Superior Tribunal de Justiça

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1 HABEAS CORPUS Nº PI (2011/ ) RELATORA IMPETRANTE ADVOGADO IMPETRADO PACIENTE : MINISTRA LAURITA VAZ : VIRGILIO BACELAR DE CARVALHO : VIRGÍLIO BACELAR DE CARVALHO : TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PIAUÍ : DOMINGOS BACELAR DE CARVALHO EMENTA HABEAS CORPUS. PENAL. CRIME DE RESPONSABILIDADE DE PREFEITO. DECRETO-LEI N.º 201/67, ART. 1.º, INCISO I. SESSÃO DE JULGAMENTO PARA RECEBIMENTO DA DENÚNCIA. VOTO DO RELATOR PROFERIDO. SUBSTITUIÇÃO. RETIFICAÇÃO DO VOTO PELO SUBSTITUTO. IMPOSSIBILIDADE. ACÓRDÃO NULO. PRESCRIÇÃO DA PRETENSÃO PUNITIVA. ORDEM DE HABEAS CORPUS CONCEDIDA. 1. Enquanto não encerrado o julgamento, com a proclamação do resultado final, não há óbice à retificação, pelo julgador, de seu voto, ainda que se trate do relator da causa. Precedentes. 2. No caso, porém, o Relator originário da ação penal já havia proferido seu voto, tendo sido o julgamento interrompido por pedido de vista. Posteriormente, o Relator foi substituído, em razão de sua aposentadoria, tendo o substituto, de forma indevida, retificado voto que não foi por ele proferido. 3. Segundo a jurisprudência desta Corte, "o que é possível é a alteração do voto proferido antes da proclamação do resultado do julgamento pelo mesmo julgador, e não por um terceiro que atua em substituição ao Magistrado ausente. Significa, portanto, em outras palavras, que essa faculdade conferida ao Julgador, de rever seu entendimento enquanto perdurar o julgamento, é pessoal, não podendo ser exercida por seu substituto" (HC 64835/RJ, Rel. Ministro FELIX FISCHER, QUINTA TURMA, julgado em 22/05/2007, DJ 13/08/2007). 4. Como os fatos atribuídos ao Paciente ocorreram, segundo a denúncia, entre setembro e novembro de 1997, foi extinta a punibilidade no caso concreto, em se considerado que, com a anulação do julgamento que recebeu a denúncia, não houve causa interruptiva da prescrição, transcorrendo, assim, prazo superior a 16 anos. 5. Ordem de habeas corpus concedida, para anular o acórdão que recebeu a denúncia e, em consequência, declarar extinta a punibilidade do Paciente, pela prescrição da pretensão punitiva. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Ministros da QUINTA TURMA do Superior Tribunal de Justiça, na conformidade dos votos e das notas taquigráficas a seguir, por unanimidade, conceder a ordem, nos termos do voto da Sra. Ministra Relatora. Os Srs. Ministros Jorge Mussi, Marco Aurélio Bellizze e Regina Helena Costa votaram com a Sra. Ministra Relatora. Ausente, justificadamente, o Sr. Ministro Moura Ribeiro. Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 03/02/2014 Página 1 de 9

2 Brasília (DF), 10 de dezembro de 2013 (Data do Julgamento) MINISTRA LAURITA VAZ Relatora Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 03/02/2014 Página 2 de 9

3 HABEAS CORPUS Nº PI (2011/ ) IMPETRANTE : VIRGILIO BACELAR DE CARVALHO ADVOGADO : VIRGÍLIO BACELAR DE CARVALHO IMPETRADO : TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PIAUÍ PACIENTE : DOMINGOS BACELAR DE CARVALHO RELATÓRIO A EXMA. SRA. MINISTRA LAURITA VAZ: Trata-se de habeas corpus, com pedido liminar, impetrado em favor de DOMINGOS BACELAR DE CARVALHO, contra acórdão proferido pelo Tribunal de Justiça do Estado do Piauí, que recebeu parcialmente denúncia oferecida contra o Paciente, assim ementado: "PROCESSUAL PENAL - DENÚNCIA - FALSIDADE DE DOCUMENTO PÚBLICO, FRAUDE À LICITAÇÃO E ATO DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA - EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE PELA PRESCRIÇÃO REAL - CRIME DE RESPONSABILIDADE (Art. 1.º, I, do Dec. 201/67) - INSTITUTO PRESCRICIONAL AFASTADO - INAPLICABILIDADE ANALÓGICA DA LEI /03 - DENÚNCIA PARCIALMENTE RECEBIDA (Art. 41 do CPP) - PERMANÊNCIA DO RÉU NO CARGO PÚBLICO - DECISÃO UNÂNIME. 1 - Tendo em vista o transcurso ininterrupto de lapso superior a quatorze anos entre os fatos delituosos (1997) e a presente data, impõe-se o reconhecimento do instituto da prescrição da pretensão punitiva estatal em face dos crimes de falsidade de documento público, fraude à licitação e ato de improbidade administrativa. Disposição do art. 107, IV c/c o art. 109, I e IV, do CP e arts. 12, II e 23, da Lei 8.429/ Quanto ao crime tipificado no art. 1.ª, I, do Decreto-Lei 201/67, constatou-se ter a denúncia obedecido a regra contida no artigo 41 do CPP. Por outro lado, não restou evidenciada a incidência de qualquer das exceções previstas no art. 395 do mesmo diploma legal, donde se conclui pela existência de justa causa para a deflagração da presente ação penal; 3 - Verificando-se a inaplicabilidade da Lei /03 para o caso em comento, bem assim, a existência de prova da materialidade e de fortes indícios de autoria do crime em análise, procede a acusação na forma e nos termos iniciais. 4 - Denúncia parcialmente recebida, mantendo-se o réu no cargo público, à unanimidade." (Fl. 58) Consta dos autos que o Paciente - à época da denúncia, Prefeito do Município de Porto/PI - foi denunciado como incurso no art. 1.º, inciso I, do Decreto-Lei n.º 201/67, no art. 90 da Lei n.º 8.666/93 e no art. 12, inciso II, da Lei n.º 8.429/92. Iniciado o julgamento no Tribunal de origem, o Relator da ação penal, Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 03/02/2014 Página 3 de 9

4 Desembargador Valério Neto Chaves Pinto, votou pela extinção da punibilidade do Paciente, quanto a todos os delitos. O julgamento foi suspenso em razão do pedido de vista do Ministério Público e de Desembargador componente da Câmara Criminal. Em face da aposentadoria do Desembargador Valério Neto Chaves Pinto, o feito foi redistribuído ao Desembargador Pedro de Alcântara da Silva Macêdo. Retomado o julgamento, o novo Relator retificou o voto do Desembargador Valério Neto Chaves Pinto, para, acompanhando os votos dos demais Membros da Câmara Criminal, receber a denúncia quanto ao crime previsto no art. 1.º, inciso I, do Decreto-Lei n.º 201/67. No presente writ, sustenta-se que a ocorrência de nulidade do julgamento, pois o voto já proferido pelo antigo Relator não poderia ter sido desconsiderado. Alega-se, ainda, que não constou da publicação do acórdão o nome do Advogado constituído pelo Paciente. Requer-se, liminarmente e no mérito, seja anulado o acórdão que não computou o voto do Desembargador Valério Neto Chaves Pinto, devendo novo ato ser proferido, com o saneamento do vício, e reabertura do prazo recursal. Indeferi o pedido liminar às fls. 73/75. As judiciosas informações foram prestadas às fls. 83/99 e 113/127. Às fls. 137/138 indeferi pedido de reconsideração da decisão liminar. O Ministério Público Federal manifestou-se às fls. 146/151, opinando pela concessão parcial do writ, apenas para anular a publicação do acórdão impugnado. É o relatório. Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 03/02/2014 Página 4 de 9

5 HABEAS CORPUS Nº PI (2011/ ) EMENTA HABEAS CORPUS. PENAL. CRIME DE RESPONSABILIDADE DE PREFEITO. DECRETO-LEI N.º 201/67, ART. 1.º, INCISO I. SESSÃO DE JULGAMENTO PARA RECEBIMENTO DA DENÚNCIA. VOTO DO RELATOR PROFERIDO. SUBSTITUIÇÃO. RETIFICAÇÃO DO VOTO PELO SUBSTITUTO. IMPOSSIBILIDADE. ACÓRDÃO NULO. PRESCRIÇÃO DA PRETENSÃO PUNITIVA. ORDEM DE HABEAS CORPUS CONCEDIDA. 1. Enquanto não encerrado o julgamento, com a proclamação do resultado final, não há óbice à retificação, pelo julgador, de seu voto, ainda que se trate do relator da causa. Precedentes. 2. No caso, porém, o Relator originário da ação penal já havia proferido seu voto, tendo sido o julgamento interrompido por pedido de vista. Posteriormente, o Relator foi substituído, em razão de sua aposentadoria, tendo o substituto, de forma indevida, retificado voto que não foi por ele proferido. 3. Segundo a jurisprudência desta Corte, "o que é possível é a alteração do voto proferido antes da proclamação do resultado do julgamento pelo mesmo julgador, e não por um terceiro que atua em substituição ao Magistrado ausente. Significa, portanto, em outras palavras, que essa faculdade conferida ao Julgador, de rever seu entendimento enquanto perdurar o julgamento, é pessoal, não podendo ser exercida por seu substituto" (HC 64835/RJ, Rel. Ministro FELIX FISCHER, QUINTA TURMA, julgado em 22/05/2007, DJ 13/08/2007). 4. Como os fatos atribuídos ao Paciente ocorreram, segundo a denúncia, entre setembro e novembro de 1997, foi extinta a punibilidade no caso concreto, em se considerado que, com a anulação do julgamento que recebeu a denúncia, não houve causa interruptiva da prescrição, transcorrendo, assim, prazo superior a 16 anos. 5. Ordem de habeas corpus concedida, para anular o acórdão que recebeu a denúncia e, em consequência, declarar extinta a punibilidade do Paciente, pela prescrição da pretensão punitiva. VOTO A EXMA. SRA. MINISTRA LAURITA VAZ (RELATORA): Conforme relatado, o Paciente foi denunciado como incurso no art. 1.º, inciso I, do Decreto-Lei n.º 201/67, no art. 90 da Lei n.º 8.666/93 e no art. 12, inciso II, da Lei n.º 8.429/92. A ação foi instaurada perante o Tribunal de Justiça do Estado do Piauí, pois o Paciente era Prefeito do Município de Porto/PI. Iniciado o julgamento, o Relator da ação penal, Desembargador Valério Neto Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 03/02/2014 Página 5 de 9

6 Chaves Pinto, votou pela extinção da punibilidade do Paciente, quanto a todos os delitos. O julgamento foi suspenso em razão do pedido de vista do Ministério Público e de Desembargador componente da Câmara Criminal. Em face da aposentadoria do Desembargador Valério Neto Chaves Pinto, o feito foi redistribuído ao Desembargador Pedro de Alcântara da Silva Macêdo. Retomado o julgamento, o novo Relator "refluiu", retificando o voto do Desembargador Valério Neto Chaves Pinto, para acompanhar os votos dos demais Membros da Câmara Criminal e receber a denúncia quanto ao crime previsto no art. 1.º, inciso I, do Decreto-Lei n.º 201/67. O Impetrante sustenta a nulidade de tal procedimento. O writ merece concessão. Nos termos da jurisprudência desta Corte, enquanto não encerrado o julgamento, com a proclamação do resultado final, não há óbice à retificação, pelo julgador, de seu voto, ainda que se trate do relator da causa. Nesse sentido: "ADMINISTRATIVO. PROCESSO CIVIL. AÇÃO INDENIZATÓRIA CONTRA A FAZENDA PÚBLICA. PRAZO QUINQUENAL. RETIFICAÇÃO DE VOTO PELO RELATOR. POSSIBILIDADE, ATÉ A PROCLAMAÇÃO DO RESULTADO DO JULGAMENTO. 1. Nos órgãos colegiados dos tribunais, o julgamento se encerra com a proclamação do resultado final, após a coleta de todos os votos. Enquanto tal não ocorrer, pode qualquer dos seus membros, inclusive o relator, retificar o voto anteriormente proferido. 2. Considerados os parâmetros da demanda, estabelecidos pelas instâncias ordinária - como pretensões (a) de natureza indenizatória e (b) sem relação de dependência com atos institucionais que inviabilizassem a tutela jurisdicional - e sendo demandada a União, o prazo prescricional é o do art. 1º do Decreto /32, com termo inicial subordinado ao princípio da actio nata. 3. Recurso especial desprovido." (REsp /PR, Rel. Ministro TEORI ALBINO ZAVASCKI, PRIMEIRA TURMA, julgado em 17/08/2004, DJ 13/09/2004, sem grifos no original.) "PROCESSUAL PENAL E PENAL. HABEAS CORPUS. ATENTADO VIOLENTO AO PUDOR E ESTUPRO CONTRA A PRÓPRIA MULHER. OBJETIVO DE EXAME DE PROVAS. IMPOSSIBILIDADE. VOTO RETIFICADO A TEMPO. NULIDADE DE JULGAMENTO INEXISTENTE. ORDEM DENEGADA. Afigura-se impossível pretender, na via estreita de habeas corpus, desconstituir o material cognitivo, visto que o rito procedimental não o Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 03/02/2014 Página 6 de 9

7 permite. Inexiste qualquer nulidade quando o Julgador retifica seu voto no transcurso do julgamento da causa, porque ainda pendia de conclusão do órgão colegiado. Ordem denegada." (HC 22214/SP, Rel. Ministro JOSÉ ARNALDO DA FONSECA, QUINTA TURMA, julgado em 22/10/2002, DJ 25/11/2002, sem grifos no original.) Ocorre, porém, que, no caso, o Relator originário da ação penal, Valério Neto Chaves Pinto, já havia proferido seu voto, tendo sido o julgamento interrompido por pedido de vista. Posteriormente, o Relator foi substituído pelo Desembargador Pedro de Alcântara da Silva Macêdo, que, de forma indevida, retificou voto que não foi por ele proferido. A propósito, nos autos do Habeas Corpus n.º /RJ, de relatoria do Ministro Felix Fischer, julgado pela Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça no qual se discutia a mesma controvérsia, consignou o Relator, em seu voto que, "o que é possível é a alteração do voto proferido antes da proclamação do resultado do julgamento pelo mesmo julgador, e não por um terceiro que atua em substituição ao Magistrado ausente. Significa, portanto, em outras palavras, que essa faculdade conferida ao Julgador, de rever seu entendimento enquanto perdurar o julgamento, é pessoal, não podendo ser exercida por seu substituto". Confira-se a ementa do referido julgado: "PROCESSUAL PENAL. HABEAS CORPUS. JULGAMENTO DE AGRAVO EM EXECUÇÃO. PEDIDO DE VISTA. ALTERAÇÃO DE VOTO ANTES DA PROCLAMAÇÃO DO RESULTADO. POSSIBILIDADE. VEDAÇÃO QUANTO A ESSA HIPÓTESE SE REALIZADA A ALTERAÇÃO POR OUTRO DESEMBARGADOR QUE ATUA EM SUBSTITUIÇÃO ÀQUELE QUE JÁ HAVIA VOTADO. NULIDADE CONFIGURADA. I - Esta Corte já firmou orientação de que, nos julgamentos colegiados, enquanto não proclamado o resultado e assim, não tiver ocorrido o encerramento do julgamento, é possível ao Julgador retificar ou alterar seu voto. II - Esse entendimento, contudo, não autoriza que tal retratação seja efetivada por membro da Turma Julgadora que atua em substituição a um colega que já votou em determinado sentido. Significa, portanto, que essa faculdade conferida ao Julgador de rever seu entendimento enquanto perdurar o julgamento é pessoal não podendo ser exercida por seu substituto. Ordem concedida." (HC 64835/RJ, Rel. Ministro FELIX FISCHER, QUINTA TURMA, julgado em 22/05/2007, DJ 13/08/2007.) Desse modo, é nulo o acórdão que recebeu a denúncia em desfavor do Paciente, restando prejudicada a análise da questão referente à irregularidade na publicação Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 03/02/2014 Página 7 de 9

8 do acórdão. Ressalte-se, por fim, que, como o máximo da pena em abstrato atribuída ao crime previsto no art. 1.º, inciso I, do Decreto-Lei n.º 201/67, é de 12 anos, a prescrição ocorre em 16 anos, nos termos do inciso II do art. 109 do Código Penal. Os fatos atribuídos ao Paciente ocorreram, segundo a denúncia, entre setembro e novembro de Dessa forma, extinta a punibilidade no caso concreto, em se considerado que, com a anulação do julgamento que recebeu a denúncia, não houve causa interruptiva da prescrição, transcorrendo, assim, prazo superior a 16 anos. Ante o exposto, CONCEDO a ordem de habeas corpus, para anular o acórdão que recebeu a denúncia e, em consequência, declarar extinta a punibilidade do Paciente, pela prescrição da pretensão punitiva. É como voto. Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 03/02/2014 Página 8 de 9

9 CERTIDÃO DE JULGAMENTO QUINTA TURMA Número Registro: 2011/ PROCESSO ELETRÔNICO HC / PI MATÉRIA CRIMINAL Número Origem: EM MESA JULGADO: 10/12/2013 Relatora Exma. Sra. Ministra LAURITA VAZ Presidente da Sessão Exmo. Sr. Ministro MARCO AURÉLIO BELLIZZE Subprocurador-Geral da República Exmo. Sr. Dr. FRANCISCO XAVIER PINHEIRO FILHO Secretário Bel. LAURO ROCHA REIS IMPETRANTE ADVOGADO IMPETRADO PACIENTE CORRÉU CORRÉU AUTUAÇÃO : VIRGILIO BACELAR DE CARVALHO : VIRGÍLIO BACELAR DE CARVALHO : TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PIAUÍ : DOMINGOS BACELAR DE CARVALHO : ADEMÁ RODRIGUES DA SILVA : JOÃO BENTO DE SOUSA ASSUNTO: DIREITO PENAL - Crimes Previstos na Legislação Extravagante - Crimes de Responsabilidade CERTIDÃO Certifico que a egrégia QUINTA TURMA, ao apreciar o processo em epígrafe na sessão realizada nesta data, proferiu a seguinte decisão: "A Turma, por unanimidade, concedeu a ordem, nos termos do voto da Sra. Ministra Relatora." Os Srs. Ministros Jorge Mussi, Marco Aurélio Bellizze e Regina Helena Costa votaram com a Sra. Ministra Relatora. Ausente, justificadamente, o Sr. Ministro Moura Ribeiro. Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 03/02/2014 Página 9 de 9

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