P R O G R A M A D E C A P A C I T A Ç Ã O P R O F I S S I O N A L G T S T E L E C O M. Uma escolha inteligente!

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2 O Programa de Capacitação Profissional GTS Telecom (GCP) visa qualificar profissionais do mercado TI, apresentando-lhes os elementos conceituais e práticos necessários para atuarem no mercado de forma segura e com profundidade, apresentando, projetando e instalando uma solução completa de TI para pequena, média e grande rede. Indo desde a rede cabeada, à moderna tecnologia Wireless, Voip e ainda Vigiliância IP, tornando-os aptos para a implantação de redes convergentes que englobem todas estas tecnologias. Capacitando estes profissionais para os desafios tecnológicos de um mundo digital e globalizado onde, para que as empresas se façam competitivas, demandam o máximo da tecnologia, sua maior aliada no crescimento. A GTS provê quatro certificações técnicas por linha de tecnologia, obtidas conforme treinamento e aprovação em exames teóricos e práticos.

3 C A PA C I TA Ç Ã O V O I P Este curso tem como objetivo apresentar os elementos conceituais e práticos necessários para o profissional atuar na área de Voz sobre IP. D A D O S D E M E R C A D O A tecnologia de voz sobre IP (VoIP) está se tornando cada vez mais popular conforme a tecnologia amadurece e as companhias descobrem as vantagens de ter uma rede convergente para as aplicações de dados e voz. Ao mesmo tempo, as redes locais sem fio (WLANs) estão sendo adotadas para implementação do conceito "em qualquer lugar e a qualquer momento", em vários lugares onde as pessoas passam boa parte de seu tempo, como escritórios, aeroportos e cafeterias. Fonte: RTI - Redes, Telecom e Instalações O Brasil está em 5º lugar em número total de telefones. Usuários domiciliares de Internet no Brasil em Sergundo o PNAD 2003 (IBGE) 11,4% dos domicílios brasileiros tinham um computador com acesso à Internet em Este percentual correspondia a um total de 7 milhões de domicílios ou 19,3 milhões de pessoas. Segundo a UIT em 2003 o Brasil era o 11º em número de usuários de Internet, 5º em número de hosts (servidores) e o 10º em número de PCs no mundo. Já temos mais de vinte operadoras espelho que se utilizam da tecnologia VoIP para prestar serviço, onde o equipamento (gateway VoIP) fica no escritório ou residência dos assinantes. População do Brasil Telefones fixos em operação milhões Celulares em operação ,61 milhões Usuários de Internet residenciais ,9 milhões Conexões de banda larga ,26 milhões

4 V O I P P R O G R A M A 1. Introdução 1.1. Histórico das Telecomunicações Como tudo começou Popularização do telefone Evolução das comunicações no mundo Processo de Convergência 1.2. Telefonia Convencional Como funciona PABX DTMF Sinalização nas Centrais 1.3. Telefonia IP Como tudo começou Como funciona Tecnologias atuais Regulamentação Atual Operadoras VoIP O futuro da Telefonia IP 2. Conceitos de Rede Local e Internet 2.1. Como Funciona a Internet 2.2. Topologia de Redes (LAN / WAN) 2.3. Equipamentos Modens Hubs Switchs Roteadores 2.4. ADSL 2.5. Wireless 2.6. Modelo OSI 2.7. Packet 2.8. TCP/IP 2.9. DNS DHCP FTP ICMP DDNS Roteador / NAT Filtros de Pacotes Firewall Virtual Server VPN 4. Planejamento e Implementação 4.1. Pré-requisitos 4.2. Pontos Críticos 4.3. Cálculo de Link 4.4. Análise de Link 4.5. Testes / Relatórios de viabilidade técnica 4.6. Testes em condições adversas 5. Instalação, Configuração e Debug 5.1. Apresentação do Equipamento 5.2. Passos para a configuração General Settings Configuração Wan Configuração Lan Configurações Telephone Utilizando IVR Sip Proxy Controle de Banda e Prioridade Configurações avançadas Plano de Discagem Idioma Status da Rede Ajuste de Tronco / FXS Segurança Ajustes de Sistema Ajustes de Firewall 5.3. Estratégia de Instalação 5.4. Estratégia de Debug Depoimento O VoIP não é uma tecnologia nova, foi criada há mais de 15 anos para a transferência de imagens e sons pela Internet. Essa tecnologia se popularizou quando a Microsoft incluiu o Netmeeting ao seu Windows 95 e a partir daí, o mundo, mas principalmente o Brasil, descobriu a possibilidade de falar pela Internet. No início essa tecnologia ficou restrita a poucos conhecedores e o tamanho da banda utilizada pelos modems era pequena deixando muito a desejar, se comparado com um telefone comum. Porém, a partir da implantação da banda larga em nosso país, o VoIP começou a se popularizar. A princípio os olhares dos possíveis usuários eram cheios de desconfiança, mas aos poucos o valor das contas de telefone foram estimulando-os para a maior utilização dessa tecnologia. E eu diría que com a melhora da qualidade da banda larga e com equipamentos mais modernos a coisa realmente "pegou fogo" nos últimos dois anos. Hoje a desconfiança se desfaz muito rapidamente e cada vez mais as empresas estão aderindo a essa tecnologia como forma de redução de custos e não apenas como modismo. A economia em telecomunicações após a implantação do VoIP é de, pelo menos 25%, podendo ultrapassar a 70% para uso entre filiais e parceiros. Luís Alberto Imbriani Engenheiro Eletrônico e Administrador de Empresas, 30 anos ligado à àrea de informática com especialização em redes Wireless e os últimos 5 anos dedicados a soluções VoIP. 3. VoIP 3.1. Conceitos de Áudio Amostragem Quantização Modulação 3.2. Protocolos Sinalização (H.323 / SIP) Controle de Gateway (MGCP / MEGACO) Mídia (RTP / RTCP) 3.3. Codecs 3.4. Controle de Banda e Prioridade (QoS) 3.5. Portas de Comunicação (FXS / FXO) 3.6. Interligação das Portas 3.7. Segurança

5 C A PA C I TA Ç Ã O W I R E L E S S O objetivo deste curso é capacitar o profissional a implantar e dar manutenção, com segurança, a um sistema de rede sem fio, fazendo-o operar em sua melhor performance. Serão abordados os padrões tecnológicos para equipamentos in door e out door. D A D O S D E M E R C A D O Conforme o estudo Brazil Wireless LAN 2003, da IDC Brasil, as vendas de equipamentos de redes locais sem fio (WLAN) somaram R$ 23 milhões em E até 2007, a expectativa é de que o segmento movimente R$ 61 milhões no país. Soluções de VoIP também ganharão adeptos, já que viabilizam redução de custos com atividades de marketing de relacionamento com clientes e garantem mais segurança na transmissão dos dados. Na previsão do Gartner, tecnologias convergentes vão gerar US$ 5 bilhões na América Latina, até 2007, sendo que o país responderá por quase metade deste montante. Fonte: CRN Brasil A tecnologia Wireless LAN vem se desenvolvendo rapidamente - hoje existem soluções disponíveis no mercado com velocidades de transmissão de dados bem próximas das redes cabeadas. Nessa mesma proporção, aumenta a demanda por equipamentos sem fio nos segmentos corporativo e residencial e em ambientes públicos, como restaurantes, aeroportos, bares, hotéis e avenidas de grandes cidades. Segundo o instituto de pesquisa inglês Infonetics Research, mais de 84 milhões de unidades de hardware Wi-Fi devem ser vendidas até 2007 em todo o mundo. A previsão é de que o faturamento alcance a marca de US$3,7 bilhões, no mesmo período. Fonte: RTI - Redes, Telecom e instalações A Intel é hoje uma das principais incentivadoras do Wi-Fi, para o qual destinou recursos da ordem de US$ 150 milhões para disseminar o uso da tecnologia no mundo, além de participar ativamente do consórcio WiMax com o intuito de estimular a padronização e, conseqüentemente, a redução dos custos de implementação. No ano passado foram implantados no mundo 100 mil hotspots. No Brasil não foi feito nenhum levantamento oficial, mas a estimativa é de que exista algo em torno de 2 mil hotspots, entre instalações públicas e privadas. Uma outra pesquisa realizada pelo Yankee Group no ano passado revelou que 23% das 518 empresas brasileiras de médio e grande portes consultadas (com mais de cem funcionários) dispunham de uma solução wireless LAN, enquanto 13% delas se mostram propensas a implantar algo do tipo até o fim de 2004 e 6%, em um ou dois anos. Fonte: CDC Brasil

6 W I R E L E S S P R O G R A M A 1. Introdução 1.1. Histórico das comunicações sem fio 1.2. Diferença entre a rede cabeada e a rede sem fio 1.3. Aplicações da comunicação sem fio 1.4. Provedores Wireless 1.5. Regulamentação Atual 1.6. O futuro das Comunicações sem fio 2. Conceitos de Rede Local e Internet 2.1. Como Funciona a Internet (breve histórico) 2.2. Topologia de Redes 2.3. Equipamentos 2.4. ADSL 2.5. Modelo OSI 2.6. Packet 2.7. TCP/IP 2.8. Roteador / NAT (desordem de pacotes) 2.9. DHCP DNS FTP ICMP DDNS (dyndns.org) Filtros de Pacotes Firewall Virtual Server VPN 3. Radiofreqüência 3.1. Forma e comprimento de Onda (Anatomia) 3.2. Espectro Eletromagnético 3.3. Banda ISM 3.4. Sistema de Comunicação e Modulação de Sinal 3.5. Fases para Transmissão 3.6. Irradiadores Isotrópico e Intencional 3.7. Potência eirp 3.8. Freqüências de Operação (2.4 e 5.8 GHz) 4. Tecnologias de RF 4.1. Spread Spectrum 4.2. Limites de Potência 4.3. FHSS 4.4. DSSS 4.5. OFDM 5. Padrões Wireless LAN b a (802.11d, e, f) g BlueTooth WiMax 6. Antenas 6.1. Conceitos básicos 6.2. Visada 6.3. Altura 6.4. Obstruções 6.5. Tipos de Antenas 6.6. Perda de Sinal 6.7. Acessórios 6.8. Cabos 6.9. Instalação Alinhamento Testes 7. Segurança 7.1. Autenticação 7.2. WEP 7.3. WPA 7.4. Filtro de endereço MAC 7.5. Filtro de protocolo 7.6. VPN 7.7. Firewall DMZ 7.8. Outros aspectos de segurança 8. Site Survey 8.1. Definição 8.2. Fontes de interferência 8.3. Atenuação por obstáculos 8.4. Equipamentos 8.5. Procedimento prático 9. Planejamento e Implantação 9.1. Topologias wireless 9.2. Encontrando uma rede wireless 9.3. Divisão de banda Load balance 9.4. Projeto Físico 9.5. Qualidade da rede 9.6. Utilização das antenas 9.7. Torres 9.8. Proteção contra surtos 9.9. Problemas mais comuns Repetidora Amplificadores internos e externos Bridge 10. O Equipamento Apresentação Características Definições dos LEDs Depoimento 11. Primeira Instalação e Configuração Selecionando um Método de Alimentação Montando o AP em uma parede Preparando para a Configuração Configurando o AP Usando o AP Ajustando os Computadores Clientes Confirmando os Ajustes do AP e dos Computadores Clientes 12. Usando o Gerenciador de Rede Baseado em Web 13. Visão Geral Operações Gerais Configurando os Ajustes Relacionados ao TCP/IP Configurando os Ajustes Relacionados ao IEEE a/b/g Configurando Ajustes Avançados O sistema de transmissão de dados via rádio (wireless), principalmente para nosso provedor de Internet, vem garantindo um crescimento de 17% ao mês. Na implantação de pontos de acesso wireless temos que nos preocupar, além da instalação de equipamentos, com configuração, elemento irradiante (antenas), tipo de rede wireless, intranet, internet, testes de viabilidade, e outros aspectos. A mobilidade e a flexibilidade são fortes argumentos a favor da implantação de uma Rede sem fio Wireless Fidelity (Wi-Fi), seja qual for o ambiente. Todavia, a plena utilização desta tecnologia depende, não só de bons produtos, mas também de capacitação técnica e apoio pré e pós-venda, a fim de garantir excelência no serviço disponibilizado. Luiz Fernando dos Santos Técnico em eletrônica e Gerente de TI, 7 anos ligado à área de informática dos quais 5 anos dedicados a soluções Wireless.

7 C A PA C I TA Ç Ã O V I G I L Â N C I A I P Neste curso abordaremos as principais aplicações da vigilância remota para empresas, residências, observação de ambientes em lojas, observação de pacientes em hospitais, segurança pública e outras aplicações. D A D O S D E M E R C A D O Através do monitoramento por vídeo IP, o objeto visual está disponível para visualização em tempo real, de qualquer lugar do mundo. Este é o principal argumento de venda dos integradores para um segmento que está se desenvolvendo no mercado de tecnologia. A vigilância por vídeo IP cresce mais rapidamente que qualquer outra tecnologia por conta do aumento da preocupação das empresas com segurança. Hoje, o mercado de vigilância mundial movimenta algo em torno de US$ 5 bilhões. Não é o monitoramento em si a única oportunidade de mercado porque também gera vendas de serviços adicionais e de infra-estrutura de rede, como switches, servidores e tecnologia VPN. O sucesso ao comercializar serviços de vídeo IP é ainda maior como um desdobramento de atuação com a telefonia IP, capitalizando a crescente tendência de convergência da combinação de voz, vídeo e dados em uma única rede. Segundo uma empresa americana, cerca de um mês depois de implementar uma solução de telefonia IP, conseguiu equipar o estabelecimento com um sistema de vigilância por vídeo IP de US$ 30 mil, que incluía switches, câmeras IP e um servidor com um gravador de DVD. Integradores relatam que o mercado de monitoramento baseado em IP está agitado e que estão sendo feitas mudanças nos negócios para capitalizar o crescimento antevisto. A tecnologia já está rendendo mais de US$ 1 milhão em vendas para uma companhia, que lançou recentemente uma atividade especificamente de monitoramento por vídeo IP nos próximos 12 meses. Um integrador norte-americano, faz hoje 25% das vendas a partir de monitoramento por vídeo IP, com projetos típicos da ordem de US$ 15 mil a US$ 20 mil por local implementado. Câmeras IP e servidores de vídeo, são as categorias de produtos que mais crescem no mercado de segurança. Esta vigilância que dispõe de alta qualidade de imagens digitais, custo inferior aos sistemas tradicionais e fácil implantação, permite não apenas a manter longe os caras maus, mas também monitorar consumidores e funcionários, sobre como agem diariamente nos estabelecimentos, proprietários de empresas de todos os portes, passam a ter um forte aliado na manutenção do próprio patrimônio e governantes nas políticas de segurança pública.

8 V I G I L Â N C I A I P P R O G R A M A 1. Introdução 1.1. O que é Vigilância IP 1.2. Soluções de Vigilância IP 2. Benefícios de um sistema de Vigilância IP 2.1. Flexibilidade no acesso à informação 2.2. Facilidade na distribuição da informação visual 2.3. Utilização da infra-estrutura existente 2.4. Integração e funcionalidade futura 2.5. Escalabilidade 2.6. Custo Total de Propriedade TCO (Total Cost of Ownership) 3. Câmeras IP 3.1. O que é uma câmera IP? 3.2. Dentro de uma câmera IP 3.3. Vantagens sobre câmeras Web ou analógicas 3.4. Usando câmeras IP 4. Gerenciamento de Vídeo 4.1. O que é um software de gerenciamento de vídeo? 4.2. Gerenciamento de vídeo: monitorando e gravando 5. Construindo e instalando 5.1. Considerações de Projeto 5.2. Fatores de Rede 5.3. Fatores externos 5.4. Fatores Operacionais 6. Como implementar um sistema de Vigilância IP 12. Estratégias de Debug 6.1. Defina a cena e o tipo de Câmera IP requerida 6.2. Requisitos da Aplicação: características, gravação e armazenamento necessários 6.3. Avaliação de LAN/WAN 6.4. Usando redes existentes 6.5. Usando a combinação de uma rede de Vigilância IP nova e dedicada, com outra rede genérica 6.6. Rede de Vigilância IP dedicada 6.7. Como conectar a uma LAN 6.8. Como acessar a câmera IP via Internet 6.9. Exemplo: Cuidando de Crianças Exemplo: Construções Exemplo: Escritórios Exemplo: Orientação Remota Como publicar um vídeo em um Web site Construindo um sistema de Vigilância IP completo com vários locais de monitoração Migrando um sistema analógico de CCTV Circuito Fechado de TV para um sistema digital de Vigilância IP Exemplo: Edifícios Exemplo: Bancos Exemplo: Fábricas Exemplo: Lojas Exemplo: Trânsito 7. A Câmera IP 7.1. Características 7.2. Sistema e ambiente de rede 8. Descrição do Equipamento e Conexão 8.1. Descrição do Equipamento 8.2. Configurando a Câmera IP pela primeira vez 8.3. Acessando a Câmera IP via Internet Explorer 8.4. Configurando o Browser 8.5. Configurando o Endereço IP 8.6. Configurando o Endereço MAC 8.7. Como conectar à Internet com ADSL 8.8. Configurando como Câmera WEB / USB 9. Configuração Básica 9.1. Controle de Imagem 9.2. Configuração Básica de Rede 9.3. Configuração Wireless 9.4. Status de Rede 9.5. Log de Cliente e Sistema 10. Configuração Avançada Administração PPPoE DNS Dinâmico Serviço FTP Serviço de Serviço de Timer NTP Administração de usuário 11. O Software de gravação e monitoramento Características Requisitos mínimos Instalação do software passo a passo Guia de Operação Banco de Dados de Vídeo Depoimento Encontramos na Vigilância IP um grande aliado na melhoria do serviço público e na elevação da qualidade de vida da nossa sociedade. A despeito de todos os esforços das políticas públicas de segurança, beira o impossível, em função de custos, aparato técnico e recursos humanos, estar fisicamente presente em todos os locais que se fazem necessários aos cidadãos. A Vigilância IP consegue a um custo muito pequeno, prover ao poder público estar quase "onipresente" acompanhando de perto, e ainda registrando todos os pontos estratégicos que permitam assegurar aos nossos moradores maior tranquilidade. De uma única central de observação, poderemos em breve, mobilizar as forças policiais, médicas e anti-incêndio, que se façam necessário a cada situação. Tal solução é interessante ainda para empresas, hospitais e residências como meio de preservação de patrimônio, pois os sistemas de alarme de um modo geral, não permitem fazer saber o que está acontecendo no exato momento da ocorrência. A Vigilância IP tem ainda a seu favor, a característica de poder ser aplicada a redes já estabelecidas, quer sejam cabeadas ou wireless, e somadas aos dados e voz utilizados. Octavio Henrique Santos Cordeiro Consultor de TI, Gerente de Rede e Projetos, atualmente em administração pública, 15 anos ligado à informatica e os últimos 7 anos dedicados à gerencia de redes.

9 C A PA C I TA Ç Ã O C A B L I N G Este treinamento dá ao profissional o conhecimento dos conceitos, normas e cuidados inerentes à instalação de uma infra-estrutura de rede, tornando-o apto a minimizar os problemas da rede e reduzindo as necessidades de intervenções para manutenção. Serão vistos os aspectos das normas aplicadas ao cabeamento estruturado. D A D O S D E M E R C A D O O crescimento das redes locais e as novas aplicações multimídia vêm motivando o uso de redes com maior largura de banda nas empresas. E uma infra-estrutura adequada e confiável é fundamental para o bom funcionamento da LAN. Não há dúvida de que o desempenho do cabeamento estruturado está diretamente ligado à eficaz transmissão de voz, dados e imagem de uma empresa. Números de mercado, em especial no Brasil, são sempre de difícil mensuração. Nem todos os fabricantes abrem seus resultados, muitos não discriminam as vendas por segmento e outros só divulgam o faturamento do grupo como um todo, com as inúmeras divisões e áreas. Dados sobre cabeamento metálico sem blindagem Descrição Cabo UTP 4 pares (Km) Cat5e ,2 Cabo UTP 4 pares (Km) Cat Painel de conexão (total de portas) Cat.5e Painel de conexão (total de portas) Cat Tomada RJ45 (peças) Cat.5e Tomada RJ45 (peças) Cat Plugue RJ45 (peças) Cat.5e Plugue RJ45 (peças) Cat Cordão de conexão UTP com plugues RJ45 (peças) Cat.5e Fonte RTI - Redes, Telecom e Instalações

10 C A B L I N G P R O G R A M A 1. Cabeamento Estruturado 1.1. Evolução do Cabeamento 1.2. O que é o cabeamento estruturado 1.3. Vantagens do cabeamento estruturado 1.4. Sistemas abertos 1.5. Normas para cabeamento estruturado 2. Meios físicos de transmissão (UTP) 2.1. Meios de transmissão 2.2. Cabo par trançado 2.3. Parâmetros elétricos dos cabos 2.4. Fontes de Interferências eletromagnéticas 2.5. Classificação de cabos par trançado 3. Práticas de manuseio de cabos 3.1. Diretrizes para manuseio de cabos 3.2. Força de tração 3.3. Curvaturas 3.4. Organização dos cabos 4. Encaminhamento de cabos 4.1. Encaminhamento horizontal 4.2. Rotas de cabeamento horizontal 4.3. Diretrizes para dutos, conduítes e canaletas 4.4. Eletrocalhas 4.5. Raio de curvatura 4.6. Rotas de cabeamento vertical 4.7. Rotas internas ao edifício 4.8. Rotas entre edifícios 5. Conectorização 5.1. Ferramentas para conectorização 5.2. Códigos de cores 5.3. Conectorização em patch panel e blocos 5.4. Conectorização em tomadas e conectores 6. Elementos do cabeamento estruturado 6.1. Entrada do edifício 6.2. Sala de equipamentos 6.3. Cabeamento vertical 6.4. Sala de telecomunicações 7. Cabeamento horizontal 7.1. Definição 7.2. Elementos do cabeamento horizontal 7.3. Diretrizes para instalação do cabeamento horizontal 7.4. Distâncias horizontais 7.5. Área de trabalho 7.6. Cabeamento em escritórios abertos 8. Desempenho, testes e certificação 8.1. Certificação 8.2. Testadores 8.3. Equipamentos utilizados para certificação 8.4. Certificação de cabos metálicos 8.5. Parâmetros para certificação 8.6. Definição de link básico e link permanente 8.7. Definição de canal 8.8. Parâmetros de teste 8.9. Mapeamento dos condutores Atenuação; NEXT; ACR; PSNEXT; FEXT; ELFEXT Perda por retorno Atraso de propagação 9. Administração e identificação 9.1. Sistema de administração 9.2. Áreas a serem administradas 9.3. Equipamentos para identificação 9.4. Simbologia utilizada para identificação 9.5. Identificação dos elementos do cabeamento 10. Aterramento para sistemas de Telecomunicação O que é aterramento Objetivos do aterramento Raios - Como se formam e como se proteger Componentes do aterramento Norma para aterramento de sistemas de telecomunicações ANSI/TIA/EIA Condutor de Link de telecomunicação Aterramento de backbone de telecomunicação Criando um aterramento Medindo o aterramento 11. Meios ópticos de comunicação Introdução aos sistemas ópticos Dispositivos ópticos para cabeamento estruturado Propriedades das fibras ópticas Tipos de fibras Características de transmissão das fibras ópticas Processo de fabricação das fibras ópticas Cabos ópticos Dispositivos ópticos (fontes e detectores de luz) Conectorização óptica Emendas mecânicas e por fusão Projetos e cálculos de um link óptico típico Testes ópticos Depoimento A tecnologia, intrinsecamente, já determina as constantes mudanças e, a adequação a estas mudanças deve fazer parte da vida de quem trabalha na área. Os instaladores para manter ou ampliar a geração de recursos devem estar continuamente atualizando-se e capacitando-se para atender aos seus clientes dentro dos novos conceitos sempre melhorando a qualidade e diminuindo os custos. Uma vez que, a cada dia as empresas adicionam às suas redes mais recursos, desejando sobre o mesmo cabeamento transmitir dados, voz (VoIP) e multimídia (câmeras IP, vídeo conferência e áudio), como conseqüência exige-se mais do cabeamento que deverá estar bem projetado, instalado e devidamente testado dentro das normas internacionais, afim de suportar esta nova tendência mundial de redes convergentes. As redes instaladas por pessoas não qualificadas e com produtos de baixa qualidade, normalmente têm vida curta e, na segunda opção de chamada do cliente, que será por um profissional qualificado, este terá então a oportunidade de apresentar as melhores soluções técnicas, com o melhor custo-beneficio. Antonio Carlos Gomes de Sousa Engenheiro Civil com extensão em fibra óptica Certified Cabling Test Technician - Fluke Atuando na área de Informática há 18 anos, e a 12 anos na Área de cabling.

11 Programa Relacionamento Com objetivo de prestigiar os parceiros, a GTS Telecom oferece seu programa de relacionamento GTS Partner (GP) nos niveis Silver, Gold e Diamond. O programa visa aproximação com os parceiros recompensando-os conforme seu esforço, prestigiando-os em: Relacionamento - Maior integração das equipes técnicas e comerciais - Acesso à informação privilegiada - Desenvolvimento conjunto de novos produtos e tecnologia Reconhecimento - Mudança de nível - Troféus - Divulgação de projetos em nosso website e através de nossa assessoria de imprensa Bônus - Incentivos na forma de descontos, de treinamento e reciclagem a custos Diferenciados e prêmios - Marketing cooperado - Indicação para execução de projetos na sua especilização Programa de Certificação 25 anos para redes cabeadas A GTS oferece aos seus parceiros o PROGRAMA DE GARANTIA SOLIDÁRIA ESTENDIDA. Através deste programa o parceiro GTS poderá oferecer aos seus clientes a garantia de performance dos componentes para redes cabeadas GTS por um prazo de 25 anos*. Essa garantia é fornecida por PARCEIROS que tenham passado pelo PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO GTS e seguido a POLÍTICA DE CERTIFICAÇÃO DE REDES E RESERVA DE OBRA, conforme apresentado na capacitação. * Não cobre serviços Reserva de projeto Como diferencial e buscando valorizar o investimento na capacitação e em negócios feitos pelos parceiros credenciados, está disponível o sistema de registro de projetos tendo como objetivo priorizar comercialmente os parceiros envolvidos desde o início do projeto.

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