PLANO DE TRABALHO PLANO DE TRABALHO. CHAPA: Um CAU para os Arquitetos. Eleições Página1de 8 CHAPA - UM CAU PARA OS ARQUITETOS.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLANO DE TRABALHO PLANO DE TRABALHO. CHAPA: Um CAU para os Arquitetos. Eleições 2014. Página1de 8 CHAPA - UM CAU PARA OS ARQUITETOS."

Transcrição

1 PLANO DE TRABALHO CHAPA: Um CAU para os Arquitetos Página1de 8

2 SUMÁRIO: 1 INTRODUÇÃO CONSELHEIROS GESTÃO INSTITUCIONAIS PRÁTICAS PROFISSIONAIS FISCALIZAÇÃO ENSINO...8 Página2de 8

3 1 INTRODUÇÃO O presente documento refere-se ao Plano de Trabalho da chapa Um CAU para os Arquitetos e tem o objetivo de descrever as ações pretendidas na gestão do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Sergipe. A estrutura do plano foi dividida nas seguintes pastas: As descrições serão estruturadas da seguinte forma: Justificativa da Pasta; Benefícios da Pasta; Projetos (Ações). o Abordagem. 2 CONSELHEIROS CONSELHEIROS FEDERAIS Marcelo Maciel Fernando Marcio de Oiveira CONSELHEIROS ESTADUAIS 1. Ana Maria José Queiroz 2. Alysson Borges Rodrigo Fonseca 3. Edson Walter Chou 4. Rozana Rivas Tainá Souza 5. Julio Santana Marcos Prudente 6. ClyviaNyedja Lucas Lima 7. Fabio Barbosa Diana Freitas Página3de 8

4 3 GESTÃO Justificativa Implementar práticas administrativas que visem a melhoria da gestão operacional do Conselho. Benefícios Estabelecer metas, indicadores e prazos de forma a garantir a execução das ações previstas neste plano de Trabalho. Promover a revisão continuada dos procedimentos de atendimento, fiscalização e organização insitucional de modo a garantir celeridade e presteza nos serviços do Conselho. 1. Plano Estratégico e Participativo para o CAU/SE. Elaborar, discutir e validar junto aos profissionais de arquitetura e instituições afins as ações previstas, a priori, no Plano de Ação. Promover reuniões temáticas, semiários ou debates. 2. Programa de Gestão de Qualidade para o CAU/SE. Construir a partir do plano de ação, os procedimentos e metas a serem alcançadas a curto, médio e longo prazos. Implementar estratégias gerenciais que garantam maior eficiência nos processos internos. 3. Aprimoramento do atendimento ao arquiteto e à sociedade. Ampliar os meios de comunicação e atendimento ao profissional e à sociedade. Estabelecer mecanismos que promovam celeridade na atenção às demandas. 4. Aprimoramento dos processos e ações de fiscalização. Implantar o aplicativo fiscal (App Fiscal) e capacitar os profissionais para seu uso adequado. 5. Aperfeiçoamento / Capacitação dos funcionários do CAU/SE Implementar sistema de capacitação e desenvolvimento individual e coletivo, visando aumentar a eficiencia nos processos. 6. Portal de Transparência Comunicar, tornando público, informações referentes aos receitas e custos do CAU/SE, como forma de prestação de contas da gestão. Página4de 8

5 4 INSTITUCIONAIS Justificativa Ampliar o rol de instituições conveniadas ou com as quais se deve manter termos de parceria. Benefícios Estabelecer parcerias que ampliem a eficácia das ações previstas no plano estratégico, bem como consolidar ações construtivas e participativas na discussão do desenvolvimento local e regional. 1. Apoiar Ações das Entidades de Classe. Através de patrocínio, divulgação ou suporte técnico. 2. Fortalecer relações com os Governos nas esferas Municipal, Estadual, em áreas de interesse do CAU/SE. Termos de parceria entre o CAU/SE e instituições. 3. Divulgar do Plano Estratégico e Participativo do CAU/SE. Divulgar o plano de ações do CAU/SE em instituições parceiras e de interesse, promovendo reuniões, encontros, seminários e Workshops. 4. Ampliar e Fortalecer a discussão sobre o tema do Planejamento Urbano, Regiões Metropolitanas e Planos Diretores de Desenvolvimento das Cidades Sergipanas. Termos de parceria técnica, organização e participação em seminários, audiências públicas e acompanhamento dos processos de elaboração de Projetos e Planos para o espaço urbano das cidades sergipanas. 5. Discutir o piso salaral dos arquitetos em prefeituras e outros órgãos, de modo a evitar dupla jornada. Ampliar as campanhas sobre valorização profissional. Itensificar as campanhas de conscientização sobre honorários mínimos profissionais para Arquitetos e Urbanistas. 6. Acompanhar enfaticamente em Assuntos Parlamentares de interesse, em nível Municipal, Estadual e Federal, junto às esferas Legisladoras. Organizar grupos de estudos e acompanhamento para mapear os processos de tomada de decisão, em relação às alterações ou inovações legislativas, referentes ao exercício da profissão do Arquiteto e Urbanista. Página5de 8

6 5 PRÁTICAS PROFISSIONAIS Justificativa Instigar a valorização profissional através de ações de divulgação, conveniamentos e termos de parceria. Benefícios Exercício legal da profissão, mitigação de conflitos entre profissionais/clientes/ órgãos públicos. Capacitação continuada. 1. Ética no exercício da Profissão. Discutir sobre a prática atual de premiações e propor a valorização do trabalho do profissional arquiteto e urbanista. 2. Formalização de Negócio e Relações Éticas e Legais na estrutura dos negócios (funcionários, estagiários, parceiros, clientes e sociedade). Ampliar as ações de divulgação do Código de Ética profissional e promover formas de capacitar os profissionais para o entendimento e uso da legislação. 3. Valorização da Profissão. Promover campanhas e distribuição de impressos. 4. Apoiar a Regularização de Projetos junto a Órgãos Públicos. Mediação de conflitos. 5. Arquitetura Pública (Lei de Assistência Técnica) Termos de parceria e conveniamentos com Prefeituras e Órgãos Estaduais. 6. Competências e atribuições Profissionais dos Arquitetos e Urbanistas em relação aos Designers. Implementar campanhas de conscientização a despeito à sistematização do conhecimento técnico em suas distintas formas e atribuições, na formação do Profissional Arquiteto e Urbanista em detrimento a outras atividades similares e/ou conflitantes. Página6de 8

7 6 FISCALIZAÇÃO Justificativa Garantir o exercício legal da profissão e a ordem e o Registro do Acervo Técnico Profissional. Benefícios Registro de projetos/serviços/obras prestados no exercício legal da profissão. Segurança nas relações profissionais/cliente/órgãos públicos. Regularização profissional. 1. Ampliar a Divulgação da Política de Fiscalização do CAU/SE. Implementar ações como campanhas publicitárias, eventos entre profissionais, seminários e workshops. 2. Ampliar a Divulgação das Práticas de Fiscalização do CAU/SE junto às entidades de classe, condomínios, instituições de ensino. Estabelecer Termos de parceria intrainstitucionais, promover reuniões, seminário e workshops. Página7de 8

8 7 ENSINO Justificativa Estabelecer meios para garantir a qualidade do ensino do profissional de Arquitetura e Urbanismo. Benefícios Qualificação da mão de obra profissional, melhoria da produção arquitetônica local, ampliação da discussão sobre temas atuais em arquitetura e urbanismo em reflexão ao contexto local. 1. Formação dos Estudantes de Arquitetura e Urbanismo. Ampliar Convênios e Termos de Parceria com Escolas Públicas e Privadas, para a Promoção de Eventos que Contribuam na Formação dos Estudantes de Arquitetura e Urbanismo. 2. Formação Continuada Para Profissionais Estabelecer Convênios e Termos de Parceria com Instituições de Ensino Superior para a realização de: (a) Cursos BIN; (b) Cursos sobre Sustentabilidade e eficiência edilícia/construtiva. (c) Cursos sobre Gestão e Planejamento de Carreira. 3. Código de Ética e Legistação Pautar através da participação/colaboração em seminários, minicursos, distribuição de impressos em instituições de ensino superior. 4. Prova de Ordem e Acreditação Ampliar as discussões locais, participando ou promovendo eventos que concorram à consolidação de percepções locais sobre as possíveis ações de acreditação em nível local, regional e nacional. Página8de 8

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO CAU/RO ATÉ 2023

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO CAU/RO ATÉ 2023 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO CAU/RO ATÉ 2023 Etapa de Desdobramento da Estratégia do CAU para o CAU/RO Porto Velho, 4 de fevereiro de 2014 Missão: Visão: Promover a Arquitetura e para Todos Ser reconhecido

Leia mais

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS 1 DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E OBJETIVO DO MOVIMENTO 2 Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT

FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT Quadro de Servidores SITUAÇÃO 2008 2009 Abril 2010 CARGOS EFETIVOS (*) 429 752 860 Analista Administrativo 16 40 41 Especialista em Regulação 98 156 169

Leia mais

Projeto Cidades da Copa PLANO DE AÇÃO PORTO ALEGRE - RS

Projeto Cidades da Copa PLANO DE AÇÃO PORTO ALEGRE - RS Projeto Cidades da Copa PLANO DE AÇÃO PORTO ALEGRE - RS PORTO ALEGRE EM AÇÃO É ESPORTE E EDUCAÇÃO O esporte não é educativo a priori, é o educador que precisa fazer dele ao mesmo tempo um objeto e meio

Leia mais

PLANO SETORIAL DE DANÇA. DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Dança

PLANO SETORIAL DE DANÇA. DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Dança PLANO SETORIAL DE DANÇA DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Dança MARÇO DE 2009 CAPÍTULO I DO ESTADO FORTALECER A FUNÇÃO DO ESTADO

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria para promover estudos, formular proposições e apoiar as Unidades

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

Minuta do Capítulo 10 do PDI: Relações Externas

Minuta do Capítulo 10 do PDI: Relações Externas Minuta do Capítulo 10 do PDI: Relações Externas Elaborada pela Diretoria de Extensão e pela Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação 1 1 Esta minuta será apreciada pelo Colegiado de Ensino, Pesquisa

Leia mais

PPA 2012-2015 PLANO DE DESENVOLVIMENTO ESTRATÉGICO 1043 - PROGRAMA ESCOLA DO LEGISLATIVO

PPA 2012-2015 PLANO DE DESENVOLVIMENTO ESTRATÉGICO 1043 - PROGRAMA ESCOLA DO LEGISLATIVO 1043 - PROGRAMA ESCOLA DO LEGISLATIVO 100 - ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE GOIÁS O Programa Escola do Legislativo tem como objetivo principal oferecer suporte conceitual de natureza técnico-científica

Leia mais

CONGRESSO ESTADUAL DE ARQUITETOS E URBANISTAS DE SANTA CATARINA PARTICIPAÇÃO, ATUAÇÃO, QUALIFICAÇÃO

CONGRESSO ESTADUAL DE ARQUITETOS E URBANISTAS DE SANTA CATARINA PARTICIPAÇÃO, ATUAÇÃO, QUALIFICAÇÃO CONGRESSO ESTADUAL DE ARQUITETOS E URBANISTAS DE SANTA CATARINA PARTICIPAÇÃO, ATUAÇÃO, QUALIFICAÇÃO CONGRESSO ESTADUAL DE ARQUITETOS E URBANISTAS NOS OUÇAM! Regimentalmente o Conselho de Arquitetura e

Leia mais

Projeto Empreendedores Cívicos

Projeto Empreendedores Cívicos Projeto Empreendedores Cívicos I. Conceito Empreendedores Cívicos são agentes de inovação social que fomentam e promovem transformações positivas em benefício da coletividade rumo a um Brasil Sustentável.

Leia mais

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII)

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII) PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO Secretaria-Executiva Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional Plano de Integridade Institucional (PII) 2012-2015 Apresentação Como

Leia mais

MARCO REGULATÓRIO DA ENGENHARIA AMBIENTAL E ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA NO BRASIL

MARCO REGULATÓRIO DA ENGENHARIA AMBIENTAL E ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA NO BRASIL MARCO REGULATÓRIO DA ENGENHARIA AMBIENTAL E ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA NO BRASIL 2015 ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS ENGENHEIROS AMBIENTAIS - ANEAM Marco Regulatório da Engenharia Ambiental e Engenharia

Leia mais

PROGRAMA. Brasil, Gênero e Raça. Orientações Gerais

PROGRAMA. Brasil, Gênero e Raça. Orientações Gerais PROGRAMA Brasil, Gênero e Raça Orientações Gerais Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro do Trabalho e Emprego Luiz Marinho Secretário-Executivo Marco Antonio de Oliveira Secretário

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS CUL 07-09 01 Vaga

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS CUL 07-09 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS CUL 07-09 01 Vaga 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria de pessoa física para realizar ações e organizar atividades

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ELEMENTOS PARA O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ELEMENTOS PARA O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ELEMENTOS PARA O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO BÁSICA: EDUCAÇÃO BÁSICA: 1. Definir os padrões mínimos de qualidade estabelecidos pela LDB, considerando as especificidades

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Grupos de trabalho: formação Objetivo: elaborar atividades e

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

Política de Comunicação Integrada

Política de Comunicação Integrada Política de Comunicação Integrada agosto 2009 Política de Comunicação Integrada Política de Comunicação Integrada 5 1. Objetivos Promover a comunicação integrada entre as empresas Eletrobras e dessas

Leia mais

Política de Comunicação Integrada

Política de Comunicação Integrada Política de Comunicação Integrada agosto 2009 Política de Comunicação Integrada 4 1 Objetivos Promover a comunicação integrada entre as empresas Eletrobras e dessas com os seus públicos de relacionamento,

Leia mais

Planejamento Estratégico Temáticas do CRA

Planejamento Estratégico Temáticas do CRA Planejamento Estratégico Temáticas do CRA Autores: José Freitas Renato Arioli Shinobu Takeuchi Co-Autores: Marcel Biscaino Mauro Ochman Porto Alegre, 24 de novembro de 2014 Roteiro da Apresentação Direcionadores

Leia mais

PLANO DE GESTÃO 2015-2017

PLANO DE GESTÃO 2015-2017 UNIFAL-MG FACULDADE DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS PLANO DE GESTÃO 2015-2017 Profa. Fernanda Borges de Araújo Paula Candidata a Diretora Profa. Cássia Carneiro Avelino Candidata a Vice Diretora Índice Apresentação...

Leia mais

INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA

INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA Boletim GESTÃO DE PESSOAS & RECURSOS HUMANOS IPEA, 13 de outubro de 2010 EXTRA Nº 2 OUTUBRO INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA PORTARIA Nº 385, DE 13 DE OUTUBRO DE 2010. Institui, no âmbito do IPEA,

Leia mais

Realizar pesquisas de satisfação da comunidade frente aos serviços prestados e torná-las públicas

Realizar pesquisas de satisfação da comunidade frente aos serviços prestados e torná-las públicas PLANILHA DE OBJETIVOS E AÇÕES VIABILIZADORAS FT DE GESTÃO PÚBLICA - "A SANTA MARIA QUE QUEREMOS" Visão: Que em 2020 Santa Maria seja um município que preste Serviços de Qualidade a seus cidadãos, com base

Leia mais

PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO NO SISTEMA PRISIONAL PLANO DE AÇÃO

PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO NO SISTEMA PRISIONAL PLANO DE AÇÃO EIXO: GESTÂO Fortalecer a parceria entre e instituições parceiras para o desenvolvimento de ações educacionais Formalização de Termo de Cooperação Técnica entre e SEC do Estado para a efetivação de políticas

Leia mais

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ EIXO 1 DIREITO À SAÚDE, GARANTIA DE ACESSO E ATENÇÃO DE QUALIDADE Prioritária 1: Manter o incentivo aos Programas do Núcleo Apoio da Saúde da Família

Leia mais

ARQ URB Plano de trabalho:

ARQ URB Plano de trabalho: ARQ URB Plano de trabalho: Caros colegas, o Plano de Gestão da chapa ARQ URB é o resultado das discussões realizadas pela equipe que pretende compor a gestão de 2015 à 2017 do Conselho de Arquitetura e

Leia mais

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 DOU de 05/10/09 seção 01 nº 190 pág. 51 MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 Estabelece orientações relativas à Política de Saneamento Básico e

Leia mais

Tribunal de Contas da União. Controle Externo

Tribunal de Contas da União. Controle Externo Tribunal de Contas da União Controle Externo 1224 Controle Externo Objetivo Assegurar a efetiva e regular gestão dos recursos públicos federais em benefício da sociedade e auxiliar o Congresso Nacional

Leia mais

PROPOSTAS REGIONAIS - CEARÁ

PROPOSTAS REGIONAIS - CEARÁ PROPOSTAS REGIONAIS - CEARÁ EIXO 1 - DEMOCRATIZAÇÃO DO SISTEMA CONSELHOS E AMPLIAÇÃO DAS FORMAS DE INTERAÇÃO COM A CATEGORIA Promover a mobilização para formação e participação política da categoria. Garantir

Leia mais

NÚCLEO NÓS PODEMOS BAHIA. Plano de Ação. Articular e integrar os segmentos da sociedade e recursos para desenvolver ações que contribuam

NÚCLEO NÓS PODEMOS BAHIA. Plano de Ação. Articular e integrar os segmentos da sociedade e recursos para desenvolver ações que contribuam NÚCLEO NÓS PODEMOS BAHIA Plano de Ação A - MISSÃO Articular e integrar os segmentos da sociedade e recursos para desenvolver ações que contribuam diretamente para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento

Leia mais

ANEXO IV PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL. Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO

ANEXO IV PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL. Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL ANEXO IV Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO 1-Promoção dos Direitos de Crianças e Adolescentes Buscar apoio das esferas de governo (Federal e Estadual)

Leia mais

SIG VOLTADO PARA A FISCALIZAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL DE ARQUITETO E URBANISTA

SIG VOLTADO PARA A FISCALIZAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL DE ARQUITETO E URBANISTA www.caubr.gov.br SIG VOLTADO PARA A FISCALIZAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL DE ARQUITETO E URBANISTA Máximo Miqueles Coordenador de Geotecnologia CAU/BR São Paulo, SP 07 de maio de 2014 SISTEMA IGEO OBJETIVO

Leia mais

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS INTRODUÇÃO Com base no Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais - REHUF, destinado à reestruturação e revitalização dos hospitais das universidades federais, integrados

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS FIN 04 01 Vaga

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS FIN 04 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS FIN 04 01 Vaga 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria Financeira de conciliação das informações repassadas pelos

Leia mais

Programa de Capacitação

Programa de Capacitação Programa de Capacitação 1. Introdução As transformações dos processos de trabalho e a rapidez com que surgem novos conhecimentos e informações têm exigido uma capacitação permanente e continuada para propiciar

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

Relatório Consolidado Indicadores Quantitativos. Programa de Fortalecimento Institucional, Participação e Controle Social Barro Alto - GO

Relatório Consolidado Indicadores Quantitativos. Programa de Fortalecimento Institucional, Participação e Controle Social Barro Alto - GO Relatório Consolidado Indicadores Quantitativos Programa de Fortalecimento Institucional, Participação e Controle Social Barro Alto - GO Relatório Consolidado Programa de Fortalecimento e Barro Alto -

Leia mais

SR-3/PRODEC PROGRAMA DE ESTUDOS E DESENVOLVIMENTO DO CONSUMIDOR

SR-3/PRODEC PROGRAMA DE ESTUDOS E DESENVOLVIMENTO DO CONSUMIDOR SR-3/PRODEC PROGRAMA DE ESTUDOS E DESENVOLVIMENTO DO CONSUMIDOR MISSÃO DA UNIDADE: O PRODEC tem como objetivo promover o equilíbrio nas relações de consumo entre fornecedor e consumidor, baseado nos princípios

Leia mais

!"# $%!"!&&'"!&"!& ,+-.,/,

!# $%!!&&'!&!& ,+-.,/, 377!"# $!"!&&'"!&"!&!()&"!*+,+-.,/, 378 379 PROGRAMA: CONTROLE EXTERNO MUNICIPAL Órgão Responsável: Tribunal de Constas dos Municípios - TCM Órgão Executor: TCM Objetivo: Orientar e fiscalizar a administração

Leia mais

EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS

EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS Garantir a elaboração e implementação da política e do Plano Decenal

Leia mais

Câmara Municipal de Barueri. Conheça a Norma SA8000. Você faz parte!

Câmara Municipal de Barueri. Conheça a Norma SA8000. Você faz parte! Câmara Municipal de Barueri Conheça a Norma SA8000 Você faz parte! O que é a Norma SA 8000? A SA 8000 é uma norma internacional que visa aprimorar as condições do ambiente de trabalho e das relações da

Leia mais

XIV SIMPÓSIO NACIONAL DE AUDITORIA DE OBRAS PÚBLICAS. II Oficina Internacional

XIV SIMPÓSIO NACIONAL DE AUDITORIA DE OBRAS PÚBLICAS. II Oficina Internacional XIV SIMPÓSIO NACIONAL DE AUDITORIA DE OBRAS PÚBLICAS II Oficina Internacional Planejamento de Obras e Sustentabilidade como base para Políticas Públicas 07 a 11 de novembro de 2011 CARTA DE CUIABÁ O XIV

Leia mais

Projetos de Captação de Recursos do Ministério Público do Trabalho

Projetos de Captação de Recursos do Ministério Público do Trabalho Plano de Gestão 2015-2017 Projetos de Captação de Recursos do Ministério Público do Trabalho Superintendência de Planejamento e Gestão Outubro/2015 Introdução Os recursos oriundos de multas ou indenizações

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO CAU Exercício 2013

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO CAU Exercício 2013 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO CAU Exercício 2013 Aprovado na 11ª Reunião Plenária. Brasília/DF, 04 de outubro de 2012. CONSELHO DE ARQUITETURA E URBANISMO DO BRASIL CAU/BR SCN Quadra 01, BL. E, Ed. Central

Leia mais

Termo de Referência nº 2014.0918.00040-2. 1. Antecedentes

Termo de Referência nº 2014.0918.00040-2. 1. Antecedentes Termo de Referência nº 2014.0918.00040-2 Ref: Contratação de consultoria pessoa física para realização de um plano de sustentabilidade financeira para o Jardim Botânico do Rio de Janeiro, no âmbito da

Leia mais

Nº: 5745 terça feira, 05 de maio de 2015 COMISSÃO DIRETORA. ATO DA COMISSÃO DIRETORA N O 5, de 2015

Nº: 5745 terça feira, 05 de maio de 2015 COMISSÃO DIRETORA. ATO DA COMISSÃO DIRETORA N O 5, de 2015 30/06/2015 Boletim Administrativo Eletrônico de Pessoal Nº: 5745 terça feira, 05 de maio de 2015 COMISSÃO DIRETORA ATO DA COMISSÃO DIRETORA N O 5, de 2015 Revisa e altera os objetivos estratégicos do plano

Leia mais

AVALIAÇÃO DA POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL: ESTUDO DE CASO DA FUNDAÇÃO JOÃO PINHEIRO

AVALIAÇÃO DA POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL: ESTUDO DE CASO DA FUNDAÇÃO JOÃO PINHEIRO Colocar foto de autor AVALIAÇÃO DA POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL: ESTUDO DE CASO DA FUNDAÇÃO JOÃO PINHEIRO Autoras: Queiroz, Helena Maria Gomes Coelho, Michelle Queiroz Introdução Objetivo Geral:

Leia mais

Agenda Regional de Desenvolvimento Sustentável Eixo 4: Gestão Regional Integrada

Agenda Regional de Desenvolvimento Sustentável Eixo 4: Gestão Regional Integrada Agenda Regional de Desenvolvimento Sustentável Eixo 4: Gestão Regional Integrada 1 O Projeto Litoral Sustentável 1ª Fase (2011/2012): Diagnósticos municipais (13 municípios) Diagnóstico regional (Já integralmente

Leia mais

DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS. (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012)

DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS. (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012) DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012) Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais

I Encontro de Prefeitos e Secretários de Finanças dos Municípios do Estado da Bahia

I Encontro de Prefeitos e Secretários de Finanças dos Municípios do Estado da Bahia I Encontro de Prefeitos e Secretários de Finanças dos Municípios do Estado da Bahia A Associação Transparência Municipal ATM foi fundada em 5 de abril de 2008 DEFINIÇÃO A ASSOCIAÇÃO TRANSPARÊNCIA MUNICIPAL

Leia mais

CONSTRUÇÃO CIVIL DESAFIOS 2020 COMAT

CONSTRUÇÃO CIVIL DESAFIOS 2020 COMAT CONSTRUÇÃO CIVIL DESAFIOS 2020 COMAT Data: 22/maio/2014 MOTIVAÇÃO? ELABORAÇÃO Coleta de informações Organização das reflexões MISSÃO INTERNACIONAL Obra em Stuttgart: Industrialização do processo construtivo

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. MEMÓRIA: Reunião Preparatória do Comitê Temático de Inovação e Crédito GT Rede de Disseminação, Informação e Capacitação

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. MEMÓRIA: Reunião Preparatória do Comitê Temático de Inovação e Crédito GT Rede de Disseminação, Informação e Capacitação PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria da Micro e Pequena Empresa Fórum Permanente de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte MEMÓRIA: Reunião Preparatória do Comitê Temático de Inovação e Crédito GT Rede

Leia mais

1. Escopo ou finalidade da iniciativa

1. Escopo ou finalidade da iniciativa 1. Escopo ou finalidade da iniciativa O Poder Judiciário tem-se conscientizado, cada vez mais, de que se faz necessária uma resposta para a sociedade que exige uma prestação jurisdicional mais célere e

Leia mais

Programa 2063 - Promoção dos Direitos de Pessoas com Deficiência

Programa 2063 - Promoção dos Direitos de Pessoas com Deficiência Programa Momento do Programa: Momento LOA+Créditos Tipo de Programa: Temático Macrodesafio Fortalecer a cidadania Eixo Direitos da Cidadania e Movimentos Sociais R$ 50.000.000 Notas de usuário para Programa

Leia mais

I CONGRESSO BRASILEIRO DE EXECUÇÃO DE PENAS E MEDIDAS ALTERNATIVAS

I CONGRESSO BRASILEIRO DE EXECUÇÃO DE PENAS E MEDIDAS ALTERNATIVAS I CONGRESSO BRASILEIRO DE EXECUÇÃO DE PENAS E MEDIDAS ALTERNATIVAS CARTA DE CURITIBA Os participantes do I CONGRESSO BRASILEIRO DE EXECUÇÃO DE PENAS E MEDIDAS ALTERNATIVAS, realizado em Curitiba PR, de

Leia mais

Estado de Goiás Secretaria de Ciência e Tecnologia Superintendência de Desenvolvimento Científico e Tecnológico

Estado de Goiás Secretaria de Ciência e Tecnologia Superintendência de Desenvolvimento Científico e Tecnológico SIBRATEC Instituído por meio do Decreto 6.259, de 20 de novembro de 2007 e complementado pela Resolução do Comitê Gestor SIBRATEC nº 001, de 17 de março de 2008, para atender as demandas específicas de

Leia mais

Os serviços, objetos desse termo de referência, deverão ser desenvolvidos em 03 (três) etapas, conforme descrição a seguir:

Os serviços, objetos desse termo de referência, deverão ser desenvolvidos em 03 (três) etapas, conforme descrição a seguir: Termo de Referência 1. Objeto Contratação de empresa especializada em gestão de saúde para execução de atividades visando a reestruturação do modelo de atenção à saúde, objetivando diagnosticar novas proposituras

Leia mais

Realizar pesquisas de satisfação da comunidade frente aos serviços prestados e torná-las públicas

Realizar pesquisas de satisfação da comunidade frente aos serviços prestados e torná-las públicas PLANILHA DE OBJETIVOS E AÇÕES VIABILIZADORAS FT DE GESTÃO PÚBLICA - "A SANTA MARIA QUE QUEREMOS" Visão: Que em 2020 Santa Maria seja um município que preste Serviços de Qualidade a seus cidadãos, com base

Leia mais

CARGOS E FUNÇÕES APEAM

CARGOS E FUNÇÕES APEAM CARGOS E FUNÇÕES APEAM 1. PRESIDÊNCIA A Presidência possui por finalidades a representação oficial e legal da associação, coordenação e integração da Diretoria Executiva, e o acompanhamento, avaliação,

Leia mais

Termo de Referência para contratação de consultor na modalidade Produto

Termo de Referência para contratação de consultor na modalidade Produto TÍTULO DO PROJETO: Fortalecimento da capacidade institucional com vistas a melhoria dos processos de monitoramento e avaliação dos programas de fomento voltados para a Educação Básica e para o Ensino Superior

Leia mais

Termo de Referência nº 2014.0918.00043-7. 1. Antecedentes

Termo de Referência nº 2014.0918.00043-7. 1. Antecedentes Termo de Referência nº 2014.0918.00043-7 Ref: Contratação de consultoria pessoa física para desenvolver o Plano de Uso Público para a visitação do Jardim Botânico do Rio de Janeiro concentrando na análise

Leia mais

FRENTE PARLAMENTAR DE PREVENÇÃO, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DO CÂNCER. MINUTA DA PROPOSTA DO PLANO DE TRABALHO

FRENTE PARLAMENTAR DE PREVENÇÃO, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DO CÂNCER. MINUTA DA PROPOSTA DO PLANO DE TRABALHO FRENTE PARLAMENTAR DE PREVENÇÃO, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DO CÂNCER. MINUTA DA PROPOSTA DO PLANO DE TRABALHO A- Membros da Coordenação Geral da Frente Parlamentar de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento

Leia mais

REDE CENTRO/SUL/SUDESTE OBJETIVO GERAL: Fortalecer a atuação da Rede Centro/Sul/Sudeste na efetivação das políticas públicas

REDE CENTRO/SUL/SUDESTE OBJETIVO GERAL: Fortalecer a atuação da Rede Centro/Sul/Sudeste na efetivação das políticas públicas APRESENTAÇÃO A rede entendida como um tecido de relações e interações que se estabelece com uma finalidade, interconectando-se por meio de linhas de ação ou trabalhos em conjuntos preconiza a articulação

Leia mais

Chapa Universalizando atitudes, consolidando resultados é eleita

Chapa Universalizando atitudes, consolidando resultados é eleita BIÊNIO 2014/2016 Chapa Universalizando atitudes, consolidando resultados é eleita Associados de todo o Brasil elegeram, nos dias 5 e 6 de junho, a chapa Universalizando atitudes, consolidando resultados

Leia mais

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Banco Cooperativo Sicredi S.A. Versão: Julho/2015 Página 1 de 1 1 INTRODUÇÃO O Sicredi é um sistema de crédito cooperativo que valoriza a

Leia mais

Carta-Compromisso pela. Garantia do Direito à Educação de Qualidade. Uma convocação aos futuros governantes e parlamentares do Brasil

Carta-Compromisso pela. Garantia do Direito à Educação de Qualidade. Uma convocação aos futuros governantes e parlamentares do Brasil 1 Carta-Compromisso pela Garantia do Direito à Educação de Qualidade Uma convocação aos futuros governantes e parlamentares do Brasil Para consagrar o Estado Democrático de Direito, implantado pela Constituição

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA N.º

TERMO DE REFERÊNCIA N.º MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, ALFABETIZAÇÃO E DIVERSIDADE DIRETORIA DE EDUCAÇÃO INTEGRAL, DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA COORDENAÇÃO GERAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL TERMO DE REFERÊNCIA

Leia mais

RELATÓRIO DE ATIVIDADES

RELATÓRIO DE ATIVIDADES RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2012 Sumário 1. Apresentação 2. Projetos e ações 3. Gestão participativa 4. Comunicação institucional 5. Resultados 6. Planejamento 2013/2014 7. Agradecimentos 1. Apresentação A

Leia mais

20 Diretrizes Priorizadas pela Etapa Estadual

20 Diretrizes Priorizadas pela Etapa Estadual 20 Diretrizes Priorizadas pela Etapa Estadual Paulista da CONSOCIAL Prioridades Texto Diretriz Eixo Pontos 1 2 Regulamentação e padronização de normas técnicas para a elaboração dos Planos de Governo apresentados

Leia mais

Conheça agora o grupo de profissionais engajados e as propostas para a Renovação da Gestão do Conrerp 4ª Região

Conheça agora o grupo de profissionais engajados e as propostas para a Renovação da Gestão do Conrerp 4ª Região Conheça agora o grupo de profissionais engajados e as propostas para a Renovação da Gestão do Conrerp 4ª Região Em nossa trajetória profissional, cada um dos membros da Chapa 2, viveu as aventuras e desafio

Leia mais

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares: uma política de apoio à gestão educacional Clélia Mara Santos Coordenadora-Geral

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CENTRO DE ENSINO ATENAS MARANHENSE FACULDADE ATENAS MARANHESE DIRETORIA ACADÊMICA NÚCLEO DE ASSESSORAMENTO E DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO - NADEP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL SÃO

Leia mais

Realizar pesquisas de satisfação da comunidade frente aos serviços prestados e torná-las públicas

Realizar pesquisas de satisfação da comunidade frente aos serviços prestados e torná-las públicas PLANILHA DE OBJETIVOS E AÇÕES VIABILIZADORAS FT DE GESTÃO PÚBLICA - "A SANTA MARIA QUE QUEREMOS" Visão: Que em 2020 Santa Maria seja um município que preste Serviços de Qualidade a seus cidadãos, com base

Leia mais

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Itanhangá CNPJ: 07.209.225/0001-00 Gestão 2013/2016

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Itanhangá CNPJ: 07.209.225/0001-00 Gestão 2013/2016 LEI Nº 325/2013 Data: 04 de Novembro de 2013 SÚMULA: Dispõe sobre o Plano Municipal de Políticas Públicas Sobre Drogas, que tem por finalidade fortalecer e estruturar o COMAD como órgão legítimo para coordenar,

Leia mais

gestão das Instâncias de Governança nas regiões turísticas prioritárias do país.

gestão das Instâncias de Governança nas regiões turísticas prioritárias do país. OBJETIVO GERAL Estabelecer cooperação técnica para desenvolver e implementar ações que visem a fortalecer o ciclo da gestão das Instâncias de Governança nas regiões turísticas prioritárias do país. IMPORTANTE:

Leia mais

Prefeitura Municipal de Botucatu

Prefeitura Municipal de Botucatu I- Identificação: Projeto Empresa Solidária II- Apresentação : O Fundo Social de Solidariedade é um organismo da administração municipal, ligado ao gabinete do prefeito, que atua em diversos segmentos

Leia mais

ONG BRASI O DIÁLOGO ABRE CAMINHOS PARA O DESENVOLVIMENTO. Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil

ONG BRASI O DIÁLOGO ABRE CAMINHOS PARA O DESENVOLVIMENTO. Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil ONG BRASI 2012 O DIÁLOGO ABRE CAMINHOS PARA O DESENVOLVIMENTO Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil Dezembro de 2013 3 EXPEDIENTE Presidenta

Leia mais

A EXPERIÊNCIA DO TRT DA 10ª REGIÃO NA IMPLANTAÇÃO DA GESTÃO ESTRATÉGICA

A EXPERIÊNCIA DO TRT DA 10ª REGIÃO NA IMPLANTAÇÃO DA GESTÃO ESTRATÉGICA A EXPERIÊNCIA DO TRT DA 10ª REGIÃO NA IMPLANTAÇÃO DA GESTÃO ESTRATÉGICA Fabiana Alves de Souza dos Santos Diretora de Gestão Estratégica do TRT 10 1/29 O TRT da 10ª Região Criado em 1982 32 Varas do Trabalho

Leia mais

3.1 Planejar, organizar logística e tecnicamente das Oficinas temáticas de formação da Agentes de Prevenção e seus parceiros locais.

3.1 Planejar, organizar logística e tecnicamente das Oficinas temáticas de formação da Agentes de Prevenção e seus parceiros locais. EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 10/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 10/2012 TIPO: MELHOR TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita

Leia mais

CICLO DE INOVAÇÃO NA GESTÃO PÚBLICA 14/07/2014. Infrahosp

CICLO DE INOVAÇÃO NA GESTÃO PÚBLICA 14/07/2014. Infrahosp Infrahosp Julho 2014 1 Sumário Categoria:... 3 Temática... 3 Ementa... 3 Ideia... 4 Infrahosp... 4 Nome do Pré-Projeto:... 4 Órgão executor:... 4 Início / Término da implementação:... 4 Público-alvo:...

Leia mais

RESUMO DOS PROGRAMAS POR TIPO

RESUMO DOS PROGRAMAS POR TIPO Tipo: 1 - Finalístico Programa: 5140 - ESPAÇO ABERTO Objetivo: PROMOVER A INTEGRAÇÃO ENTRE O PODER PÚBLICO MUNICIPAL E OS MUNÍCIPES EM CONJUNTO COM OS DEMAIS ORGÃOS QUE COMPÕE A ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL.

Leia mais

Planejamento Estratégico Sistema OCB/MS 2 0 1 5-2 0 2 0

Planejamento Estratégico Sistema OCB/MS 2 0 1 5-2 0 2 0 Planejamento Estratégico Sistema OCB/MS 2 0 1 5-2 0 2 0 Planejamento Estratégico Sistema OCB/MS 2 0 1 5-2 0 2 0 Índice Mapa Estratégico OCB/MS 2015-2020 Visão do Cooperativismo Missão da OCB/MS Valores

Leia mais

ANEXO I PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014-2020

ANEXO I PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014-2020 ANEXO I PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014-2020 1 Missão 2 Exercer o controle externo da administração pública municipal, contribuindo para o seu aperfeiçoamento, em benefício da sociedade. Visão Ser reconhecida

Leia mais

Assistência Técnica e Extensão Rural

Assistência Técnica e Extensão Rural Assistência Técnica e Extensão Rural A EXTENSÃO RURAL CONTEMPORÂNEA DA CEPLAC Concepção, Estrutura e Projetos Sergio Murilo Correia Menezes Ceplac / Cenex Base - Fundamentos ANATER Agenda Estratégica da

Leia mais

Escola de Políticas Públicas

Escola de Políticas Públicas Escola de Políticas Públicas Política pública na prática A construção de políticas públicas tem desafios em todas as suas etapas. Para resolver essas situações do dia a dia, é necessário ter conhecimentos

Leia mais

UNICEF BRASIL Edital de Seleção de Consultor: RH/2014/013

UNICEF BRASIL Edital de Seleção de Consultor: RH/2014/013 UNICEF BRASIL Edital de Seleção de Consultor: RH/2014/013 O UNICEF, Fundo das Nações Unidas para a Infância, a Organização mundial pioneira na defesa dos direitos das crianças e adolescentes, convida profissionais

Leia mais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais Especialização em Gestão Estratégica de Apresentação CAMPUS COMÉRCIO Inscrições Abertas Turma 02 --> Início Confirmado: 07/06/2013 últimas vagas até o dia: 05/07/2013 O curso de Especialização em Gestão

Leia mais

Grupo A (Temas discutidos) - Como atrair a Comunidade para as propostas do Conselho da Comunidade?

Grupo A (Temas discutidos) - Como atrair a Comunidade para as propostas do Conselho da Comunidade? CONCLUSÕES DO I ENCONTRO DE CONSELHOS DA COMUNIDADE DA REGIÃO SUL DO BRASIL E DO III SEMINÁRIO DO PROJETO TRABALHO PARA A VIDA DA CORREGEDORIA-GERAL DA JUSTIÇA DO RS, REALIZADO EM PORTO ALEGRE, EM 18 DE

Leia mais

Oficina. com garantias de diárias, equipamentos, transporte, capacitação, RH entre outros, para o correto funcionamento dos conselhos.

Oficina. com garantias de diárias, equipamentos, transporte, capacitação, RH entre outros, para o correto funcionamento dos conselhos. Oficina Gestão do SUAS e o Controle Social Ementa: Orientar a reorganização dos órgãos gestores no tocante a legislação, com garantias de diárias, equipamentos, transporte, capacitação, RH entre outros,

Leia mais

DIREITO EMPRESARIAL. BERNARDO Advocacia e Consultoria Jurídica MARÍTIMO TELECOMUNICAÇÕES TRIBUTÁRIO DIREITO ELETRÔNICO PREVIDÊNCIA E TRABALHO

DIREITO EMPRESARIAL. BERNARDO Advocacia e Consultoria Jurídica MARÍTIMO TELECOMUNICAÇÕES TRIBUTÁRIO DIREITO ELETRÔNICO PREVIDÊNCIA E TRABALHO BERNARDO Advocacia e Consultoria Jurídica escritório de advocacia devidamente estabelecido há cerca de 6 anos, na comarca de São Vicente, Estado de São Paulo, atuante nas regiões da Baixada Santista, Litoral

Leia mais

PRS - Programa de Responsabilidade Social do Crea-RS

PRS - Programa de Responsabilidade Social do Crea-RS PRS - Programa de Responsabilidade Social do Crea-RS Gestão de Administração e Finanças Gerência de Desenvolvimento Humano e Responsabilidade Social Junho/2014 Desenvolvimento Sustentável Social Econômico

Leia mais

A Lei 13.019/2014 O ponto de vista das organizações. Porto Velho, 02.12.2015

A Lei 13.019/2014 O ponto de vista das organizações. Porto Velho, 02.12.2015 A Lei 13.019/2014 O ponto de vista das organizações. Porto Velho, 02.12.2015 INTRODUÇÃO As organizações do Terceiro Setor vêm recebendo grande destaque nas políticas públicas. A autora Monica Bose realizou

Leia mais

INSTITUTO DE ARQUITETOS DO BRASIL RESOLUÇÃO. 147º COSU MIGUEL PEREIRA Campo Grande - MS. 21 A 24 de Janeiro de 2014. RESOLUÇÃO nº 01 /147º COSU

INSTITUTO DE ARQUITETOS DO BRASIL RESOLUÇÃO. 147º COSU MIGUEL PEREIRA Campo Grande - MS. 21 A 24 de Janeiro de 2014. RESOLUÇÃO nº 01 /147º COSU nº 01 /147º COSU Interessado: IAB/DN e IAB-RJ Proponente: Grupo de Trabalho UIA2020Rio do 147º Conselho Superior do IAB Ementa: Organização do Congresso Mundial de Arquitetos UIA2020Rio Considerando: 1.

Leia mais

SALA TEMÁTICA: EDUCAÇÃO SUPERIOR

SALA TEMÁTICA: EDUCAÇÃO SUPERIOR SALA TEMÁTICA: EDUCAÇÃO SUPERIOR Metas PNE - Meta 12 Elevar a taxa bruta de matrícula na Educação Superior para 50% (cinquenta por cento) e a taxa líquida para 33% (trinta e três por cento) da população

Leia mais

Cartilha para Conselhos. Municipais de Educação

Cartilha para Conselhos. Municipais de Educação Cartilha para Conselhos Municipais de Educação Sistemas de ensino são o conjunto de campos de competências e atribuições voltadas para o desenvolvimento da educação escolar que se materializam em instituições,

Leia mais

CidadesDigitais. A construção de um ecossistema de cooperação e inovação

CidadesDigitais. A construção de um ecossistema de cooperação e inovação CidadesDigitais A construção de um ecossistema de cooperação e inovação CidadesDigitais PRINCÍPIOs 1. A inclusão digital deve proporcionar o exercício da cidadania, abrindo possibilidades de promoção cultural,

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO PROGRAMAÇÃO DO EVENTO Dia 08/08 // 09h00 12h00 PLENÁRIA Nova economia: includente, verde e responsável Nesta plenária faremos uma ampla abordagem dos temas que serão discutidos ao longo de toda a conferência.

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA 1. Número e Título do Projeto: OEI BRA09/004 - Aprimoramento da sistemática de gestão do Ministério da Educação

Leia mais