Click to edit Master text styles

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Click to edit Master text styles"

Transcrição

1 Click to edit Master text styles

2 HISTÓRICO Click to edit Master text styles O Conselho de Arquitetura e Urbanismo CAU foi criado pela Lei Federal nº , de 31 de dezembro de 2010, para regulamentar as atividades de Arquitetura e Urbanismo no país. Autarquia pública federal, com autonomia administrativa, financeira e estrutura federativa, o CAU está presente nos 27 estados brasileiros e no Distrito Federal. O CAU/RJ passou a funcionar em 02 de janeiro de

3 MISSÃO CONSELHO ARQUITETURA E URBANISMO Click todo edit Master textde styles Orientar, disciplinar Third levele fiscalizar o exercício da profissão de arquitetura e urbanismo; Restabelecer o papel social destes profissionais no contexto das cidades; Defender a sociedade, o bem viver e a qualidade do ambiente urbano; Garantir a prestação de serviços técnicos de acordo com as melhores práticas profissionais. 3

4 OBJETIVOS Click to edit Master text styles Valorizar o profissional, promover a educação permanente e divulgar a importância da Arquitetura e Urbanismo junto à população;» Fifthalevel Assegurar e ampliar inserção do CAU/RJ nos fóruns de discussão de interesse da Arquitetura e Urbanismo; Aprimorar e fiscalizar o exercício profissional, resguardando a sociedade da prestação de serviços qualificados e habilitados; Promover a qualificação contínua do serviço prestado pelo CAU/RJ Promover e apoiar debates, palestras, cursos e seminários sobre temas relacionados à Arquitetura e Urbanismo e que sejam relevantes para profissionais e a sociedade de forma geral 4

5 ATRIBUIÇÕES DO CAU/BR Click to edit Master text styles levelregulamentar o exercício profissional através de Cabe aothird CAU/BR Fourthaslevel resoluções, como que deram origem ao Código de Ética, à Tabela de Fifth level as atividades privativas e compartilhadas, Honorários, às»que definem entre outras; Cada estado é representado por um conselheiro federal e um suplente. Ambos integram a chapa eleita pelos profissionais de cada unidade da federação; Também cabe ao CAU/BR a gestão e manutenção do sistema SICCAU, bem como a criação das regras e taxas para emissão dos Registros de Responsabilidade Técnica (RRTs) e demais trâmites administrativos para o exercício profissional.

6 ATRIBUIÇÕES DOS CAU/UFs Click to edit Master text styles Cabe aos CAU/UFs: Fourth level Atendimento aos profissionais; Realizar o cadastro biométrico; Ações de fiscalização; Gestão e manutenção do acervo técnico dos profissionais; Criação de comissões e grupos de trabalho para discussão de questões relativas à profissão e a Arquitetura e Urbanismo em geral; Representar arquitetos e urbanistas nas discussões pertinentes nas esferas municipal e estadual.

7 CONSELHO DIRETOR Click to edit Master text styles PRESIDENTE Jerônimo de Moraes Neto Fourth level VICE-PRESIDENTE» Fifth Luis levelfernando Valverde DIRETORA FINANCEIRA Maria Isabel Tostes DIRETOR FINANCEIRO ADJUNTO Julio Bentes DIRETOR ADMINISTRATIVO José Canosa Miguez DIRETORA ADMINISTRATIVA ADJUNTA Patricia Cordeiro DIRETOR TÉCNICO Augusto Cesar Alves DIRETORA TÉCNICA ADJUNTA Angela Botelho

8 COMISSÕES Click to editordinárias Master text styles Fourth level ÉTICA E DISCIPLINA - CED EXERCÍCIO PROFISSIONAL - CEP ENSINO E FORMAÇÃO - CEF PLANEJAMENTO E FINANÇAS - CPFI

9 DISTRIBUIÇÃO DE ARQUITETOS NO ESTADO Click to edit Master text styles

10 SICCAU Click to edit Master text styles Sistema de Informação e Comunicação do CAU, o SICCAU é um sistema único» para todo o País que garante a uniformidade de Fifth level procedimentos em todos os Conselhos de Arquitetura e Urbanismo. Serviços relativos ao relacionamento dos profissionais e pessoas jurídicas com o Conselho via Internet. 10

11 SERVIÇOS DISPONÍVEIS SICCAU Click to edit Master textno styles Registros Profissional; Second level Registro de Pessoa Third leveljurídica; Cadastro/Registro Fourthdelevel Empresas e Profissionais já cadastrados no Conselho anterior; Cadastro de Contratante; Preenchimento de RRTs (Registro de Responsabilidade Técnica); Emissão de Certidão de Acervo Técnico com/sem Atestado; Registro de protocolos; Registro de titulação em Especialização em Engª Segurança do Trabalho; Registro de Direito Autoral; Alteração/Complementação de dados pessoais; Emissão de boletos para pagamento de anuidade. 11

12 ACESSO AO SICCAU Click to edit Master text styles 12

13 ACESSO AO SICCAU Click to edit Master text styles 13

14 ACESSO AS RESOLUÇÕES DO CAU/BR Click to edit Master text styles 14

15 ACESSO AS RESOLUÇÕES DO CAU/BR Click to edit Master text styles 15

16 ACESSO AS RESOLUÇÕES DO CAU/BR Click to edit Master text styles 16

17 APLICATIVO PROTAGONISTA Click to edit Master text styles 17

18 APLICATIVO PROTAGONISTA Click to edit Master text styles 18

19 APP PROTAGONISTA Click to edit Master text styles 19

20 ATRIBUIÇÕES ATIVIDADES DOS ARQUITETOS E URBANISTAS Click to edit EMaster text styles I - Arquitetura e Urbanismo (concepção e execução de projetos) II - Arquitetura de Interiores (concepção e execução de projetos)» Fifth level III - Arquitetura Paisagística (concepção e execução de projetos para espaços externos, livres e abertos, privados ou públicos, como parques e praças, considerados isoladamente ou em sistemas, dentro de várias escalas, inclusive a territorial) IV - Patrimônio Histórico Cultural e Artístico (arquitetônico, urbanístico, paisagístico, monumentos, restauro, práticas de projeto e soluções tecnológicas para reutilização, reabilitação, reconstrução, preservação, conservação, restauro e valorização de edificações, conjuntos e cidades) 20

21 E ATIVIDADES DOS ARQUITETOS E URBANISTAS ATRIBUIÇÕES Click to edit Master text styles V - Planejamento Urbano e Regional (planejamento físico-territorial, planos de intervenção no espaço urbano, metropolitano e regional fundamentados nos sistemas de infraestrutura, saneamento básico e ambiental, sistema viário, sinalização, tráfego e trânsito urbano e rural, acessibilidade, gestão territorial e ambiental, parcelamento do solo, loteamento, desmembramento, remembramento, arruamento, planejamento urbano, plano diretor, traçado de cidades, desenho urbano, inventário urbano e regional, assentamentos humanos e requalificação em áreas urbanas e rurais) VI - Topografia (elaboração e interpretação de levantamentos topográficos cadastrais para a realização de projetos de arquitetura, de urbanismo e de paisagismo, foto-interpretação, leitura, interpretação e análise de dados e informações topográficas e sensoriamento remoto) VII - Tecnologia e resistência dos materiais (dos elementos e produtos de construção, patologias e recuperações) VIII - Sistemas construtivos e estruturais (estruturas, desenvolvimento de estruturas e aplicação tecnológica de estruturas) 21

22 E ATIVIDADES DOS ARQUITETOS E URBANISTAS ATRIBUIÇÕES Click to edit Master text styles Fourth level referentes à arquitetura e urbanismo (instalações prediais IX - Instalações e equipamentos hidrossanitárias, águas pluviais, gás canalizado, gases medicinais, elétricas em baixa tensão, telefônicas, cabeamento estruturado, automação e lógica, dentre outras) X - Conforto Ambiental (técnicas referentes ao estabelecimento de condições climáticas, acústicas, lumínicas e ergonômicas, para a concepção, organização e construção dos espaços) XI - Meio Ambiente (estudo e avaliação dos impactos ambientais, licenciamento ambiental, utilização racional dos recursos disponíveis e desenvolvimento sustentável) 22

23 ATIVIDADES PRIVATIVAS DOS E URBANISTAS E ATIVIDADES Click to edit Master textarquitetos styles COMPARTILHADAS COM OUTRAS PROFISSÕES REGULAMENTADAS Com a Resolução 51, o CAU atende à responsabilidade que lhe foi atribuída pela Lei nº , de 31 de dezembro de 2010, de especificar as atividades, atribuições e campos de atuação privativos dos arquitetos e urbanistas e os que são compartilhados entre estes e os profissionais legalmente habilitados em outras profissões regulamentas. Áreas de atuação privativas dos Arquitetos e Urbanistas: I - DA ARQUITETURA E URBANISMO: a) projeto arquitetônico de edificação ou de reforma de edificação; b) projeto arquitetônico de monumento; c) coordenação e compatibilização de projeto arquitetônico com projetos complementares; d) relatório técnico de arquitetura referente a memorial descritivo, caderno de especificações e de encargos e avaliação pós-ocupação; e) desempenho de cargo ou função técnica concernente à elaboração ou análise de projeto arquitetônico; f) ensino de teoria, história e projeto de arquitetura em cursos de graduação;

24 ATIVIDADES E URBANISTAS ATIVIDADES Click toprivativas edit MasterDOS textarquitetos styles COMPARTILHADAS COM OUTRAS PROFISSÕES REGULAMENTADAS g) coordenação de cursolevel de graduação em Arquitetura e Urbanismo; Fourth h) projeto urbanístico; i) projeto urbanístico para fins de regularização fundiária; j) projeto de parcelamento do solo mediante loteamento; k) projeto de sistema viário urbano; l) coordenação e compatibilização de projeto de urbanismo com projetos complementares; m) relatório técnico urbanístico referente a memorial descritivo e caderno de especificações e de encargos; n) desempenho de cargo ou função técnica concernente à elaboração ou análise de projeto urbanístico; e o) ensino de teoria, história e projeto de urbanismo em cursos de graduação;

25 ATIVIDADES E URBANISTAS ATIVIDADES Click toprivativas edit MasterDOS textarquitetos styles COMPARTILHADAS COM OUTRAS PROFISSÕES REGULAMENTADAS II - DA ARQUITETURA DE INTERIORES:» Fifth level a) projeto de arquitetura de interiores; b) coordenação e compatibilização de projeto de arquitetura de interiores com projetos complementares; c) relatório técnico de arquitetura de interiores referente a memorial descritivo, caderno de especificações e de encargos e avaliação pós-ocupação; d) desempenho de cargo ou função técnica concernente à elaboração ou análise de projeto de arquitetura de interiores; e) ensino de projeto de arquitetura de interiores;

26 ATIVIDADES E URBANISTAS ATIVIDADES Click toprivativas edit MasterDOS textarquitetos styles COMPARTILHADAS COM OUTRAS PROFISSÕES REGULAMENTADAS» Fifth level III - DA ARQUITETURA PAISAGÍSTICA: a) projeto de arquitetura paisagística; b) projeto de recuperação paisagística; c) coordenação e compatibilização de projeto de arquitetura paisagística ou de recuperação paisagística com projetos complementares; d) cadastro do como construído (as built) de obra ou serviço técnico resultante de projeto de arquitetura paisagística; e) desempenho de cargo ou função técnica concernente a elaboração ou análise de projeto de arquitetura paisagística; f) ensino de teoria e de projeto de arquitetura paisagística;

27 ATIVIDADES E URBANISTAS ATIVIDADES Click toprivativas edit MasterDOS textarquitetos styles COMPARTILHADAS COM OUTRAS PROFISSÕES REGULAMENTADAS IV - DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO Fourth level CULTURAL E ARTÍSTICO: a) projeto e execução de intervenção no patrimônio histórico cultural e artístico, arquitetônico, urbanístico, paisagístico, monumentos, práticas de projeto e soluções tecnológicas para reutilização, reabilitação, reconstrução, preservação, conservação, restauro e valorização de edificações, conjuntos e cidades; b) coordenação da compatibilização de projeto de preservação do patrimônio histórico cultural e artístico com projetos complementares; c) direção, condução, gerenciamento, supervisão e fiscalização de obra ou serviço técnico referente à preservação do patrimônio histórico cultural e artístico; d) inventário, vistoria, perícia, avaliação, monitoramento, laudo e parecer técnico, auditoria e arbitragem em obra ou serviço técnico referente à preservação do patrimônio histórico cultural e artístico; e) desempenho de cargo ou função técnica referente à preservação do patrimônio histórico cultural e artístico; f) ensino de teoria, técnica e projeto de preservação do patrimônio histórico cultural e artístico;

28 ATIVIDADES E URBANISTAS ATIVIDADES Click toprivativas edit MasterDOS textarquitetos styles COMPARTILHADAS COM OUTRAS PROFISSÕES REGULAMENTADAS Fourth level E REGIONAL: V - DO PLANEJAMENTO URBANO a) coordenação de equipe multidisciplinar de planejamento concernente a plano ou traçado de cidade, plano diretor, plano de requalificação urbana, plano setorial urbano, plano de intervenção local, plano de habitação de interesse social, plano de regularização fundiária e de elaboração de estudo de impacto de vizinhança; VI - DO CONFORTO AMBIENTAL: a) projeto de arquitetura da iluminação do edifício e do espaço urbano; b) projeto de acessibilidade e ergonomia da edificação; c) projeto de acessibilidade e ergonomia do espaço urbano.

29 ATIVIDADES DOS ARQUITETOS E URBANISTAS COM Click tocompartilhadas edit Master text styles OUTRAS PROFISSÕES REGULAMENTADAS. Áreas de atuação compartilhadas entre os profissionais da Arquitetura e Urbanismo e os de outras profissões regulamentadas Art. 2º da Lei nº /2010: VI - da Topografia, elaboração e interpretação de levantamentos topográficos cadastrais para a realização de projetos de arquitetura, de urbanismo e de paisagismo, foto-interpretação, leitura, interpretação e análise de dados e informações topográficas e sensoriamento remoto; VII - da Tecnologia e resistência dos materiais, dos elementos e produtos de construção, patologias e recuperações; VIII - dos sistemas construtivos e estruturais, estruturas, desenvolvimento de estruturas e aplicação tecnológica de estruturas; IX - de instalações e equipamentos referentes à arquitetura e urbanismo; XI - do Meio Ambiente, Estudo e Avaliação dos Impactos Ambientais, Licenciamento Ambiental, Utilização Racional dos Recursos Disponíveis e Desenvolvimento Sustentável.

30 CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA Click to edit Master text styles O Código de Ética e Disciplina define os parâmetros deontológicos que devem orientar Third levelregistrados nos Conselhos de Arquitetura e Urbanismo. a conduta dos profissionais As normas reunidas Código» no Fifth level de Ética e Disciplina impõem elevadas exigências éticas aos arquitetos e urbanistas, as quais se traduzem em obrigações para com a sociedade e para com a comunidade profissional, além de alçarem o dever geral de urbanidade. A Lei /2010, em seus artigos 17 a 23, materializa a finalidade precípua do Código de Ética e Disciplina, orientando o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil a instaurar, defender e manter as normas de conduta dos profissionais.. Os termos do Código de Ética e Disciplina devem ser integralmente acatados e obedecidos por todos os arquitetos e urbanistas, independentemente do modo de contratação de seus serviços profissionais como autônomo, como empresário ou gestor, como assalariado privado ou como servidor público, ou em qualquer situação administrativa em que exista dependência hierárquica de responsabilidades, cargos ou funções.

31 CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA Click to edit Master text styles do Código: Funções Deontológicas 1. Função Educacional Preventiva - tem por objetivo a informação pública sobre a dignidade da Arquitetura e Urbanismo e os deveres de seus profissionais. 2. Função Coercitiva - admoesta e reprime os desacertos procedimentais porventura praticados pelos indivíduos sujeitos à ética e à disciplina da profissão.

32 CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA Click to edit Master text styles Estrutura do Código: Fourth level Princípios normas de maior abrangência, cujo caráter teórico abstrato referencia agrupamentos de normas subordinadas. Regras são derivadas dos princípios, devem ser seguidas de forma específica e restrita às circunstâncias objetivas e concretas. A transgressão às regras será considerada infração ético-disciplinar imputável. Recomendações quando descumpridas, não pressupõem cominação de sanção, todavia, sua observância ou inobservância poderão fundamentar argumento atenuante ou agravante para a aplicação das sanções disciplinares.

33 CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA Click to edit Master text styles Obrigações do Arquiteto e Urbanista: Fourth level 1. Obrigações gerais» efifth level deve reconhecer, respeitar e defender as realizações - O arquiteto urbanista arquitetônicas e urbanísticas como parte do patrimônio socioambiental e cultural, devendo contribuir para o aprimoramento deste patrimônio. 2. Obrigações para com o interesse público: - O arquiteto e urbanista deve defender o direito à Arquitetura e Urbanismo, às políticas urbanas e ao desenvolvimento urbano, à promoção da justiça e inclusão social nas cidades, à solução de conflitos fundiários, à moradia, à mobilidade, à paisagem, ao ambiente sadio, à memória arquitetônica e urbanística e à identidade cultural. - O arquiteto e urbanista deve respeitar o conjunto das realizações arquitetônicas e urbanísticas do patrimônio histórico e artístico nacional, estadual, municipal, ou de reconhecido interesse local. - O arquiteto e urbanista deve respeitar a legislação urbanística e ambiental e colaborar para o seu aperfeiçoamento.

34 CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA Click to edit Master text styles Obrigações do Arquiteto e Urbanista: 3. Obrigações para comlevel o contratante» Fifth - O arquiteto e urbanista, nas relações com seus contratantes, deve exercer suas atividades profissionais de maneira consciente, competente, imparcial e sem preconceitos, com habilidade, atenção e diligência, respeitando as leis, os contratos e as normas técnicas reconhecidas. (Ex.: Normas Brasileiras Regulamentadoras da ABNT) 4. Obrigações para com a profissão - O arquiteto e urbanista deve denunciar fato de seu conhecimento que transgrida a ética profissional e as obrigações deste Código. - O arquiteto e urbanista deve evitar assumir simultaneamente diferentes responsabilidades técnicas, que sejam incompatíveis quanto a sua extensão, conteúdos, distâncias e jornadas de trabalho sobrepostas.

35 CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA Click to edit Master text styles Thirddo level Obrigações Arquiteto e Urbanista:» Fifth 5. Obrigações para comlevel os colegas - O arquiteto e urbanista deve repudiar a prática de plágio e de qualquer apropriação parcial ou integral de propriedade intelectual de outrem. - O arquiteto e urbanista deve reconhecer e registrar, em cada projeto, obra ou serviço de que seja o autor, as situações de coautoria e outras participações, relativamente ao conjunto ou à parte do trabalho em realização ou realizado. - O arquiteto e urbanista, enquanto membro de equipe ou de quadro técnico de empresa ou de órgão público, deve colaborar para o legítimo acesso de seus colegas e colaboradores às devidas promoções e ao desenvolvimento profissional, evitando o uso de artifícios ou expedientes enganosos que possam prejudicá-los.

36 CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA Click to edit Master text styles Thirddo level Obrigações Arquiteto e Urbanista:» Fifth 6. Obrigações para comlevel o Conselho de Arquitetura e Urbanismo CAU - O arquiteto e urbanista deve reconhecer e respeitar o Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) como órgão de regulação e fiscalização do exercício da Arquitetura e Urbanismo, e colaborar no aperfeiçoamento do desempenho do Conselho nas atividades concernentes às suas funções e prerrogativas legais. - O arquiteto e urbanista deve colaborar com o CAU em suas atividades de orientação, disciplina e fiscalização do exercício profissional. - O arquiteto e urbanista deve empenhar-se no conhecimento, na aplicação, no aperfeiçoamento, na atualização e na divulgação deste Código de Ética e Disciplina, reportando ao CAU e às entidades profissionais as eventuais dificuldades relativas a sua compreensão e a sua aplicabilidade cotidiana.

37 REGULARIDADE Click to editprofissional Master text styles Para o uso do título arquiteto e urbanista e para o exercício da profissão é necessário: Thirddelevel Registro no CAU Registro da Responsabilidade RRT das atividades técnicas realizadas» Fifth Técnica level Executar atividades pertinentes às atribuições profissionais do arquiteto e urbanista Ter a anuidade quitada Registro dos Profissionais Diplomados no Exterior (Res. 26 CAU/BR) O registro, no CAU, de arquiteto e urbanista, brasileiro ou estrangeiro portador de visto permanente, diplomado por instituição de ensino superior estrangeira, deve ser requerido por meio de formulário próprio disponível no SICCAU, que deverá ser instruído, obrigatoriamente, com arquivos digitais da documentação solicitada, conforme Art. 4º da Resolução 26 do CAU/BR. 37

38 REGULARIDADE PJ text styles Click to edit Master Fourth level para exercer atividades profissionais de arquitetura e Pessoas Jurídicas constituídas urbanismo, sejam privativas ou compartilhadas com atividades em outras áreas profissionais, devem: Ter registro no CAU Registrar, vinculado à PJ, seus Responsáveis Técnicos com seus devidos RRTs de cargo e função Comprovar o pagamento do SMP (Lei A) aos seus arquitetos e urbanistas Ter a anuidade quitada 38

39 Registro de to Responsabilidade Click edit Master text Técnica styles RRT A elaboração de projetos, a execução de obras e a prestação de quaisquer serviços profissionais por arquitetos e urbanistas ficam sujeitas ao Registro de Responsabilidade Técnica RRT, que define os responsáveis técnicos pelas atividades prestadas. O Registro da Responsabilidade Técnica RRT é devido desde o início da prestação do serviço Modalidades de RRT RRT Simples RRT Múltiplo Mensal RRT de Cargo-Função RRT Derivado RRT Extemporâneo (Res. 31) 39

40 ACERVO Click totécnico edit Master text styles É o conjunto das obras e dos serviços profissionais realizados que tenham sido registrados por meio de RRTs. A capacidade técnico-profissional da pessoa jurídica será constituída pelo conjunto dos acervos técnicos dos arquitetos e urbanistas que dela são integrantes. Para fazer prova de aptidão, na forma que dispõe a Lei 8.666/93 (Lei de Licitações), para o desempenho de atividade técnica, é facultado ao arquiteto e urbanista requerer a Certidão de Acervo Técnico com ou sem Atestado. 40

41 FISCALIZAÇÃO Click to edit Master text styles princípios Second de level Adotará os natureza educativa, visando a orientação aos profissionais coibindo o exercício ilegal dathird Arquitetura level e Urbanismo. level utilizando-se base georreferenciada. Será executada por meio»defifth software Parceria com órgãos de controle e fiscalização, nos três níveis do governo em ações integradas. Art. 14 da Lei /10: /10 Indicar em documentos, peças publicitárias, placas ou outro elemento de comunicação dirigido a cliente, ao público em geral e ao CAU local: I - o nome civil ou razão social do(s) autor(es) e executante(s) do serviço II - o número do registro no CAU III - a atividade a ser desenvolvida. 41

42 Especialização em Engª Segurança Click to edit Master text styles do Trabalho em Engenharia de Segurança do Trabalho pelo Arquiteto e O exercício da Especialização Fifth level Urbanista dependerá do»registro profissional no CAU. O arquiteto e urbanista deverá registrar seus RRTs para as atividades relacionadas a: Planos, Programas, Avaliações de Riscos, Mapas de Riscos das Condições e Meio Ambiente de Trabalho, Laudo de Inspeção sobre Atividades Insalubres, dentre outras. 42

43 TABELA DE HONORÁRIOS Click to edit Master text styles

44 TABELA DE HONORÁRIOS Click to edit Master text styles

45 Click to edit Master text styles Contato: (21)

Volta Redonda 25/06/2013

Volta Redonda 25/06/2013 Click to edit Master text styles Volta Redonda 25/06/2013 HISTÓRICO Click to edit Master text styles O Conselho de Arquitetura e Urbanismo - CAU Foi criado Third pela Lei level Federal nº 12.378, de 31

Leia mais

CARTILHA CAU/RS 2014 INSTRUÇÕES PARA ARQUITETURA DE INTERIORES SHOPPING CENTER

CARTILHA CAU/RS 2014 INSTRUÇÕES PARA ARQUITETURA DE INTERIORES SHOPPING CENTER CARTILHA CAU/RS 2014 INSTRUÇÕES PARA ARQUITETURA DE INTERIORES SHOPPING CENTER APRESENTAÇÃO O CAU/RS Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio Grande do Sul, na qualidade de Autarquia Federal deve na

Leia mais

SICCAU Sistema de Informação e Comunicação do CAU

SICCAU Sistema de Informação e Comunicação do CAU SICCAU Sistema de Informação e Comunicação do CAU O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/BR e os Conselhos de Arquitetura e Urbanismo dos Estados e do Distrito Federal CAU/UF, criados pela

Leia mais

A atuação do Arquiteto e Urbanista para a Simplicidade e Transparência do Processo

A atuação do Arquiteto e Urbanista para a Simplicidade e Transparência do Processo A atuação do Arquiteto e Urbanista para a Simplicidade e Transparência do Processo Comissão Especial de evisão e Atualização da Legislação de Segurança, Prevenção e Proteção contra Incêndios Deputado Estadual

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 17, DE 2 DE MARÇO DE 2012

RESOLUÇÃO Nº 17, DE 2 DE MARÇO DE 2012 RESOLUÇÃO Nº 17, DE 2 DE MARÇO DE 2012 Dispões sobre o Registro de Responsabilidade Técnica (RRT) na prestação de serviços de arquitetura e urbanismo e dá outras providências. O Conselho de Arquitetura

Leia mais

PERFIL DO CURSO INFORMAÇÕES SOBRE AS ATRIBUIÇÕES DOS ARQUITETOS E URBANISTAS INFORMAÇÕES SOBRE O MERCADO DE TRABALHO

PERFIL DO CURSO INFORMAÇÕES SOBRE AS ATRIBUIÇÕES DOS ARQUITETOS E URBANISTAS INFORMAÇÕES SOBRE O MERCADO DE TRABALHO UNIÃO DE ENSINO E CULTURA DE GUARAPUAVA - UNIGUA FACULDADE GUARAPUAVA CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO PERFIL DO CURSO INFORMAÇÕES SOBRE AS ATRIBUIÇÕES DOS ARQUITETOS E URBANISTAS INFORMAÇÕES SOBRE O MERCADO

Leia mais

RESOLUÇÃO N 51, DE 12 DE JULHO DE 2013 PREÂMBULO

RESOLUÇÃO N 51, DE 12 DE JULHO DE 2013 PREÂMBULO RESOLUÇÃO N 51, DE 12 DE JULHO DE 2013 PREÂMBULO Com a presente Resolução o CAU/BR atende à responsabilidade que lhe foi atribuída pela Lei nº 12.378, de 31 de dezembro de 2010, de especificar as atividades,

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA DO CONSELHO DE ARQUITETURA E URBANISMO DO BRASIL SUMÁRIO

CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA DO CONSELHO DE ARQUITETURA E URBANISMO DO BRASIL SUMÁRIO CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA DO CONSELHO DE ARQUITETURA E URBANISMO DO BRASIL SUMÁRIO Preâmbulo Funções Deontológicas do Código Estrutura do Código Obrigações Gerais Obrigações para com o Interesse Público

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO, BACHARELADO CURRÍCULO 1610 REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições

Leia mais

Semana de Arquitetura Riscando o Futuro Universidade Estácio de Sá Campus Akxe 13/05/2013

Semana de Arquitetura Riscando o Futuro Universidade Estácio de Sá Campus Akxe 13/05/2013 Click to edit Master text styles» Fifth level Semana de Arquitetura Riscando o Futuro Universidade Estácio de Sá Campus Akxe 13/05/2013 HISTÓRICO Click to edit Master text styles O Conselho de Arquitetura

Leia mais

RESOLUÇÃO N 21, DE 5 DE ABRIL DE 2012

RESOLUÇÃO N 21, DE 5 DE ABRIL DE 2012 RESOLUÇÃO N 21, DE 5 DE ABRIL DE 2012 Dispõe sobre as atividades e atribuições profissionais do arquiteto e urbanista e dá outras providências. O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR),

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Arquitetura

Leia mais

DISCIPLINA IT 489/852 FUNDAMENTOS PARA PARA O TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO Caderno de Normas, Recomendações e Prazos

DISCIPLINA IT 489/852 FUNDAMENTOS PARA PARA O TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO Caderno de Normas, Recomendações e Prazos INSTITUTO DE TECNOLOGIA Departamento de Arquitetura e Urbanismo DISCIPLINA IT 489/852 FUNDAMENTOS PARA PARA O TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO Caderno de Normas, Recomendações e Prazos Organização Comissão

Leia mais

SIG VOLTADO PARA A FISCALIZAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL DE ARQUITETO E URBANISTA

SIG VOLTADO PARA A FISCALIZAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL DE ARQUITETO E URBANISTA www.caubr.gov.br SIG VOLTADO PARA A FISCALIZAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL DE ARQUITETO E URBANISTA Máximo Miqueles Coordenador de Geotecnologia CAU/BR São Paulo, SP 07 de maio de 2014 SISTEMA IGEO OBJETIVO

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 6, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 1

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 6, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 6, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 1 Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Arquitetura

Leia mais

Atividades e atribuições profissionais do arquiteto e urbanista

Atividades e atribuições profissionais do arquiteto e urbanista Atividades e atribuições profissionais do arquiteto e urbanista PALAVRA DO PRESIDENTE Acreditamos que, de alguma maneira, todos nós passamos a vida inteira em busca de harmonia. E harmonia é, simplesmente,

Leia mais

1 PROJETO DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES CONTRATADAS - RRT

1 PROJETO DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES CONTRATADAS - RRT DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES CONTRATADAS - RRT 1 PROJETO 1.1 - ARQUITETURA DAS EDIFICAÇÕES 1.1.1 - Levantamento arquitetônico 1.1.2 - Projeto arquitetônico 1.1.3 - Projeto arquitetônico de reforma 1.1.4 -

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO, BACHARELADO CURRÍCULO 1620 REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições

Leia mais

RESOLUÇÃO. Artigo 3º - O Plano de Implantação, Conteúdo Programático e demais características do referido Curso constam do respectivo Processo.

RESOLUÇÃO. Artigo 3º - O Plano de Implantação, Conteúdo Programático e demais características do referido Curso constam do respectivo Processo. RESOLUÇÃO CONSEPE 59/2001 ALTERA O CURRÍCULO DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO, DO CÂMPUS DE ITATIBA, DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 18, DE 2 DE MARÇO DE 2012

RESOLUÇÃO Nº 18, DE 2 DE MARÇO DE 2012 RESOLUÇÃO Nº 18, DE 2 DE MARÇO DE 2012 Dispõe sobre os registros definitivos e temporários de profissionais no Conselho de Arquitetura e Urbanismo e dá outras providências. O Conselho de Arquitetura e

Leia mais

Conselhos de Fiscalização das Profissões Regulamentadas. Ministério da Educação

Conselhos de Fiscalização das Profissões Regulamentadas. Ministério da Educação Página 1 de 8 Ministério da Educação Nº 1621 - Quarta feira, 17 de julho de 2013 PORTARIA Nº 382, DE 15 DE JULHO DE 2013. INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA - Institui

Leia mais

Audiência Pública Câmara Municipal do Rio de Janeiro 29/05/2013

Audiência Pública Câmara Municipal do Rio de Janeiro 29/05/2013 Audiência Pública Câmara Municipal do Rio de Janeiro 29/05/2013 2 Informações Click to edit Master técnicas text styles sobre os projetos legal e executivo Second destinados level à implantação do Píer

Leia mais

PROGRAMAS DAS PROVAS

PROGRAMAS DAS PROVAS ENGENHEIRO CIVIL (prova objetiva) PORTUGUÊS: PROGRAMAS DAS PROVAS 1. Compreensão de textos informativos e argumentativos e de textos de ordem prática (ordens de serviço, instruções, cartas e ofícios).

Leia mais

FISCALIZAÇÃO CAU/ES MOSTRA DE ARQUITETURA DE INTERIOR

FISCALIZAÇÃO CAU/ES MOSTRA DE ARQUITETURA DE INTERIOR Maio/ 2015. FISCALIZAÇÃO CAU/ES MOSTRA DE ARQUITETURA DE INTERIOR Arq. e Urb. Ana Lucia Reis Coordenadora de Fiscalização e Relacionamento Institucional do CAU/ES OBJETIVOS DA FISCALIZAÇÃO Art 2º, 5º e

Leia mais

Fiscalização CAU/SC. LEI nº 12.378/2010

Fiscalização CAU/SC. LEI nº 12.378/2010 Fiscalização CAU/SC LEI nº 12.378/2010 1º O CAU/BR e os CAUs têm como função orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão de arquitetura e urbanismo, zelar pela fiel observância dos princípios

Leia mais

Responsabilidade Técnica na Pesquisa com Agrotóxicos. Eng. Agr. Gilberto Guarido Coordenador da Câmara Especializada de Agronomia

Responsabilidade Técnica na Pesquisa com Agrotóxicos. Eng. Agr. Gilberto Guarido Coordenador da Câmara Especializada de Agronomia Responsabilidade Técnica na Pesquisa com Agrotóxicos Eng. Agr. Gilberto Guarido Coordenador da Câmara Especializada de Agronomia CONFEA CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA CREA CONSELHO REGIONAL

Leia mais

RESOLUÇÃO N 51, DE 12 DE JULHO DE 2013. CONSELHO DE ARQUITETURA E URBANISMO DO BRASIL.

RESOLUÇÃO N 51, DE 12 DE JULHO DE 2013. CONSELHO DE ARQUITETURA E URBANISMO DO BRASIL. SIC Nº 17/2013* Belo Horizonte, 17 de julho de 2013. CONSELHOS DE FISCALIZAÇÃO DE PROFISSÕES REGULAMENTADAS. RESOLUÇÃO Nº 255, DE 18 DE JUNHO DE 2013. CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA. RESOLUÇÃO N 51,

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DE SÃO PAULO - CREA-SP

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DE SÃO PAULO - CREA-SP INSTRUÇÃO Nº 2560 Dispõe sobre procedimentos para a interrupção de registro profissional. O PRESIDENTE DO CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 34,

Leia mais

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Âmbito de abrangência Art. 1o O exercício da profissão de arquiteto e urbanista passa a ser regulado

Leia mais

LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL ENGENHARIA ELÉTRICA

LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL ENGENHARIA ELÉTRICA LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL ENGENHARIA ELÉTRICA TÓPICOS INSTRUMENTOS LEGAIS APLICÁVEIS LEGISLAÇÃO: CONSTITUIÇÃO FEDERAL, LEIS, DECRETOS e RESOLUÇÕES FORMAÇÃO E ATRIBUIÇÃO PROFISSIONAL DELIBERAÇÕES NORMATIVAS

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO COLEGIADO DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO COLEGIADO DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO COLEGIADO DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DIRETRIZES TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO O Colegiado do

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE GRAVATÁ Secretaria de Planejamento e Orçamento Secretaria Executiva de Planejamento Urbano

PREFEITURA MUNICIPAL DE GRAVATÁ Secretaria de Planejamento e Orçamento Secretaria Executiva de Planejamento Urbano PREFEITURA MUNICIPAL DE GRAVATÁ Secretaria de Planejamento e Orçamento Secretaria Executiva de Planejamento Urbano 2014 CONCEITOS GERAIS DOS SERVIÇOS E Lei nº 3401/06 ( Plano Diretor), Lei nº 3420/07 (Código

Leia mais

DECISÃO (LIMINAR/ANTECIPAÇÃO DA TUTELA)

DECISÃO (LIMINAR/ANTECIPAÇÃO DA TUTELA) AÇÃO CIVIL PÚBLICA Nº 5030866-49.2013.404.7000/PR CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA - AUTOR : CREA/PR RÉU : CONSELHO DE ARQUITETURA E URBANISMO DO BRASIL CONSELHO DE ARQUITETURA E URBANISMO DO

Leia mais

ARQUITETURA E URBANISMO

ARQUITETURA E URBANISMO 132 ARQUITETURA E URBANISMO COORDENADORA DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Aline Werneck Barbosa de Carvalho abarbosa@ufv.br UFV Catálogo de Graduação 2002 133 CURRÍCULO DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO

Leia mais

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1 ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1 ARQUITETURA E URBANISMO Graduar arquitetos e urbanistas com uma sólida formação humana, técnico-científica e profissional,

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE DE MAIO DE 2011. (Do Sr. PENNA)

PROJETO DE LEI Nº, DE DE MAIO DE 2011. (Do Sr. PENNA) PROJETO DE LEI Nº, DE DE MAIO DE 2011. (Do Sr. PENNA) Dispõe sobre a regulamentação do exercício profissional de Designer, e dá providências. O Congresso Nacional decreta: Capítulo I Caracterização e atribuições

Leia mais

PROJETO DE LEI. I - supervisão, coordenação, gestão e orientação técnica; II - coleta de dados, estudo, planejamento, projeto e especificação;

PROJETO DE LEI. I - supervisão, coordenação, gestão e orientação técnica; II - coleta de dados, estudo, planejamento, projeto e especificação; PROJETO DE LEI Regulamenta o exercício da Arquitetura e Urbanismo, cria o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/BR e os Conselhos de Arquitetura e Urbanismo dos Estados e do Distrito Federal,

Leia mais

O P R E S I D E N T E D A R E P Ú B L I C A Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

O P R E S I D E N T E D A R E P Ú B L I C A Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI No 12.378, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2010 Regulamenta o exercício da Arquitetura e Urbanismo; cria o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/BR e os Conselhos de Arquitetura e Urbanismo dos

Leia mais

EIXO EXERCÍCIO PROFISSIONAL

EIXO EXERCÍCIO PROFISSIONAL SEMINÁRIO CONFEA / CAU APRESENTADAS NOS GTs, ALINHADAS COM AS SOLUÇÕES BUSCADAS PELO SEMINÁRIO Brasília, 24 e 25 de julho de 2014 Eixo 1: Exercício Profissional Eixo 2: Fiscalização Eixo 3: Formação Profissional

Leia mais

TABELAS DE HONORÁRIOS DE SERVIÇOS DE ARQUITETURA E URBANISMO DO BRASIL

TABELAS DE HONORÁRIOS DE SERVIÇOS DE ARQUITETURA E URBANISMO DO BRASIL TABELAS DE HONORÁRIOS DE SERVIÇOS DE ARQUITETURA E URBANISMO DO BRASIL Em atendimento ao disposto na Lei 12.378, de 31.12.2010: (...) Artigo 28- Compete ao CAU/BR: Inciso XIV - aprovar e divulgar tabelas

Leia mais

CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E SOCIAIS APLICADAS MANUAL DE ORIENTAÇÃO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO

CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E SOCIAIS APLICADAS MANUAL DE ORIENTAÇÃO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E SOCIAIS APLICADAS MANUAL DE ORIENTAÇÃO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO BAURU 2011/2012 APRESENTAÇÃO Este Manual tem o objetivo de oferecer aos docentes e estudantes do Curso de Arquitetura

Leia mais

ATRIBUIÇÕES ESPECÍFICAS POR DISCIPLINA / FORMAÇÃO. a) Administração

ATRIBUIÇÕES ESPECÍFICAS POR DISCIPLINA / FORMAÇÃO. a) Administração Anexo II a que se refere o artigo 2º da Lei nº xxxxx, de xx de xxxx de 2014 Quadro de Analistas da Administração Pública Municipal Atribuições Específicas DENOMINAÇÃO DO CARGO: DEFINIÇÃO: ABRANGÊNCIA:

Leia mais

TABELAS DE HONORÁRIOS DE SERVIÇOS DE ARQUITETURA E URBANISMO DO BRASIL. MÓDULO I Remuneração do Projeto Arquitetônico de Edificações

TABELAS DE HONORÁRIOS DE SERVIÇOS DE ARQUITETURA E URBANISMO DO BRASIL. MÓDULO I Remuneração do Projeto Arquitetônico de Edificações TABELAS DE HONORÁRIOS DE SERVIÇOS DE ARQUITETURA E URBANISMO DO BRASIL MÓDULO I Remuneração do Projeto Arquitetônico de Edificações 1 TABELAS DE HONORÁRIOS DE SERVIÇOS DE ARQUITETURA E URBANISMO DO BRASIL

Leia mais

ATO DA COMISSÃO DIRETORA Nº 15, DE 2013.

ATO DA COMISSÃO DIRETORA Nº 15, DE 2013. ATO DA COMISSÃO DIRETORA Nº 15, DE 2013. Institui a Política de Acessibilidade do Senado Federal. A COMISSÃO DIRETORA DO SENADO FEDERAL, no uso das competências que lhe foram conferidas pelo art. 98, inciso

Leia mais

Estado do Rio Grande do Sul Município de Caxias do Sul

Estado do Rio Grande do Sul Município de Caxias do Sul DECRETO Nº 16.627, DE 19 DE AGOSTO DE 2013. Define os exemplos de atribuições dos cargos de Arquiteto, Assistente Social, Contador, Enfermeiro, Fonoaudiólogo e Odontólogo, criado pela Lei Complementar

Leia mais

INSTRUTIVO DE ORIENTAÇÃO PARA LIBERAÇÃO DE INCENTIVO FINANCEIRO

INSTRUTIVO DE ORIENTAÇÃO PARA LIBERAÇÃO DE INCENTIVO FINANCEIRO MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA INSTRUTIVO DE ORIENTAÇÃO PARA LIBERAÇÃO DE INCENTIVO FINANCEIRO PROGRAMA DE REQUALIFICAÇÃO DE UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS CENTRO DE ENGENHARIA E COMPUTAÇÃO ENGENHARIA CIVIL RESUMO DA LEI NÚMERO 5.194 DE 24 DE DEZEMBRO DE 1966

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS CENTRO DE ENGENHARIA E COMPUTAÇÃO ENGENHARIA CIVIL RESUMO DA LEI NÚMERO 5.194 DE 24 DE DEZEMBRO DE 1966 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS CENTRO DE ENGENHARIA E COMPUTAÇÃO ENGENHARIA CIVIL RESUMO DA LEI NÚMERO 5.194 DE 24 DE DEZEMBRO DE 1966 Petrópolis 2013 1 INTRODUÇÃO O presente trabalho é um resumo

Leia mais

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. Regulamenta as atribuições da Secretaria de Controle Interno do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região e dá outras providências. A PRESIDENTE DO, no uso de

Leia mais

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO Art. 1º - Corpo Clínico é o conjunto de médicos que se propõe a assumir solidariamente a responsabilidade de prestar atendimento aos usuários que

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX TRABALHO

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX TRABALHO VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX TRABALHO Orientador Empresarial Arquitetura e Urbanismo-Regulamentação da Profissão e Criação do CAU/BR-Conselho de Arquitetura e Urbanismo

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2013

PROJETO DE LEI Nº, DE 2013 PROJETO DE LEI Nº, DE 2013 (Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) Dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de Informata - que engloba todos os profissionais de Informática. O Congresso Nacional

Leia mais

RESOLUÇÃO Confea 313 - Atribuições

RESOLUÇÃO Confea 313 - Atribuições RESOLUÇÃO Confea 313 - Atribuições Dispõe sobre o exercício profissional dos Tecnólogos das áreas submetidas à regulamentação e fiscalização instituídas pela Lei nº 5.194, de 24 DEZ 1966, e dá outras providências.

Leia mais

Gostaria de esclarecer uma última dúvida: Após o credenciamento será possível ampliar as cidades de interesse dentro do estado escolhido?

Gostaria de esclarecer uma última dúvida: Após o credenciamento será possível ampliar as cidades de interesse dentro do estado escolhido? BANRISUL LICITACOES De: BANRISUL LICITACOES Enviado em: terça-feira, 14 de outubro de 2014 12:15 Para: jaime@macadar.com.br Assunto: ENC: Dúvidas III - Edital 157/2014 Sr. Jaime, A Contratada poderá solicitar

Leia mais

Parecer Homologado (*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 06/06/2005.

Parecer Homologado (*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 06/06/2005. Parecer Homologado (*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 06/06/2005. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação/Câmara

Leia mais

DECRETO Nº 37426 DE 11 DE JULHO DE 2013. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais, e

DECRETO Nº 37426 DE 11 DE JULHO DE 2013. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais, e DECRETO Nº 37426 DE 11 DE JULHO DE 2013 Regulamenta a aplicação da Lei Complementar nº 126/13 e da Lei nº 6400/13, que instituem, por AUTOVISTORIA, a obrigatoriedade de realização de vistorias técnicas

Leia mais

Rio de Janeiro: Decreto Regulamentador de Autovistoria

Rio de Janeiro: Decreto Regulamentador de Autovistoria Rio de Janeiro: Decreto Regulamentador de Autovistoria Regulamenta a aplicação da Lei Complementar 126 de 26 de março de 2013 e da Lei 6400 de 05 de março de 2013, que instituem a obrigatoriedade de realização

Leia mais

O Perito Judicial e a Justiça Gratuita

O Perito Judicial e a Justiça Gratuita 4º SEMINÁRIO PAULISTA DE PERÍCIA JUDICIAL 26 de agosto de 2011 O Perito Judicial e a Justiça Gratuita Ao CREA-SP, instituído pelo Decreto Federal nº 23.569, de 11 de dezembro de 1933, e mantido pela Lei

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO

CÓDIGO DE ÉTICA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO CÓDIGO DE ÉTICA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO Considerando a intensificação do relacionamento do profissional na área da segurança do trabalho, sendo imperativo para a disciplina profissional,

Leia mais

ABCE Associação Brasileira de Consultores de Engenharia. Estatutos

ABCE Associação Brasileira de Consultores de Engenharia. Estatutos MEMBRO DE ABCE Associação Brasileira de Consultores de Engenharia Estatutos ESTATUTOS APROVADOS PELA ASSEMBLÉIA GERAL EM 12/10/1972 E ALTERADOS EM 08/11/1973, 07/05/1974, 04/04/1983, 05/12/94, 10/11/1997,

Leia mais

Click to edit Master text styles

Click to edit Master text styles Click to edit Master text styles PROJETO BÁSICO: DELIMITAÇÃO, CONTROLE E EFETIVIDADE. Sydnei Menezes Arquiteto e Urbanista Presidente do CAU/RJ presidente@caurj.org.br Identificação do problema: Click

Leia mais

O EXERCÍCIO PROFISSIONAL DA ÁREA TECNOLÓGICA NO SISTEMA CONFEA/CREA

O EXERCÍCIO PROFISSIONAL DA ÁREA TECNOLÓGICA NO SISTEMA CONFEA/CREA O EXERCÍCIO PROFISSIONAL DA ÁREA TECNOLÓGICA NO SISTEMA CONFEA/CREA O PAPEL DOS CONSELHOS PROFISSIONAIS Parecer CNE/CES n 20/2002 Não cabe ao órgão profissional definir condições de funcionamento de cursos

Leia mais

PROGRAMA DE APOIO OPERACIONAL PARA SERVIÇOS DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO

PROGRAMA DE APOIO OPERACIONAL PARA SERVIÇOS DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO Superintendência de Urbanismo e Produção Habitacional Coordenação de Projetos PROGRAMA DE APOIO OPERACIONAL PARA SERVIÇOS DE ENGENHARIA,

Leia mais

RESOLUÇÃO N 67, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2013.

RESOLUÇÃO N 67, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2013. RESOLUÇÃO N 67, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2013. Dispõe sobre os Direitos Autorais na Arquitetura e Urbanismo, estabelece normas e condições para o registro de obras intelectuais no Conselho de Arquitetura e

Leia mais

ARQUITETURA E URBANISMO

ARQUITETURA E URBANISMO ARQUITETURA E URBANISMO Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC 1 CURSO: ARQUITETURA Dados de identificação da Universidade de Cuiabá - UNIC Dirigente da Mantenedora Presidente: Ed. Rodrigo Calvo Galindo

Leia mais

ATO NORMATIVO Nº 014/2006.

ATO NORMATIVO Nº 014/2006. ATO NORMATIVO Nº 014/2006. Dispõe sobre a organização da Superintendência de Gestão Administrativa do Ministério Público do Estado da Bahia e dá outras providências. O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO

Leia mais

PORTARIA TRT 18ª GP/DG nº 045/2013 (Republicada por força do art. 2 da Portaria TRT 18ª GP/DG nº 505/2014) Dispõe sobre a competência, a estrutura e

PORTARIA TRT 18ª GP/DG nº 045/2013 (Republicada por força do art. 2 da Portaria TRT 18ª GP/DG nº 505/2014) Dispõe sobre a competência, a estrutura e PORTARIA TRT 18ª GP/DG nº 045/2013 (Republicada por força do art. 2 da Portaria TRT 18ª GP/DG nº 505/2014) Dispõe sobre a competência, a estrutura e a atuação da Secretaria de Controle Interno e dá outras

Leia mais

ARQUITETURA E URBANISMO

ARQUITETURA E URBANISMO ARQUITETURA E URBANISMO COORDENADOR Ítalo Itamar Caixeiro Stephan stephan@ufv.br 154 Currículos dos Cursos do CCE UFV Currículo do Curso de Arquitetura e Urbanismo Arquiteto e Urbanista ATUAÇÃO O curso

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO: CES

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO: CES MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Secretaria de Educação Superior/ Câmara de Educação UF: DF Superior ASSUNTO: Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA BB PREVIDÊNCIA FUNDO DE PENSÃO BANCO DO BRASIL INTRODUÇÃO

CÓDIGO DE ÉTICA DA BB PREVIDÊNCIA FUNDO DE PENSÃO BANCO DO BRASIL INTRODUÇÃO CÓDIGO DE ÉTICA DA BB PREVIDÊNCIA FUNDO DE PENSÃO BANCO DO BRASIL INTRODUÇÃO Este Código de Ética é público e reúne diretrizes que norteiam o comportamento dos Conselheiros, Dirigentes e Colaboradores

Leia mais

CONSELHO DE ARQUITETURA E URBANISMO DO PARANÁ CÂMARA TÉCNICA DE ARQUITETURA DE INTERIORES

CONSELHO DE ARQUITETURA E URBANISMO DO PARANÁ CÂMARA TÉCNICA DE ARQUITETURA DE INTERIORES CONSELHO DE ARQUITETURA E URBANISMO DO PARANÁ CÂMARA TÉCNICA DE ARQUITETURA DE INTERIORES A Câmara Técnica de Arquitetura de Interiores do CAU/PR Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Paraná, terá como

Leia mais

ATO DA COMISSÃO DIRETORA Nº 4, DE 2013.

ATO DA COMISSÃO DIRETORA Nº 4, DE 2013. ATO DA COMISSÃO DIRETORA Nº 4, DE 2013. Institui a Política de Responsabilidade Socioambiental do Senado Federal. A COMISSÃO DIRETORA DO SENADO FEDERAL, no uso da competência que lhe foi conferida pelo

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA PARAÍBA PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA COMISSÃO INSTITUCIONAL DE GESTÃO AMBIENTAL

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA PARAÍBA PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA COMISSÃO INSTITUCIONAL DE GESTÃO AMBIENTAL MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA PARAÍBA PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA COMISSÃO INSTITUCIONAL DE GESTÃO AMBIENTAL REGIMENTO INTERNO A Comissão Institucional de Gestão Ambiental CIGA, do Ministério Público

Leia mais

PLANO DIRETOR PARTICIPATIVO DE USO E OCUPAÇÃO DO CÂMPUS ITAJAÍ

PLANO DIRETOR PARTICIPATIVO DE USO E OCUPAÇÃO DO CÂMPUS ITAJAÍ PLANO DIRETOR PARTICIPATIVO DE USO E OCUPAÇÃO DO CÂMPUS ITAJAÍ Agosto/2014 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Leia mais

TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES ANÁLISE DO PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO DO MUNICÍPIO DE SALVADOR PDDU/2006 LEI Nº 6.586/2004 Regulamenta a Lei Orgânica do Município nos Título III, Capítulos I e II, artigos 71 a 102, Título

Leia mais

O Sistema Confea/ Crea

O Sistema Confea/ Crea O Sistema Confea/Crea é regido pela Lei nº 5.194, de 24/dez/1966. O Sistema Confea/ Crea O Conselho Federal e os Conselhos Regionais são autarquias* dotadas de personalidade jurídica de direito público,

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente

Leia mais

RECOMENDAQA0 PROURB N 04/2014

RECOMENDAQA0 PROURB N 04/2014 MINISTERIO PUBLICO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITORIOS PROMOTORIA DE JUSTIcA DE DEFESA DA ORDEM URBANISTICA RECOMENDAQA0 PROURB N 04/2014 Recomenda ao Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Distrito Federal

Leia mais

Ficha Técnica. Supervisão Comissão de Organização, Normas e Procedimentos CONP

Ficha Técnica. Supervisão Comissão de Organização, Normas e Procedimentos CONP Referência Ficha Técnica Plano de comunicação Resolução n 1.025, de 30 de outubro de 29 Supervisão Comissão de Organização, Normas e Procedimentos CONP Elaboração Projeto ART e Acervo Técnico - Equipe

Leia mais

PLANO DE TRABALHO PLANO DE TRABALHO. CHAPA: Um CAU para os Arquitetos. Eleições 2014. Página1de 8 CHAPA - UM CAU PARA OS ARQUITETOS.

PLANO DE TRABALHO PLANO DE TRABALHO. CHAPA: Um CAU para os Arquitetos. Eleições 2014. Página1de 8 CHAPA - UM CAU PARA OS ARQUITETOS. PLANO DE TRABALHO CHAPA: Um CAU para os Arquitetos Página1de 8 SUMÁRIO: 1 INTRODUÇÃO...3 2 CONSELHEIROS...3 3 GESTÃO...4 4 INSTITUCIONAIS...5 5 PRÁTICAS PROFISSIONAIS...6 6 FISCALIZAÇÃO...7 7 ENSINO...8

Leia mais

Atribuições do órgão conforme a Lei nº 3.063, de 29 de maio de 2013: TÍTULO II DAS COMPETÊNCIAS DOS ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA

Atribuições do órgão conforme a Lei nº 3.063, de 29 de maio de 2013: TÍTULO II DAS COMPETÊNCIAS DOS ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA SECRETARIA MUNICIPAL DE INFRAESTRUTURA E OBRAS End: Travessa Anchieta, S-55 Centro Fone: (14) 3283-9570 ramal 9587 Email: engenharia@pederneiras.sp.gov.br Responsável: Fábio Chaves Sgavioli Atribuições

Leia mais

ÁREAS DE ATUAÇÃO, PERFIL E COMPETÊNCIAS DOS EGRESSOS DOS NOVOS CURSOS

ÁREAS DE ATUAÇÃO, PERFIL E COMPETÊNCIAS DOS EGRESSOS DOS NOVOS CURSOS ÁREAS DE ATUAÇÃO, PERFIL E COMPETÊNCIAS DOS EGRESSOS DOS NOVOS CURSOS 13. CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Área de atuação O curso pretende formar o arquiteto pleno, capacitado a atuar nos diversos âmbitos

Leia mais

Orientações para o Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural

Orientações para o Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural Orientações para o Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural 1. Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural no bioma Amazônia... 2 2. Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento

Leia mais

LEI Nº.1015 DE 11 DE NOVEMBRO DE 2013.

LEI Nº.1015 DE 11 DE NOVEMBRO DE 2013. LEI Nº.1015 DE 11 DE NOVEMBRO DE 2013. Dispõe sobre a Política Municipal de Atendimento ao Idoso do Município de São Gonçalo do Rio Abaixo, Cria o Conselho Municipal do Idoso e dá outras providências.

Leia mais

Artigo 1º - Aprovar revisão da Política de Segurança da PRODEB, que com esta se publica.

Artigo 1º - Aprovar revisão da Política de Segurança da PRODEB, que com esta se publica. Classificação: RESOLUÇÃO Código: RP.2007.077 Data de Emissão: 01/08/2007 O DIRETOR PRESIDENTE da Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia - PRODEB, no uso de suas atribuições e considerando

Leia mais

LEI Nº 6.583, DE 20 DE OUTUBRO DE 1978

LEI Nº 6.583, DE 20 DE OUTUBRO DE 1978 LEI Nº 6.583, DE 20 DE OUTUBRO DE 1978 Cria os Conselhos Federal e Regionais de Nutricionistas, regula o seu funcionamento, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso

Leia mais

A observância da acessibilidade na fiscalização de obras e licenciamentos de projetos pelos municípios

A observância da acessibilidade na fiscalização de obras e licenciamentos de projetos pelos municípios A observância da acessibilidade na fiscalização de obras e licenciamentos de projetos pelos municípios Luciano de Faria Brasil Promotoria de Justiça de Habitação e Defesa da Ordem Urbanística de Porto

Leia mais

NORMA DE FISCALIZAÇÃO DA CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA ELÉTRICA Nº 002, DE 26 DE AGOSTO DE 2011.

NORMA DE FISCALIZAÇÃO DA CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA ELÉTRICA Nº 002, DE 26 DE AGOSTO DE 2011. Fl. 1 de 5 CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA ARQUITETURA E AGRONOMIA DO RIO GRANDE DO SUL NORMA DE FISCALIZAÇÃO DA CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA ELÉTRICA Nº 002, DE 26 DE AGOSTO DE 2011. Dispõe sobre

Leia mais

Este glossário é de natureza específica, não devendo prevalecer entendimentos distintos dos termos

Este glossário é de natureza específica, não devendo prevalecer entendimentos distintos dos termos GLOSSÁRIO Este glossário é de natureza específica, não devendo prevalecer entendimentos distintos dos termos nele apresentados, embora aplicáveis em outros contextos. Análise atividade que envolve a determinação

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO TÉCNICO EM TELECOMUNICAÇÕES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO TÉCNICO EM TELECOMUNICAÇÕES Das

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 8.662, DE 7 DE JUNHO DE 1993. (Mensagem de veto). Dispõe sobre a profissão de Assistente Social e dá outras providências O

Leia mais

Curso Operacional SICCAU

Curso Operacional SICCAU Apresentação O Sistema de Informação e Comunicação do CAU, disponível para acesso aos Profissionais de Arquitetura e Urbanismo via rede de computadores internet, por meio de página específica, deve ser

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS PORTARIA SEP Nº 104, DE 29 DE ABRIL DE 2009.

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS PORTARIA SEP Nº 104, DE 29 DE ABRIL DE 2009. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS PORTARIA SEP Nº 104, DE 29 DE ABRIL DE 2009. Dispõe sobre a criação e estruturação do Setor de Gestão Ambiental e de Segurança e Saúde no Trabalho

Leia mais

Direito à informação ao consumo seguro. Entidades que supervisionam as empresas/instituições

Direito à informação ao consumo seguro. Entidades que supervisionam as empresas/instituições Direito à informação ao consumo seguro Entidades que supervisionam as empresas/instituições Escola B+S Ângelo Augusto da Silva Projeto de Educação Financeira Banco de Portugal Bancos O Banco de Portugal

Leia mais

1º SEMESTRE. 1. Análise e Percepção da Forma da Arquitetura 05 75h - 2. Desenho I 05 75h - 4. Geometria Descritiva 05 75h -

1º SEMESTRE. 1. Análise e Percepção da Forma da Arquitetura 05 75h - 2. Desenho I 05 75h - 4. Geometria Descritiva 05 75h - V- MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE BACHARELADO EM ARQUITETURA E URBANISMO 1º SEMESTRE 1. Análise e Percepção da Forma da Arquitetura 05 75h - 2. Desenho I 05 75h - 3. Estética e História das Artes 05 75h

Leia mais

Resolução nº 2/2006 3/2/2006 RESOLUÇÃO CNE Nº 2, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 DOU 03.02.2006

Resolução nº 2/2006 3/2/2006 RESOLUÇÃO CNE Nº 2, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 DOU 03.02.2006 Resolução nº 2/2006 3/2/2006 RESOLUÇÃO CNE Nº 2, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 DOU 03.02.2006 Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Engenharia Agrícola e dá outras providências.

Leia mais

Análise e Aprovação dos Projetos. dos Estabelecimentos de Saúde no SNVS. junho 2013. www.anvisa.gov.br. Agência Nacional de Vigilância Sanitária

Análise e Aprovação dos Projetos. dos Estabelecimentos de Saúde no SNVS. junho 2013. www.anvisa.gov.br. Agência Nacional de Vigilância Sanitária Análise e Aprovação dos Projetos dos Estabelecimentos de Saúde no SNVS junho 2013 RDC ANVISA 51 de 06/10/2011 Dispõe sobre os requisitos mínimos para a análise, avaliação e aprovação dos projetos físicos

Leia mais

MUNICÍPIO DE MORRINHOS Estado de Goiás

MUNICÍPIO DE MORRINHOS Estado de Goiás JANE APARECIDA FERREIRA =Responsável pelo placard= LEI Nº 2.689, DE 22 DE NOVEMBRO DE 2010. CERTIDÃO Certifico e dou fé que esta Lei foi publicada no placard do Município no dia- Autoriza a doação de lote

Leia mais

COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA SUBSTITUTIVO AO PROJETO DE LEI Nº 815, DE 1995

COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA SUBSTITUTIVO AO PROJETO DE LEI Nº 815, DE 1995 1 COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA SUBSTITUTIVO AO PROJETO DE LEI Nº 815, DE 1995 (Apensados os Projetos de Lei nº 2.194, de 1996, nº 981, de 1999, nº 6.639, de 2002, nº 6.640,

Leia mais

Leis Federais. LEI N o 10.861, DE 14 DE ABRIL DE 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES e dá outras providências

Leis Federais. LEI N o 10.861, DE 14 DE ABRIL DE 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES e dá outras providências LEI N o 10.861, DE 14 DE ABRIL DE 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES e dá outras providências O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta

Leia mais

Nº: 5745 terça feira, 05 de maio de 2015 COMISSÃO DIRETORA. ATO DA COMISSÃO DIRETORA N O 5, de 2015

Nº: 5745 terça feira, 05 de maio de 2015 COMISSÃO DIRETORA. ATO DA COMISSÃO DIRETORA N O 5, de 2015 30/06/2015 Boletim Administrativo Eletrônico de Pessoal Nº: 5745 terça feira, 05 de maio de 2015 COMISSÃO DIRETORA ATO DA COMISSÃO DIRETORA N O 5, de 2015 Revisa e altera os objetivos estratégicos do plano

Leia mais