A dor em doentes com doença crónica e avançada
|
|
|
- Luiz Henrique de Figueiredo Almeida
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 A dor em doentes com doença crónica e avançada Workshop Jornadas do internato de medicina geral e familiar Fátima Teixeira Medicina Geral e Familiar Coordenadora da ECSCP do ACES Sotavento
2 Conceito A dor crónica é uma entidade multidimensional, tanto na sua etiologia como na sua consequência. A dor dependerá de factores psicológicos, sociais e espirituais, é influenciada pelas experiências passadas, pela personalidade, medos e crenças. A medicação com opióides, antidepressivos, anticonvulsivante e analgésicos tópicos exige conhecimentos e ponderação. Avaliação da dor O relato pessoal é a medição mais válida da experiência de dor. A história da dor é fundamental para a sua avaliação e inclui a descrição, pelo paciente, da intensidade (vide quadro), qualidade, localização, frequência, duração, condições agravantes e atenuantes. O médico deve considerar ainda a personalidade do paciente, a sua cultura, o estado psicológico, o potencial de ganhos secundários e a possibilidade de comportamento em busca drogas. Vale lembrar ainda que, muitas vezes, o paciente não consegue distinguir o seu sofrimento e as suas aflições da dor que está sentindo. Como em qualquer outro caso, o paciente com dor deve ser submetido, então, a exame físico completo. Se o médico chegar a uma conclusão sobre a causa da dor, o ideal é tratar essa causa. Por exemplo, imobilizar uma fractura pode eliminar a dor que ela provoca. Se a dor fôr difícil de aliviar deve ser cuidadosamente avaliada de modo a que a sua caracterização nos ajude a encontrar melhor abordagem e tratamento. Avaliação da intensidade da dor e a escada de dor da OMS Tipo de escalas de avaliação: Unidimensional Multidimensional 1- Escalas unidimensionais a) Escala verbal
3 Quantifica a experiência dolorosa por meio de frases como, nenhuma dor, dor leve, dor moderada, dor forte, dor insuportável, pior dor possível b) Escala numérica Quantificação da dor através de números, entre zero ( nenhuma dor ) e dez ( maior dor possível ). c) Escala de faces O paciente quantifica sua dor pela identificação com a emoção que lhe causa. Princípios básicos para o tratamento da dor A dor é um constructo multidimensional Uma avaliação disciplinada e multidimensional é necessária Evitar atrasar a intervenção Comunicar com doentes, famílias e cuidadores Uma abordagem sistemática em passos para evitar o agravamento Dores constantes requerem analgésicos regulares Sempre deixar instruções para a dose a ser utilizada em SOS Considerar o analgésico apenas uma parte de uma dor que é total Cuidados continuados ao doente e família Classificação Dor nociceptiva: (Dor normal), é a dor causada pela lesão de tecidos. Esta dor é transmitida por um sistema nervoso intacto. Dor neuropática: Resulta de lesão ou disfunção do sistema nervoso. A lesão ocorre, pois, no sistema responsável pela condução e interpretação da dor.
4 Dor inespecifico ou mixta: mistura dos dois tipos de dor Dor crónica: Dor que persiste por mais de 6 meses. Deixa de ser protetora e deixa de estar relacionada apenas com o estímulo causal, altera a personalidade, o sono, a irritabilidade e o estilo de vida. Dor irruptiva: exacerbação da dor crónica Prescrição analgésica Escada da OMS Fonte: Ministério da Saúde (Brasil). Secretaria Nacional de Assistência à Saúde. Instituto Nacional do Câncer Pro-Onco (Trad.) O alívio da dor do câncer. 2.ed. Rio de Janeiro: Pro-Onco/INCA:1997.p ISBN Analgésicos Não opióides (degrau 1) Opióides Fracos (degrau 2) Fortes (degrau 3) Co-analgésicos ou adjuvantes Antidepressivos Anticonvulsivante Corticosteroides Bisfosfonatos
5 Todos os fármacos do primeiro degrau têm um teto, ou seja, têm uma dose a partir da qual já não há efeito analgésico, mas apenas efeitos laterais. Paracetamol É um analgésico sintético que age ao nível do SNC através da inibição da cicloxigenase que está relacionada com a produção de prostaglandinas. Esta inibição é feita de forma diferente da que ocorre com os anti-inflamatórios. A metabolização do paracetamol depende da idade e da dose utilizada. O paracetamol é metabolizado no fígado. Está disponível a nível rectal, oral e endovenoso. A dose diária máxima recomendada é de 4grmas, uma vez que doses superiores podem dar origem a insuficiência hepática aguda. Este efeito é aumentado se estivermos diante de abuso de álcool, anorexia, idade avançada, estados de malabsorção, e com o uso de outras drogas associadas. Deve ser usado com precaução nos doentes a com insuficiência renal, a fazerem varfarina e com insuficiência hepática. Os antieméticos antagonistas do 5HT3 bloqueiam o efeito analgésico do paracetamol. Anti-inflamatórios não esteróides São drogas com carater anti-inflamatório pela inibição da cicloxigenase na cascata do ácido aracdonico, cujo resultado se traduz na redução da síntese de prostaglandinas. As prostaglandinas são mediadores inflamatórios que agem a nível periférico e central. A nível periférico aumentam a sensibilidade aos estímulos nocivos pelas terminações nervosas livres, produzindo aumento da resposta à dor. Centralmente o aumento de prostaglandina causa saturação dos terminais nervosos no corno posterior da medula, resultando numa amplificação da dor. Estes fármacos também possuem efeito antipiréticos e podem ser responsáveis por um benefício na prevenção no crescimento tumoral e na regulação de citoquinas responsáveis pela síndrome da caquexia e anorexia. O efeito colateral mais importante é a hemorragia digestiva. Existem factores de riscos para hemorragias que devem ser considerados, tais como: 1. Idade avançada 2. Infecção por helicobacter pilori 3. Ulceras pépticas, gastrites e hemorragias anteriores 4. Medicação concomitante: corticosteróide, SSRIs (inibidores da recaptação da serotonina)
6 5. Anticoagulantes 6. Outras comorbilidades como: doença cardíaca, renal, hepática e neoplasia Opióides No degrau dois da OMS temos a codeína e o tramadol. O tramadol é um derivado sintético da codeína, atua ligando-se aos receptores µ e inibe a recaptação da serotonina. Tem metabolização hepática e eliminação renal. Não deve ultrapassar os 400mg diários pois pode dar origem a convulsões. Os opióides fortes que fazem parte do 3ª degrau da OMS são a morfina, metadona, oxicodona, hidromorfona e o fentanilo. Ligam-se aos receptores µ, κ, &, podendo ser classificados com a sua actividade intrínseca como agonistas, agonistas parciais/antagonistas, agonistas/antagonistas Um agonista puro liga-se aos receptores µ e aos outros receptores. Qual o opióide a ser utilizado como primeira escolha na dor oncológica? Utilizamos como primeira escolha a morfina, fentanilo, hidromorfona. O efeito destes analgésicos não está limitada pelo efeito teto e por isso são mais efetivos. São denominados agonistas puros. Evitar os opióides buprenorfina e meperidina. A buprenorfina é um agonista e antagonista, ou seja, tem efeito teto, o que faz que a partir de determinada dose os efeitos analgésicos deixam de existir e só observamos o aumento de efeitos colaterais. A meperidina quando utilizada muitas vezes provoca a acumulação do seu metabólito denominado normeperidina que provoca excesso e neurotoxidade, provocando delirium e convulsão. Efeitos dos opióides atuando em diferentes receptores Efeito µ κ & Analgesia Depressão Respiratória Euforia Obstipação Analgesia Depressão Respiratória Disforia Sedação Analgesia Depressão Respiratória Classificação dos opióides segundo a sua actividade intrínseca Opióides Agonista Agonista parcial/antagonista Agonista/antagonista
7 Morfina Buprenorfina Pentasozina Fentanilo Hidromorfona Oxicodona Metadona Peptidina Os agonistas puros têm efeito farmacocinético semelhante, atingem um pico de concentração em 6 minutos por via ev, 30 minutos por via sc, 60 minutos por via intramuscular e 90 minuto via oral. Tem metabolização hepática e eliminação renal. Vida média de 3-4 horas e estabilidade após 24 horas. O efeito analgésico do fentanilo transdermico inicia-se 12 horas após a colocação do penso, pico em horas e duração de 72 horas. A dose de resgate corresponderá há 1/6 do total da dose de opióide feito nas 24 horas. Orientação para o uso de opióides segundo a OMS: Pela boca : preferencialmente a via oral Pelo relógio : prescrever segundo o tempo de ação dos fármacos, e não apenas quando o doente tiver dor Pela escada : Uso da escada analgésica, ou seja, respeitar uma hierarquia de fármacos Individualizar : A dose certa é a dose que alivia a dor Observar os detalhes : Prescrição clara, em horários regular, doses de SOS. Conversão de opióide: Indicação: A intensidade da dor é igual ou superior a 4, se aumento sucessivo de doses, se o paciente apresentar delirium, mioclonias, alucinações, náuseas e vómitos, se sedação excessiva, se necessidade de vias alternativas, custo alto, desejo do doente. Com muita frequência o problema é que ao fazer a conversão a dose é inadequada. A conversão não é apenas um problema matemático, mas um processo complexo, onde a genética, a individualidade e a clínica devem ser consideradas. Dose equianalgésica: frequência de droga para o mesmo efeito.
8 Existem várias tabelas com diferentes tipos de conversão. Deve ser utilizada a que o médico considerar mais efetiva para si. No entanto, algumas regras devem ser consideradas: Utilizar uma tabela equianalgésica Se não trocarmos para a metadona ou para o fentanilo, devemos reduzir a dose de 25 a 50% do novo opióide, caso a dor esteja controlada Reduzir a dose na falência de órgãos Monitorizar os efeitos adversos Não utilizamos opióides que agem no mesmo receptor Conversão de opióides Opióides Parenteral mg Oral mg Duração do efeito agonistas Morfina Horas Hidromorfona Meperidina 1,5 75 7, Horas 3 Horas Fentanilo 3,6 72 Horas transdérmico Codeína Horas Mudança de opióide oral para formulação transdermica Morfina PO: Fentanilo transdermico 100:1 Morfina Oral: Buprenorfina transdermica 100:1 Morfina 60mg/24 horas= 25µg/h fentanilo Morfina 60 mg/24 horas= 25µ/h buprenorfina De uma forma mais fácil temos: Morfina oral/horas 3,6= Fentanil transdérmico. Fentanilo x 3,6= Morfina oral Morfina oral para morfina CS: 2 10 Mg de morfina oral 800 de fentanilo transmucoso A hidromorfona é uma boa alternativa na insuficiência renal Quando a dor estiver controlada podemos colocar um penso transdérmicos, mas temos que dar medicação sc nas 6 horas seguintes. Opióide para a dor crónica não oncológica O uso de opióides potentes para a dor crónica não oncológica é controverso e nunca são utilizados como primeira linha devido a possibilidade de dependência. Podem ser prescritos mais com monitorização cuidadosa dos
9 doentes. Segundo estudos recentes 18-42% dos doentes com doença crónica não oncológica a fazerem opióides desenvolvem dependência ou vício. A tolerância está relacionada com uma série de razões moleculares e celulares (redução ou excesso de receptores opióides, mecanismo de redução de ligação a proteína G) podendo ocorrer para qualquer opióide. A tolerância pode ocorrer desde o primeiro dia de tratamento. Vício ou adição: Os sinais indicativos de vício são: uso de forma compulsiva de um opióide com o intuito de aliviar conflitos e não para a dor, aumento da dose por iniciativa própria, não aceitar a prescrição feita, ou pedido de mais prescrição, não aceitar a mudança de fármaco, apresentação de mudança de comportamento ou solicitar receitas a vários médicos. Existem factores de risco para a adição: genéticos e antecedentes pessoais. A escolha do opióide deve recair sobre opióide de libertação controlada de longa duração. A morfina é uma boa opção. A formulação de liberação provoca menos efeitos colaterais. Efeitos colaterais dos opióides: alterações cognitivas, náuseas e vómitos, sedação, alucinações, deliriums, obstipação, hipotensão ortostática. A incidência destes efeitos vária de 15-40%. Fármacos adjuvantes São drogas desenvolvidas primeiramente com outros objetivos e não o alívio da dor mas que apresentam este efeito em certas situações. Também são chamados de co-analgésicos, podendo ser usados em combinação com outros fármacos em todos os degraus da escada analgésica, com atuação especial no caso de dor neuropática que apresenta difícil controlo. Antidepressivos: O mecanismo de ação ainda é desconhecido mas acreditase que se deva à acumulação de monoaminas no corno posterior da medula, por inibição da sua recaptação. Utilizados na dor neuropática. Os antidepressivos utilizados são a amitriptilina, nortriptilina, paroxetina e desipramina. Os efeitos colaterais são os efeitos anticolinérgicos. Anticonvulsivantes: São utilizados há mais de 50 anos na dor neuropática, como a carbamazepina para a nevralgia do trigémeo. Os mais usados são a gabapentina, acido valpróico, carbamazepina, fenitoína e clonazepam. A carbamazepina e a fenitoína podem dar leucopenia e toxidade hepática. A gabapentina é a que menos efeitos e interações tem e o clonazepam é muito sedativo. Corticosteróides: usados na compressão/ infiltração do sistema nervoso, aumento da pressão intracraniana, na dor óssea (secundária a
10 metastatização), dor visceral (distensão capsular). Agem nas náuseas e nos vómitos Bibliografia 1. Lilian Hennemann -Krause. - Aspectos práticos da prescrição de opióides. Revista do hospital Pedro Ernesto, URFJ. 2. Alberta Cancer Board. Alberta Hospice Palliative Care Resource Manual, junho Durval Campos Kraychete, TSA 1, Rioko Kimiko Sakata,2012.Uso e Rotação de Opióides para Dor Crônica não Oncológica Faull, C., Caestecker, S. Handbook of Palliative Care Peter Kaye. Tutorials in Palliative Medicine Zeppetella G- Palliative Care In Clinical Practice.2012
Diretrizes Assistenciais DIRETRIZ DE TRATAMENTO FARMACOLOGICO DA DOR
Diretrizes Assistenciais DIRETRIZ DE TRATAMENTO FARMACOLOGICO DA DOR Versão eletrônica atualizada em março/2012 Definição Diretriz que orienta a prescrição de fármacos que visam aliviar a Dor Aguda e Crônica
I Encontro Multidisciplinar em Dor do HCI
I Encontro Multidisciplinar em Dor do HCI Princípios do Tratamento da Dor Oncológica Odiléa Rangel Gonçalves Serviço de Anestesiologia Área de Controle da Dor Princípios do Tratamento da Dor Oncológica
Cartilha de Orientação dos Medicamentos para Dor. Serviço de Tratamento da Dor Setor de Farmácia
Cartilha de Orientação dos Medicamentos para Dor Serviço de Tratamento da Dor Setor de Farmácia Responsáveis: Flávia Camila Gonçalves Lavoyer Heloísa Arruda Gomm Barreto Roberto Teixeira de Castro Bettega
Ciências Morfofuncionais III Fármacos analgésicos
Ciências Morfofuncionais III Fármacos analgésicos Professores: Felipe, Jean-Pierre e Olivia FÁRMACOS ANALGÉSICOS Analgésico é um termo coletivo para designar qualquer membro do diversificado grupo de drogas
04/06/2012. Curso Nacional de Atualização em Pneumologia SBPT 2012. Tratamento da dor oncológica. Definição. Dr Guilherme Costa
Curso Nacional de Atualização em Pneumologia SBPT 2012 Tratamento da dor oncológica Dr Guilherme Costa Mestre em Pneumologia - UNIFESP Especialista em Pneumologia SBPT Coordenador da Comissão de Câncer
ANEXO I. Conclusões científicas e fundamentos para a alteração dos termos das autorizações de introdução no mercado
ANEXO I Conclusões científicas e fundamentos para a alteração dos termos das autorizações de introdução no mercado Conclusões científicas - Síndrome de abstinência: Ocorreram 54 casos de arrepios com Effentora/Actiq,
Manejo customizado da Dor Aguda e das exacerbações da Dor Crônica
Manejo customizado da Dor Aguda e das exacerbações da Dor Crônica DRA KAREN SANTOS FERREIRA Neurologista do Ambulatório de Cefaléias e Dor Neuropática do Hospital das Clínicas da FMRP USP Especialista
Programa de Educação Continuada em Fisiopatologia e Terapêutica da dor 2015 Equipe de Controle da Dor da Divisão de Anestesia do Instituto Central do
Programa de Educação Continuada em Fisiopatologia e Terapêutica da dor 2015 Equipe de Controle da Dor da Divisão de Anestesia do Instituto Central do Hospital das Clínicas FMUSP 26/09/2015 64% pacientes
RESPOSTA RÁPIDA 366/2014 Dor Difusa - Duloxetina
RESPOSTA RÁPIDA 366/2014 Dor Difusa - Duloxetina SOLICITANTE Dra. Renata Abranches Perdigão Juíza de Direito do JESP da Fazenda Pública de Campo Belo NÚMERO DO PROCESSO Autos nº. 0112.14.005276-5 DATA
Benzodiazepínicos, hipnóticos e opióides
Benzodiazepínicos, hipnóticos e opióides Alessandro Alves O amor não é aquilo que te deixa feliz, calmo e tranquilo. O nome disso é Rivotril. Frase atribuída a James Brown Benzodiazepínicos Estão entre
RESPOSTA RÁPIDA 330/2014. Beum (tiamina), Tegretol (carbamazepina), Prebictal (pregabalina)
22/06/2014 RESPOSTA RÁPIDA 330/2014 Beum (tiamina), Tegretol (carbamazepina), Prebictal (pregabalina) SOLICITANTE :Dra. Herilene de Oliveira Andrade Juíza de Direito de Itapecerica - MG NÚMERO DO PROCESSO:
Rivastigmina (Port.344/98 -C1)
Rivastigmina (Port.344/98 -C1) Alzheimer DCB: 09456 CAS: 129101-54-8 Fórmula molecular: C 14 H 22 N 2 O 2.C 4 H 6 O 6 Nome químico: (S)-N-Ethyl-3-[(1-dimethylamino)ethyl]-N-methylphenylcarbamate hydrogen
Prevenção de náuseas, vômitos e reações anafiláticas induzidos pela terapia antineoplásica (quimioterapia e terapia alvo).
Prevenção de náuseas, vômitos e reações anafiláticas induzidos pela terapia antineoplásica (quimioterapia e terapia alvo). Versão eletrônica atualizada em Dezembro 2009 Nome do protocolo: Prevenção de
RESPOSTA RÁPIDA 159/2014. Doxepina, cetirizina, duloxetina, tramadol, sulfato de glucosamina e condroitina
RESPOSTA RÁPIDA 159/2014 Doxepina, cetirizina, duloxetina, tramadol, sulfato de glucosamina e condroitina NAPOLEÃO DA SILVA CHAVES SOLICITANTE Juiz de Direito do 3º JESP da Unidade Jurisdicional do Juizado
CLASSIFICAÇÃO DAS CEFALEIAS (IHS 2004)
CLASSIFICAÇÃO DAS CEFALEIAS (IHS 2004) ENXAQUECAS Enxaqueca sem aura De acordo com a IHS, a enxaqueca sem aura é uma síndroma clínica caracterizada por cefaleia com características específicas e sintomas
Artigo de Revisão Revision Article
Artigo de Revisão Revision Article Carla Alves Costa 1 Cristina Santos 2 Paula Alves 2 Agostinho Costa 2 Dor oncológica Oncologic pain Recebido para publicação/received for publication: 07.05.29 Aceite
Sobre a Dor e a Gestão da Dor. Encontre mais informações no site www.palliativecare.org.au. Department of Health and Ageing
Sobre a Dor e a Gestão da Dor Encontre mais informações no site www.palliativecare.org.au Portuguese - Pain Management Department of Health and Ageing Financiado pelo Governo Australiano, através do Programa
GABARITO. Resposta: Cálculo da superfície corporal para dose de gencitabina 1 m 2 --- 1000 mg 1,66 m 2 --- X mg X = 1660 mg
GABARITO 1 - Sr José, 65 anos, apresenta dor abdominal intensa há dois meses. Após solicitação de ultrasonografia pelo médico assistente chegou-se ao diagnóstico de câncer de pâncreas. O tratamento proposto
Pós operatório em Transplantes
Pós operatório em Transplantes Resumo Histórico Inicio dos programas de transplante Dec. 60 Retorno dos programas Déc 80 Receptor: Rapaz de 18 anos Doador: criança de 9 meses * Não se tem informações
Todos sabemos a importância de uma boa noite de sono. O que nem todos sabem é que alternância entre o dormir e estar acordado resulta da ação
QUÍMICA DO SONO Todos sabemos a importância de uma boa noite de sono. O que nem todos sabem é que alternância entre o dormir e estar acordado resulta da ação combinada de diversas substâncias químicas
Cuidados paliativos ao fim da vida. Finitude e morte. Silvana de Araújo Silva Médica Geriatra CIAPE 2008
Cuidados paliativos ao fim da vida. Finitude e morte. Silvana de Araújo Silva Médica Geriatra CIAPE 2008 INTRODUÇÃO Envelhecimento populacional como fenômeno mundial Novas condições clínicas Mudanças na
Dra. Fabiana Hauser Fisiatra e Acupunturista Serviço de Dor e Cuidados Paliativos Hospital Nossa Senhora da Conceição Porto Alegre
Dra. Fabiana Hauser Fisiatra e Acupunturista Serviço de Dor e Cuidados Paliativos Hospital Nossa Senhora da Conceição Porto Alegre Dor Crônica Cuidados Paliativos Atendimento ambulatorial Internação Ambulatório
Drogas de abuso. Maxwell Santana
Drogas de abuso Maxwell Santana Drogas de abuso Qualquer substância ou preparação, com pouco uso médico usada primariamente pelos seus efeitos gratificantes! Englobam substância psicoativas e psicotrópicas!
Cefaleia crónica diária
Cefaleia crónica diária Cefaleia crónica diária O que é a cefaleia crónica diária? Comecei a ter dores de cabeça que apareciam a meio da tarde. Conseguia continuar a trabalhar mas tinha dificuldade em
Consenso Sobre Dor Oncológica
Consenso Sobre Dor Oncológica Algoritmo para o Tratamento da Dor Oncológica 2014 Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica Princípios gerais sobre o manejo da dor oncológica Evidências cada vez maiores
Ministério da Saúde Consultoria Jurídica/Advocacia Geral da União
Brasília, Nota Técnica janeiro N de 932012. /2012 Nomes Princípio Comerciais1: Ativo: paracetamol Ultracet, + cloridrato Paratram. de tramadol. Medicamento Medicamentos de Similares: Referência: Paratram.
Circular Normativa. Assunto: A Dor como 5º sinal vital. Registo sistemático da intensidade da Dor
Ministério da Saúde Direcção-Geral da Saúde Assunto: A Dor como 5º sinal vital. Registo sistemático da intensidade da Dor Circular Normativa Nº 09/DGCG Data: 14/06/2003 Para: Administrações Regionais de
Direcção-Geral da Saúde
Assunto: Para: Utilização dos medicamentos opióides fortes na dor crónica não oncológica Médicos do Sistema Nacional de Saúde Nº: 09/DSCS/DPCD/DSQC DATA: 24/03/08 Contacto na DGS: Direcção de Serviços
RESENHA: Novas perspectivas na luta contra a dependência química provocada pela cocaína.
RESENHA: Novas perspectivas na luta contra a dependência química provocada pela cocaína. FONTE: Yao, L. et al. (2010) Nature Medicine 16 (9), 1024. Contribuição de Rodolfo do Couto Maia (Doutorando do
Câncer de Próstata. Fernando Magioni Enfermeiro do Trabalho
Câncer de Próstata Fernando Magioni Enfermeiro do Trabalho O que é próstata? A próstata é uma glândula que só o homem possui e que se localiza na parte baixa do abdômen. Ela é um órgão muito pequeno, tem
TEMA: Fentanila de aplicação transdérmica para tratamento da dor oncológica
Data: 12/06/2014 NT 112/2014 Solicitante: Dra Marcilene da Conceição Miranda Juíza de Direito de Claudio Número do processo: 0166.14.000994-4 Medicamento Material Procedimento Cobertura X TEMA: Fentanila
Corticóides na Reumatologia
Corticóides na Reumatologia Corticóides (CE) são hormônios esteróides produzidos no córtex (área mais externa) das glândulas suprarrenais que são dois pequenos órgãos localizados acima dos rins. São produzidos
CARTA DE PRAGA. Apela se aos governantes para aliviarem o sofrimento e assegurarem o direito e acesso aos cuidados paliativos
CARTA DE PRAGA Apela se aos governantes para aliviarem o sofrimento e assegurarem o direito e acesso aos cuidados paliativos A Associação Europeia de Cuidados Paliativos (EAPC), a Associação Internacional
ALTERAÇÕES A INCLUIR NAS SECÇÕES RELEVANTES DO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DOS MEDICAMENTOS QUE CONTENHAM NIMESULIDA (FORMULAÇÕES SISTÉMICAS)
ANEXO III 58 ALTERAÇÕES A INCLUIR NAS SECÇÕES RELEVANTES DO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DOS MEDICAMENTOS QUE CONTENHAM NIMESULIDA (FORMULAÇÕES SISTÉMICAS) Adições aparecem em itálico e sublinhado; rasuras
DROGAS LÌCITAS E ILÌCITAS SUBSTÂNCIAS PSICOTRÒPICAS. Drogas Lícitas e Ilícitas Substancias Psicotrópicas
DROGAS LÌCITAS E ILÌCITAS SUBSTÂNCIAS PSICOTRÒPICAS Drogas Lícitas e Ilícitas Substancias Psicotrópicas SUBSTÂNCIAS PSICOTRÒPICAS São substancias psicoativas que agem no Sistema Nervoso Central. Produz
EXERCÍCIO E DIABETES
EXERCÍCIO E DIABETES Todos os dias ouvimos falar dos benefícios que os exercícios físicos proporcionam, de um modo geral, à nossa saúde. Pois bem, aproveitando a oportunidade, hoje falaremos sobre a Diabetes,
Anexo III. Alterações a incluir nas secções relevantes do Resumo das Características do Medicamento e do Folheto Informativo
Anexo III Alterações a incluir nas secções relevantes do Resumo das Características do Medicamento e do Folheto Informativo Nota: Este Resumo das Características do Medicamento, rotulagem e folheto informativo
Tylex 7,5 mg / 30 mg comprimidos paracetamol, fosfato de codeína
1 IDENTIFICAÇÃO MEDICAMENTO DO Tylex 7,5 mg / 30 mg comprimidos paracetamol, fosfato de codeína APRESENTAÇÕES Comprimidos de 7,5 mg de fosfato de codeína e 500 mg de paracetamol em embalagens com 12 comprimidos
PROGRAMA NACIONAL DE CONTROLE DO TABAGISMO
PROGRAMA NACIONAL DE CONTROLE DO TABAGISMO Abordagem e Tratamento do Tabagismo PROGRAMA NACIONAL DE CONTROLE DO TABAGISMO Abordagem e Tratamento do Tabagismo I- Identificação do Paciente Nome: Nº do prontuário:
Condutas fisioterapêuticas em câncer de mama: quais os prós e contras? Ms. FABIANA DA SILVEIRA BIANCHI PEREZ fabianasbp@hotmail.
Condutas fisioterapêuticas em câncer de mama: quais os prós e contras? Ms. FABIANA DA SILVEIRA BIANCHI PEREZ [email protected] DOR NO CÂNCER EXPERIÊNCIA SENSITIVA EMOCIONAL DESAGRADÁVEL DANO TECIDUAL
paracetamol Biosintética Farmacêutica Ltda. Solução oral 200 mg/ml
paracetamol Biosintética Farmacêutica Ltda. Solução oral 200 mg/ml BULA PARA PACIENTE Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009 I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO paracetamol Medicamento Genérico Lei
RESPOSTA RÁPIDA 305/2014 Rivaroxabana (Xarelto )
RESPOSTA RÁPIDA 305/2014 Rivaroxabana (Xarelto ) SOLICITANTE Eduardo Soares de Araújo Juíz de Direito Comarca de Andradas MG NÚMERO DO PROCESSO 14.2723-1 DATA 03/06/2014 Proc. 14.2723-1 Autor: VALDECI
Prof.: Luiz Fernando Alves de Castro
Prof.: Luiz Fernando Alves de Castro Dia Nacional de Combate ao Câncer O Dia 27 de Novembro, Dia Nacional de Combate ao Câncer, é uma data que deve ser lembrada não para comemorarmos e, sim, para alertarmos
Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite
Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite HEPATITE A hepatite é uma inflamação do fígado provocada na maioria das vezes por um vírus. Diferentes tipos de vírus podem provocar hepatite aguda, que se
Anexo A DORFEN CAZI QUIMICA FARMACÊUTICA IND. E COM. LTDA. Solução oral. 200mg
Anexo A DORFEN CAZI QUIMICA FARMACÊUTICA IND. E COM. LTDA Solução oral 200mg DORFEN Paracetamol I IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO DORFEN Paracetamol FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO Solução oral em frasco
HOSPITAL DA LUZ 01 RADIOEMBOLIZAÇÃO 02 QUESTÕES FREQUENTES SOBRE A... RADIOEMBOLIZAÇÃO 03 CONTACTOS
RADIOEMBOLIZAÇÃO 01 RADIOEMBOLIZAÇÃO 02 QUESTÕES FREQUENTES SOBRE A... RADIOEMBOLIZAÇÃO 03 CONTACTOS 1 RADIOEMBOLIZAÇÃO A radioembolização é uma radioterapia selectiva administrada por via intra-arterial
INTRODUÇÃO (WHO, 2007)
INTRODUÇÃO No Brasil e no mundo estamos vivenciando transições demográfica e epidemiológica, com o crescente aumento da população idosa, resultando na elevação de morbidade e mortalidade por doenças crônicas.
CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DE DEFESA DA SAÚDE CESAU. Av. Joana Angélica, 1312, Prédio Principal, sala 404 Nazaré. Tel.: 71 3103-6436 / 6812.
ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º 08 /2014 - CESAU Salvador, 23 de janeiro de 2014. OBJETO: Parecer. - Centro de Apoio Operacional de Defesa da Saúde- CESAU REFERÊNCIA:xxxPromotoria da Justiça de xxx/dispensação
FARMACOTERAPIA EXCLUSIVA Nutracêuticos para o tratamento da dependência Química
FARMACOTERAPIA EXCLUSIVA Nutracêuticos para o tratamento da dependência Química NUTRACÊUTICOS PARA TRATAMENTO DAS DEPENDÊNCIAS QUÍMICAS TRATAMENTO COM ALTA EFETIVIDADE Os mais recentes estudos científicos
EXAME DE INGRESSO AO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FARMACOLOGIA. Nome:... Data:... Assinatura:...
EXAME DE INGRESSO AO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FARMACOLOGIA Nome:... Data:... Assinatura:... DISSERTAÇÃO: RECEPTORES E VIAS DE TRANSDUÇÃO DO SINAL COMO ESTRATÉGIA AO DESENVOLVIMENTO DE NOVOS FÁRMACOS
TEMA: Uso de Calcitriol no hipoparatireoidismo após cirurgia de tireóide
NT 27/2012 Solicitante: Dra. Jacqueline de Souza Toledo e Dutra Juíza de Direito do 2º JESP do Juizado Especial da Comarca de Pouso Alegre Data: 29/11/2012 Medicamento X Material Procedimento Cobertura
Azul. Novembro. cosbem. Mergulhe nessa onda! A cor da coragem é azul. Mês de Conscientização, Preveção e Combate ao Câncer De Próstata.
cosbem COORDENAÇÃO DE SAÚDE E BEM-ESTAR Novembro Azul Mês de Conscientização, Preveção e Combate ao Câncer De Próstata. Mergulhe nessa onda! A cor da coragem é azul. NOVEMBRO AZUL Mês de Conscientização,
Estado- Titular da autorização de Nome do medicamento introdução no mercado. Postfach 210805 Ludwigshafen DE 67008 Germany.
Anexo I 3 Substância: Propil-hexedrina Estado- Titular da autorização de Nome do medicamento Membro introdução no mercado Alemanha Knoll AG Postfach 210805 Ludwigshafen DE 67008 Germany Eventin 4 Substância:
CURSO DE FORMAÇÃO TOXICODEPENDÊNCIA EM CUIDADOS DE SAUDE PRIMÁRIOS
PROGRAMA Uma iniciativa de Fonseca Cat Peniche Formação com base na Mala da Prevenção Prevenção do Mau uso e Abuso de Substâncias Psicoactivas e de Comportamentos de Risco Direcção de Luís. Médico Psiquiatra.
Um outro objetivo ajudar os doentes a atingirem a aceitação da vida vivida e a aceitarem morte! Ter medo da morte é humano
CUIDADOS PALIATIVOS A diversidade das necessidades da pessoa humana em sofrimento intenso e em fim de vida encerram, em si mesmo, uma complexidade de abordagens de cuidados de Saúde a que só uma equipa
azul NOVEMBRO azul Saúde também é coisa de homem. Doenças Cardiovasculares (DCV)
Doenças Cardiovasculares (DCV) O que são as Doenças Cardiovasculares? De um modo geral, são o conjunto de doenças que afetam o aparelho cardiovascular, designadamente o coração e os vasos sanguíneos. Quais
TEMA: Seretide, para Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC).
NOTA TÉCNICA 92/2013 Solicitante Dr. Wellington Reis Braz João Monlevade Processo nº 0362.13.4367-6 Data: 13/06/2013 Medicamento X Material Procedimento Cobertura TEMA: Seretide, para Doença Pulmonar Obstrutiva
Leia sem moderação. Alcoolismo
Leia sem moderação. Alcoolismo ALCOOLISMO O alcoolismo é uma doença grave causada pela ingestão contínua de bebidas alcoólicas. A pessoa torna-se prisioneira do ato de beber, sofrendo conseqüências sociais,
ANEXO III ALTERAÇÕES ÀS SECÇÕES RELEVANTES DO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO E DO FOLHETO INFORMATIVO
ANEXO III ALTERAÇÕES ÀS SECÇÕES RELEVANTES DO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO E DO FOLHETO INFORMATIVO Nota: O resumo das características do medicamento e o folheto informativo podem necessitar
Ansiedade Resumo de diretriz NHG M62 (fevereiro 2012)
Ansiedade Resumo de diretriz NHG M62 (fevereiro 2012) Lieke Hassink-Franke, Berend Terluin, Florien van Heest, Jan Hekman, Harm van Marwijk, Mariëlle van Avendonk traduzido do original em holandês por
Worldwide Charter for Action on Eating Disorders
Worldwide Charter for Action on Eating Disorders - CARTA MUNDIAL DE ACÇÃO PARA AS PARTURBAÇÕES ALIMENTARES- DIREITOS E EXPECTATIVAS PARA PESSOAS COM PERTURBAÇÕES ALIMENTARES E AS SUAS FAMÍLIAS PREÂMBULO
Tylemax Gotas. Natulab Laboratório SA. Solução Oral. 200 mg/ml
Tylemax Gotas Natulab Laboratório SA. Solução Oral 200 mg/ml TYLEMAX paracetamol APRESENTAÇÕES Solução oral em frasco plástico opaco gotejador com 10, 15 e 20ml, contendo 200mg/mL de paracetamol. USO ADULTO
DROGAS DE ABUSO. Profa. Dra. Eline Matheus
DROGAS DE ABUSO DROGAS QUE ATUAM NO SNC ESTIMULANTES DEPRESSORES DROGAS ESTIMULANTES COCAÍNA (CRACK & OXI) ANFETAMÍNICOS EFEDRINA ALUCINÓGENOS ANABOLIZANTES COCAÍNA Corte cerebral pós-mortem de um adicto
Resumo Aula 9- Psicofármacos e Transtornos de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) na infância, na adolescência e na idade adulta
Curso - Psicologia Disciplina: Psicofarmacologia Resumo Aula 9- Psicofármacos e Transtornos de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) na infância, na adolescência e na idade adulta Psicofármacos:Transtorno
Prezados Associados,
Prezados Associados, Para facilitar a comunicação e dirimir as principais dúvidas sobre a utilização dos nossos serviços, o FISCO SAÚDE traz agora guias de procedimentos por assunto. O conteúdo está distribuído
ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO
ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO 1. A comunicação durante o processo de enfermagem nem sempre é efetiva como deveria ser para melhorar isto, o enfermeiro precisa desenvolver estratégias de
RESPOSTA RÁPIDA 417/2014 Encefalopatia Alcoólica
RESPOSTA RÁPIDA 417/2014 Encefalopatia Alcoólica SOLICITANTE Drª Herilene de Oliveira Andrade Juíza de Direito Comarca de Itapecerica NÚMERO DO PROCESSO 0335.14.1606-4 DATA 25/07/2014 Ao NATS, SOLICITAÇÃO
CAPSULITE ADESIVA OU OMBRO CONGELADO. A capsulite adesiva ou ombro congelado é uma doença de causa
CAPSULITE ADESIVA OU OMBRO CONGELADO A capsulite adesiva ou ombro congelado é uma doença de causa desconhecida. Por vezes os doentes associam o seu inicio a um episódio traumático. Outros doentes referiam
Assunto: Fibromialgia Nº: 45/DGCG DATA: 09/09/05. Administrações Regionais de Saúde e Médicos dos Serviços Prestadores de Cuidados de Saúde
Ministério da Saúde Direcção-Geral da Saúde Circular Informativa Assunto: Fibromialgia Nº: 45/DGCG DATA: 09/09/05 Para: Contacto na DGS: Administrações Regionais de Saúde e Médicos dos Serviços Prestadores
A Segurança na Administração da Quimioterapia Oral.ral
A Segurança na Administração da Quimioterapia Oral.ral 2º Congresso Multidisciplinar em Oncologia do Instituto do Câncer do Hospital Mãe de Deus Enfª Érika Moreti Campitelli Antineoplásico oral: Atualmente
Recebimento de pacientes na SRPA
CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E Recebimento de pacientes na SRPA O circulante do CC conduz o paciente para a SRPA; 1.Após a chegada do paciente
Lidando com o paciente oncológico C A M I L A M A N O S S O F U N E S J É S S I C A D E O L I V E I R A S T O R R E R
Lidando com o paciente oncológico C A M I L A M A N O S S O F U N E S J É S S I C A D E O L I V E I R A S T O R R E R As fases do câncer ANTERIOR AO DIAGNÓSTICO RECUPERAÇÃO OU MORTE DIAGNÓSTICO A FASE
Sibutramina. Comportamento alimentar
Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Sibutramina Sibutramina é uma amina terciária que sofre desmetilação rápida ao ser ingerida por animais
Princípios Ativos Ácido Cítrico,Ácido Acetilsalicílico, Bicarbonato de Sódio e Carbonato de Sodio.
Sonrisal Classe terapêutica dos Antiacidos. Princípios Ativos Ácido Cítrico,Ácido Acetilsalicílico, Bicarbonato de Sódio e Carbonato de Sodio. Indicação Para quê serve Sonrisal? Sonrisal é indicado como
PROF.: FERNANDA BRITO Disciplina Farmacologia. [email protected]
PROF.: FERNANDA BRITO Disciplina Farmacologia [email protected] EXEMPLOS DE ESQUEMAS COMPARTIMENTAIS DO CORPO TGI COMPARTIMENTO CENTRAL CÉREBRO FÍGADO ELIMINAÇÃO METABÓLICA EXCREÇÃO RENAL OUTROS
Agrupamento de Escolas de Rio de Mouro Padre Alberto Neto CÓDIGO 170318. Sub-departamento de Educação Especial
Sub-departamento de Educação Especial A deficiência mental interfere directamente no funcionamento intelectual do ser humano, sendo este abaixo da média. O aluno apresenta comprometidos, além das funções
5-HT 1A Núcleos da rafe, hipocampo Gi, AMPc. 5-HT 1B Substância negra, globo pálido, gânglios da base Gi, AMPc. 5-HT 1D Cérebro Gi, AMPc
UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE FARMACOLOGIA SEROTONINA Serotonina: funções e distribuição Receptores centrais e periféricos Neurotransmissor: neurônios
RESPOSTA RÁPIDA 154/2014 Alfapoetina na IRC
RESPOSTA RÁPIDA 154/2014 Alfapoetina na IRC SOLICITANTE Dra. Herilene de Oliveira Andrade Juíza de Direito Comarca de Itapecerica NÚMERO DO PROCESSO 0335.14.706-3 DATA 26/03/2014 SOLICITAÇÃO Solicito parecer
Informações sobre morfina e outros opióides nos cuidados paliativos. National Community Education Initiative
National Community Education Initiative Informações sobre morfina e outros opióides nos cuidados paliativos Facts about morphine and other opioid medicines in palliative care Portuguese Sobre o que é este
Caderno de Atenção Domiciliar
MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO-GERAL DE ATENÇÃO DOMICILIAR Caderno de Atenção Domiciliar Volume 2 BRASÍLIA DF ABRIL - 2012 CAPÍTULO 6 CUIDADOS
ORIENTAÇÕES SOBRE GESTÃO DA DOR EM UROLOGIA
ORIENTAÇÕES SORE GESTÃO DA DOR EM UROLOGIA (Texto actualizado em Março de 2009) P. ader (Presidente), D. Echtle, V. Fonteyne, G. De Meerleer, E.G. Papaioannou, J.H. Vranken Princípios gerais de gestão
Pela equipa da Unidade de Cuidados de Saúde do Centro de Saúde de Torres Vedras (Enfª Patrícia Santos Serrano).
Pela equipa da Unidade de Cuidados de Saúde do Centro de Saúde de Torres Vedras (Enfª Patrícia Santos Serrano). A automedicação é a prática de ingerir medicamentos sem o aconselhamento e/ou acompanhamento
Qual é a função do Sistema Nervoso Central?
Câncer de SNC Qual é a função do Sistema Nervoso Central? O Sistema Nervoso Central (SNC) é constituído pelo cérebro, cerebelo e tronco cerebral. O cérebro é dividido em quatro lobos que controlam funções
ACIDENTE E INCIDENTE INVESTIGAÇÃO
ACIDENTE E INCIDENTE INVESTIGAÇÃO OBJETIVOS Para definir as razões para a investigação de acidentes e incidentes. Para explicar o processo de forma eficaz a investigação de acidentes e incidentes. Para
Informação para o paciente
Informação para o paciente Viramune - nevirapina 18355 BI Viramune brochure POR_V2.indd 1 14-12-11 14:19 Introdução Viramune é um medicamento para o tratamento do HIV. Este prospecto contém informação
BULA PARA O PACIENTE BUSPAR (cloridrato de buspirona) 5mg/10mg COMPRIMIDOS
BULA PARA O PACIENTE BUSPAR (cloridrato de buspirona) 5mg/10mg COMPRIMIDOS BRISTOL-MYERS SQUIBB BUSPAR cloridrato de buspirona Uso oral APRESENTAÇÃO BUSPAR 5 mg é apresentado em cartuchos com 2 blisters
Distúrbios do sono e uso de soníferos Resumo de diretriz NHG M23 (julho 2014)
Distúrbios do sono e uso de soníferos Resumo de diretriz NHG M23 (julho 2014) NHG grupo de estudos Distúrbios do e uso de soniferos traduzido do original em holandês por Luiz F.G. Comazzetto 2014 autorização
TYNEO. (paracetamol)
TYNEO (paracetamol) Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A. Solução Oral 200mg/mL I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO: TYNEO paracetamol APRESENTAÇÃO Solução oral gotas 200mg/mL: Embalagem com 1
COMPORTAMENTO SEGURO
COMPORTAMENTO SEGURO A experiência demonstra que não é suficiente trabalhar somente com estratégias para se conseguir um ambiente de trabalho seguro. O ideal é que se estabeleça a combinação de estratégias
Assistência na Fase Final da Vida e Luto: Assistência à Família. Ana Paula M. Bragança dos Santos Assistente Social/INCA
Assistência na Fase Final da Vida e Luto: Assistência à Família Ana Paula M. Bragança dos Santos Assistente Social/INCA De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) "Cuidados Paliativos consistem
DIAGNÓSTICO MÉDICO DADOS EPIDEMIOLÓGICOS FATORES DE RISCO FATORES DE RISCO 01/05/2015
01/05/2015 CÂNCER UTERINO É o câncer que se forma no colo do útero. Nessa parte, há células que podem CÂNCER CERVICAL se modificar produzindo um câncer. Em geral, é um câncer de crescimento lento, e pode
Cefaleia Cefaleia tipo tensão tipo tensão
Cefaleia tipo tensão Cefaleia tipo tensão O que é a cefaleia tipo tensão? Tenho dores de cabeça que duram vários dias de cada vez e sinto-me como se estivesse a usar um chapéu muito apertado - mais como
Informações ao Paciente
Informações ao Paciente Introdução 2 Você foi diagnosticado com melanoma avançado e lhe foi prescrito ipilimumabe. Este livreto lhe fornecerá informações acerca deste medicamento, o motivo pelo qual ele
Prof. Dr. Gilson Cesar Nobre Franco
TERAPÊUTICA MEDICAMENTOSA EM IMPLANTODONTIA Prof. Dr. Gilson Cesar Nobre Franco Terapêutica Medicamentosa Pré-operatório Trans-operatório Pós-operatório Ansiolíticos Antiinflamatórios tó i Antimicrobianos
1. O QUE É PARACETAMOL BLUEPHARMA E PARA QUE É UTILIZADO. Grupo Farmacoterapêutico: 2.10 - Sistema Nervoso Central - Analgésicos e antipiréticos
Folheto Informativo Informação para o utilizador Paracetamol Bluepharma Paracetamol Este folheto contém informações importantes para si. Leia-o atentamente Este medicamento pode ser adquirido sem receita
Doença de Alzheimer: uma visão epidemiológica quanto ao processo de saúde-doença.
Doença de Alzheimer: uma visão epidemiológica quanto ao processo de saúde-doença. Bruno Araújo da Silva Dantas¹ [email protected] Luciane Alves Lopes² [email protected] ¹ ²Acadêmico(a) do
TRATAMENTO DO TABAGISMO: o que funciona? TRATAMENTO DO TABAGISMO CONTROLE DO TABAGISMO TRATAMENTO DO TABAGISMO. Carlos A A Viegas POR QUE PARAR?
: o que funciona? Carlos A A Viegas IX CURSO NACIONAL DE ATUALIZAÇÃO EM PNEUMOLOGIA SBPT - 2008 CONTROLE DO TABAGISMO IMPLEMENTAÇÃO DA CONVENÇÃO QUADRO IMPLEMENTAÇÃO DO PROGRAMA SABER SAÚDE TRATAMENTO
