IFGF 2017 Análise Especial Rio de Janeiro

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1 2017 Análise Especial Rio de Janeiro Esta edição do Índice FIRJAN de Gestão Fiscal () apresenta uma radiografia completa da situação das contas públicas municipais, com base em dados inéditos e recém-publicados pela Secretaria do tesouro Nacional STN. O é composto por cinco indicadores:,,, e. A leitura dos resultados é bastante simples: a pontuação varia entre 0 e 1, sendo que, quanto mais próxima de 1, melhor a gestão fiscal do município no ano em observação. A Lei de Responsabilidade Fiscal, em seu artigo 51, determina que os municípios brasileiros devem encaminhar suas contas para a Secretaria do Tesouro Nacional (STN) até o dia 30 de abril do ano seguinte ao exercício de referência, a partir de quando o órgão dispõe de 60 dias para disponibilizá-las ao público. A despeito disso, até o dia 3 de julho de 2017, os Balanços Anuais (DCA) de 41 municípios fluminenses não estavam disponíveis para consulta ou apresentaram informações inconsistentes no Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi), da STN. Sendo assim, o 2017 avaliou 51 dos 92 municípios fluminenses, onde vivem pessoas, 76,7% da população fluminense. O Rio de Janeiro ficou em posição desfavorável em relação ao agregado do país: o percentual de prefeituras com avaliação positiva no (11,8%) é inferior ao nacional (14,1%) e o médio das prefeituras fluminenses foi de 0,4553, 2,2% abaixo da média brasileira (0,4655). Na análise dos indicadores de gestão fiscal, os baixos investimentos e o alto comprometimento do orçamento com as despesas com pessoal foram os principais problemas registrados no Rio de Janeiro. A média do estado ficou 43,5% abaixo da brasileira no (0,2232) e 13,0% inferior no (0,4415). Para se ter uma ideia, 44 dos 51 municípios fluminenses analisados (86,3%) receberam conceito D no, indicativo de que investiram menos que 8% do orçamento; o estado do Rio de Janeiro ficou com a menor média nesse indicador entre as 27 unidades da federação. Gráfico 1. Distribuição por conceito do ,3% 54,9% 9,8% 2,0% D C B A A maior parte das cidades fluminenses analisadas apresentou situação fiscal difícil ou crítica (conceitos C e D no ) respectivamente, foram 28 municípios com pontuação entre 0,4 e 0,6 e outros 17 com nota inferior a 0,4 pontos. Apenas cinco cidades registraram boa situação fiscal em 2015 (conceito B), enquanto o grau de excelência (conceito A) ficou restrito a apenas uma cidade. No topo do ranking estadual (Tabela 1), Niterói, Rio de Janeiro e Armação dos Búzios figuraram entre os 100 melhores resultados do país, enquanto Barra do Piraí e Queimados conquistaram posições entre os 500 melhores. Junto a Campos dos Goytacazes, essas foram as únicas cidades fluminenses analisadas a apresentar, ao menos, boa situação fiscal. Os dois primeiros colocados no ranking estadual compartilham a nota máxima no, indicativo de que geraram mais da metade de suas receitas, bem como conceito A no, por terem investido mais de 16% do orçamento. Ao avançar de um conceito C para a nota máxima no indicador de investimentos, Niterói conquistou o conceito A no índice geral e atingiu o topo do ranking fluminenses e a sexta colocação nacional. A capital se manteve em boa situação fiscal, no entanto com o caixa bem mais apertado do que nos anos anteriores. Em ano olímpico, a cidade manteve elevado nível de investimentos, mas à custa de uma redução expressiva do caixa da prefeitura. Apesar disso, a cidade do Rio de Janeiro manteve-se em posição de destaque frente às capitais brasileiras, atrás apenas de Manaus. Na sequência, Búzios se sobressaiu pelo expressivo avanço no índice geral (+39,2%), saindo de uma situação fiscal difícil em 2015 para boa em Foram determinantes para isso as melhoras significativas no e no 1

2 . A cidade avançou em quatro dos cinco indicadores analisados, e manteve a nota máxima no. Tabela 1: 10 Maiores Resultados do 2017 do Rio de Janeiro Var. (%) 1º 6º Niterói 0,7675 0,8384 9,2% 1,0000 1,0000 0,6387 0,6457 0,5755 1,0000 0,8465 0,7317 0,7882 0,7844 2º 66º Rio de Janeiro 0,7908 0,7329-7,3% 1,0000 1,0000 0,6696 0,5575 1,0000 0,9094 0,5253 0,4711 0,7195 0,7191 3º 93º Armação dos Búzios 0,5147 0, ,2% 0,5466 0,7297 0,0000 0,6102 0,3368 0,4007 1,0000 1,0000 0,9092 0,9967 4º 194º Barra do Piraí 0,6700 0,6766 1,0% 0,4619 0,4048 0,7934 0,7989 0,3220 0,4123 1,0000 1,0000 0,9012 0,8803 5º 438º Queimados 0,7010 0, ,7% 0,3993 0,3728 0,6682 0,5737 0,6289 0,3906 1,0000 1,0000 0,9429 0,9993 6º 615º Campos dos Goytacazes 0,5190 0, ,9% 0,3618 0,5249 0,6569 0,4954 0,4116 0,7995 0,4536 0,4545 0,9517 0,8999 7º 868º Paraty 0,5797 0,5751-0,8% 0,3924 0,3860 0,4867 0,8135 0,8689 0,4452 0,4154 0,5362 0,9293 0,8438 8º 1.015º Angra dos Reis 0,6100 0,5607-8,1% 0,6115 0,5883 0,5757 0,4857 0,1457 0,0904 1,0000 1,0000 0,8506 0,7369 9º 1.111º Itatiaia 0,5707 0,5528-3,1% 0,4579 0,4755 0,6169 0,5507 0,0684 0,0434 1,0000 1,0000 0,8846 0, º 1.206º Conceição de Macabu 0,6334 0, ,0% 0,2035 0,1833 0,6151 0,6117 0,6443 0,2863 1,0000 1,0000 0,7930 0,7661 Entre os dez piores resultados do estado (Tabela 2), oito cidades ficaram entre as 500 piores do país. Com a exceção de Duque de Caxias, todas registraram conceito D no, indicativo de que não geram nem 20% de suas receitas. Esses dez municípios não investiram nem 8% do seu orçamento, e receberam conceito D no. Além disso, seis declararam gastos de pessoal acima do limite estabelecido em lei, de 60% da Receita Corrente Líquida (RCL), e por isso receberam nota zero neste indicador. Como se não bastasse, quatro encerraram 2016 sem recursos em caixa para cobrir os restos a pagar deixados para os próximos gestores, recebendo por isso nota zero no. O município de Duque de Caxias foi o único a combinar essas duas situações, o que explica sua baixa posição no ranking, a despeito do bom desempenho no e no. Tabela 1: 10 Menores Resultados do 2017 do Rio de Janeiro Var. (%) 42º 3.819º Paracambi 0,3409 0,3404-0,2% 0,1957 0,1877 0,5823 0,5562 0,0126 0,1397 0,4074 0,4066 0,7136 0, º 3.993º Duque de Caxias 0,3026 0,3106 2,7% 0,7567 0,7411 0,0000 0,0000 0,1927 0,2475 0,0000 0,0000 0,8895 0, º 4.046º Paty do Alferes 0,4256 0, ,0% 0,3658 0,2818 0,0000 0,5453 0,0814 0,0532 1,0000 0,0000 1,0000 1, º 4.149º Rio das Flores 0,3813 0, ,3% 0,1164 0,1132 0,5887 0,4451 0,0333 0,3012 0,5554 0,0000 0,9025 0, º 4.208º Belford Roxo 0,3399 0, ,1% 0,4245 0,3866 0,0000 0,0000 0,0699 0,0331 0,6493 0,4246 0,8253 0, º 4.245º Cachoeiras de Macacu 0,3240 0, ,0% 0,3159 0,3205 0,0000 0,0000 0,3391 0,0988 0,4379 0,5121 0,7809 0, º 4.250º Porto Real 0,2959 0, ,5% 0,2080 0,2152 0,5838 0,4919 0,1251 0,1616 0,0000 0,0000 0,8956 0, º 4.256º Santa Maria Madalena 0,4242 0, ,1% 0,0756 0,1050 0,5246 0,0000 0,3732 0,0942 0,4898 0,5915 0,9492 0, º 4.318º Engenheiro Paulo de Frontin 0,2388 0,2484 4,0% 0,1054 0,1149 0,0000 0,0000 0,0827 0,1611 0,4885 0,4569 0,8659 0, º 4.319º Macuco 0,2948 0, ,8% 0,1144 0,0983 0,4540 0,0000 0,3234 0,2034 0,0000 0,4629 0,9418 0,7635 Baixada Fluminense Principais destaques por região do estado do Rio de Janeiro Na 5ª colocação estadual e no 438ª nacional, Queimados foi o único município da Baixada Fluminense a apresentar boa situação fiscal em Esse resultado é explicado pela nota máxima no e pela elevada pontuação no. Contudo, na comparação com 2015, o de Queimados recuou 10,7%, puxado por reduções nas demais variáveis. Na sequência, Nilópolis manteve o único acima de 0,6 pontos da Baixada Fluminense, mas os recuos no liquidez e o no custo da dívida custaram 8,1% de sua pontuação frente ao ano anterior. Os dois municípios mais populosos da região, Duque de Caxias e Nova Iguaçu, receberam pontuações inferiores a 0,4 pontos no índice geral, indicativo de uma situação fiscal critica. Ao final de 2016, a inscrição de restos a pagar nessas cidades superou a disponibilidade de recursos em caixa, por isso receberam nota zero no. Em outras 2

3 palavras, entregaram a cidade para os novos gestores com parte das receitas deste ano já comprometidas com despesas do ano passado. Como agravante Duque de Caxias também recebeu zero no, por registrar gastos de pessoal superiores ao limite estabelecido pela LRF, apesar do elevado nível do. Além de Duque de Caxias, Belford Roxo também registrou nota zero no, além de pontuação próxima a isso no. A prefeitura ainda registrou quedas significativas no e, o que direcionou o recuo de 20,1% no índice geral. Nesse contexto, Belford Roxo foi o único município da Baixada Fluminense a figurar entre os 500 piores resultados do país. 5º 438º Queimados 0,7010 0, ,7% 0,3993 0,3728 0,6682 0,5737 0,6289 0,3906 1,0000 1,0000 0,9429 0, º 1.750º Nilópolis 0,5502 0,5055-8,1% 0,4883 0,5395 0,6776 0,6643 0,3285 0,3909 0,6102 0,4047 0,7668 0, º 2.295º Teresópolis 0,3635 0, ,5% 0,6246 0,6245 0,5124 0,5919 0,0491 0,0162 0,0000 0,4172 0,9661 0, º 2.926º Japeri 0,4940 0, ,1% 0,2291 0,2428 0,5304 0,5559 0,5209 0,1106 0,4870 0,5593 0,9629 0, º 2.986º Mangaratiba 0,4470 0,4207-5,9% 0,6793 0,5674 0,5029 0,4920 0,0457 0,1228 0,5040 0,4690 0,5731 0, º 3.375º Nova Iguaçu 0,3828 0,3888 1,6% 0,6171 0,6128 0,4466 0,5671 0,4877 0,2581 0,0000 0,0000 0,3368 0, º 3.819º Paracambi 0,3409 0,3404-0,2% 0,1957 0,1877 0,5823 0,5562 0,0126 0,1397 0,4074 0,4066 0,7136 0, º 3.993º Duque de Caxias 0,3026 0,3106 2,7% 0,7567 0,7411 0,0000 0,0000 0,1927 0,2475 0,0000 0,0000 0,8895 0, º 4.208º Belford Roxo 0,3399 0, ,1% 0,4245 0,3866 0,0000 0,0000 0,0699 0,0331 0,6493 0,4246 0,8253 0,8143 * Até o dia 3 de julho de 2017, os Balanços Anuais (DCA) de Guapimirim, Itaguaí, Magé, Mesquita, São João de Meriti e Seropédica não estavam disponíveis e, por isso, essas cidades não puderam ser avaliadas no Centro-Norte e Serrana Entre os seis municípios da região analisados nesta edição do, houve piora generalizada da situação fiscal. Esse quadro é decorrente, sobretudo, da redução dos investimentos e do avanço dos gastos com pessoal sobre o orçamento. Para se ter uma ideia, todos registraram inferior ao de 2015, mantendo conceito D, e quatro prefeituras receberam nota zero no, três a mais do que no ano anterior. 16º 1.601º Petrópolis 0,5734 0, ,0% 0,7654 0,7937 0,5710 0,5513 0,2572 0,1395 0,5583 0,4387 0,8921 0, º 3.364º Sumidouro 0,4938 0, ,0% 0,2821 0,1619 0,4838 0,4875 0,2493 0,0443 0,7350 0,5948 1,0000 1, º 3.806º Cantagalo 0,4349 0, ,4% 0,3295 0,3156 0,4566 0,0000 0,1444 0,1234 0,5579 0,6348 1,0000 1, º 4.245º Cachoeiras de Macacu 0,3240 0, ,0% 0,3159 0,3205 0,0000 0,0000 0,3391 0,0988 0,4379 0,5121 0,7809 0, º 4.256º Santa Maria Madalena 0,4242 0, ,1% 0,0756 0,1050 0,5246 0,0000 0,3732 0,0942 0,4898 0,5915 0,9492 0, º 4.319º Macuco 0,2948 0, ,8% 0,1144 0,0983 0,4540 0,0000 0,3234 0,2034 0,0000 0,4629 0,9418 0,7635 * Até o dia 3 de julho de 2017, os Balanços Anuais (DCA) de Bom Jardim, Carmo, Duas Barras, Nova Friburgo, São Sebastião do Alto e Trajano de Morais não estavam disponíveis e Cordeiro apresentou informações inconsistentes. Por isso, essas cidades não puderam ser avaliadas no Leste Fluminense A região Leste abriga Niterói e Armação dos Búzios, respectivamente 1º e 3º colocados no ranking estadual do, já destacados anteriormente. Eles foram os únicos municípios da região que não apresentaram dificuldades na gestão fiscal em Além dessas duas cidades, Tanguá foi a única a registrar avanço do na comparação com 2015 (+10,2%). Em direção oposta ao cenário nacional, este município elevou a parcela do orçamento destinada a investimentos. As demais cidades recuaram na comparação com última edição do índice, influenciadas justamente pela redução dos investimentos. Em Itaboraí, a última colocada da região, a queda foi mais contundente (36,2%). Esse forte recuo reflete a piora na economia do município com a paralisação das obras do Comperj. Com o arrefecimento da economia local, 3

4 sua capacidade de arrecadação própria diminuiu, as despesas com pessoal e o custo da dívida ganharam espaço no orçamento, e os investimentos minguaram. Dessa forma, mesmo com a recuperação do. 1º 6º Niterói 0,7675 0,8384 9,2% 1,0000 1,0000 0,6387 0,6457 0,5755 1,0000 0,8465 0,7317 0,7882 0,7844 3º 93º Armação dos Búzios 0,5147 0, ,2% 0,5466 0,7297 0,0000 0,6102 0,3368 0,4007 1,0000 1,0000 0,9092 0, º 1.230º São Pedro da Aldeia 0,5927 0,5429-8,4% 0,6003 0,5682 0,4107 0,4925 0,4002 0,1520 0,8658 0,8568 0,8045 0, º 1.319º Rio das Ostras 0,5946 0,5367-9,7% 0,6129 0,6250 0,5765 0,5144 0,5436 0,3406 0,4714 0,4689 0,9865 0, º 1.628º Tanguá 0,4669 0, ,2% 0,1973 0,1824 0,4654 0,4875 0,2999 0,6534 0,6680 0,5179 1,0000 1, º 2.906º Casimiro de Abreu 0,5090 0, ,4% 0,3204 0,3225 0,6219 0,5929 0,3308 0,1134 0,5583 0,4417 0,9693 0, º 2.912º Itaboraí 0,6667 0, ,2% 0,8552 0,5812 0,6964 0,0000 1,0000 0,3087 0,0000 0,6547 0,9261 0,7760 * Até o dia 3 de julho de 2017, os Balanços Anuais (DCA) de Araruama, Arraial do Cabo, Cabo Frio, Iguaba Grande, Maricá, Rio Bonito, São Gonçalo e Saquarema não estavam disponíveis e Silva Jardim apresentou informações inconsistentes. Por isso, essas cidades não puderam ser avaliadas no Norte e Noroeste Entre os onze municípios do Norte e Noroeste fluminense avaliados, apenas Campos dos Goytacazes registrou boa situação fiscal, ocupando a 6ª colocação no ranking estadual. A cidade se destacou frente às demais graças ao conceito B no, enquanto as demais receberam conceito D nessa vertente. De fato, o avanço do, em conjunto com a melhora no, permitiu que Campos saísse de uma situação fiscal difícil em 2015 para boa em Segunda maior cidade da região, Macaé trilhou o caminho inverso. Com redução nas cinco variáveis investigadas, perdeu a nota máxima no e recebeu zero no por ter consumido mais de 60% de suas receitas com a folha do funcionalismo público, acima portanto do permitido pela LRF. Dessa forma, foi a cidade da região cujo mais recuou (-37,7%) e teve seu conceito B em 2015 rebaixado para C em Em contrapartida, Natividade e Italva migraram da nota zero no em 2015 para a nota máxima em 2016 e, com isso, foram as cidades da região com maiores avanços. RJ BR º 615º Campos dos Goytacazes 0,5190 0, ,9% 0,3618 0,5249 0,6569 0,4954 0,4116 0,7995 0,4536 0,4545 0,9517 0, º 1.206º Conceição de Macabu 0,6334 0, ,0% 0,2035 0,1833 0,6151 0,6117 0,6443 0,2863 1,0000 1,0000 0,7930 0, º 1.218º Cambuci 0,5329 0,5439 2,1% 0,1567 0,1846 0,6568 0,4926 0,1768 0,3629 1,0000 1,0000 0,8507 0, º 1.341º Itaperuna 0,5146 0,5353 4,0% 0,3022 0,3159 0,7256 0,7588 0,1818 0,1598 0,6941 0,7617 0,8626 0, º 1.689º Natividade 0,2749 0, ,9% 0,1766 0,1488 0,5671 0,5925 0,1212 0,1471 0,0000 1,0000 0,8024 0, º 2.302º Italva 0,1793 0, ,1% 0,1891 0,1796 0,0000 0,4420 0,2048 0,0519 0,0000 1,0000 0,9068 0, º 2.544º Macaé 0,7227 0, ,7% 1,0000 0,9485 0,4891 0,0000 0,3228 0,0727 1,0000 0,5818 0,9002 0, º 3.146º Cardoso Moreira 0,4104 0,4097-0,2% 0,2652 0,2214 0,5780 0,5414 0,0955 0,0705 0,4676 0,5611 0,9393 0, º 3.696º Varre-Sai 0,4280 0, ,5% 0,1471 0,1796 0,0000 0,0000 0,3926 0,0443 1,0000 1,0000 0,8158 0, º 3.744º Bom Jesus do Itabapoana 0,4601 0, ,7% 0,2388 0,1616 0,6065 0,5322 0,2766 0,0236 0,5849 0,5271 0,7610 0, º 3.794º Quissamã 0,3251 0,3433 5,6% 0,1085 0,1455 0,4444 0,5035 0,0522 0,0476 0,4209 0,4191 0,9430 0,9228 * Até o dia 3 de julho de 2017, os Balanços Anuais (DCA) de Aperibé, Carapebus, Itaocara, Laje do Muriaé, Miracema, Porciúncula, Santo Antônio de Pádua, São Francisco de Itabapoana, São Fidélis, São João da Barra e São José de Ubá não estavam disponíveis e, por isso, essas cidades não puderam ser avaliadas no

5 Sul e Centro-Sul Entre as 17 cidades das regiões Sul e Centro-Sul fluminense analisadas, as quatro primeiras figuram no Top 10 estadual. Contudo, apenas Barra do Piraí apresentou boa situação fiscal em 2016, impulsionada pelo bom desempenho no e no e pela nota máxima no. Já a segunda colocada Paraty foi a única cidade de todo estado do Rio de Janeiro a apresentar conceito A no em 2016, indicando que os gastos com a folha de pagamento do funcionalismo público consomem menos de 40% do orçamento municipal. Entre os cinco indicadores analisados, o exibiu os maiores contrastes na região. Oito cidades registraram nota máxima no indicador (Barra do Piraí, Angra dos Reis, Itatiaia, Valença, Pinheiral, Quatis, Rio Claro e Areal), enquanto quatro registraram a nota mínima, por terem encerrado o ano com mais restos pagar do que recursos em caixa (Barra Mansa, Paty do Alferes, Rio das Flores e Porto Real). No Areal e Engenheiro Paulo de Frontin receberam nota zero pelo segundo ano seguido, por registrarem despesas de pessoal acima do limite de 60% estabelecido pela LRF. De fato, os elevados gastos com pessoal, aliados aos baixos investimentos e à baixa arrecadação própria foram decisivos para que Engenheiro Paulo de Frontin apresentasse a pior nota entre os municípios do Sul e do Centro-Sul fluminense em Na comparação com 2015, a maior alta foi registrada em Resende (+43,7%), com avanço disseminado pelas cinco variáveis, em especial o. No sentido oposto, foi justamente a piora nessa variável que mais contribuiu para que Paty do Alferes (-30,0%) e Rio das Flores (-26,3%) registrassem as maiores quedas do Sul e do Centro-Sul fluminense. RJ BR º 194º Barra do Piraí 0,6700 0,6766 1,0% 0,4619 0,4048 0,7934 0,7989 0,3220 0,4123 1,0000 1,0000 0,9012 0,8803 7º 868º Paraty 0,5797 0,5751-0,8% 0,3924 0,3860 0,4867 0,8135 0,8689 0,4452 0,4154 0,5362 0,9293 0,8438 8º 1.015º Angra dos Reis 0,6100 0,5607-8,1% 0,6115 0,5883 0,5757 0,4857 0,1457 0,0904 1,0000 1,0000 0,8506 0,7369 9º 1.111º Itatiaia 0,5707 0,5528-3,1% 0,4579 0,4755 0,6169 0,5507 0,0684 0,0434 1,0000 1,0000 0,8846 0, º 1.460º Valença 0,4411 0, ,4% 0,3421 0,3512 0,4637 0,5762 0,1303 0,0866 0,6846 1,0000 0,7644 0, º 1.658º Pinheiral 0,4822 0,5129 6,4% 0,2870 0,2337 0,0000 0,5114 0,4656 0,2054 1,0000 1,0000 0,8783 0, º 1.838º Quatis 0,5311 0,4977-6,3% 0,2566 0,1986 0,5205 0,5882 0,2539 0,1045 1,0000 1,0000 0,7410 0, º 2.175º Piraí 0,4967 0,4733-4,7% 0,3912 0,3709 0,6982 0,6617 0,2078 0,1271 0,4786 0,5157 0,9719 0, º 2.256º Rio Claro 0,4448 0,4684 5,3% 0,2052 0,2183 0,0000 0,4982 0,4852 0,1213 1,0000 1,0000 0,6447 0, º 2.528º Resende 0,3141 0, ,7% 0,4881 0,4897 0,4508 0,5414 0,1075 0,1339 0,0000 0,4402 0,7866 0, º 3.092º Areal 0,4604 0, ,2% 0,4081 0,3832 0,0000 0,0000 0,3122 0,0919 1,0000 1,0000 0,7338 0, º 3.137º Vassouras 0,4975 0, ,6% 0,2673 0,2474 0,5506 0,4748 0,4946 0,3151 0,5101 0,4497 0,8745 0, º 3.409º Barra Mansa 0,4595 0, ,1% 0,6020 0,6144 0,8588 0,6246 0,2606 0,1705 0,0000 0,0000 0,7214 0, º 4.046º Paty do Alferes 0,4256 0, ,0% 0,3658 0,2818 0,0000 0,5453 0,0814 0,0532 1,0000 0,0000 1,0000 1, º 4.149º Rio das Flores 0,3813 0, ,3% 0,1164 0,1132 0,5887 0,4451 0,0333 0,3012 0,5554 0,0000 0,9025 0, º 4.250º Porto Real 0,2959 0, ,5% 0,2080 0,2152 0,5838 0,4919 0,1251 0,1616 0,0000 0,0000 0,8956 0, º 4.318º Engenheiro Paulo de Frontin 0,2388 0,2484 4,0% 0,1054 0,1149 0,0000 0,0000 0,0827 0,1611 0,4885 0,4569 0,8659 0,8354 * Até o dia 3 de julho de 2017, os Balanços Anuais (DCA) de Comendador Levy Gasparian, Mendes, Miguel Pereira, Paraíba do Sul, São José do Vale do Rio Preto, Sapucaia, Três Rios e Volta Redonda não estavam disponíveis e, por isso, essas cidades não puderam ser avaliadas no EXPEDIENTE: Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN) - Av. Graça Aranha, 01 CEP: Rio de Janeiro. Presidente: Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira; Diretor de Defesa de Interesses: Cristiano Buarque Franco Neto; Gerente de Estudos Econômicos: Guilherme Mercês; Coordenador da Divisão de Estudos Econômicos: Jonathas Goulart. Equipe Técnica: Nayara Freire e Anna Gaspar. Estagiário: Cláudio Lima. Elaboração do Estudo: GEE Gerência de Estudos Econômicos. Informações: Visite nossa página: 5

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