Estatísticas do Registro Civil Data 17 / 12 / 2012

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1 Estatísticas do Registro Civil 2011 Data 17 / 12 / 2012

2 Em 2011, o total de registros foi 2,0% maior que em 2010, indicando a melhoria da cobertura do registro civil de nascimento no País. Houve acréscimo em todas as Grandes Regiões. Em números absolutos, o total de registros extemporâneos reduziu de , em 2001, para , em Maranhão, Amazonas e Piauí tiveram significativa mudança no perfil dos registros, deixando de ter maioria de registros extemporâneos no ano. No Mato Grosso do Sul e em Rondônia os percentuais de 2011 foram mais elevados em função dos mutirões de registro da população indígena. Norte e Nordeste foram as Regiões onde, proporcionalmente, mais se postergou os registros de nascimentos.

3 Brasil Rondõnia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Minas Gerais Espírio Santo Rio de Janeiro São Paulo Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Mao Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal Gráfico 1 - Proporções de registros extemporâneos de nascimentos, segundo as Unidades da Federação de residência da mãe, 2001/ ,0 70,0 65,0 60,0 55,0 50,0 45,0 40,0 35,0 30,0 25,0 20,0 15,0 10,0 5,0 0, Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estatísticas do Registro Civil 2001/2011.

4 IBGE, DPE/DGC Percentual de registros extemporâneos de nascimento por município de residência da mãe, 2011

5 IBGE, DPE/DGC Percentual de registros de nascimento realizados no prazo de até 90 dias, por município de residência da mãe, 2011.

6 35,0 Proporção de registros de nascimentos por grupos de idade da mãe - Brasil, 2001/ ,0 25,0 20,0 15,0 10,0 5,0 0,0 Menos de a a a a a a a ou mais Idade ignorada

7 Tabela 2 - Proporção de registros de nascimentos do ano, por grupos de idade da mãe, segundo as Unidades da Federação de residência da mãe selecionadas Unidades da Federação de residência da mãe Menos de 15 Proporção de registros de nascimentos do ano, por grupos de idade da mãe (%) 15 a a a a a a a ou mais Idade ignorad a Brasil 0,8 17,7 26,7 25,1 18,3 8,7 2,1 0,1 0,0 0,6 Pará 1,1 24,0 32,3 22,5 12,0 5,0 1,3 0,1 0,0 1,6 Tocantins 1,1 22,0 30,6 24,6 14,3 5,5 1,2 0,1 0,0 0,5 Maranhão 1,0 22,9 33,8 23,8 12,2 4,8 1,2 0,1 0,0 0,2 Alagoas 1,3 22,9 29,5 23,5 14,2 6,3 1,7 0,2 0,0 0,4 São Paulo 0,5 14,1 24,5 26,0 21,3 10,8 2,6 0,1 0,0 0,0 Santa Catarina 0,6 15,2 24,9 26,1 19,9 9,6 2,3 0,1 0,0 1,2 Rio Grande do Sul 0,6 15,2 23,5 25,3 20,8 11,2 3,0 0,2 0,0 0,2 Distrito Federal 0,5 12,8 22,7 25,9 23,0 11,5 2,8 0,1 0,0 0,6 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estatísticas do Registro Civil 2011.

8 Tabela 3 - Proporção de registros de nascimentos do ano e extemporâneos por local de ocorrência e Unidades da Federação de residência da mãe selecionados Unidades da Federação de residência da mãe Proporção de registros de nascimentos, por local de ocorrência (%) Hospital Estabelecimento de saúde sem internação Domicílio Do ano Extemporâneos Do ano Extemporâneos Do ano Extemporâneos Brasil 97,8 66,1 1,0 1,4 1,0 26,1 Rondônia 97,1 79,1 2,0 0,9 0,4 10,5 Acre 88,6 60,3 1,2 0,8 7,8 35,6 Amazonas 88,8 46,4 4,0 2,1 6,8 47,9 Roraima 96,2 69,0 0,3 0,4 3,3 30,4 Pará 92,4 56,0 2,1 1,7 5,1 38,2 Amapá 94,1 71,2 1,2 1,1 3,5 22,4 Tocantins 97,9 80,1 0,7 1,1 1,2 17,1 Maranhão 94,3 68,8 1,8 1,9 3,7 28,2 Piauí 97,3 87,1 1,6 1,7 1,0 10,5 Rio Grande do Norte 97,2 84,6 2,4 2,4 0,2 9,3 Paraíba 94,3 84,0 5,0 4,0 0,4 10,0 Alagoas 97,9 75,5 1,0 1,0 1,1 22,4 Sergipe 96,3 85,3 2,4 2,8 0,4 9,7 Minas Gerais 99,3 71,5 0,3 0,7 0,4 22,9 Mato Grosso do Sul 97,6 19,8 0,3 0,5 1,8 32,0 Mato Grosso 98,0 60,6 0,4 0,6 0,9 24,3 Distrito Federal 99,2 92,3 0,0 0,3 0,3 3,8 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estatísticas do Registro Civil 2011.

9 No Maranhão e no Pará as proporções de nascimentos cujas mães tinham menos de 24 de idade foram, respectivamente, 57,7% e 57,4%. Em São Paulo e no Distrito Federal, observando o mesmo recorte etário, os percentuais foram de 39,2% e 36,0%. Elevou-se o total de nascimentos cujas mães tinham idade superior a 30. Em São Paulo, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal, uma a cada 10 crianças nascidas em 2011 tinham mães com idade entre 35 e 39. No Pará, uma a cada quatro crianças nascidas em 2011 tinham mães com menos de 20. Os resultados por local de ocorrência do nascimentos mostram que parte importante dos registros extemporâneos ocorreu em domicílios. Além disso, sabese através do Censo Demográfico 2010 que os menores percentuais de registro foram observados entre os que se declararam indígenas, os de menores rendas e os residentes em áreas rurais. Dentre os municípios mais populosos, Jaboatão dos Guararapes (70,6%), Contagem e Nova Iguaçu foram aqueles com maiores proporções de mulheres residentes que tiveram seus filhos em outros municípios.

10 Gráfico 4 - Estimativa de sub-registro de óbitos, segundo as Grandes Regiões de residência do falecido / ,7 30,0 27,9 30, ,6 20,6 16,3 16,0 11,8 10,1 6,2 2,0 0,7 3,4 3,9 Brasil Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste -1,6-0,1-4,6 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estatísticas do Registro Civil 2001/2011; e Projeto UNFPA/BRASIL(BRA/02/PO2), População e Desenvolvimento, Projeções preliminares.

11 Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Gráfico 5 - Estimativa de sub-registro de óbitos, segundo as Unidades da Federação das Regiões Norte e Nordeste ,1 44,3 19,1 8,9 17,4 21,4 30,6 19,6 25,6 15,3 20,2 13,8 13,7 27,6 13,9 18,1 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estatísticas do Registro Civil 2011; e Projeto UNFPA/BRASIL(BRA/02/PO2), População e Desenvolvimento, Projeções preliminares.

12 Tabela 6 - Total de óbitos por residência do falecido ocorridos no ano por sexo, participação relativa e razão de sexo dos óbitos, segundo os grupos de idade do falecido - Brasil Grupos Razão de Óbitos Participação relativa (%) de sexo dos Idade Total Homens Mulheres Homens Mulheres óbitos Total (1) ,0 43,0 132,3 Menos de 1 ano ,9 44,1 126,5 1 a ,6 44,4 125,2 5 a ,0 43,0 132,7 10 a ,6 38,4 160,6 15 a ,0 21,0 376,1 20 a ,7 18,3 446,0 25 a ,8 22,2 350,8 30 a ,1 25,9 286,7 35 a ,2 29,8 235,5 40 a ,0 33,0 202,9 45 a ,9 35,1 184,5 50 a ,8 36,2 176,1 55 a ,6 37,4 167,2 60 a ,0 39,0 156,3 65 a ,5 41,5 140,9 70 a ,4 43,6 129,4 75 a ,6 47,4 110,8 80 a ,8 52,2 91,8 85 a ,5 56,5 77,0 90 a ,1 61,9 61,5 95 a ,6 64,4 55,3 100 ou mais ,1 69,9 43,1 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estatísticas do Registro Civil 2011 (1) Exclusive óbito com idade ignorada.

13 Gráfico 6 - Proporção de óbitos violentos de pessoas de 15 a 24, por sexo, segundo as Unidades da Federação de residência do falecido, ,8 69,3 37,8 61,1 38,5 71,3 37,8 68,9 33,1 69,9 34,2 65,0 34,4 66,4 31,0 66,2 23,4 61,0 43,6 74,3 32,8 64,9 25,5 62,5 29,3 68,4 33,6 75,4 28,6 67,9 31,5 65,1 37,0 71,7 33,6 68,9 19,3 30,9 28,6 49,9 31,0 58,8 24,6 56,8 26,3 61,3 24,1 30,1 11,2 28,7 21,7 42,2 31,8 43,8 30,5 63,7 Brasil Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Homens Amapá Tocantins Maranhão Piauí Mulheres Ceará Rio Grande do Norte Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estatísticas do Registro Civil 2011 Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal

14 Tabela 8 - Proporção de registros de óbitos por local de ocorrência, segundo a natureza - Brasil 2011 Local de ocorrência do óbito Natureza do Óbito Hospital Outros estabelecimentos de saúde Domicílio Via pública Outros Ignorado Total 68,1 3,4 20,6 5,0 2,4 0,4 Natural 72,2 3,5 21,0 1,5 1,5 0,3 Violenta 35,3 2,6 13,7 37,0 10,4 1,0 Ignorada 38,5 5,4 41,6 5,7 7,2 1,6 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais.Estatísticas do Registro Civil 2011.

15 Tabela 5 - Decomposição dos óbitos de menores de 1 ano, segundo as Unidades da Federação Unidades da Federação de residência do Decomposição dos óbitos de menores de 1 ano falecido Neonatal precoce Neonatal tardia Pós-neonatal Brasil 51,8 16,5 31,7 Rondônia 50,6 16,3 33,1 Acre 52,9 10,6 36,6 Amazonas 39,0 20,7 40,3 Roraima 55,9 15,1 29,0 Pará 54,0 16,6 29,5 Amapá 53,2 22,2 24,6 Tocantins 41,1 13,5 45,5 Maranhão 54,9 13,9 31,2 Piauí 47,8 16,4 35,8 Ceará 52,1 13,6 34,3 Rio Grande do Norte 54,8 12,1 33,2 Paraíba 52,6 18,8 28,5 Pernambuco 49,9 15,6 34,5 Alagoas 45,8 18,1 36,1 Sergipe 46,2 16,5 37,3 Bahia 56,3 14,5 29,3 Minas Gerais 55,5 17,4 27,1 Espírito Santo 52,8 20,2 26,9 Rio de Janeiro 49,6 13,7 36,7 São Paulo 49,1 18,9 32,0 Paraná 52,7 18,8 28,6 Santa Catarina 51,1 17,5 31,5 Rio Grande do Sul 47,8 19,9 32,4 Mato Grosso do Sul 56,2 15,7 28,1 Mato Grosso 48,0 18,9 33,1 Goiás 51,3 18,9 29,8 Distrito Federal 51,6 20,9 27,5 Fonte: IBGE, DPE, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estatísticas do Registro Civil 2011.

16 5,8 5,7 Gráfico 7 - Taxas de nupcialidade legal - Brasil ,9 6,6 6,7 6,6 6,2 6,3 5,8 6,7 7, Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisa, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estatísticas do Registro Civil ; Projeção da População por Idade e Sexo para o Período Revisão 2008; Censo Demográfico 2010; e Estimativas da Po

17 Em 2011, o crescimento no total de casamentos elevou a taxa de nupcialidade legal por 7 por mil habitantes de 15 ou mais de idade. Foi a maior taxa observada nos últimos 10, porém bastante inferior a que era observada até meados da década de 1980, que era de 11,3. O crescimento recente é atribuído à ampliação do acesso aos serviços de justiça, à procura dos casais por formalizarem suas uniões consensuais, incentivados pelo código civil, renovado em 2002, pelas ofertas de casamentos coletivos promovidos desde então e aos recasamentos. Estes últimos são cada vez mais frequentes na sociedade brasileira no conjunto de mudanças nos arranjos conjugais e familiares existente no Brasil.

18 Gráfico 9 - Taxas de nupcialidade legal, por grupos de idades das mulheres, Brasil 2001/ ,8 30,5 29,2 29,1 26, ,1 17,3 16,8 21,3 19,8 15, ,9 10,9 7,6 8,4 0,8 0,7 0,6 1,8 1,5 1,1 2,6 2,1 1,6 3,8 2,8 2,1 5,3 3,6 2,7 5,1 3,5 5, ou mais Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estatísticas do Registro Civil 2001/2011; Projeção da População por Idade e Sexo para o Período Revisão 2008; Estimativas da População residente nos municíp

19 Gráfico 10 - Taxas de nupcialidade legal, por grupos de idades dos homens, Brasil 2001/ ,2 32,4 29,3 30,0 25,1 26,0 24, , ,6 3,9 4,2 16,1 8,4 15,4 12,0 10,1 7,5 5,0 7,4 5,3 3,6 5,9 4,3 3,0 5,2 4,0 2,8 4,6 3,7 2, ,5 3,5 2, ou mais Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estatísticas do Registro Civil 2001/2011. Projeção da População por Idade e Sexo para o Período Revisão 2008; e Estimativas da População residente nos munic

20 Gráfico 12 - Proporção de casamentos por estados civis selecionados dos cônjuges Brasil ,0 3,4 2,7 2,9 2,9 2,8 2,9 3,0 3,0 3,0 3,0 5,3 5,6 5,8 2,5 6,0 6,2 6,5 7,1 7,4 7,6 7,8 2,7 2,8 3,0 8,7 3,1 3,3 3,7 1,5 1,7 1,8 1,9 4,0 4,2 2,0 2,2 4,5 2,5 4,9 2,7 2,8 3,0 3,7 87,7 86,6 86,9 86,3 85,7 85,1 83,9 83,0 82,4 81,7 79, Solteiros Divorciados Solteiro e Divorciada Solteira e Divorciado Outros Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estatísticas do Registro Civil

21 Em 2011, a idade mediana dos homens na data do casamento foi de 28 e das mulheres, 26. A diferença em relação ao ano de 2001 é de dois a mais, no caso dos homens e de três, no das mulheres. É crescente a proporção de casamentos em que um dos cônjuges é divorciado, sendo a composição em que o homem é divorciado e a mulher solteira superior aquela que o estado civil dos cônjuges é o contrário desta. Também é crescente a proporção de casamentos cujas mulheres têm idades superiores a dos homens.

22 Gráfico 13 - Taxa geral de divórcios - Brasil, ,6 1,8 0,8 1,0 1,0 1,0 1,1 1,1 1,1 1,0 1,1 1,1 1,2 1,2 1,2 1,2 1,2 1,1 1,3 1,4 1,4 1,5 1,4 0,5 0,5 0,4 0,4 0,4 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais. Estatísticas do Registro Civil ; Projeção da População por Idade e Sexo para o Período Revisão 2008; Censo Demográfico 2010; Estimativas da Populaç

23 0,0 0,4 1,4 0,9 2,4 3,1 2,7 4,0 4,6 4,7 5,3 5,9 6,0 7,2 7,3 7,9 7,2 7,8 6,9 6,5 7,2 7,9 Gráfico 14 - Taxa geral de divórcios, segundo os grupos de idade dos homens e das mulheres - Brasil Homens Mulheres Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estatísticas do Registro Civil 2011; e Estimativas da População residente nos municípios brasileiros em 1º de julho de 2011.

24 O crescimento do total de divórcios ocorrido em 2011 elevou a taxa de divórcios ao maior patamar já observado. As alterações legais ocorridas em 2010, as quais suprimiram os prazos e a necessidade da separação judicial, levaram a conversão de vários processos, bem como agilizaram as tramitações. A taxa de divórcios cresceu em todas as Unidades da Federação. O tempo médio entre o casamento e o divórcios reduziu em 2011, em função da supressão dos prazos, o que levou significativamente a proporção de divórcios de cônjuges com até 4 de casamento. Cresceu o percentual de divórcios cuja guarda dos filhos menores é compartilhada. Todavia, majoritariamente a responsabilidade da guarda tem sido da mulher. A idade média do homem ao se divorciar é de 42. E a da mulher, 39.

25 Gráfico 17 - Proporção de divórcio, segundo o tipo de família - Brasil / , ,2 38,8 37, ,8 31,0 22,0 19, ,5 6,0 8,1 8,3 Sem filhos Somente com filhos maiores de idade Somente com filhos menores de idade Com filhos maiores e menores de idade Fonte:IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estatísticas do Registro Civil 2001/2011.

26 Gráfico 18 - Proporção de divórcios judiciais sem recursos, segundo os responsáveis pela guarda dos filhos menores - Brasil / ,6 89,2 89, ,5 0,4 0,7 1,1 1,2 1,3 5,4 3,0 2,7 5,3 6,1 5,7 Homem Mulher Ambos Outro Sem declaração Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Estatísticas do Registro Civil 2001/2011.

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