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- Malu Arantes Freire
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1 Varizes Esofágicas Caso 41 Controle terapêutico Marielle Garcia de Souza Como tudo começa... A hipertensão portal é uma condição fisiopatológica resultante da dificuldade do sangue transitar pelo fígado, quando este se apresenta com cirrose. No interior do fígado ocorre a resistência aumentada ao fluxo portal e compressão das veias hepáticas terminais pela fibrose perivascular e nódulos parenquimatosos expansivos. Hipertensão portal (PHT) Caracterizada por uma pressão portal 5 mmhg superior à pressão da veia cava inferior; Para pacientes com cirrose o risco de varizes se faz presente quando a pressão excede 12 mmhg, ou é maior que a da veia cava. O que são varizes esofágicas? Varizes esofágicas Retiram pressão do sistema porta venoso e podem ocorrer em qualquer parte do TGI; Vasos dilatados e tortuosos; As varizes não produzem sintomas até sangrarem. Ocorrem em 90% dos pacientes cirróticos e estão mais freqüentemente associadas à cirrose alcoólica. 1
2 Tratamento padrão É dividida em profilaxia primária e tratamento da hemorragia aguda Profilaxia Realizada para pacientes com ascites, risco aumentado de sangramento, varizes grandes ou com pressão maior de 12 mmhg; Bloqueador β-adrenérgico não seletivo, como o propanolol ou nadolol; Reduz 50% dos casos; Risco de sangramento com a descontinuação abrupta da terapia; Profilaxia Nitratos: causam vasodilatação em músculos lisos e diminuem pressão portal; Podem ser considerados para pacientes que não respondem aos β-bloqueadores desde que sejam menores de 50 anos e tenham uma cirrose bem compensada; Posologia: isosorbato-5-mononitrato oral 20 mg 2x/dia, e aumenta para 20 mg 3x/dia depois de uma semana. Tratamento padrão Todo paciente com cirrose e PHT deve ser submetido a um screening endoscópico, e pacientes com grandes varizes devem iniciar a profilaxia com Propanolol oral 10 mg 3x ao dia ou nadolol 20 mg 1x ao dia. Manutenção do paciente Os objetivos são adequar o fluxo, corrigir coagulopatia e trombocitopenia, controlar sangramento, prevenir novas hemorragias e preservar função hepática. Restauração do fluido: inicialmente colóides e depois produtos do sangue. Somatostatina e Octreotide Inibem secreção glandular, neurotransmissão e contração do m. liso produzindo vasodilatação do mesentério >>> diminui fluxo sanguíneo esplâncnico e reduz pressão portal e de varizes sem efeitos adversos significativos. Estudos com resultados controversos (mecanismo não esclarecido) 2
3 Vasopressina + Nitroglicerina Melhora o controle da hemorragia com menos efeitos adversos que a vasopressina sozinha. Menor controle quando comparado à somatostatina. Administrado por via intravenosa Terlipressin Triglicil-lisina vasopressina; Pró-fármaco sintético enzimaticamente convertido in vivo para lisinavasopressina; Apresenta menos efeitos adversos quando comparado à vasopressina sozinha ou combinada à NTG; Diminui a pressão de varizes mais do que a somatostatina ou o octreotide. Antibiótico profilático Intervenções endoscópicas Deve ser administrado para reduzir risco de sepse; Geralmente norfloxacin. Gastroduodenoscopia usando EIS (endoscopic injection sclerotherapy) ou EBL (endoscopic band ligation) EIS: injeção de 1-4 ml de agente esclerosante no lúmen das varizes; EBL: ligadura elástica aonde coloca-se um anel elástico ao redor da variz, provocando a coagulação de sangue no seu interior EIS EBL 3
4 Procedimentos cirúrgicos TIPS Balões tamponantes TIPS: colocação de 1 ou mais stents entre a veia hepática e a veia porta. Caso clínico K.T, 47 anos, sexo masculino, com histórico de cirrose alcoólica se apresentou na emergência reclamando de naúsea e hematêmese. Já teve um episódio similar 2 meses atrás. Esofagogastroduodenoscopia revelou varizes de grau II a III Passou por EBL Sem dor no peito, respiração curta ou hematúria Histórico médico do paciente Cirrose Encefalopatia Sangramento de varizes esofágicas 2 meses atrás Histórico familiar não contribui Histórico social Desempregado, casado, sem filhos; Bebia de 6 a 12 garrafas de cerveja por dia durante muitos anos, mas parou há dois anos; Fumou 1 maço de cigarro por dia durante muitos anos. Resultados dos exames PA 111/68 Pulso 82 RR 24 T 37,1 Esclera ictérica Mucosas secas Sons intestinais aumentados Esplenomegalia 4
5 Exames laboratoriais Exames laboratoriais Na 136mEq/L K 4.6mEq/L Cl 105mEq/L CO 2 24mEq/L BUN 20mg/dL SCr 0,6mg/dL Glu 154mg/dL Hgb 15.2g/dL Hct 42.3% WBC 7.2x10 3 /mm 3 Plt 95x10 3 /mm 3 ( ) aptt 28,6 s PT 13s INR 1,3 AST 115 IU/L (5-40) ALT 87 IU/L (5-35) Alk phos 103 IU/L LDH 232 IU/L ( ) T. bili 2,6mg/dL (0,1-1,2) Proteína 7,4 g/dl Albumina 3.6 g/dl Ca 8.7 mg/dl (9-11) Phos 2.7 mg/dl Medicamentos em uso Lactulose Lactulose 30 ml v.o. por dia Spironolactone 50 mg v.o. por dia Furosemida 20mg v.o. por dia Propanolol 10mg v.o. 3x ao dia Pode ser usado como laxante surfactante: atrai água por osmose (30 ml por dia); Também usado para encefalopatia hepática (20 a 30mg 3-4x ao dia) Sem histórico de alergia a medicamentos Espirolactona Furosemida indicado no tratamento da hipertensão essencial, distúrbios edematosos (relacionados a inchaço), tais como: edema e ascite (acúmulode líquido na cavidade abdominal) relacionados à insuficiência cardíaca congestiva,cirrose hepática e síndrome nefrótica Diurético de alça; Aumenta excreção de sódio, cloro, magnésio, cálcio, bicarbonato e fosfato Aumenta capacitância venosa >>> diminui pressão Aumenta níveis plasmáticos de propanolol 5
6 Propanolol Antagonista β-adrenérgico não seletivo anti-hipertensivo, diminui débito cardíaco(ação inicial), reduz secreção de renina, e diminui as catecolaminas nas sinapses nervosas Metabolizado pelo fígado Terapia sugerida Octreotide µg IV bolus. Infusão contínua 25 µg/h monitorando glicemia. Administração de uma cefalosporina de 3ª geração (ceftriaxona); ou associação de penicilina e inibidor de β lactamase (amoxicilina+ác.clavulânico); ou fluorquinolona (fleroxacino). Novas sessões de EBL Manutenção Acompanhamento isosorbato-5-mononitrato oral 20 mg 2x/dia, e aumenta para 20 mg 3x/dia depois de uma semana. (avaliar risco) Endoscopia a cada duas semanas até não aparentar mais varizes; Depois aos 3 e 6 meses. Falha na terapia Se o paciente não responder à terapia cogitar procedimento cirúrgico (TIPS) Referências Robbin S.L.. Patologia estrutural e funcional, 1996, 5ª ed., Guanabara Koogan Rang H.P.; Dale M.M; Ritter J.M.; Farmacologia, 2001, 4ª ed., Guanabara Koogan DIPIRO, J.T et al. Pharmacotherapy: a pathophysiologic approach. 3rd ed. Stanford:Appleton & Lange,
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