FRAMEWORK PARA DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES MAEMO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FRAMEWORK PARA DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES MAEMO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS"

Transcrição

1 FRAMEWORK PARA DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES MAEMO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS Martin Dill 1, Paulo Sérgio Sausen 1, Sérgio Luis Dill 1, Edson Luis Padoin 1, Maurício de Campos 1 1 Unijuí, Ijuí, Brasil, Abstract: This paper presents a reference framework for developing applications with emphasis on maemo/symbian plataform, whose goal is to make more and efficient the application development. Structured entirely on technology free of cost, this framework makes the development of applications economically viable for any developer who uses it. Keywords: Framework, maemo, Symbian Resumo: Este artigo apresenta um framework de referência para desenvolvimento de aplicações com ênfase na plataforma maemo/symbian, cujo objetivo é tornar mais eficiente o desenvolvimento de aplicativos nesse ambiente. Estruturado totalmente sobre tecnologias livres de custo, este framework torna o desenvolvimento mais simples e economicamente viável para qualquer desenvolvedor que utilizá-lo. Palavras-chave: Framework, maemo, Symbian 1. INTRODUÇÃO Diante de todos os avanços tecnológicos, é notável a popularidade alcançada pelos dispositivos móveis, em especial pelos smartphones. Percebe-se que existe, de fato, uma migração da computação tradicional, baseada em computadores pessoais, para uma nova era, denominada era da computação pervasiva muitas vezes chamada de computação ubíqua. As idéias desse novo paradigma foram inicialmente expostas em 1991 por Mark Weiser, então pesquisador do Centro de Pesquisas da Xerox (Xerox Palo Alto Research Center). Em sua visão, Weiser prega, de forma geral, um novo mundo no qual a computação está inserida em objetos do dia-a-dia, como televisores, carros e roupas, estando os mesmos totalmente integrados às nossas vidas. Mais precisamente, tais objetos comunicam-se de forma transparente uns com os outros, apresentando informações e disponibilizando recursos a qualquer hora e em qualquer lugar, de acordo com nossas necessidades e preferências. A crescente popularidade dos dispositivos móveis capazes de se conectar a Internet através de redes sem fio (e.g., Internet Tablets) tem criado a necessidade da disponibilização de novas aplicações que possam ser executadas nesses dispositivos, aplicações essas que se diferenciam das aplicações tradicionais, que são executadas nos desktops, em decorrência das limitações tanto a nível de hardware como de software destes dispositivos móveis. Outro ponto interessante nesse escopo foi o aumento do poder computacional desses dispositivos. Essa característica possibilitou aos mesmos executarem aplicações cada vez mais complexas, como por exemplo, jogos eletrônicos, tanto em 2D quanto em 3D, aplicações de multimídia, dentre outras. Por se tratar de um mercado relativamente novo, a demanda por profissionais capacitados para desenvolver essas aplicações é alta, e a quantidade de informações relacionadas com o desenvolvimento de aplicações para os dispositivos moveis ainda é escassa e mal estruturada. Um exemplo de segmento que esta em alta no mercado atualmente são os Internet Tablet (e.g., Nokia 800) que executam as suas aplicações sob a plataforma maemo [7]. Um dos principais problemas enfrentados por desenvolvedores maemo é que as informações sobre as ferramentas e métodos utilizados no desenvolvimento encontram-se distribuídas na Internet. Existem várias fontes de referência e a organização e, principalmente, a linguagem utilizada nos manuais e tutoriais é demasiadamente avançada para usuários iniciantes na plataforma maemo. Para exemplificar essa dificuldade, atualmente existem várias versões desta plataforma, o que pode, com certeza, confundir o usuário no processo de instalação das ferramentas necessárias para iniciar o desenvolvimento. Neste contexto o presente artigo objetiva apresentar um framework de referência para desenvolvimento de aplicações com ênfase na plataforma maemo. O framework proposto é completamente estruturado a partir de tecnologias livres de custos, tornando-se, portanto, economicamente viável ao mesmo tempo em que objetiva tornar a tarefa do desenvolvedor mais simples e prática. O restante deste artigo esta organizado da seguinte forma. Na Seção 2 é apresentado um descritivo sobre as versões existentes da plataforma maemo, descrevendo suas funcionalidades, também apresentando os Internet Tablets lançados juntamente com as novas versões da plataforma maemo. Na Seção 3 é apresentado com detalhes o framework de referência para desenvolvimento de aplicações com ênfase na plataforma maemo, mostrando as tecnologias envolvidas e necessárias para o desenvolvimento. Na Seção 4 e 5 são apresentadas as linguagens de programação utilizadas para o desenvolvimento de aplicações na plataforma maemo e Serra Negra, SP - ISSN

2 discutida a possibilidade da utilização da linguagem de programação Python para a construção de aplicativos. Na Seção 6 é apresentada uma aplicação modelo, desenvolvida utilizando o framework de referência apresentado neste artigo. 2. A PLATAFORMA MAEMO Anunciada no final de 2004, maemo é uma plataforma aberta para desenvolvimento de aplicações e considerada por vários desenvolvedores como uma inovação tecnológica para dispositivos portáteis. A plataforma maemo foi desenvolvida pela Nokia como parte do processo de desenvolvimento dos Internet Tablets e, logo após, teve o código aberto e liberado para a comunidade de desenvolvedores. A plataforma maemo apresenta um ambiente otimizado e fácil para o desenvolvimento de aplicações para dispositivos móveis, utilizando ferramentas gratuitas e estáveis [1]. juntamente com as atualizações na interface de programação dos aplicativos e também as bibliotecas utilizadas. Em Novembro de 2007, surgiu o Internet Tablet Nokia N810, com o diferencial de possuir um teclado físico do tipo QWERTY conforme pode-se verificar na Figura 3, característica que os modelos anteriores (i.e., 770, N800) não possuíam, neles a digitação só era possível através da tela sensível a toque. O N810 também aperfeiçoou o suporte à conexão USB. Além das mudanças no aspecto físico, a plataforma maemo recebeu uma nova versão, denominada OS2008, que apresentou aplicações aperfeiçoadas, como o navegador Mozilla, melhorando também o suporte aos formatos de mídia do Windows. Em Junho de 2008, uma atualização do OS2008 foi lançada, denominada Diablo, que causou melhorias no gerenciador de aplicações, o que acarretou um significativo aumento do desempenho no sistema como um todo. Figura 1 - Internet Tablet Nokia 770. A primeira versão da plataforma maemo, denominada OS2005, surgiu com o lançamento do Internet Tablet Nokia 770 (veja Figura 1), possuindo atraentes funcionalidades como navegador da Internet com a tecnologia Adobe Flash, Players de áudio e vídeo e clientes de . Todos estes sendo operados pelo usuário através de uma tela sensível ao toque, que logo se tornou uma das principais características deste segmento. Em Maio de 2006 foi lançado o OS2006, uma versão mais estável e com melhor desempenho que sua versão anterior. O OS2006 trouxe, especialmente, melhorias na interface gráfica com o usuário, permitindo uma melhor interação a partir de um desempenho mais satisfatório a nível de processamento. Figura 2 - Internet Tablet Nokia N800 Em 2007, a Nokia lançou o Internet Tablet Nokia N800 (veja Figura 2), juntamente com a nova versão do maemo (OS2007), esta versão trouxe correções significativas no sistema operacional e também aperfeiçoou o desempenho de quase todas as funcionalidades da plataforma maemo, Figura 3 - Internet Tablet Nokia N810. O mais recente lançamento da Nokia é o Internet Tablet Nokia N900, lançado em Novembro de 2009, esse dispositivo dentre várias melhorias e inovações, quando comparado aos modelos anteriores, apresenta um importante diferencial que é a possibilidade de utilização deste dispositivo móvel como telefone celular, característica inédita até então nos Internet Tablet da Nokia. Juntamente com o N900, foi lançado o maemo 5, uma versão completamente nova da plataforma maemo. Trazendo uma interface com o usuário mais amigável, novas aplicações como, por exemplo, o GPS (Sistema de Posicionamento Global) e um novo hardware com poder computacional superior às versões anteriores dos Internet Tablets da plataforma maemo, permitindo a execução de aplicações mais robustas. O framework de referência desenvolvido e apresentado neste artigo restringiu-se à utilização de um Internet Tablet Nokia N800. Este dispositivo serviu como base para o desenvolvimento das aplicações e a construção deste framework, onde foi utilizada a versão OS2008 (versão que acompanha o modelo N810) da plataforma maemo. Ressalta-se que o framework de referencia proposto pode ser utilizado sem problemas para o desenvolvimento de aplicações para qualquer um dos modelos de Internet Tablet da Nokia apresentados nessa seção. 3. FRAMEWORK PARA DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES MAEMO A partir das ferramentas disponibilizadas pela Nokia, foi desenvolvido um framework de referência objetivando facilitar o desenvolvimento de aplicações para a plataforma 2 Serra Negra, SP - ISSN

3 maemo, especialmente para desenvolvedores que estão iniciando seus estudos no desenvolvimento de aplicações para dispositivos móveis. Como mencionado anteriormente, dentre outras características, o framework proposto é totalmente estruturado a partir de tecnologias livres, as quais serão apresentadas e descritas na seqüência do artigo. O desenvolvimento inicial das aplicações para o ambiente maemo é realizado a partir do ambiente desktop utilizando o SDK (i.e. Software Development Kit) disponibilizado pela Nokia e não diretamente no dispositivo móvel. Dentre as diversas vantagens de adotar essa metodologia, destaca-se a eliminação da obrigatoriedade de possuir um dispositivo móvel real para o desenvolvimento e testes iniciais da aplicação a ser desenvolvida. Isso proporciona uma significativa economia, principalmente se a equipe de desenvolvedores for numerosa. Na Figura 4 é apresentado o framework de referência para desenvolvimento de aplicações no ambiente maemo proposto neste artigo. No framework pode-se verificar que o SDK utilizado possui uma correlação direta com o Scratchbox, o qual será detalhado mais adiante, que por sua vez é instalado a partir de um Sistema Operacional. Figura 4 - Framework de referência. No framework proposto é utilizado o sistema operacional Linux Ubuntu 8.04 LTS. A princípio poderia ser utilizado qualquer sistema operacional que fosse compatível com o Scratchbox, mas para atender uma das principais características do framework proposto (i.e., ser estruturado apenas a partir de softwares livres) foi adotado o Ubuntu. O Ubuntu é um sistema operacional baseado na distribuição Debian, muito conhecida por sua estabilidade, facilidade de uso e vasta documentação, especialmente na língua portuguesa. Como é empregado o conceito de cross compile (i.e., compilação cruzada, ou seja, utilizar um compilador capaz de gerar códigos executáveis para uma plataforma diferente daquela no qual o compilador é executado) no desenvolvimento das aplicações para o ambiente maemo é necessária a utilização de um emulador de arquiteturas, que no caso do framework proposto, é o Scratchbox. O Scratchbox possibilita compilar programas para a família de Internet Tablet da Nokia (i.e., arquitetura Acorn Risc Machine) em um computador desktop que possui arquitetura x86. O Scratchbox é um ambiente de programação, instalado e configurado a partir do Sistema Operacional Ubuntu, que além de possibilitar a compilação cruzada, fornece um conjunto completo de ferramentas de desenvolvimento a partir da instalação do SDK. Ou seja, a partir da ferramenta SDK (que será detalhada na Seção deste artigo) e com o auxilio do Scratchbox, é possível executar a plataforma maemo e todas as funcionalidades necessárias para o desenvolvimento de softwares fora do dispositivo móvel real (e.g., N800). Para finalizar, é necessário um X Window Server (software explicado no item 3.1.3), que exibirá a saída gráfica do SDK e também servirá de controlador de entrada e saída de dados, permitindo a interação com o usuário. O X Window Server utilizado neste framework é um software denominado Xephyr, porém outros softwares semelhantes podem ser utilizados. Com esse conjunto de ferramentas/soluções já é possível iniciar o desenvolvimento de aplicações para um Internet Tablet a partir de um computador desktop. No entanto, ainda falta definir qual linguagem de programação será utilizada. No framework proposto é utilizado a linguagem de programação Python (que será detalhada na Seção 5) a escolha pelo Python em detrimento a outras linguagens, como por exemplo C/C++, recai na facilidade de aprendizado, simplicidade e portabilidade desta linguagem Ferramentas Utilizadas na Construção do Framework Nesta seção serão apresentadas e descritas todas as ferramentas que juntas formam o framework de referência proposto. Todas as ferramentas apresentadas nesta seção são essenciais para desenvolvimento de aplicações para a plataforma maemo no ambiente desktop maemo SDK O maemo SDK é uma versão simplificada da plataforma maemo, especialmente projetado para o desenvolvimento de aplicações maemo em ambiente desktop. O maemo SDK é constituído por um conjunto de bibliotecas e tecnologias que, de forma conjunta, permitem o desenvolvimento de aplicações para dispositivos móveis que executam aplicações sobre o sistema maemo. Como mencionado anteriormente o SDK deve ser instalado a partir do ambiente Scratchbox para que possa ser utilizado, uma vez que o SDK foi desenvolvido para a arquitetura Accorn Risc Machine (ARM), diferentemente da arquitetura dos computadores de propósito geral (i.e., desktops) que, na maioria, utilizam a arquitetura x86 [1, 7]. A seguir serão apresentadas as principais bibliotecas e tecnologias integrantes do maemo SDK, essenciais para o desenvolvimento de aplicações neste ambiente. Primeiramente serão apresentadas as principais bibliotecas para a construção das interfaces gráficas (i.e., GTK+ e Hildon) e manipulação de eventos que utilizam interface com o usuário (i.e., janelas, caixas de texto, botões). Na seqüência será apresentada a tecnologia D-Bus [2], uma solução simples, porém muito poderosa empregada na comunicação entre processos na plataforma maemo. Tais processos, que normalmente são aplicativos, conversam entre si a partir da tecnologia D-Bus que faz uso de um sistema de mensagens simples e eficientes, economizando processamento e aumentando o desempenho do sistema. Por fim será descrita a biblioteca LibOSSO [4], uma importante biblioteca de baixo nível pertencente a tecnologia D-Bus. A LibOSSO é responsável por informar aos aplicativos, que são executados no maemo, possíveis 3 Serra Negra, SP - ISSN

4 erros que por ventura possam ocorrer a partir de alguma falha a nível de hardware GTK+ e Hildon O maemo SDK foi desenvolvido sob a plataforma GTK+ (GIMP Toolkit) que é uma biblioteca de elementos de interface gráfica (i.e., Widgets), escrita em linguagem C e orientada a objetos, para o desenvolvimento de aplicações baseadas em janelas, muito utilizadas em ambiente Linux. O maemo SDK também utiliza uma biblioteca de elementos gráficos, chamada Hildon, desenvolvida pela Nokia e baseada nas tecnologias Gnome/GTK+, a fim de melhorar o desenvolvimento das aplicações para maemo, oferecendo uma extensa quantidade de Widgets complexos, previamente desenvolvidos, que facilitam a construção de novos aplicativos D-Bus Para a comunicação entre processos no sistema maemo é utilizada a tecnologia D-Bus (D originado de desktop). O D- Bus é um sistema de barramento de mensagens, que se constitui em um meio simples de comunicação entre aplicativos. Além da comunicação entre processos IPC (i.e., Inter Process Communication), o D-Bus ajuda a coordenar o ciclo de duração do processo; tornando mais simples e confiável a codificação de um aplicativo ou demonstrativo de "evento único" executando-os sob demanda quando seus serviços são necessários. A principal área de problema que o D-Bus objetiva resolver ou mesmo facilitar, é a comunicação entre aplicações de software desktop (geralmente gráficas). O D- Bus tem um papel muito importante no maemo SDK, visto que é o mecanismo de comunicação entre processos a ser usado para utilizar os serviços disponibilizados na plataforma e dispositivo. O provimento e disponibilização de serviços e aplicações a partir da tecnologia D-Bus é também a maneira mais simples de garantir reuso de componentes de outras aplicações [2, 3] LibOSSO A LibOSSO é uma biblioteca amplamente utilizada pelos aplicativos projetados para maemo. Ela proporciona um mecanismo de notificação para aplicativos de maneira que possam ser finalizados, facilmente, no caso de encerramento do sistema ou falta de memória. Além disso, a LibOSSO isola convenientemente o aplicativo de possíveis mudanças de implementação no nível do D-Bus. A LibOSSO também proporciona funções úteis para manusear recursos de gravação automática e gravação do estado da plataforma, mudanças no modo de operação do dispositivo e estado do hardware do processo entre outros eventos importantes que acontecem nos dispositivos do tipo Internet Tablet. [4] Scratchbox Scratchbox é uma ferramenta para compilação de aplicações para diversas arquiteturas (i.e., cross compile) objetivando tornar o desenvolvimento de aplicações para dispositivos móveis mais simples. Ele também é capaz de integrar e compilar uma distribuição Linux completa, pois possui compiladores para as arquiteturas desejadas, podendo compilar qualquer software, até mesmo um sistema operacional [8]. A idéia básica no uso do Scratchbox é utilizar outro processador, denominado HOST, para compilar software para qualquer plataforma que será o alvo e que usa uma arquitetura diferente do HOST, este processador alvo é denominado TARGET. Isto significa que a máquina na qual é compilado o software nativamente não pode executar o software compilado. O software é compilado para outro processador, no caso da plataforma maemo, o processador ARM. Em resumo, o Scratchbox permite criar, compilar e executar aplicações de uma determinada arquitetura (e.g., ARM) em uma máquina com a arquitetura x86 (i.e., desktop). Essa estratégia permite uma significativa economia de recursos financeiros, pois não existe a necessidade do equipamento alvo, no caso deste artigo o N800, durante o processo de desenvolvimento das aplicações Xephyr (X Window Server) O X Window Server é uma ferramenta que proporciona um ambiente básico para a construção de ambientes GUI (i.e., Graphical User Interface), que nada mais são que desenhos e janelas que se deslocam na tela, interagindo com um mouse e/ou teclado. O servidor X no X Window Server centraliza as entradas (e.g., teclado e mouse) realizadas pelo usuário e passa ao conhecimento de aplicações X, chamadas X cliente, que são as aplicações que o usuário deseja trabalhar. No caso do framework proposto a ferramenta desejada é o maemo SDK. O servidor X fornece também uma maneira de apresentar aos clientes X a saída gráfica, que é importante para a visualização e controle das aplicações. Na Figura 5 é apresentado um exemplo simplificado de como o servidor X funciona. Na área de trabalho do usuário situam-se os dispositivos de entrada (mouse e teclado) e também a saída gráfica (monitor), estes estão ligados ao servidor X, que recebe estes dados e os envia para os clientes (browser e xterm), que são aplicações. Então o servidor X recebe a resposta dos clientes e atualiza o estado das aplicações clientes para o usuário na área de trabalho através da saída gráfica. Também pode ser observado que os clientes podem situar-se tanto na máquina local (i.e., localhost) como em qualquer outra maquina da rede. Figura 5 - Exemplificação do funcionamento do X Server. O Servidor X é utilizado em decorrência da necessidade de visualização dos aplicativos desenvolvidos a partir do maemo SDK. A partir do Servidor X é possível o desenvolvimento de aplicações e a realização de testes 4 Serra Negra, SP - ISSN

5 necessários para verificar a corretude da aplicação desenvolvida a partir do maemo SDK. Existe um conjunto variado de opções de servidores X que podem ser instalados e utilizados a partir do maemo SDK. No caso deste artigo e do framework proposto foi utilizado o Xephyr, especialmente por sua facilidade de instalação e uso, e por sua vasta documentação. 4. LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO UTILIZADAS A linguagem de programação C/C++ é a única linguagem reconhecida oficialmente pela Nokia para o desenvolvimento de aplicações maemo. O compilador C/C++ já vem incluído no maemo SDK disponibilizando desta forma a compilação e execução nativa de programas escritos em C/C++ no próprio Scratchbox. Conforme a arquitetura escolhida no Scratchbox, seja x86 ou ARM, o compilador gera o código para a arquitetura selecionada, a arquitetura x86 é utilizada para compilar e testar os programas no Scratchbox utilizando o maemo SDK. Depois de concluída a etapa de desenvolvimento, pode-se utilizar a arquitetura ARM para compilar a aplicação, que é a arquitetura do Internet Tablet, destino final da aplicação. É possível utilizar outras linguagens para o desenvolvimento, uma delas é a linguagem de programação Python [6]. Python é uma linguagem de programação de alto nível, interpretada, interativa, orientada a objetos e de tipagem dinâmica e forte, é muito conhecida por possuir uma sintaxe muito simples e ao mesmo tempo ser muito poderosa. O interpretador Python (a linguagem Python é interpretada, mais detalhes na próxima seção) não é nativo no maemo SDK nem ao sistema maemo dos Internet Tablets, porém é facilmente encontrado para download no site oficial do Python para maemo ( Neste site também e disponibilizado uma farta documentação e exemplos necessários para iniciar o desenvolvimento de aplicações utilizando a linguagem Python. 5. PYTHON PARA MAEMO O desenvolvimento de aplicações com a linguagem de programação Python é semelhante, senão idêntica, à programação em C/C++ pois em Python foram desenvolvidos módulos específicos para a criação de interfaces gráficas baseados em GTK+ e Hildon, seguindo a mesma metodologia utilizada na linguagem de programação C/C++. Os módulos Python desenvolvidos, assim como na linguagem C/C++, possuem todas as classes, métodos e propriedades necessárias para desenvolver qualquer interface gráfica de aplicação, isto significa que uma mesma aplicação em C/C++ e Python tornam-se idênticas no que se refere à apresentação visual das interfaces. O diferencial é que o desenvolvimento de programas em Python acaba por tornar-se muito mais simples e rápido quando comparado a utilização da linguagem C/C++. Essa vantagem é em decorrência que em Python os programas possuem menos código e são menos extensos quando comparados aos mesmos programas escritos em C/C++. O Python apresenta ainda a vantagem de ser uma linguagem mais simples de ser declarada possuindo características de uma linguagem de altíssimo nível, tudo isso tem um objetivo extremamente interessante, facilitar todo o processo de desenvolvimento das aplicações [6] Módulos Python Cada arquivo contendo código em linguagem Python é denominado um módulo Python. Na grande maioria dos casos utiliza-se um ou mais módulos Python combinados na construção de uma aplicação. Um módulo Python consiste de um arquivo em código-fonte com a extensão.py. Esse arquivo pode conter variáveis, funções e classes, qualquer um destes elementos, contidos em um módulo, é considerado um atributo do módulo. Como uma das principais características dos dispositivos móveis é dispor de um conjunto de recursos limitados, quando comparados aos computadores desktop, foram realizadas modificações no Python a fim de torná-lo mais rápido e estável para estes dispositivos. Vários módulos foram removidos do Python para maemo, alguns destes módulos foram substituídos por outros módulos mais eficientes em termos de utilização de recursos de hardware, e outros se tornaram instáveis e seu uso não é aconselhável. Um estudo mais detalhado sobre esses módulos pode ser consultado em [5] Exemplo de Aplicação Python para maemo Nesta sessão será apresentado um exemplo simples de criação de uma aplicação para maemo utilizando a linguagem de Programação Python, utilizando os módulos GTK+ e Hildon, mais detalhes podem ser encontrados no site oficial do Python para maemo: Figura 6 Código Fonte da Aplicação hello_world_1.py. O programa exemplificado, nesta seção, é simples e serve para apresentar um pouco da simplicidade da sintaxe da linguagem Python. O código-fonte apresentado, na Figura 6, demonstra como é fácil e rápido criar uma nova janela para a nossa nova aplicação, chamada hello_world_1.py. Essa aplicação exemplo apenas cria uma janela e insere um rótulo (i.e., texto) com a seguinte mensagem: Hello World, a saída da execução deste programa é apresentada na Figura 7. 5 Serra Negra, SP - ISSN

6 Figura 7 - Exemplo de aplicação maemo utilizando Python. 6. DESENVOLVIMENTO DE UMA APLICAÇÃO A PARTIR DO FRAMEWORK PROPOSTO Para comprovar a eficiência do framework conceitual construído e apresentado neste artigo, foi desenvolvida uma aplicação modelo utilizando o modelo de framework proposto. A metodologia adotada foi realizar a instalação de todas as ferramentas e tecnologias que compõem o framework (apresentadas e descritas na Seção 3 deste artigo) e desenvolver a aplicação modelo utilizando a linguagem de programação Python. A aplicação modelo desenvolvida consiste em um módulo móvel, independente e remoto do Sistema de Monitoramento de Subestações de Energia Elétrica desenvolvido pelo Grupo de Automação Industrial e Controle da Unijuí. Este sistema utiliza o conceito de sensores inteligentes estruturados a partir de uma Rede de Sensores sem Fio (RSSF) e foi totalmente desenvolvido sobre plataforma de software livre unindo, em um mesmo sistema de supervisão, os conceitos de sensores inteligentes, mobilidade, software livre e baixo custo. Na Figura 8 é apresentada a arquitetura deste sistema, mais detalhes sobre o mesmo podem ser encontradas em [9,10,12]. Figura 8 Arquitetura do Sistema de Automação de Subestações. A aplicação modelo desenvolvida exibe, na forma de gráficos, as grandezas de tensões, correntes e potências coletadas em uma subestação de energia elétrica, em tempo real, a partir da utilização de um Web Service (WS) que acessa os dados coletados anteriormente pelo Subsistema de Aquisição de Dados (Veja a Figura 8). O WS é o nível que se situa entre a base de dados e a aplicação, WS é uma solução utilizada na integração de sistemas e na comunicação entre aplicações diferentes. A partir dele é possível que novas aplicações possam interagir com aquelas que já existem e que sistemas desenvolvidos em plataformas diferentes sejam compatíveis. Situação existente neste artigo quando é apresentado o desenvolvimento da aplicação modelo, a partir do framework proposto, ao sistema de automação de subestação já existente. Na Figura 9 é apresentada a interface gráfica da aplicação modelo que realiza consultas a partir de parâmetros de grandeza e por intervalos de tempo fornecido pelo usuário, exibindo o resultado em forma de gráficos. Esta aplicação possui ainda recursos que permitem realizar consultas de erros (e.g. sub-tensão e sobrecarga) que ocorreram na subestação. Como o objetivo desta seção é apresentar a utilização do framework proposto no desenvolvimento para dispositivos móveis não será dado detalhes da mesma, caso o leito queira mais detalhes da implementação e características elas podem ser encontradas em [11]. Figura 9 - Aplicação de monitoramento móvel executando no Nokia N CONCLUSÃO A crescente popularidade dos dispositivos móveis, especialmente dos Internet Tablet, criou a necessidade da disponibilização de novas aplicações que possam ser executadas nesses novos dispositivos. A metodologia de desenvolvimento destas aplicações diferenciam-se das aplicações tradicionais (i.e., aplicações desenvolvidas para ambiente desktop) por vários motivos, dentre eles destacamse as limitações tanto a nível de hardware como de software (i.e., sistema operacional) destes novos dispositivos que impossibilitam a utilização de técnicas e ferramentas tradicionais de desenvolvimento. Com o objetivo de auxiliar o desenvolvedor na migração da computação tradicional, baseada em computadores pessoais, para uma nova era, denominada era da computação pervasiva caracterizada pela presença maciça de dispositivos móveis. Neste artigo é apresentado um framework de referência para desenvolvimento de aplicações com ênfase na plataforma maemo. O framework proposto é completamente estruturado a partir de tecnologias livres de custos, tornando-se, portanto, economicamente viável ao mesmo tempo em que auxilia desenvolvedores que estão 6 Serra Negra, SP - ISSN

7 iniciando seus estudos no desenvolvimento de aplicações para dispositivos móveis. 8. AGRADECIMENTOS Os autores agradecem o apoio financeiro da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (FAPERGS) referente ao Edital 03/2009 ARD. 9. BIBLIOGRAFIA [11] Dill, Martin; Sausen, Paulo Sérgio; Dill, Sérgio Luis; Padoin, Edson Luiz; Automação De Subestações De Energia Elétrica Utilizando Dispositivos Móveis, Em: Brazilian Conference on Dynamics Control and Applications DINCON 09, de Maio, [12] Salvadori, Fabiano ; Campos, Maurício ; Sausen, P. S. ; Camargo, Robinson Figueiredo de ; Gehrke, Camila ;Rech, Cassiano ; Spohn, Marco Aurélio ; Oliveira, Alexandre Cunha de. Monitoring in Industrial Systems Using Wireless Sensor Network With Dynamic Power Management. IEEE Transactions on Instrumentation and Measurement, v , p , [1] Fórum Nokia. (s.d.). Acesso em 09 de Fevereiro de 2009, disponível em mo_(portugu%c3%aas) [2] Fórum Nokia. (s.d.). Acesso em 10 de Fevereiro de 2009, disponível em u%c3%aas) [3] Introdução ao D-Bus. (s.d.). Acesso em 10 de Fevereiro de 2009, disponível em Free Desktop: [4] Mobile Linux Internet Project. (s.d.) Acesso em 10 de Fevereiro de 2009, disponível em: [5] Módulos e comando import. (s.d.). Acesso em 13 de Fevereiro de 2009, disponível em Async Open Source : html [6] Using Python for maemo. (s.d.). Acesso em 15 de Fereveiro de 2009, disponível em Python for maemo: maemo_tutorial/python_maemo_howto.html [7] maemo.org. (s.d.). Acesso em 09 de maio de 2009, disponível em [8] Scratchbox. (s.d.). Acesso em 09 de maio de 2009, disponível em [9] Salvadori, F.; Sausen, P.S.; Hartmann, L.V.; Campos M., Padoin, E.L; Acquisition And Transmission Data Monitoring System Applied To Energy Substation, Industrial Informatics, INDIN Proceedings. IEEE International Conference on Aug Page(s):60 64, Banff, Alberta, Canada. [10] Sausen, Paulo Sérgio, Spohn M. A., Oliveira, A. C., Salvadori. F., Campos, M. de, Paodin, E. L., Strieder, R.. Sistema Baseadoem Software Livre para Automação de Subestações Utilizando Redes de Sensores Inteligentes, VII SIMPASE Simpósio de Automação de Sistemas Elétricos, Salvador Serra Negra, SP - ISSN

Martin André Arnold Dill. Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica PIBIC/CNPq - UNIJUÍ 2008-2009

Martin André Arnold Dill. Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica PIBIC/CNPq - UNIJUÍ 2008-2009 Martin André Arnold Dill Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica PIBIC/CNPq - UNIJUÍ 2008-2009 Framework para Desenvolvimento de Aplicações maemo para Dispositivos Móveis Relatório Final

Leia mais

CONCEITOS E APLICAÇÕES DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM

CONCEITOS E APLICAÇÕES DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM CONCEITOS E APLICAÇÕES DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM Rogério Schueroff Vandresen¹, Willian Barbosa Magalhães¹ ¹Universidade Paranaense(UNIPAR) Paranavaí-PR-Brasil rogeriovandresen@gmail.com, wmagalhaes@unipar.br

Leia mais

Capítulo 2 Introdução à ferramenta Flash

Capítulo 2 Introdução à ferramenta Flash Capítulo 2 Introdução à ferramenta Flash Índice 1. O uso da ferramenta Flash no projeto RIVED.... 1 2. História do Flash... 4 1. O uso da ferramenta Flash no projeto RIVED. É importante, antes de iniciarmos

Leia mais

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento HOME O QUE É TOUR MÓDULOS POR QUE SOMOS DIFERENTES METODOLOGIA CLIENTES DÚVIDAS PREÇOS FALE CONOSCO Suporte Sou Cliente Onde sua empresa quer chegar? Sistemas de gestão precisam ajudar sua empresa a atingir

Leia mais

Introdução a Computação Móvel

Introdução a Computação Móvel Introdução a Computação Móvel Computação Móvel Prof. Me. Adauto Mendes adauto.inatel@gmail.com Histórico Em 1947 alguns engenheiros resolveram mudar o rumo da história da telefonia. Pensando em uma maneira

Leia mais

Aula 2: RIA - Aplicações Ricas para Internet Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina

Aula 2: RIA - Aplicações Ricas para Internet Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Programação para Internet Rica 1 Aula 2: RIA - Aplicações Ricas para Internet Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Objetivo: Identificar as principais características de uma Aplicação Internet Rica.

Leia mais

http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Prof. Ricardo César de Carvalho

http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Prof. Ricardo César de Carvalho vi http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Administração de Redes de Computadores Resumo de Serviços em Rede Linux Controlador de Domínio Servidor DNS

Leia mais

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider Ferramenta: Spider-CL Manual do Usuário Versão da Ferramenta: 1.1 www.ufpa.br/spider Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 14/07/2009 1.0 15/07/2009 1.1 16/07/2009 1.2 20/05/2010 1.3 Preenchimento

Leia mais

Adobe Flex. Cainã Fuck dos Santos Thiago Vieira Puluceno Jonathan Kuntz Fornari Gustavo Nascimento Costa

Adobe Flex. Cainã Fuck dos Santos Thiago Vieira Puluceno Jonathan Kuntz Fornari Gustavo Nascimento Costa Adobe Flex Cainã Fuck dos Santos Thiago Vieira Puluceno Jonathan Kuntz Fornari Gustavo Nascimento Costa O que é Flex? Estrutura de Código aberto para a criação de aplicativos Web Utiliza o runtime do Adobe

Leia mais

INTERNET HOST CONNECTOR

INTERNET HOST CONNECTOR INTERNET HOST CONNECTOR INTERNET HOST CONNECTOR IHC: INTEGRAÇÃO TOTAL COM PRESERVAÇÃO DE INVESTIMENTOS Ao longo das últimas décadas, as organizações investiram milhões de reais em sistemas e aplicativos

Leia mais

4 Estrutura do Sistema Operacional. 4.1 - Kernel

4 Estrutura do Sistema Operacional. 4.1 - Kernel 1 4 Estrutura do Sistema Operacional 4.1 - Kernel O kernel é o núcleo do sistema operacional, sendo responsável direto por controlar tudo ao seu redor. Desde os dispositivos usuais, como unidades de disco,

Leia mais

Eduardo Bezerra. Editora Campus/Elsevier

Eduardo Bezerra. Editora Campus/Elsevier Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML 2ª edição Eduardo Bezerra Editora Campus/Elsevier Capítulo 11 Arquitetura do sistema Nada que é visto, é visto de uma vez e por completo. --EUCLIDES

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM APLICATIVO DO TIPO SECRETÁRIO VIRTUAL PARA A PLATAFORMA ANDROID

DESENVOLVIMENTO DE UM APLICATIVO DO TIPO SECRETÁRIO VIRTUAL PARA A PLATAFORMA ANDROID DESENVOLVIMENTO DE UM APLICATIVO DO TIPO SECRETÁRIO VIRTUAL PARA A PLATAFORMA ANDROID Maik Olher CHAVES 1 ; Daniela Costa Terra 2. 1 Graduado no curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ. Campus Ponta Grossa ANDRÉ LUIS CORDEIRO DE FARIA RELATÓRIO DE ESTÁGIO

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ. Campus Ponta Grossa ANDRÉ LUIS CORDEIRO DE FARIA RELATÓRIO DE ESTÁGIO UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa ANDRÉ LUIS CORDEIRO DE FARIA RELATÓRIO DE ESTÁGIO Ponta Grossa 2012 ANDRÉ LUIS CORDEIRO DE FARIA RELATÓRIO DE ESTÁGIO Trabalho elaborado pelo

Leia mais

DESENVOLVENDO APLICAÇÃO UTILIZANDO JAVA SERVER FACES

DESENVOLVENDO APLICAÇÃO UTILIZANDO JAVA SERVER FACES DESENVOLVENDO APLICAÇÃO UTILIZANDO JAVA SERVER FACES Alexandre Egleilton Araújo, Jaime Willian Dias Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil araujo.ale01@gmail.com, jaime@unipar.br Resumo.

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais UNIVERSIDADE BANDEIRANTE DE SÃO PAULO INSTITUTO POLITÉCNICO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Sistemas Operacionais Notas de Aulas: Tópicos 7 e 8 Estrutura do Sistema Operacional São Paulo 2009 1 Sumário

Leia mais

UMA ABORDAGEM COMPARATIVA ENTRE AS LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO JAVA E C#

UMA ABORDAGEM COMPARATIVA ENTRE AS LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO JAVA E C# UMA ABORDAGEM COMPARATIVA ENTRE AS LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO JAVA E C# Robson Bartelli¹, Wyllian Fressatti¹. ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil robson_lpbartelli@yahoo.com.br,wyllian@unipar.br

Leia mais

DESENVOLVIMENTO WEB DENTRO DOS PARADIGMAS DO HTML5 E CSS3

DESENVOLVIMENTO WEB DENTRO DOS PARADIGMAS DO HTML5 E CSS3 DESENVOLVIMENTO WEB DENTRO DOS PARADIGMAS DO HTML5 E CSS3 Eduardo Laguna Rubai, Tiago Piperno Bonetti Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR- Brasil eduardorubay@gmail.com, bonetti@unipar.br Resumo.

Leia mais

7 Utilização do Mobile Social Gateway

7 Utilização do Mobile Social Gateway 7 Utilização do Mobile Social Gateway Existem três atores envolvidos na arquitetura do Mobile Social Gateway: desenvolvedor do framework MoSoGw: é o responsável pelo desenvolvimento de novas features,

Leia mais

Noções de. Microsoft SQL Server. Microsoft SQL Server

Noções de. Microsoft SQL Server. Microsoft SQL Server Noções de 1 Considerações Iniciais Basicamente existem dois tipos de usuários do SQL Server: Implementadores Administradores 2 1 Implementadores Utilizam o SQL Server para criar e alterar base de dados

Leia mais

Manual do Usuário Android Neocontrol

Manual do Usuário Android Neocontrol Manual do Usuário Android Neocontrol Sumário 1.Licença e Direitos Autorais...3 2.Sobre o produto...4 3. Instalando, Atualizando e executando o Android Neocontrol em seu aparelho...5 3.1. Instalando o aplicativo...5

Leia mais

O Inicio TODAS AS VERSÕES DO WINDOWS. O que era o MS-DOS? Como funcionava o MS-DOS? 26/09/2015

O Inicio TODAS AS VERSÕES DO WINDOWS. O que era o MS-DOS? Como funcionava o MS-DOS? 26/09/2015 O Inicio TODAS AS VERSÕES DO WINDOWS Prof. André Aparecido da Silva Disponível em: http://www.oxnar.com.br Também temos ciência de que as primeiras versões do Windows não passavam de uma interface gráfica

Leia mais

5 Mecanismo de seleção de componentes

5 Mecanismo de seleção de componentes Mecanismo de seleção de componentes 50 5 Mecanismo de seleção de componentes O Kaluana Original, apresentado em detalhes no capítulo 3 deste trabalho, é um middleware que facilita a construção de aplicações

Leia mais

FTIN Formação Técnica em Informática Módulo Sistema Proprietário Windows AULA 01. Prof. André Lucio

FTIN Formação Técnica em Informática Módulo Sistema Proprietário Windows AULA 01. Prof. André Lucio FTIN Formação Técnica em Informática Módulo Sistema Proprietário Windows AULA 01 Prof. André Lucio Competências do modulo Introdução ao sistema operacional Windows Instalação e configuração do sistema

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS. Apostila 03 Estrutura do Sistema Operacional UNIBAN

SISTEMAS OPERACIONAIS. Apostila 03 Estrutura do Sistema Operacional UNIBAN SISTEMAS OPERACIONAIS Apostila 03 Estrutura do Sistema Operacional UNIBAN 1.0 O Sistema Operacional como uma Máquina Virtual A arquitetura (conjunto de instruções, organização de memória, E/S e estrutura

Leia mais

Introdução. Hardware X Software. Corpo Humano Parte Física. Capacidade de utilizar o corpo em atividades especificas explorando seus componentes

Introdução. Hardware X Software. Corpo Humano Parte Física. Capacidade de utilizar o corpo em atividades especificas explorando seus componentes Introdução Hardware X Software Corpo Humano Parte Física Componentes 18 Capacidade de utilizar o corpo em atividades especificas explorando seus componentes Hardware Introdução Parte física: placas, periféricos,

Leia mais

Desenvolvendo Websites com PHP

Desenvolvendo Websites com PHP Desenvolvendo Websites com PHP 2ª Edição Juliano Niederauer Novatec Copyright 2009, 2011 da Novatec Editora Ltda. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9.610 de 19/02/1998. É proibida a reprodução

Leia mais

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP)

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP) Hardware (Nível 0) Organização O AS/400 isola os usuários das características do hardware através de uma arquitetura de camadas. Vários modelos da família AS/400 de computadores de médio porte estão disponíveis,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE ESCOLA DE ENGENHARIA MBA EM TV DIGITAL, RADIODIFUSÃO E NOVAS E NOVAS MÍDIAS

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE ESCOLA DE ENGENHARIA MBA EM TV DIGITAL, RADIODIFUSÃO E NOVAS E NOVAS MÍDIAS UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE ESCOLA DE ENGENHARIA MBA EM TV DIGITAL, RADIODIFUSÃO E NOVAS E NOVAS MÍDIAS Trabalho final da disciplina Computadores, Redes, IP e Internet Professor: Walter Freire Aluno:

Leia mais

PROPOSTA DE SOFTWARE DE INSTALAÇÃO PARA UM AMBIENTE INTEGRADO DE GERÊNCIA DE PROJETOS E DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS

PROPOSTA DE SOFTWARE DE INSTALAÇÃO PARA UM AMBIENTE INTEGRADO DE GERÊNCIA DE PROJETOS E DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS PROPOSTA DE SOFTWARE DE INSTALAÇÃO PARA UM AMBIENTE INTEGRADO DE GERÊNCIA DE PROJETOS E DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS Élysson Mendes Rezende Bacharelando em Sistemas de Informação Bolsista de Iniciação Científica

Leia mais

Tecnologia e Informática

Tecnologia e Informática Tecnologia e Informática Centro Para Juventude - 2014 Capitulo 1 O que define um computador? O computador será sempre definido pelo modelo de sua CPU, sendo que cada CPU terá um desempenho diferente. Para

Leia mais

PROJETO INFORMÁTICA NA ESCOLA

PROJETO INFORMÁTICA NA ESCOLA EE Odilon Leite Ferraz PROJETO INFORMÁTICA NA ESCOLA AULA 1 APRESENTAÇÃO E INICIAÇÃO COM WINDOWS VISTA APRESENTAÇÃO E INICIAÇÃO COM WINDOWS VISTA Apresentação dos Estagiários Apresentação do Programa Acessa

Leia mais

OneDrive: saiba como usar a nuvem da Microsoft

OneDrive: saiba como usar a nuvem da Microsoft OneDrive: saiba como usar a nuvem da Microsoft O OneDrive é um serviço de armazenamento na nuvem da Microsoft que oferece a opção de guardar até 7 GB de arquivos grátis na rede. Ou seja, o usuário pode

Leia mais

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código)

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Roteiro Processos Threads Virtualização Migração de Código O que é um processo?! Processos são programas em execução. Processo Processo Processo tem

Leia mais

Google Web Toolkit* Clério Damasceno Soares, Daniel da Silva Filgueiras e Fábio Figueiredo da Silva

Google Web Toolkit* Clério Damasceno Soares, Daniel da Silva Filgueiras e Fábio Figueiredo da Silva Google Web Toolkit* Clério Damasceno Soares, Daniel da Silva Filgueiras e Fábio Figueiredo da Silva Universidade Federal de Juiz de Fora UFJF-MG Campo Universitário Bairro Marmelos Juiz de Fora MG Brasil

Leia mais

Quais as novidades. na versão 12?

Quais as novidades. na versão 12? NETSUPPO RT R MANAGE 12 Quais as novidades na versão 12? O NetSupport Manager continua a proporcionar o que há de mais avançado em recursos para suporte a computadores remotos e gerenciamento de áreas

Leia mais

Desenvolvendo Websites com PHP

Desenvolvendo Websites com PHP Desenvolvendo Websites com PHP Aprenda a criar Websites dinâmicos e interativos com PHP e bancos de dados Juliano Niederauer 19 Capítulo 1 O que é o PHP? O PHP é uma das linguagens mais utilizadas na Web.

Leia mais

Guia ineocontrol. iphone e ipod Touch

Guia ineocontrol. iphone e ipod Touch Guia ineocontrol iphone e ipod Touch Referência completa para o integrador do sistema Module. Aborda os recursos necessários para a itulização, instalação do software e importação das interfaces criadas

Leia mais

INTRODUÇÃO E CONFIGURAÇÃO DO PRIMEFACES MOBILE EM APLICAÇÕES JSF

INTRODUÇÃO E CONFIGURAÇÃO DO PRIMEFACES MOBILE EM APLICAÇÕES JSF INTRODUÇÃO E CONFIGURAÇÃO DO PRIMEFACES MOBILE EM APLICAÇÕES JSF Guilherme Macedo, Jaime Willian Dias Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil guilhermemacedo28@gmail.com, jaime@unipar.br Resumo.

Leia mais

V O C Ê N O C O N T R O L E.

V O C Ê N O C O N T R O L E. VOCÊ NO CONTROLE. VOCÊ NO CONTROLE. O que é o Frota Fácil? A Iveco sempre coloca o desejo de seus clientes à frente quando oferece ao mercado novas soluções em transportes. Pensando nisso, foi desenvolvido

Leia mais

Orientação a Objetos com Java

Orientação a Objetos com Java Orientação a Objetos com Java Julio Cesar Nardi julionardi@yahoo.com.br 2011/2 Aula 01: Começando com Java Objetivos: Compreender o que é Java, OO e suas vantagens; Entender os procedimentos para criação

Leia mais

LICENCIAMENTO V14 USANDO REPRISE LICENSE MANAGER

LICENCIAMENTO V14 USANDO REPRISE LICENSE MANAGER LICENCIAMENTO V14 USANDO REPRISE LICENSE MANAGER V14 de BricsCAD vem com um novo sistema de licenciamento, com base na tecnologia de licenciamento de Reprise Software. Este novo sistema oferece um ambiente

Leia mais

ETEC RAPOSO TAVARES GESTÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS I. Máquina Virtual. Instalação de S.O. em dual boot. 1º Semestre 2010 PROF.

ETEC RAPOSO TAVARES GESTÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS I. Máquina Virtual. Instalação de S.O. em dual boot. 1º Semestre 2010 PROF. ETEC RAPOSO TAVARES GESTÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS I Máquina Virtual Instalação de S.O. em dual boot 1º Semestre 2010 PROF. AMARAL Na ciência da computação, máquina virtual é o nome dado a uma máquina,

Leia mais

2. O AMBIENTE DE PROGRAMAÇÃO EM C

2. O AMBIENTE DE PROGRAMAÇÃO EM C 2. O AMBIENTE DE PROGRAMAÇÃO EM C Este capítulo trata de colocar a linguagem C para funcionar em um ambiente de programação, concentrando-se no compilador GNU Compiler Collection (gcc). Mas qualquer outro

Leia mais

DIGIMAN. WTB Tecnologia 2009. www.wtb.com.br

DIGIMAN. WTB Tecnologia 2009. www.wtb.com.br DIGIMAN MANDADO JUDICIAL ELETRÔNICO Arquitetura WTB Tecnologia 2009 www.wtb.com.br Arquitetura de Software O sistema DIGIMAN é implementado em três camadas (apresentação, regras de negócio e armazém de

Leia mais

15 Computador, projeto e manufatura

15 Computador, projeto e manufatura A U A UL LA Computador, projeto e manufatura Um problema Depois de pronto o desenho de uma peça ou objeto, de que maneira ele é utilizado na fabricação? Parte da resposta está na Aula 2, que aborda as

Leia mais

IW10. Rev.: 02. Especificações Técnicas

IW10. Rev.: 02. Especificações Técnicas IW10 Rev.: 02 Especificações Técnicas Sumário 1. INTRODUÇÃO... 1 2. COMPOSIÇÃO DO IW10... 2 2.1 Placa Principal... 2 2.2 Módulos de Sensores... 5 3. APLICAÇÕES... 6 3.1 Monitoramento Local... 7 3.2 Monitoramento

Leia mais

Interface gráfica para compiladores gratuitos baseados em linha de comando disponíveis na internet

Interface gráfica para compiladores gratuitos baseados em linha de comando disponíveis na internet 1. Autores Interface gráfica para compiladores gratuitos baseados em linha de comando disponíveis na internet Luciano Eugênio de Castro Barbosa Flavio Barbieri Gonzaga 2. Resumo O custo de licenciamento

Leia mais

Informática Aplicada

Informática Aplicada Informática Aplicada SO Windows Aula 3 Prof. Walteno Martins Parreira Jr www.waltenomartins.com.br waltenomartins@yahoo.com 2014 APRESENTAÇÃO Todo computador precisa de um sistema operacional. O Windows

Leia mais

Introdução. à Linguagem JAVA. Prof. Dr. Jesus, Edison O. Instituto de Matemática e Computação. Laboratório de Visão Computacional

Introdução. à Linguagem JAVA. Prof. Dr. Jesus, Edison O. Instituto de Matemática e Computação. Laboratório de Visão Computacional Introdução à Linguagem JAVA Prof. Dr. Jesus, Edison O. Instituto de Matemática e Computação Laboratório de Visão Computacional Vantagens do Java Independência de plataforma; Sintaxe semelhante às linguagens

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE IDE PARA PLATAFORMA OMAP. Larissa Lucena Vasconcelos¹, Raul Fernandes Herbster², Joseana Macêdo Fechine³

DESENVOLVIMENTO DE IDE PARA PLATAFORMA OMAP. Larissa Lucena Vasconcelos¹, Raul Fernandes Herbster², Joseana Macêdo Fechine³ DESENVOLVIMENTO DE IDE PARA PLATAFORMA OMAP Larissa Lucena Vasconcelos¹, Raul Fernandes Herbster², Joseana Macêdo Fechine³ 1 Aluna do Curso de Ciência da Computação, integrante do PET-Computação, Depto.

Leia mais

Hardware e Software. Exemplos de software:

Hardware e Software. Exemplos de software: Hardware e Software O hardware é a parte física do computador, ou seja, é o conjunto de componentes eletrônicos, circuitos integrados e placas, que se comunicam através de barramentos. Em complemento ao

Leia mais

6/06/2012 09h26 - Atualizado em 26/06/2012 12h30 Boot to Gecko: o futuro celular da Mozilla

6/06/2012 09h26 - Atualizado em 26/06/2012 12h30 Boot to Gecko: o futuro celular da Mozilla 6/06/2012 09h26 - Atualizado em 26/06/2012 12h30 Boot to Gecko: o futuro celular da Mozilla O mercado brasileiro de dispositivos móveis em breve ganhará mais uma grande plataforma. Anunciado oficialmente

Leia mais

Linguagem de Programação JAVA. Professora Michelle Nery Nomeclaturas

Linguagem de Programação JAVA. Professora Michelle Nery Nomeclaturas Linguagem de Programação JAVA Professora Michelle Nery Nomeclaturas Conteúdo Programático Nomeclaturas JDK JRE JEE JSE JME JVM Toolkits Swing AWT/SWT JDBC EJB JNI JSP Conteúdo Programático Nomenclatures

Leia mais

DESENVOLVIMENTO EM DISPOSITIVOS MÓVEIS UTILIZANDO BANCO DE DADOS

DESENVOLVIMENTO EM DISPOSITIVOS MÓVEIS UTILIZANDO BANCO DE DADOS DESENVOLVIMENTO EM DISPOSITIVOS MÓVEIS UTILIZANDO BANCO DE DADOS Leandro Guilherme Gouvea 1, João Paulo Rodrigues 1, Wyllian Fressatti 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil leandrog.gouvea@gmail.com,

Leia mais

Cloud Computing. Andrêza Leite. andreza.lba@gmail.com

Cloud Computing. Andrêza Leite. andreza.lba@gmail.com Cloud Computing Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Roteiro O que é cloud computing? Classificação O que está 'por traz' da cloud? Exemplos Como montar a sua? O que é cloud computing? Cloud Computing O

Leia mais

Manual do Aplicativo NSE Mobile Control

Manual do Aplicativo NSE Mobile Control INSTALAÇÃO DO APLICATIVO Acesse www.nse.com.br/downloads-manuais e baixe os programas de acordo com o dispositivo que irá utilizar, nos links referentes ao produto número 1 - Módulo MTCP-3E4S. - Para uso

Leia mais

FTIN Formação Técnica em Informática. Sistema Operacional Proprietário Windows Prof. Walter Travassos

FTIN Formação Técnica em Informática. Sistema Operacional Proprietário Windows Prof. Walter Travassos FTIN Formação Técnica em Informática Sistema Operacional Proprietário Windows Prof. Walter Travassos Aula 01 SISTEMA OPERACIONAL PROPRIETÁRIO WINDOWS Competências do Módulo Instalação e configuração do

Leia mais

Informática. Informática. Valdir

Informática. Informática. Valdir Informática Informática Valdir Questão 21 A opção de alterar as configurações e aparência do Windows, inclusive a cor da área de trabalho e das janelas, instalação e configuração de hardware, software

Leia mais

Professor: Roberto Franciscatto. Curso: Engenharia de Alimentos 01/2010 Aula 3 Sistemas Operacionais

Professor: Roberto Franciscatto. Curso: Engenharia de Alimentos 01/2010 Aula 3 Sistemas Operacionais Professor: Roberto Franciscatto Curso: Engenharia de Alimentos 01/2010 Aula 3 Sistemas Operacionais Um conjunto de programas que se situa entre os softwares aplicativos e o hardware: Gerencia os recursos

Leia mais

Um Driver NDIS Para Interceptação de Datagramas IP

Um Driver NDIS Para Interceptação de Datagramas IP Um Driver NDIS Para Interceptação de Datagramas IP Paulo Fernando da Silva psilva@senior.com.br Sérgio Stringari stringari@furb.br Resumo. Este artigo apresenta o desenvolvimento de um driver NDIS 1 para

Leia mais

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E Unidade II TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO EM EDUCAÇÃO Prof. Me. Eduardo Fernando Mendes Fundamentos da tecnologia da informação Os conteúdos abordados neste módulo são: Componentes da Tecnologia

Leia mais

Desenvolvendo um Ambiente de Aprendizagem a Distância Utilizando Software Livre

Desenvolvendo um Ambiente de Aprendizagem a Distância Utilizando Software Livre Desenvolvendo um Ambiente de Aprendizagem a Distância Utilizando Software Livre Fabrício Viero de Araújo, Gilse A. Morgental Falkembach Programa de Pós-graduação em Engenharia de Produção - PPGEP Universidade

Leia mais

ESbox: uma Ferramenta para o Desenvolvimento de Aplicações para Linux Embarcado

ESbox: uma Ferramenta para o Desenvolvimento de Aplicações para Linux Embarcado ESbox: uma Ferramenta para o Desenvolvimento de Aplicações para Linux Embarcado Raul Herbster 1, Paulo Rômulo Alves 1, Carolina Nogueira 1, Márcio Macêdo 2, Hyggo Almeida 1, Angelo Perkusich 1 1 Laboratório

Leia mais

Resumo da solução SAP SAP Technology SAP Afaria. Gestão da mobilidade empresarial como vantagem competitiva

Resumo da solução SAP SAP Technology SAP Afaria. Gestão da mobilidade empresarial como vantagem competitiva da solução SAP SAP Technology SAP Afaria Objetivos Gestão da mobilidade empresarial como vantagem competitiva Simplifique a gestão de dispositivos e aplicativos Simplifique a gestão de dispositivos e aplicativos

Leia mais

Java. para Dispositivos Móveis. Thienne M. Johnson. Novatec. Desenvolvendo Aplicações com J2ME

Java. para Dispositivos Móveis. Thienne M. Johnson. Novatec. Desenvolvendo Aplicações com J2ME Java para Dispositivos Móveis Desenvolvendo Aplicações com J2ME Thienne M. Johnson Novatec Capítulo 1 Introdução à computação móvel 1.1 Computação móvel definições Computação móvel está na moda. Operadoras

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web. Tipos de Sites. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com.br

Introdução à Tecnologia Web. Tipos de Sites. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com.br IntroduçãoàTecnologiaWeb TiposdeSites ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br TiposdeSites Índice 1 Sites... 2 2 Tipos de Sites... 2 a) Site

Leia mais

Manual de Instalação. SafeNet Authentication Client 8.2 SP1. (Para MAC OS 10.7)

Manual de Instalação. SafeNet Authentication Client 8.2 SP1. (Para MAC OS 10.7) SafeNet Authentication Client 8.2 SP1 (Para MAC OS 10.7) 2/28 Sumário 1 Introdução... 3 2 Pré-Requisitos Para Instalação... 3 3 Ambientes Homologados... 4 4 Tokens Homologados... 4 5 Instruções de Instalação...

Leia mais

TÍTULO: ARCASE - AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL COM ANDROID E SISTEMAS EMBARCADOS

TÍTULO: ARCASE - AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL COM ANDROID E SISTEMAS EMBARCADOS Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: ARCASE - AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL COM ANDROID E SISTEMAS EMBARCADOS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA:

Leia mais

Segundo Pré-teste. Data de realização. 18 de Novembro de 2007. Local.

Segundo Pré-teste. Data de realização. 18 de Novembro de 2007. Local. Segundo Pré-teste Data de realização. 18 de Novembro de 2007. Local. Duas salas de aula da Pós-graduação do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da EESC/USP. Duração: 4 horas. Dos objetivos. Envolveu

Leia mais

Desenvolvendo para WEB

Desenvolvendo para WEB Nível - Básico Desenvolvendo para WEB Por: Evandro Silva Neste nosso primeiro artigo vamos revisar alguns conceitos que envolvem a programação de aplicativos WEB. A ideia aqui é explicarmos a arquitetura

Leia mais

Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS. Prof. Victor Halla

Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS. Prof. Victor Halla Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS OPERACIONAIS Prof. Victor Halla Conteúdo Arquitetura de Processadores: Modo Operacional; Velocidade; Cache; Barramento; Etc. Virtualização: Maquinas virtuais; Gerenciamento

Leia mais

Introdução a programação de dispositivos móveis. Prof. Me. Hélio Esperidião

Introdução a programação de dispositivos móveis. Prof. Me. Hélio Esperidião Introdução a programação de dispositivos móveis. Prof. Me. Hélio Esperidião Windows Mobile O Windows Mobile é um sistema operacional compacto, desenvolvido para rodar em dispositivos móveis como Pocket

Leia mais

Manual Easy Chat Data de atualização: 20/12/2010 16:09 Versão atualizada do manual disponível na área de download do software.

Manual Easy Chat Data de atualização: 20/12/2010 16:09 Versão atualizada do manual disponível na área de download do software. 1 - Sumário 1 - Sumário... 2 2 O Easy Chat... 3 3 Conceitos... 3 3.1 Perfil... 3 3.2 Categoria... 4 3.3 Ícone Específico... 4 3.4 Janela Específica... 4 3.5 Ícone Geral... 4 3.6 Janela Geral... 4 4 Instalação...

Leia mais

Frameworks para criação de Web Apps para o Ensino Mobile

Frameworks para criação de Web Apps para o Ensino Mobile 393 Frameworks para criação de Web Apps para o Ensino Mobile Lucas Zamim 1 Roberto Franciscatto 1 Evandro Preuss 1 1 Colégio Agrícola de Frederico Westphalen (CAFW) Universidade Federal de Santa Maria

Leia mais

I N T R O D U Ç Ã O W A P desbloqueio,

I N T R O D U Ç Ã O W A P desbloqueio, INTRODUÇÃO Para que o Guia Médico de seu Plano de Saúde esteja disponível em seu celular, antes de mais nada, sua OPERADORA DE SAÚDE terá de aderir ao projeto. Após a adesão, você será autorizado a instalar

Leia mais

GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC

GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC RESUMO EXECUTIVO O PowerVault DL2000, baseado na tecnologia Symantec Backup Exec, oferece a única solução de backup em

Leia mais

Informática básica Telecentro/Infocentro Acessa-SP

Informática básica Telecentro/Infocentro Acessa-SP Informática básica Telecentro/Infocentro Acessa-SP Aula de hoje: Periférico de entrada/saída, memória, vírus, Windows, barra tarefas. Prof: Lucas Aureo Guidastre Memória A memória RAM é um componente essencial

Leia mais

A INTERNET COMO FERRAMENTA AUXILIAR NO ENSINO DE MECÂNICA COMPUTACIONAL

A INTERNET COMO FERRAMENTA AUXILIAR NO ENSINO DE MECÂNICA COMPUTACIONAL A INTERNET COMO FERRAMENTA AUXILIAR NO ENSINO DE MECÂNICA COMPUTACIONAL Manoel Theodoro Fagundes Cunha Sergio Scheer Universidade Federal do Paraná, Setor de Tecnologia, Centro de Estudos de Engenharia

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUIDOS

SISTEMAS DISTRIBUIDOS 1 2 Caracterização de Sistemas Distribuídos: Os sistemas distribuídos estão em toda parte. A Internet permite que usuários de todo o mundo acessem seus serviços onde quer que possam estar. Cada organização

Leia mais

NETALARM GATEWAY Manual Usuário

NETALARM GATEWAY Manual Usuário NETALARM GATEWAY Manual Usuário 1 Índice 1. Introdução... 3 2. Requisitos de Instalação... 3 3. Instalação... 3 4. Iniciando o programa... 5 4.1. Aba Serial... 5 4.2. Aba TCP... 6 4.3. Aba Protocolo...

Leia mais

10 DICAS DE TECNOLOGIA PARA AUMENTAR SUA PRODUTIVIDADE NO TRABALHO

10 DICAS DE TECNOLOGIA PARA AUMENTAR SUA PRODUTIVIDADE NO TRABALHO 10 DICAS DE TECNOLOGIA PARA AUMENTAR SUA PRODUTIVIDADE NO TRABALHO UMA DAS GRANDES FUNÇÕES DA TECNOLOGIA É A DE FACILITAR A VIDA DO HOMEM, SEJA NA VIDA PESSOAL OU CORPORATIVA. ATRAVÉS DELA, ELE CONSEGUE

Leia mais

Artur Petean Bove Júnior Tecnologia SJC

Artur Petean Bove Júnior Tecnologia SJC Artur Petean Bove Júnior Tecnologia SJC Objetivo O objetivo do projeto é especificar o desenvolvimento de um software livre com a finalidade de automatizar a criação de WEBSITES através do armazenamento

Leia mais

Como configurar e-mails nos celulares. Ebook. Como configurar e-mails no seu celular. W3alpha - Desenvolvimento e hospedagem na internet

Como configurar e-mails nos celulares. Ebook. Como configurar e-mails no seu celular. W3alpha - Desenvolvimento e hospedagem na internet Ebook Como configurar e-mails no seu celular Este e-book irá mostrar como configurar e-mails, no seu celular. Sistemas operacionais: Android, Apple, BlackBerry, Nokia e Windows Phone Há muitos modelos

Leia mais

Aula 02 Conceitos básicos elipse. INFORMÁTICA INDUSTRIAL II ENG1023 Profª. Letícia Chaves Fonseca leticia.chavesfonseca@gmail.com

Aula 02 Conceitos básicos elipse. INFORMÁTICA INDUSTRIAL II ENG1023 Profª. Letícia Chaves Fonseca leticia.chavesfonseca@gmail.com Aula 02 Conceitos básicos elipse INFORMÁTICA INDUSTRIAL II ENG1023 Profª. Letícia Chaves Fonseca leticia.chavesfonseca@gmail.com 1. Introdução O Elipse E3 trabalha totalmente orientado para a operação

Leia mais

TÉCNICAS DE ESTRUTURAÇÃO PARA DESIGN RESPONSIVO: AMPLIANDO A USABILIDADE NO AMBIENTE WEB

TÉCNICAS DE ESTRUTURAÇÃO PARA DESIGN RESPONSIVO: AMPLIANDO A USABILIDADE NO AMBIENTE WEB TÉCNICAS DE ESTRUTURAÇÃO PARA DESIGN RESPONSIVO: AMPLIANDO A USABILIDADE NO AMBIENTE WEB Tiago Volpato 1, Claudete Werner 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil tiagovolpatobr@gmail.com,

Leia mais

Figura 01 Kernel de um Sistema Operacional

Figura 01 Kernel de um Sistema Operacional 01 INTRODUÇÃO 1.5 ESTRUTURA DOS SISTEMAS OPERACIONAIS O Sistema Operacional é formado por um Conjunto de rotinas (denominado de núcleo do sistema ou kernel) que oferece serviços aos usuários e suas aplicações

Leia mais

Guia. PDA e SmartPhones. Windows Mobile, Pocket PC e CE.

Guia. PDA e SmartPhones. Windows Mobile, Pocket PC e CE. Guia PDA e SmartPhones Windows Mobile, Pocket PC e CE. Referência completa para o integrador do sistema Module. Aborda os recursos necessários para a itulização, instalação do software e importação das

Leia mais

Aplicação Prática de Lua para Web

Aplicação Prática de Lua para Web Aplicação Prática de Lua para Web Aluno: Diego Malone Orientador: Sérgio Lifschitz Introdução A linguagem Lua vem sendo desenvolvida desde 1993 por pesquisadores do Departamento de Informática da PUC-Rio

Leia mais

Planejamento Estratégico de TI. Felipe Pontes felipe.pontes@gmail.com

Planejamento Estratégico de TI. Felipe Pontes felipe.pontes@gmail.com Planejamento Estratégico de TI Felipe Pontes felipe.pontes@gmail.com VPN Virtual Private Network Permite acesso aos recursos computacionais da empresa via Internet de forma segura Conexão criptografada

Leia mais

Lógica de Programação

Lógica de Programação Lógica de Programação Unidade 4 Ambiente de desenvolvimento Java QI ESCOLAS E FACULDADES Curso Técnico em Informática SUMÁRIO A LINGUAGEM JAVA... 3 JVM, JRE, JDK... 3 BYTECODE... 3 PREPARANDO O AMBIENTE

Leia mais

INFORMAÇÕES RELEVANTES...

INFORMAÇÕES RELEVANTES... SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO... 3 1.1. INFORMAÇÕES RELEVANTES... 3 2. VISÃO GERAL DO SISTEMA... 4 2.1. AUTENTICAÇÃO NO SISTEMA... ERROR! BOOKMARK NOT DEFINED. 3. INSTALANDO O MÓDULO RAAS-AD DESKTOP... 6 4.

Leia mais

Manual de utilização do Sistema de gerenciamento de inspeção de equipamentos (SGIE) Conteúdo

Manual de utilização do Sistema de gerenciamento de inspeção de equipamentos (SGIE) Conteúdo Manual de utilização do Sistema de gerenciamento de inspeção de equipamentos (SGIE) Conteúdo Introdução... 2 Sistemática de utilização do pacote SGIE... 2 Projeto de inspeção... 2 Instalação do projeto

Leia mais

UM FRAMEWORK PARA DESENVOLVIMENTO DE

UM FRAMEWORK PARA DESENVOLVIMENTO DE UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO CENTRO DE INFORMÁTICA UM FRAMEWORK PARA DESENVOLVIMENTO DE APLICATIVOS EM WINDOWS MOBILE. PROPOSTA DE TRABALHO DE GRADUAÇÃO Aluno:

Leia mais

O que são sistemas supervisórios?

O que são sistemas supervisórios? O que são sistemas supervisórios? Ana Paula Gonçalves da Silva, Marcelo Salvador ana-paula@elipse.com.br, marcelo@elipse.com.br RT 025.04 Criado: 10/09/2004 Atualizado: 20/12/2005 Palavras-chave: sistemas

Leia mais

Sistemas Operacionais. Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira. Aula 05 Estrutura e arquitetura do SO Parte 2. Cursos de Computação

Sistemas Operacionais. Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira. Aula 05 Estrutura e arquitetura do SO Parte 2. Cursos de Computação Cursos de Computação Sistemas Operacionais Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira Aula 05 Estrutura e arquitetura do SO Parte 2 Referência: MACHADO, F.B. ; MAIA, L.P. Arquitetura de Sistemas Operacionais. 4.ed. LTC,

Leia mais

Software de gerenciamento do sistema Intel. Guia do usuário do Pacote de gerenciamento do servidor modular Intel

Software de gerenciamento do sistema Intel. Guia do usuário do Pacote de gerenciamento do servidor modular Intel Software de gerenciamento do sistema Intel do servidor modular Intel Declarações de Caráter Legal AS INFORMAÇÕES CONTIDAS NESTE DOCUMENTO SÃO RELACIONADAS AOS PRODUTOS INTEL, PARA FINS DE SUPORTE ÀS PLACAS

Leia mais

Lição 4 - Primeiros passos no Linux Ubuntu 11.04

Lição 4 - Primeiros passos no Linux Ubuntu 11.04 Lição 4 - Primeiros passos no Linux Ubuntu 11.04 Olá Aluno Os objetivos específicos desta lição são: - reconhecer o Ubuntu como mais uma alternativa de sistema operacional; - conhecer os elementos da área

Leia mais

Desenvolva Sistemas de Medições Distribuídos e Portáteis

Desenvolva Sistemas de Medições Distribuídos e Portáteis Desenvolva Sistemas de Medições Distribuídos e Portáteis Henrique Tinelli Engenheiro de Marketing Técnico NI Nesta apresentação, iremos explorar: Plataforma NI CompactDAQ Distribuída Sistemas de Medição

Leia mais