CARTA-CIRCULAR N Documento normativo revogado pela Carta-Circular 3.040, de 30/08/2002, a partir de 09/09/2002.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CARTA-CIRCULAR N 3010. Documento normativo revogado pela Carta-Circular 3.040, de 30/08/2002, a partir de 09/09/2002."

Transcrição

1 CARTA-CIRCULAR N 3010 Documento normativo revogado pela Carta-Circular 3.040, de 30/08/2002, a partir de 09/09/2002. Esclarece procedimentos para operação de participante em regime de contingência no âmbito do novo Sistema de Pagamentos Brasileiro. Com base no disposto no art. 4. da Circular 3.100, de 28 de março de 2002, informamos os procedimentos a serem adotados por instituição financeira titular de conta Reservas Bancárias e por câmara ou por prestador de serviço de compensação e de liquidação titular de Conta de Liquidação no Banco Central do Brasil, doravante denominada câmara, para operação no regime de contingência de que trata o art. 44 do regulamento anexo à mencionada circular. 2. No caso de falha ou de dificuldade técnica que impossibilite a instituição financeira ou a câmara entregar corretamente suas mensagens no Gerenciador de Filas (MQ Series) do Banco Central do Brasil por meio da Rede do Sistema Financeiro Nacional - RSFN, o Banco Central do Brasil disponibilizará serviço de inserção de mensagens em regime de contingência. 3. O regime de contingência poderá ser: I- integral, hipótese em que toda e qualquer mensagem de transferência de fundos poderá ser enviada pelo participante; ou II- parcial, hipótese em que poderá ser solicitada pelo participante a inserção, pelo Banco Central do Brasil, de ordem de transferência de fundos relativa às seguintes mensagens do Catálogo de Mensagens do Sistema de Pagamentos Brasileiro: a) RCO IF requisita Transferência Recursos da conta Reservas Bancárias para compulsório, exclusivamente quando se tratar de transferência de fundos destinada à liquidação de obrigações interbancárias decorrentes das sessões diárias da Centralizadora da Compensação de Cheques e Outros Papéis - Compe; b) LDL IF requisita Transferência do resultado líquido de negociação; LDL; c) LDL Câmara requisita Transferência do resultado líquido de negociação d) LDL Câmara requisita Transferência por devolução de créditos para IF; liquidação; e e) LDL IF requisita Transferência da conta corrente câmara para conta f) LDL IF requisita Cancelamento de lançamento LDL pendente no STR.

2 4. As instituições financeiras e as câmaras deverão manter atualizado junto ao Departamento de Operações Bancárias e de Sistema de Pagamentos - Deban, cadastro contendo os nomes, telefones (inclusive para contatos fora do horário de funcionamento normal da instituição), CPF e RG de, no mínimo, três responsáveis pelos procedimentos em regime de contingência. As informações deverão ser prestadas por meio de correio eletrônico, transação PMSG750 do Sistema de Informações Banco Central - Sisbacen, e deverão indicar a ordem de preferência entre os responsáveis. 5. Para as solicitações de entrada e de saída do regime de contingência, a instituição financeira ou câmara deverá utilizar-se da chave de segurança para verificação de autenticidade. O algoritmo para o cálculo da chave de segurança é informado por meio de correspondência encaminhada ao participante pelo Banco Central do Brasil. 6. Os componentes necessários para o cálculo da chave de segurança, tabela de números randômicos seqüenciais (RDLIST) e tabela de números randômicos por valor (VLOPER) são fornecidos pelo Banco Central do Brasil, preferencialmente por meio eletrônico, e devem ser objeto de tratamento sigiloso por parte do participante, que terá inteira responsabilidade pela sua correta utilização. 7. Para recuperar as tabelas citadas no item anterior, a instituição financeira ou a câmara deve seguir as orientações contidas na correspondência enviada a cada participante pelo Banco Central do Brasil. A recuperação das tabelas deverá ser feita por meio do acesso aos seguintes endereços na -Internet-, conforme o caso: I- ftp-t.bcb.rsfn.net.br, caso a instituição esteja em ambiente de teste (homologação); e II- ftp-p.bcb.rsfn.net.br, caso a instituição esteja em ambiente de produção. 8. As tabelas RDLIST e VLOPER poderão ser substituídas a qualquer momento, por iniciativa do Banco Central do Brasil ou a pedido da instituição ou da câmara. 9. Para solicitar a substituição das tabelas, a instituição financeira ou a câmara deverá enviar correio eletrônico ao Deban, por meio da transação PMSG750 do Sisbacen, com assinatura de dois dos responsáveis por operações em contingência, indicados conforme o item 4 desta carta-circular. 10. Sempre que houver geração de novas tabelas, as instituições financeiras e as câmaras serão informadas por meio da mensagem GEN GEN informa Tabelas de contingência disponíveis, do Catálogo de Mensagens do Sistema de Pagamentos Brasileiro, e deverão, obrigatoriamente após o recebimento dessa mensagem, recuperar as novas tabelas e validá-las por meio do envio da mensagem GEN IF requisita Validação das tabelas de contingência. 11. O participante, quando colocado em contingência integral, passará a utilizar diretamente o endereço na -Internet- para o registro de suas mensagens que, nessa situação, deverão conter obrigatoriamente a chave de segurança mencionada no item 5.

3 12. O endereço mencionado no item anterior provê comunicação criptografada por meio do protocolo SSL, com chave de sessão de 128 bits, que permite à instituição ou à câmara elaborar e enviar, de forma segura, por meio da -Internet-, as mensagens destinadas ao Banco Central do Brasil durante o regime de contingência. 13. Para o correto funcionamento do sistema de contingência, a instituição ou a câmara deverá ativar as opções -execução de script- e -gravação de cookies- na sua ferramenta de navegação na -Internet Os procedimentos operacionais para entrada, permanência e saída da contingência integral são os descritos a seguir: I - Entrada em contingência integral: a) um dos responsáveis pela contingência na instituição financeira ou na câmara, indicado conforme item 4, efetua contato com o Deban, pelo telefone 0xx , solicitando entrada em contingência integral; em seguida, envia fax contendo solicitação formal de entrada em contingência, descrição sucinta dos problemas e chave de segurança para confirmação da solicitação; b) o Deban efetua contato telefônico com um outro responsável, indicado conforme o item 4, para confirmação da entrada em contingência; c) o Deban insere os dados da solicitação no sistema, sendo efetuada a conferência da chave de segurança. A partir desse momento, e enquanto o participante estiver operando sob o regime de contingência, qualquer tentativa, por parte da instituição financeira ou da câmara, de envio de mensagem por meio da RSFN, obterá como retorno mensagem GEN GEN Informa erro de transmissão na mensagem, indicando erro EGEN ISPB emissora em contingência; d) o acesso, via "browser", ao endereço na -Internet- é liberado para registro e envio de mensagens; e e) o Deban envia fax ao solicitante, contendo data e hora da entrada em contingência, número de controle STR da última ordem de transferência de fundos debitada e saldo da sua conta Reservas Bancárias ou da sua Conta de Liquidação naquele momento. II - Durante a contingência integral: normalmente; a) as mensagens geradas em regime de contingência são processadas b) os créditos a favor da instituição ou da câmara são efetivados normalmente; c) as mensagens que possuam -Confirm on Arrival - COA- com data/hora anteriores à data/hora da efetiva entrada em contingência são processadas normalmente, ressalvadas as de participantes alcançados pela decretação dos regimes especiais mencionados no

4 art. 16 do regulamento anexo à Circular 3.100, de 28 de março de 2002, quando será observado o disposto no inciso I do parágrafo único daquele artigo; d) as mensagens recebidas anteriormente à entrada em contingência e que, no momento da entrada em contingência, estiverem eventualmente na fila de espera, são processadas normalmente de acordo com a regulamentação em vigor, aplicando-se, igualmente, a ressalva contida na alínea -e- deste inciso; e e) a instituição contará com o suporte do Centro de Monitoramento do Deban durante sua operação em contingência, especialmente para acompanhamento de sua conta Reservas Bancárias; III - Saída da contingência: a) um dos responsáveis pela contingência na instituição financeira ou na câmara efetua contato com o Deban, pelo telefone 0xx , comunicando solução dos problemas e solicitando saída da contingência; em seguida envia fax contendo a solicitação formal de saída da contingência e a chave de segurança para confirmação da solicitação; b) o Deban efetua contato telefônico com um outro responsável na instituição financeira ou na câmara solicitante, para confirmação da saída da contingência; c) o Deban insere os dados da solicitação no sistema, sendo efetuada a conferência da chave de segurança; nesse momento é bloqueado o acesso, da instituição financeira ou da câmara solicitante, ao endereço e é restabelecido o acesso regular ao Gerenciador de Filas do Banco Central do Brasil; d) quando da saída da contingência, o Banco Central do Brasil enviará à instituição financeira ou à câmara as mensagens R1 referentes às solicitações processadas, eventuais R2 e mensagens de erro a ela destinadas durante a contingência; e) o Banco Central do Brasil enviará, ainda, as requisições originais, identificadas pelo número da operação (NUOp) composto pelo ISPB do Banco Central do Brasil, encaminhadas pela instituição financeira ou pela câmara por meio do sistema de contingência, para possibilitar a conciliação com as mensagens R1 e eventuais mensagens de erro que serão recebidas pelo usuário quando da sua saída do regime de contingência; f) o Deban envia fax ao solicitante, contendo data e hora da saída da contingência, saldo da conta Reservas Bancárias ou da Conta de Liquidação naquele momento; e g) uma vez encerrada a contingência, a instituição deverá solicitar o extrato de sua conta via mensagem STR Os procedimentos operacionais para a utilização da contingência parcial são os descritos a seguir: I- Para a entrada em regime de contingência parcial, um dos responsáveis pela contingência na instituição financeira ou na câmara, indicado conforme item 4, efetua contato

5 com o Deban, pelo telefone 0xx , solicitando entrada em contingência parcial e informando a chave de segurança para validação da solicitação; II- o Deban insere os dados da solicitação no sistema, sendo efetuada a conferência da chave de segurança. A partir desse momento, e enquanto o participante estiver operando sob o regime de contingência parcial, qualquer tentativa, por parte da instituição financeira ou da câmara, de envio de mensagem por meio da RSFN, obterá como retorno mensagem GEN0004, indicando erro EGEN0021; III- por telefone, um dos responsáveis pela contingência na instituição financeira ou na câmara, indicado conforme item 4, informa ao Centro de Monitoramento do Deban as mensagens a serem inseridas em regime de contingência parcial, dentre as estabelecidas no item 3 desta carta-circular, bem como os dados necessários ao seu preenchimento; efetivação; IV- o Deban insere as mensagens solicitadas e confirma por telefone sua V- durante a contingência parcial, aplicam-se os procedimentos para a contingência integral, descritos no inciso II do item 14; VI- para a saída do regime de contingência parcial, um dos responsáveis pela contingência na instituição financeira ou na câmara, indicado conforme item 4, efetua contato com o Deban, pelo telefone 0xx , solicitando saída da contingência parcial e informando chave de segurança para validação da solicitação; VII- quando da saída da contingência, o Banco Central do Brasil enviará à instituição financeira ou à câmara as mensagens R1 referentes às solicitações processadas, eventuais R2 e mensagens de erro a ela destinadas durante a contingência; VIII- o Banco Central do Brasil enviará, ainda, as requisições originais, identificadas pelo número da operação (NUOp)composto pelo ISPB do Banco Central do Brasil, encaminhadas pela instituição financeira ou pela câmara por meio do sistema de contingência, para possibilitar a conciliação com as mensagens R1 e eventuais mensagens de erro que serão recebidas pelo usuário quando da sua saída do regime de contingência; 16. As ordens e instruções emanadas do Centro de Monitoramento do Deban e por ele recebidas das instituições financeiras e das câmaras por meio de fax ou contato telefônico, são consideradas firmes e com validade para todos os fins. 17. Esta carta-circular entra em vigor na data de sua publicação. Departamento de Operações Bancárias e de Sistema de Pagamentos Luis Gustavo da Matta Machado Chefe Este texto não substitui o publicado no DOU e no Sisbacen. Brasília, 19 de abril de 2002.

TUTORIAL ACESSO AO SISTEMA DE TRANSFERÊNCIA DE RESERVAS STR. Dezembro/2014

TUTORIAL ACESSO AO SISTEMA DE TRANSFERÊNCIA DE RESERVAS STR. Dezembro/2014 TUTORIAL ACESSO AO SISTEMA DE TRANSFERÊNCIA DE RESERVAS STR Dezembro/2014 1. Introdução... 2 2. Estrutura de contas no BC... 2 3. Formas de acesso ao STR... 3 Acesso via RSFN... 3 Acesso via Internet...

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.605, DE 29 DE JUNHO DE 2012

CIRCULAR Nº 3.605, DE 29 DE JUNHO DE 2012 CIRCULAR Nº 3.605, DE 29 DE JUNHO DE 2012 Documento normativo revogado, a partir de 3/2/2014, pela Circular nº 3.691, de 16/12/2013. Altera o Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 2.303. V - devolução de cheques pelo Serviço de Compensação de Cheques e Outros Papéis - SCCOP, exceto por insuficiência de fundos;

RESOLUÇÃO Nº 2.303. V - devolução de cheques pelo Serviço de Compensação de Cheques e Outros Papéis - SCCOP, exceto por insuficiência de fundos; RESOLUÇÃO Nº 2.303 Documento normativo revogado, a partir de 30/4/2008, pela Resolução nº 3.518, de 6/12/2007. Disciplina a cobrança de tarifas pela prestação de serviços por parte das instituições financeiras

Leia mais

Data Versão Descrição Responsável. Dezembro/2010 1.0 Elaboração str@bcb.gov.br. Setembro/2011 1.1 Atualização de Normativos str@bcb.gov.

Data Versão Descrição Responsável. Dezembro/2010 1.0 Elaboração str@bcb.gov.br. Setembro/2011 1.1 Atualização de Normativos str@bcb.gov. Histórico de Revisão Data Versão Descrição Responsável Dezembro/2010 1.0 Elaboração str@bcb.gov.br Setembro/2011 1.1 Atualização de Normativos str@bcb.gov.br Março/2012 1.2 Atualização de Normativos str@bcb.gov.br

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.598, DE 6 DE JUNHO DE 2012

CIRCULAR Nº 3.598, DE 6 DE JUNHO DE 2012 CIRCULAR Nº 3.598, DE 6 DE JUNHO DE 2012 Institui o boleto de pagamento e suas espécies e dispõe sobre a sua emissão e apresentação e sobre a sistemática de liquidação das transferências de fundos a eles

Leia mais

TELEFONES: (0XX11) 3175 5353 Mesa de Operações - FAX: (0XX11) 3283 5849

TELEFONES: (0XX11) 3175 5353 Mesa de Operações - FAX: (0XX11) 3283 5849 1 REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO BOVESPA TELEFONES: (0XX11) 3175 5353 Mesa de Operações - FAX: (0XX11) 3283 5849 ALFA CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS S.A. nº 4-3 com sede no Município de São

Leia mais

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO A UMUARAMA S/A C.T.V.M, denominada simplesmente Corretora, em atenção ao disposto no art. 6º da Instrução nº 387/03 da CVM, define através deste documento, suas regras e

Leia mais

Sistema Câmbio. Roteiro de Testes. Versão 2.2

Sistema Câmbio. Roteiro de Testes. Versão 2.2 Sistema Câmbio Roteiro de Testes Versão 2.2 Sumário 1. Introdução 3 2. Referências 3 3. Acesso ao ambiente de homologação e verificação de conectividade 3 4. Comunicação 3 5. Plano de execução 3 6. Bloqueio

Leia mais

Projeto de Modernização do Sistema Câmbio Orientação Técnica. Versão 1.0.1

Projeto de Modernização do Sistema Câmbio Orientação Técnica. Versão 1.0.1 Orientação Técnica Versão 1.0.1 Histórico de Revisão Data Versão Descrição Autor 30/09/2010 1.0.0 Versão inicial. Bacen 03/02/2011 1.0.1 Atualização do item 2.2 Utilização do PSTA para troca de mensagens

Leia mais

ÂMBITO E FINALIDADE DAS DEFINIÇÕES INICIAIS

ÂMBITO E FINALIDADE DAS DEFINIÇÕES INICIAIS Estabelece normas e procedimentos a serem observados nas operações realizadas em bolsas e mercados de balcão organizado por meio da rede mundial de computadores e dá outras providências. O PRESIDENTE DA

Leia mais

A CBLC atua como Contraparte Central garantidora das Operações perante os Agentes de Compensação, conforme disposto no Título I do Regulamento.

A CBLC atua como Contraparte Central garantidora das Operações perante os Agentes de Compensação, conforme disposto no Título I do Regulamento. C A P Í T U L O I I I - C O M P E N S A Ç Ã O E L I Q U I D A Ç Ã O 1. A SPECTOS G ERAIS A CBLC é responsável pela Compensação e Liquidação das Operações com Ativos realizadas nos Sistemas de Negociação

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 2.747. II - endereços residencial e comercial completos; (NR) III - número do telefone e código DDD;

RESOLUÇÃO Nº 2.747. II - endereços residencial e comercial completos; (NR) III - número do telefone e código DDD; RESOLUÇÃO Nº 2.747 Altera normas relativas à abertura e ao encerramento de contas de depósitos, a tarifas de serviços e ao cheque. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31

Leia mais

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA SITA SOCIEDADE CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS S/A

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA SITA SOCIEDADE CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS S/A REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA SOCIEDADE CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS S/A Esta Sociedade Corretora, em atenção ao disposto no art. 6º da Instrução nº 387/03 da CVM, define através deste

Leia mais

GOLDMAN SACHS DO BRASIL BANCO MÚLTIPLO S.A. REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO

GOLDMAN SACHS DO BRASIL BANCO MÚLTIPLO S.A. REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO GOLDMAN SACHS DO BRASIL BANCO MÚLTIPLO S.A. REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO Goldman Sachs do Brasil Banco Múltiplo S.A., CNPJ 04.332.281/0001-30 (doravante INSTITUIÇÃO ), objetivando atuar na qualidade

Leia mais

CARTA-CIRCULAR 3.454 -------------------- Divulga leiaute das informações de que trata a Circular nº 3.290, de 5 de setembro de 2005.

CARTA-CIRCULAR 3.454 -------------------- Divulga leiaute das informações de que trata a Circular nº 3.290, de 5 de setembro de 2005. CARTA-CIRCULAR 3.454 -------------------- Divulga leiaute das informações de que trata a Circular nº 3.290, de 5 de setembro de 2005. Em conformidade com o contido no parágrafo único do artigo 5º da Circular

Leia mais

Cheque Legal. Janeiro 2012. Cheque Legal. Resolução 3.972 artigo 9 º / BACEN 23.01.2012

Cheque Legal. Janeiro 2012. Cheque Legal. Resolução 3.972 artigo 9 º / BACEN 23.01.2012 Cheque Legal Resolução 3.972 artigo 9 º / BACEN 23.01.2012 Agenda Abertura O que é Cheque Legal? Fluxo de negócio Leiaute da tela de consulta Aspectos técnicos Cronograma Processo de adesão Plano homologatório

Leia mais

Sistema de Pagamentos Brasileiro. Manual de Acesso ao STR via Internet

Sistema de Pagamentos Brasileiro. Manual de Acesso ao STR via Internet Sistema de Pagamentos Brasileiro Manual de Acesso ao STR via Internet Versão 1.9 Abril/2015 Histórico de Revisão Data Versão Descrição Responsável A partir da versão 1.9 22.4.2015 1.9 Alteração dos itens

Leia mais

CORRETORA DE CÂMBIO TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S/A REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO

CORRETORA DE CÂMBIO TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S/A REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO Esta Sociedade Corretora, em atenção ao disposto no art. 6º da Instrução nº 387/03 da CVM, define através deste documento, suas regras e parâmetros relativos ao recebimento,

Leia mais

RESOLUÇÃO N 2.025. 10. número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF);

RESOLUÇÃO N 2.025. 10. número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF); RESOLUÇÃO N 2.025 Altera e consolida as normas relativas à abertura, manutenção e movimentação de contas de depósitos. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31.12.64, torna

Leia mais

INSTRUÇÃO Nº 376, DE 11 DE SETEMBRO DE 2002

INSTRUÇÃO Nº 376, DE 11 DE SETEMBRO DE 2002 COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS INSTRUÇÃO Nº 376, DE 11 DE SETEMBRO DE 2002 Estabelece normas e procedimentos a serem observados nas operações realizadas em bolsas e mercados de balcão organizado por meio

Leia mais

Ficha anexa para operação em bolsa e outros mercados regulamentados de valores mobiliários

Ficha anexa para operação em bolsa e outros mercados regulamentados de valores mobiliários Ficha anexa para operação em bolsa e outros mercados regulamentados de valores mobiliários Esta ficha complementa o cadastro do cliente na Credit Suisse (Brasil) S.A. CTVM ( Credit Suisse ) com informações

Leia mais

RESOLUÇÃO N 2.025. II - endereços residencial e comercial completos; (Redação dada pela Resolução nº 2.747, de 28/6/2000.)

RESOLUÇÃO N 2.025. II - endereços residencial e comercial completos; (Redação dada pela Resolução nº 2.747, de 28/6/2000.) RESOLUÇÃO N 2.025 Altera e consolida as normas relativas à abertura, manutenção e movimentação de contas de depósitos. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31.12.64, torna

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.629, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2013

CIRCULAR Nº 3.629, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2013 CIRCULAR Nº 3.629, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2013 Aprova o regulamento de comunicação eletrônica de dados no âmbito do Sistema Financeiro Nacional (SFN). A Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil, em

Leia mais

Normas e procedimentos para utilização do Sistema de Processamento de Fichas Resumo de Operação via Internet Sistema FRO Eletrônica

Normas e procedimentos para utilização do Sistema de Processamento de Fichas Resumo de Operação via Internet Sistema FRO Eletrônica Classificação: Documento Ostensivo Unidade Gestora: AOI CIRCULAR Nº 18/2013-BNDES Rio de Janeiro, 17 de maio de 2013 Ref.: Ass.: Produto BNDES Automático Normas e procedimentos para utilização do Sistema

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 1.082. Fixa benefícios para abertura de agência bancária pioneira. (Ver Resolução 1632, de 24/08/1989).

RESOLUÇÃO Nº 1.082. Fixa benefícios para abertura de agência bancária pioneira. (Ver Resolução 1632, de 24/08/1989). 1 RESOLUÇÃO Nº 1.082 Fixa benefícios para abertura de agência bancária pioneira. (Ver Resolução 1632, de 24/08/1989). Documento normativo revogado pela Resolução 2099, de 17/08/1994. O BANCO CENTRAL DO

Leia mais

MANUAL DE NORMAS COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO

MANUAL DE NORMAS COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO MANUAL DE NORMAS COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO VERSÃO: 31/3/2011 2/12 MANUAL DE NORMAS COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO ÍNDICE CAPÍTULO PRIMEIRO DO OBJETIVO 3 CAPÍTULO SEGUNDO DAS DEFINIÇÕES 3 CAPÍTULO

Leia mais

Manual de utilização do STA Web

Manual de utilização do STA Web Sistema de Transferência de Arquivos Manual de utilização do STA Web Versão 1.1.7 Sumário 1 Introdução... 3 2 Segurança... 3 2.1 Autorização de uso... 3 2.2 Acesso em homologação... 3 2.3 Tráfego seguro...

Leia mais

GESTÃO DE PESSOAS & RECURSOS HUMANOS IPEA, 21 de MAIO de 2014 - EXTRA Nº 05 INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA

GESTÃO DE PESSOAS & RECURSOS HUMANOS IPEA, 21 de MAIO de 2014 - EXTRA Nº 05 INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA Boletim GESTÃO DE PESSOAS & RECURSOS HUMANOS IPEA, 21 de MAIO de 2014 - EXTRA Nº 05 INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA PORTARIA nº 078, DE 20 DE MAIO DE 2014. Institui a sala de pesquisa em dados

Leia mais

Sistema de Pagamentos Brasileiro. Manual de Acesso ao STR via Internet

Sistema de Pagamentos Brasileiro. Manual de Acesso ao STR via Internet Sistema de Pagamentos Brasileiro Manual de Acesso ao STR via Internet Versão 2.0 Outubro/2015 Histórico de Revisão Data Versão Descrição Responsável A partir da versão 1.9 22.4.2015 1.9 20.10.2015 2.0

Leia mais

MANUAL MAPX-OP016-2009

MANUAL MAPX-OP016-2009 MANUAL MANUAL DE Público CIP - 2010 OBJETIVO: Este documento tem como objetivo descrever os leiautes dos arquivos utilizados no DDA e as validações realizadas nos campos. A estrutura dos arquivos e o padrão

Leia mais

Instruções para a Prestação de Informações de Arranjos Não Integrantes do SPB

Instruções para a Prestação de Informações de Arranjos Não Integrantes do SPB Instruções para a Prestação de Informações de Arranjos Não Integrantes do SPB Departamento de Operações Bancárias e de Sistema de Pagamentos Deban Divisão de Sistemas de Pagamentos Dezembro / 2014 Atualizado

Leia mais

FAQ SIDEC (perguntas mais freqüentes)

FAQ SIDEC (perguntas mais freqüentes) FAQ SIDEC (perguntas mais freqüentes) 1 - Como proceder para lançar um Aviso de Licitação? 2 - Como proceder quando um Aviso de Licitação está na situação de Pendente? 3 - Como proceder para incluir ou

Leia mais

1. E STRUTURA DE CONTAS

1. E STRUTURA DE CONTAS C A P Í T U L O V I I I S E R V I Ç O D E C U S T Ó D I A D A C B L C 1. E STRUTURA DE CONTAS O Serviço de Custódia da CBLC mantém estrutura de Contas de Custódia individualizadas sob responsabilidade

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 4.292, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2013

RESOLUÇÃO Nº 4.292, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2013 RESOLUÇÃO Nº 4.292, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2013 Dispõe sobre a portabilidade de operações de crédito realizadas com pessoas naturais, altera a Resolução nº 3.401, de 6 de setembro de 2006, e dá outras providências.

Leia mais

CIRCULAR N 2694. I - Cópia do Regulamento do Fundo; II - Cópia do registro, na CVM, de distribuição de quotas.

CIRCULAR N 2694. I - Cópia do Regulamento do Fundo; II - Cópia do registro, na CVM, de distribuição de quotas. CIRCULAR N 2694 Estabelece condições para registro de capitais estrangeiros aplicados em Fundos de Investimento Imobiliário, constituídos ao amparo da Instrução CVM nº 205, de 14.01.94, e regulamentação

Leia mais

Diretoria de Assuntos Internacionais Gerência-Executiva de Normatização de Câmbio e Capitais Estrangeiros

Diretoria de Assuntos Internacionais Gerência-Executiva de Normatização de Câmbio e Capitais Estrangeiros Diretoria de Assuntos Internacionais Gerência-Executiva de Normatização de Câmbio e Capitais Estrangeiros Geraldo Magela Siqueira Rio de Janeiro 16 / 17 de março de 2010 Contextualização As novas condições

Leia mais

CIRCULAR Nº 2140. Documento normativo revogado pela Circular 2.462, de 10/08/1994.

CIRCULAR Nº 2140. Documento normativo revogado pela Circular 2.462, de 10/08/1994. CIRCULAR Nº 2140 Documento normativo revogado pela Circular 2.462, de 10/08/1994. Aos Bancos Múltiplos, Bancos Comerciais, Caixas Econômicas e Sociedades de Crédito Imobiliário Institui recolhimento compulsório/encaixe

Leia mais

Capítulo II. Da Adesão. Capítulo III

Capítulo II. Da Adesão. Capítulo III Decreto do Estado do Amazonas nº 33.405 de 16.04.2013 DOE-AM: 16.04.2013 Disciplina a emissão da Nota Fiscal Eletrônica a Consumidor Final, e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO AMAZONAS,

Leia mais

Edição Número 214 de 06/11/2012. Ministério da Educação Gabinete do Ministro PORTARIA NORMATIVA Nº 21, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2012

Edição Número 214 de 06/11/2012. Ministério da Educação Gabinete do Ministro PORTARIA NORMATIVA Nº 21, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2012 Edição Número 214 de 06/11/2012 Ministério da Educação Gabinete do Ministro PORTARIA NORMATIVA Nº 21, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2012 Dispõe sobre o Sistema de Seleção Unificada - Sisu. O MINISTRO DE ESTADO DA

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.477. I - bancos múltiplos, bancos comerciais, bancos de investimento, bancos de câmbio e caixas econômicas;

CIRCULAR Nº 3.477. I - bancos múltiplos, bancos comerciais, bancos de investimento, bancos de câmbio e caixas econômicas; CIRCULAR Nº 3.477 Dispõe sobre a divulgação de informações referentes à gestão de riscos, ao Patrimônio de Referência Exigido (PRE), de que trata a Resolução nº 3.490, de 29 de agosto de 2007, e à adequação

Leia mais

ÍNDICE CAPÍTULO 1. INTRODUÇÃO...3 CAPÍTULO 2. ACESSO AO LEILÃO...3. 2. 1. Identificação do Usuário... 3. 2. 2. Primeiro acesso...

ÍNDICE CAPÍTULO 1. INTRODUÇÃO...3 CAPÍTULO 2. ACESSO AO LEILÃO...3. 2. 1. Identificação do Usuário... 3. 2. 2. Primeiro acesso... ÍNDICE CAPÍTULO 1. INTRODUÇÃO...3 CAPÍTULO 2. ACESSO AO LEILÃO...3 2. 1. Identificação do Usuário... 3 2. 2. Primeiro acesso... 3 2. 3. Servidor Iniciado... 3 2. 4. LEILÃO Agendado... 3 2. 5. LEILÃO Suspenso...

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS. CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS. CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS Orientador Empresarial CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac INSTRUÇÃO NORMATIVA SRF nº 580/2005

Leia mais

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO A OLIVEIRA FRANCO SOCIEDADE CORRETORA DE VALORES E CÂMBIO LTDA, em atenção ao quanto disposto na Instrução CVM n. 505, de 27/09/2011, define por este documento, suas regras e parâmetros relativos ao recebimento,

Leia mais

REGULAMENTO DO WEBTRADING BM&F

REGULAMENTO DO WEBTRADING BM&F Anexo 1 ao Ofício Circular 086/2005-DG REGULAMENTO DO WEBTRADING BM&F CAPÍTULO I DAS DEFINIÇÕES Art. 1º Para os fins deste Regulamento define-se: 1. Arbitrador Cliente habilitado pela BM&F a atuar no WebTrading

Leia mais

CARTA-CIRCULAR Nº 2792

CARTA-CIRCULAR Nº 2792 CARTA-CIRCULAR Nº 2792 Institui questionário para acompanhamento da adequação dos sistemas eletrônicos de informação automatizados ao processamento de datas posteriores ao ano de 1999, de que trata a Resolução

Leia mais

CARTA-CIRCULAR N 1201. Documento normativo revogado pela Carta-Circular 3.173, de 28/02/2005.

CARTA-CIRCULAR N 1201. Documento normativo revogado pela Carta-Circular 3.173, de 28/02/2005. CARTA-CIRCULAR N 1201 Documento normativo revogado pela Carta-Circular 3.173, de 28/02/2005. Comunicamos que, visando ao aperfeiçoamento das normas que regem o Serviço de Compensação de Cheques e Outros

Leia mais

MANUAL DE NEGOCIAÇÃO E INTERMEDIAÇÃO DE OPERAÇÕES

MANUAL DE NEGOCIAÇÃO E INTERMEDIAÇÃO DE OPERAÇÕES 1. OBJETIVO MANUAL DE NEGOCIAÇÃO E INTERMEDIAÇÃO DE OPERAÇÕES O objetivo deste manual é servir de referência para demonstrar o funcionamento operacional dos serviços da Orla DTVM, relativo à sua mesa de

Leia mais

ÂMBITO E FINALIDADE DEFINIÇÕES. I Bolsa(s): bolsa(s) de valores e bolsa(s) de mercadorias e futuros, indistintamente;

ÂMBITO E FINALIDADE DEFINIÇÕES. I Bolsa(s): bolsa(s) de valores e bolsa(s) de mercadorias e futuros, indistintamente; INSTRUÇÃO CVM N o 387, DE 28 DE ABRIL DE 2003 Estabelece normas e procedimentos a serem observados nas operações realizadas com valores mobiliários, em pregão e em sistemas eletrônicos de negociação e

Leia mais

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA CM CAPITAL MARKETS CORRETORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA CM CAPITAL MARKETS CORRETORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA CM CAPITAL MARKETS CORRETORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA A CM Capital Markets Corretora de Títulos e Valores Mobiliários LTDA, em atenção ao disposto no art.

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.248. Documento normativo revogado pela Circular nº 3.346, de 28/3/2007.

CIRCULAR Nº 3.248. Documento normativo revogado pela Circular nº 3.346, de 28/3/2007. CIRCULAR Nº 3.248 Documento normativo revogado pela Circular nº 3.346, de 28/3/2007. Dispõe sobre a transferência de recursos de que tratam os arts. 3º e 8º da Lei 9.311, de 1996, e 85 do Ato das Disposições

Leia mais

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO GOLDMAN SACHS DO BRASIL CORRETORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO Goldman Sachs do Brasil Corretora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. ( Corretora ), em atenção à Instrução

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DA CBLC DA OFERTA VAREJO

MANUAL DE PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DA CBLC DA OFERTA VAREJO VENDA (REVOGAÇÃO) DE CERTIFICADOS DE DEPÓSITO DE AÇÕES ORDINÁRIAS CLASSE A DA COSAN LTD. MANUAL DE PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DA CBLC DA OFERTA VAREJO Performance do Período ÍNDICE CAPÍTULO I - PROCEDIMENTOS

Leia mais

MANUAL MAPX-OPxxx-2011

MANUAL MAPX-OPxxx-2011 MANUAL MANUAL DE OPERAÇÕES CHEQUE LEGAL OBJETIVO: O Manual de Operações é parte integrante dos Documentos Correlatos a CHEQUE LEGAL e tem como objetivo descrever: (i) os requisitos técnicos e operacionais

Leia mais

REGRAS INTERNAS DE INTERMEDIAÇÃO

REGRAS INTERNAS DE INTERMEDIAÇÃO Página 1 de 16 REGRAS INTERNAS DE INTERMEDIAÇÃO O Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A., CNPJ nº: 92.702.067/0001-96 (doravante BANRISUL ), objetivando atuar na qualidade de Intermediário, conforme

Leia mais

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO NO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO NO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO NO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS O Banco Modal S/A, ora designado Banco Modal, em atendimento ao disposto no art. 20, 4º e 31, caput, da Instrução nº 505, de 27 de Setembro

Leia mais

ParanáBanco. REGULAMENTO DE USO DO NETBANKING PARANÁ BANCO Atualizado em 16/09/2015

ParanáBanco. REGULAMENTO DE USO DO NETBANKING PARANÁ BANCO Atualizado em 16/09/2015 O Cliente, pela assinatura física e/ou eletrônica do Termo de Adesão e Uso do NetBanking Paraná Banco, adere ao presente Regulamento, definido conforme os seguintes termos e condições: 1. Regras de uso

Leia mais

ÂMBITO E FINALIDADE DEFINIÇÕES. I Bolsa(s): bolsa(s) de valores e bolsa(s) de mercadorias e futuros, indistintamente;

ÂMBITO E FINALIDADE DEFINIÇÕES. I Bolsa(s): bolsa(s) de valores e bolsa(s) de mercadorias e futuros, indistintamente; INSTRUÇÃO CVM N o 382, 28 DE JANEIRO DE 2003 Estabelece normas e procedimentos a serem observados nas operações realizadas com valores mobiliários, em pregão e em sistemas eletrônicos de negociação e de

Leia mais

CARTA-CIRCULAR Nº 2.826

CARTA-CIRCULAR Nº 2.826 CARTA-CIRCULAR Nº 2.826 Documento normativo revogado, a partir de 14/5/2012, pela Carta Circular nº 3.542, de 12/3/2012. Divulga relação de operações e situações que podem configurar indicio de ocorrência

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 387, DE 28 DE ABRIL DE 2003

INSTRUÇÃO CVM Nº 387, DE 28 DE ABRIL DE 2003 INSTRUÇÃO CVM Nº 387, DE 28 DE ABRIL DE 2003 Estabelece normas e procedimentos a serem observados nas operações realizadas com valores mobiliários, em pregão e em sistemas eletrônicos de negociação e de

Leia mais

Versão: 2 Início de Vigência: XX. XX.2006 Instrumento de Aprovação:

Versão: 2 Início de Vigência: XX. XX.2006 Instrumento de Aprovação: Procedimento de Comercialização MANUTENÇÃO DE CADASTRO DE AGENTES DA CCEE E USUÁRIOS DO SCL Versão: 2 Início de Vigência: XX. XX.2006 Instrumento de Aprovação: ÍNDICE 1. APROVAÇÃO...3 2. HISTÓRICO DE REVISÕES...3

Leia mais

Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB)

Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) Conceito e panorama geral O Sistema de Pagamentos Brasileiro é o conjunto de procedimentos, regras, instrumentos e operações integradas que dão suporte à movimentação

Leia mais

CARTA-CIRCULAR Nº 2903

CARTA-CIRCULAR Nº 2903 CARTA-CIRCULAR Nº 2903 Documento normativo revogado pela Circular nº 3.717, de 11/9/2014. Altera o documento n. 15 - Estatistica econômicofinanceiro (ESTFIN) do COSIF e esclarece acerca de seu preenchimento.

Leia mais

GUIA DE USO. Sobre o Moip

GUIA DE USO. Sobre o Moip GUIA DE USO Sobre o Moip Sobre o Moip 2 Qual o prazo de recebimento no Moip? Clientes Elo 7 possuem prazo de recebimento de 2 dias corridos, contados a partir da data de autorização da transação. Este

Leia mais

MANUAL DE NORMAS CCI CÉDULA DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO

MANUAL DE NORMAS CCI CÉDULA DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO MANUAL DE NORMAS CÉDULA DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO VERSÃO: 18/04/2011 2 / 13 MANUAL DE NORMAS CÉDULA DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO ÍNDICE CAPÍTULO PRIMEIRO DO OBJETIVO 3 CAPÍTULO SEGUNDO DAS DEFINIÇÕES 3 CAPÍTULO

Leia mais

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RS ORDEM DE SERVIÇO 02/2011

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RS ORDEM DE SERVIÇO 02/2011 pg. 1/9 ORDEM DE SERVIÇO 02/2011 Dispõe sobre as regras de auditoria para homologação eletrônica da atualização de cadastro de médicos credenciados no IPERGS. O DIRETOR DE SAÚDE DO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA

Leia mais

P á g i n a 1. SISCOAF Sistema de Controle de Atividades Financeiras. Manual Operacional

P á g i n a 1. SISCOAF Sistema de Controle de Atividades Financeiras. Manual Operacional P á g i n a 1 SISCOAF Sistema de Controle de Atividades Financeiras Manual Operacional P á g i n a 2 1 SUMÁRIO 2 Orientações gerais... 3 2.1 Perfis de acesso... 4 2.2 Para acessar todas as funcionalidades

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 11, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2012

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 11, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2012 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 11, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2012 Estabelece os critérios de concessão de acesso ao Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse SICONV. O SECRETÁRIO DE LOGÍSTICA E TECNOLOGIA

Leia mais

MANUAL MAPX-OP038-2012

MANUAL MAPX-OP038-2012 MANUAL MANUAL DE OPERAÇÕES CHEQUE LEGAL OBJETIVO: O Manual de Operações é parte integrante dos Documentos Correlatos a CHEQUE LEGAL e tem como objetivo descrever: (i) os requisitos técnicos e operacionais

Leia mais

REGULAMENTO TESOURO DIRETO

REGULAMENTO TESOURO DIRETO REGULAMENTO TESOURO DIRETO Brasília Março/2015 Página 1 Glossário 4 1. Capítulo I - Regras Gerais 7 2. Capítulo II-Procedimentos Operacionais 7 2.1. Cadastro 7 2.1.1. Aspectos gerais 7 2.1.2. Cadastro

Leia mais

SOLICITAÇÃO DE CADASTRO AO PRODUTO CHEQUE LEGAL NA CÂMARA INTERBANCÁRIA DE PAGAMENTOS - CIP

SOLICITAÇÃO DE CADASTRO AO PRODUTO CHEQUE LEGAL NA CÂMARA INTERBANCÁRIA DE PAGAMENTOS - CIP SOLICITAÇÃO DE CADASTRO AO PRODUTO CHEQUE LEGAL NA CÂMARA INTERBANCÁRIA DE PAGAMENTOS - CIP À - CIP Prezado Senhor, XXXXXXXXX, CNPJ nº XXXXXXXXX, Participante no Cheque Legal, representado na forma de

Leia mais

SICOOBNET EMPRESARIAL

SICOOBNET EMPRESARIAL SICOOBNET EMPRESARIAL Apresentação do produto Características principais Segurança Procedimentos para utilização Adesão Instalação Cadastro de computador Transações disponíveis AGENDA APRESENTAÇÃO DO PRODUTO

Leia mais

Mensagens de Redesconto. Dicas de Preenchimento

Mensagens de Redesconto. Dicas de Preenchimento Mensagens de Redesconto Dicas de Preenchimento Banco Central do Brasil Departamento de Operações Bancárias e de Sistema de Pagamentos - Deban Divisão de Gestão e Monitoramento do STR Gemon Dezembro de

Leia mais

Diretoria de Assuntos Internacionais Gerência-Executiva de Normatização de Câmbio e Capitais Estrangeiros

Diretoria de Assuntos Internacionais Gerência-Executiva de Normatização de Câmbio e Capitais Estrangeiros Diretoria de Assuntos Internacionais Gerência-Executiva de Normatização de Câmbio e Capitais Estrangeiros Thelma Lúcia Pacheco Gerente do Projeto - Gence Lucio Hellery Holanda Oliveira Gerente Alterno

Leia mais

CIRCULAR Nº 3249. Art. 3º Divulgar as folhas anexas, necessárias à atualização da CNC. - Carta-Circular 2.201, de 20 de agosto de 1991;

CIRCULAR Nº 3249. Art. 3º Divulgar as folhas anexas, necessárias à atualização da CNC. - Carta-Circular 2.201, de 20 de agosto de 1991; CIRCULAR Nº 3249 Divulga o Regulamento sobre Frete Internacional, e dá outras providências. A Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil, com base nos artigos 9º e 11 da Lei 4.595, de 31 de dezembro

Leia mais

José Luiz Silveira Miranda Diretor Este texto não substitui o publicado no DOU e no Sisbacen.

José Luiz Silveira Miranda Diretor Este texto não substitui o publicado no DOU e no Sisbacen. 1 CIRCULAR Nº 868 Aos Estabelecimentos Bancários, Caixas Econômicas e Cooperativas de Crédito participantes do Serviço de Compensação de Cheques e Outros Papéis. Comunicamos que a Diretoria do Banco Central

Leia mais

Catálogo de Mensagens e de Arquivos da RSFN

Catálogo de Mensagens e de Arquivos da RSFN Catálogo de Mensagens e de Arquivos da RSFN Volume V Versão 3.05 Brasília, 16 de dezembro de 2011. Este documento foi desenvolvido pelo Grupo Técnico de Mensagens, constituído por representantes do Banco

Leia mais

Perguntas e Respostas sobre Liquidação Normas e Regulamentos

Perguntas e Respostas sobre Liquidação Normas e Regulamentos Perguntas e Respostas sobre Liquidação Normas e Regulamentos 60 questões com gabarito FICHA CATALOGRÁFICA (Catalogado na fonte pela Biblioteca da BM&FBOVESPA Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros) LIQUIDAÇÃO

Leia mais

CIRCULAR Nº 2.466 D E C I D I U:

CIRCULAR Nº 2.466 D E C I D I U: CIRCULAR Nº 2.466 (Ver alteração dada pela Carta-Circular nº 2.523, de 1994.) (Ver alteração dada pela Carta-Circular nº 2.582, de 1995.) (Ver alteração dada pela Carta-Circular nº 2.685, de 1996.) (Ver

Leia mais

Regras de Atuação da CSHG nos Mercados Organizados de Valores Mobiliários Administrados PELA Cetip S.A. Mercados Organizados

Regras de Atuação da CSHG nos Mercados Organizados de Valores Mobiliários Administrados PELA Cetip S.A. Mercados Organizados CREDIT SUISSE HEDGING-GRIFFO CORRETORA DE VALORES S.A. Regras de Atuação da CSHG nos Mercados Organizados de Valores Mobiliários Administrados PELA Cetip S.A. Mercados Organizados Outubro de 2013 Regras

Leia mais

SUMÁRIO 1. INFORMAÇÕES IMPORTANTES... 2

SUMÁRIO 1. INFORMAÇÕES IMPORTANTES... 2 SUMÁRIO 1. INFORMAÇÕES IMPORTANTES... 2 1.1. Conceitos... 2 1.2. Como funciona... 2 1.3. Convênios disponíveis para Portabilidade... 2 1.4. Documentação Para Liberação da Proposta... 2 2. PROCEDIMENTOS

Leia mais

ÂMBITO E FINALIDADE SERVIÇO DE EMPRÉSTIMO DE VALORES MOBILIÁRIOS

ÂMBITO E FINALIDADE SERVIÇO DE EMPRÉSTIMO DE VALORES MOBILIÁRIOS Dispõe sobre empréstimo de valores mobiliários por entidades de compensação e liquidação de operações com valores mobiliários, altera as Instruções CVM nºs 40, de 7 de novembro de 1984 e 310, de 9 de julho

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO SISTEMA SERVELOJA

MANUAL DO USUÁRIO SISTEMA SERVELOJA MANUAL DO USUÁRIO SISTEMA SERVELOJA A Serveloja soluções empresariais é uma empresa de tecnologia, especialista em consultoria, serviços financeiros e softwares. Disponibilizamos diversas soluções de cobranças

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.376. Altera o Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais (RMCCI).

CIRCULAR Nº 3.376. Altera o Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais (RMCCI). CIRCULAR Nº 3.376 Altera o Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais (RMCCI). A Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil, em sessão realizada em 7 de fevereiro de 2008, com base

Leia mais

Catálogo de Serviços do SFN

Catálogo de Serviços do SFN do SFN Volume V Versão 4.06 Brasília, 30 de abril de 2015. Este catálogo foi publicado pelo Comitê Gestor da Comunicação Eletrônica de Dados no Âmbito do SFN, conforme competência expressa na Circular

Leia mais

Compra e recebimento de Crédito de ICMS para pagamento de conta de Energia Elétrica

Compra e recebimento de Crédito de ICMS para pagamento de conta de Energia Elétrica Compra e recebimento de Crédito de ICMS para pagamento de conta de Energia Elétrica Engº Francisco Antônio Ramos de Oliveira Gerente de Negócios faro@cpfl.com.br 14 9148 5978 São Paulo, 16 de junho de

Leia mais

Prova de Capacidade Financeira

Prova de Capacidade Financeira C A P Í T U L O 2 Prova de Capacidade Financeira Nos termos do EDITAL, inclui-se, entre as obrigações da fase de pré-identificação dos PARTICIPANTES, a prova de capacidade financeira para liquidar o LEILÃO.

Leia mais

INTRODUÇÃO REQUISITOS TECNOLÓGICOS E DE AMBIENTE

INTRODUÇÃO REQUISITOS TECNOLÓGICOS E DE AMBIENTE INTRODUÇÃO Na intenção de realizar um novo sistema financeiro para a gestão de recursos de convênios celebrados pela Academia Brasileira de Ciências, o setor de informática juntamente com o setor financeiro

Leia mais

RESOLUÇÃO N 3.518. Documento normativo revogado pela Resolução 3.919, de 25/11/2010.

RESOLUÇÃO N 3.518. Documento normativo revogado pela Resolução 3.919, de 25/11/2010. RESOLUÇÃO N 3.518 Documento normativo revogado pela Resolução 3.919, de 25/11/2010. Disciplina a cobrança de tarifas pela prestação de serviços por parte das instituições financeiras e demais instituições

Leia mais

REGULAMENTO PROGRAMA MAIS DANONE

REGULAMENTO PROGRAMA MAIS DANONE REGULAMENTO PROGRAMA MAIS DANONE DANONE LTDA., pessoa jurídica de direito privado, devidamente inscrita no CNPJ/MF sob o nº 23.643.315/0001-52, com sede na Av. Paulista, nº 2.300, 5º andar, Cerqueira César,

Leia mais

REGULAMENTO DO CARTÃO BOM+ Funcionalidade Pré-Pago

REGULAMENTO DO CARTÃO BOM+ Funcionalidade Pré-Pago REGULAMENTO DO CARTÃO BOM+ Funcionalidade Pré-Pago O BOM+ é um cartão pré-pago que oferece aos seus clientes as funcionalidades de pagamento de compras em toda a rede MasterCard e também pagamento de tarifas

Leia mais

O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE FAZENDA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela legislação em vigor,

O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE FAZENDA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela legislação em vigor, RESOLUÇÃO SMF Nº 2.771, DE 29 DE ABRIL DE 2013. [Publicada no D. O. Rio de 30.04.2013] * Estabelece procedimentos a serem adotados para a entrega de prêmios aos tomadores de serviços pessoas naturais titulares

Leia mais

REGULAMENTO DA CÂMARA DE REGISTRO, COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE OPERAÇÕES DE CÂMBIO BM&FBOVESPA

REGULAMENTO DA CÂMARA DE REGISTRO, COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE OPERAÇÕES DE CÂMBIO BM&FBOVESPA REGULAMENTO DA CÂMARA DE REGISTRO, COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE OPERAÇÕES DE CÂMBIO BM&FBOVESPA CAPÍTULO I DAS DEFINIÇÕES CAPÍTULO II DAS ATIVIDADES DA CÂMARA CAPÍTULO III DOS PARTICIPANTES CAPÍTULO IV

Leia mais

SicoobNet Empresarial. Manual do Usuário. Versão 1.0

SicoobNet Empresarial. Manual do Usuário. Versão 1.0 SicoobNet Empresarial Manual do Versão 1.0 Manual do Data: 04/0/2008 Histórico Data Versão Descrição Autor 04/0/2008 1.0 Criação do Manual Ileana Karla GECOQ Gerência de Controle e Qualidade Página: 2/122

Leia mais

CIRCULAR N 2666 DECIDIU:

CIRCULAR N 2666 DECIDIU: CIRCULAR N 2666 Regulamenta as disposições da Resolução nº 2.237, de 31.01.96, que limita as operações de crédito por Antecipação de Receita Orçamentária - ARO. A Diretoria do BANCO CENTRAL DO BRASIL,

Leia mais

EXTRATO DE CONTA PARA CONCILIAÇÃO BANCÁRIA

EXTRATO DE CONTA PARA CONCILIAÇÃO BANCÁRIA MANUAL TÉCNICO Padrão Febraban 240 Versão 3.2 Fevereiro/2010 PUBLIC ÍNDICE ASSUNTO PÁGINA Apresentação 02 Características Gerais do Arquivo 03 Lote de Serviço/Produto 04 Extrato de Conta para Conciliação

Leia mais

MANU AL DO COMPRADOR

MANU AL DO COMPRADOR MANUAL DO COMPRADOR Conhecendo o Vale Transporte Eletrônico O que é o Vale Transporte Eletrônico? O vale-transporte é um benefício definido pela Lei Federal nº 7.418/85 e Lei Federal 7.619/87 oferecido

Leia mais

Manual do Usuário. Novo Internet Banking Governo - IBG

Manual do Usuário. Novo Internet Banking Governo - IBG Manual do Usuário Novo Internet Banking Governo - IBG Versão V - Abril 2013 Sumário 2. Visão Geral do Sistema... 5 2.1. Operações disponíveis no novo IBG... 6 2.1. Perfis disponíveis... 7 2.2. Definições,

Leia mais

INSTRUÇÃO DGA Nº 81, DE 23 DE SETEMBRO DE 2014

INSTRUÇÃO DGA Nº 81, DE 23 DE SETEMBRO DE 2014 INSTRUÇÃO DGA Nº 81, DE 23 DE SETEMBRO DE 2014 #Estabelece procedimentos para registro, no SICONV, de informações referentes a Convênios com OBTV. O Coordenador da Administração Geral, no uso de suas atribuições,

Leia mais

INSTRUÇÃO DE SERVIÇO E PROCEDIMENTOS (IS) CLIENTES E CONTAS ASSUNTOS TRANSVERSAIS REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO NOS MERCADOS ORGANIZADOS

INSTRUÇÃO DE SERVIÇO E PROCEDIMENTOS (IS) CLIENTES E CONTAS ASSUNTOS TRANSVERSAIS REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO NOS MERCADOS ORGANIZADOS DIRETORIA EXECUTIVA 11/06/2013 11/06/2013 1 / 8 Assunto: CLIENTES E CONTAS ASSUNTOS TRANSVERSAIS REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO NOS MERCADOS ORGANIZADOS 1. INTRODUÇÃO 1.1. REGRAS E PROCEDIMENTOS As regras,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 3622 RESOLVEU:

RESOLUÇÃO Nº 3622 RESOLVEU: RESOLUÇÃO Nº 3622 Dispõe sobre as operações de redesconto e de empréstimo de que trata a Medida Provisória n 442, de 6 de outubro de 2008, e dá outras providências. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma

Leia mais