ÁREA DO CONHECIMENTO: (x) EXATAS ( )HUMANAS ( )VIDA

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1 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA ÁREA DO CONHECIMENTO: (x) EATAS ( )HUMANAS ( )VIDA PROGRAMA: () PIBIC ( ) PIVIC Título do Projeto de Pesquisa do Orientador: CONFORTO TÉRMICO NOS BLOCOS DIDÁTICOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS - CAMPUS CATALÃO Orientador: ED CARLO ROSA PAIVA Unidade Acadêmica/Departamento: CAMPUS CATALÃO/ENGENHARIA CIVIL Título do Plano de Trabalho do Aluno: CONFORTO TÉRMICO NOS BLOCOS DIDÁTICOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS - CAMPUS CATALÃO Aluna: DÉBORA ADIANE BORGES Matrícula: Período: 2013/2014

2 2 1. INTRODUÇÃO Conforto térmico é a condição da mente que expressa satisfação com o ambiente térmico (ASHRAE 55, 2004). É comprovado através de vários estudos e nas observações práticas do dia a dia que em ambientes confortáveis as pessoas produzem mais. Silva (2001) analisou a relação entre produtividade e o conforto térmico em dois ambientes termicamente diferentes do Setor de Compensação e Cobrança do Centro de Processamento de Dados da Caixa Econômica Federal da cidade de Recife, Estado de Pernambuco, e confirmou a hipótese de que as condições termoambientais estão entre os fatores que afetam o bem estar dos trabalhadores, com implicações na produtividade. No Brasil há poucas pesquisas desenvolvidas na área de conforto térmico e as normas e avaliações sobre o assunto são baseadas em regras e procedimentos desenvolvidos em outros países. Contudo, uma vez que a temperatura no país é na maioria das vezes alta isto proporciona um maior desconforto térmico, o que justifica a necessidade de estudos dessa natureza. Esse desconforto em ambientes de trabalho e escolar tem como consequência a redução do rendimento de trabalho ou estudo. (GOUVÊA, 2004). Fanger (1970 apud GOUVÊA, 2004) desenvolveu uma pesquisa na Universidade da Dinamarca e estabeleceu o método Voto Médio Estimado (PMV Predicted Mean Vote). Este avalia o ambiente térmico baseado na avaliação de fatores internos (temperatura do ar, temperatura média radiante, velocidade do ar e umidade relativa do ar) e em fatores externos (vestimenta e atividade). Além do PMV, Fanger estabeleceu outro índice que é o Percentual estimado de insatisfeitos (PPD Predicted Percentage of Dissatisfied). Através desses índices é possível analisar o conforto térmico de um ambiente. A partir desse estudo e desses métodos desenvolvidos por Fanger, foi elaborada a primeira edição da norma internacional ISO 7730 no ano de 1984 (GOUVÊA, 2004). De acordo com a ISO 7730 (2005), que é a terceira edição da norma, o PMV é um índice que prevê a sensação térmica média de um grande grupo de pessoas em uma escala de sete pontos, definida da seguinte maneira: Muito frio Frio Leve sensação Neutralidade Leve sensação Calor Muito calor de frio térmica de calor

3 3 Vale ressaltar que, devido às diferenças individuais, torna-se difícil satisfazer termicamente todas as pessoas de um determinado espaço, mas, algumas formas de controle do ambiente térmico, associadas com a adaptação individual são indiscutivelmente benéficas para o aumento do nível de aceitabilidade desse espaço. Portanto é necessário que o estudo realizado compreenda os diferentes tipos de indivíduos e percepções do ambiente, para que se obtenha uma média com o estado de conforto térmico ideal para aumentar ao máximo esse nível de aceitabilidade (GOUVÊA, 2004). Uma vez que, grande parte do dia os estudantes e professores encontram-se na Universidade, deve-se dar uma atenção especial para o ambiente de trabalho dos mesmos fornecendo-lhes condições ambientais satisfatórias e confortáveis que contribuam com sua eficiência e produtividade. Afinal, a cidade de Catalão apresenta temperaturas elevadas na maior parte do ano, o que pode proporcionar desconforto térmico em ambientes fechados como salas de aulas e escritórios, justificando a necessidade desse estudo. 2. OBJETIVOS Este trabalho tem por objetivo analisar as condições de conforto térmico nos blocos didáticos da Universidade Federal de Goiás localizada na cidade de Catalão. Para isso intentase medir a temperatura média, a temperatura de globo e a umidade relativa em diferentes salas e períodos do dia nos blocos para, então, calcular os índices PMV e PPD conforme a norma ISO De acordo com o resultado, pretende-se propor uma adaptação ao ambiente para melhorar o seu conforto térmico de modo a oferecer melhores condições de saúde, rendimento e bem estar. 3. METODOLOGIA A pesquisa utilizará como principais equipamentos um termohigrômetro, que mede a temperatura ambiente e a umidade relativa, e um termômetro de globo, que mede a temperatura de globo do ambiente. A primeira etapa será medir essas variáveis em diferentes salas dos blocos didáticos. Através do software computacional Excel será feito gráficos com as variações das temperaturas nas salas. Após a obtenção e análise dessas variáveis, será calculado o PMV e o PPD através das fórmulas fornecidas pela ISO E será obtido o índice de conforto térmico.

4 4 A rotina será desenvolvida utilizando os equipamentos de medida, termohigrômetro e termômetro de globo, além de desenvolver gráficos, cálculos e programas no software Excel. 4. RESULTADOS ESPERADOS Através dos resultados obtidos, espera-se obter o nível de conforto térmico nos blocos didáticos com a máxima precisão dada pelos índices PMV e PPD estabelecidos por Fanger. Caso o nível de conforto não seja ideal, espera-se propor uma solução satisfatória para melhorar essas condições auxiliando os docentes, discentes e demais funcionários da instituição. Além disso, a pesquisa contribuirá com uma ampliação do conhecimento do assunto para os pesquisadores e para os leitores dos trabalhos escritos a serem elaborados. Pretendese, também, apresentar e discutir os resultados da pesquisa em eventos científicos como congressos e publicá-los em periódicos científicos. 5. CRONOGRAMA DE EECUÇÃO Previu-se um período de um ano para a realização das atividades. Entretanto em função dos resultados obtidos, poderá ser solicitada prorrogação de mais doze meses, já que se trata de um assunto bastante amplo.. Na tabela 1 está apresentado o cronograma deste projeto. Atividades / Meses 08/13 09/13 10/13 11/13 12/13 01/14 Pesquisa Bibliográfica Medição das temperaturas e umidades nas salas de aula Elaboração de tabelas e gráficos com os dados Cálculo do PMV e PPD Análise dos resultados Elaboração do relatório técnico científico

5 5 Atividades / Meses 02/14 03/14 04/14 05/14 06/14 07/14 Pesquisa Bibliográfica Medição das temperaturas e umidades nas salas de aula Elaboração de tabelas e gráficos com os dados Cálculo do PMV e PPD Análise dos resultados Elaboração do relatório técnico científico 6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. AMERICAN SOCIETY OF HEATING REFRIGERATING AND AIR CONDITIONING ENGINEERS, ATLANTA, ASHRAE 55; Thermal environmental conditions for human occupancy, GOUVÊA, T. C.; Avaliação do conforto térmico: uma experiência na indústria da confecção / Tatiana Chrispim Gouvêa. --Campinas, SP: [s.n.], Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil) - Universidade Estadual de Campinas. 3. INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION. ISO 7730; Ergonomics of the thermal environment Analytical determination and interpretation of thermal comfort using calculation of the PMV and PPD indices and local thermal comfort criteria. Geneva, INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION. ISO 7730; Moderate thermal environments Determination of the PMV and PPD indices and specification of the conditions for thermal comfort. Geneva, SILVA, L. B. Análise da relação entre Produtividade e conforto térmico: o caso dos digitadores do centro de processamento de dados da Caixa Econômica Federal de Pernambuco. Florianópolis, Tese (Doutorado em Engenharia de Produção) Universidade Federal de Santa Catarina.

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