de Licenciatura em Matemática tem por missão a formação de docentes com um novo perfil fundamentado na conexão de dois eixos, pedagógico e matemático, permeado pelos recursos
MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS E SUBPROJETOS DE PESQUISA
MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS E SUBPROJETOS DE PESQUISA O projeto deve, OBRIGATORIAMENTE, ser elaborado pelo Coordenador do Projeto (titulação mínima Mestre PBIC/UniEVANGÉLICA; titulação mínima Doutor
NORMAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL (ESTRUTURAS) DA ESCOLA DE ENGENHARIA DE SÃO CARLOS DA USP
Normas do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil (Estruturas) - EESC/USP 1 NORMAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL (ESTRUTURAS) DA ESCOLA DE ENGENHARIA DE SÃO CARLOS DA USP I - COMPOSIÇÃO
MESTRADO EM EDUCAÇÃO
MESTRADO EM EDUCAÇÃO INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE O CURSO 1. Recomendação pela Capes: ofício nº 115-20/2012/CTC/CAAII/CGAA/DAV/ CAPES de 2 de outubro de 2012. 2. Objetivo geral: formar o pesquisador, o docente
Programa da Disciplina
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E tecnologia PARAÍBA Ministério da Educação Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba - Campus Cajazeiras Diretoria de Ensino / Coord. do Curso
Um mundo de formas do concreto ao abstrato
Um mundo de formas do concreto ao abstrato Orientadora: Marcela dos Santos Nunes Matrícula SIAPE: 1673276 Orientado: Bruno da Silva Santos Matrícula UFF: 007705/06 Palavras-chave: Geometria, modelagem,
ANEXO I. Calendário de Seleção e Acompanhamento
ANEXO I Calendário de Seleção e Acompanhamento PICPE 2015 Lançamento Edital Período de Inscrição Seleção dos Projetos Divulgação dos Resultados Prazos Dezembro/2014 Janeiro/Fevereiro/2015 Março/2015 Abril/2015
Introdução à Engenharia de Controle e Automação
Introdução à Engenharia de Controle e Automação O CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO DA FACIT Renato Dourado Maia Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros Fundação Educacional Montes
Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EMENTA
Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EIXO TECNOLÓGICO: Informação e Comunicação CURSO: Tecnologia em Sistemas para Internet FORMA/GRAU:( )integrado ( )subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado ( ) licenciatura
REGULAMENTO DO ESTÁGIO DE DOCÊNCIA DO PROGRAMA DE PÓS- GRADUAÇÃO EM TECNOLOGIA DE PROCESSOS QUÍMICOS E BIOQUÍMICOS
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS PATO BRANCO Programa de Pós-Graduação em Tecnologia de Processos Químicos e Bioquímicos REGULAMENTO DO ESTÁGIO DE DOCÊNCIA DO PROGRAMA
PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO
PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO INTRODUÇÃO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO (PPC) Articulação com o Plano de Desenvolvimento Institucional PDI Projeto Político Pedagógico Indissociabilidade entre ensino, pesquisa
UNIVERSIDADE DE PASSO FUNDO FACULDADE DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CURSO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS REGULAMENTO DO PROJETO DE CONCLUSÃO DE CURSO
REGULAMENTO DO PROJETO DE CONCLUSÃO DE CURSO O curso de Engenharia de Alimentos da UPF, através do seu Projeto Pedagógico, se propõe a oportunizar ao egresso uma série de habilidades pessoais e profissionais,
Programa da Disciplina
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E tecnologia PARAÍBA Ministério da Educação Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba - Campus Cajazeiras Diretoria de Ensino / Coord. do Curso
DADO S DA ESTRUTURA C URRIC UL AR
Portal do Coordenador UNIVERSIDADE FEDERAL DO SUL E SUDESTE DO PARÁ CNPJ: 18.657.063/0001 80 SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO DE ACADÊMICAS EMITIDO EM 14/01/2016 09:32 DADO S DA ESTRUTURA C URRIC UL AR Código:
RESOLUÇÃO Nº 009/2015 CONSUP DE 01 DE JUNHO DE 2015
RESOLUÇÃO Nº 009/2015 CONSUP DE 01 DE JUNHO DE 2015 APROVA O PROGRAMA DE APOIO À PESQUISA E INOVAÇÃO DA FACULDADE TERRA NORDESTE - FATENE O DIRETOR GERAL DA FACULDADE TERRA NORDESTE - FATENE, no uso de
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N 18/2006 Aprova o Projeto Político-Pedagógico do Curso de Ciências Sociais, Bacharelado,
3) IMPORTÂNCIA DESTE PROGRAMA DE APRENDIZAGEM NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL, NESTE MOMENTO DO CURSO
PROGRAMA DE APRENDIZAGEM NOME: SEL0302 Circuitos Elétricos II PROFESSORES: Azauri Albano de Oliveira Junior turma Eletrônica PERÍODO LETIVO: Quarto período NÚMERO DE AULAS: SEMANAIS: 04 aulas TOTAL: 60
FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA UTILIZANDO TECNOLOGIAS
I Mostra de Iniciação Científica I MIC 23 e 24 de setembro de 2011 Instituto Federal Catarinense Campus Concórdia Concórdia SC INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CAMPUS CONCÓRDIA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES
Programa de Desenvolvimento Local PRODEL. Programa de Extensão Institucional
Programa de Desenvolvimento Local PRODEL Programa de Extensão Institucional Programa de Extensão Institucional Um programa de extensão universitária é o conjunto de projetos de extensão desenvolvido por
PLANO DE ENSINO 2009
PLANO DE ENSINO 2009 Fundamental I ( ) Fundamental II ( ) Médio ( ) Médio Profissionalizante ( ) Profissionalizante ( ) Graduação ( X ) Pós-graduação ( ) I. Dados Identificadores Curso ADMINISTRAÇÃO Disciplina
NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES
NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES [email protected]
CENTRO DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO
NÚCLEO DE PESQUISA FORMULÁRIO 2 FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS/PROGRAMAS DE EXTENSÃO PROCESSO Nº /20 NUPES NUPECHS NUPECET NDCA 1- DADOS DO (A) PROFESSOR(A) RESPONSÁVEL TITULAÇÃO MÁXIMA ÁREA
EDITAL 009/2015 INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA DA FACULDADE MULTIVIX-VITÓRIA
EDITAL 009/2015 INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA DA FACULDADE MULTIVIX-VITÓRIA Chamada para submissão de Projetos de Iniciação Científica e Tecnológica A Direção Geral da FACULDADE BRASILEIRA MULTIVIX-Vitória,
Programa de Capacitação
Programa de Capacitação 1. Introdução As transformações dos processos de trabalho e a rapidez com que surgem novos conhecimentos e informações têm exigido uma capacitação permanente e continuada para propiciar
FACULDADE PATOS DE MINAS TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO INSTRUÇÕES PARA ORIENTADORES E ORIENTADOS
INSTRUÇÕES PARA ORIENTADORES E ORIENTADOS Seguem abaixo informações fundamentais que devem orientar a realização do TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) que será feito individualmente e em forma MONOGRAFIA
EDITAL INTERNO Nº 01/2015 IX JORNADA INTERNA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA
EDITAL INTERNO Nº 01/2015 IX JORNADA INTERNA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA A Pró-Reitora de Pesquisa, Inovação e Pós-Graduação (PROPPI) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do
2.2 Valorizar o magistério, incentivando os estudantes que optam pela carreira docente; 2.3 Promover a melhoria da qualidade da educação básica;
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS CAMPUS BAMBUÍ GABINETE DO DIRETOR GERAL Fazenda Varginha Rodovia
CONFECÇÃO E USO DE RELÓGIOS SOLARES COMO FERRAMENTAS LÚDICASE PEDAGÓGICAS PARA O ENSINO DE CONCEITOS GEOGRÁFICOS
CONFECÇÃO E USO DE RELÓGIOS SOLARES COMO FERRAMENTAS LÚDICASE PEDAGÓGICAS PARA O ENSINO DE CONCEITOS GEOGRÁFICOS Dener Pereira SANTOS, Alessandro MARTINS, Hildeu Ferreira da ASSUNÇÃO, Campus Jataí, Universidade
NORMAS PARA ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE MONOGRAFIA DO CURSO DE DIREITO
NORMAS PARA ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE MONOGRAFIA DO CURSO DE DIREITO Aprovado pelo Colegiado do Curso através da Resolução nº 03 de 13 de agosto de 2010 NORMAS PARA ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE MONOGRAFIA
UFV Catálogo de Graduação 2013 163. FÍSICA Licenciatura. COORDENADOR Orlando Pinheiro da Fonseca Rodrigues [email protected]
UFV Catálogo de Graduação 2013 163 FÍSICA Licenciatura COORDENADOR Orlando Pinheiro da Fonseca Rodrigues [email protected] 164 Currículos dos Cursos UFV Licenciatura (Integral) ATUAÇÃO O curso de graduação
PROGRAMA DE APOIO E APERFEIÇOAMENTO PEDAGÓGICO AO DOCENTE
PROGRAMA DE APOIO E APERFEIÇOAMENTO PEDAGÓGICO AO DOCENTE DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE - MT 2011 Apresentação Articulado com o novo Plano de Desenvolvimento Institucional (2011-2015)
Resolução PPGECM nº 01/06 (Modificada, para atender a Resolução COLAC nº 001 de 13/02/07, DOERJ 12/03/08 nº 048, Parte I)
Resolução PPGECM nº 01/06 (Modificada, para atender a Resolução COLAC nº 001 de 13/02/07, DOERJ 12/03/08 nº 048, Parte I) Assunto: Normas de credenciamento para atuar no Programa de Pós- Graduação em Engenharia
Regulamento dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais. do Instituto Superior de Ciências Educativas
Regulamento dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais do Instituto Superior de Ciências Educativas O presente regulamento visa aplicar o regime estabelecido pelo Decreto-Lei n.º 43/2014, de 18 de março,
Colégio Cenecista Dr. José Ferreira
Colégio Cenecista Dr. José Ferreira QUADRINHOS NA CIÊNCIAS Área de Concentração: Ciências Naturais Disciplina de Concentração: Ciências Professores: Maria José Lima, Polyana Noronha e Thaianne Lopes Uberaba
União do Ensino Superior de Nova Mutum - UNINOVA Nome dos acadêmicos em ordem alfabética. Orientações Sobre a Elaboração de Projetos de Pesquisa
União do Ensino Superior de Nova Mutum - UNINOVA Nome dos acadêmicos em ordem alfabética Orientações Sobre a Elaboração de Projetos de Pesquisa Nova Mutum MT 2012 Nome dos acadêmicos em ordem alfabética
REGIME DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA VOLUNTÁRIA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO
REGIME DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA VOLUNTÁRIA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO CAPITULO I DA NATUREZA E FINALIDADE Artigo 1º O programa de iniciação científica voluntária
crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do
Dimensão 2 As políticas para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas normas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção acadêmica, as bolsas de
Deve ser claro, conciso e conter de forma resumida o assunto a ser pesquisado.
MODELODEPROJETODEPESQUISA (Form_pesq_01) TÍTULO DO PROJETO Deve ser claro, conciso e conter de forma resumida o assunto a ser pesquisado. AUTORES Relacionar todos os autores participantes do projeto: coordenador,
PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA PROIC EDITAL PROIC VOLUNTARIO 2014-2015
PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA PROIC EDITAL PROIC VOLUNTARIO 2014-2015 A Coordenação de Pesquisa convida professores orientadores com títulos de especialista, mestre ou doutor e estudantes de graduação
EDITAL DO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA EXERCÍCIO 2015 CANDIDATURA DE PROFESSORES ORIENTADORES
EDITAL DO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA EXERCÍCIO 2015 CANDIDATURA DE PROFESSORES ORIENTADORES A Direção Geral da Faculdade de Ciências Humanas ESUDA abre inscrições para os docentes desta
EDITAL Nº 01, DE 22 DE OUTUBRO DE 2012 PROCESSO SELETIVO PARA 2013.1
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA QUÍMICA EDITAL Nº 01, DE 22 DE OUTUBRO DE 2012 PROCESSO SELETIVO PARA 2013.1 A Coordenadora do Programa
RESOLUÇÃO 50/2004. II Estágio Curricular Supervisionado será composto pelas seguintes disciplinas:
1 O Presidente do Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, no uso de suas atribuições, de acordo com a Lei Estadual nº 7.176/97, publicada no D.O.E de 11 de setembro de 1997, combinada
Instituto de Educação
Instituto de Educação Universidade de Lisboa Oferta Formativa Pós-Graduada Mestrado em Educação Especialização: História da Educação (Regime a Distância) Edição Instituto de Educação da Universidade de
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Coordenador: Prof. M.Sc. André Weizmann União da Vitória/PR 2012 1 O Estágio no Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação das Faculdades Integradas
COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA
COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA 2014/01 a 2014/02 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 3 1. Análise
COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA
COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIA DA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA 2014/01 a 2014/02 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 3 1. Análise dos resultados
ENADE e CPC Como compreender seu desempenho e estratégias de melhoria de resultados. PROF. AMÉRICO DE ALMEIDA FILHO [email protected].
ENADE e CPC Como compreender seu desempenho e estratégias de melhoria de resultados PROF. AMÉRICO DE ALMEIDA FILHO [email protected] CPC Conceito Preliminar de Curso 1 - Nota dos Concluintes no ENADE
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO: CES
PARECER CNE/CES 1.302/2001 - HOMOLOGADO Despacho do Ministro em 4/3/2002, publicado no Diário Oficial da União de 5/3/2002, Seção 1, p. 15. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO:
Regulamento dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais
Regulamento dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais O Conselho Técnico-Científico do ISCE Douro, na sua reunião de 6 de maio de 2015, deliberou, por unanimidade, assumir que todos os regulamentos
Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática
Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,
ESCOLA ESTADUAL MARIA HELENA ALBANEZE SALA DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL
ESCOLA ESTADUAL MARIA HELENA ALBANEZE SALA DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL PLANO DE AÇÃO Andréa Luiza da Costa Oliveira CORUMBÁ/MS DEZEMBRO DE 2013 ESCOLA ESTADUAL MARIA HELENA ALBANEZE SALA DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL
Departamento de Ciências Exatas e Tecnológicas Curso: Sistemas de Informação NORMAS DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
Departamento de Ciências Exatas e Tecnológicas Curso: Sistemas de Informação NORMAS DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Aprovadas pela Comissão Coordenadora em 06/12/2012 Aprovadas
PROCEDIMENTOS E GRADE CURRICULAR MESTRADO (ACADÊMICO E PROFISSIONAL) E DOUTORADO
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA POLITÉCNICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA INDUSTRIAL Rua Professor Aristides Novis, nº 02 Federação EP/UFBA
SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão
Curso: Engenharia Civil SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO Missão O Curso de Engenharia Civil da UNESA tem por missão formar Engenheiros Civis com sólida formação básica e profissional, alinhada com as diretrizes
PRÓ-DIRETORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU - PROPESP POLÍTICA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU
PRÓ-DIRETORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU - PROPESP POLÍTICA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU A Pesquisa e a Pós-Graduação Stricto Sensu são atividades coordenadas por uma mesma
CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1
SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: SISTEMAS DA INFORMAÇÃO MISSÃO DO CURSO Os avanços da ciência, a melhoria dos processos produtivos e a abertura de mercado, são exemplos de fatores que contribuíram
Orientações para a elaboração dos projetos de pesquisa (Iniciação científica)
GRUPO PAIDÉIA FE/UNICAMP Linha: Episteduc Coordenador: Prof. Dr. Silvio Sánchez Gamboa Orientações para a elaboração dos projetos de pesquisa (Iniciação científica) Os projetos de pesquisa se caracterizam
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DEPARTAMENTO DE ECONOMIA
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DEPARTAMENTO DE ECONOMIA CONCURSO PÚBLICO PARA DOCENTES DO MAGISTÉRIO SUPERIOR Edital nº 12, de 12 de março
União do Ensino Superior de Nova Mutum - UNINOVA Nome dos acadêmicos em ordem alfabética. Orientações Sobre a Elaboração de Projetos de Pesquisa
União do Ensino Superior de Nova Mutum - UNINOVA Nome dos acadêmicos em ordem alfabética Orientações Sobre a Elaboração de Projetos de Pesquisa Nova Mutum 2009 Nome dos acadêmicos em ordem alfabética Orientações
Ensino de Programação nas Escolas Públicas: Criando. Novos Gênios
Ensino de Programação nas Escolas Públicas: Criando Novos Gênios BELIZARIO, B. N; AFONSO JUNIOR, O. P; OLIVEIRA, J. V. S; 1 Ensino de Programação nas Escolas Públicas: Criando Novos Gênios Orlando Pereira
Metodológicos. Interesse pela pesquisa. Projeto de Pesquisa. Profª. Luciana Oliveira [email protected]
METODOLOGIA DA PESQUISA Profª. Luciana Oliveira [email protected] Interesse pela pesquisa. Procedimentos Metodológicos. Projeto de Pesquisa. Colaboradores: Prof. Dr. José Roberto R. Pinto
FACULDADES INTEGRADAS DA VITÓRIA DE SANTO ANTÃO - FAINTVISA NÚCLEO DE PESQUISA - NUPEQ EDITAL Nº 01/2014 PROGRAMA DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA
FACULDADES INTEGRADAS DA VITÓRIA DE SANTO ANTÃO - FAINTVISA NÚCLEO DE PESQUISA - NUPEQ EDITAL Nº 01/2014 PROGRAMA DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 1 - APRESENTAÇÃO As Faculdades Integradas da Vitória
Regulamento dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais. do Instituto Superior de Ciências Educativas
Regulamento dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais do Instituto Superior de Ciências Educativas O presente regulamento visa aplicar o regime estabelecido pelo Decreto-Lei n.º 43/2014, de 18 de março,
Projeto Letras2.0. www.lingnet.pro.br 08/04/2012. www.lingnet.pro.br/moodle. Núcleo de Pesquisas em Linguagem, Educação e Tecnologia
Projeto www.lingnet.pro.br/moodle O projeto é desenvolvido pelo www.lingnet.pro.br Núcleo de Pesquisas em Linguagem, Educação e Tecnologia 1 Por que 2.0? Web 2.0 Partilhar Colaborar prosumer = producer
