P R O G R A M A D E C A P A C I T A Ç Ã O P R O F I S S I O N A L G T S T E L E C O M. Uma escolha inteligente!

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "P R O G R A M A D E C A P A C I T A Ç Ã O P R O F I S S I O N A L G T S T E L E C O M. Uma escolha inteligente!"

Transcrição

1

2 O Programa de Capacitação Profissional GTS Telecom (GCP) visa qualificar profissionais do mercado TI, apresentando-lhes os elementos conceituais e práticos necessários para atuarem no mercado de forma segura e com profundidade, apresentando, projetando e instalando uma solução completa de TI para pequena, média e grande rede. Indo desde a rede cabeada, à moderna tecnologia Wireless, Voip e ainda Vigiliância IP, tornando-os aptos para a implantação de redes convergentes que englobem todas estas tecnologias. Capacitando estes profissionais para os desafios tecnológicos de um mundo digital e globalizado onde, para que as empresas se façam competitivas, demandam o máximo da tecnologia, sua maior aliada no crescimento. A GTS provê quatro certificações técnicas por linha de tecnologia, obtidas conforme treinamento e aprovação em exames teóricos e práticos.

3 C A PA C I TA Ç Ã O V O I P Este curso tem como objetivo apresentar os elementos conceituais e práticos necessários para o profissional atuar na área de Voz sobre IP. D A D O S D E M E R C A D O A tecnologia de voz sobre IP (VoIP) está se tornando cada vez mais popular conforme a tecnologia amadurece e as companhias descobrem as vantagens de ter uma rede convergente para as aplicações de dados e voz. Ao mesmo tempo, as redes locais sem fio (WLANs) estão sendo adotadas para implementação do conceito "em qualquer lugar e a qualquer momento", em vários lugares onde as pessoas passam boa parte de seu tempo, como escritórios, aeroportos e cafeterias. Fonte: RTI - Redes, Telecom e Instalações O Brasil está em 5º lugar em número total de telefones. Usuários domiciliares de Internet no Brasil em Sergundo o PNAD 2003 (IBGE) 11,4% dos domicílios brasileiros tinham um computador com acesso à Internet em Este percentual correspondia a um total de 7 milhões de domicílios ou 19,3 milhões de pessoas. Segundo a UIT em 2003 o Brasil era o 11º em número de usuários de Internet, 5º em número de hosts (servidores) e o 10º em número de PCs no mundo. Já temos mais de vinte operadoras espelho que se utilizam da tecnologia VoIP para prestar serviço, onde o equipamento (gateway VoIP) fica no escritório ou residência dos assinantes. População do Brasil Telefones fixos em operação milhões Celulares em operação ,61 milhões Usuários de Internet residenciais ,9 milhões Conexões de banda larga ,26 milhões

4 V O I P P R O G R A M A 1. Introdução 1.1. Histórico das Telecomunicações Como tudo começou Popularização do telefone Evolução das comunicações no mundo Processo de Convergência 1.2. Telefonia Convencional Como funciona PABX DTMF Sinalização nas Centrais 1.3. Telefonia IP Como tudo começou Como funciona Tecnologias atuais Regulamentação Atual Operadoras VoIP O futuro da Telefonia IP 2. Conceitos de Rede Local e Internet 2.1. Como Funciona a Internet 2.2. Topologia de Redes (LAN / WAN) 2.3. Equipamentos Modens Hubs Switchs Roteadores 2.4. ADSL 2.5. Wireless 2.6. Modelo OSI 2.7. Packet 2.8. TCP/IP 2.9. DNS DHCP FTP ICMP DDNS Roteador / NAT Filtros de Pacotes Firewall Virtual Server VPN 4. Planejamento e Implementação 4.1. Pré-requisitos 4.2. Pontos Críticos 4.3. Cálculo de Link 4.4. Análise de Link 4.5. Testes / Relatórios de viabilidade técnica 4.6. Testes em condições adversas 5. Instalação, Configuração e Debug 5.1. Apresentação do Equipamento 5.2. Passos para a configuração General Settings Configuração Wan Configuração Lan Configurações Telephone Utilizando IVR Sip Proxy Controle de Banda e Prioridade Configurações avançadas Plano de Discagem Idioma Status da Rede Ajuste de Tronco / FXS Segurança Ajustes de Sistema Ajustes de Firewall 5.3. Estratégia de Instalação 5.4. Estratégia de Debug Depoimento O VoIP não é uma tecnologia nova, foi criada há mais de 15 anos para a transferência de imagens e sons pela Internet. Essa tecnologia se popularizou quando a Microsoft incluiu o Netmeeting ao seu Windows 95 e a partir daí, o mundo, mas principalmente o Brasil, descobriu a possibilidade de falar pela Internet. No início essa tecnologia ficou restrita a poucos conhecedores e o tamanho da banda utilizada pelos modems era pequena deixando muito a desejar, se comparado com um telefone comum. Porém, a partir da implantação da banda larga em nosso país, o VoIP começou a se popularizar. A princípio os olhares dos possíveis usuários eram cheios de desconfiança, mas aos poucos o valor das contas de telefone foram estimulando-os para a maior utilização dessa tecnologia. E eu diría que com a melhora da qualidade da banda larga e com equipamentos mais modernos a coisa realmente "pegou fogo" nos últimos dois anos. Hoje a desconfiança se desfaz muito rapidamente e cada vez mais as empresas estão aderindo a essa tecnologia como forma de redução de custos e não apenas como modismo. A economia em telecomunicações após a implantação do VoIP é de, pelo menos 25%, podendo ultrapassar a 70% para uso entre filiais e parceiros. Luís Alberto Imbriani Engenheiro Eletrônico e Administrador de Empresas, 30 anos ligado à àrea de informática com especialização em redes Wireless e os últimos 5 anos dedicados a soluções VoIP. 3. VoIP 3.1. Conceitos de Áudio Amostragem Quantização Modulação 3.2. Protocolos Sinalização (H.323 / SIP) Controle de Gateway (MGCP / MEGACO) Mídia (RTP / RTCP) 3.3. Codecs 3.4. Controle de Banda e Prioridade (QoS) 3.5. Portas de Comunicação (FXS / FXO) 3.6. Interligação das Portas 3.7. Segurança

5 C A PA C I TA Ç Ã O W I R E L E S S O objetivo deste curso é capacitar o profissional a implantar e dar manutenção, com segurança, a um sistema de rede sem fio, fazendo-o operar em sua melhor performance. Serão abordados os padrões tecnológicos para equipamentos in door e out door. D A D O S D E M E R C A D O Conforme o estudo Brazil Wireless LAN 2003, da IDC Brasil, as vendas de equipamentos de redes locais sem fio (WLAN) somaram R$ 23 milhões em E até 2007, a expectativa é de que o segmento movimente R$ 61 milhões no país. Soluções de VoIP também ganharão adeptos, já que viabilizam redução de custos com atividades de marketing de relacionamento com clientes e garantem mais segurança na transmissão dos dados. Na previsão do Gartner, tecnologias convergentes vão gerar US$ 5 bilhões na América Latina, até 2007, sendo que o país responderá por quase metade deste montante. Fonte: CRN Brasil A tecnologia Wireless LAN vem se desenvolvendo rapidamente - hoje existem soluções disponíveis no mercado com velocidades de transmissão de dados bem próximas das redes cabeadas. Nessa mesma proporção, aumenta a demanda por equipamentos sem fio nos segmentos corporativo e residencial e em ambientes públicos, como restaurantes, aeroportos, bares, hotéis e avenidas de grandes cidades. Segundo o instituto de pesquisa inglês Infonetics Research, mais de 84 milhões de unidades de hardware Wi-Fi devem ser vendidas até 2007 em todo o mundo. A previsão é de que o faturamento alcance a marca de US$3,7 bilhões, no mesmo período. Fonte: RTI - Redes, Telecom e instalações A Intel é hoje uma das principais incentivadoras do Wi-Fi, para o qual destinou recursos da ordem de US$ 150 milhões para disseminar o uso da tecnologia no mundo, além de participar ativamente do consórcio WiMax com o intuito de estimular a padronização e, conseqüentemente, a redução dos custos de implementação. No ano passado foram implantados no mundo 100 mil hotspots. No Brasil não foi feito nenhum levantamento oficial, mas a estimativa é de que exista algo em torno de 2 mil hotspots, entre instalações públicas e privadas. Uma outra pesquisa realizada pelo Yankee Group no ano passado revelou que 23% das 518 empresas brasileiras de médio e grande portes consultadas (com mais de cem funcionários) dispunham de uma solução wireless LAN, enquanto 13% delas se mostram propensas a implantar algo do tipo até o fim de 2004 e 6%, em um ou dois anos. Fonte: CDC Brasil

6 W I R E L E S S P R O G R A M A 1. Introdução 1.1. Histórico das comunicações sem fio 1.2. Diferença entre a rede cabeada e a rede sem fio 1.3. Aplicações da comunicação sem fio 1.4. Provedores Wireless 1.5. Regulamentação Atual 1.6. O futuro das Comunicações sem fio 2. Conceitos de Rede Local e Internet 2.1. Como Funciona a Internet (breve histórico) 2.2. Topologia de Redes 2.3. Equipamentos 2.4. ADSL 2.5. Modelo OSI 2.6. Packet 2.7. TCP/IP 2.8. Roteador / NAT (desordem de pacotes) 2.9. DHCP DNS FTP ICMP DDNS (dyndns.org) Filtros de Pacotes Firewall Virtual Server VPN 3. Radiofreqüência 3.1. Forma e comprimento de Onda (Anatomia) 3.2. Espectro Eletromagnético 3.3. Banda ISM 3.4. Sistema de Comunicação e Modulação de Sinal 3.5. Fases para Transmissão 3.6. Irradiadores Isotrópico e Intencional 3.7. Potência eirp 3.8. Freqüências de Operação (2.4 e 5.8 GHz) 4. Tecnologias de RF 4.1. Spread Spectrum 4.2. Limites de Potência 4.3. FHSS 4.4. DSSS 4.5. OFDM 5. Padrões Wireless LAN b a (802.11d, e, f) g BlueTooth WiMax 6. Antenas 6.1. Conceitos básicos 6.2. Visada 6.3. Altura 6.4. Obstruções 6.5. Tipos de Antenas 6.6. Perda de Sinal 6.7. Acessórios 6.8. Cabos 6.9. Instalação Alinhamento Testes 7. Segurança 7.1. Autenticação 7.2. WEP 7.3. WPA 7.4. Filtro de endereço MAC 7.5. Filtro de protocolo 7.6. VPN 7.7. Firewall DMZ 7.8. Outros aspectos de segurança 8. Site Survey 8.1. Definição 8.2. Fontes de interferência 8.3. Atenuação por obstáculos 8.4. Equipamentos 8.5. Procedimento prático 9. Planejamento e Implantação 9.1. Topologias wireless 9.2. Encontrando uma rede wireless 9.3. Divisão de banda Load balance 9.4. Projeto Físico 9.5. Qualidade da rede 9.6. Utilização das antenas 9.7. Torres 9.8. Proteção contra surtos 9.9. Problemas mais comuns Repetidora Amplificadores internos e externos Bridge 10. O Equipamento Apresentação Características Definições dos LEDs Depoimento 11. Primeira Instalação e Configuração Selecionando um Método de Alimentação Montando o AP em uma parede Preparando para a Configuração Configurando o AP Usando o AP Ajustando os Computadores Clientes Confirmando os Ajustes do AP e dos Computadores Clientes 12. Usando o Gerenciador de Rede Baseado em Web 13. Visão Geral Operações Gerais Configurando os Ajustes Relacionados ao TCP/IP Configurando os Ajustes Relacionados ao IEEE a/b/g Configurando Ajustes Avançados O sistema de transmissão de dados via rádio (wireless), principalmente para nosso provedor de Internet, vem garantindo um crescimento de 17% ao mês. Na implantação de pontos de acesso wireless temos que nos preocupar, além da instalação de equipamentos, com configuração, elemento irradiante (antenas), tipo de rede wireless, intranet, internet, testes de viabilidade, e outros aspectos. A mobilidade e a flexibilidade são fortes argumentos a favor da implantação de uma Rede sem fio Wireless Fidelity (Wi-Fi), seja qual for o ambiente. Todavia, a plena utilização desta tecnologia depende, não só de bons produtos, mas também de capacitação técnica e apoio pré e pós-venda, a fim de garantir excelência no serviço disponibilizado. Luiz Fernando dos Santos Técnico em eletrônica e Gerente de TI, 7 anos ligado à área de informática dos quais 5 anos dedicados a soluções Wireless.

7 C A PA C I TA Ç Ã O V I G I L Â N C I A I P Neste curso abordaremos as principais aplicações da vigilância remota para empresas, residências, observação de ambientes em lojas, observação de pacientes em hospitais, segurança pública e outras aplicações. D A D O S D E M E R C A D O Através do monitoramento por vídeo IP, o objeto visual está disponível para visualização em tempo real, de qualquer lugar do mundo. Este é o principal argumento de venda dos integradores para um segmento que está se desenvolvendo no mercado de tecnologia. A vigilância por vídeo IP cresce mais rapidamente que qualquer outra tecnologia por conta do aumento da preocupação das empresas com segurança. Hoje, o mercado de vigilância mundial movimenta algo em torno de US$ 5 bilhões. Não é o monitoramento em si a única oportunidade de mercado porque também gera vendas de serviços adicionais e de infra-estrutura de rede, como switches, servidores e tecnologia VPN. O sucesso ao comercializar serviços de vídeo IP é ainda maior como um desdobramento de atuação com a telefonia IP, capitalizando a crescente tendência de convergência da combinação de voz, vídeo e dados em uma única rede. Segundo uma empresa americana, cerca de um mês depois de implementar uma solução de telefonia IP, conseguiu equipar o estabelecimento com um sistema de vigilância por vídeo IP de US$ 30 mil, que incluía switches, câmeras IP e um servidor com um gravador de DVD. Integradores relatam que o mercado de monitoramento baseado em IP está agitado e que estão sendo feitas mudanças nos negócios para capitalizar o crescimento antevisto. A tecnologia já está rendendo mais de US$ 1 milhão em vendas para uma companhia, que lançou recentemente uma atividade especificamente de monitoramento por vídeo IP nos próximos 12 meses. Um integrador norte-americano, faz hoje 25% das vendas a partir de monitoramento por vídeo IP, com projetos típicos da ordem de US$ 15 mil a US$ 20 mil por local implementado. Câmeras IP e servidores de vídeo, são as categorias de produtos que mais crescem no mercado de segurança. Esta vigilância que dispõe de alta qualidade de imagens digitais, custo inferior aos sistemas tradicionais e fácil implantação, permite não apenas a manter longe os caras maus, mas também monitorar consumidores e funcionários, sobre como agem diariamente nos estabelecimentos, proprietários de empresas de todos os portes, passam a ter um forte aliado na manutenção do próprio patrimônio e governantes nas políticas de segurança pública.

8 V I G I L Â N C I A I P P R O G R A M A 1. Introdução 1.1. O que é Vigilância IP 1.2. Soluções de Vigilância IP 2. Benefícios de um sistema de Vigilância IP 2.1. Flexibilidade no acesso à informação 2.2. Facilidade na distribuição da informação visual 2.3. Utilização da infra-estrutura existente 2.4. Integração e funcionalidade futura 2.5. Escalabilidade 2.6. Custo Total de Propriedade TCO (Total Cost of Ownership) 3. Câmeras IP 3.1. O que é uma câmera IP? 3.2. Dentro de uma câmera IP 3.3. Vantagens sobre câmeras Web ou analógicas 3.4. Usando câmeras IP 4. Gerenciamento de Vídeo 4.1. O que é um software de gerenciamento de vídeo? 4.2. Gerenciamento de vídeo: monitorando e gravando 5. Construindo e instalando 5.1. Considerações de Projeto 5.2. Fatores de Rede 5.3. Fatores externos 5.4. Fatores Operacionais 6. Como implementar um sistema de Vigilância IP 12. Estratégias de Debug 6.1. Defina a cena e o tipo de Câmera IP requerida 6.2. Requisitos da Aplicação: características, gravação e armazenamento necessários 6.3. Avaliação de LAN/WAN 6.4. Usando redes existentes 6.5. Usando a combinação de uma rede de Vigilância IP nova e dedicada, com outra rede genérica 6.6. Rede de Vigilância IP dedicada 6.7. Como conectar a uma LAN 6.8. Como acessar a câmera IP via Internet 6.9. Exemplo: Cuidando de Crianças Exemplo: Construções Exemplo: Escritórios Exemplo: Orientação Remota Como publicar um vídeo em um Web site Construindo um sistema de Vigilância IP completo com vários locais de monitoração Migrando um sistema analógico de CCTV Circuito Fechado de TV para um sistema digital de Vigilância IP Exemplo: Edifícios Exemplo: Bancos Exemplo: Fábricas Exemplo: Lojas Exemplo: Trânsito 7. A Câmera IP 7.1. Características 7.2. Sistema e ambiente de rede 8. Descrição do Equipamento e Conexão 8.1. Descrição do Equipamento 8.2. Configurando a Câmera IP pela primeira vez 8.3. Acessando a Câmera IP via Internet Explorer 8.4. Configurando o Browser 8.5. Configurando o Endereço IP 8.6. Configurando o Endereço MAC 8.7. Como conectar à Internet com ADSL 8.8. Configurando como Câmera WEB / USB 9. Configuração Básica 9.1. Controle de Imagem 9.2. Configuração Básica de Rede 9.3. Configuração Wireless 9.4. Status de Rede 9.5. Log de Cliente e Sistema 10. Configuração Avançada Administração PPPoE DNS Dinâmico Serviço FTP Serviço de Serviço de Timer NTP Administração de usuário 11. O Software de gravação e monitoramento Características Requisitos mínimos Instalação do software passo a passo Guia de Operação Banco de Dados de Vídeo Depoimento Encontramos na Vigilância IP um grande aliado na melhoria do serviço público e na elevação da qualidade de vida da nossa sociedade. A despeito de todos os esforços das políticas públicas de segurança, beira o impossível, em função de custos, aparato técnico e recursos humanos, estar fisicamente presente em todos os locais que se fazem necessários aos cidadãos. A Vigilância IP consegue a um custo muito pequeno, prover ao poder público estar quase "onipresente" acompanhando de perto, e ainda registrando todos os pontos estratégicos que permitam assegurar aos nossos moradores maior tranquilidade. De uma única central de observação, poderemos em breve, mobilizar as forças policiais, médicas e anti-incêndio, que se façam necessário a cada situação. Tal solução é interessante ainda para empresas, hospitais e residências como meio de preservação de patrimônio, pois os sistemas de alarme de um modo geral, não permitem fazer saber o que está acontecendo no exato momento da ocorrência. A Vigilância IP tem ainda a seu favor, a característica de poder ser aplicada a redes já estabelecidas, quer sejam cabeadas ou wireless, e somadas aos dados e voz utilizados. Octavio Henrique Santos Cordeiro Consultor de TI, Gerente de Rede e Projetos, atualmente em administração pública, 15 anos ligado à informatica e os últimos 7 anos dedicados à gerencia de redes.

9 C A PA C I TA Ç Ã O C A B L I N G Este treinamento dá ao profissional o conhecimento dos conceitos, normas e cuidados inerentes à instalação de uma infra-estrutura de rede, tornando-o apto a minimizar os problemas da rede e reduzindo as necessidades de intervenções para manutenção. Serão vistos os aspectos das normas aplicadas ao cabeamento estruturado. D A D O S D E M E R C A D O O crescimento das redes locais e as novas aplicações multimídia vêm motivando o uso de redes com maior largura de banda nas empresas. E uma infra-estrutura adequada e confiável é fundamental para o bom funcionamento da LAN. Não há dúvida de que o desempenho do cabeamento estruturado está diretamente ligado à eficaz transmissão de voz, dados e imagem de uma empresa. Números de mercado, em especial no Brasil, são sempre de difícil mensuração. Nem todos os fabricantes abrem seus resultados, muitos não discriminam as vendas por segmento e outros só divulgam o faturamento do grupo como um todo, com as inúmeras divisões e áreas. Dados sobre cabeamento metálico sem blindagem Descrição Cabo UTP 4 pares (Km) Cat5e ,2 Cabo UTP 4 pares (Km) Cat Painel de conexão (total de portas) Cat.5e Painel de conexão (total de portas) Cat Tomada RJ45 (peças) Cat.5e Tomada RJ45 (peças) Cat Plugue RJ45 (peças) Cat.5e Plugue RJ45 (peças) Cat Cordão de conexão UTP com plugues RJ45 (peças) Cat.5e Fonte RTI - Redes, Telecom e Instalações

10 C A B L I N G P R O G R A M A 1. Cabeamento Estruturado 1.1. Evolução do Cabeamento 1.2. O que é o cabeamento estruturado 1.3. Vantagens do cabeamento estruturado 1.4. Sistemas abertos 1.5. Normas para cabeamento estruturado 2. Meios físicos de transmissão (UTP) 2.1. Meios de transmissão 2.2. Cabo par trançado 2.3. Parâmetros elétricos dos cabos 2.4. Fontes de Interferências eletromagnéticas 2.5. Classificação de cabos par trançado 3. Práticas de manuseio de cabos 3.1. Diretrizes para manuseio de cabos 3.2. Força de tração 3.3. Curvaturas 3.4. Organização dos cabos 4. Encaminhamento de cabos 4.1. Encaminhamento horizontal 4.2. Rotas de cabeamento horizontal 4.3. Diretrizes para dutos, conduítes e canaletas 4.4. Eletrocalhas 4.5. Raio de curvatura 4.6. Rotas de cabeamento vertical 4.7. Rotas internas ao edifício 4.8. Rotas entre edifícios 5. Conectorização 5.1. Ferramentas para conectorização 5.2. Códigos de cores 5.3. Conectorização em patch panel e blocos 5.4. Conectorização em tomadas e conectores 6. Elementos do cabeamento estruturado 6.1. Entrada do edifício 6.2. Sala de equipamentos 6.3. Cabeamento vertical 6.4. Sala de telecomunicações 7. Cabeamento horizontal 7.1. Definição 7.2. Elementos do cabeamento horizontal 7.3. Diretrizes para instalação do cabeamento horizontal 7.4. Distâncias horizontais 7.5. Área de trabalho 7.6. Cabeamento em escritórios abertos 8. Desempenho, testes e certificação 8.1. Certificação 8.2. Testadores 8.3. Equipamentos utilizados para certificação 8.4. Certificação de cabos metálicos 8.5. Parâmetros para certificação 8.6. Definição de link básico e link permanente 8.7. Definição de canal 8.8. Parâmetros de teste 8.9. Mapeamento dos condutores Atenuação; NEXT; ACR; PSNEXT; FEXT; ELFEXT Perda por retorno Atraso de propagação 9. Administração e identificação 9.1. Sistema de administração 9.2. Áreas a serem administradas 9.3. Equipamentos para identificação 9.4. Simbologia utilizada para identificação 9.5. Identificação dos elementos do cabeamento 10. Aterramento para sistemas de Telecomunicação O que é aterramento Objetivos do aterramento Raios - Como se formam e como se proteger Componentes do aterramento Norma para aterramento de sistemas de telecomunicações ANSI/TIA/EIA Condutor de Link de telecomunicação Aterramento de backbone de telecomunicação Criando um aterramento Medindo o aterramento 11. Meios ópticos de comunicação Introdução aos sistemas ópticos Dispositivos ópticos para cabeamento estruturado Propriedades das fibras ópticas Tipos de fibras Características de transmissão das fibras ópticas Processo de fabricação das fibras ópticas Cabos ópticos Dispositivos ópticos (fontes e detectores de luz) Conectorização óptica Emendas mecânicas e por fusão Projetos e cálculos de um link óptico típico Testes ópticos Depoimento A tecnologia, intrinsecamente, já determina as constantes mudanças e, a adequação a estas mudanças deve fazer parte da vida de quem trabalha na área. Os instaladores para manter ou ampliar a geração de recursos devem estar continuamente atualizando-se e capacitando-se para atender aos seus clientes dentro dos novos conceitos sempre melhorando a qualidade e diminuindo os custos. Uma vez que, a cada dia as empresas adicionam às suas redes mais recursos, desejando sobre o mesmo cabeamento transmitir dados, voz (VoIP) e multimídia (câmeras IP, vídeo conferência e áudio), como conseqüência exige-se mais do cabeamento que deverá estar bem projetado, instalado e devidamente testado dentro das normas internacionais, afim de suportar esta nova tendência mundial de redes convergentes. As redes instaladas por pessoas não qualificadas e com produtos de baixa qualidade, normalmente têm vida curta e, na segunda opção de chamada do cliente, que será por um profissional qualificado, este terá então a oportunidade de apresentar as melhores soluções técnicas, com o melhor custo-beneficio. Antonio Carlos Gomes de Sousa Engenheiro Civil com extensão em fibra óptica Certified Cabling Test Technician - Fluke Atuando na área de Informática há 18 anos, e a 12 anos na Área de cabling.

11 Programa Relacionamento Com objetivo de prestigiar os parceiros, a GTS Telecom oferece seu programa de relacionamento GTS Partner (GP) nos niveis Silver, Gold e Diamond. O programa visa aproximação com os parceiros recompensando-os conforme seu esforço, prestigiando-os em: Relacionamento - Maior integração das equipes técnicas e comerciais - Acesso à informação privilegiada - Desenvolvimento conjunto de novos produtos e tecnologia Reconhecimento - Mudança de nível - Troféus - Divulgação de projetos em nosso website e através de nossa assessoria de imprensa Bônus - Incentivos na forma de descontos, de treinamento e reciclagem a custos Diferenciados e prêmios - Marketing cooperado - Indicação para execução de projetos na sua especilização Programa de Certificação 25 anos para redes cabeadas A GTS oferece aos seus parceiros o PROGRAMA DE GARANTIA SOLIDÁRIA ESTENDIDA. Através deste programa o parceiro GTS poderá oferecer aos seus clientes a garantia de performance dos componentes para redes cabeadas GTS por um prazo de 25 anos*. Essa garantia é fornecida por PARCEIROS que tenham passado pelo PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO GTS e seguido a POLÍTICA DE CERTIFICAÇÃO DE REDES E RESERVA DE OBRA, conforme apresentado na capacitação. * Não cobre serviços Reserva de projeto Como diferencial e buscando valorizar o investimento na capacitação e em negócios feitos pelos parceiros credenciados, está disponível o sistema de registro de projetos tendo como objetivo priorizar comercialmente os parceiros envolvidos desde o início do projeto.

12 Global Telecommunications Solutions

Composição. Estrutura Fisica Redes Sistemas Operacionais Topologias de redes

Composição. Estrutura Fisica Redes Sistemas Operacionais Topologias de redes Composição Estrutura Fisica Redes Sistemas Operacionais Topologias de redes Aterramento Fio de boa qualidade A fiação deve ser com aterramento neutro (fio Terra) trabalhando em tomadas tripolares Fio negativo,

Leia mais

Centro Federal de Educação Tecnológica CEFET/BA

Centro Federal de Educação Tecnológica CEFET/BA Centro Federal de Educação Tecnológica CEFET/BA Disciplina: Redes de Computadores Prof.: Rafael Freitas Reale Aluno: Data / / Prova Final de Redes Teoria Base 1) Qual o tipo de ligação e a topologia respectivamente

Leia mais

Prof. Edson Maia Graduado em Web Design e Programação Bacharel e Licenciado em Geografia Especialista em Gestão Ambiental Complementação para

Prof. Edson Maia Graduado em Web Design e Programação Bacharel e Licenciado em Geografia Especialista em Gestão Ambiental Complementação para Prof. Edson Maia Graduado em Web Design e Programação Bacharel e Licenciado em Geografia Especialista em Gestão Ambiental Complementação para Magistério Superior Especialista em Docência para Educação

Leia mais

PLANO DE ENSINO CARGA HORÁRIA TOTAL: 72 TEORIA: 50 PRÁTICA: 22

PLANO DE ENSINO CARGA HORÁRIA TOTAL: 72 TEORIA: 50 PRÁTICA: 22 DEPARTAMENTO: Sistemas de Informação PLANO DE ENSINO DISCIPLINA: Redes de Computadores I PROFESSOR: SERGIO ROBERTO VILLARREAL SIGLA: RED I E-MAIL: sergio.villarreal@udesc.br CARGA HORÁRIA TOTAL: 72 TEORIA:

Leia mais

Universidade de Brasília

Universidade de Brasília Universidade de Brasília Introdução a Microinformática Turma H Redes e Internet Giordane Lima Porque ligar computadores em Rede? Compartilhamento de arquivos; Compartilhamento de periféricos; Mensagens

Leia mais

Capítulo 1: Introdução às redes de computadores

Capítulo 1: Introdução às redes de computadores ÍNDICE Capítulo 1: Introdução às redes de computadores Redes domésticas... 3 Redes corporativas... 5 Servidor... 5 Cliente... 7 Estação de trabalho... 8 As pequenas redes... 10 Redes ponto-a-ponto x redes

Leia mais

Voltar. Placas de rede

Voltar. Placas de rede Voltar Placas de rede A placa de rede é o dispositivo de hardware responsável por envio e recebimento de pacotes de dados e pela comunicação do computador com a rede. Existem placas de rede on-board(que

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Curso Tecnológico de Redes de Computadores Disciplina: Infraestrutura de Redes de Computadores - 1º período Professor: José Maurício S. Pinheiro AULA 01 Conceitos

Leia mais

Noções de Cabeamento Estruturado Metálico

Noções de Cabeamento Estruturado Metálico Noções de Cabeamento Estruturado Metálico Roteiro Parâmetros elétricos Cuidados com cabos metálicos Normas 568 / 606 Elementos do cabeamento estruturado Cabeamento Embora pareça uma questão simples, um

Leia mais

Este é um produto da marca GTS Network, que está sempre comprometida com o desenvolvimento de soluções inovadoras e de alta qualidade.

Este é um produto da marca GTS Network, que está sempre comprometida com o desenvolvimento de soluções inovadoras e de alta qualidade. P R E F Á C I O Este é um produto da marca GTS Network, que está sempre comprometida com o desenvolvimento de soluções inovadoras e de alta qualidade. Este manual descreve, objetivamente, como instalar

Leia mais

Processamento de Dados

Processamento de Dados Processamento de Dados Redes de Computadores Uma rede de computadores consiste de 2 ou mais computadores e outros dispositivos conectados entre si de modo a poderem compartilhar seus serviços, que podem

Leia mais

02/03/2014. Conteúdo deste módulo. Curso de Preparatório para Concursos Públicos. Tecnologia da Informação REDES. Conceitos Iniciais

02/03/2014. Conteúdo deste módulo. Curso de Preparatório para Concursos Públicos. Tecnologia da Informação REDES. Conceitos Iniciais Curso de Preparatório para Concursos Públicos Tecnologia da Informação REDES Conceitos Iniciais; Classificações das Redes; Conteúdo deste módulo Equipamentos usados nas Redes; Modelos de Camadas; Protocolos

Leia mais

Transmissão de Voz em Redes de Dados (VoIP)

Transmissão de Voz em Redes de Dados (VoIP) Transmissão de Voz em Redes de Dados (VoIP) Telefonia Tradicional PBX Telefonia Pública PBX Rede telefônica tradicional usa canais TDM (Time Division Multiplexing) para transporte da voz Uma conexão de

Leia mais

Cabeamento Estruturado

Cabeamento Estruturado Cabeamento Estruturado Infra-estrutura de cabeamento metálico ou óptico, capaz de atender a diversas aplicações proporcionando flexibilidade de layout, facilidade de gerenciamento, administração e manutenção

Leia mais

Davidson Rodrigo Boccardo flitzdavidson@gmail.com

Davidson Rodrigo Boccardo flitzdavidson@gmail.com Fundamentos em Sistemas de Computação Davidson Rodrigo Boccardo flitzdavidson@gmail.com Camada Física Primeira cada do modelo OSI (Camada 1) Função? Processar fluxo de dados da camada 2 (frames) em sinais

Leia mais

TI Aplicada. Aula 05 Redes de Computadores (parte 2) Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com http://www.edilms.eti.br

TI Aplicada. Aula 05 Redes de Computadores (parte 2) Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com http://www.edilms.eti.br TI Aplicada Aula 05 Redes de Computadores (parte 2) Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com http://www.edilms.eti.br Conceitos Básicos Equipamentos, Modelos OSI e TCP/IP O que são redes? Conjunto de

Leia mais

Guia Técnico Inatel Guia das Cidades Digitais

Guia Técnico Inatel Guia das Cidades Digitais Guia Técnico Inatel Guia das Cidades Digitais Módulo 3: VoIP INATEL Competence Center treinamento@inatel.br Tel: (35) 3471-9330 As telecomunicações vêm passando por uma grande revolução, resultante do

Leia mais

Manual do Usuário e Guia Rápido

Manual do Usuário e Guia Rápido Manual do Usuário e Guia Rápido P R E F Á C I O Este é um produto da marca GTS Network, que está sempre comprometida com o desenvolvimento de soluções inovadoras e de alta qualidade. Este manual descreve,

Leia mais

InfraEstrutura de Redes

InfraEstrutura de Redes Faculdade Anhanguera de São Caetano do Sul InfraEstrutura de Redes Curso: Tecnologia em Redes de Computadores Prof:Eduardo M. de Araujo Site-http://www.professoreduardoaraujo.com Cabeamento Estruturado

Leia mais

Wireless Red e e d s e s s e s m e m fi f o

Wireless Red e e d s e s s e s m e m fi f o Wireless Redes sem fio A tecnologia Wireless (sem fio) permite a conexão entre diferentes pontos sem a necessidade do uso de cabos (nem de telefonia, nem de TV a cabo, nem de fibra óptica), através da

Leia mais

Universidade Federal do Acre. Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas

Universidade Federal do Acre. Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Universidade Federal do Acre Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Universidade Federal do Acre Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Pós-graduação Lato Sensu em Desenvolvimento de Software e Infraestrutura

Leia mais

ANEXO TR QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

ANEXO TR QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL ANEXO TR QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL REQUISITOS MÍNIMOS DE QUALIFICAÇÃO TÉCNICA DOS PROFISSIONAIS QUE DEVERÃO COMPOR AS EQUIPES TÉCNICAS PREVISTAS NESSA CONTRATAÇÃO PARA AMBOS OS LOTES. QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

Leia mais

Comunicação Sem Fio (Somente em Determinados Modelos)

Comunicação Sem Fio (Somente em Determinados Modelos) Comunicação Sem Fio (Somente em Determinados Modelos) Guia do Usuário Copyright 2007 Hewlett-Packard Development Company, L.P. Microsoft é uma marca registrada da Microsoft Corporation nos Estados Unidos.

Leia mais

Capítulo 11: Redes de Computadores. Prof.: Roberto Franciscatto

Capítulo 11: Redes de Computadores. Prof.: Roberto Franciscatto Capítulo 11: Redes de Computadores Prof.: Roberto Franciscatto REDES - Introdução Conjunto de módulos de processamento interconectados através de um sistema de comunicação, cujo objetivo é compartilhar

Leia mais

1.1 Conteúdo da Embalagem...3. 1.2 Descrição...3. 1.3 Principais Recursos...4. 1.4 Especificações...5. 2.1 Conexão do Hardware...6

1.1 Conteúdo da Embalagem...3. 1.2 Descrição...3. 1.3 Principais Recursos...4. 1.4 Especificações...5. 2.1 Conexão do Hardware...6 Índice 1. Introdução 1.1 Conteúdo da Embalagem...3 1.2 Descrição...3 1.3 Principais Recursos...4 1.4 Especificações...5 2. Instalação 2.1 Conexão do Hardware...6 2.2 Configuração do Computador...8 3. Assistente

Leia mais

UTP Unshielded Twisted Pair - UTP ou Par Trançado sem Blindagem: é o mais usado atualmente tanto em redes domésticas quanto em grandes redes

UTP Unshielded Twisted Pair - UTP ou Par Trançado sem Blindagem: é o mais usado atualmente tanto em redes domésticas quanto em grandes redes Definição Cabeamento para uso integrado em comunicações de voz, dados e imagem preparado de maneira a atender diversos layouts de instalações, por um longo período de tempo, sem exigir modificações físicas

Leia mais

CPE Soft Manual. 125/400mW 2.4GHz. CPE Soft

CPE Soft Manual. 125/400mW 2.4GHz. CPE Soft CPE Soft Manual 125/400mW 2.4GHz CPE Soft Campinas - SP 2010 Indice 1.1 Acessando as configurações. 2 1.2 Opções de configuração... 3 1.3 Wireless... 4 1.4 TCP/IP 5 1.5 Firewall 6 7 1.6 Sistema 8 1.7 Assistente...

Leia mais

LIGANDO MICROS EM REDE

LIGANDO MICROS EM REDE LAÉRCIO VASCONCELOS MARCELO VASCONCELOS LIGANDO MICROS EM REDE Rio de Janeiro 2007 ÍNDICE Capítulo 1: Iniciando em redes Redes domésticas...3 Redes corporativas...5 Servidor...5 Cliente...6 Estação de

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES Prof. Esp. Fabiano Taguchi http://fabianotaguchi.wordpress.com fabianotaguchi@gmail.com COMUTAÇÃO CIRCUITOS PACOTES É necessário estabelecer um caminho dedicado entre a origem e o

Leia mais

GUIA DE INSTALAÇÃO RÁPIDA CÓD.:682-0

GUIA DE INSTALAÇÃO RÁPIDA CÓD.:682-0 WPS Roteador Wireless 300N GWA-101 5dBi Bi-Volt GUIA DE INSTALAÇÃO RÁPIDA CÓD.:682-0 Roteador Wireless 300Mbps Guia de Instalação Rápida REV. 2.0 1. Introdução: O Roteador Wireless 300Mbps, modelo 682-0

Leia mais

Redes de Computadores Aula 01

Redes de Computadores Aula 01 No Caderno Responda as Questões abaixo 1 O que significa o termo Rede? 2 Porque utilizar um Ambiente de Rede? 3 Defina LAN. 4 Defina WAN. 5 O que eu preciso para Montar uma Rede? 6 - O que eu posso compartilhar

Leia mais

Conexão Sem Fio Guia do Usuário

Conexão Sem Fio Guia do Usuário Conexão Sem Fio Guia do Usuário Copyright 2007 Hewlett-Packard Development Company, L.P. Windows é uma marca registrada da Microsoft Corporation nos Estados Unidos. Bluetooth é marca comercial dos respectivos

Leia mais

Roteador Wireless 150Mbps 4 Portas

Roteador Wireless 150Mbps 4 Portas Roteador Wireless 150Mbps 4 Portas Manual do Usuário Você acaba de adquirir um produto Leadership, testado e aprovado por diversos consumidores em todo Brasil. Neste manual estão contidas todas as informações

Leia mais

CABEAMENTO ESTRUTURADO NORMAS AMERICANAS EIA/TIA

CABEAMENTO ESTRUTURADO NORMAS AMERICANAS EIA/TIA CABEAMENTO ESTRUTURADO NORMAS AMERICANAS EIA/TIA NORMAS AMERICANAS EIA/TIA EIA/TIA 568-B: Commercial Building Telecomunications Cabling Standard Essa norma de 2001 é a revisão da norma EIA/TIA 568-A de

Leia mais

1 Introdução... 4. Características... 4 Requisitos do Dispositivo... 5. 2 Conhecendo o dispositivo... 6

1 Introdução... 4. Características... 4 Requisitos do Dispositivo... 5. 2 Conhecendo o dispositivo... 6 Índice 1 Introdução... 4 Características... 4 Requisitos do Dispositivo... 5 2 Conhecendo o dispositivo... 6 Verificação dos itens recebidos... 6 Painel Frontal... 7 Painel Traseiro... 8 3 Conectando o

Leia mais

Liderando a Evolução para Redes Mesh

Liderando a Evolução para Redes Mesh Tendências do mercado A realidade do século 21 A conectividade em Banda Larga tem se transformado numa utilidade tão básica quanto a a eletricidade e o gás As redes mesh wireless fazem hoje, desta tecnologia,

Leia mais

PROJETO BÁSICO. Serviço de Comunicação Multimídia

PROJETO BÁSICO. Serviço de Comunicação Multimídia PROJETO BÁSICO Serviço de Comunicação Multimídia xxxxxxxxxx, xx de xxxxx de 2009 PROJETO BÁSICO (De acordo com a Res. n 272 da Anatel - SCM, de 9 de agosto de 2001, Anexo II) O B J E T O SOLICITAÇÃO DE

Leia mais

8/3/2009. TE155-Redes de Acesso sem Fios. TE155-Redes de Acesso sem Fios

8/3/2009. TE155-Redes de Acesso sem Fios. TE155-Redes de Acesso sem Fios Panorama atual das Redes de Acesso sem Fios para Computadores Ewaldo Luiz de Mattos Mehl Universidade Federal do Paraná Departamento de Engenharia Elétrica mehl@eletrica.ufpr.br Computação do Passado Computadores

Leia mais

Instalador e Reparador de Redes de Computadores

Instalador e Reparador de Redes de Computadores Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia Fundação de Apoio a Escola Técnica Plano de Curso de Instalador e Reparador de Redes de Computadores Título do Curso Instalador

Leia mais

Equipamentos de Rede

Equipamentos de Rede Equipamentos de Rede Professor Carlos Gouvêa SENAIPR - Pinhais 2 Introdução Objetivos Finalidade dos equipamentos Equipamentos e descrição Nomenclatura de desenho técnico para redes Exercício de orientação

Leia mais

REDE DE COMPUTADORES

REDE DE COMPUTADORES SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL REDE DE COMPUTADORES Tecnologias de Rede Arquitetura Prof. Airton Ribeiro de Sousa E-mail: airton.ribeiros@gmail.com 1 A arquitetura de redes tem como função

Leia mais

Formadora: Daniela Azevedo Módulo 11 IGRI13 Rui Bárcia - 15

Formadora: Daniela Azevedo Módulo 11 IGRI13 Rui Bárcia - 15 Formadora: Daniela Azevedo Módulo 11 IGRI13 Rui Bárcia - 15 Introdução, com algumas características Uma rede sem fios ou uma rede Wireless é uma infraestrutura das comunicações sem fio que permite a transmissão

Leia mais

APRENDIZAGEM INDUSTRIAL. UNIDADE 3 Técnicas de cabeamento

APRENDIZAGEM INDUSTRIAL. UNIDADE 3 Técnicas de cabeamento APRENDIZAGEM INDUSTRIAL UNIDADE 3 Técnicas de cabeamento O cabeamento horizontal Compreende os segmentos de cabos que são lançados horizontalmente entre as áreas de trabalho e as salas de telecomunicações

Leia mais

Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus: Campo Mourão

Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus: Campo Mourão Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus: Campo Mourão Professor Rafael Henrique Dalegrave Zottesso E-mail rafaelzottesso@utfpr.edu.br Site http://www.zottesso.com.br/disciplinas/rc24b0/ Disciplina

Leia mais

Infraestrutura de Redes Locais. Edmilson Carneiro Moreira

Infraestrutura de Redes Locais. Edmilson Carneiro Moreira Infraestrutura de Redes Locais Edmilson Carneiro Moreira Sumário Introdução Histórico Cabeamento Estruturado Conceitos Categorias e Classes de desempenho ANSI/TIA-568-C Referências [1] Paulo Sérgio Cabeamento

Leia mais

Administração de Sistemas de Informação I

Administração de Sistemas de Informação I Administração de Sistemas de Informação I Prof. Farinha Aula 03 Telecomunicações Sistemas de Telecomunicações 1 Sistemas de Telecomunicações Consiste de Hardware e Software transmitindo informação (texto,

Leia mais

1 Introduc ao 1.1 Hist orico

1 Introduc ao 1.1 Hist orico 1 Introdução 1.1 Histórico Nos últimos 100 anos, o setor de telecomunicações vem passando por diversas transformações. Até os anos 80, cada novo serviço demandava a instalação de uma nova rede. Foi assim

Leia mais

REDES. A Evolução do Cabeamento

REDES. A Evolução do Cabeamento REDES A Evolução do Cabeamento Até o final dos anos 80, todos os sistemas de cabeamento serviam apenas a uma aplicação, isto é, eram sistemas dedicados. Estes sistemas eram sempre associados à um grande

Leia mais

OKTOR APRESENTAÇÃO DOS PRODUTOS OKTOR

OKTOR APRESENTAÇÃO DOS PRODUTOS OKTOR OKTOR APRESENTAÇÃO DOS PRODUTOS OKTOR fevereiro/2011 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 3 2 QUEM SOMOS?... 4 3 PRODUTOS... 5 3.1 SMS... 6 3.2 VOZ... 8 3.3 INFRAESTRUTURA... 12 3.4 CONSULTORIA... 14 4 SUPORTE... 14

Leia mais

LIGANDO MICROS EM REDE

LIGANDO MICROS EM REDE LAÉRCIO VASCONCELOS MARCELO VASCONCELOS LIGANDO MICROS EM REDE Rio de Janeiro 2007 LIGANDO MICROS EM REDE Copyright 2007, Laércio Vasconcelos Computação LTDA DIREITOS AUTORAIS Este livro possui registro

Leia mais

Tecnologias Atuais de Redes

Tecnologias Atuais de Redes Tecnologias Atuais de Redes Aula 5 VoIP Tecnologias Atuais de Redes - VoIP 1 Conteúdo Conceitos e Terminologias Estrutura Softswitch Funcionamento Cenários Simplificados de Comunicação em VoIP Telefonia

Leia mais

Comunicação sem fio (somente para determinados modelos)

Comunicação sem fio (somente para determinados modelos) Comunicação sem fio (somente para determinados modelos) Guia do Usuário Copyright 2006 Hewlett-Packard Development Company, L.P. Microsoft e Windows são marcas registradas da Microsoft Corporation nos

Leia mais

TECNOLOGIA WEB INTERNET PROTOCOLOS

TECNOLOGIA WEB INTERNET PROTOCOLOS INTERNET PROTOCOLOS 1 INTERNET Rede mundial de computadores. Também conhecida por Nuvem ou Teia. Uma rede que permite a comunicação de redes distintas entre os computadores conectados. Rede WAN Sistema

Leia mais

Solução Acesso Internet Áreas Remotas

Solução Acesso Internet Áreas Remotas Solução Acesso Internet Áreas Remotas Página 1 ÍNDICE GERAL ÍNDICE GERAL... 1 1. ESCOPO... 2 2. SOLUÇÃO... 2 2.1 Descrição Geral... 2 2.2 Desenho da Solução... 4 2.3 Produtos... 5 2.3.1 Parte 1: rádios

Leia mais

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia.

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A EMPRESA A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A experiência da Future Technology nas diversas áreas de TI disponibiliza aos mercados público

Leia mais

Tecnologias Wireless WWAN Wireless Wide Area Network WLAN Wireless Local Area Network WPAN Wireless Personal Area Network

Tecnologias Wireless WWAN Wireless Wide Area Network WLAN Wireless Local Area Network WPAN Wireless Personal Area Network Fundamentos de Tecnologias Wireless Parte 1 Assunto Tecnologias Wireless Introdução à Wireless LAN Algumas questões e desafios Tecnologias Wireless WWAN Wireless Wide Area Network WLAN Wireless Local Area

Leia mais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais Administração de Sistemas de Informação Gerenciais UNIDADE V: Telecomunicações, Internet e Tecnologia Sem Fio. Tendências em Redes e Comunicações No passado, haviam dois tipos de redes: telefônicas e redes

Leia mais

A EMPRESA SOLUÇÕES CORPORATIVAS SOLUÇÕES PARA OPERADORAS. Wholesale. Servidores SIP. Flat Fixo Brasil em CLI. IPBX Segurança e economia

A EMPRESA SOLUÇÕES CORPORATIVAS SOLUÇÕES PARA OPERADORAS. Wholesale. Servidores SIP. Flat Fixo Brasil em CLI. IPBX Segurança e economia A EMPRESA A ROTA BRASIL atua no mercado de Tecnologia nos setores de TI e Telecom, buscando sempre proporcionar às melhores e mais adequadas soluções aos seus Clientes. A nossa missão é ser a melhor aliada

Leia mais

Advanced Wireless Networks Overview & Configuration. Workshop by Nicola Sanchez

Advanced Wireless Networks Overview & Configuration. Workshop by Nicola Sanchez Advanced Wireless Networks Overview & Configuration Workshop by Nicola Sanchez Microwave Wireless Telecom - Brasil Distribuidor Mikrotik no Brasil Fornecedor de Soluções em Redes Wireless Consultoria e

Leia mais

Capítulo 2 - Conceitos Básicos de Redes. Associação dos Instrutores NetAcademy - agosto de 2007 - Página

Capítulo 2 - Conceitos Básicos de Redes. Associação dos Instrutores NetAcademy - agosto de 2007 - Página Capítulo 2 - Conceitos Básicos de Redes 1 Redes de Dados Inicialmente o compartilhamento de dados era realizado a partir de disquetes (Sneakernets) Cada vez que um arquivo era modificado ele teria que

Leia mais

APRENDIZAGEM INDUSTRIAL. UNIDADE 6 Cabeamento Residencial

APRENDIZAGEM INDUSTRIAL. UNIDADE 6 Cabeamento Residencial APRENDIZAGEM INDUSTRIAL UNIDADE 6 Cabeamento Residencial Cabeamento residencial Sistema que integra os serviços de telecomunicações em uma residência: Rede local de computadores, acesso à internet, controle

Leia mais

Redes de Dados e Comunicações. Prof.: Fernando Ascani

Redes de Dados e Comunicações. Prof.: Fernando Ascani Redes de Dados e Comunicações Prof.: Fernando Ascani Redes Wireless / Wi-Fi / IEEE 802.11 Em uma rede wireless, os adaptadores de rede em cada computador convertem os dados digitais para sinais de rádio,

Leia mais

LINKSYS SPA3102 E PAP2T

LINKSYS SPA3102 E PAP2T CONFIGURANDO TELEFONE PONTO A PONTO COM LINKSYS SPA3102 E PAP2T CONFIGURANDO SPA3102 e PAP2T Conteúdo: 1 Apresentação pag 3 2 Estudo de caso pag 4 3 Conexão dos ATAs pag 6 4 Configurando pag 8 5 SPA 3102

Leia mais

Técnico em Redes de Computadores. Equipamentos e Acessórios

Técnico em Redes de Computadores. Equipamentos e Acessórios Técnico em Redes de Computadores Equipamentos e Acessórios Componentes de uma Rede Uma rede é um sistema composto de um arranjo de componentes: Cabeamento Hardware Software Cabeamento Componentes de uma

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES 1 2 REDES DE COMPUTADORES ADRIANO SILVEIRA ADR_SILVEIRA@YAHOO.COM.BR Classificação quanto ao alcance geográfico LAN Local Area Network, tem alcance em nível de empresas, órgãos, organizações ou casas.

Leia mais

Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Emissor: Receptor: Meio de transmissão Sinal:

Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Emissor: Receptor: Meio de transmissão Sinal: Redes - Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Comunicação sempre foi, desde o início dos tempos, uma necessidade humana buscando aproximar comunidades distantes.

Leia mais

Rede Wireless Para LAN e WAN

Rede Wireless Para LAN e WAN Rede Wireless Para LAN e WAN Marcos Macoto Iwashita CERNET Tecnologia e Sistemas macoto@cernet.com.br www.cernet.com.br INTRODUÇÃO Toda a tecnologia wireless não é nova, porém, em nossos dias apresenta

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES Rede é um conjunto de módulos processadores capazes de trocar informações e compartilhar recursos. O tipo de rede é definido pela sua área de abrangência, podemos classificar as redes

Leia mais

Cabeamento residencial não estruturado

Cabeamento residencial não estruturado 58 Capítulo II Cabeamento residencial para dados, voz e imagem Por José Roberto Muratori e Paulo Henrique Dal Bó* Atualmente, as aplicações encontradas nas residências demandam diferentes tipos de cabos.

Leia mais

Estudo de caso da Solução Unified Wireless Cisco. Jonas Odorizzi. Curso de Redes e Segurança de Sistemas. Pontifícia Universidade Católica do Paraná

Estudo de caso da Solução Unified Wireless Cisco. Jonas Odorizzi. Curso de Redes e Segurança de Sistemas. Pontifícia Universidade Católica do Paraná Estudo de caso da Solução Unified Wireless Cisco Jonas Odorizzi Curso de Redes e Segurança de Sistemas Pontifícia Universidade Católica do Paraná Curitiba, Abril de 2010 RESUMO Este artigo tem o objetivo

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA PORTARIA Nº 197, DE 12 DE JULHO DE

INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA PORTARIA Nº 197, DE 12 DE JULHO DE INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA PORTARIA Nº 197, DE 12 DE JULHO DE 2011 A Presidenta do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep),

Leia mais

Telecomunicações, Internet e tecnologia sem fio. slide 1

Telecomunicações, Internet e tecnologia sem fio. slide 1 Telecomunicações, Internet e tecnologia sem fio slide 1 Objetivos de estudo Quais os principais componentes das redes de telecomunicações e quais as principais tecnologias de rede? Quais os principais

Leia mais

Informática Aplicada I. Sistemas Operacionais Projeto e Implementação Andrew S. Tanenbaum Albert S. woodhull

Informática Aplicada I. Sistemas Operacionais Projeto e Implementação Andrew S. Tanenbaum Albert S. woodhull Informática Aplicada I Sistemas Operacionais Projeto e Implementação Andrew S. Tanenbaum Albert S. woodhull 1 Conceito de Sistema Operacional Interface: Programas Sistema Operacional Hardware; Definida

Leia mais

LINKSYS SPA3102 E PAP2T

LINKSYS SPA3102 E PAP2T CONFIGURANDO TELEFONE PONTO A PONTO COM LINKSYS SPA3102 E PAP2T Infottecnica Telecom & infor www.infottecnica.com.br Pirapora MG Tel. 38 8404-4430 1 CONFIGURANDO SPA3102 e PAP2T Conteúdo: 1 Apresentação

Leia mais

Laudo de Viabilidade Técnica e Econômica para Rede Wireless do CDT

Laudo de Viabilidade Técnica e Econômica para Rede Wireless do CDT Laudo de Viabilidade Técnica e Econômica para Rede Wireless do CDT 1. Pré Requisitos Com base no que foi proposta, a rede wireless do Bloco K da Colina deve atender aos seguintes requisitos: Padrão IEEE

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DE UM PROVEDOR DE INTERNET COM A TECNOLGIA WIRELESS

IMPLANTAÇÃO DE UM PROVEDOR DE INTERNET COM A TECNOLGIA WIRELESS IMPLANTAÇÃO DE UM PROVEDOR DE INTERNET COM A TECNOLGIA WIRELESS Rodrigo de Carvalho Ribeiro 1 RESUMO A presente pesquisa foi realizada com o objetivo de identificar como funciona a tecnologia wireless,

Leia mais

Placa de Rede. Rede de Computadores. Tipos de Redes LAN (Local Area Network) Rede local. Placa de Rede

Placa de Rede. Rede de Computadores. Tipos de Redes LAN (Local Area Network) Rede local. Placa de Rede Rede de Computadores Prof. André Cardia Email: andre@andrecardia.pro.br MSN: andre.cardia@gmail.com Placa de Rede Uma placa de rede (NIC), ou adaptador de rede, oferece capacidades de comunicações nos

Leia mais

PROJETO BÁSICO (De acordo com a Res. nº 272 da Anatel SCM, de 9 de agosto de 2001, Anexo II) OBJETO

PROJETO BÁSICO (De acordo com a Res. nº 272 da Anatel SCM, de 9 de agosto de 2001, Anexo II) OBJETO PROJETO BÁSICO (De acordo com a Res. nº 272 da Anatel SCM, de 9 de agosto de 2001, Anexo II) OBJETO OUTORGA DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA SCM sendo um serviço fixo de telecomunicações de interesse

Leia mais

EN2HWI-N3 Roteador Sem Fio para Jogos Online N300

EN2HWI-N3 Roteador Sem Fio para Jogos Online N300 EN2HWI-N3 Roteador Sem Fio para Jogos Online N300 Introdução O Roteador Sem Fio para Jogos Online N300 fornece de alta velocidade com o padrão 802.11n, que realça a sua experiência em jogos online e multimídia.

Leia mais

Rede Corporativa. Tutorial 10 mar 2009 Fabio Montoro. Introdução

Rede Corporativa. Tutorial 10 mar 2009 Fabio Montoro. Introdução Tutorial 10 mar 2009 Fabio Montoro Rede Corporativa Introdução Rede corporativa é um sistema de transmissão de dados que transfere informações entre diversos equipamentos de uma mesma corporação, tais

Leia mais

WiMAX. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com

WiMAX. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com WiMAX é uma tecnologia padronizada de rede sem fio que permite substituir as tecnologias de acesso de banda larga por cabo e ADSL. O WiMAX permite a

Leia mais

26. Dentre as dimensões a seguir, núcleo/casca, quais representam tipicamente fibras monomodo e fibras multimodos, respectivamente?

26. Dentre as dimensões a seguir, núcleo/casca, quais representam tipicamente fibras monomodo e fibras multimodos, respectivamente? CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CÓDIGO 05 UCs de Eletrônica e/ou de Telecomunicações 26. Dentre as dimensões a seguir, núcleo/casca, quais representam tipicamente fibras monomodo e fibras multimodos, respectivamente?

Leia mais

Tecnologia da Informação Apostila 02

Tecnologia da Informação Apostila 02 Parte 6 - Telecomunicações e Redes 1. Visão Geral dos Sistemas de Comunicações Comunicação => é a transmissão de um sinal, por um caminho, de um remetente para um destinatário. A mensagem (dados e informação)

Leia mais

UFSM-CTISM. Comunicação de Dados Meios de Transmissão Aula-03

UFSM-CTISM. Comunicação de Dados Meios de Transmissão Aula-03 UFSM-CTISM Comunicação de Dados Meios de Transmissão Aula-03 Professor: Andrei Piccinini Legg Santa Maria, 2012 Par trançado Cabo coaxial Fibra óptica Meios Não-guiados Transmissão por rádio Microondas

Leia mais

Sistemas de Informação Tópicos Avançados em informática I Cabeamento Lógico Estruturado. 7º Período / Carga Horária: 72 horas

Sistemas de Informação Tópicos Avançados em informática I Cabeamento Lógico Estruturado. 7º Período / Carga Horária: 72 horas Sistemas de Informação Tópicos Avançados em informática I Cabeamento Lógico Estruturado 7º Período / Carga Horária: 72 horas EMENTA: Componentes e equipamentos de um sistema de cabeamento. Normas internacionais

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES LAN e WAN: Topologias e Equipamentos

REDES DE COMPUTADORES LAN e WAN: Topologias e Equipamentos Administração de Empresas 2º Período Informática Aplicada REDES DE COMPUTADORES LAN e WAN: Topologias e Equipamentos Prof. Sérgio Rodrigues 1 INTRODUÇÃO Introdução Este trabalho tem como objetivos: definir

Leia mais

Buscamos sempre a solução mais eficaz, de acordo com o avanço tecnológico dos sistemas de Telecomunicações e Tecnologia da Informação.

Buscamos sempre a solução mais eficaz, de acordo com o avanço tecnológico dos sistemas de Telecomunicações e Tecnologia da Informação. A T7 Solutions Informática e Telecomunicações atua como prestadora de serviços de Infraestrutura de TI e Telecom, com foco no desenvolvimento e implementação de soluções de Infraestrutura, Dados e Voz.

Leia mais

Redes de Computadores. Prof. Késsia Marchi

Redes de Computadores. Prof. Késsia Marchi Redes de Computadores Prof. Késsia Marchi Redes de Computadores Redes de Computadores Possibilita a conexão entre vários computadores Troca de informação Acesso de múltiplos usuários Comunicação de dados

Leia mais

Laboratório Configuração de um Roteador e um Cliente Sem Fio

Laboratório Configuração de um Roteador e um Cliente Sem Fio Topologia Configurações do Roteador Linksys Nome da Rede (SSID) Senha da rede Senha do Roteador CCNA-Net cisconet cisco123 Objetivos Parte 1: Configurar Definições Básicas em um Roteador da Série Linksys

Leia mais

Sistemas de Cabeamento SISTEMA DE CABEAMENTO ESTRUTURADO 23/09/2015. Topologias Lógicas x Topologias Físicas. Cabeamento Não-estruturado aula 26/08

Sistemas de Cabeamento SISTEMA DE CABEAMENTO ESTRUTURADO 23/09/2015. Topologias Lógicas x Topologias Físicas. Cabeamento Não-estruturado aula 26/08 Sistemas de Cabeamento SISTEMA DE CABEAMENTO ESTRUTURADO Uma rede de computadores é um conjunto de recursos inter-relacionados e interligados com o objetivo de formar um sistema em comum. PROF. FABRICIO

Leia mais

GUIA RÁPIDO. DARUMA Viva de um novo jeito

GUIA RÁPIDO. DARUMA Viva de um novo jeito GUIA RÁPIDO DARUMA Viva de um novo jeito Dicas e Soluções para IPA210 Leia atentamente as dicas a seguir para configurar seu IPA210. Siga todos os tópicos para que seja feita a configuração básica para

Leia mais

Capítulo 7 - Redes Wireless WiFi

Capítulo 7 - Redes Wireless WiFi Capítulo 7 - Redes Wireless WiFi Prof. Othon Marcelo Nunes Batista Mestre em Informática 1 de 55 Roteiro Definição Benefícios Tipos de Redes Sem Fio Métodos de Acesso Alcance Performance Elementos da Solução

Leia mais

Tecnologia da Informação e Comunicação. Euber Chaia Cotta e Silva

Tecnologia da Informação e Comunicação. Euber Chaia Cotta e Silva Tecnologia da Informação e Comunicação Euber Chaia Cotta e Silva Redes e a Internet Conceitos Básicos 01 Para que você possa entender o que é e como funciona a Internet é necessário primeiro compreender...

Leia mais

INFORMÁTICA PARA CONCURSOS

INFORMÁTICA PARA CONCURSOS INFORMÁTICA PARA CONCURSOS Prof. BRUNO GUILHEN Vídeo Aula VESTCON MÓDULO I - INTERNET Aula 01 O processo de Navegação na Internet. A CONEXÃO USUÁRIO PROVEDOR EMPRESA DE TELECOM On-Line A conexão pode ser

Leia mais

André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Redes

André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Redes André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Redes Noções de Redes: Estrutura básica; Tipos de transmissão; Meios de transmissão; Topologia de redes;

Leia mais

APRESENTAÇÃO. Superação dos resultados Inovação Integridade Valorização Humana Melhoria Continua

APRESENTAÇÃO. Superação dos resultados Inovação Integridade Valorização Humana Melhoria Continua APRESENTAÇÃO EMPRESA A LHS Engenharia tem como principal objetivo a prestação de serviços e apoio adequado que garantem soluções eficazes com resultado garantido, durabilidade e excelente relação custo/benefício.

Leia mais

Como Montar uma Rede Wireless Passo-a-Passo

Como Montar uma Rede Wireless Passo-a-Passo Outras apostilas em: www.projetoderedes.com.br Como Montar uma Rede Wireless Passo-a-Passo Redes Wireless estão em franco crescimento. Novas redes são implementadas, com soluções mais rápidas, abrangentes

Leia mais

Documento de Requisitos de Rede (DRP)

Documento de Requisitos de Rede (DRP) Documento de Requisitos de Rede (DRP) Versão 1.2 SysTrack - Grupo 1 1 Histórico de revisões do modelo Versão Data Autor Descrição 1.0 30/04/2011 João Ricardo Versão inicial 1.1 1/05/2011 André Ricardo

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES Rede é um conjunto de módulos processadores capazes de trocar informações e compartilhar recursos. O tipo de rede é definido pela sua área de abrangência, podemos classificar as redes

Leia mais