Claudivan C. Lopes

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1 Claudivan C. Lopes

2 Introdução ao protocolo TCP/IP Camada de aplicação Camada de transporte Camada de rede IFPB/Patos - Prof. Claudivan 2

3 É o protocolo mais usado da atualidade 1 : É o protocolo usado na Internet 2 : É roteável imprescindível em grandes redes 3 : É um padrão aberto os fabricante pode adotar sua própria versão do TCP/IP Usa uma arquitetura cliente/servidor IFPB/Patos - Prof. Claudivan 3

4 Opera nas camadas de 3 a 7 do modelo OSI APLICAÇÃO APRESENTAÇÃO SESSÃO TRANSPORTE REDE LINK DE DADOS FÍSICA Modelo OSI APLICAÇÃO TRANSPORTE REDE TCP/IP IFPB/Patos - Prof. Claudivan 4

5 Responsável por intermediar a comunicação entre o programa cliente (ou o servidor) e a camada de transporte Existem vários protocolos nesta camada, cada um é responsável por algum tipo de serviço SMTP ( ) HTTP (Web) FTP (Transferência de arquivos) E outros... IFPB/Patos - Prof. Claudivan 5

6 A camada de aplicação usa uma porta para se comunicar com a camada de transporte Uma porta é um sistema de endereçamento usado para saber qual protocolo está transferindo dados Com isso, sabe-se qual é o protocolo de aplicação no receptor que receberá os dados As portas são numeradas de 0 a IFPB/Patos - Prof. Claudivan 6

7 Ainda sobre o conceito de porta: No lado cliente, o número da porta é dinâmico No lado servidor, um determinado serviço sempre usa a mesma porta P.ex., SMTP usa a porta 25 e o HTTP usa a porta 80 Quando um servidor recebe um pacote destinado a uma porta, o protocolo de transporte entrega esse pacote ao protocolo de aplicação que usa essa porta IFPB/Patos - Prof. Claudivan 7

8 Ainda sobre o conceito de porta: SERVIDOR FTP SERVIDOR DE SERVIDOR WEB FTP SMTP POP3 HTTP CAMADA DE APLICAÇÃO Porta 20 Porta 21 Porta 25 Porta 101 Porta 80 CAMADA DE TRANSPORTE IFPB/Patos - Prof. Claudivan 8

9 Protocolos na camada de aplicação: DNS (Domain Name System) No protocolo TCP/IP, o endereço lógico das máquinas da rede é chamado de endereço IP (é único para cada máquina da rede) Um endereço IP na versão IPv4 tem o formato x.y.k.z, onde cada letra é número de 8 bits (octeto), i.e., varia de 0 a 255. P.ex., IFPB/Patos - Prof. Claudivan 9

10 Protocolos na camada de aplicação: DNS (Domain Name Server) Endereços IP não são tão fáceis de memorizar quanto nomes Para isso foi criado o DNS, que permite dar um nome a um endereço IP, facilitando a localização de máquinas P.ex., é mais fácil de ser lembrado que o número IFPB/Patos - Prof. Claudivan 10

11 Protocolos na camada de aplicação: DNS (Domain Name Server) Assim, um servidor DNS tem duas funções: converter endereços nominais em endereços IP e vice-versa Uma pergunta inevitável: Então um servidor DNS possui uma tabela com os nomes e números IP de todas as máquinas da Internet? IFPB/Patos - Prof. Claudivan 11

12 Protocolos na camada de aplicação: DNS (Domain Name Server) Isso é impossível atualmente. São milhões de endereços! Para facilitar, o DNS usa uma estrutura hierárquica, onde os nomes seguem o formato máquina.domínio P.ex., o endereço significa máquina www e domínio aaa.com.br No Brasil, o órgão responsável pelo registro de domínios é o Registro.br (http://www.registro.br) IFPB/Patos - Prof. Claudivan 12

13 Protocolos na camada de aplicação: DNS (Domain Name Server) Funcionamento do DNS 1. Cada domínio tem um servidor DNS que resolve os nomes das máquinas pertencentes ao domínio P.ex., ftp.aaa.com.br, mail.aaa.com.br 2. A rede local precisa ter um servidor DNS em execução ou usar o servidor DNS do provedor de Internet IFPB/Patos - Prof. Claudivan 13

14 Protocolos na camada de aplicação: DNS (Domain Name Server) Funcionamento do DNS (continuação) 3. Todos os pedidos por conversão de nomes em endereços IP e viceversa são enviados ao servidor DNS da rede local 4. Se este não conseguir responder, ele repassa a solicitação para o servidor DNS do seu provedor de Internet 5. Se este não conseguir responder, ele repassa a solicitação para outro servidor DNS hierarquicamente superior. E essa busca continua até localizar o endereço IP ou não IFPB/Patos - Prof. Claudivan 14

15 Protocolos na camada de aplicação: DNS (Domain Name Server) Todo servidor DNS possui uma memória que armazena os endereços respondidos por outros servidores DNS a fim de agilizar novas buscas Porém, essa memória possui um TTL (Time To Live), que quando expirado, é atualizada No servidor, os pedidos DNS usam a porta 53 Use o comando nslookup para descobrir o endereço IP de um servidor, p. ex., nslookup IFPB/Patos - Prof. Claudivan 15

16 Protocolos na camada de aplicação: HTTP (HyperText Transfer Protocol) Um site é um conjunto de documentos hipermídia (páginas, imagens, vídeos) acessados através de um endereço único chamado URL O formato geral de uma URL é p.ex., A World Wide Web (ou Web) é o nome dado ao conjunto de sites que podem ser acessados através da Internet A transferência de documentos na Web é feita através do protocolo HTTP IFPB/Patos - Prof. Claudivan 16

17 Protocolos na camada de aplicação: HTTP (HyperText Transfer Protocol) Funcionamento do HTTP 1. Um servidor HTTP (ou servidor Web) armazena o site 2. Através de um navegador Web, um cliente requisita um documento através de sua URL 3. O navegador Web consulta o servidor DNS para localizar o endereço IP do servidor HTTP e com isso, inicia o pedido 4. O servidor Web localiza o documento e o envia ao cliente IFPB/Patos - Prof. Claudivan 17

18 Protocolos na camada de aplicação: HTTP (HyperText Transfer Protocol) No servidor, os pedidos HTTP são endereçados à porta 80 Usam-se dois recursos para melhorar o desempenho da rede: Cache cópia dos últimos documentos no navegador Web da máquina cliente Proxy permite que uma máquina intermediária entre o cliente e o servidor funcione como uma cache IFPB/Patos - Prof. Claudivan 18

19 Protocolos na camada de aplicação: HTTPS (HyperText Transfer Protocol Secure) É o protocolo HTTP usando o protocolo SSL (Secure Socket Layer) ou o protocolo TLS (Transport Layer Security) para a criptografia de dados É o protocolo usado em comunicações Web seguras, p.ex., compras on-line Tipicamente, quando este protocolo está habilitado, as iniciais da URL começa com https:// IFPB/Patos - Prof. Claudivan 19

20 Protocolos na camada de aplicação: HTTPS (HyperText Transfer Protocol Secure) Ao iniciar a comunicação entre o navegador Web e o servidor HTTPS, eles negociam qual é o protocolo de criptografia será usado, selecionando o mais seguro e que seja suportado por ambos No servidor, os pedidos HTTPS são endereçados à porta 443 IFPB/Patos - Prof. Claudivan 20

21 Protocolos na camada de aplicação: SMTP (Simple Mail Transfer Protocol), POP3 (Post Office Protocol) e IMAP4 (Internet Message Access Protocol) São protocolos responsáveis pelo envio e o recebimento de s Os endereços possuem o formato p.ex., Para gerenciar seu , é necessário um programa cliente de , p.ex., Outlook, ou usar o serviço de webmail do provedor de IFPB/Patos - Prof. Claudivan 21

22 Protocolos na camada de aplicação: SMTP (Simple Mail Transfer Protocol), POP3 (Post Office Protocol) e IMAP4 (Internet Message Access Protocol) Funcionamento do 1. A mensagem é enviada ao servidor de do usuário emissor através do protocolo SMTP 2. Este servidor consulta o servidor DNS para descobrir o endereço IP do servidor de do destino IFPB/Patos - Prof. Claudivan 22

23 Protocolos na camada de aplicação: SMTP (Simple Mail Transfer Protocol), POP3 (Post Office Protocol) e IMAP4 (Internet Message Access Protocol) Funcionamento do (continuação) 3. Com isso, o servidor de do emissor encaminha a mensagem ao servidor de do destino através do protocolo SMTP 4. O destinatário baixa a mensagem para a sua máquina através do protocolo POP3 ou IMAP4 IFPB/Patos - Prof. Claudivan 23

24 Protocolos na camada de aplicação: SMTP (Simple Mail Transfer Protocol), POP3 (Post Office Protocol) e IMAP4 (Internet Message Access Protocol) O uso do POP3 ou IMAP4 depende do programa cliente de e- mail sendo usado e se é suportado pelo servidor de No caso de um sistema de webmail, temos um servidor Web acessando um servidor de Em servidores de , o protocolo SMTP usa a porta 25, o protocolo POP3 usa a porta 110 e o IMAP4 usa a porta 143 IFPB/Patos - Prof. Claudivan 24

25 Protocolos na camada de aplicação: SMTP (Simple Mail Transfer Protocol), POP3 (Post Office Protocol) e IMAP4 (Internet Message Access Protocol) Funcionamento do IFPB/Patos - Prof. Claudivan 25

26 Protocolos na camada de aplicação: SMTP (Simple Mail Transfer Protocol), POP3 (Post Office Protocol) e IMAP4 (Internet Message Access Protocol) Funcionamento do webmail IFPB/Patos - Prof. Claudivan 26

27 Protocolos na camada de aplicação: FTP (File Transfer Protocol) Protocolo usado para a transferência de arquivos Existem dois papéis: o computador local e o remoto O computador local se refere a máquina cliente O computador remoto é o servidor FTP no qual o computador local irá se conectar para armazenar ou buscar arquivos Um cenário comum transferir arquivos locais para um servidor Web (upload) IFPB/Patos - Prof. Claudivan 27

28 Protocolos na camada de aplicação: FTP (File Transfer Protocol) O computador local deve possuir um cliente FTP A conexão ao servidor FTP pode ou não usar login e senha (aceita conexões anônimas) O FTP opera a partir de comandos, mas existem clientes gráficos que facilitam o seu uso As transmissões FTP usam texto puro, incluindo os dados de login e senha isso pode facilitar os hackers IFPB/Patos - Prof. Claudivan 28

29 Protocolos na camada de aplicação: FTP (File Transfer Protocol) O FTP usa duas portas: uma porta para comandos e uma porta para dados Normalmente, a porta 20 é para dados e a porta 21 é para os comandos IFPB/Patos - Prof. Claudivan 29

30 Protocolos na camada de aplicação: TELNET É um serviço de terminal remoto um cliente faz login num servidor e o manipula como se fosse localmente Também possui os papéis de computador local e remoto Local é a máquina que possui o cliente Telnet Remoto é o servidor Telnet que será acessado pelo cliente Um cenário comum administração de servidores IFPB/Patos - Prof. Claudivan 30

31 Protocolos na camada de aplicação: TELNET (continuação) No servidor, o Telnet normalmente usa a porta 23 Não há criptografia de dados, incluindo os dados de login e senha. Portanto, apresenta falhas de segurança IFPB/Patos - Prof. Claudivan 31

32 Protocolos na camada de aplicação: SSH (Secure Shell) e SFTP O SSH é similar ao Telnet, porém, toda informação é criptografada No servidor, o protocolo SSH usa a porta 22 Já o SFTP é uma versão do FTP que opera com o SSH e, portanto, criptografa os dados sendo transferidos Portanto, ambos são as alternativas recomendadas! IFPB/Patos - Prof. Claudivan 32

33 Protocolos na camada de aplicação: DHCP (Dinamic Host Configuration Protocol) Permite o gerenciamento de endereços IP da rede através de um ou mais servidores DHCP Quando uma máquina é ligada na rede, e caso esteja com o cliente DHCP habilitado, ela recebe um endereço IP de forma automática por algum servidor DHCP da rede Este serviço é muito útil para grandes redes. Sem ele, seria necessário configurar manualmente cada máquina da rede com um endereço IP No servidor, o protocolo DHCP usa a porta 67 IFPB/Patos - Prof. Claudivan 33

34 Protocolos na camada de aplicação: Outros protocolos: SNMP (Simple Network Management Protocol): permite o gerenciamento de periféricos de rede SCP (Secure Copy Protocol): copia arquivos entre máquinas usando conexões SSH NTP (Network Time Protocol): permite a sincronia de horário entre máquinas NFS (Network File System): permite o compartilhamento de arquivos em sistemas Unix, Linux IFPB/Patos - Prof. Claudivan 34

35 APLICAÇÃO APRESENTAÇÃO SESSÃO TRANSPORTE REDE LINK DE DADOS FÍSICA Modelo OSI APLICAÇÃO TRANSPORTE REDE TCP/IP IFPB/Patos - Prof. Claudivan 35

36 Transformar os dados enviados pela camada de aplicação em pacotes e adiciona as informações da porta de origem e destino Dois protocolos podem operar nesta camada: TCP (Transmission Controle Protocol) UDP (User Datagram Protocol) O TCP é orientado a conexão (confiável) O UDP não é orientado a conexão IFPB/Patos - Prof. Claudivan 36

37 Ao todo são portas portas para o TCP portas para o UDP Uso da faixa de portas: PORTAS DE: USO TIPO DE USO 0 a 1023 Privilegiado Fixo no servidor 1024 a Registrado Fixo no servidor/livre no cliente a Sem registro Livre no servidor/livre no cliente IFPB/Patos - Prof. Claudivan 37

38 No lado servidor: Cada serviço (ou protocolo na camada de aplicação) deve usar uma única porta Se vários serviços escutam a mesma porta, ocorre um conflito A porta usada por um serviço é fixa, porém configurável P. ex., pode-se alterar a porta do servidor HTTP para 8081 Neste caso, o navegador Web precisa informar a porta em uso Dessa forma, teríamos p. ex.: O conjunto IP:porta é chamado de Soquete IFPB/Patos - Prof. Claudivan 38

39 No lado cliente: Um programa cliente aloca portas temporárias dinâmicas distintas (portas a partir de 1024) P. ex., várias janelas do navegador Web abrindo sites diferentes usam portas diferentes Dessa forma, a camada de aplicação sabe a qual navegador deve entreguar os dados Experimente usar o comando netstat an IFPB/Patos - Prof. Claudivan 39

40 Protocolo UDP: É um protocolo não confiável, i.e, não garante a entrega de pacotes não faz a confirmação de recebimento Logo, não é usado em aplicações onde a confiabilidade é crucial, p. ex., no transporte de dados como arquivos e O pacote passa a receber o nome de datagrama, isto é, um pacote que não usa um sistema de confirmação de recebimento Protocolos da camada de aplicação que usam porta UDP incluem protocolo DNS e o DHCP IFPB/Patos - Prof. Claudivan 40

41 Protocolo UDP (continuação): Então qual é a vantagem em usar o protocolo UDP? Transmissões mais rápidas, pois um datagrama tem um tamanho menor que o tamanho do pacote Em redes locais, onde quase não há perda de pacotes, o uso do protocolo UDP pode ser viável Mas em grandes redes é inviável pois a taxa de perda de pacotes pode ser alta IFPB/Patos - Prof. Claudivan 41

42 Protocolo TCP: É um protocolo confiável (garante a entrega de pacotes) Verifica se um pacote chegou corretamente Envia confirmação de recebimento. O transmissor espera um tempo chamado RTT (Tempo de ida-e-volta) pela confirmação. Caso o RTT expire, o pacote é retransmitido Coloca os pacotes recebidos em ordem Protocolos da camada de aplicação que usam portas TCP incluem FTP, SSH, Telnet, SMTP, HTTP, POP3 e IMAP4 O TCP também é responsável por abrir, manter e fechar uma conexão entre o transmissor e o receptor IFPB/Patos - Prof. Claudivan 42

43 APLICAÇÃO APRESENTAÇÃO SESSÃO TRANSPORTE REDE LINK DE DADOS FÍSICA Modelo OSI APLICAÇÃO TRANSPORTE REDE TCP/IP IFPB/Patos - Prof. Claudivan 43

44 Responsável por: Dividir os pacotes em datagramas Incluir no datagrama o endereço IP de origem e de destino Enviar os datagramas para a camada inferior Os protocolos desta camada não são orientados a conexão Há vários protocolos que podem operam nesta camada IP (Internet Protocol) ICMP (Internet Control Message Protocol) IGMP (Internet Group Management Protocol) ARP/RARP ([Reverse] Address Resolution Protocol) NDP (Neighbor Discovery Protocol) IFPB/Patos - Prof. Claudivan 44

45 Endereçamento IP endereçamento lógico Suponha a seguinte situação: Numa rede local, um transmissor envia um quadro de dados em broadcast. Portanto, todas as máquinas da rede recebem o quadro A máquina cujo quadro de dados está endereçado captura o pacote. E as demais descartam o pacote E se a Internet funcionasse assim? Congestionava! Por isso é utilizado um endereçamento lógico! IFPB/Patos - Prof. Claudivan 45

46 Endereçamento IP (continuação) O endereçamento IP funciona de forma organizada e padronizada, e com isso, é possível que pacotes sigam até o seu destino sem congestionar a rede Um pacote pode ser enviado para uma máquina que está localizada numa rede que não é a rede local da máquina transmissora Isso é feito por um dispositivo chamado roteador IFPB/Patos - Prof. Claudivan 46

47 Endereçamento IP (continuação) Por exemplo, uma máquina na rede 1 envia dados para uma máquina na rede 3 1. O transmissor sabe que o endereço IP do destino não está na rede local 2. O transmissor envia o pacote ao roteador 1 IFPB/Patos - Prof. Claudivan 47

48 Endereçamento IP (continuação) Por exemplo, uma máquina na rede 1 envia dados para uma máquina na rede 3 3. O roteador 1 vê o endereço IP do pacote e sabe que o destino não é a rede 1 e nem a rede 2 4. O roteador 1 envia o pacote ao roteador 2 IFPB/Patos - Prof. Claudivan 48

49 Endereçamento IP (continuação) Por exemplo, uma máquina na rede 1 envia dados para uma máquina na rede 3 5. O roteador 2 vê o endereço IP no pacote e sabe que ele está na rede 3, entregando o pacote a máquina destino IFPB/Patos - Prof. Claudivan 49

50 Endereçamento IP (continuação) Toda rede tem uma ponto de saída chamado gateway É o local para onde irão todos os pacotes que não são destinados a própria rede No exemplo, temos: Para a rede 1 o gateway é o roteador 1 Para a rede 2 tem dois gateways: os roteadores 1 e 2 Para a rede 3 o gateway é o roteador 2 IFPB/Patos - Prof. Claudivan 50

51 Endereçamento IP (continuação) Com relação aos endereços IP, existem dois tipos: IPv4 IPv6 O IPv4 é o mais usado atualmente (99%) O IPv6 ainda é pouco adotado IFPB/Patos - Prof. Claudivan 51

52 Endereço IPv4 A faixa de endereços IPv4 varia de números de até Isso totaliza endereços possíveis. Porém, alguns deles são reservados e não podem ser usados Cada dispositivo na rede TCP/IP precisa de um único endereço IP IFPB/Patos - Prof. Claudivan 52

53 Endereço IPv4 (continuação): São cinco faixas de distribuição de endereços IP: CLASSE ENDEREÇO MAIS BAIXO ENDEREÇO MAIS ALTO A B C D E IFPB/Patos - Prof. Claudivan 53

54 Endereço IPv4 (continuação): Os endereços IP são divididos em dois campos: um que identifica a rede e outro que identifica a máquina OCTETO 1 OCTETO 2 OCTETO 3 OCTETO 4 CLASSE A REDE MÁQUINA CLASSE B REDE MÁQUINA CLASSE C REDE MÁQUINA As classes D e E não podem ser usadas para endereçar máquinas IFPB/Patos - Prof. Claudivan 54

55 Endereço IPv4 (continuação): P.ex., para o endereço IP (classe C) rede e máquina 5 Dizemos rede e máquina P.ex., para o endereço IP (classe A) rede 10 e máquina Dizemos rede e máquina IFPB/Patos - Prof. Claudivan 55

56 Endereço IPv4 (continuação): Alguns endereços possuem um significado especial Endereços privados (também chamado de mágicos ) são usados em redes locais Endereços da faixa de realimentação são usados pela própria máquina para se auto-endereçar. É conhecido com endereço de loopback IFPB/Patos - Prof. Claudivan 56

57 Endereço IPv4 (continuação): ENDEREÇOS USO a Não podem ser usados a Endereços privados a Realimentação (loopback) a Zeroconf a Endereços privados a Documentação e exemplos a Conversão IPv6 em IPv a Endereços privados a Dispositivo para teste da rede IFPB/Patos - Prof. Claudivan 57

58 Endereço IPv4 (continuação): Os números 0 e 255 quando aplicados na identificação da máquina significam, respectivamente: O endereço da rede O endereço de broadcast usado para o envio de pacotes para todas as máquinas da rede CLASSE ENDEREÇO DE REDE ENDEREÇO DE BROADCAST A x x B x.y.0.0 x.y C x.y.k.0 x.y.k.255 IFPB/Patos - Prof. Claudivan 58

59 Endereço IPv4 (continuação): Exemplo 1 (Classe C): é o endereço da rede é o endereço de broadcast da rede Exemplo 2 (Classe B): é o endereço da rede é o endereço de broadcast da rede Exemplo 3 (Classe A): é o endereço da rede é o endereço de broadcast da rede IFPB/Patos - Prof. Claudivan 59

60 Endereço IPv4 (continuação): Endereços IP públicos Um endereço IP público é válido na Internet. Portanto, uma máquina com um endereço IP público pode se conectar a Internet P.ex., quando você se conecta à Internet com o seu Laptop, ele passa a ter um endereço IP público que é dado pelo seu provedor de acesso Endereços IP públicos são regularizados através da LACNIC IFPB/Patos - Prof. Claudivan 60

61 Endereço IPv4 (continuação): Endereços IP privados (ou mágicos) São os endereços IP usados na montagem das redes locais e não funcionam na Internet CLASSE ENDEREÇOS PRIVADOS A a B a C a IFPB/Patos - Prof. Claudivan 61

62 Endereço IPv4 (continuação): Endereços IP privados (ou mágicos) (continuação) E se quisermos conectar a rede local à Internet? Opção 1. Toda máquina da rede local tem um endereço IP público Desvantagem 1. Apagão da Internet pela falta de endereços públicos (não se deve queimar endereços IP públicos) Desvantagem 2. Segurança Com um endereço IP público, a máquina fica visível na Internet IFPB/Patos - Prof. Claudivan 62

63 Endereço IPv4 (continuação): Endereços IP privados (ou mágicos) (continuação) E se quisermos conectar esta rede a Internet? Opção 2. A rede local continua usando endereços privados, mas acessando a Internet através de um único endereço público, que é dado pelo provedor de acesso IFPB/Patos - Prof. Claudivan 63

64 Endereço IPv4 (continuação): Sub-redes Endereços IP são dados pela LACNIC por blocos sem isso, haveria grande desperdício de endereços IP P. ex., qual empresa precisaria de uma faixa completa de endereços IP classe A, onde estão disponíveis mais de 16 milhões de endereços IP? Suponha uma empresa com a matriz e uma filial em cidades distintas. Em cada localidade, a rede não possui mais que 30 máquinas. Se reservarmos duas faixas de endereços IP classe C em ambas, haverá grande desperdício de endereços IP IFPB/Patos - Prof. Claudivan 64

65 Endereço IPv4 (continuação): Sub-redes Pode-se dividir uma rede em várias sub-redes, onde cada sub-rede fica com uma faixa de endereços IP de toda a faixa original economia de endereços IP Para o exemplo anterior, ao invés de usar duas faixas de endereços classe C, basta usar uma única faixa de endereço IP classe C subdividida em duas sub-redes Para dividir uma grande faixa de endereços IP numa faixa menor usa-se (1) máscara de rede ou um (2) sistema CIDR IFPB/Patos - Prof. Claudivan 65

66 Endereço IPv4 (continuação): Máscara de rede Este sistema informa como deve ser a divisão do endereço IP em identificação para a rede e identificação para a máquina Uma máscara de rede possui o mesmo formato de um endereço IP, onde em cada octeto tem-se que: Quando existir o bit 1 é usado para identificar a rede Quando existir o bit 0 é usado para identificar a máquina IFPB/Patos - Prof. Claudivan 66

67 Endereço IPv4 (continuação): Máscara de rede (continuação) As máscaras padrão são, portanto, as seguintes: CLASSE OCTETO1 OCTETO2 OCTETO3 OCTETO4 MÁSCARA A B C IFPB/Patos - Prof. Claudivan 67

68 Endereço IPv4 (continuação): Máscara de rede (continuação) P. ex., suponha o endereço (classe B) Rede = Endereço de broadcast = Máscara padrão = Se usarmos a máscara , transformaríamos o endereço acima num endereço classe C Rede = Endereço de broadcast = IFPB/Patos - Prof. Claudivan 68

69 Endereço IPv4 (continuação): Máscara de rede (continuação) Suponha o endereço (classe A) Rede = Endereço de broadcast = Máscara padrão = Se usarmos a máscara , transformaríamos o endereço acima num endereço classe B Rede = Endereço de broadcast = IFPB/Patos - Prof. Claudivan 69

70 Endereço IPv4 (continuação): Máscara de rede (continuação) Isso quer dizer que, p.ex., uma empresa que recebeu um endereço IP classe B pode dividi-lo em vários endereços IP classe C com isso, ela pode alocar endereços IP para diversas redes distintas como se fossem redes classe C Essa divisão pode ir mais além, já que se pode tratar os bits da máscara individualmente IFPB/Patos - Prof. Claudivan 70

71 Protocolo ARP/RARP Redes TCP/IP se baseiam no endereço lógico. Porém as placas de rede das máquinas usam o endereço MAC Portanto, é necessário saber qual é o endereço físico que responde por um determinado endereço IP e vice-versa. Isso é feito pelo protocolo ARP/RARP Este protocolo não existe no padrão IPv6, sendo substituído pelo protocolo NDP IFPB/Patos - Prof. Claudivan 71

72 Protocolo IPv4 O protocolo IP pega os pacotes da camada de transporte, transforma-os em datagramas e os enviam a camada de interface com a rede Conforme dito anteriormente, o protocolo IP não garante a entrega dos dados (não é orientado a conexão) O protocolo IPv6 funciona como o protocolo IPv4, porém acrescido de novas funções IFPB/Patos - Prof. Claudivan 72

73 Protocolo ICMP É o protocolo utilizado pelos roteadores para informar ao transmissor sobre a ocorrência de erros, caso o roteador não consiga passar adiante um datagrama recebido Exemplos de erros Por congestionamento Por zerar o TTL (Time To Live) do datagrama IP IFPB/Patos - Prof. Claudivan 73

74 Protocolo IGMP É o protocolo usado para adicionar/remover máquinas de um endereço multicast (endereço para um grupo de máquinas) O roteador freqüentemente envia uma mensagem IGMP ao grupo para verificar se as máquinas estão ativas ou não IFPB/Patos - Prof. Claudivan 74

75 Endereçamento IPv6 Modo de endereçamento usado para resolver o problema de esgotamento do número de endereços IPv4 Um endereço IPv6 possui 128 bits, o que equivale ao endereçamento de uma infinidade de máquinas mais ou menos 1564 endereços IP por m 2 da superfície da Terra Apesar de ter sido padronizado nos anos 90, este padrão de endereçamento ainda é raramente utilizado (até 2009, menos de 1% dos computadores do mundo usavam endereços IPv6) IFPB/Patos - Prof. Claudivan 75

76 Protocolo IPsec É o protocolo IP com criptografia dos datagramas IP No padrão IPv6, o protocolo IPsec é suportado de forma nativa modo transporte (pode-se selecionar entre usar o protocolo IPv6 ou o protocolo IPsec) Já no padrão IPv4, o protocolo IPsec não é implementado de forma nativa modo túnel (É implementado como uma camada extra entre a camada de rede e a camada de interface com a rede) IFPB/Patos - Prof. Claudivan 76

77 Gabriel Torres. Redes de Computadores Versão Revisada e Atualizada. Editora Nova Terra, 2009 Julio Batisti. Sub Netting Divisão em Subredes. pip_p7.asp, 2006 IFPB/Patos - Prof. Claudivan 77

78 Claudivan C. Lopes

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