Apresentação. Esperamos que este material possa ser de grande valia para você e. sua igreja. Deus os abençoe, Prs. Fernando e Jane Camargo

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Apresentação. Esperamos que este material possa ser de grande valia para você e. sua igreja. Deus os abençoe, Prs. Fernando e Jane Camargo"

Transcrição

1 Apresentação Lançamos este material voltado para o Culto do terceiro Domingo. Ele traz ferramentas com materiais de apoio para quatorze Cultos de Missões dedicados aos países em que a Igreja do Evangelho Quadrangular Brasileira tem missionários trabalhando. Nosso objetivo é fornecer subsídio para os líderes locais, a fim de que envolvam nossas igrejas em missões. A conscientização acontece à medida que promovemos missões: informando, orientando e orando pela obra missionária. Este material é fruto de um esforço conjunto de uma equipe de líderes dos cultos do terceiro Domingo que possuem experiência comprovada nesta área e são apaixonados por missões. Nossa gratidão a estes preciosos guerreiros! sua igreja. Esperamos que este material possa ser de grande valia para você e Deus os abençoe, Prs. Fernando e Jane Camargo

2 CULTO DE MISSÕES Santificai um jejum, convocai uma assembléia solene, congregai os anciãos, e todos os moradores desta terra, na casa do SENHOR vosso Deus, e clamai ao SENHOR. Joel 1:14 O QUE É? O Culto de Missões é uma estratégia dada por Deus para atingir, de maneira eficaz, os alvos missionários que Ele tem inspirado a toda a Igreja Quadrangular. Sendo assim, a Igreja do Evangelho Quadrangular no Brasil destina o terceiro Domingo de cada mês para Missões e todas as ofertas levantadas nesse dia são canalizadas para Missões, da seguinte forma:! 50% para o Conselho Nacional de Diretores! 50% para o Conselho Estadual de Diretores IMPORTÂNCIA O Culto de Missões permite que a Igreja local esteja reunida para receber a ministração do Senhor quanto ao seu mandamento: Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda a criatura (Mc.16:15) tem sido uma ferramenta em Suas mãos para aumentar, de maneira significativa, a conscientização missionária em Sua noiva e, em especial, para reavivar a visão missionária da Igreja Quadrangular. OBJETIVOS! Permitir a cada membro da igreja local o reconhecimento de qual é o seu papel na obra missionária, seja ela urbana ou transcultural;! Dar oportunidade para a Igreja ser abençoada ao ofertar para missões;! Despertar pessoas para formar uma equipe de missões em cada igreja local;! Despertar pessoas para serem intercessores por missões;

3 PASSOS CHAVES PARA O CULTO DE MISSÕES 1º. Converse com o seu Pastor, NÃO FAÇA nada sem o conhecimento e aprovação dele; 2º. Ore intensamente, de forma individual e em grupo, pedindo a Deus sabedoria, e que frutos duradouros sejam produzidos através do culto; 3º. Faça um planejamento do culto com bastante antecedência. COMO FAZER UM CULTO DE MISSÕES? PROGRAMA BÁSICO PARA UM CULTO DE MISSÕES 1) Abertura 1 a 5 minutos 2) Louvor 15 a 30 minutos 3) Oração 10 minutos 4) Informações 5 a 10 minutos 5) Promoção Missionária 5 a 15 minutos 6) Oferta 5 a 10 minutos 7) Mensagem 20 a 40 minutos 8) Encerramento 3 a 10 minutos a. Tempo total mínimo = 64 minutos b. Tempo total máximo = 2h. 10 minutos Informações Importantes O Culto de Missões é estratégico. Por isso, faça do mesmo um tempo especial, onde todas as partes sejam bem elaboradas para atingir o(s) objetivo(s) proposto(s).

4 TEMA A equipe de Missões deve definir um tema específico para cada mês. Ele norteará a preparação e o enfoque de todas as áreas que envolvem o Culto e será definido paralelamente ao objetivo. Exemplos de temas: Levando luz às nações, Missões o Grande Desafio, Ide Mandamento de Jesus. OBJETIVO Deve-se estabelecer qual (is) objetivo(s) se pretende alcançar com o Culto, a cada mês. Esse(s) objetivo(s) deve(m) ser claro(s) e específico(s), fácil (eis) de ser (em) avaliado(s). Deve(m) surgir a partir do tema e/ou do país alvo, a cada mês. Resultado: Um bom planejamento sempre leva em conta objetivos em três áreas, nas quais devese esperar mudanças: o indivíduo em relação a Deus, o indivíduo em relação a si mesmo e o indivíduo em relação à comunidade. VERSÍCULO CHAVE Sempre ligado ao tema, o versículo chave servirá para apresentar à Igreja o tema do mês. Pode ser um só versículo, ou uma seqüência de versículos. Não deve ser muito longo. Não há necessidade de estar ligado à mensagem. PAÍS ALVO É o enfoque que norteará a decoração, as informações e a promoção missionária, podendo ainda influenciar a escolha de hinos para o período louvor, dos motivos de oração e até mesmo dos desafios apresentados no período da oferta.

5 DECORAÇÃO É muito importante que no dia do Culto de Missões toda a decoração da Igreja chame a atenção para o tema. Assim, tendo em vista o tema, o objetivo e o país alvo, elabora-se toda a decoração interna e externa da Igreja criando um impacto visual com o objetivo final de envolver a congregação em missões. PARTES DO CULTO RECEPÇÃO Por ser um evento especial no mês, a recepção do Culto de Missões também deve ser diferente e fazer parte de todo o planejamento, visando integração com o tema, os objetivos e o país alvo. Dica: Verifique a possibilidade de colocar na recepção pessoas vestidas com trajes típicos, do país alvo. Também pode ser feita uma saudação na língua daquele país, ou mesmo um ritual de saudação costumeiro àquele país. ABERTURA Existe um ditado popular que diz que a primeira impressão é a que fica. Por isso, é importante planejar uma abertura breve, atrativa e criativa, que, acima de tudo, incentive as pessoas a se envolverem desde o princípio no programa do culto, fazendo-as perceber que é um culto diferente e especial, com objetivo missionário. Compreende: - Saudação inicial ao povo; - Leitura do versículo chave; - Explicação do tema e país alvo; - Uma breve oração. LOUVOR Devemos utilizar o período de louvor para abençoar nações e povos, despertando pessoas para a obra missionária. Faça este período alegre, motivador e inspirativo.

6 Selecione cânticos temáticos para a área de missões. Pode ser intercalado com informações missionárias de forma a já estar desafiando a congregação a envolver-se com missões, com o país alvo e seus missionários. Dica: Se possível escolha um dirigente de louvor que tenha visão missionária. Verifique a, possibilidade de todos os integrantes do grupo de louvor estarem vestidos com trajes típicos,do país alvo. INTERCESSÃO A oração é elemento fundamental para o sucesso da obra missionária, pois ela é um confronto de poderes: não é contra a carne e o sangue, mas contra principados e potestades que estamos lutando (Ef.6:12). Também tenha em mente que este período pode ser usado por Deus para ensinar Sua Igreja a orar por missões. Dica: Prepare com antecedência os pedidos de oração e os alvos para intercessão. O Projeto AMAI lança periodicamente boletins de oração, com informações e motivos de oração pelos missionários, entre em contato através do ou pelo telefone (11) e faça seu cadastro. O Projeto AMAI tem uma estratégia chamada 15 minutos pelas nações, ela pode ser aplicada antes do culto de Missões. Convide os participantes do culto a chegarem 15 minutos antes para orarem por missões. Damos em seguida algumas orientações: Realizando QUINZE MINUTOS PELAS NAÇÕES É um período de 15 minutos para orar pelos 5 grandes alvos do projeto A.M.A.I. 1. Uma Nação 2. Um Povo não Alcançado 3. Um País onde há perseguição contra os cristãos 4. Um Missionário Quadrangular 5. Um Motivo Missionário a nível local, estadual ou nacional

7 PROMOÇÃO MISSIONÁRIA Momento de passar informações para levar a Igreja a conhecer a obra de Missões, a realidade dos campos missionários, os missionários e suas vidas. São fundamentais as informações: quem é o missionário, onde se encontra, como é sua família, que projetos está desenvolvendo, quais as necessidades, qual é e como é o povo com o qual trabalha, etc. Quando expomos um assunto, por mais importante que ele seja, não devemos nos prender em uma exposição oral, pois pode tornar-se cansativo para o auditório. Por isso, para promoção de missões, os recursos áudio-visuais são indispensáveis. Coordene a explanação oral com os recursos áudio-visuais. Dica: Aproveite para divulgar os demais espaços que apresentam essas informações, como: stands, sites na Internet, murais e painéis com fotos, cartas e informações. OFERTA Além do apoio em oração, cabe à igreja o sustento financeiro da obra missionária. Devemos estar convictos da importância da contribuição missionária e mostrar isso à Igreja para que todos possam ser abençoados ao dar o melhor para Deus em Missões. Dica: Os envelopes de missões podem ser distribuídos antes do 3º Domingo, fazendo já o trabalho de conscientização. Os membros da Igreja irão contribuir de forma mais significativa quando lhes for mostrado, de forma clara e objetiva, as necessidades de um campo missionário ou de um missionário e sua família. MENSAGEM Para um melhor resultado no Culto de Missões, é necessário que você escolha alguém com visão missionária para trazer a Palavra de Deus e que, de alguma forma, esteja envolvido com missões. É importante que todas as pessoas envolvidas com o culto tenham o coração voltado para as necessidades dos povos e das nações. Dica: Convide, se possível, missionários em férias no Brasil, ou missionários de curto prazo, ou que realizam projetos transculturais e/ou missões urbanas, pastores que sejam líderes de agência

8 missionária, ou diretores de missões a nível regional ou estadual ou nacional ou internacional. Busque orientação e contatos com esses servos de Deus através da S.G.M. ENCERRAMENTO Como toda a programação anterior, também o encerramento deve merecer a devida atenção. Encerre o culto de maneira alegre e criativa, estimulando o retorno no próximo mês. LEMBRANÇA As lembrancinhas fazem com que as pessoas lembrem de orar e contribuir para missões, marcando ainda mais a importância da participação de cada uma, fazendo-as sentirem-se parte desse ministério da Igreja. Desenvolva o modelo de lembrança para cada culto, sempre que possível, de acordo, com o objetivo que se buscou atingir, dentro do tema e representando o país alvo. Faça algo, útil, que as pessoas poderão utilizar e/ou ver no seu dia-a-dia. De acordo com o evento desenvolvido no momento de promoção missionária, escolha: Pequeno buquê de flores artificiais Flores artificiais avulsas Globo terrestre em isopor Saquinhos com sementes Cartão com mensagem Marcador de página Calendário de oração Cartão de oração Bandeirinhas Imã de geladeira ANÁLISE E AVALIAÇÃO Tendo em vista a programação planejada e a programação apresentada, reúna-se com a equipe para uma análise e avaliação do culto. Procurem identificar: Qual foi o resultado em relação ao tema, ao país alvo e aos objetivos? Quais foram os pontos positivos? E os negativos? Quais as sugestões para o próximo culto?

9 DICAS! Envolva os membros da congregação de várias maneiras;! Forme equipes responsáveis para cada setor da programação do Culto de Missões;! Lembre-se que o Culto de Missões é um evento especial que acontece no calendário da igreja local a cada mês, planeje com antecedência.! Programe atividades onde os membros possam ter contato pessoal com missionários ou pessoas com experiência em Missões! Cada vez que fizer um Culto de Missões utilize uma ou duas experiências novas no programa! Ao fazer o planejamento do Culto, leve em consideração cada grupo: homens, mulheres, jovens, adolescentes, juniores, crianças, terceira idade...! Forme uma equipe de intercessão para orar pelo evento: para isso, utilize a estrutura do Projeto A.M.A.I. SUGESTÕES Para mais detalhes das sugestões abaixo, entre em contato com a S.G.M. MATERIAIS Para diversos pontos da programação do Culto de Missões podem ser utilizados inúmeros materiais. Listamos aqui alguns: Fotos, vídeos ou transparências Roupas típicas Música e letra de hinos oficiais (adaptada p/o Evangelho) Cartas e s de missionários Objetos típicos (não evocativos das trevas) Rituais típicos (não evocativos das trevas) Cartazes, pôsteres, cartões postais, faixas e letreiros Palavras, saudações, etc. (na língua do país) Bandeiras, mapas e globo terrestre

10 Estatísticas (confiáveis e atualizadas) Bíblia em diversas versões, Livros, Jornais e Revistas Sites da Internet Cartões de intercessão EVENTOS Tanto para a abertura, quanto para o momento de promoção missionária, é comum a utilização de uma das atividades sugeridas abaixo. No entanto, como a programação do Culto de Missões é permeada pela criatividade e permite certa flexibilidade, algumas dessas sugestões podem ser encaixadas também em outros momentos. Coreografias Apresentação teatral Entrada de bandeiras Declamação de textos (bíblicos ou não) Sessão de cinema missionário Encenações diversas (momento do chá japonês, cantinho árabe, momento cívico, etc.)

Apresentação. Esperamos que este material possa ser de grande valia para você e. sua igreja. Deus os abençoe, Prs. Fernando e Jane Camargo

Apresentação. Esperamos que este material possa ser de grande valia para você e. sua igreja. Deus os abençoe, Prs. Fernando e Jane Camargo 1 Apresentação Lançamos este material voltado para o Culto do terceiro Domingo. Ele traz ferramentas com materiais de apoio para quatorze Cultos de Missões dedicados aos países em que a Igreja do Evangelho

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. Capoeira - menino Pé no Chão

Mostra de Projetos 2011. Capoeira - menino Pé no Chão Mostra Local de: Dois Vizinhos Mostra de Projetos 2011 Capoeira - menino Pé no Chão Categoria do projeto: Projetos em implantação, com resultados parciais. Nome da Instituição/Empresa: Associação Casa

Leia mais

Manual Geral de Aplicação Universal Entrada 2008

Manual Geral de Aplicação Universal Entrada 2008 Universal Entrada 2008 Programa Programa - Manual do Aplicador Teste Universal - 2008 Teste Cognitivo Leitura/Escrita e Matemática Caro alfabetizador(a): Se você está recebendo este material, é porque

Leia mais

- ; - -1,- NOTA TÉCNICA N`&5-7.12016/ CGNOR/DSST/SIT/MTPS

- ; - -1,- NOTA TÉCNICA N`&5-7.12016/ CGNOR/DSST/SIT/MTPS . - ; - -1,- - MINISTÉRIO DO TRABALHO E PREVIDÊNCIA SOCIAL SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO Esplanada dos Ministérios, Bloco F, Anexo, Ala B, 1 andar, sala 176 - CEP: 70056-900 - Brasilia/DF sitgmte

Leia mais

Plano de Sustentabilidade. (Instrumento / Roteiro para Construção do Plano) NOME DA REDE: 1ª PARTE DO PLANO

Plano de Sustentabilidade. (Instrumento / Roteiro para Construção do Plano) NOME DA REDE: 1ª PARTE DO PLANO Plano de Sustentabilidade (Instrumento / Roteiro para Construção do Plano) NOME DA REDE: Inserir a logomarca da Rede Fomentada 1ª PARTE DO PLANO (Trabalho interno da Base de Economia Solidária e Feminista)

Leia mais

Manual Mobuss Construção - Móvel

Manual Mobuss Construção - Móvel Manual Mobuss Construção - Móvel VISTORIA & ENTREGA - MÓVEL Versão 1.0 Data 22/04/2014 Mobuss Construção - Vistoria & Entrega Documento: v1.0 Blumenau SC 2 Histórico de Revisão Versão Data Descrição 1.0

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE CONTEÚDO DIGITAL PARA O USO NA EDUCAÇÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS

IDENTIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE CONTEÚDO DIGITAL PARA O USO NA EDUCAÇÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS IDENTIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE CONTEÚDO DIGITAL PARA O USO NA EDUCAÇÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS Júlio César Neis 1 ; Rosangela Aguiar Adam 2 ; Tiago Lopes Gonçalves 3 ; Vera Regina Mazureck

Leia mais

Visita à Odebrecht 16 de Abril de 2015

Visita à Odebrecht 16 de Abril de 2015 Visita à Odebrecht 16 de Abril de 2015 Introdução Poucas empresas se consolidam no mercado por tanto tempo e com tamanha qualidade, tradição e compromisso na prestação de seus serviços. A 80 anos a Odebrecht

Leia mais

Os salários de 15 áreas de TI nas cinco regiões do Brasil

Os salários de 15 áreas de TI nas cinco regiões do Brasil Os salários de 15 áreas de TI nas cinco regiões do Brasil Entre 2011 e 2012, os salários na área de tecnologia da informação (TI) cresceram em média 10,78% um número animador, que pode motivar jovens estudantes

Leia mais

POLÍTICA ENGAJAMENTO DE STAKEHOLDERS ÍNDICE. 1. Objetivo...2. 2. Abrangência...2. 3. Definições...2. 4. Diretrizes...3. 5. Materialidade...

POLÍTICA ENGAJAMENTO DE STAKEHOLDERS ÍNDICE. 1. Objetivo...2. 2. Abrangência...2. 3. Definições...2. 4. Diretrizes...3. 5. Materialidade... ENGAJAMENTO DE STAKEHOLDERS Folha 1/8 ÍNDICE 1. Objetivo...2 2. Abrangência...2 3. Definições...2 4. Diretrizes...3 5. Materialidade...7 Folha 2/8 1. Objetivos 1. Estabelecer as diretrizes que devem orientar

Leia mais

ESCOLA ESTADUAL LUIS VAZ DE CAMÕES FEIRA DE CIÊNCIAS NA ESCOLA: O PRAZER DE DEMONSTRAR OS CONHECIMENTOS IPEZAL-DISTRITO DE ANGÉLICA/MS

ESCOLA ESTADUAL LUIS VAZ DE CAMÕES FEIRA DE CIÊNCIAS NA ESCOLA: O PRAZER DE DEMONSTRAR OS CONHECIMENTOS IPEZAL-DISTRITO DE ANGÉLICA/MS ESCOLA ESTADUAL LUIS VAZ DE CAMÕES FEIRA DE CIÊNCIAS NA ESCOLA: O PRAZER DE DEMONSTRAR OS CONHECIMENTOS IPEZAL-DISTRITO DE ANGÉLICA/MS MAIO/2012 ESCOLA ESTADUAL LUIS VAZ DE CAMÕES FEIRA DE CIÊNCIAS NA

Leia mais

Redação Publicitária reflexões sobre teoria e prática 1

Redação Publicitária reflexões sobre teoria e prática 1 Redação Publicitária reflexões sobre teoria e prática 1 AUTOR: MAGOGA, Bernardo CURSO: Comunicação Social Publicidade e Propaganda/Unifra, Santa Maria, RS OBRA: MARTINS, Jorge S. Redação publicitária Teoria

Leia mais

EDITAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA DA FACULDADE MULTIVIX- VITÓRIA 003/2016 ALTERADO EM 14/06/2016

EDITAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA DA FACULDADE MULTIVIX- VITÓRIA 003/2016 ALTERADO EM 14/06/2016 EDITAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA DA FACULDADE MULTIVIX- VITÓRIA 003/2016 ALTERADO EM 14/06/2016 Chamada para submissão de Projetos de Iniciação Científica e Tecnológica A Direção Geral da FACULDADE

Leia mais

MANUAL DO AVALIADOR O que é uma Feira de Ciência? Por que avaliar os trabalhos? Como os avaliadores devem proceder?

MANUAL DO AVALIADOR O que é uma Feira de Ciência? Por que avaliar os trabalhos? Como os avaliadores devem proceder? MANUAL DO AVALIADOR O que é uma Feira de Ciência? É uma exposição que divulga os resultados de experimentos ou de levantamentos realizados, com rigor científico, por alunos, sob a orientação de um professor.

Leia mais

CONEXÃO VERDE IASEA REDE NACIONAL DE ENSINO SOCIOAMBIENTAL INSTITUTO PARA APRENDIZAGEM SOCIAL, EMOCIONAL E AMBIENTAL

CONEXÃO VERDE IASEA REDE NACIONAL DE ENSINO SOCIOAMBIENTAL INSTITUTO PARA APRENDIZAGEM SOCIAL, EMOCIONAL E AMBIENTAL CONEXÃO VERDE REDE NACIONAL DE ENSINO SOCIOAMBIENTAL IASEA INSTITUTO PARA APRENDIZAGEM SOCIAL, EMOCIONAL E AMBIENTAL 1. APRESENTAÇÃO Conexão Verde é uma rede de aprendizagem e colaboração que envolve jovens

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CRECHE MUNICIPAL JOSÉ LUIZ BORGES GARCIA PROJETO DO 2 SEMESTRE EDUCAÇÃO INFANTIL: CONSTRUINDO O CONHECIMENTO

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CRECHE MUNICIPAL JOSÉ LUIZ BORGES GARCIA PROJETO DO 2 SEMESTRE EDUCAÇÃO INFANTIL: CONSTRUINDO O CONHECIMENTO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CRECHE MUNICIPAL JOSÉ LUIZ BORGES GARCIA PROJETO DO 2 SEMESTRE EDUCAÇÃO INFANTIL: CONSTRUINDO O CONHECIMENTO CUIABÁ 2015 Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar

Leia mais

Identidade e trabalho do coordenador pedagógico no cotidiano escolar

Identidade e trabalho do coordenador pedagógico no cotidiano escolar 9 Considerações finais A partir da análise dos dados coletados nessa pesquisa algumas considerações finais se fazem pertinentes em relação às questões iniciais levantadas nesta pesquisa. 9.1 Identidade

Leia mais

Preparo de aula - Professor. Andrew Graham

Preparo de aula - Professor. Andrew Graham Preparo de aula - Professor Andrew Graham Sumário Cap. 03 Como ensinar com estudos de caso Cap. 04 Preparo para ensino através de casos Cap. 05 Escrever ou pesquisar um caso 03 Como ensinar com estudos

Leia mais

Treinamento de Instrutores Bíblicos. DONS ESPIRITUAIS: Chaves Para o Ministério

Treinamento de Instrutores Bíblicos. DONS ESPIRITUAIS: Chaves Para o Ministério North American Division Portuguese Ministry Treinamento de Instrutores Bíblicos DONS ESPIRITUAIS: Chaves Para o Ministério Dons Espirituais: Chaves Para o Ministério I. Por que devemos aprender sobre os

Leia mais

Índice. Conteúdo. Planilha Profissional Para Cálculo de Preços de Artesanato

Índice. Conteúdo. Planilha Profissional Para Cálculo de Preços de Artesanato Índice Conteúdo Índice... 2 A Importância do Preço Correto... 3 Como chegar ao preço de venda adequado do meu produto?... 3 Como calcular o preço de venda lucro... 5 Como vender meus produtos pela internet...

Leia mais

COMO FUNCIONA O ACAMPJOVEM Cada grupo inscrito receberá uma área para montar seu acampamento, com medidas proporcionais ao número de inscritos.

COMO FUNCIONA O ACAMPJOVEM Cada grupo inscrito receberá uma área para montar seu acampamento, com medidas proporcionais ao número de inscritos. 3 II ACAMPJOVEM DA APLAC Data: 09 a 12 de outubro de 2009 Pr. Ivan Saraiva (Novo Tempo), Pr. Nelson Milaneli (UCOB), Art trio, Ana Caran, etc. (a confirmar) O QUE É O ACAMPJOVEM É um grande acampamento

Leia mais

Metodologias de PETI. Prof. Marlon Marcon

Metodologias de PETI. Prof. Marlon Marcon Metodologias de PETI Prof. Marlon Marcon PETI O PETI é composto de: Planejamento Estratégico da organização, que combina os objetivos e recursos da organização com seus mercados em processo de transformação

Leia mais

Processo de planejamento participativo do Plano Diretor Aspectos metodológicos

Processo de planejamento participativo do Plano Diretor Aspectos metodológicos Processo de planejamento participativo do Plano Diretor Aspectos metodológicos Não existe no Estatuto das Cidades uma discrição minuciosa de um procedimento a ser seguido para elaboração dos Planos Diretores,

Leia mais

O USO DO STOP MOTION COMO RECURSO PEDAGÓGICO PARA TORNAR MAIS LÚDICO O ENSINO DE BIOQUÍMICA NO ENSINO MÉDIO

O USO DO STOP MOTION COMO RECURSO PEDAGÓGICO PARA TORNAR MAIS LÚDICO O ENSINO DE BIOQUÍMICA NO ENSINO MÉDIO O USO DO STOP MOTION COMO RECURSO PEDAGÓGICO PARA TORNAR MAIS LÚDICO O ENSINO DE BIOQUÍMICA NO ENSINO MÉDIO Hadassa Carolinny Soares de Oliveira (UFPE/CAV) Gabriel Henrique de Lima (UFPE/CAV) Josely Alves

Leia mais

PROGRAMA PARA A VALORIZAÇÃO DE INICIATIVAS CULTURAIS VAI SECRETARIA MUNICIPAL DA CULTURA São Paulo, Janeiro de 2012.

PROGRAMA PARA A VALORIZAÇÃO DE INICIATIVAS CULTURAIS VAI SECRETARIA MUNICIPAL DA CULTURA São Paulo, Janeiro de 2012. PROGRAMA PARA A VALORIZAÇÃO DE INICIATIVAS CULTURAIS VAI SECRETARIA MUNICIPAL DA CULTURA São Paulo, Janeiro de 2012 Design D Kebrada 2. Dados do projeto 2.1 Nome do projeto Design D Kebrada 2.2 Data e

Leia mais

Política de Gestão Estratégica de Riscos e Controles Internos CELESC

Política de Gestão Estratégica de Riscos e Controles Internos CELESC Política de Gestão Estratégica de Riscos e Controles Internos CELESC Política de Gestão Estratégica de Riscos e Controles Internos CELESC SUMÁRIO SUMÁRIO... 1 INTRODUÇÃO... 2 OBJETIVOS... 3 CONCEITOS...

Leia mais

POUPANÇA SICOOB CARTILHA ELETRÔNICA

POUPANÇA SICOOB CARTILHA ELETRÔNICA POUPANÇA SICOOB CARTILHA ELETRÔNICA I - APRESENTAÇÃO O Brasil já conhece a marca Sicoob e agora vai se contagiar com a campanha publicitária #LiberteseuPorquinho, que mostrará aos brasileiros que o tempo

Leia mais

EU VIM PARA SERVIR? Autor: Tiago Ferro Pavan

EU VIM PARA SERVIR? Autor: Tiago Ferro Pavan EU VIM PARA SERVIR? Autor: Tiago Ferro Pavan (Entra um jovem em cena e se depara com um cartaz da campanha da fraternidade (2015). O jovem lê o lema em voz alta): JOVEM: (Lendo) Eu vim para servir! JOVEM:

Leia mais

Os Registros na Pesquisa. Christiane Zubler

Os Registros na Pesquisa. Christiane Zubler Os Registros na Pesquisa Christiane Zubler RELEMBRANDO... A importância de se trabalhar com projetos de pesquisa na educação Básica: O Experiências exitosas; O Como organizar e avaliar feiras de ciências;

Leia mais

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO ESTRATÉGIA DE COMBATE AO DESPERDÍCIO DE ALIMENTO

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO ESTRATÉGIA DE COMBATE AO DESPERDÍCIO DE ALIMENTO A EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO ESTRATÉGIA DE COMBATE AO DESPERDÍCIO DE ALIMENTO SILVA, Cármen Cássia Velloso eprofessora do Departamento de Geociências/ UNIMONTES. Mestre em Educação. Integrante da equipe técnica

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Mintzberg Define planejamento estratégico como sendo processo gerencial que possibilita ao executivo estabelecer o rumo a ser seguido pela empresa, com vistas a obter um nível

Leia mais

MAPEAMENTO DA SITUAÇÃO EDUCACIONAL DOS SURDOS NA REGIÃO DE ABRANGÊNCIA DO NÚCLEO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO DE IRATI/PR

MAPEAMENTO DA SITUAÇÃO EDUCACIONAL DOS SURDOS NA REGIÃO DE ABRANGÊNCIA DO NÚCLEO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO DE IRATI/PR MAPEAMENTO DA SITUAÇÃO EDUCACIONAL DOS SURDOS NA REGIÃO DE ABRANGÊNCIA DO NÚCLEO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO DE IRATI/PR Patrícia Paula Schelp (PQE/UNICENTRO), e-mail: patricia@schelp.com.br Universidade

Leia mais

ALTERAÇÕES TORÁCICAS CORREÇÕES CIRÚRGICAS

ALTERAÇÕES TORÁCICAS CORREÇÕES CIRÚRGICAS Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde ALTERAÇÕES TORÁCICAS CORREÇÕES CIRÚRGICAS Prof. Dr. Luzimar Teixeira 1. Técnica cirúrgica corrige não só a região anterior do

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS COMPORTAMENTAIS (NEC) DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS COMPORTAMENTAIS (NEC) DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS COMPORTAMENTAIS (NEC) DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Em reunião de 05 de setembro de 2014, o Núcleo de Estudos Comportamentais (NEC), autorizado pelo disposto no inciso

Leia mais

FACULDADE DE ARARAQUARA IESP Instituto Educacional do Estado de São Paulo Rua Miguel Cortez, 50, Vila Suconasa, Araraquara/SP Tel: 3332-4093

FACULDADE DE ARARAQUARA IESP Instituto Educacional do Estado de São Paulo Rua Miguel Cortez, 50, Vila Suconasa, Araraquara/SP Tel: 3332-4093 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Dispõe sobre as Atividades Complementares do Curso de Direito da Faculdade de Araraquara CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º. Este Regulamento dispõe sobre

Leia mais

EDUCADOR, MEDIADOR DE CONHECIMENTOS E VALORES

EDUCADOR, MEDIADOR DE CONHECIMENTOS E VALORES EDUCADOR, MEDIADOR DE CONHECIMENTOS E VALORES BREGENSKE, Édna dos Santos Fernandes* Em seu livro, a autora levanta a questão da formação do educador e a qualidade de seu trabalho. Deixa bem claro em diversos

Leia mais

GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo, Editora Atlas, 2002....

GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo, Editora Atlas, 2002.... GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo, Editora Atlas, 2002.... 1 Como encaminhar uma Pesquisa? A pesquisa é um projeto racional e sistemático com objetivo de proporcionar respostas

Leia mais

Gerenciamento do Escopo do Projeto (PMBoK 5ª ed.)

Gerenciamento do Escopo do Projeto (PMBoK 5ª ed.) Gerenciamento do Escopo do Projeto (PMBoK 5ª ed.) De acordo com o PMBok 5ª ed., o escopo é a soma dos produtos, serviços e resultados a serem fornecidos na forma de projeto. Sendo ele referindo-se a: Escopo

Leia mais

ATIVIDADE 02 O CONJUNTO ARQUITETÔNICO DA PAMPULHA: UM CARTÃO-POSTAL DA CIDADE

ATIVIDADE 02 O CONJUNTO ARQUITETÔNICO DA PAMPULHA: UM CARTÃO-POSTAL DA CIDADE ATIVIDADE 02 O CONJUNTO ARQUITETÔNICO DA PAMPULHA: UM CARTÃO-POSTAL DA CIDADE Antigamente, quando as pessoas viajavam, era comum elas enviarem um cartão com uma foto do lugar onde estavam para dar notícias

Leia mais

NORMA DE ELABORAÇÃO DE INSTRUMENTOS NORMATIVOS - NOR 101

NORMA DE ELABORAÇÃO DE INSTRUMENTOS NORMATIVOS - NOR 101 ASSUNTO: Elaboração de Instrumentos Normativos MANUAL DE ORGANIZAÇÃO APROVAÇÃO: Deliberação DIREX nº 25, de 12/05/2016 COD. VIGÊNCIA: 100 12/05/2016 NORMA DE ELABORAÇÃO DE INSTRUMENTOS 1/10 SUMÁRIO 1 FINALIDADE...

Leia mais

PARTICIPANDO DA CONSTRUÇÃO DA AGENDA 21 DA UFFS, CAMPUS CERRO LARGO, RS

PARTICIPANDO DA CONSTRUÇÃO DA AGENDA 21 DA UFFS, CAMPUS CERRO LARGO, RS PARTICIPANDO DA CONSTRUÇÃO DA AGENDA 21 DA UFFS, CAMPUS CERRO LARGO, RS Cristiane Helena da Silva (UFFS) Carmine Zirmermann (UFFS) Janice Silvana Novakowski Kierepka (UFFS) Claudia Maiara Heck (UFFS) Tamini

Leia mais

PLANOS DE CONTINGÊNCIA, PROGRAMA DE ALERTA E PREPARAÇÃO DE COMUNIDADES PARA EMERGÊNCIAS LOCAIS

PLANOS DE CONTINGÊNCIA, PROGRAMA DE ALERTA E PREPARAÇÃO DE COMUNIDADES PARA EMERGÊNCIAS LOCAIS PLANOS DE CONTINGÊNCIA, PROGRAMA DE ALERTA E PREPARAÇÃO DE COMUNIDADES PARA EMERGÊNCIAS LOCAIS Eduardo Lucena C. de Amorim 1 - INTRODUÇÃO IMPACTOS AMBIENTAIS O impacto ambiental é um desequilíbrio provocado

Leia mais

Vamos dar uma olhada nos Processos de Produção Musical mas, antes, começaremos com alguns Conceitos Básicos.

Vamos dar uma olhada nos Processos de Produção Musical mas, antes, começaremos com alguns Conceitos Básicos. Vamos dar uma olhada nos Processos de Produção Musical mas, antes, começaremos com alguns Conceitos Básicos. O processo da produção musical tem sete pontos bem distintos. Antes de entender melhor os sete

Leia mais

ÁSIA ORIENTAL VOS FAREI PESCADORES DE HOMENS! Tema. E disse-lhes: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens Mateus 4:19.

ÁSIA ORIENTAL VOS FAREI PESCADORES DE HOMENS! Tema. E disse-lhes: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens Mateus 4:19. ÁSIA ORIENTAL 22 VOS FAREI PESCADORES DE HOMENS! Tema E disse-lhes: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens Mateus 4:19 Versículo Chave REGIÃO ALVO Ásia Oriental é o nome de uma subregião da

Leia mais

Teresa Cristina Enns Curitiba/PR tinadellaennsr@yahoo.com.br

Teresa Cristina Enns Curitiba/PR tinadellaennsr@yahoo.com.br 1. INSPIRAÇÃO História da queda das Muralhas. Josué 6 PRÁTICA DO PLANO DE AULA 2. PESQUISAR 1 Planejamento a) Definição: Planejamento é o ato ou efeito de planejar, criar um plano para aperfeiçoar o alcance

Leia mais

FORMAÇÃO LITÚRGICA: LITURGIA: O QUE É?

FORMAÇÃO LITÚRGICA: LITURGIA: O QUE É? Escola de Maria: Escola da Fé FORMAÇÃO LITÚRGICA: LITURGIA: O QUE É? Formação Litúrgica: Liturgia: conceito O que é Liturgia? Termo de origem grega. ERGON (OBRA, AÇÃO, EMPREENDIMEN TO) (PÚBLICO) LEITON

Leia mais

Os recursos tecnológicos na Educação de Jovens e Adultos: um diferencial no processo ensino aprendizagem.

Os recursos tecnológicos na Educação de Jovens e Adultos: um diferencial no processo ensino aprendizagem. Os recursos tecnológicos na Educação de Jovens e Adultos: um diferencial no processo ensino aprendizagem. Fátima Aparecida Machado dos Santos Centro Educacional de Jovens e Adultos /Secretaria Municipal

Leia mais

Primeiro Momento 08:00h às 10 :00h Segunda -feira Tempo Atividade Providências

Primeiro Momento 08:00h às 10 :00h Segunda -feira Tempo Atividade Providências 59ª CONCAFRAS PSE Tema Específico: Compreendendo a dor humana - recepção-triagem fraterna e tratamento na Casa Espírita Objetivos: Reconhecer a importãncia do trabalho de Triagem Fraterna no atendimento

Leia mais

Cronograma - Seguindo o plano de metas da USP para 2015

Cronograma - Seguindo o plano de metas da USP para 2015 GT - Atividade Docente avaliação, valorização do ensino e carreira / diretrizes gerais. Cronograma - Seguindo o plano de metas da USP para 2015 O documento mestre conceitual que apresentamos tem a função

Leia mais

Treinamento Salva Vidas atendimento@salvavidas.com www.facebook.com/salvavidas.biz Tel.: (11) 4473 4373

Treinamento Salva Vidas atendimento@salvavidas.com www.facebook.com/salvavidas.biz Tel.: (11) 4473 4373 Com treinamento, os fracos se tornam fortes, os medrosos se enchem de coragem, a igreja se torna dinâmica, eficiente e cheia de resultados; ao invés de problemas, soluções e frutos que permanecem para

Leia mais

UM JOGO BINOMIAL 1. INTRODUÇÃO

UM JOGO BINOMIAL 1. INTRODUÇÃO 1. INTRODUÇÃO UM JOGO BINOMIAL São muitos os casos de aplicação, no cotidiano de cada um de nós, dos conceitos de probabilidade. Afinal, o mundo é probabilístico, não determinístico; a natureza acontece

Leia mais

Rodrigo Claudino Diogo 1, Valéria A. Ribeiro de Lima 2, Vanusa Maria de Paula 3, Rosymeire Evangelista Dias 4

Rodrigo Claudino Diogo 1, Valéria A. Ribeiro de Lima 2, Vanusa Maria de Paula 3, Rosymeire Evangelista Dias 4 A formação docente em Ciência, Tecnologia, Sociedade e Educação Ambiental TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA SALA DE AULA: PRODUÇÃO DE VÍDEOS POR MEIO DE SMARTPHONES COMO UMA POSSIBILIDADE VIÁVEL

Leia mais

DIOCESE DE GUARABIRA. Pastoral Familiar O QUE NÃO É PLANEJAMENTO PASTORAL MISSIONÁRIO

DIOCESE DE GUARABIRA. Pastoral Familiar O QUE NÃO É PLANEJAMENTO PASTORAL MISSIONÁRIO DIOCESE DE GUARABIRA Pastoral Familiar O QUE NÃO É PLANEJAMENTO PASTORAL MISSIONÁRIO Planejamento pastoral missionário não é uma caixa de mágicas nem um amontoado de quantificar não é planejar; Não é previsão

Leia mais

O BANCO DE DADOS. QUADRO I- Formas de acesso às informações disponíveis no Banco de Dados

O BANCO DE DADOS. QUADRO I- Formas de acesso às informações disponíveis no Banco de Dados Esta publicação é um produto do Banco de Dados que o Programa Gestão Pública e Cidadania vem construindo desde 1996 a fim de reunir informações sobre os programas inscritos em todos os ciclos de premiação.

Leia mais

Auditoria de Meio Ambiente da SAE/DS sobre CCSA

Auditoria de Meio Ambiente da SAE/DS sobre CCSA 1 / 8 1 OBJETIVO: Este procedimento visa sistematizar a realização de auditorias de Meio Ambiente por parte da SANTO ANTÔNIO ENERGIA SAE / Diretoria de Sustentabilidade DS, sobre as obras executadas no

Leia mais

Eleição da Mesa Diretora. Presidente Vice-Presidente Secretário 2º Secretário

Eleição da Mesa Diretora. Presidente Vice-Presidente Secretário 2º Secretário Eleição da Mesa Diretora Presidente Vice-Presidente Secretário 2º Secretário Aprovação da Ata de 2015 Raio-X de 2015/2016 Relatório de Gestão 2015/2016 RESULTADOS EXPRESSIVOS - Prêmio Nacional Rede Padrão:

Leia mais

MBA em Gerenciamento de Projetos. Teoria Geral do Planejamento. Professora: Maria Erileuza do Nascimento de Paula

MBA em Gerenciamento de Projetos. Teoria Geral do Planejamento. Professora: Maria Erileuza do Nascimento de Paula MBA em Gerenciamento de Projetos Teoria Geral do Planejamento Professora: Maria Erileuza do Nascimento de Paula SOBRAL - CE 2014 O que é Planejamento É um processo contínuo e dinâmico que consiste em um

Leia mais

ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS PARA ALUNOS COM DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM

ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS PARA ALUNOS COM DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS PARA ALUNOS COM DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM MARA LÚCIA REIS MONTEIRO DA CRUZ mara.mcz@gmail.com INSTITUTO DE APLICAÇÃO FERNANDO RODRIGUES DA SILVEIRA (CAP-UERJ) 1 INTRODUÇÃO Alunos

Leia mais

Artista plástico e Designer gráfico

Artista plástico e Designer gráfico Série Qual é a sua profissão? Artista plástico e Designer gráfico Objetivos 1. Apresentar algumas características de duas profissões; 2. Mostrar a presença da matemática nas profissões; 3. Incentivar o

Leia mais

ENSINO-APRENDIZAGEM DA CARTOGRAFIA: OS CONTEÚDOS COM BASES MATEMÁTICAS NO ENSINO FUNDAMEANTAL 1

ENSINO-APRENDIZAGEM DA CARTOGRAFIA: OS CONTEÚDOS COM BASES MATEMÁTICAS NO ENSINO FUNDAMEANTAL 1 ENSINO-APRENDIZAGEM DA CARTOGRAFIA: OS CONTEÚDOS COM BASES MATEMÁTICAS NO ENSINO FUNDAMEANTAL 1 Priscilla Régia de Castro PEREIRA 2 Ivanilton José de OLIVEIRA 3 Introdução Dentre as pesquisas existentes

Leia mais

Comunicação Integrada: uma experiência em assessoria na Saúde Pública

Comunicação Integrada: uma experiência em assessoria na Saúde Pública Comunicação Integrada: uma experiência em assessoria na Saúde Pública Kalyne Menezes, mskalyne@gmail.com, UFG Daiana Stasiak, daiastasiak@gmail.com, UFG Silvana Coleta, silvanacoleta@gmail.com, UFG Marcelo

Leia mais

Os 7 Melhores Modelos de COACHING em GRUPO

Os 7 Melhores Modelos de COACHING em GRUPO Os 7 Melhores Modelos de COACHING em GRUPO Olá, aqui é o Wilton Neto tudo bem?! E... Coaching em Grupo é muito divertido! Parabéns e obrigado por baixar do Manual com os 7 Melhores Modelos de Coaching

Leia mais

Desafios da Gestão Municipal de Resíduos Sólidos

Desafios da Gestão Municipal de Resíduos Sólidos Desafios da Gestão Municipal de Resíduos Sólidos Cláudia Lins Consultora Ambiental Foi instituída pela Lei 12.305/10 e regulamentada pelo Decreto 7.404/10 A PNRS fixou obrigações para União, Estados e

Leia mais

Ayuda Sua ONG na mão

Ayuda Sua ONG na mão Universidade Federal de Pernambuco Centro de Informática GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ANÁLISE E PROJETO DE SISTEMAS Ayuda Sua ONG na mão Escopo do Projeto Professor: Augusto Sampaio Equipe: Bruno

Leia mais

PROGRAMA DE CONSCIENTIZACAO DA SOCIEDADE CIVIL

PROGRAMA DE CONSCIENTIZACAO DA SOCIEDADE CIVIL PROGRAMA DE CONSCIENTIZACAO DA SOCIEDADE CIVIL Programa de Conscientização da Sociedade Civil sobre uso e preservação das águas do Rio Paraíba do Sul em Campos dos Goytacazes - RJ. 1-) Introdução A Política

Leia mais

Agenda Semanal 22 a 26 de abril

Agenda Semanal 22 a 26 de abril PERÍODO INTEGRAL Maternal 1, 2,3 Educação Infantil 1º e 2º Ano www.ethosmg.com.br escola@ethosmg.com.br www.facebook.com/ethosmg @EscolaEthos Agenda Semanal 22 a 26 de abril Maternal 1, 2, 3 Rua Ephrem

Leia mais

PROJETO BRINCANDO SE APRENDE

PROJETO BRINCANDO SE APRENDE PROJETO BRINCANDO SE APRENDE COLÉGIO ESTADUAL PROFESSOR EDGARD SANTOS APRESENTAÇÃO A Matemática e a Língua Portuguesa são vistas como disciplinas de difícil aprendizagem, muitas vezes até rejeitada pelos

Leia mais

Crianças e adolescentes inscritos no Programa Segundo Tempo.

Crianças e adolescentes inscritos no Programa Segundo Tempo. Manual de Procedimentos APRESENTAÇÃO Oportunizar aos beneficiados do Programa Segundo Tempo eventos e programações diferenciadas ao longo do ano é uma das ações estratégicas desta Secretaria Nacional.

Leia mais

RU Reunião de Unidade Tema: As 50 Melhores Dicas para uma Consultora de sucesso!!!!!!

RU Reunião de Unidade Tema: As 50 Melhores Dicas para uma Consultora de sucesso!!!!!! RU Reunião de Unidade Tema: As 50 Melhores Dicas para uma Consultora de sucesso!!!!!! Conhecimento gera Crescimento!! Porque você pode! 1 - Dizer SIM ao convite da Oportunidade Perfeita 2 - Ter sempre

Leia mais

Estudo aponta influência do código de barras e da tecnologia na decisão de compra do consumidor e na estratégia do varejo

Estudo aponta influência do código de barras e da tecnologia na decisão de compra do consumidor e na estratégia do varejo Estudo aponta influência do código de barras e da tecnologia na decisão de compra do consumidor e na estratégia do varejo Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil revela resultado da terceira edição

Leia mais

2.2 Estruturar ação de oficina de integração com gestores, trabalhadores, usuários e familiares da RAPS, redes de saúde e rede intersetorial.

2.2 Estruturar ação de oficina de integração com gestores, trabalhadores, usuários e familiares da RAPS, redes de saúde e rede intersetorial. Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas Coordenação Geral de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas. II Chamada para Seleção de Redes Visitantes

Leia mais

Estatuto do Grupo de Jovens Juventude Unida Para Encontrar Cristo

Estatuto do Grupo de Jovens Juventude Unida Para Encontrar Cristo Estatuto do Grupo de Jovens Juventude Unida Para Encontrar Cristo TÍTULO I Da Denominação, Missão e Objetivos Art. 1 o - O Grupo Jovem Juventude Unida Para Encontrar Cristo e, doravante aqui denominado

Leia mais

CPGP 2016 CONGRESSO PARANAENSE DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS CHAMADA DE TRABALHOS

CPGP 2016 CONGRESSO PARANAENSE DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS CHAMADA DE TRABALHOS CPGP 2016 CONGRESSO PARANAENSE DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS CHAMADA DE TRABALHOS I. DATA E LOCAL Data: 25 e 26 de Agosto de 2016 Local: FIEP Campus da Indústria Av. Comendador Franco, 1341, Jardim Botânico

Leia mais

Palestra Motivacional. Como vender mais no natal

Palestra Motivacional. Como vender mais no natal Palestra Motivacional. Como vender mais no natal Vender é algo incrível. Você ganha dinheiro por satisfazer os desejos (ou solucionar um problema) do seu cliente. Quando paramos para refletir sobre vendas

Leia mais

1º Concurso - Universidades Jornalismo e Publicidade - Maio Amarelo 2016

1º Concurso - Universidades Jornalismo e Publicidade - Maio Amarelo 2016 1º Concurso - Universidades Jornalismo e Publicidade - Maio Amarelo 2016 Justificativa O Movimento Maio Amarelo nasceu com uma só proposta: chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e

Leia mais

Entendendo a importância deste meio de comunicação na escola de informática que ministram cursos e oficinas sob medida. Promover a inclusão digital

Entendendo a importância deste meio de comunicação na escola de informática que ministram cursos e oficinas sob medida. Promover a inclusão digital JUSTIFICATIVA Senhor Presidente, tomo a liberdade de solicitar a Vossa Excelência que a referida proposição seja submetida a exame dos demais colegas, considerando as justificativas apresentadas. A presente

Leia mais

TÍTULO: AUTORES: - - - - - ÁREA TEMÁTICA: Objetivo

TÍTULO: AUTORES: - - - - - ÁREA TEMÁTICA: Objetivo TÍTULO: TECNOLOGIA E PRÁTICAS EDUCATIVAS NA PREVENÇÃO DO HIV/AIDS EM MULHERES AUTORES: Luciana Patrícia Zucco - Núcleo de Estudos e Ações em Saúde Reprodutiva e Trabalho Feminino da Escola de Serviço Social

Leia mais

Não devemos ser levados a crer que as Disciplinas são para os gigantes espirituais e, por isso, estejam além de nosso alcance; ou para os

Não devemos ser levados a crer que as Disciplinas são para os gigantes espirituais e, por isso, estejam além de nosso alcance; ou para os Não devemos ser levados a crer que as Disciplinas são para os gigantes espirituais e, por isso, estejam além de nosso alcance; ou para os contemplativos que devotam todo o tempo à oração e à meditação.

Leia mais

ENGENHARIA DE SOFTWARE

ENGENHARIA DE SOFTWARE INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Curso Técnico em Informática : ENGENHARIA DE SOFTWARE Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br Um conjunto estruturado

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Organização do Trabalho na Produção

Curso de Engenharia de Produção. Organização do Trabalho na Produção Curso de Engenharia de Produção Organização do Trabalho na Produção Estrutura Organizacional Organização da Empresa: É a ordenação e agrupamento de atividades e recursos, visando ao alcance dos objetivos

Leia mais

AGENDA MARÇO E ABRIL 2016 ESCRITÓRIO REGIONAL DE PIRACICABA

AGENDA MARÇO E ABRIL 2016 ESCRITÓRIO REGIONAL DE PIRACICABA 1 AGENDA MARÇO E ABRIL 2016 ESCRITÓRIO REGIONAL DE PIRACICABA PLANEJAMENTO PLANEJAMENTO: O PRIMEIRO PASSO PARA COMEÇAR O SEU NEGÓCIO PALESTRA QUE VISA SENSIBILIZAR OS PARTICIPANTES A IDENTIFICAR AS OPORTUNIDADES

Leia mais

Subsídios para O CULTO COM CRIANÇAS

Subsídios para O CULTO COM CRIANÇAS Subsídios para O CULTO COM CRIANÇAS O que é um culto infantil? O culto para crianças não tem o objetivo de tirar a criança de dentro do templo para evitar que essa atrapalhe o culto ou atrapalhe a atenção

Leia mais

CONTRIBUTO E PROPOSTAS DE ALTERAÇÃO À LEI DO CINEMA PELA ASSOCIAÇÃO DE PRODUTORES DE CINEMA

CONTRIBUTO E PROPOSTAS DE ALTERAÇÃO À LEI DO CINEMA PELA ASSOCIAÇÃO DE PRODUTORES DE CINEMA NOTA PRÉVIA ESTE CONTRIBUTO DA APC É COMPLEMENTAR DO QUE ESTA ASSOCIAÇÃO SUBSCREVEU EM CONJUNTO COM OUTRAS ASSOCIAÇÕES E NÃO SE TRATA DE UMA PROPOSTA DE LEI NOVA MAS SIM UMA ANÁLISE À PROPOSTA DE LEI DA

Leia mais

BARÓMETRO DE OPINIÃO PÚBLICA: Atitudes dos portugueses perante Leitura e o Plano Nacional de Leitura

BARÓMETRO DE OPINIÃO PÚBLICA: Atitudes dos portugueses perante Leitura e o Plano Nacional de Leitura BARÓMETRO DE OPINIÃO PÚBLICA: Atitudes dos portugueses perante Leitura e o Plano Nacional de Leitura António Firmino da Costa Elsa Pegado Patrícia Ávila CIES-ISCTE 2008 BARÓMETRO DE OPINIÃO PÚBLICA: Atitudes

Leia mais

CONSIDERAÇÕES BÁSICAS SOBRE PROJETO DE MUSEU DE ARTES VISUAIS 1

CONSIDERAÇÕES BÁSICAS SOBRE PROJETO DE MUSEU DE ARTES VISUAIS 1 CONSIDERAÇÕES BÁSICAS SOBRE PROJETO DE MUSEU DE ARTES VISUAIS 1 PONTOS- CHAVE Possibilidade de expansão Circulações (atender as normas/ser espaço de transição/exposição) Armazenamento/Depósito Controle

Leia mais

Inteligência Artificial

Inteligência Artificial Inteligência Artificial Aula 7 Programação Genética M.e Guylerme Velasco Programação Genética De que modo computadores podem resolver problemas, sem que tenham que ser explicitamente programados para isso?

Leia mais

DIA DO AMIGO. Projetos Proprietários

DIA DO AMIGO. Projetos Proprietários DIA DO AMIGO Projetos Proprietários CONCEITO PROJETO PROPOSTA R7.COM CONCEITO O Dia do Amigo é uma data proposta para celebrar a amizade entre as pessoas. Com os amigos podemos passar momentos muito agradáveis,

Leia mais

Plano de marketing Plano nacional divulgação Ferramentas Peças Reforço Bate-papo

Plano de marketing Plano nacional divulgação Ferramentas Peças Reforço Bate-papo Plano de marketing Plano nacional divulgação Ferramentas Peças Reforço Bate-papo Plano de marketing Público-alvo - Pastores - Líderes e pessoas influentes servindo em uma igreja local - Voluntários/presbíteros

Leia mais

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações I

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações I Curso de Graduação em Administração Administração da Produção e Operações I 6º Encontro - 05/03/2012 18:50 às 20:30h COMO SERÁ NOSSO ENCONTRO HOJE? 02 - ABERTURA - SISTEMAS DE PRODUÇÃO - VÍDEOS PARA DEBATE

Leia mais

Profa. Cleide de Freitas. Unidade II PLANO DE NEGÓCIOS

Profa. Cleide de Freitas. Unidade II PLANO DE NEGÓCIOS Profa. Cleide de Freitas Unidade II PLANO DE NEGÓCIOS O que vimos na aula anterior Ideias e Oportunidades Oportunidades x Experiência de mercado O que é um plano de negócios? Identificação e análise de

Leia mais

MATERIAL DE APOIO PARA A ELABORAÇÃO DE PROJETO PARA CELEBRAÇÃO DE CARTA ACORDO

MATERIAL DE APOIO PARA A ELABORAÇÃO DE PROJETO PARA CELEBRAÇÃO DE CARTA ACORDO MATERIAL DE APOIO PARA A ELABORAÇÃO DE PROJETO PARA CELEBRAÇÃO DE CARTA ACORDO A nossa ideia de projeto é que ele sirva para embasar e orientar um roteiro de trabalho compartilhado de um grupo, sendo muito

Leia mais

O Papel do Gerente/Administrador Financeiro das Empresas

O Papel do Gerente/Administrador Financeiro das Empresas O Papel do Gerente/Administrador Financeiro das Empresas Autora: Begail da Silva Casagrande (UNIC) * Co-autor: Juliano Ciebre dos Santos (FSA) * Resumo: Administrar uma empresa não é uma tarefa fácil.

Leia mais

PLANO DIRETOR DE TIRO COM ARCO OLÍMPICO EM 2016.... PENSAMENTOS e AMBIÇÕES SEM LIMITE... = logo BAF=

PLANO DIRETOR DE TIRO COM ARCO OLÍMPICO EM 2016.... PENSAMENTOS e AMBIÇÕES SEM LIMITE... = logo BAF= PLANO DIRETOR DE TIRO COM ARCO OLÍMPICO EM 2016... PENSAMENTOS e AMBIÇÕES SEM LIMITE... = logo BAF= =logos= COB FITA Tiro com Arco Mundial Ministério do Esporte Peter Nieuwenhuis, janeiro de 2011. Conteúdo;

Leia mais

Atleta do Futuro em prol dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) PLANO DE AÇÃO 2011. Grupo de Trabalho nº

Atleta do Futuro em prol dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) PLANO DE AÇÃO 2011. Grupo de Trabalho nº PLANO DE AÇÃO 2011 Grupo de Trabalho nº Unidade Tel. E-mail Projeto Nome SESI/SENAI Charles Adriano Romera Da Silva Cianorte (44) 3619-5835 charles.silva@sesipr.org.br SAF.COM Jakeline Placido Marcon Cianorte

Leia mais

Marli de Oliveira Macedo¹, Michele Rodrigues². Introdução

Marli de Oliveira Macedo¹, Michele Rodrigues². Introdução 99 BALANCED SCORECARD COMO FERRAMENTA DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Marli de Oliveira Macedo¹, Michele Rodrigues² Resumo: O planejamento estratégico é o processo administrativo que estabelece a melhor direção

Leia mais

Sefaz Virtual Ambiente Nacional Projeto Nota Fiscal Eletrônica

Sefaz Virtual Ambiente Nacional Projeto Nota Fiscal Eletrônica Projeto Nota Fiscal Eletrônica Orientações de Utilização do Sefaz Virtual Ambiente Nacional para as Empresas Versão 1.0 Fevereiro 2008 1 Sumário: 1. Introdução... 3 2. O que é o Sefaz Virtual... 4 3. Benefícios

Leia mais

Panorama da Inovação no Brasil. Hugo Ferreira Braga Tadeu 2014

Panorama da Inovação no Brasil. Hugo Ferreira Braga Tadeu 2014 Panorama da Inovação no Brasil Hugo Ferreira Braga Tadeu 2014 INTRODUÇÃO Sobre o Relatório O presente relatório é uma avaliação do Núcleo de Inovação e Empreendedorismo da FDC sobre as práticas de gestão

Leia mais

Eixo Temático ET-07-010 - Desenvolvimento de Estratégias Didáticas

Eixo Temático ET-07-010 - Desenvolvimento de Estratégias Didáticas 75 Eixo Temático ET-07-010 - Desenvolvimento de Estratégias Didáticas SANEAMENTO BÁSICO E A PERSPECTIVA DA COMUNIDADE COM RELAÇÃO AOS BENEFÍCIOS E IMPACTOS AMBIENTAIS Mara Araújo Ferreira*; Edna Lúcia

Leia mais