Treinamento TRABALHO

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1 TÍTULO Portaria DO de Treinamento TRABALHO PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO COORDENADORIA DE RECURSOS HUMANOS GRUPO TÉCNICO DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS

2 Estabelece Diretrizes para Qualificação e Desenvolvimento do Servidor Técnico e Administrativo da UNESP. Ações de qualificação e desenvolvimento, observar (Art. 1º): Plano de Desenvolvimento Institucional PDI; Diretrizes estabelecidas na Portaria Unesp nº 245/2010. Finalidades (Art. 2º): desenvolvimento pessoal e profissional; contínua melhoria dos processos de trabalho e dos serviços prestados; contribuição com as atividades-fim da Universidade.

3 Programas de desenvolvimento (Art. 3º) Central CRH (Art. 4º): Desenvolvimento de gestores. Desenvolvimento dos profissionais de recursos humanos. Cursos técnicos / específicos. Cursos gerais. Demandas serão encaminhadas pelas Unidades até 31 de outubro, com a utilização de formulário disposto no Anexo I (Art. 5º). Local Unidades (Art. 7º): Demanda identificados no: ADP + LNT + Plano de Gestão da Unidade e, que não estejam previstas no Programa Central.

4 Participação do servidor em treinamento Atividades internas (Art. 9º): convite ou convocação, mediante as necessidades da área de atuação e a critério do superior imediato. Atividades externas (Art. 12): solicitação com a utilização de formulário disposto no Anexo III;, juntando requerimento de inscrição em curso. de acordo do superior imediato. critérios: (atender no mínimo dois). A. relação com área de atuação. B. objetivos do ADP. C. objetivos plano de gestão da unidade. D. projetos ou tarefas específicas.

5 Emissão de certificados (Art. 10) Modelo conforme Anexo II; conteúdo programático no verso; não serão fornecidos em reuniões de trabalho; emitidos pela CRH ou ARH, inclusive ao servidor que atuar como instrutor (Art. 11); assinado por autoridade competente (legislação); freqüência mínima de 75% para recebimento; entidade promotora externa deverá seguir os padrões.

6 Desistência após confirmação (Art. 13): apresentar justificativa por escrito, para análise da ARH/CRH. Após análise poderão ser apuradas as responsabilidades, inclusive pelos valores investidos, nos termos da legislação em vigor. As Unidades poderão estimular a educação formal dos servidores, por meio de(art. 14): convênios com instituição de ensino; incentivos, benefícios ou concessões de bolsas conforme legislação.

7 Competências Servidor (Art. 15): participar dos eventos (convidado, convocado ou os que solicitou); transmitir conhecimento adquirido, no prazo de 20 dias do término do evento (Treinamento externo); Apresentar à ARH cópia do certificado, relatório da atividade e avaliação do. conteúdo, com manifestação e apreciação do superior imediato 30 dias do término do evento Anexo IV (Treinamento externo); manter atualizado banco de dados.

8 Superior imediato (Art. 16): autorizar participação; manifestar contribuição para a área; avaliar resultados Anexo V; (60 dias término do evento) (Treinamento interno e externo) registrar no ADP a expectativa e a contribuição do servidor para a sua área de atuação, em função de sua participação nos eventos; realizar Levantamento de Necessidades de Treinamento da área; priorizar demandas em função das necessidades da área.

9 Superior mediato (Art. 17): favorecer o processo, adotando medidas para a viabilização; tomar ciência da participação dos servidores em cursos, treinamento e programas de educação formal, respaldando o acompanhamento do superior imediato ARH (Art. 18): Consolidar ADP e LNT Elaborar Programa Local Enviar demandas ao Programa Central Orientar e estimular a participação Acompanhar as avaliações de resultado

10 DTAd (Art. 19): respaldar atuação ARH; apresentar Programa Local ao Diretor e à Congregação, com proposta de destinação orçamentária para sua viabilização; formar grupo interdisciplinar para atuar nos programas de desenvolvimento de recursos humanos da Unidade

11 Competências DU (Art. 20):. respaldar ações de desenvolvimento da Unidade. Emitir Portaria para constituição de grupo interdisciplinar de desenvolvimento de rh Aprovar, a participação de servidores nos eventos externos à Universidade, solicitados pelo servidor CRH (Art. 21): apurar demandas do ADP e LNT; elaborar Programa Central; viabilizar logística; orientar ARH para Programa Local; avaliar resultados; gerenciar recursos orçamentários.

12 Dotação orçamentária: Programa Central (Art. 22) aprovada pela administração superior. Programa Local (Art. 23) da unidade com aprovação da Congregação. Avaliação de Reação (Art. 24): Dimensionar a organização e estruturação do curso / treinamento Anexo VI. Indicadores para mensurar e analisar as ações (Art. 25): Quantidade de horas de treinamento; Número de treinandos; Investimento em treinamento; Investimento total em pessoal; Resultados das Avaliações de Reação e Aprendizagem.

13 Cronograma Período Ação Modelo Até 31 de outubro Art. 5º Recebimento pela CRH das demandas de treinamento das Unidades. Anexo I Dezembro Art. 6º Divulgação pela CRH do Programa Central. - 2º semestre Art. 7º Aprovação do Programa Local pela Congregação. - Fevereiro Art. 18 Envio pela ARH de relatório das ações do ano anterior. - Março Art. 8º Apresentação pela CRH de relatório das ações do ano anterior. -

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