Sistemas de Alimentação de Emergência

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Sistemas de Alimentação de Emergência"

Transcrição

1 SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE Grupo Técnico de Edificações Sistemas de Alimentação de Emergência Recebimento, Operação e Manutenção Eng. Marco Silva Balthazar

2 Normas Aplicáveis RDC 50 NBR 5410 Instalações Elétricas de Baixa Tensão NBR Sistema de Iluminação de emergência NBR Instalações elétricas em estabelecimentos assistenciais de saúde Requisitos para segurança

3 Instalações de Emergência Quatro classes: Classe 0 garantir o fornecimento sem interrupção. Classe 0.5 assumir suprimento em até 0,5s e manter por pelo menos 1h. Classe 15 assumir suprimento em até 15s e manter por 24h. Classe >15 assumir suprimento em pelo menos 15s e manter pelo menos 24h.

4 Classificação dos ambientes Ambulatório Ambiente Classe 0,5 Classe 15 Classe >15 Sala de reidratação Demais áreas Posto de enfermagem e serviços Atendimento Imediato Salas de procedimentos invasivos e de emergências. (Politraumatismo, parada cardíaca) Internação Áreas e quartos de pacientes em UTI (equipamentos eletromédicos que necessitem). Apoio ao Diagnóstico / Terapia Salas de hemodinâmica. (Luminárias Cirúrgicas e equipamentos eletromédicos que necessitem) Salas de inalação, reidratação, sala para exame, oftalmologia, otorrinolaringologia, ortopedia e odontologia Sala de isolamento, observação e manutenção de paciente com morte cerebral. Demais salas (com monitoração eletrônica). Neonatologia. Posto de enfermagem. Áreas e quartos de pacientes em UTI (demais áreas). Tratamento de queimados. Salas de exames de imagem. Salas de hemodinâmica. Sala de recuperação pósanestésica e posto de enfermagem. Salas de exames em medicina nuclear Demais urgências de baixo e médio risco. Posto de enfermagem, sala de serviço, sala de exames e curativos, área de recreação. Área para prescrições médicas, sala de serviço e salas de apoio. Laboratórios e salas de laudos. Pode ser indicado um no-break local. Câmara frigorífica em salas de anatomia patológica.

5 Classificação dos ambientes Ambiente Classe 0,5 Classe 15 Classe >15 Centro Cirúrgico Luminárias Cirúrgicas e equipamentos eletromédicos que necessitem. Sala de recuperação pósanestésica. Centro Obstétrico Cirúrgico Salas de parto cirúrgico (Luminárias Cirúrgicas e equipamentos eletromédicos que necessitem.) Sala de indução anestésica Sala de recuperação pósanestésica. Demais áreas do centro cirúrgico. Salas de pré-parto, parto normal e AMIU. Salas de recuperação pósanestéstica e assistência ao RN Salas de parto cirúrgico. Centro de parto normal Hemoterapia Radioterapia Demais áreas. Sala de coleta de sangue. Sala de recuperação de doadores. Sala de transfusão e posto de enfermagem. Sala de exames Salas de parto e assistência ao RN Salas de processamento e guarda de hemocomponentes.

6 Classificação dos ambientes Ambiente Classe 0,5 Classe 15 Classe >15 Quimioterapia Salas de aplicação Diálise Salas para diálise / hemodiálise, recuperação de pacientes e posto de enfermagem. Banco de leite Salas de processamento, estocagem e distribuição Oxigenoterapia hiperbárica Salas de terapia e de máquinas Apoio técnico Apoio Logístico Infra-estrutura predial: centrais de gases, vácuo, AC, sala de grupo gerador, subestação elétrica e bombas. Pelo menos uma lâmpada integrada ao sistema de emergência. Nutrição e dietética (despensa de alimentos) Farmácia (área de imunobiológicos)

7 Quais são os sistemas mais usuais? Banco de baterias No-breaks / Short-breaks Grupos geradores

8 Banco de Baterias

9 Banco de Baterias Utilização: Algumas unidades utilizam como Sistema de Emergência para central de telefonia.

10 No-Breaks e Short-Breaks

11 No-breaks e short-breaks Equipamentos eletrônicos aplicáveis a Classe 0 e Classe 0.5 Equipamento eletrônico composto por retificador, inversor e circuitos de controle. Energia é armazenada em um banco de baterias alimentará o sistema em caso de falha. Inversor converte a corrente contínua das baterias na corrente alternada utilizada pelos equipamentos elétricos.

12 O que observar? Local instalado: Para o no-break Seguir orientação do fabricante; Caso comum: Temperatura de até 40ºC; Local limpo, livre de poeira, gases corrosivos e partículas condutivas; Ventilação adequada, abrigo da umidade e exposição solar; Local livre de obstáculos e bem iluminado.

13 O que observar? Para as baterias Seguir orientação do fabricante; Caso comum: Temperatura de operação entre 20 a 25ºC Caso comum: Umidade do ar entre 45 e 55% Caso comum: Temperaturas acima do recomendado reduzem pela metade a vida útil da bateria.

14

15

16

17

18 Grupos Geradores

19 Grupos Geradores Equipamentos eletromecânicos aplicáveis a Classe 15 ou Classe >15. Grupo gerador motor diesel + gerador de corrente alternada Possuem mecanismos de controle (funcionamento autônomo) Fornecem energia elétrica consumindo óleo diesel, ou seja, transforma energia mecânica em eletricidade.

20 O que observar? Local instalado Acesso em ambos os lados do equipamento; Ventilação adequada conforme o fabricante; Contenção do tanque de combustível; Instalação correta das baterias de partida; Logística de combustível;

21 O que observar? Operação Verificar o nível de óleo diesel nos tanques; Verificar a carga e condição das baterias; Verificar a temperatura de pré-aquecimento; Verificar o nível de água e óleo de motor;

22

23 O que observar? Manutenção Troca dos filtros de ar e óleo; Vazamentos de óleo no equipamento; Questionar funcionamento: Motor de arranque Excesso de fumaça nos escapamentos Sobre aquecimento do motor Nível de ruído Verificar automação do sistema

24

25

26

27 Características do local de instalação

28 Características do local de instalação

29 Dicas de operação de grupos geradores

30 Dicas de operação de grupos geradores

31 Dicas de operação de grupos geradores

32 Dicas de operação de grupos geradores

33 Dicas de operação de grupos geradores

34 Dicas de operação de grupos geradores

35 Dicas de operação de grupos geradores

36 Dicas de operação de grupos geradores

37 Dicas de operação de grupos geradores

38 Dicas de operação de grupos geradores

39 Dicas de operação de grupos geradores

40 Dicas de operação de grupos geradores

41 Grato pela atenção MARCO SILVA BALTHAZAR Diretor Técnico II Grupo Técnico de Edificações SES _ SP

GABARITO DEFINITIVO GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DO AMAZONAS SUSAM 2014. Assistente Administrativo Tipo 1

GABARITO DEFINITIVO GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DO AMAZONAS SUSAM 2014. Assistente Administrativo Tipo 1 Assistente Administrativo Tipo 1 D B A E D B A * D B C A E B E B A E B C D A E A C D D A C E Assistente Administrativo Tipo 2 C C B A D A E B C A D E C D E B B D C A B D E A B D * A B D A C B E B E E A

Leia mais

Para efeitos da presente normativa serão adotadas as seguintes definições, e terminologias normalizadas.

Para efeitos da presente normativa serão adotadas as seguintes definições, e terminologias normalizadas. ANEXO I a DN 025/2003 de 07/07/2003 Definições Gerais, Definições conforme NBR s 5410 e 13534, e série NBR IEC 601, Definições adicionais conforme IEC s 64, 601-1/1994, 364-4- 41/1992, 513/1994, 617, 742/1983,

Leia mais

Sistemas de Alimentação de Energia. dos Hospitais do Estado de São Paulo

Sistemas de Alimentação de Energia. dos Hospitais do Estado de São Paulo CENTRO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIVISÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE Grupo Técnico Médico Hospitalar Rachel Helena de Paula Leite Sistemas de Alimentação de Energia Elétrica de Emergência: Monitoramento dos Hospitais

Leia mais

Inteligência em segurança elétrica

Inteligência em segurança elétrica Inteligência em segurança elétrica Segurança do Paciente Esquema IT Médico Exigências Normativas e Responsabilidades para a Segurança Elétrica de Pacientes em Procedimentos Cirúrgicos e de Sustentação

Leia mais

Manual Brasileiro NR: MA 3 Pág: 1/1 de Acreditação - ONA Data de Emissão: 10/01/2000

Manual Brasileiro NR: MA 3 Pág: 1/1 de Acreditação - ONA Data de Emissão: 10/01/2000 Manual Brasileiro NR: MA 3 Pág: 1/1 de Acreditação - ONA Data de Emissão: 10/01/2000 ATENÇÃO AO PACIENTE/CLIENTE Esta seção agrupa todos os componentes, atividades e serviços que se relacionam aos processos

Leia mais

LISTA TELEFÔNICA DO HCE LOCALIZAÇÃO DDD PABX RAMAL RITEX + RAMAL CENTRAL TELEFÔNICA

LISTA TELEFÔNICA DO HCE LOCALIZAÇÃO DDD PABX RAMAL RITEX + RAMAL CENTRAL TELEFÔNICA LISTA TELEFÔNICA DO HCE LOCALIZAÇÃO DDD PABX RAMAL RITEX + RAMAL CENTRAL TELEFÔNICA 21 3891 7000 816+Ramal DIREÇÃO Gabinete do Diretor 21 Tel. Direto 3860-6570 Gabinete do Diretor (FAX) 21 Tel. Direto

Leia mais

PLANEJAMENTO FÍSICO F. Projetos e Consultoria Hospitalar

PLANEJAMENTO FÍSICO F. Projetos e Consultoria Hospitalar PLANEJAMENTO FÍSICO F DE UTIs Conceitos CTI = Centro de Tratamento Intensivo. Conjunto de UTIs agrupadas num mesmo local; UTI = Unidade de terapia intensiva. 1. Unidade que abriga pacientes de requeiram

Leia mais

QAS 55/85/105/140/170 ENERGIA PORTÁTIL

QAS 55/85/105/140/170 ENERGIA PORTÁTIL QAS 55/85/105/140/170 ENERGIA PORTÁTIL Os geradores QAS 55/85/105/140/170 operam em serviço contínuo em locais onde não existe eletricidade ou como unidade reserva nos casos em que se verifica uma interrupção

Leia mais

para cargas críticas.

para cargas críticas. 50 anos NO-BREAKS & ESTABILIZADORES DE TENSÃO Soluções em sistemas de pura ENERGIA para cargas críticas. www.amplimag.com.br EMPRESA Amplimag Controles Eletrônicos Ltda. Empresa 100% Nacional, desde 1962

Leia mais

O PEP como Instrumento de Otimização Clinica Marcos Sobral

O PEP como Instrumento de Otimização Clinica Marcos Sobral O PEP como Instrumento de Otimização Clinica Marcos Sobral São Paulo, 19 de setembro de 2005 Agenda Introdução Desafios MVPEP Formas de acessos Funcionalidades Formulários eletrônicos Índices clínicos

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DEPARTAMENTO DE SISTEMAS E REDES ASSISTENCIAIS ANEXO I

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DEPARTAMENTO DE SISTEMAS E REDES ASSISTENCIAIS ANEXO I MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DEPARTAMENTO DE SISTEMAS E REDES ASSISTENCIAIS ANEXO I DE ACORDO COM O ESTABELECIDO PELA PORTARIA Nº 3432 /GM/MS, DE 12 DE AGOSTO DE 1998, REFERENTE

Leia mais

ANEXO 14 -NORMAS PARA PROJETOS FÍSICOS DEESTABELECIMENTOS ASSISTENCIAIS DESAÚDE DEFINIÇÕES IM PORTANTES PARA O CADASTRAM ENTO

ANEXO 14 -NORMAS PARA PROJETOS FÍSICOS DEESTABELECIMENTOS ASSISTENCIAIS DESAÚDE DEFINIÇÕES IM PORTANTES PARA O CADASTRAM ENTO ANEXO 14 -NORMAS PARA PROJETOS FÍSICOS DEESTABELECIMENTOS ASSISTENCIAIS DESAÚDE Resolução - RDC nº 50, de 21 de fevereiro de 2002 Substitui a Portaria MS nº1.884,de 11/11/1994 Este glossário se complementa

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA No- 3, DE 21 DE JUNHO DE 2011

INSTRUÇÃO NORMATIVA No- 3, DE 21 DE JUNHO DE 2011 INSTRUÇÃO NORMATIVA No- 3, DE 21 DE JUNHO DE 2011 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das atribuições que lhe conferem o art. 11, inciso IV, do Regulamento da Anvisa,

Leia mais

Hospital Universitário Ana Bezerra HUAB/UFRN

Hospital Universitário Ana Bezerra HUAB/UFRN Hospital Universitário Ana Bezerra HUAB/UFRN DIMENSIONAMENTO DE SERVIÇOS ASSISTENCIAIS E DA GERÊNCIA DE ENSINO E PESQUISA BRASÍLIA-DF, 27 DE MARÇO DE 2013. Página 1 de 20 Sumário 1. APRESENTAÇÃO... 3 1.1.

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DOS RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE POR UNIDADE GERADORA E A SEGREGAÇÃO DOS RESÍDUOS POR GRUPO.

CARACTERIZAÇÃO DOS RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE POR UNIDADE GERADORA E A SEGREGAÇÃO DOS RESÍDUOS POR GRUPO. 1 Unidade ou serviço Descrição do Resíduo Grupo Estado -Secreções, excreções, e outros fluidos orgânicos. -Recipientes e materiais resultantes do processo de assistência à saúde, que não contenha sangue

Leia mais

PLANO DE SEGURANÇA DO PACIENTE NORMA Nº 648

PLANO DE SEGURANÇA DO PACIENTE NORMA Nº 648 Página: 1/4 1- OBJETIVO Definir estratégias para garantir a segurança do paciente, visando minimizar os riscos durante os processos associados aos cuidados de saúde através da implementação de boas práticas

Leia mais

FUNDAÇÃO HOSPITALAR DO ESTADO DE MINAS GERAIS

FUNDAÇÃO HOSPITALAR DO ESTADO DE MINAS GERAIS FUNDAÇÃO HOSPITALAR DO ESTADO DE MINAS GERAIS CONCURSO PÚBLICO REGIDO PELO EDITAL FHEMIG Nº. 01/2009, PARA PROVIMENTO DE CARGOS DAS CARREIRAS DE MÉDICO, PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM, ANALISTA DE GESTÃO E

Leia mais

COMPANHIA DE ÁGUA E ESGOTOS DA PARAÍBA DIRETORIA DE EXPANSÃO GERÊNCIA EXECUTIVA DE PLANEJAMENTO E PROJETOS

COMPANHIA DE ÁGUA E ESGOTOS DA PARAÍBA DIRETORIA DE EXPANSÃO GERÊNCIA EXECUTIVA DE PLANEJAMENTO E PROJETOS 1 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DO GRUPO GERADOR - 30 KVA ESTAÇÃO ELEVATÓRIA DE ESGOTO - EEE1 JARDIM CIDADE UNIVERSITÁRIA 1. OBJETIVO Esta especificação técnica apresenta as características técnicas e comerciais

Leia mais

REQUISITOS E CONSIDERAÇÕES GERAIS REF. NBR 10898 DA ABNT

REQUISITOS E CONSIDERAÇÕES GERAIS REF. NBR 10898 DA ABNT ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA JUNTO A DGST REQUISITOS E CONSIDERAÇÕES GERAIS REF. NBR 10898 DA ABNT ANÁLISE E VISTORIA DOS SISTEMAS DE ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA Objetivo

Leia mais

SAÚDE. Bairro: Município: CEP: CNPJ/CPF: Telefone: Fax: Localização do empreendimento (Endereço): Bairro: CEP:

SAÚDE. Bairro: Município: CEP: CNPJ/CPF: Telefone: Fax: Localização do empreendimento (Endereço): Bairro: CEP: SAÚDE 1. Identificação Empresa/Interessado: Endereço: Bairro: Município: CEP: CNPJ/CPF: Telefone: Fax: E-mail: Atividade: Localização do empreendimento (Endereço): Bairro: CEP: Contato: Cargo/Função: 2.Informações

Leia mais

O Ministro de Estado da Saúde, no uso de suas atribuições legais, considerando:

O Ministro de Estado da Saúde, no uso de suas atribuições legais, considerando: PORTARIA Nº 3.432/MS/GM, DE 12 DE AGOSTO DE 1998 O Ministro de Estado da Saúde, no uso de suas atribuições legais, considerando: a importância na assistência das unidades que realizam tratamento intensivo

Leia mais

SPDA (Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas) É PROIBIDA a reprodução, total ou parcial, do texto e de todo o conteúdo sem autorização.

SPDA (Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas) É PROIBIDA a reprodução, total ou parcial, do texto e de todo o conteúdo sem autorização. SPDA (Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas) Desenvolvimento de projetos Instalação de sistema de proteção (SPDA) Manutenção do sistema de SPDA Laudo Técnico Medição da resistividade do solo

Leia mais

NBR5410 SOB O PONTO DE VISTA DA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO. Ivan Faccinetto Bottger www.firesafetybrasil.com

NBR5410 SOB O PONTO DE VISTA DA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO. Ivan Faccinetto Bottger www.firesafetybrasil.com NBR5410 SOB O PONTO DE VISTA DA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Ivan Faccinetto Bottger www.firesafetybrasil.com PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA NBR5410 As instalações elétricas devem ser concebidas e construídas

Leia mais

ANEXO XVII PLANO DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS E EDIFICAÇÕES

ANEXO XVII PLANO DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS E EDIFICAÇÕES ANEXO XVII PLANO DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS E EDIFICAÇÕES Complexo Esportivo de Deodoro Edital 1.10 1. Instalações Hidráulicas e Sanitárias Os serviços de manutenção de instalações hidráulicas e sanitárias,

Leia mais

TOPOLOGIAS DE NOBREAK

TOPOLOGIAS DE NOBREAK TOPOLOGIAS DE NOBREAK O que é um Nobreak? Nobreaks são equipamentos que possuem a função de fornecer energia ininterrupta para a carga (computadores, servidores, impressoras, etc.). Além desta função,

Leia mais

ATENÇÃO: Os cargos estão listados em ordenação alfabética por nível decrescente de escolaridade (superior, médio e fundamental).

ATENÇÃO: Os cargos estão listados em ordenação alfabética por nível decrescente de escolaridade (superior, médio e fundamental). 1 de 9 ATENÇÃO: Os cargos estão listados em ordenação alfabética por nível decrescente de escolaridade (superior, médio e fundamental). CARGO PERFIL PRÉ REQUISITO NÍVEL SUPERIOR Administrador Curso Superior

Leia mais

Mapeamento de Diárias para Codificação TUSS Diárias

Mapeamento de Diárias para Codificação TUSS Diárias Mapeamento de Diárias para Codificação TUSS Diárias Codigo Nome Cod TUSS Descr 80011063 DIÁRIA DAY CLINIC APARTAMENTO 60000775 DIÁRIA DE HOSPITAL DIA APARTAMENTO 80014003 DIÁRIA DAY CLINIC ENFERMARIA (

Leia mais

ANEXO 2 ROTEIRO DE INSPEÇÃO DE HOSPITAIS

ANEXO 2 ROTEIRO DE INSPEÇÃO DE HOSPITAIS ANEXO 2 ROTEIRO DE INSPEÇÃO DE HOSPITAIS PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE ROTEIRO DE INSPEÇÃO DE HOSPITAIS Data da vistoria: / / A CADASTRO 1. IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO Nome

Leia mais

MODERNIZE SUA PLANTA FABRIL. Máquinas e equipamentos mais modernos são mais eficientes e consomem menos energia.

MODERNIZE SUA PLANTA FABRIL. Máquinas e equipamentos mais modernos são mais eficientes e consomem menos energia. 1 REALIZE UM DIAGNÓSTICO ENERGÉTICO para identificar todas as oportunidades existentes, avaliar a viabilidade, determinar as prioridades e montar um programa para sua implementação 2 MODERNIZE SUA PLANTA

Leia mais

Administração de CPD Internet Data Center

Administração de CPD Internet Data Center Administração de CPD Internet Data Center Cássio D. B. Pinheiro pinheiro.cassio@ig.com.br cassio.orgfree.com Objetivos Apresentar os principais conceitos e elementos relacionados a um dos principais tipos

Leia mais

ANEXO I - QUADRO DE CARGOS

ANEXO I - QUADRO DE CARGOS COD NÍVEL ELEMENTAR CARGO CARGA HORÁRIA SEMANAL ANEXO I - QUADRO DE CARGOS VAGAS ÓRGÃO REQUISITO SALÁRIO BASE INICIAL E0 Auxiliar de Serviços Gerais Perfil Serviço de Copa e DAE Fundamental Incompleto

Leia mais

RESOLUÇÃO CREMEC nº 44/2012 01/10/2012

RESOLUÇÃO CREMEC nº 44/2012 01/10/2012 RESOLUÇÃO CREMEC nº 44/2012 01/10/2012 Define e regulamenta as atividades da sala de recuperação pós-anestésica (SRPA) O Conselho Regional de Medicina do Estado do Ceará, no uso das atribuições que lhe

Leia mais

HOSPITAL DAS FORÇAS ARMADAS

HOSPITAL DAS FORÇAS ARMADAS Lista Telefónica HOSPITAL DAS FORÇAS ARMADAS Polo de Lisboa Fev-14 LISTA TELEFÓNICA DO HFAR/PL Central de Atendimento (24 Horas) SERVIÇOS Extensão DDI 508 777 508 729 217519777 Call Center de Marcação

Leia mais

09/02/2006. Anvisa lança regras para atendimento médico domiciliar.

09/02/2006. Anvisa lança regras para atendimento médico domiciliar. 09/02/2006 Anvisa lança regras para atendimento médico domiciliar. Os pacientes que recebem atendimento médico em casa têm agora um regulamento para esses serviços. A Anvisa publicou, nesta segunda-feira

Leia mais

ANEXO I CARGOS, VAGAS, VENCIMENTO INICIAL, CARGA HORÁRIA, REQUISITOS MÍNIMOS EXIGIDOS, E TAXA DE INSCRIÇÃO. Vencimento Inicial em reais.

ANEXO I CARGOS, VAGAS, VENCIMENTO INICIAL, CARGA HORÁRIA, REQUISITOS MÍNIMOS EXIGIDOS, E TAXA DE INSCRIÇÃO. Vencimento Inicial em reais. ANEXO I CARGOS, VAGAS, VENCIMENTO INICIAL, CARGA HORÁRIA, REQUISITOS MÍNIMOS EXIGIDOS, E TAXA DE INSCRIÇÃO. Cód. Cargo 1 Ajudante de Carga e Descarga Vagas Vagas Reservadas Deficientes Vencimento Inicial

Leia mais

SOLUÇÕES INTEGRADAS PARA PROCESSOS ININTERRUPTOS DE PRODUÇÃO

SOLUÇÕES INTEGRADAS PARA PROCESSOS ININTERRUPTOS DE PRODUÇÃO SOLUÇÕES INTEGRADAS PARA PROCESSOS ININTERRUPTOS DE PRODUÇÃO Quem Somos Missão: Ser reconhecida como referência em sistema de adequação de energia com responsabilidade social e ambiental e alto grau de

Leia mais

Fornecemos energia que gera desenvolvimento e segurança de forma inteligente e sustentável. A P3 Engenharia Elétrica é especializada no

Fornecemos energia que gera desenvolvimento e segurança de forma inteligente e sustentável. A P3 Engenharia Elétrica é especializada no Energia ao seu alcance Fornecemos energia que gera desenvolvimento e segurança de forma inteligente e sustentável. A P3 Engenharia Elétrica é especializada no desenvolvimento de projetos elétricos, laudos,

Leia mais

Gestão Estratégica da Cadeia de Suprimentos: Modelos e Tendências SANTA CASA DE SÃO PAULO. Dr. Antonio Carlos Forte

Gestão Estratégica da Cadeia de Suprimentos: Modelos e Tendências SANTA CASA DE SÃO PAULO. Dr. Antonio Carlos Forte Gestão Estratégica da Cadeia de Suprimentos: Modelos e Tendências SANTA CASA DE SÃO PAULO Dr. Antonio Carlos Forte SANTA CASA DE SÃO PAULO Complexo hospitalar formado por dez unidades de assistência a

Leia mais

Orientações para a construção e ampliação de Unidades Básicas de Saúde - UBS

Orientações para a construção e ampliação de Unidades Básicas de Saúde - UBS Orientações para a construção e ampliação de Unidades Básicas de Saúde - UBS Introdução A Secretaria de Estado da Saúde estabeleceu como ação estruturante para a implantação das redes de atenção no Paraná,

Leia mais

RESOLUÇÃO RDC/ANVISA nº 307, de 14 de novembro de 2002

RESOLUÇÃO RDC/ANVISA nº 307, de 14 de novembro de 2002 RESOLUÇÃO RDC/ANVISA nº 307, de 14 de novembro de 2002 Altera a Resolução - RDC nº 50 de 21 de fevereiro de 2002 que dispõe sobre o Regulamento Técnico para planejamento, programação, elaboração e avaliação

Leia mais

PRINCIPAIS LEGISLAÇÕES SANITÁRIAS REFERENTES A ESTABELECIMENTOS DE SAÙDE PROJETOS UNIDADES DE TERAPIA INTENSIVA CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR

PRINCIPAIS LEGISLAÇÕES SANITÁRIAS REFERENTES A ESTABELECIMENTOS DE SAÙDE PROJETOS UNIDADES DE TERAPIA INTENSIVA CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR 1 PRINCIPAIS LEGISLAÇÕES SANITÁRIAS REFERENTES A ESTABELECIMENTOS DE SAÙDE PROJETOS RDC/ANVISA nº 50 de 21 de fevereiro de 2002 RDC/ANVISA nº 307 de 14/11/2002 Dispõe sobre o Regulamento Técnico para planejamento,

Leia mais

Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas. Alternadores Síncronos Linha AN10. Novo

Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas. Alternadores Síncronos Linha AN10. Novo Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas Alternadores Síncronos Linha AN10 Novo Alternadores Síncronos Linha AN10 Os alternadores da linha AN10 foram desenvolvidos para aplicação em

Leia mais

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA Quando da apresentação de protocolos, manual de normas e rotinas, procedimento operacional padrão (POP) e/ou outros documentos,

Leia mais

REAL SOCIEDADE ESPANHOLA DE BENEFICÊNCIA (RSEB) HOSPITAL REGIONAL DE SANTA MARIA/DF (HRSM) GABARITO OFICIAL DEFINITIVO.

REAL SOCIEDADE ESPANHOLA DE BENEFICÊNCIA (RSEB) HOSPITAL REGIONAL DE SANTA MARIA/DF (HRSM) GABARITO OFICIAL DEFINITIVO. EMPREGO 1: ASSISTENTE SOCIAL TIPO A Gabarito D X D A C B A D C A D A A A D Gabarito D B B X C C C D C C D C C C D EMPREGO 2: CIRURGIÃO BUCO-MAXILO-FACIAL TIPO A Gabarito D X D A C B A D C A B A C A D Gabarito

Leia mais

Segurança Elétrica em. Prof. Ernesto F. F. Ramírez

Segurança Elétrica em. Prof. Ernesto F. F. Ramírez Segurança Elétrica em Ambiente Hospitalar Prof. Ernesto F. F. Ramírez Choque Elétrico Intensidade da corrente circulação de corrente elétrica através do organismo humano Percurso da corrente Duração do

Leia mais

Ambiente físico do Centro de Material Esterilizado

Ambiente físico do Centro de Material Esterilizado Ambiente físico do Centro de Material Esterilizado Gessilene de Sousa Sobecc, julho2011 Agenda Regulamentação Definição: Centro de Material Esterilizado - CME; Estrutura Física: Áreas de composição; Fluxograma

Leia mais

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DE SANTO ANDRÉ

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DE SANTO ANDRÉ ANEXO I EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO N 008/2014 PARA CREDENCIAMENTO DE HOSPITAIS E CLÍNICAS HABILITADOS PARA A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ALTA COMPLEXIDADE, ASSIM COMPREENDIDOS OS CENTROS DE INFUSÃO DE IMUNOBIOLÓGICOS;

Leia mais

Operação e Regras de segurança...01. Manutenção Geral...02. Lubrificação de motores...03. Limpeza...04. Armazenamento...05. Identificando falhas...

Operação e Regras de segurança...01. Manutenção Geral...02. Lubrificação de motores...03. Limpeza...04. Armazenamento...05. Identificando falhas... Índice Operação e Regras de segurança...01 Manutenção Geral...02 Lubrificação de motores...03 Limpeza...04 Armazenamento...05 Identificando falhas...06 Certificado de Garantia...07 Operando seu gerador

Leia mais

MANUAL DE FISCALIZAÇÃO

MANUAL DE FISCALIZAÇÃO MANUAL DE FISCALIZAÇÃO ROTEIROS DE VISTORIAS O médico fiscal, quando no exercício das vistorias, deverá sempre apresentar sua carteira de identidade funcional (emitida pelo Conselho Regional) e ofício

Leia mais

Legislação em Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº11, DE 26 DE JANEIRO DE 2006.

Legislação em Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº11, DE 26 DE JANEIRO DE 2006. Página 1 de 6 Legislação em Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº11, DE 26 DE JANEIRO DE 2006. Dispõe sobre o Regulamento Técnico de Funcionamento de Serviços que prestam Atenção

Leia mais

UNIDADE HEMODINÂMICA: PROPOSTA ARQUITETÔNICA Luiz Claudio Rezende Cunha Engenheiro civil - Especialização em Arquitetura em Sistemas de Saúde.

UNIDADE HEMODINÂMICA: PROPOSTA ARQUITETÔNICA Luiz Claudio Rezende Cunha Engenheiro civil - Especialização em Arquitetura em Sistemas de Saúde. UNIDADE HEMODINÂMICA: PROPOSTA ARQUITETÔNICA Luiz Claudio Rezende Cunha Engenheiro civil - Especialização em Arquitetura em Sistemas de Saúde. RESUMO Este estudo enfoca a complexidade do espaço físico

Leia mais

Núcleos de Vigilância Epidemiológica Hospitalar e Ensino

Núcleos de Vigilância Epidemiológica Hospitalar e Ensino Núcleos de Vigilância Epidemiológica Hospitalar e Ensino A experiência do NHE do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP Curitiba, 16 de abril de 2015 Hospital das Clínicas

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE MATO GROSSO

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE MATO GROSSO TERMO DE VISTORIA Ao décimo nono dia do mês de janeiro do ano de dois mil e doze, o Conselho Regional de Medicina do Estado de Mato Grosso (CRM/MT) esteve presente no Hospital e Pronto Socorro Municipal

Leia mais

NORMAS PARA CADASTRAMENTO DE CENTROS DE REFERÊNCIA EM ASSISTÊNCIA A QUEIMADOS

NORMAS PARA CADASTRAMENTO DE CENTROS DE REFERÊNCIA EM ASSISTÊNCIA A QUEIMADOS NORMAS PARA CADASTRAMENTO DE CENTROS DE REFERÊNCIA EM ASSISTÊNCIA A QUEIMADOS 1 - NORMAS GERAIS As presentes Normas Gerais são válidas para cadastramento de Centros de Referência em Assistência a Queimados

Leia mais

Sumário. Detectores Automáticos. Iluminação de Emergência. Prof. Ivan Bottger

Sumário. Detectores Automáticos. Iluminação de Emergência. Prof. Ivan Bottger Sumário Detectores Automáticos Iluminação de Emergência Sumário Análise de riscos Resistência / Reação Atuação Detecção Extinção Retirada dos ocupantes Detectores Automáticos NBR 17240:2011 - Execução

Leia mais

II Seminário de Hospitais de Ensino do Estado de São Paulo

II Seminário de Hospitais de Ensino do Estado de São Paulo II Seminário de Hospitais de Ensino do Estado de São Paulo Conhecendo o Grupo 18 COLÉGIOS - PR / SC / RJ / SP/ RS 1 HOSPITAL UNIVERSITÁRIO - HUSF FUNCLAR FUNDAÇÃO CLARA DE ASSIS UNIFAG UNIDADE DE PESQUISA

Leia mais

Acupuntura AMN 3º andar

Acupuntura AMN 3º andar Relação de Setores e Serviços Setor / Serviço Unidade Localização Acupuntura 3º andar Aleitamento Materno CPPHO 1º andar Alergia 1º pav., ala 2 Alergo Imunologia Pediátrica CPPHO Térreo Almoxarifado 1º

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE VÁRZEA GRANDE RETIFICAÇÃO EDITAL DE CONCURSO PÚBLICO Nº 001/2011/ PMVG/MT, DE 21 DE SETEMBRO DE 2011.

ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE VÁRZEA GRANDE RETIFICAÇÃO EDITAL DE CONCURSO PÚBLICO Nº 001/2011/ PMVG/MT, DE 21 DE SETEMBRO DE 2011. ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE VÁRZEA GRANDE RETIFICAÇÃO EDITAL DE CONCURSO PÚBLICO Nº 00/0/ PMVG/MT, DE DE SETEMBRO DE 0. A Prefeitura Municipal de Várzea Grande, no uso de suas atribuições

Leia mais

Central de Produção de Energia Eléctrica

Central de Produção de Energia Eléctrica Central de Produção de Energia Eléctrica Ref.ª CPEE Tipo 1 Tipo 2 Tipo 3 Tipo 4 Tipo 5 5 a 25 kva 25 a 150 kva 150 a 500 kva 500 a 1.000 kva 1.000 a 2.700 kva Pág. 1 ! Combustível Diesel! Frequência 50

Leia mais

AFASTAMENTOS EM 2013 NOME SIAPE TIPO DE AFASTAMENTO LOCALIZAÇÃO QUANT. DIAS

AFASTAMENTOS EM 2013 NOME SIAPE TIPO DE AFASTAMENTO LOCALIZAÇÃO QUANT. DIAS AFASTAMENTOS EM 2013 NOME SIAPE TIPO DE AFASTAMENTO LOCALIZAÇÃO QUANT. DIAS ATESTADO MEDICO SERVIÇO DE ENFERMAGEM EM AMBULATÓRIO/CEEA/DE/HU 1 ATESTADO MEDICO SERVIÇO DE ENFERMAGEM EM AMBULATÓRIO/CEEA/DE/HU

Leia mais

Descrever o princípio de funcionamento dos motores Ciclo Otto Identificar os componentes básicos do motor.

Descrever o princípio de funcionamento dos motores Ciclo Otto Identificar os componentes básicos do motor. Objetivos Descrever o princípio de funcionamento dos motores Ciclo Otto Identificar os componentes básicos do motor. Descrição Neste módulo são abordados os princípios de funcionamento do motor Ciclo Otto,

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO PARA EQUIPAMENTOS DE ANESTESIA E SISTEMAS RESPIRATÓRIOS

ROTEIRO DE INSPEÇÃO PARA EQUIPAMENTOS DE ANESTESIA E SISTEMAS RESPIRATÓRIOS ROTEIRO DE INSPEÇÃO PARA EQUIPAMENTOS DE ANESTESIA E SISTEMAS RESPIRATÓRIOS ROTEIRO DE INSPEÇÃO Data da Inspeção / / Equipe Técnica: Finalidade de Inspeção: 1- IDENTIFICÃO DA UNIDADE 1- Nome Fantasia do

Leia mais

REQUISITOS DE DATACENTERS PARA HOSPEDAGEM de PIX

REQUISITOS DE DATACENTERS PARA HOSPEDAGEM de PIX REQUISITOS DE DATACENTERS PARA HOSPEDAGEM de PIX Equipe de Engenharia PTT.br e-mail: eng@ptt.br Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR NIC.br DOCUMENTO DE USO RESTRITO. DIVULGAÇÃO SOMENTE COM PERMISSÃO

Leia mais

REFERÊNCIA RÁPIDA PARA MANUTENÇÃO

REFERÊNCIA RÁPIDA PARA MANUTENÇÃO REFERÊNCIA RÁPIDA PARA MANUTENÇÃO AERONAVE EMB-202A IPANEMA Principais Cuidados com a Aeronave ASSISTÊNCIA TÉCNICA 2009 EMBRAER / NEIVA ATENÇÃO ESTE GUIA NÃO É UMA PUBLICAÇÃO TÉCNICA E, PORTANTO, NÃO CONSTITUI

Leia mais

Manual Técnico. Transformadores de potência. Revisão 5 ÍNDICE

Manual Técnico. Transformadores de potência. Revisão 5 ÍNDICE Página 1 de 10 Manual Técnico Transformadores de potência Revisão 5 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO...2 2 RECEBIMENTO...2 3 INSTALAÇÃO...3 3.1 Local de instalação...3 3.2 Ligações...3 3.3 Proteções...7 4 MANUTENÇÃO...9

Leia mais

Instalações Elétricas Industriais

Instalações Elétricas Industriais Instalações Elétricas Industriais ENG 1480 Professor: Rodrigo Mendonça de Carvalho Instalações Elétricas Industriais CAPÍTULO 01 INTRODUÇÃO Flexibilidade: admitir mudanças nas localizações dos equipamentos,

Leia mais

EDISON DOMINGUES JR. RAYMOND KHOE LUIZ ROBERTO SOARES

EDISON DOMINGUES JR. RAYMOND KHOE LUIZ ROBERTO SOARES PROJETOS DE HOSPITAIS SUSTENTÁVEIS EDISON DOMINGUES JR. RAYMOND KHOE LUIZ ROBERTO SOARES É importante destacar os benefícios de um edifício sustentável. Os green buildings podem ser definidos pelas seguintes

Leia mais

BANCO DE DADOS DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA EM SAÚDE BEPSAÚDE TÉCNICO

BANCO DE DADOS DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA EM SAÚDE BEPSAÚDE TÉCNICO FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO Laboratório do Trabalho e da Educação Profissional em Saúde Observatório dos Técnicos em Saúde BANCO DE DADOS DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

Leia mais

Núcleo de Vigilância em Eventos Adversos Queixas Técnicas - NUVIG Unidade de Tecnovigilância UTVIG e-mail: tecnovigilancia@anvisa.gov.

Núcleo de Vigilância em Eventos Adversos Queixas Técnicas - NUVIG Unidade de Tecnovigilância UTVIG e-mail: tecnovigilancia@anvisa.gov. Núcleo de Vigilância em Eventos Adversos Queixas Técnicas - NUVIG Unidade de Tecnovigilância UTVIG e-mail: tecnovigilancia@anvisa.gov.br Laboratórios credenciados pelo Instituto Nacional de Metrologia

Leia mais

Legislação em Vigilância Sanitária

Legislação em Vigilância Sanitária Legislação em Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO - RDC Nº 307, DE 14 DE NOVEMBRO DE 2002 Altera a Resolução - RDC nº 50 de 21 de fevereiro de 2002 que dispõe sobre o Regulamento Técnico para planejamento,

Leia mais

Para a Categoria Funcional de Nível Superior, nas seguintes áreas/especialidades:

Para a Categoria Funcional de Nível Superior, nas seguintes áreas/especialidades: Vagas e requisitos Para a Categoria Funcional de Nível Superior, nas seguintes áreas/especialidades: Áreas/Especialidades Vagas Pré-Requisitos Análises Clínicas (Biologia) 01 a) Formação Superior Completa

Leia mais

1. INTRODUÇÃO...3 2. TIPOS DE TRANSPORTE...3. 2.1 Transporte intra-hospitalar:...4. 2.2Transporte inter-hospitalar:...6

1. INTRODUÇÃO...3 2. TIPOS DE TRANSPORTE...3. 2.1 Transporte intra-hospitalar:...4. 2.2Transporte inter-hospitalar:...6 1 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO...3 2. TIPOS DE TRANSPORTE...3 2.1 Transporte intra-hospitalar:...4 2.2Transporte inter-hospitalar:...6 3. SEGURANÇA E CONTRA-INDICAÇÕES...7 4. CONSIDERAÇÕES...9 5. CRITICIDADE DE

Leia mais

Especialidade. Descrição. Código

Especialidade. Descrição. Código 1311.20 Gerente de serviços sociais 1312.05 Diretor de divisão médica 1312.05 Diretor de serviços de saúde 1312.05 Diretor de serviços médicos 1312.05 Diretor de unidade assistencial 1312.05 Diretor de

Leia mais

TABELA DE PREÇOS SISTEMA PACOTE NIPOMED. Diária de Enfermaria... R$ 430,00 Diária de Apartamento... R$ 580,00 Diária de UTI... R$ 1.

TABELA DE PREÇOS SISTEMA PACOTE NIPOMED. Diária de Enfermaria... R$ 430,00 Diária de Apartamento... R$ 580,00 Diária de UTI... R$ 1. ATUALIZADO EM 2011 TABELA DE PREÇOS SISTEMA PACOTE NIPOMED CONSULTA NIPOMED 52,00 CONSULTA PART - 150.00 Pacotes de Diárias Clínicas: Diária de Enfermaria... R$ 430,00 Diária de Apartamento... R$ 580,00

Leia mais

uso racional de energia elétrica

uso racional de energia elétrica uso racional de energia elétrica O uso inteligente da energia elétrica faz bem para sua empresa e para o meio ambiente. Atualmente, a energia elétrica tende a tornar-se cada vez mais importante e imprescindível

Leia mais

Plano de Contingência. Uma abordagem sistêmica

Plano de Contingência. Uma abordagem sistêmica Plano de Contingência Uma abordagem sistêmica Significado - Contingência Dicionário da Academia Brasileira de Letras Significado de Contingência subst. f. 1. Qualidade de contingente 2. Fato possível,

Leia mais

Instituto Sócrates Guanaes

Instituto Sócrates Guanaes Instituto Sócrates Guanaes Instituição de direito privado sem fins lucrativos; Fundado em 13 de julho de 2000; Qualificado como Organização Social; Reconhecido como instituição de utilidade pública municipal

Leia mais

TREINAMENTO TISS. Apresentação:

TREINAMENTO TISS. Apresentação: TREINAMENTO TISS Apresentação: A ANS estabeleceu um padrão de Troca de Informação em Saúde Suplementar - TISS para troca de dados entre operadoras de planos privados de assistência à saúde e prestadores

Leia mais

1.25. CBO-S (especialidade) 1312.05 Diretor clínico. 1312.05 Diretor de departamento de saúde. 1312.05 Diretor de divisão médica

1.25. CBO-S (especialidade) 1312.05 Diretor clínico. 1312.05 Diretor de departamento de saúde. 1312.05 Diretor de divisão médica 1.25. CBO-S (especialidade) Código Descrição 1312.05 Diretor clínico 1312.05 Diretor de departamento de saúde 1312.05 Diretor de divisão médica 1312.05 Diretor de serviços de saúde 1312.05 Diretor de serviços

Leia mais

PRINCIPAIS CÓDIGOS TUSS UTILIZADOS PELA CASSEB (EXTRAIDOS DOS MANUAIS TISS 3.02 DA ANS) CÓDIGO TUSS DESCRIÇÃO TUSS

PRINCIPAIS CÓDIGOS TUSS UTILIZADOS PELA CASSEB (EXTRAIDOS DOS MANUAIS TISS 3.02 DA ANS) CÓDIGO TUSS DESCRIÇÃO TUSS PRINCIPAIS CÓDIGOS TUSS UTILIZADOS PELA CASSEB (EXTRAIDOS DOS MANUAIS TISS 3.02 DA ANS) DESCRIÇÃO CASSEB CÓDIGO TUSS DESCRIÇÃO TUSS DIÁRIAS ENFERMARIA 60000694 DIÁRIA DE ENFERMARIA DE 3 LEITOS COM BANHEIRO

Leia mais

GERADORES MECÂNICOS DE ENERGIA ELÉTRICA

GERADORES MECÂNICOS DE ENERGIA ELÉTRICA GERADORES MECÂNICOS DE ENERGIA ELÉTRICA Todo dispositivo cuja finalidade é produzir energia elétrica à custa de energia mecânica constitui uma máquina geradora de energia elétrica. O funcionamento do

Leia mais

PROGRAMA DE MANUTENÇÃO PREDIAL ÁREA DE SAÚDE PMP

PROGRAMA DE MANUTENÇÃO PREDIAL ÁREA DE SAÚDE PMP PROGRAMA DE MANUTENÇÃO PREDIAL ÁREA DE SAÚDE PMP / 2015 www.aeplan.unicamp.br NOVEMBRO/2014 PROGRAMA DE MANUTENÇÃO PREDIAL ÁREA DE SAÚDE O objetivo deste programa é de apoiar as Unidades da Área de Saúde

Leia mais

Anexo III MODELO PARA ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS DE REFERÊNCIA

Anexo III MODELO PARA ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS DE REFERÊNCIA ANEXO DO EDITAL Anexo III MODELO PARA ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS DE REFERÊNCIA Outubro - 2012 Anexo III MODELO PARA ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS DE REFERÊNCIA INTRODUÇÃO O presente ANEXO tem como

Leia mais

Segurança Física e Segurança Lógica. Aécio Costa

Segurança Física e Segurança Lógica. Aécio Costa Segurança Física e Segurança Lógica Aécio Costa Segurança física Ambiente Segurança lógica Programas A segurança começa pelo ambiente físico Não adianta investir dinheiro em esquemas sofisticados e complexos

Leia mais

Manual de Instruções

Manual de Instruções Manual de Instruções (Party Cooler s Thermomatic) Modelo: 40 litros & 77 litros Obrigado por escolher a série dos Party Cooler s da Thermomatic. Para garantir o uso correto das operações, por favor, leia

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 262, DE 1 DE AGOSTO DE 2011.

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 262, DE 1 DE AGOSTO DE 2011. RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 262, DE 1 DE AGOSTO DE 2011. Atualiza o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde previstos na RN nº 211, de 11 de janeiro de 2010. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de

Leia mais

1 Recebido 2 Em análise 3 Liberado para pagamento 4 Encerrado sem pagamento 5 Analisado e aguardando liberação para o pagamento

1 Recebido 2 Em análise 3 Liberado para pagamento 4 Encerrado sem pagamento 5 Analisado e aguardando liberação para o pagamento 1.24. Status do protocolo Código Descrição 1 Recebido 2 Em análise 3 Liberado para pagamento 4 Encerrado sem pagamento 5 Analisado e aguardando liberação para o pagamento 1.25. CBOS (especialidade) Código

Leia mais

Atlas Copco Energia portátil e sustentável

Atlas Copco Energia portátil e sustentável Atlas Copco Energia portátil e sustentável Geradores QAS 24 a 225 kva Confiabilidade Elevada vida útil Preparado para condições extremas Projetado a operar ao tempo Versatilidade Desenvolvido para operação

Leia mais

A Câmara Municipal de Uruaçu, Estado de Goiás, aprova e eu, Prefeita Municipal, sanciono a seguinte Lei:

A Câmara Municipal de Uruaçu, Estado de Goiás, aprova e eu, Prefeita Municipal, sanciono a seguinte Lei: Lei nº 1.265 /2003 Uruaçu-Go., 11 de dezembro de 2003. Altera e dá nova redação a dispositivos da Lei nº 1000, de 16.12.97, e dá outras providências A Câmara Municipal de Uruaçu, Estado de Goiás, aprova

Leia mais

Atualizado em JANEIRO/2009 Informações e tabelas de preços cedidas pela UNIMED Guarapuava

Atualizado em JANEIRO/2009 Informações e tabelas de preços cedidas pela UNIMED Guarapuava A Unimed Guarapuava, tem por objetivo, oferecer sempre as melhores opções, com produtos que supram a necessidade de nossos clientes, garantindo-lhes inúmeras vantagens como: cobertura mais ampla, profissionais

Leia mais

Eliaquim Mota Coelho. Objetivo Atuar na área de elétrica, Automação,Eletromecânica,Instrumentação e Eletroeletrônica,Mecatrônica.

Eliaquim Mota Coelho. Objetivo Atuar na área de elétrica, Automação,Eletromecânica,Instrumentação e Eletroeletrônica,Mecatrônica. Eliaquim Mota Coelho Objetivo Atuar na área de elétrica, Automação,Eletromecânica,Instrumentação e Eletroeletrônica,Mecatrônica. Brasileiro, 41 anos (solteiro) CPF: 46081437353 Conjunto Jardim Sevilha.

Leia mais

UM OLHAR SOBRE O COMPRESSOR NOS CONSULTÓRIOS E CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS

UM OLHAR SOBRE O COMPRESSOR NOS CONSULTÓRIOS E CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS UM OLHAR SOBRE O COMPRESSOR NOS CONSULTÓRIOS E CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS NAS INSPEÇÕES DE CONSULTÓRIOS E CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS ATÉ RECENTEMENTE NÃO ERA DADA A DEVIDA ATENÇÃO AO COMPRESSOR - TIPO - LOCAL

Leia mais

Este tutorial apresenta os componentes principais e critérios de projeto da infra-estrutura de um Internet Data Center (IDC).

Este tutorial apresenta os componentes principais e critérios de projeto da infra-estrutura de um Internet Data Center (IDC). Infra-estrutura de Internet Data Center (IDC) Este tutorial apresenta os componentes principais e critérios de projeto da infra-estrutura de um Internet Data Center (IDC). Pollette Brancato Diretora de

Leia mais

HOSPITAL DOS SERVIDORES DO ESTADO RIO DE JANEIRO

HOSPITAL DOS SERVIDORES DO ESTADO RIO DE JANEIRO U N I V E R S I D A D E D E B R A S Í L I A (UnB) CENTRO DE SELEÇÃO E DE PROMOÇÃO DE EVENTOS (CESPE) HOSPITAL DOS SERVIDORES DO ESTADO RIO DE JANEIRO Processo Seletivo Simplificado GABARITOS OFICIAIS PRELIMINARES

Leia mais

VITAH A R Q U I T E T U R A

VITAH A R Q U I T E T U R A EXPERTISE EM PROJETOS ARQUITETÔNICOS na área da saúde SOBRE A ARQUITETURA sócios MARCIO WELLINGTON, Arquiteto/Diretor Formado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Anhembi Morumbi em 2003 e pós-graduado

Leia mais

Material do curso PPRA EXPERT Apostila do aluno

Material do curso PPRA EXPERT Apostila do aluno PPRA MANUAL PRÁTICO PARA ELABORAÇÃO FORMULÁRIO PARA RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS Material do curso PPRA EXPERT Apostila do aluno RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS Esse Formulário deve ser aplicado

Leia mais

Módulo Ambulatorial+Hospitalar +Obstetrícia PREZADO ASSOCIADO

Módulo Ambulatorial+Hospitalar +Obstetrícia PREZADO ASSOCIADO Tabela Comercial UNIFAMÍLIA EMPRESARIAL POR ADESÃO COPARTICIPATIVO 50% Módulo Ambulatorial+Hospitalar +Obstetrícia Cobertura de consultas médicas de pré-natal, exames complementares bem como atendimentos

Leia mais

Instalações elétricas resumo

Instalações elétricas resumo Instalações elétricas resumo Na instalação elétrica de um prédio (residencial, comercial ou industrial), temos basicamente: - Equipamentos relacionados com a alimentação da instalação, tais como geradores,

Leia mais

O que é o CME? Segundo a RDC 15, a CME é classificada como: Unidade funcional destinada ao processamento de produtos para saúde dos serviços de saúde.

O que é o CME? Segundo a RDC 15, a CME é classificada como: Unidade funcional destinada ao processamento de produtos para saúde dos serviços de saúde. O que é o CME? Segundo a RDC 15, a CME é classificada como: Unidade funcional destinada ao processamento de produtos para saúde dos serviços de saúde. A CME é uma unidade nobre do hospital responsável

Leia mais

EDITAL nº 103/2009 - ANEXO I CONCURSO PÚBLICO PARA O MAGISTÉRIO SUPERIOR DA UEA. Escola Superior de Ciências da Saúde

EDITAL nº 103/2009 - ANEXO I CONCURSO PÚBLICO PARA O MAGISTÉRIO SUPERIOR DA UEA. Escola Superior de Ciências da Saúde EDITAL nº 103/2009 - ANEXO I CONCURSO PÚBLICO PARA O MAGISTÉRIO SUPERIOR DA UEA Escola Superior de Ciências da Saúde Período de Inscrição: 18 de janeiro de 2010 a 19 de fevereiro de 2010. Local de Inscrição:

Leia mais