PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE IMAGEM E SOM

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE IMAGEM E SOM"

Transcrição

1 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE IMAGEM E SOM

2 ÍNDICE I. PERFIL DO ALUNO...p. 3 II. GRUPOS DE CONHECIMENTO: CONTEÚDOS E DISCIPLINAS...p. 11 III. TRATAMENTO METODOLÓGICO, PRINCÍPIOS DE AVALIAÇÃO, FORMAS DE ARTICULAÇÃO DAS DISCIPLINAS E TRABALHOS COMPLEMENTARES...p. 22 IV. TABELAS...p. 29

3 I. PERFIL DO ALUNO As questões que permeiam a reformulação curricular do Curso de Imagem e Som da UFSCar refletem, indiscutivelmente, carências em seu projeto inicial no que diz respeito às diretrizes que o embasam visando à formação de profissionais para trabalhar na produção audiovisual propriamente dita ou nos campos do ensino, da pesquisa e da memória do audiovisual. Hoje, cada vez mais, os processos de mudanças sociais, tecnológicas e midiáticas e suas interfaces articulam no campo da comunicação uma nova vivência, transmissão e pesquisa do conhecimento. O Conselho do Curso de Imagem e Som desta universidade, imbuído da responsabilidade de conduzir o projeto da área de Comunicação Social, habilitação Produção Audiovisual, preocupado com a relação entre universidade e sociedade e suas inter-relações com os diversos níveis de demandas técnicas, científicas e sociais, ao refletir sobre o projeto de reformulação curricular e sua inserção social, dimensiona uma concepção que, a partir das novas diretrizes curriculares, propõe sólida formação geral além de formação profissional racional, crítica, atualizada e projetiva. O perfil do aluno buscado pelo curso parte da constatação de que hoje se faz necessário para o profissional da área audiovisual não apenas a base

4 geral de formação no campo audiovisual, mas também o mínimo de especialização em alguma das suas áreas fundamentais, a saber: Produção, Roteiro, Direção, Fotografia, Som, Montagem, Hipermídia e Pesquisa. No currículo atualmente em vigor o estudante tem formação generalista, mas não tem a possibilidade de aprofundamento efetivo em nenhuma área. No Relatório da Comissão de Avaliação do MEC composta pelos profs. Lúcia Gouvêa Pimentel (UFMG) presidente, Andréa Mota Bezerra de Melo (Universidade Potiguar) membro, Antônio Cláudio Brasil Gonçalves (UERJ) membro e Tae Cássio Galli Sanchez técnico da delegacia regional do MEC avalia-se como necessária a reformulação curricular, sugerida nas considerações finais, pois segundo este documento o currículo antigo é amplo e sem definição de uma linha diretiva do curso, bem como sua proposta pedagógica, que, por não ter uma linha clara, ficou à mercê da flutuação da possibilidade de contratação de professores disponíveis mais do que às necessidades reais do curso. Isto também foi possível pelo caráter generalista do mesmo. Foi a preocupação com a especialização que levou cursos importantes como o da FÉMIS (França), da EICTVT (Cuba) e da ECA-USP (Brasil) a substanciais mudanças em seus currículos desde meados dos anos de

5 1990, conforme se pode notar pela simples análise da grade curricular destas instituições. A necessidade de especialização decorre da extensa gama dos conhecimentos necessários para cada área da atividade audiovisual, da renovação permanente da tecnologia neste campo e das exigências do mercado de trabalho altamente competitivo. Atualmente, mesmo na produção dita independente, dificilmente um profissional arvora-se a exercer várias atividades ao mesmo tempo, e não se tenha dúvida que a tão reconhecida quanto festejada qualidade técnica e estética da televisão e do cinema brasileiros contemporâneos decorrem diretamente da divisão clara das áreas de trabalho, afinal, produtores, fotógrafos ou pesquisadores têm características bastante diferentes em termos de capacitação teórica / técnica, atuação profissional e de inserção no mercado. A falta de especialização compromete diretamente a inserção do egresso seja na área prática seja na da pesquisa, pois o aluno termina o curso muitas vezes somente com conhecimentos por demais generalistas nos vários segmentos da atividade audiovisual. O novo currículo pretende ainda facilitar o diálogo do curso de Imagem e Som da UFSCar com outros cursos da mesma área do país e do estrangeiro, colocando-o num padrão semelhante de pedagogia do ensino

6 audiovisual, atualmente totalmente díspare pelos motivos já indicados. Tal necessidade já foi diagnosticada pela ampla análise dos alunos egressos reproduzida no Relatório de Avaliação do Curso do PAIUB. Pretende-se ainda corrigir alguns problemas como a excessiva separação entre as disciplinas teóricas e práticas que não possuem efetiva imbricação, repetição dos mesmos conteúdos em várias disciplinas, distribuição atabalhoada na grade curricular de várias disciplinas acarretando descontinuidade na apresentação dos conteúdos, falta de coordenação entre as disciplinas oferecidas e pouca ênfase na formação humanística geral. Alertas no sentido de evitar o excessivo enclausuramento do estudante numa única área da atividade, o que é ruim tanto do ponto de vista da formação humanística, da compreensão da atividade de forma mais ampla e mesmo para instrumentalizar o aluno de forma mínima para atuar em outros campos do audiovisual caso assim o venha a desejar, esta proposta curricular prevê formação básica comum em todas áreasao coletivo dos alunos do curso e cuja extensão é de quatro semestres. Destarte, as especializações ocorrem nos quatro semestres seguintes, completando uma formação equilibrada do profissional, que acreditamos estará pronto para atuar: na produção audiovisual realizada nos suportes tradicionais como a película ou a fita magnética seja no cinema, televisão ou vídeo independente; no campo das

7 Novas Tecnologias da Comunicação incluindo aí suportes digitais, CD- ROMs e páginas na Internet -; nos ramos da distribuição e da exibição do audiovisual seja em salas comerciais ou de arte, em canais de TV abertos ou fechados; no ensino e na pesquisa desenvolvidos nas escolas e universidades; nos centros de preservação como as cinematecas, os museus da imagem e do som e os centros de documentação privados ou estatais. Finalmente, pretende-se com o novo currículo uma formação que possibilite marcada atuação de teor crítico do egresso no seu campo profissional, quaisquer que seja ele na área do audiovisual: a grande emissora de televisão, a produtora de publicidade, a pequena produtora independente, a televisão pública, a produção independente de filmes e vídeos de quaisquer duração, os laboratórios de imagem e som, as distribuidoras de filme e/ou vídeo, as salas de exibição comerciais ou de arte, os cineclubes, os sites de internet, as empresas produtoras de conteúdo para cd-roms, o ensino, a pesquisa universitária, os centros de preservação como as cinematecas, etc. O teor crítico aqui indicado surge tanto da consciência de que além da chamada linguagem clássica, propagada sobretudo pela produção hollywoodiana ou pela televisão comercial, existem outras formas de expressão audiovisual constituídas ao longo da história como também pela atenção para com o domínio econômico exercido por grandes grupos no ramo do audiovisual.

8 Destarte, o profissional será capaz de, a partir da sua consciência crítica, influir na transformação da realidade do panorama audiovisual brasileiro, pois num país com tão grandes desigualdades é necessário tornar a produção mais democrática e instrumento efetivo de cidadania possibilitando a representação dos vários segmentos de classe, étnicos e regionais da nação, a ampliação da educação audiovisual aos segmentos mais pobres da nação e mesmo o acesso destes à realização audiovisual propriamente dita. Resumindo, o currículo do Curso de Imagem e Som empenha-se em fornecer aos discentes, futuros profissionais, por meio do currículo apresentado: a) aquisição dos conhecimentos gerais indispensáveis para entender e viver a realidade em que atuam; b) familiarização com os métodos intelectuais que asseguram a liberdade do indivíduo face às imposições e coações sociais; c) formação básica nas áreas centrais do audiovisual, a saber, Direção, Produção, Roteiro, Fotografia, Som, Montagem, Hipermídia e Pesquisa, de forma a familiarizá-lo com o processo do audiovisual como um todo; d) formação específica em alguma destas áreas de forma a preparar o estudante para o mercado de trabalho audiovisual contemporâneo, mercado este que para o egresso da UFSCar não se reduz ao interior de São Paulo, compondo-se ainda pela capital do Estado, o Rio de Janeiro e potencialmente pode se ampliar para outras cidades como Brasília, Curitiba, Porto Alegre e

9 Belo Horizonte; e) formação de teor crítico que permita a alteração do panorama audiovisual brasileiro e colabore nas transformações sociais tão exigidas pelos mais variados segmentos da sociedade brasileira. Note-se que no Relatório de Avaliação do Curso produzido pelo PAIUB, na sua página 45, listam-se as sugestões dos alunos egressos que são absolutamente harmônicas com a proposta aqui apresentada, pois para eles dever-se-ia: definir claramente a área de atuação do curso, comparar o curso com o de Audiovisual da ECA-USP, estruturar a grade curricular de forma que nos dois anos iniciais houvesse uma etapa de embasamento e nos dois finais uma etapa voltada para a especialização e, finalmente, maior interação do curso com o mercado audiovisual. Com efeito, não pode a universidade ignorar seu papel e deveres sociais, nem as realidades das profissões exercidas, potencial e efetivamente por seus egressos. Tão perigoso revela-se ignorá-las como se submeter cega e ingenuamente às suas exigências imediatas. Cabe, portanto, à Universidade, locus do conhecimento, ter uma visão projetiva-reflexiva da sociedade e principalmente do mercado de trabalho. Nessa perspectiva crítica e transformadora, tem como dever alargar o campo do conhecimento, cultivar a reflexão e a flexibilidade do espírito, com o intento de propiciar, via

10 experimentação, domínio e segurança dos formandos no trabalho profissional e preparação destes face às mudanças sociais e profissionais atuais e por vir. A perspectiva de estudo, ao mesmo tempo globalizante e concentradora, reflexiva e operacional, tem como objetivo contribuir para um olhar sistêmico da realidade e das profissões da comunicação, sempre impregnada de um saber fazer técnico e teórico numa inseparável junção e vivência mútua da teoria e prática. Assim, aliando à formação fundamental a formação tecnológica geral e especializada, o estudo das técnicas de expressão e a sensibilização à profissão trabalhados em experimentos em laboratórios, proporciona-se a futura adaptação do egresso às diversas formas da realidade fora da universidade. Desvela-se claramente, entre a técnica e a tecnologia à diferença entre o saber-fazer, que permite a prática dos métodos e procedimentos, e o conhecimento, que gera por sua vez seu entendimento e possibilita sua transformação. Há, sem sombra de dúvida, ao egresso do Curso de Imagem e Som da UFSCar, de possuir ambas.

11 II. GRUPOS DE CONHECIMENTO: CONTEÚDOS E DISCIPLINAS Optou-se por definir os grupos de conhecimento em quatro áreas: a) Linguagem e Significação; b) Cultura e Sociedade; c) Sistemas Tecnológicos; d) Organização e Método. Eles abarcam todas as possibilidades de organização do conhecimento audiovisual presentes em disciplinas existentes em diferentes cursos de capacitação, sejam de nível superior ou de nível técnico. A análise destes grupos deve ser feita horizontalmente nos diferentes perfis do curso, de modo que se configure a convivência de todos os quatro grupos de conhecimento dentro de um mesmo período, mas que suas diferentes proporções variem ao longo dos anos. Dessa forma é possível perceber a predominância do grupo de conhecimento Cultura e Sociedade nos perfis iniciais, depois a predominância do grupo de conhecimento Linguagem e Significação seguida pela predominância do grupo de conhecimento Sistemas Tecnológicos e, finalmente, total predominância do grupo de conhecimento Organização e Método nos últimos perfis do curso. É importante ressaltar que por mais que se intente classificar esta ou aquela disciplina dentro de um ou outro grupo de conhecimento, sempre haverá situações de interdisciplinaridade, principalmente ao se considerar que qualquer disciplina audiovisual tem de se reportar a questões de ordem

12 histórica, tecnológica, econômica ou de linguagem. Por exemplo, disciplinas como História do Audiovisual I, II e III, História do Audiovisual no Brasil I e II, Teoria do Audiovisual I e II e Teoria da Comunicação envolvem obrigatoriamente temas que perpassam história, sociologia, literatura, artes plásticas e filosofia para a compreensão mais abrangente das questões especificamente ligadas ao audiovisual. Todavia dentre todos os grupos de conhecimento, aquele que mais incorpora questões interdisciplinares é o de Organização e Método, pois tem como objeto o fazer audiovisual propriamente dito, em sua realidade econômico-social, lugar em que se dá a aplicação de todos os conhecimentos dos diferentes grupos. 1. Linguagem e Significação Grupo de conhecimento composto por disciplinas que tratam dos Sistemas de Linguagem característicos do campo audiovisual e de seus processos de construção da comunicação e expressão, como também por disciplinas que se constituem em ferramentas de análise dos processos de significação audiovisual.

13 DISCIPLINAS PERÍODO Oficina de Redação 1 Expressão Audiovisual I 1 Expressão Audiovisual II 2 Teoria do Audiovisual I 2 Teoria do Audiovisual II 3 Documentário 3 Introdução à Direção 4 Introdução ao Roteiro 4 Trilha Sonora 5 Direção I 5 Direção II 6 Roteiro I 5 Roteiro II 6 O grupo de conhecimento Linguagem e Significação caracteriza-se pelas condições em que se processam as informações dentro do discurso audiovisual. Esses conhecimentos podem ser de ordem analítica ou sintética. Do ponto de vista analítico devem ser considerados os conhecimentos que servem para a compreensão do significado dentro de uma obra audiovisual.

14 São disciplinas mais analíticas as Teorias do Audiovisual I e II que apresentam conceitos consagrados por diferentes e importantes pensadores desse campo. No âmbito da construção do discurso audiovisual o ponto de vista sintético compreende que a comunicação audiovisual tem origem em um processo de tradução da linguagem escrita para a linguagem audiovisual propriamente dita. Assim disciplinas fundamentalmente ligadas à linguagem escrita como Oficina de Redação, Introdução ao Roteiro, Roteiro I e II são basilares nessa atividade. A construção da obra audiovisual não se configura apenas como uma coleção de conhecimentos específicos a respeito da linguagem audiovisual, mas também pela aplicação criativa desses conhecimentos em atividades concretas de produção. Estes últimos são os motivos da inclusão das demais disciplinas relacionadas neste grupo, bem como de sua distribuição ao longo dos três primeiros anos de curso (1º ao 6º períodos). Será a partir do conhecimento a respeito da construção do significado em obras audiovisuais que será possível garantir aos estudantes o domínio do processo. 2. Cultura e Sociedade Grupo de conhecimento composto por disciplinas que permitem a compreensão das interações entre os processos comunicativos e expressivos

15 audiovisuais, a sociedade e a cultura, sejam de ordem histórica ou contemporânea. DISCIPLINAS PERÍODO Teoria da Comunicação 1 História do Audiovisual I 1 História do Audiovisual II 2 História do Audiovisual III 3 História do Audiovisual no 1 Brasil I História do Audiovisual no 2 Brasil II Na formação audiovisual, o lugar dos conhecimentos a respeito da cultura e da sociedade, é representado pelo conhecimento histórico. O realizador audiovisual enquanto agente cultural deve compreender seu papel histórico na sociedade para que possa tomar decisões que poderão afetar a vida de muitas pessoas. A introdução destas preocupações se dá na disciplina Teoria da Comunicação, onde são analisados conceitos gerais a respeito dos processos de comunicação social. As disciplinas História do Audiovisual I, II e III e História do Audiovisual no Brasil I e II visam dar ao aluno um

16 panorama da produção mundial e brasileira, de forma a esclarecer os múltiplos desenvolvimentos do audiovisual dos pontos de vista estético, econômico, tecnológico e ideológico. 3. Sistemas Tecnológicos Grupo de conhecimento composto por disciplinas que tratam da compreensão dos fundamentos técnicos e das habilidades necessárias à operacionalização dos diferentes sistemas tecnológicos envolvidos no processo de realização audiovisual. DISCIPLINAS Fundamentos da Tecnologia PERÍODO 1 Audiovisual Fotografia 2 Fotografia e Vídeo Digitais 3 Introdução à Montagem 4 Introdução à Cinematografia 4 Introdução ao Som 4 Introdução a Hipermídia 4 Som I 5 Som II 6

17 Montagem e Edição I 5 Montagem e Edição II 6 Direção de Fotografia I 5 Direção de Fotografia II 6 Hipermídia I 5 Hipermídia II 6 Animação 5 O processo de realização audiovisual pressupõe o conhecimento operacional a respeito dos equipamentos processadores de imagens e sons. A captação das imagens e sons configura-se como etapa inicial no processo de realização; posteriormente a organização dessas informações audiovisuais, dessa matéria prima, é a atividade que finalmente constrói a obra audiovisual. No âmbito da imagem os conhecimentos fotográficos são os pioneiros no âmbito da captação, seguidos pela imagem em movimento. Nesse sentido a estrutura curricular recapitula a própria origem histórica do processo. No âmbito da organização dessa matéria prima, ou seja, da produção do discurso audiovisual propriamente dito, duas linhagens básicas são observadas: a linear/não interativa e a não-linear/interativa. As duas linhagens são representadas respectivamente pelas disciplinas Introdução à Montagem e

18 Montagem e Edição I e II; e pelas disciplinas Introdução à Hipermídia e Hipermídia I e II. Na atualidade os processadores de sons e de imagens em movimentos são computadores capazes de integrar todas as atividades audiovisuais. É objetivo desta área a capacitação operacional para a utilização das câmeras de fotografia, vídeo e película, dos gravadores de áudio e vídeo, e dos computadores equipados com softwares de edição de vídeo, de criação de CDROMs, DVDs, Web Pages e animações. Em uma concepção na qual esses aparatos podem ser considerados como extensões do corpo humano, seu domínio técnico, implica em desenvolvimento cognitivo-motor, necessário à concretização do discurso feito com imagens e sons, juntamente com os conhecimentos de linguagem e dos métodos de realização. 4. Organização e Método Grupo de conhecimento composto por disciplinas que priorizam a compreensão dos processos organizacionais pelos quais são construídos os produtos audiovisuais, o desenvolvimento de habilidades gerenciais necessárias à produção audiovisual, bem como pelas disciplinas que visam o desenvolvimento do pensamento científico aplicado à pesquisa no campo do audiovisual.

19 DISCIPLINAS PERÍODO Metodologia da Pesquisa 1 Introdução à Produção 4 Realização Audiovisual I 5 Realização Audiovisual II 6 Produção I 5 Produção II 6 Pesquisa I 5 Pesquisa II 6 Elaboração de Projeto 6 Realização de Projeto 7 Coordenação de Projeto 7 Veiculação de Projeto 8 Coordenação de Veiculação 8 Estágio em Audiovisual 8 Abrem-se duas perspectivas ao se considerar a questão da Organização e Método no campo do audiovisual. Por um lado a produção de conhecimento a respeito da realização audiovisual na sociedade e por outro lado o conhecimento a respeito das estratégias sócio-econômicas da realização

20 audiovisual propriamente dita. Evidentemente que além destas questões, coloca-se em jogo também a capacidade do estudante e do profissional organizar-se frente ao conhecimento com o qual ele será confrontado, não é outra a preocupação da disciplina Metodologia da Pesquisa colocada logo no primeiro perfil do curso. A primeira perspectiva citada é observada na inclusão das disciplinas denominadas Pesquisa I e II. Enquanto que a segunda perspectiva é considerada nas disciplinas Introdução à Produção, Realização Audiovisual I e II, Produção I e II e Estágio em Audiovisual. Todavia nesta área reside a verdadeira possibilidade de experimentação do fazer audiovisual. Não é outra a intenção das disciplinas Elaboração de Projeto, Realização de Projeto e Veiculação de Projeto, que garantem ao acadêmico o autocontrole de suas proposições de desenvolvimento de comunicação audiovisual, supervisionados pelos próprios colegas e professores (a Instituição Educativa) nas disciplinas Coordenação de Projeto e Coordenação de Veiculação. Cabe lembrar que a perspectiva da pesquisa é abarcada também pela premissa da realização de projeto. É importante observar-se que o processo de comunicação audiovisual somente estará completo quando sua função social realiza-se, ou seja, quando o produto dessa realização audiovisual é exibido, veiculado para

21 uma audiência. Reside nessa questão o objetivo final da área e principalmente das disciplinas Veiculação de Projeto e Coordenação de Veiculação, que concluem a capacitação profissional no campo do audiovisual. Finalmente, na disciplina de Estágio em Audiovisual o aluno terá não apenas a possibilidade de experimentar de forma mais intensa o trabalho no campo que escolheu, como ainda de refletir sobre tal experiência. O estágio obrigatório foi regulamentado devidamente pelo Conselho de Curso, especialmente no que tange às empresas ou instituições autorizadas a oferecer o estágio e os limites de atuação dos alunos, evitando assim que estagiários sejam utilizados no lugar de profissionais.

22 III. TRATAMENTO METODOLÓGICO, PRINCÍPIOS DE AVALIAÇÃO, FORMAS DE ARTICULAÇÃO DAS DISCIPLINAS E TRABALHOS COMPLEMENTARES Os três primeiros perfis do curso concentram matérias teóricas consideradas essenciais para o desenvolvimento do aluno, tanto do ponto de vista da formação cultural geral caso das disciplinas Teoria da Comunicação (Perfil 1), Oficina de Redação (Perfil 1) e Metodologia da Pesquisa (Perfil 1) como do ponto de vista da formação especificamente audiovisual caso das disciplinas História do Audiovisual I, II e III (Perfis 1, 2 e 3), Fundamentos da Tecnologia Audiovisual (Perfil 1), História do Audiovisual no Brasil I e II (Perfis 1 e 2), Teoria do Audiovisual I e II (Perfis 2 e 3) e Documentário (Perfil 3). De forma a esboçar para o aluno a prática da atividade audiovisual estão previstas nestes três períodos as seguintes disciplinas: Expressão Audiovisual I e Expressão Audiovisual II (Perfis 1 e 2), Fotografia (Perfil 2) e Fotografia e Vídeo Digitais (Perfil 3). Enquanto as disciplinas teóricas fundamentam-se metodologicamente na discussão e análise em torno de filmes e textos, as disciplinas práticas, além deste tipo de metodologia, empregam ainda exercícios em laboratórios, nos quais o aluno deve iniciar o desenvolvimento de suas habilidades na roteirização, direção e fotografia.

23 Observe-se, entretanto, que mesmo as disciplina ditas teóricas, a partir da orientação do professor, muitas vezes propõem exercícios de caráter prático, como, por exemplo, a realização obras audiovisuais de curtíssima duração, a remontagem da imagem de um filme já existente, experiências com a banda sonora de material pré-montado, etc. As avaliações das disciplinas do curso pressupõem a participação em sala de aula, leituras de textos, anotações de textos e filmes, provas, trabalhos, seminários e a realização de exercícios audiovisuais. Quanto à articulação entre as disciplinas para além daquela mais óbvia indicada pela seqüência de determinada matéria, podemos salientar que o embasamento em história do audiovisual é fundamental, por exemplo, para a compreensão das teorias do audiovisual, assim como este conjunto de conhecimentos tem papel crucial no momento em que o estudante passa para a prática, pois já apreendeu a linguagem audiovisual e suas múltiplas potencialidades, caso contrário, não conseguiria expressar nenhuma idéia através da conjugação de imagens e sons. As disciplinas de história e teoria são o lugar do aprendizado da linguagem audiovisual propriamente dita, da educação do olhar e do exercício da análise textual audiovisual. Esta alfabetização audiovisual ocorre através da visualização orientada de vários filmes e vídeos, pois sem isso o aluno não tem como se desenvolver adequadamente em termos de expressão.

24 O 4º Perfil é um ponto de inflexão importante no curso, pois nele todos os alunos serão introduzidos nas sete áreas consideradas básicas para a realização audiovisual contemporânea: Roteiro, Som, Direção, Produção, Fotografia, Montagem e Hipermídia. Além da parte teórica haverá a devida complementação prática, mas sempre no nível da apresentação das questões essenciais de cada uma das áreas de forma a permitir ao aluno uma noção de todas elas suficiente para as escolhas que deverão ser realizadas na passagem para o perfil seguinte. As avaliações destas disciplinas devem levar em conta o que o aluno conseguiu apreender em termos de noções básicas teóricas e práticas das diferentes áreas oferecidas. No 5º Perfil o aluno deverá optar obrigatoriamente por duas dentre oito áreas de especialização disponíveis: Roteiro, Som, Direção, Produção, Fotografia, Montagem, Hipermídia e Pesquisa. Julga-se que ele está habilitado a proceder tal escolha, pois não apenas foram apresentadas todas as áreas práticas experiência ampliada através também de matérias nesse viés oferecidas nos três primeiros períodos, como ainda houve ampla formação teórica que possibilitará ao aluno escolher a cadeira de Pesquisa se esta for a sua aptidão. Evidentemente, o nível dos ensinamentos ministrados em cada uma das cadeiras de especialização é superior àquele relativo às introduções do período anterior, privilegiando-se as experiências práticas. O 5º Perfil

25 abriga também três disciplinas obrigatórias para todos os alunos: Realização Audiovisual I, Animação e Trilha Sonora. Observe-se que Realização Audiovisual I serve como disciplina guarda-chuva na qual os alunos deverão exercitar suas opções específicas no seio de uma equipe, isso através de exercícios propostos pelo professor responsável, exercícios estes que deverão congregar as especializações interrelacionando-as. Destarte, o aluno tem a experiência não apenas dentro das suas áreas de escolha, mas ainda toma contato com o funcionamento delas no conjunto complexo que é o da equipe de realização. Animação, deve-se sublinhar, tem sido veio forte na produção artística do Departamento e no Relatório de Avaliação do Curso, à página 27, foi cobrada pelos alunos maior destaque para a área, que no novo currículo encontra-se contemplada através da criação desta disciplina obrigatória. No 6º Perfil o aluno continuará a cursar as duas cadeiras anteriormente escolhidas. Aqui, novamente, o nível dos ensinamentos aumento em termos de complexidade em relação ao semestre anterior. Além disso, há duas disciplinas obrigatórias para todos os alunos: Realização Audiovisual II e Elaboração de Projeto. Realização Audiovisual II segue como disciplina guarda-chuva na qual o professor responsável deverá sugerir novos exercícios que congreguem todas as disciplinas específicas com o fito de as interrelacionar. Elaboração de Projeto é a disciplina na qual os alunos

26 começarão a desenvolver seus projetos de conclusão de curso, sob a orientação de um professor. O 7º Perfil é composto por duas disciplinas: Realização de Projeto e Coordenação de Projeto. Realização de Projeto, outra disciplina guarda-chuva, compreende a feitura propriamente dita do trabalho de conclusão de curso, no qual cada aluno estará integrado segundo a sua opção de especialização, guardadas as especificidades de cada uma das cadeiras. Coordenação de Projeto é a disciplina que visa organizar os diferentes projetos tanto do ponto de vista prático quanto acadêmico, evitando, por exemplo, sobrecarga na utilização de câmeras, gravadores ou ilhas, ou ainda, verificar a exeqüibilidade dos projetos diante das condições materiais, humanas e pedagógicas do departamento. O 8º e último Perfil é composto pelas disciplinas Veiculação de Projeto, Coordenação de Veiculação e Estágio em Audiovisual. Veiculação de Projeto, também uma disciplina guarda-chuva, visa orientar os alunos na divulgação dos seus trabalhos, fase essencial tanto na produção audiovisual quanto acadêmica e que infelizmente ainda é relegada freqüentemente ao esquecimento. O orientador preferencialmente deverá ser o mesmo da Realização de Projeto. Entretanto, a avaliação do projeto de conclusão como um todo deverá ser feita por uma banca composta pelo orientador e por mais

27 dois professores. Coordenação de Veiculação visa organizar a divulgação dos trabalhos, municiando orientadores e alunos de informações acerca de festivais, mostras, congressos, sites, revistas, etc. Na disciplina Estágio em Audiovisual o aluno deverá atuar em alguma instituição e/ou empresa autorizada junto ao curso a receber estagiários, de forma a experimentar o trabalho no seu campo profissional e a refletir sobre isto. Objetivando complementar tanto a formação humanística geral quanto a formação especificamente audiovisual dos alunos, estes terão de integralizar 28 créditos em disciplinas optativas. Na grade apresentada as optativas estão distribuídas ao longo do curso, com a previsão de oito créditos no 3º e 7º Perfis e quatro nos 2º, 6º e 8º Perfis. São entendidas como trabalhos complementares do Curso de Imagem e Som, habilitação em Produção Audiovisual: bolsas (Iniciação Científica, Trabalho, Atividade, Monitoria, etc), ACIEPE, participação em produções audiovisuais dirigidas por professores ou pelos próprios alunos quando envolverem colaboração do departamento, projetos de extensão, presença em eventos científicos ou culturais (palestras, congressos, jornadas, festivais), trabalho voluntário de alunos no âmbito do departamento, etc. À guisa de conclusão, podemos apontar que a proposta aqui apresentada tem consonância ampla com as reivindicações expressas pelos

28 alunos no Relatório de Avaliação do Curso do PAIUB, sintetizadas especialmente entre as páginas 141 e 144, e com as recomendações expressas no Relatório da Comissão Avaliadora do MEC que reconheceu o curso.

FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM CINEMA E VÍDEO Ano Acadêmico de 2008 MATRIZ CURRICULAR

FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM CINEMA E VÍDEO Ano Acadêmico de 2008 MATRIZ CURRICULAR MATRIZ CURRICULAR Carga Horária Semestral por Disciplina Disciplinas 1º semestre 2º semestre 3º semestre 4º semestre 5º semestre 6º semestre 7º semestre 8º semestre Total Obrigatórias Optativas Fundamentos

Leia mais

Universidade Federal da Bahia

Universidade Federal da Bahia + Universidade Federal da Bahia Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Prof. Milton Santos UFBA NOVA BACHARELADOS INTERDISCIPLINARES 2010 ÁREA DE CONCENTRAÇÃO EM XXXXXXXX + IDENTIFICAÇÃO DA PROPOSTA

Leia mais

Missão. Objetivo Geral

Missão. Objetivo Geral SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO Curso: CINEMA E AUDIOVISUAL Missão O Curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Estácio de Sá tem como missão formar um profissional humanista, com perfil técnico e artístico

Leia mais

Coordenador do Curso: Prof. Rodrigo Octávio D Azevedo Carreiro

Coordenador do Curso: Prof. Rodrigo Octávio D Azevedo Carreiro UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO UFPE CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO - CAC CURSO DE CINEMA E AUDIOVISUAL Coordenador do Curso: Prof. Rodrigo Octávio D Azevedo Carreiro IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1. Denominação

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Resolução n 92/ 2011 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Radialismo, Bacharelado,

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Resolução n 57/ 2009 Aprova o Projeto Político-Pedagógico do Curso Superior em Regência de Bandas

Leia mais

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia Área de Comunicação Produção Multimídia Curta Duração Produção Multimídia Carreira em Produção Multimídia O curso superior de Produção Multimídia da FIAM FAAM forma profissionais preparados para o mercado

Leia mais

A essa altura, você deve estar se perguntando qual é a diferença entre cinema e vídeo, audiovisual e multimídia, não é mesmo?

A essa altura, você deve estar se perguntando qual é a diferença entre cinema e vídeo, audiovisual e multimídia, não é mesmo? Pré-Vestibular Social Grupo SOA Suporte à Orientação Acadêmica Ela faz cinema Ela faz cinema Ela é demais (Chico Buarque) CINEMA Chegou o momento de escolher um curso. Diante de tantas carreiras e faculdades

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.958, DE 31 DE MARÇO DE 2010

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.958, DE 31 DE MARÇO DE 2010 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.958, DE 31 DE MARÇO DE 2010 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Cinema

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 39/2015-CONSUNIV/UEA

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 39/2015-CONSUNIV/UEA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 39/2015-CONSUNIV/UEA Aprova o Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Produção Audiovisual, de oferta especial, na modalidade

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO O Curso de Secretariado Executivo das Faculdades Integradas de Ciências Exatas Administrativas e Sociais da UPIS, reconhecido pelo MEC desde 1993, pela Portaria 905, de 24.06,1993,

Leia mais

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO 1. AUDIOVISUAL NO ENSINO MÉDIO O audiovisual tem como finalidade realizar-se como crítica da cultura,

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: 4001 Publicidade e Propaganda MISSÃO DO CURSO O curso de Publicidade e Propaganda do Centro Universitário Estácio Radial de São Paulo tem como missão formar

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 20/2015-CONSUNIV/UEA Aprova o Projeto Pedagógico do Curso Superior de

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 20/2015-CONSUNIV/UEA Aprova o Projeto Pedagógico do Curso Superior de UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 20/2015-CONSUNIV/UEA Aprova o Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Produção Audiovisual, de oferta especial, na modalidade

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013 Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: COMUNICAÇÃO SOCIAL BACHARELADO MATRIZ CURRICULAR PUBLICIDADE E PROPAGANDA SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL

Leia mais

PRIMEIRO SEMESTRE. Fundamentos Teóricometodológicos SUB-TOTAL 360 TOTAL 360

PRIMEIRO SEMESTRE. Fundamentos Teóricometodológicos SUB-TOTAL 360 TOTAL 360 PRIMEIRO SEMESTRE Teórica Fundamentos da Comunicação e do Jornalismo Comunicação em Língua Portuguesa I Teoria da Comunicação Sociologia da Comunicação Introdução à Economia Fundamentos Epistemológicos

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Resolução n 62 / 2012 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Dança, Licenciatura,

Leia mais

EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO

EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO LET 02630 LÍNGUA PORTUGUESA Noções gerais da língua portuguesa. Leitura e produção de diferentes tipos de textos, em especial os relativos à comunicação de massa. Os tipos

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FOTOGRAFIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições Gerais O presente

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO UFPE CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO - CAC CURSO DE LICENCIATURA EM DANÇA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO UFPE CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO - CAC CURSO DE LICENCIATURA EM DANÇA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO UFPE CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO - CAC CURSO DE LICENCIATURA EM DANÇA Coordenadora do Curso: Prof a Maria Cláudia Alves Guimarães IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1. Denominação

Leia mais

Universidade Federal Fluminense IACS - Instituto de Arte e Comunicação Social Departamento de Comunicação Social Curso de Publicidade e Propaganda

Universidade Federal Fluminense IACS - Instituto de Arte e Comunicação Social Departamento de Comunicação Social Curso de Publicidade e Propaganda Universidade Federal Fluminense IACS - Instituto de Arte e Comunicação Social Departamento de Comunicação Social Curso de Publicidade e Propaganda Disciplinas Optativas Publicidade Carga horária total

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO Fundação Instituída nos termos da Lei 5.152 de 21/10/1966 São Luís Maranhão

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO Fundação Instituída nos termos da Lei 5.152 de 21/10/1966 São Luís Maranhão RESOLUÇÃO N 125-CONSUN, de 2 de maio de 20 Aprova o projeto de criação do Curso de Licenciatura em Artes Visuais, em substituição à Habilitação em Artes Plásticas do Curso de Licenciatura em Educação Artística

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO BACHARELADO EM ESTUDOS LITERÁRIOS INSTITUTO DE ESTUDOS DA LINGUAGEM (IEL) DEPARTAMENTO DE TEORIA LITERÁRIA UNICAMP

PROJETO PEDAGÓGICO DO BACHARELADO EM ESTUDOS LITERÁRIOS INSTITUTO DE ESTUDOS DA LINGUAGEM (IEL) DEPARTAMENTO DE TEORIA LITERÁRIA UNICAMP PROJETO PEDAGÓGICO DO BACHARELADO EM ESTUDOS LITERÁRIOS INSTITUTO DE ESTUDOS DA LINGUAGEM (IEL) DEPARTAMENTO DE TEORIA LITERÁRIA UNICAMP I.) Histórico da criação do curso A proposta de criação de uma nova

Leia mais

GT CINEMA UFBA 15 de junho de 2007 15h às 18h

GT CINEMA UFBA 15 de junho de 2007 15h às 18h GT CINEMA UFBA 15 de junho de 2007 15h às 18h Umbelino Brasil (Facom/UFBa) Apresentação da Comissão Cinema UFBa: RICARDO BORDINI, Escola de Música LUIZ MARFUZ, Escola de Teatro ADRIANA BITTENCOURT, Escola

Leia mais

Design Manual do curso

Design Manual do curso Design Manual do curso Informações gerais INFORMAÇÕES GERAIS Nome: curso de Design, bacharelado Código do currículo: 2130 Nível: curso superior de graduação Início: o curso de Design com habilitação em

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE DESIGN, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições Gerais O estágio não obrigatório,

Leia mais

OBJETIVOS DO CURSO PERFIL DO EGRESSO

OBJETIVOS DO CURSO PERFIL DO EGRESSO 1 APRESENTAÇÃO Segundo Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos Tecnologicos conforme RESOLUÇÃO CNE/CP 3, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2002, A educação profissional de nível tecnológico, integrada às diferentes

Leia mais

EMENTÁRIO DO CURO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA

EMENTÁRIO DO CURO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA EMENTÁRIO DO CURO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA LET 02630 LÍNGUA PORTUGUESA Noções gerais da língua portuguesa. Leitura e produção de diferentes tipos de textos, em especial os relativos à comunicação de

Leia mais

UFV Catálogo de Graduação 2014 383 COMUNICAÇÃO SOCIAL - JORNALISMO. COORDENADORA Mariana Lopes Bretas marianabretas@ufv.br

UFV Catálogo de Graduação 2014 383 COMUNICAÇÃO SOCIAL - JORNALISMO. COORDENADORA Mariana Lopes Bretas marianabretas@ufv.br UFV Catálogo de Graduação 2014 383 COMUNICAÇÃO SOCIAL - JORNALISMO COORDENADORA Mariana Lopes Bretas marianabretas@ufv.br 384 Currículos dos Cursos do CCH UFV Bacharelado ATUAÇÃO O jornalista é um profissional

Leia mais

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Publicitária

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Publicitária Área de Comunicação Tecnologia em Produção Publicitária Curta Duração Tecnologia em Produção Publicitária CARREIRA EM PRODUÇÃO PUBLICITÁRIA Nos últimos anos, a globalização da economia e a estabilização

Leia mais

Palavras-chave: 1. Artes; 2. Audiovisual 3. Educação; 4. Rádio; 5. Vídeo

Palavras-chave: 1. Artes; 2. Audiovisual 3. Educação; 4. Rádio; 5. Vídeo Artes Audiovisuais: Estratégia cooperativa na modalidade Educação Jovem e Adulta - EJA STEFANELLI, Ricardo 1 Instituto Federal de Educação Tecnológica de São Paulo RESUMO O presente trabalho na disciplina

Leia mais

Universidade. Estácio de Sá. Comunicação

Universidade. Estácio de Sá. Comunicação Universidade Estácio de Sá Comunicação A Estácio Hoje reconhecida como a maior instituição particular de ensino superior do país, a Universidade Estácio de Sá iniciou suas atividades em 1970, como Faculdades

Leia mais

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

ATIVIDADES COMPLEMENTARES ATIVIDADES COMPLEMENTARES A partir das Diretrizes Curriculares, as Atividades Complementares constituem-se, também, em um dos componentes dos Cursos Superiores. As Diretrizes Curriculares objetivam servir

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS MISSÃO DO CURSO O Curso de Licenciatura em Artes Visuais busca formar profissionais habilitados para a produção, a pesquisa

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: 4000 - JORNALISMO MISSÃO DO CURSO O curso de Jornalismo do Centro Universitário Estácio Radial de São Paulo tem como missão formar o profissional dentro

Leia mais

FACULDADES INTEGRADAS BARROS MELO PROCESSO SELETIVO PARA ALUNOS/ESTÁGIARIOS EDITAL

FACULDADES INTEGRADAS BARROS MELO PROCESSO SELETIVO PARA ALUNOS/ESTÁGIARIOS EDITAL FACULDADES INTEGRADAS BARROS MELO PROCESSO SELETIVO PARA ALUNOS/ESTÁGIARIOS EDITAL A Profª. Ivânia Maria de Barros Melo dos Anjos Dias, Diretora Geral das Faculdades Integradas Barros Melo, no uso de suas

Leia mais

SEM. CÓDIGO DISCIPLINAS PRÉ-REQUISITOS

SEM. CÓDIGO DISCIPLINAS PRÉ-REQUISITOS Curso de Letras Habilitação Português/Inglês Currículo 2010/01 Reconhecido pela Portaria Ministerial nº. 1.394, de 19/05/2004 Amparado pelo Decreto nº. 5773/2006, de 9/05/2006 Duração do Curso: 2.530h

Leia mais

a importância de formar profissionais para atuar nos campos de trabalho emergentes na área;

a importância de formar profissionais para atuar nos campos de trabalho emergentes na área; SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Resolução n. 66/ 2012 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Computação, Licenciatura

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR PRÓREITORIA DE GRADUAÇÃO Curso: 50 CINEMA Documentação: jetivo: Titulação: Diplomado em: criado pela Resolução n 008/CEG/2003, de 18 de dezembro de 2003 Resolução nº 020/CEG/2008, de 26/11/2008 Reconhecido

Leia mais

Aprovado no CONGRAD: 08.08.06 Vigência: Válido para ingressos a partir de 2006/1 CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL CÓD. 435 - HABILITAÇÃO: JORNALISMO MANHÃ

Aprovado no CONGRAD: 08.08.06 Vigência: Válido para ingressos a partir de 2006/1 CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL CÓD. 435 - HABILITAÇÃO: JORNALISMO MANHÃ Aprovado no CONGRAD: 08.08.06 Vigência: Válido para ingressos a partir de 2006/1 CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL CÓD. 435 - HABILITAÇÃO: JORNALISMO MANHÃ CÓD. 460 - HABILITAÇÃO: JORNALISMO NOITE CURRÍCULO

Leia mais

Curso de Relações Públicas: 34 anos de tradição, ética e excelência

Curso de Relações Públicas: 34 anos de tradição, ética e excelência Universidade Metodista de São Paulo Faculdade de Jornalismo e Relações Públicas Curso de Relações Públicas: 34 anos de tradição, ética e excelência Fábio França Maria Aparecida Ferrari Maio de 2006 1 Tradição

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NORTE - RS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NORTE - RS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NORTE - RS PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO CIÊNCIAS BIOLÓGICAS LICENCIATURA PLENA ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS O Curso de Ciências Biológicas, através

Leia mais

GRADE CURRICULAR DO BACHARELADO INTERDISCIPLINAREM ARTES E DESIGN http://www.ufjf.br/biad/

GRADE CURRICULAR DO BACHARELADO INTERDISCIPLINAREM ARTES E DESIGN http://www.ufjf.br/biad/ GRADE CURRICULAR DO BACHARELADO INTERDISCIPLINAREM ARTES E DESIGN http://www.ufjf.br/biad/ ESTRUTURA CURRICULAR DO 1º CICLO Bacharelado interdisciplinar em Artes e Design 3 anos Componentes curriculares

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Resolução n 93/ 2011 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Jornalismo, Bacharelado,

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2004.1. Disciplinas do Núcleo Comum 01 ANTROPOLOGIA CULTURAL

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2004.1. Disciplinas do Núcleo Comum 01 ANTROPOLOGIA CULTURAL Disciplinas do Núcleo Comum 01 ANTROPOLOGIA CULTURAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 10 h/a Créditos: 2 : A Antropologia enquanto ciência e seus principais ramos. Metodologia da pesquisa em Antropologia

Leia mais

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

ATIVIDADES COMPLEMENTARES S COMPLEMENTARES A partir das Diretrizes Curriculares, as Atividades Complementares constituem-se, também, em um dos componentes dos Cursos Superiores. As Diretrizes Curriculares objetivam servir de referência

Leia mais

2º SEMESTRE CARGA HORÁRIA

2º SEMESTRE CARGA HORÁRIA ESTRUTURA CURRICULAR Universidade Estadual da Paraíba UEPB Campina Grande - Campus I DIURNO 1º SEMESTRE CARGA HORÁRIA História da Comunicação (básica) 30 02 Filosofia da Comunicação (complementar) 30 02

Leia mais

Currículo do Curso de Comunicação Social - Jornalismo

Currículo do Curso de Comunicação Social - Jornalismo Currículo do Curso de Comunicação Social - Jornalismo Bacharelado ATUAÇÃO O jornalista é um profissional com qualificação técnica e embasamento humanístico para produção, tratamento e gerenciamento dos

Leia mais

FACULDADES INTEGRADAS BARROS MELO PROCESSO SELETIVO PARA ALUNOS/ESTÁGIARIOS EDITAL

FACULDADES INTEGRADAS BARROS MELO PROCESSO SELETIVO PARA ALUNOS/ESTÁGIARIOS EDITAL FACULDADES INTEGRADAS BARROS MELO PROCESSO SELETIVO PARA ALUNOS/ESTÁGIARIOS EDITAL A Profª. Ivânia Maria de Barros Melo dos Anjos Dias, Diretora Geral das Faculdades Integradas Barros Melo, no uso de suas

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR APROVADO PELA RESOLUÇÃO

Leia mais

COMUNICAÇÃO E MULTIMEIOS

COMUNICAÇÃO E MULTIMEIOS COMUNICAÇÃO E MULTIMEIOS 1. TURNO: Vespertino HABILITAÇÃO: Bacharelado GRAU ACADÊMICO: Bacharel em Comunicação e Multimeios PRAZOS PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos Máximo = 8 anos 2. PERFIL DO PROFISSIONAL

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE DESIGN, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições Gerais O presente documento

Leia mais

Aprovado no CONGRAD: 15.03.05 Vigência: Válido para ingressos a contar de 2003/1, com vigência em 2005/1 CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

Aprovado no CONGRAD: 15.03.05 Vigência: Válido para ingressos a contar de 2003/1, com vigência em 2005/1 CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL Aprovado no CONGRAD: 15.03.05 Vigência: Válido para ingressos a contar de 2003/1, com vigência em 2005/1 CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL CÓD. 475 - HABILITAÇÃO: RELAÇÕES PÚBLICAS NOITE DISCIPLINAS E PRÁTICAS

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO - UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 60/00-CEPE RESOLVE:

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO - UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 60/00-CEPE RESOLVE: RESOLUÇÃO Nº /00-CEPE 1 Fixa o Currículo Pleno do Curso de Comunicação Social, Habilitações em Jornalismo, Relações Públicas e Publicidade e Propaganda, do Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes. O,

Leia mais

Curso Tecnólogo em Gestão da Tecnologia da Informação - 2013 -

Curso Tecnólogo em Gestão da Tecnologia da Informação - 2013 - Curso Tecnólogo em Gestão da Tecnologia da Informação - 2013 - O Curso Tecnólogo em Gestão da Tecnologia da Informação é um curso da área de informática e tem seu desenho curricular estruturado por competências

Leia mais

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA 1 CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INTRODUÇÃO A PUBLICIDADE E PROPAGANDA... 4 02 HISTÓRIA DA ARTE... 4 03 COMUNICAÇÃO

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA DE FARROUPILHA Mantido pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA DE FARROUPILHA Mantido pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade MANUAL DE ESTÁGIO Curso de PEDAGOGIA S U M Á R I O 1. Apresentação... 03 2. Proposta de Estágio... 03 3. Aspectos legais... 04 4. Objetivo Geral... 04 5. Campo de Estágio... 05 6. Modalidades de Estágio...

Leia mais

AGENDA DE CURSOS SEMESTRAL

AGENDA DE CURSOS SEMESTRAL AGENDA DE CURSOS SEMESTRAL Sobre a AIC A Academia Internacional de Cinema (AIC) abriu suas portas no dia 5 de agosto de 2004 em Curitiba, PR, oferecendo cursos livres na área de audiovisual além de curso

Leia mais

FACULDADE DE EDUCAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E TECNOLOGIA DE IBAITI - FEATI

FACULDADE DE EDUCAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E TECNOLOGIA DE IBAITI - FEATI ASSOCIAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE IBAITI FACULDADE DE EDUCAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E TECNOLOGIA DE IBAITI - FEATI REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS COORDENADORA

Leia mais

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

ATIVIDADES COMPLEMENTARES ATIVIDADES COMPLEMENTARES 2011 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 1. APRESENTAÇÃO Este documento apresenta um conjunto geral de normas e orientações sobre as Atividades Complementares dos Cursos da FAECE (Faculdade

Leia mais

Regulamento das oficinas

Regulamento das oficinas Regulamento das oficinas As oficinas oferecidas pelo Cine Festival Inconfidentes Festival Nacional de Cinema e Vídeo de Mariana são gratuitas e abertas à participação da comunidade; Cada pessoa poderá

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular PERÍODO: 1º MU096- CANTO 1A OBRIG 0 60 60 2.0 Fórmula: MU055 MU055- PERCEPCAO RITMICA MU271- CANTO CORAL 1 OBRIG 0 30 30 1.0 Fórmula: MU096 MU096- CANTO 1A PRÁTICA DA POLIFONIA VOCAL A DUAS E TRÊS VOZES.

Leia mais

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia 1. Componentes curriculares O currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia engloba as seguintes dimensões. 1.1. Conteúdos de natureza teórica Estes conteúdos

Leia mais

Ementa das disciplinas optativas 2011.1 (em ordem alfabética independente do curso e do turno)

Ementa das disciplinas optativas 2011.1 (em ordem alfabética independente do curso e do turno) Ementa das disciplinas optativas 2011.1 (em ordem alfabética independente do curso e do turno) Disciplina Ementa Pré- requisito C.H. Curso Assessoria de Comunicação Conhecimento geral, reflexão e prática

Leia mais

Tecnologia em. Design Gráfico

Tecnologia em. Design Gráfico Tecnologia em Design Gráfico Tecnologia em Design Gráfico CARREIRA O Curso Superior de Tecnologia em Design Gráfico oferece oportunidade para o trabalho profissional em diversas profissões relacionadas

Leia mais

FACULDADE PASCHOAL DANTAS

FACULDADE PASCHOAL DANTAS FACULDADE PASCHOAL DANTAS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO ÊNFASE GESTÃO DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SÃO PAULO - SP NOVEMBRO DE 2008 ÍNDICE 1. Visão e Missão da FPD...3 2. ORGANIZAÇÃO

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

Bacharelado Interdisciplinar em Arte e Tecnologia (BAT)

Bacharelado Interdisciplinar em Arte e Tecnologia (BAT) Bacharelado Interdisciplinar em Arte e Tecnologia (BAT) Bacharelado em Ciências e Tecnologia (BCT) - 2006 Bacharelado em Ciências e Humanidades (BCH) - 2010 Bacharelado em Arte e Tecnologia (BAT) - 2017

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Centro de Comunicação e Letras Curso de Propaganda, Publicidade e Criação PLANO DE ENSINO

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Centro de Comunicação e Letras Curso de Propaganda, Publicidade e Criação PLANO DE ENSINO PLANO DE ENSINO CÓDIGO 042 CÓD. CURSO CÓD. DISC. 12035351 CRÉDITOS UNIDADE CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS CURSO PROPAGANDA, PUBLICIDADE E CRIAÇÃO DISCIPLINA LINGUAGEM DO SOM E DA IMAGEM II (Áudio/Vídeo)

Leia mais

ESCOLA ARTÍSTICA DE SOARES DOS REIS

ESCOLA ARTÍSTICA DE SOARES DOS REIS ESCOLA ARTÍSTICA DE SOARES DOS REIS 125 anos de ensino artístico A actual Escola Artística de Soares dos Reis foi criada oficialmente em Janeiro de 1884, sendo designada nessa altura como Escola de Desenho

Leia mais

ESCOLA ARTÍSTICA DE SOARES DOS REIS

ESCOLA ARTÍSTICA DE SOARES DOS REIS ESCOLA ARTÍSTICA DE SOARES DOS REIS 125 anos de ensino artístico A actual Escola Artística de Soares dos Reis foi criada oficialmente em Janeiro de 1884, sendo designada nessa altura como Escola de Desenho

Leia mais

DATAS DE PRÉ-MATRÍCULA

DATAS DE PRÉ-MATRÍCULA Mestrado e Doutorado em Comunicação Matrícula e Calendário acadêmico 2014.2 DATAS DE PRÉ-MATRÍCULA: 29, 30 e 31/07/2014 LOCAL: A pré-matrícula deverá ser efetivada na Secretaria do PPGCOM ou através do

Leia mais

4 Cursos de nível superior no Brasil para formação de Designers de Games

4 Cursos de nível superior no Brasil para formação de Designers de Games 4 Cursos de nível superior no Brasil para formação de Designers de Games Este Capítulo apresenta o levantamento realizado dos cursos de nível superior no Brasil voltados para a formação de Designers de

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Concepção do Curso de Administração A organização curricular do curso oferece respostas às exigências impostas pela profissão do administrador, exigindo daqueles que integram a instituição

Leia mais

Diretrizes Curriculares Nacionais e com a Legislação Interna, tendo como princípio a compreensão da informática em suas bases epistemológicas de

Diretrizes Curriculares Nacionais e com a Legislação Interna, tendo como princípio a compreensão da informática em suas bases epistemológicas de RESOLUÇÃO Nº 014/2010 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Informática, da Escola Superior de Tecnologia, da Universidade do Estado do Amazonas. O REITOR, EM EXERCÍCIO, DA UNIVERSIDADE

Leia mais

Escola para Formação de Artistas Artes Visuais Dança Música Teatro

Escola para Formação de Artistas Artes Visuais Dança Música Teatro Fundação das Artes Escola para Formação de Artistas Artes Visuais Dança Música Teatro Inscrições Abertas Turmas 2013 Primeiro Semestre Cursos Livres e Técnicos A Fundação das Artes é uma Escola de Artes

Leia mais

Mestres 1 RESUMO. 4. Palavras-chave: Comunicação; audiovisual; documentário. 1 INTRODUÇÃO

Mestres 1 RESUMO. 4. Palavras-chave: Comunicação; audiovisual; documentário. 1 INTRODUÇÃO Mestres 1 Tiago Fernandes 2 Marcelo de Miranda Noms 3 Mariane Freitas 4 Tatiane Moura 5 Felipe Valli 6 Bruno Moura 7 Roberto Salatino 8 Conrado Langer 9 Prof. Msc. Luciana Kraemer 10 Centro Universitário

Leia mais

ENSINO DE RELAÇÕES PÚBLICAS: UMA PROPOSTA DE ESTRUTURA CURRICULAR. Dra. Cláudia Peixoto de Moura (FAMECOS/PUCRS)

ENSINO DE RELAÇÕES PÚBLICAS: UMA PROPOSTA DE ESTRUTURA CURRICULAR. Dra. Cláudia Peixoto de Moura (FAMECOS/PUCRS) ENSINO DE RELAÇÕES PÚBLICAS: UMA PROPOSTA DE ESTRUTURA CURRICULAR Dra. Cláudia Peixoto de Moura (FAMECOS/PUCRS) Este trabalho versa sobre a aplicação das diretrizes curriculares na Comunicação Social,

Leia mais

Projeto Música e Cidadania no CAp: Extensão, Universidade, Comunidade

Projeto Música e Cidadania no CAp: Extensão, Universidade, Comunidade 1 Projeto Música e Cidadania no CAp: Extensão, Universidade, Comunidade Maria Helena de Lima helenal@terra.com.br/helena.lima@ufrgs.br Universidade Federal do Rio Grande do Sul Resumo. Este artigo constitui

Leia mais

Disciplinas Optativas Jornalismo

Disciplinas Optativas Jornalismo Universidade Federal Fluminense IACS - Instituto de Arte e Comunicação Social Departamento de Comunicação Social Curso de Jornalismo Disciplinas Optativas Jornalismo Carga horária total de optativas: 930

Leia mais

Estruturas curriculares dos Cursos de Cinema e Audiovisual no Brasil

Estruturas curriculares dos Cursos de Cinema e Audiovisual no Brasil Estruturas curriculares dos Cursos de Cinema e Audiovisual no Brasil Encontro Estruturas Curriculares do Curso de Rádio, TV e Internet no Brasil SOCICOM São Paulo, fevereiro 2014 Luciana Rodrigues Presidente

Leia mais

(30h/a 02 créditos) Dissertação III (90h/a 06 Leituras preparatórias para a

(30h/a 02 créditos) Dissertação III (90h/a 06 Leituras preparatórias para a GRADE CURRICULAR DO MESTRADO EM LETRAS: LINGUAGEM E SOCIEDADE DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS 34 CRÉDITOS Teorias da Linguagem (60h/a 04 Teorias Sociológicas (60h/a 04 Metodologia da Pesquisa em Linguagem (30h/a

Leia mais

SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL/GESTÃO DA COMUNICAÇÃO INTEGRADA ARCOS

SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL/GESTÃO DA COMUNICAÇÃO INTEGRADA ARCOS SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL/GESTÃO DA COMUNICAÇÃO INTEGRADA ARCOS 1 PERFIL DO CURSO A comunicação integrada é, cada vez mais, um instrumento necessário para a sobrevivência

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR DA ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MECÂNICA DA EESC - USP COM BASE NAS DIRETRIZES CURRICULARES PARA A ENGENHARIA

REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR DA ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MECÂNICA DA EESC - USP COM BASE NAS DIRETRIZES CURRICULARES PARA A ENGENHARIA REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR DA ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MECÂNICA DA EESC - USP COM BASE NAS DIRETRIZES CURRICULARES PARA A ENGENHARIA Fernando César Almada Santos Universidade de São Paulo - Escola de Engenharia

Leia mais

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE SERVIÇO SOCIAL PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO PARA ESTUDANTES DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE SERVIÇO SOCIAL PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO PARA ESTUDANTES DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE SERVIÇO SOCIAL PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO PARA ESTUDANTES DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL INTRODUÇÃO O estágio curricular obrigatório é aquele definido

Leia mais

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social O Projeto pedagógico do Curso de Serviço Social do Pólo Universitário de Rio das Ostras sua direção social, seus objetivos, suas diretrizes, princípios,

Leia mais

MODA. HABILITAÇÃO: Bacharelado em Moda - habilitação em modelagem e desenvolvimento de produto. PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos

MODA. HABILITAÇÃO: Bacharelado em Moda - habilitação em modelagem e desenvolvimento de produto. PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos MODA 1. TURNO: Noturno HABILITAÇÃO: Bacharelado em Moda - habilitação em modelagem e desenvolvimento de produto GRAU ACADÊMICO: Bacharel em Moda PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos Máximo = 7 anos 2.

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO E LICENCIATURA DA UTFPR

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO E LICENCIATURA DA UTFPR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO E LICENCIATURA DA UTFPR Resolução

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA. Produção de Áudio. 72 5º semestre

PROGRAMA DE DISCIPLINA. Produção de Áudio. 72 5º semestre Faculdade Anísio Teixeira de Feira de Santana Autorizada pela Portaria Ministerial nº 552 de 22 de março de 2001 e publicada no Diário Oficial da União de 26 de março de 2001. Endereço: Rua Juracy Magalhães,

Leia mais

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA 1 CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INTRODUÇÃO A PUBLICIDADE E PROPAGANDA... 4 02 HISTÓRIA DA ARTE... 4 03 COMUNICAÇÃO

Leia mais

2 pontos para cada comprovação. Limite: 10 pontos. 5 pontos para cada 60 horas comprovadas. Limite: 20 pontos. 2 pontos para cada comprovação.

2 pontos para cada comprovação. Limite: 10 pontos. 5 pontos para cada 60 horas comprovadas. Limite: 20 pontos. 2 pontos para cada comprovação. ANEXO III - PONTUAÇÃO PARA AVALIAÇÃO DE CURRÍCULO LATTES PONTUAÇÃO PARA AVALIAÇÃO DE CURRÍCULO LATTES LINGUAGEM AUDIOVISUAL NA ESCOLA reconhecido ou validado pela CAPES, em campos relacionados às áreas

Leia mais

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO Curso: DIREITO Missão O Curso se propõe a formar profissionais conscientes da finalidade do Direito como instrumento de transformação social e construção da cidadania, capazes

Leia mais

CANAL SAÚDE REDE DE PARCEIROS OFICINAS DE MULTIPLICAÇÃO

CANAL SAÚDE REDE DE PARCEIROS OFICINAS DE MULTIPLICAÇÃO 1. Oficina de Produção CANAL SAÚDE REDE DE PARCEIROS OFICINAS DE MULTIPLICAÇÃO Duração: 03 dias Público ideal: grupos de até 15 pessoas Objetivo: Capacitar indivíduos ou grupos a produzirem pequenas peças

Leia mais

Ementário do curso de Design de Moda Grade 2004/1

Ementário do curso de Design de Moda Grade 2004/1 1 1 ACESSÓRIOS Fase: 5ª Carga Horária: 30h/a Créditos: 02 Concepção e desenvolvimento de desenho. Modelagem. Montagem. Técnicas de aprimoramento. Fichas técnicas. Processo de padronização. Mostruário.

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE JORNALISMO

MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE JORNALISMO ORGANIZAÇÃO CURRICULAR O curso de Jornalismo da Unipampa está estruturado em oito semestres e tem carga horária total de 3.060 horas, sessenta horas a mais que o aconselhado pelas novas Diretrizes Curriculares.

Leia mais

Letras - Língua Portuguesa

Letras - Língua Portuguesa UNIVERSIDADE DA INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL DA LUSOFONIA AFRO-BRASILEIRA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENAÇÃO DE ENSINO COORDENAÇÃO DE CURSO Letras - Língua Portuguesa 1. Perfil do Egresso: Em consonância

Leia mais

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO - LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO - LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA 1. APRESENTAÇÃO O curso de Educação Física da FISMA, através de sua orientação de estagio supervisionado obrigatório, vem por meio de o presente documento estabelecer as diretrizes básicas da realização

Leia mais

CURSO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA

CURSO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO UFPE CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO - CAC CURSO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA Coordenador do Curso: Prof. Dirceu Tavares de Carvalho Lima Filho IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1.

Leia mais