SOBRETENSÃO. saiba como se proteger

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SOBRETENSÃO. saiba como se proteger"

Transcrição

1 SOBRETENSÃO saiba como se proteger

2 O QUE É UMA DESCARGA ELÉTRICA? Descargas atmosféricas são relâmpagos que produzem uma quantidade extremamente grande de energia elétrica pulsada de milhares de ampères (e milhares de volts). São de alta frequência (aproximadamente 1 megahertz), e também de curta duração (de um microssegundo a um milissegundo).

3 Entre 2000 e 5000 tempestades estão se formando constantemente ao redor do mundo. Estas tempestades são acompanhadas por descargas atmosféricas que representam sério perigo para pessoas e equipamentos. Raios atingem o solo a uma média de 30 a 100 descargas por segundo, isto é, 3 bilhões de descargas atmosféricas por ano.

4 EFEITOS NAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Descargas atmosféricas danificam sistemas elétricos e eletrônicos, especialmente transformadores, medidores e eletrodomésticos, tanto em instalações residenciais como industriais.

5 O custo dos reparos dos danos causados pelas descargas atmosféricas é muito alto. Mas é difícil estimar as consequências de: Perturbações causadas a computadores e redes de telecomunicações; Falhas geradas no funcionamento dos programas dos controladores lógicos programáveis e sistemas de controle. Além disso, o custo das perdas operacionais pode ser muito maior do que o valor do equipamento destruído.

6 IMPACTOS DAS DESCARGAS ATMOSFÉRICAS Descargas atmosféricas podem afetar as instalações elétricas (e/ou comunicações) de uma edificação de duas maneiras: Pelo impacto direto da descarga atmosférica na edificação (ver Fig. J5 a); Pelo impacto indireto da descarga atmosférica na edificação.

7 , tanto em instalações residenciais como industriais. Uma descarga atmosférica pode cair próximo a uma linha de energia elétrica (ver Fig. J5 c). É a radiação eletromagnética da corrente da descarga atmosférica que induz uma corrente elevada e uma sobretensão na rede de alimentação de energia elétrica. Descargas atmosféricas danificam sistemas elétricos e eletrônicos, especialmente transformadores, medidores e eletrodomésticos, tanto em instalações residenciais como industriais. Nos últimos dois casos, as correntes e tensões perigosas são transmitidas pela rede de alimentação de energia elétrica. Uma descarga atmosférica pode cair próximo a uma edificação (ver Fig. J5 d). O potencial de terra ao redor do ponto de impacto aumenta perigosamente.

8 Raios são um fenômeno elétrico de alta frequência que causa sobretensões em todos os elementos condutores especialmente em cabos e equipamentos elétricos.

9

10

11 PRINCÍPIO DE PROTEÇÃO CONTRA SOBRETENSÃO O princípio básico para proteção de uma instalação contra o risco de uma descarga atmosférica é evitar que a energia da perturbação atinja equipamentos sensíveis. Para atingir este objetivo, é necessário: Capturar a corrente de descarga e canalizá-la à terra através do caminho mais direto (evitando a proximidade de equipamentos sensíveis); Efetuar a ligação equipotencial da instalação;

12 Esta ligação equipotencial é realizada por meio de condutores de equipotencialidade completada por Dispositivos de Proteção contra Surtos (DPS). Minimizar efeitos indiretos e induzidos por meio da instalação de DPS e/ou filtros. Para eliminar ou limitar as sobretensões são utilizados dois sistemas de proteção: são conhecidos como sistema de proteção de edificações (para a parte externa das edificações) e sistema de proteção de instalação elétrica (para o interior das Edificações).

13 VOCÊ SABIA? O sistema de proteção de uma edificação contra os efeitos dos raios deve incluir: Proteção das estruturas contra descargas atmosféricas diretas; Proteção das instalações elétricas contra descargas atmosféricas diretas e indiretas.

14 SISTEMA DE PROTEÇÃO DA EDIFICAÇÃO A função do sistema de proteção da edificação é proteger contra descargas atmosféricas diretas. O sistema consiste em: Dispositivo de captura: sistema de proteção de descarga atmosférica (para-raios); Condutores de descida projetados para conduzir a corrente de descarga à terra; Aterramento: cabos condutores à terra conectados juntos tipo "pé-degalinha); Conexões entre todas as estruturas metálicas (ligação equipotencial) e os condutores de terra.

15 Quando a corrente de descarga atmosférica flui em um condutor, se aparecerem diferenças de potencial entre o condutor e a estrutura aterrada localizada nas proximidades, podem formar-se descargas disruptivas destruidoras.

16 OS TRÊS TIPOS DE SISTEMAS DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGA ATMOSFÉRICA Três tipos de proteção da edificação são utilizados: O PARA-RAIOS SIMPLES O para-raios com haste é uma ponta metálica instalada no topo da edificação. É aterrado através de um ou mais condutores (geralmente de cobre) (ver Fig. J12).

17

18 OS TRÊS TIPOS DE SISTEMAS DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGA ATMOSFÉRICA O sistema de proteção de uma edificação contra os efeitos dos raios deve incluir: Proteção das instalações elétricas contra descargas atmosféricas diretas e indiretas. Proteção das estruturas contra descargas atmosféricas diretas;

19 OS TRÊS TIPOS DE SISTEMAS DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGA ATMOSFÉRICA PARA-RAIOS TMOSFÉRICA COM CABOS ESTICADOS Estes cabos são esticados sobre a estrutura que deve ser protegida. São utilizados para proteger estruturas especiais: áreas de lançamento de foguetes, aplicações militares e proteção de linhas aéreas de alta tensão (ver Fig. J13).

20

21 PARA-RAIOS COM CONDUTORES EM MALHA (Gaiola Faraday) Esta proteção consiste em multiplicar de maneira simétrica os condutores ao redor de toda a edificação (ver Fig. J14). Este tipo de proteção contra descargas atmosféricas é utilizado em edificações altamente expostas, abrigando instalações altamente sensíveis como equipamentos eletrônicos e informática. proteção da edificação não protege a instalação elétrica: portanto, é obrigatório prover um sistema de

22 CONSEQUÊNCIAS DA PROTEÇÃO DAS EDIFICAÇÕES PARA OS EQUIPAMENTOS DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 50% da corrente de descarga atmosférica descarregada pelo sistema de proteção das edificações retorna para as redes de aterramento da instalação elétrica (ver Fig. J15): a elevação de potencial das estruturas excede com muita frequência a capacidade de suportabilidade do isolamento dos condutores nas diferentes redes (BT, telecomunicações, cabo de vídeo, etc.). Além disso, o fluxo da corrente através dos condutores de descida gera sobretensões induzidas nas instalações elétricas.

23

24 SISTEMA DE PROTEÇÃO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS O objetivo principal do sistema de proteção da instalação elétrica é limitar as sobretensões a valores que sejam aceitáveis pelo equipamento.

25 O SISTEMA DE PROTEÇÃO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS CONSISTE DE: Um ou mais DPS dependendo da configuração da edificação; Ligação equipotencial: malha metálica de partes condutoras expostas.

26 O procedimento para proteger as instalações elétricas e de comunicação de uma edificação é o seguinte: BUSCA DA INFORMAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO Identifique todas as cargas sensíveis e sua localização na edificação. Identifique os sistemas elétricos e eletrônicos e seus respectivos pontos de entrada na edificação. Verifique se na edificação ou nas proximidades há um sistema de proteção contra descargas atmosféricas. Familiarize-se com as normas e regulamentos aplicáveis no local da edificação. Avalie o risco de ocorrência de descargas atmosféricas de acordo com a localização geográfica, tipo de alimentação de energia, densidade de descargas atmosféricas, etc.

27 IMPLEMENTAÇÃO DA SOLUÇÃO Realize a ligação equipotencial em forma de malha na estrutura. Instale um DPS no painel BT de entrada. Instale um DPS adicional em cada painel de subdistribuição localizado nas proximidades do equipamento sensível (ver Fig. J16).

28

29 DISPOSITIVO DE PROTEÇÃO CONTRA SURTOS (DPS) O Dispositivo de Proteção contra Surtos é um componente do sistema de proteção das instalações elétricas. Este dispositivo é conectado em paralelo no circuito de alimentação das cargas a serem protegidas (ver Fig. J17). Também pode ser utilizado em todos os níveis da rede de alimentação de energia. Este é o sistema de proteção contra sobretensão mais eficiente e mais utilizado.

30

31 PRINCÍPIO O DPS é projetado para limitar sobretensões transitórias de origem atmosférica e desviar correntes de surto a terra, de modo a limitar a amplitude dessa sobretensão a um valor que não seja perigoso para a instalação elétrica e para o conjunto de manobra.

32 O DPS ELIMINA A SOBRETENSÃO: No caso de uma sobretensão que exceda o limite operacional, o DPS: Conduz a energia à terra, em modo comum; Distribui a energia a outros condutores vivos, em modo diferencial. Em modo comum, entre fase e neutro ou terra; Em modo diferencial, entre fase e neutro.

33 OS TRÊS TIPOS DE DPS: DPS Classe I O DPS Classe I é recomendado para o caso específico de setores de serviço e industriais, protegidos por um sistema de proteção contra descargas atmosféricas ou uma gaiola em malha. Ele protege as instalações elétricas contra descargas atmosféricas diretas. Pode descarregar a corrente de retorno a partir da descarga, espalhando-se do condutor de terra aos condutores da rede. O DPS Classe I é caracterizado por uma onda de corrente de 10/350.

34 DPS Classe II O DPS Classe II é o sistema de proteção principal para todas as instalações elétricas de baixa tensão. Instalado em cada quadro de distribuição, evita a propagação de sobretensões nas instalações elétricas e protege as cargas. O DPS Classe II é caracterizado por uma onda de corrente de 8/20. DPS Classe III Estes DPS possuem baixa capacidade de descarga. Portanto, obrigatoriamente devem ser instalados como suplemento ao DPS Classe II e nas proximidades de cargas sensíveis. O DPS Classe III é caracterizado por uma combinação de ondas de tensão (1,2/50 ) e ondas de corrente (8/20 ).

35 PROJETO DE SISTEMA DE PROTEÇÃO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS O diagrama lógico da Figura J20 mostra esta regra de projeto. REGRAS DE PROJETO Para um sistema de distribuição elétrica, as características principais utilizadas para definir o sistema de proteção contra descargas atmosféricas e selecionar o DPS para proteger uma instalação elétrica em uma edificação são: DPS Quantidade de DPS; Classe; Nível de exposição, para definir a corrente de descarga máxima Imáx. do DPS. Dispositivo de desconexão Corrente de descarga máxima Imax; Corrente de curto-circuito Isc no ponto da instalação.

36 As outras características para escolha de um DPS são prédefinidas para uma instalação elétrica. número de polos do DPS; nível de proteção Up; tensão máxima em regime permanente Uc. Esta subseção J3 descreve com grandes detalhes o critério para escolha do sistema de proteção de acordo com as características da instalação, do equipamento a ser protegido e do ambiente.

37 ELEMENTOS DO SISTEMA DE PROTEÇÃO LOCALIZAÇÃO E CLASSE DE DPS A classe do DPS a ser instalado na origem da instalação depende da presença ou não de um sistema de proteção contra descargas atmosféricas. Se a edificação possuir um sistema de proteção contra descargas atmosféricas (conforme IEC 62305), um DPS Classe I deve ser instalado. Para DPS instalado na entrada da instalação, as normas de instalação ABNT NBR 5410 estabelecem valores mínimos para as 2 características seguintes: Corrente de descarga nominal In = 5 ka (8/20) ; Nível de proteção Up (em In) < 2,5 kv.

38 O número de DPS adicionais a serem instalados é determinado por: Tamanho do local e a dificuldade de assegurar a equipotencialidade. Em locais grandes, é essencial instalar um DPS na entrada de cada quadro terminal. Distância que separa cargas sensíveis a serem protegidas pelo dispositivo de proteção de entrada. Quando as cargas estiverem situadas a mais de 30 m do dispositivo de proteção de entrada será necessário prover proteções finas o mais próximo possível das cargas sensíveis. Risco de exposição. No caso de um local muito exposto, o DPS de entrada não pode garantir um fluxo grande de corrente de descarga e um nível de proteção de tensão suficientemente baixo. Geralmente um DPS Classe I é acompanhado por um DPS Classe II. - A tabela na Figura J21 mostra a quantidade e classes de DPS a serem instalados com base nos dois fatores definidos acima.

39

40 DPS EM CASCATA A associação em cascata de vários DPS permite que a energia seja distribuída entre diversos DPS, conforme mostrado na Figura J22, na qual as três classes de DPS são fornecidas para: CLASSE I: quando a edificação possui um sistema de proteção contra descargas atmosféricas e localizado na entrada da instalação, absorve uma quantidade muito grande de energia; CLASSE II: absorve sobretensões residuais; CLASSE III: se necessário, fornece proteção fina aos equipamentos mais sensíveis localizados muito próximos às cargas.

41

42 O desempenho do Up "instalado" deve ser comparado com a suportabilidade a impulsos das cargas. O DPS possui um nível de proteção Up intrínseco, isto é, definido e testado independentemente da instalação. Na prática, para a escolha do desempenho de Up do DPS deve ser considerada uma margem de segurança que leve em conta as sobretensões inerentes à instalação do DPS (ver Fig. J27).

43 NOTA: Se o nível de proteção da tensão estipulado não pode ser atingido pelo DPS de entrada, ou se os equipamentos sensíveis são remotos (ver seção 3.2.1), DPS adicionais coordenados podem ser instalados para atingir o nível de proteção necessário.

44 NÚMERO DE POLOS Dependendo da disposição do esquema de aterramento, é necessário prover uma arquitetura de DPS que garanta proteção em modo comum (MC) e modo diferencial (MD).

45 NOTA: SOBRETENSÃO DE MODO COMUM Uma forma básica de proteção é instalar um DPS em modo comum entre fase e o condutor de PE (ou PEN), qualquer que seja o tipo de esquema de aterramento utilizado. SOBRETENSÃO DE MODO DIFERENCIAL Nos esquemas TT e TN-S o aterramento do neutro resulta em uma assimetria devida a impedâncias de terra, que conduzem ao aparecimento de tensões de modo diferencial, mesmo que a sobretensão induzida por uma descarga atmosférica seja de modo comum. DPS 2P, 3P e 4P (ver Fig. J29) Estes são adaptados aos esquemas de aterramento TT e TN-S. Eles fornecem proteção somente contra sobretensões de modo comum.

46

47 SELEÇÃO DE UM DPS CLASSE I CORRENTE DE IMPULSO LIMP Onde não há normas nacionais ou normas específicas para o tipo de edificação a ser protegida: a corrente de descarga impulsional Iimp deve ser no mínimo de 12,5 ka (forma de onda de 10/350 ) por ramal de acordo com a norma ABNT NBR Onde houver regulamentação: a norma IEC defi ne 4 níveis: I, II, III e IV A tabela na Figura J31 mostra os diferentes níveis de Iimp no caso da norma.

48 CORRENTE SUBSEQUENTE AUTOEXTINGUÍVEL LFI Esta característica aplica-se somente a DPS com tecnologia spark gap. A corrente subsequente autoextinguível Ifi deve sempre ser superior do que a corrente presumida de curto-circuito Isc no ponto da instalação. Seleção de um DPS Classe II Corrente de descarga máxima Imax A corrente de descarga máxima Imax é definida de acordo com o nível de exposição estimado relativo à localização da edificação. O valor da corrente de descarga (Imax) é determinado através de análise de risco (ver tabela à Figura J32).

49 ESCOLHA DO DISPOSITIVO DE PROTEÇÃO CONTRA CURTO-CIRCUITO (DPCC) EXTERNO RISCOS A SEREM EVITADOS NO FINAL DA VIA ÚTIL DOS DPS DEVIDO AO ENVELHECIMENTO No caso de fim de vida natural devido a envelhecimento, a proteção é do tipo térmico. DPS com varistores devem possuir um desconector interno que desative o DPS. Nota: fim de vida devido a descontrole térmico não se aplica a DPS com tubo de descarga de gás ou spark gap encapsulado. DEVIDO A UMA FALHA As causas de fim de vida útil devido a falhas de curto-circuito são: Capacidade de descarga máxima excedida. Esta falha resulta em curto-circuito forte. Uma falha devida aos sistemas de distribuição (alternância neutro/fase, desconexão do neutro). Deterioração gradual do varistor. As últimas duas falhas resultam em curto-circuito impedante.

50 A instalação deve estar protegida de danos resultantes destes tipos de falhas: o desconector interno (térmico) definido acima não tem tempo para se aquecer e, portanto, de operar. Deve ser instalado um dispositivo especial denominado "Dispositivo de Proteção contra Curtos-circuitos" externo (DPCC externo), capaz e eliminar curtos-circuitos. Pode ser implementado por disjuntor ou fusíveis.

51 Os dispositivos de proteção (térmicos e de curtocircuito) devem estar coordenados com o DPS para garantir operação confiável, isto é: garantir a continuidade do serviço; suportar as ondas de corrente das descargas atmosféricas; não gerar tensão residual excessiva. garantir proteção efetiva contra todos os tipos de sobrecorrentes: sobrecarga em seguida a descontrole térmico do varistor; curto-circuito de baixa intensidade (impedante); curto-circuito de alta intensidade.

52 CARACTERÍSTICAS DO DPCC EXTERNO O DPCC externo deve estar coordenado com o DPS. É projetado para satisfazer duas restrições: Suportabilidade a corrente de descarga atmosférica: A suportabilidade a corrente de descarga atmosférica é uma característica essencial dos DPS externos. O dispositivo deve ser capaz de manter os seguintes ensaios normalizados: - não disparar em 15 correntes impulsionais sucessivas a In, -disparar com Imax (ou Iimp) sem ser deteriorado. Suportabilidade às correntes de curto-circuito A capacidade de interrupção é determinada pelas normas de instalação (norma ABNT NBR 5410): O DPCC externo deve possuir uma capacidade de interrupção igual ou superior do que a corrente de curto-circuito presumida Isc no ponto da instalação (de acordo com a norma ABNT NBR 5410).

53 PROTEÇÃO DA INSTALAÇÃO CONTRA CURTOS- CIRCUITOS O curto-circuito impedante, em particular, dissipa uma grande quantidade de energia e deve ser eliminado o mais rapidamente possível para evitar danificar a instalação e o DPS. A associação correta entre o DPS e seu DPCC externo deve ser fornecida pelo fabricante (em catálogos).

54 MODO DE INSTALAÇÃO DO DPCC EXTERNO O DPCC é descrito "em série" (ver Fig. J33) quando a proteção é realizada pelo dispositivo de proteção geral da rede a ser protegida (por exemplo, disjuntor de conexão a montante de uma instalação).

55 Dispositivo "em paralelo" O DPCC é descrito como "em paralelo" (ver Fig. J34) quando a proteção é realizada especificamente por um dispositivo de proteção associado com o DPS. O DPCC externo é denominado "disjuntor de desconexão" se a função é realizada por um disjuntor. O disjuntor de desconexão pode ou não estar integrado ao DPS. Nota: No caso de um DPS com tubo de descarga de gás ou spark gap encapsulado, o DPCC permite que a corrente seja interrompida imediatamente após o uso.

56 GARANTIA DE PROTEÇÃO O DPCC externo deve estar coordenado com o DPS, testado e garantido pelo fabricante do DPS em conformidade com a norma ABNT NBR IEC Também deve ser instalado de acordo com as recomendações do fabricante. Quando este dispositivo está integrado, a conformidade com a norma ABNT NBR IEC garante naturalmente a proteção.

57 RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DOS DPCC EXTERNOS Uma análise detalhada das características é fornecida na seção J6.4. A tabela na Figura J36 mostra, em um exemplo, um resumo das características de acordo com os diversos tipos de DPCC externos.

58 TABELA DE COORDENAÇÃO ENTRE DPS E DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO A tabela na Figura J37 mostra a coordenação entre disjuntores (DPCC externos) para DPS Classe I e Classe II da Schneider Electric para todos os níveis de corrente de curto-circuito. A coordenação entre DPS e seus disjuntores de desconexão, indicada e garantida pela Schneider Electric assegura proteção confiável suportabilidade a onda de descarga atmosférica, proteção reforçada contra correntes de curto-circuito impedantes, etc.) Método de escolha simples e efetivo: Você precisa instalar um DPS em um painel de distribuição

59 TABELA DE COORDENAÇÃO ENTRE DPS E DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO Método de escolha simples e efetivo: Você precisa instalar um DPS em um painel de distribuição.

60 TABELA DE COORDENAÇÃO ENTRE O DPS

61 TABELA DE COORDENAÇÃO ENTRE O DPS...e seu disjuntor de desconexão

62 INDICAÇÃO DE FIM DE VIDA ÚTIL Indicadores de fim de vida útil estão associados com o desconector interno e externo do DPCC do DPS para informar ao usuário que o equipamento não está mais protegido contra sobretensões de origem atmosférica. Indicação local Esta função geralmente é exigida pelas normas de instalação. A indicação de fim de vida útil é fornecida por um indicador (luminoso ou mecânico) ao desconector interno e/ou DPCC externo. Quando o DPCC externo é implementado por um dispositivo fusível, é necessário prover fusíveis com um pino percussor e uma base equipada com um sistema de disparo para garantir esta função. Disjuntor de desconexão integrado O indicador mecânico e a posição da alavanca permitem a indicação natural do fim de vida útil.

63 Indicação local e relatório remoto O DPS iquick PRD da Schneider Electric é do tipo "pronto para conectar" com disjuntor de desconexão integrado. Indicação local O DPS iquick PRD (ver Fig. J48) é equipado com indicador mecânico de estado: o indicador mecânico (vermelho) e a posição da alavanca do disjuntor de desconexão indicam o desligamento do DPS; o indicador mecânico (vermelho) em cada cartucho indica o fim da vida útil do cartucho.

64 RELATÓRIO REMOTO (ver Fig. J49) O DPS iquick PRD é equipado com um contato de indicação que permite o relatório remoto de: fim da vida útil do cartucho; um cartucho faltante e quando foi recolocado; uma falha na rede (curto-circuito, desconexão do neutro, inversão de fase/neutro); comutação manual local. Como resultado, o monitoramento remoto da condição de operação dos DPS instalados torna possível garantir que esses dispositivos de proteção que estão em standby estejam sempre prontos para operar.

65

66 MANUTENÇÃO NO FINAL DA VIDA ÚTIL Quando o indicador de fim de vida útil indica desativação, o DPS (ou o cartucho correspondente) deve ser substituído. No caso do DPS iquick PRD a manutenção é facilitada: O cartucho ao final da vida útil (a ser substituído) é facilmente identificável pelo departamento de manutenção. O cartucho ao final da vida útil pode ser substituído em completa segurança porque um dispositivo de segurança proíbe o fechamento do disjuntor de desconexão se estiver faltando um cartucho.

67

Protecção contra sobretensões. Descarregadores de sobretensões

Protecção contra sobretensões. Descarregadores de sobretensões Protecção contra Descarregadores Protecção contra As podem muitas vezes causar danos irreparáveis nas instalações eléctricas, bem como, nos equipamentos eléctricos e electrónicos. Os descarregadores são

Leia mais

proteção contra sobretensões.

proteção contra sobretensões. OSSIER 90 João Cruz F Product Manager. Schneider Electric proteção contra sobretensões Contribuir para a total eficácia das instalações elétricas é objetivo deste artigo técnico sobre sobretensões. Cada

Leia mais

Dispositivo de Proteção contra Surtos DPS. Power Final Distribution

Dispositivo de Proteção contra Surtos DPS. Power Final Distribution Dispositivo de Proteção contra Surtos DPS Power Final Distribution Índice Panorama SOBRETENSÃO Dados Estatísticos Caracterização do Raio Impacto dos Raios Proteção Estrutural DPS Regras de Instalação Ofertas

Leia mais

Workshop. Proteção em redes de serviços via cabo coaxial

Workshop. Proteção em redes de serviços via cabo coaxial Workshop Proteção em redes de serviços via cabo coaxial Distúrbios em sistemas elétricos Surto Surtos elétricos Incidência de Descargas Atmosféricas na região sudeste, sul, Mato Grosso e Goiás (em milhões)

Leia mais

Critérios Construtivos do Padrão de Entrada

Critérios Construtivos do Padrão de Entrada Notas: Critérios Construtivos do Padrão de Entrada A fiação do ramal de saída deve ser a mesma fiação do ramal de entrada. O padrão de entrada na zona rural deverá ficar no mínimo de 10 metros e no máximo

Leia mais

Instalações Elétricas Prediais. Aterramento. Prof. Msc. Getúlio Teruo Tateoki

Instalações Elétricas Prediais. Aterramento. Prof. Msc. Getúlio Teruo Tateoki Prof. Msc. Getúlio Teruo Tateoki Conceito Instalações Elétricas Prediais -É a Ligação intencional de um condutor à terra. -Significa colocar instalações de estruturas metálicas e equipamentos elétricos

Leia mais

DPS Dispositivo de proteção contra surto de tensão

DPS Dispositivo de proteção contra surto de tensão Produtos de Baixa Tensão DPS Dispositivo de proteção contra surto de tensão Por: Sergio Prestes Engenheiro de Aplicação 1. Danos causados por sobretensão Sobretensão é a maior causa de danos em equipamentos

Leia mais

Dispositivos de Proteção contra Surtos (DPS)

Dispositivos de Proteção contra Surtos (DPS) Proteção 76 Dispositivos de Proteção contra Surtos (DPS) Zonas de proteção contra raios, características e aplicações do DPS do tipo I Por Sérgio Roberto Santos* Os Dispositivos de Proteção contra Surtos

Leia mais

Manual de proteção contra raios DPS STAL ENGENHARIA ELÉTRICA. Saiba como proteger você, seus aparelhos eletroeletrônicos e o seu imóvel.

Manual de proteção contra raios DPS STAL ENGENHARIA ELÉTRICA. Saiba como proteger você, seus aparelhos eletroeletrônicos e o seu imóvel. Manual de proteção contra raios DPS Saiba como proteger você, seus aparelhos eletroeletrônicos e o seu imóvel. Nuvens carregadas e muita chuva em todo o pais A posição geográfica situa o Brasil entre os

Leia mais

TÍTULO DA PALESTRA. Logomarca da empresa

TÍTULO DA PALESTRA. Logomarca da empresa IV ENADSE DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO CONTRA SURTOS CONCEITOS E APLICAÇÕES Nome Empresa Eng. Renato de Brito Sanchez 2014 1. Conceitos ESCOPO 2. Aspectos normativos 3. Aplicações: Corrente Alterna 4. Aplicações:

Leia mais

SCHNEIDER ELECTRIC. Especificação tipo de dispositivos de proteção contra surtos de baixa tensão

SCHNEIDER ELECTRIC. Especificação tipo de dispositivos de proteção contra surtos de baixa tensão SCHNEIDER ELECTRIC Especificação tipo de dispositivos de proteção contra surtos de baixa tensão 10/1/2015 SUMÁRIO Este documento fornece a especificação geral para os dispositivos de proteção contra surtos

Leia mais

www.rfv.com.br PROTEÇÃO MAIS RÁPIDA QUE UM RAIO.

www.rfv.com.br PROTEÇÃO MAIS RÁPIDA QUE UM RAIO. www.rfv.com.br PROTEÇÃO MAIS RÁPIDA QUE UM RAIO. Proteção contra efeitos dos raios DPS - Dispositivos de Proteção contra Surtos elétricos Os DPS são dispositivos que protegem os equipamentos eletroeletrônicos

Leia mais

NORMAS TÉCNICAS BRASILEIRAS SOBRE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

NORMAS TÉCNICAS BRASILEIRAS SOBRE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS NORMAS TÉCNICAS BRASILEIRAS SOBRE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Novas Normas NBR IEC 61643-1 - Dispositivos de proteção contra surtos em baixa tensão - Parte 1: Dispositivos de proteção conectados a sistemas de

Leia mais

Sistema de Proteção Elétrica em Subestações com Alta e Média Tensão Parte I

Sistema de Proteção Elétrica em Subestações com Alta e Média Tensão Parte I Sistema de Proteção Elétrica em Subestações com Alta e Média Tensão Parte I Prof. Eng. José Ferreira Neto ALLPAI Engenharia Out/14 Parte 1 -Conceitos O Sistema Elétrico e as Subestações Efeitos Elétricos

Leia mais

COELCE DECISÃO TÉCNICA CRITÉRIO PARA INSTALAÇÃO DT - 106 RELIGADOR AUTOMÁTICO TRIFÁSICO DE 15 KV USO EM POSTE

COELCE DECISÃO TÉCNICA CRITÉRIO PARA INSTALAÇÃO DT - 106 RELIGADOR AUTOMÁTICO TRIFÁSICO DE 15 KV USO EM POSTE DECISÃO TÉCNICA CRITÉRIO PARA INSTALAÇÃO DT - 16 RELIGADOR AUTOMÁTICO TRIFÁSICO DE 15 KV USO EM POSTE DOCUMENTO NORMATIVO DA TRANSMISSÃO DESIM -896-1 I JUN/1 Í N D I C E 1 OBJETIVO...1 2 NORMAS E TRABALHOS...1

Leia mais

PROTEÇÃO CONTRA SOBRE CORRENTES

PROTEÇÃO CONTRA SOBRE CORRENTES 9 PROTEÇÃO CONTRA SOBRE CORRENTES 9.1 INTRODUÇÃO O aumento da temperatura nos condutores de uma instalação elétrica, devido a circulação de corrente (efeito Joule), projetada para o funcionamento normal,

Leia mais

sorayachristiane@globo.com

sorayachristiane@globo.com sorayachristiane@globo.com 1 CABEAMENTO ESTRUTURADO INTERNACIONAIS EIA/TIA 568 B - Sistemas de Cabeamento para Edificios Comerciais. EIA/TIA 569 A - Adequações e Estruturas Internas para Cabeamento em

Leia mais

TEMA DA AULA PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA

TEMA DA AULA PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA TEMA DA AULA EQUIPAMENTOS ELÉTRICAS DE SUBESTAÇÕES PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA TRANSFORMADORES Um transformador (ou trafo) é um dispositivo destinado a transmitir energia elétrica ou potência

Leia mais

Pára-raios de Baixa Tensão para Rede de Distribuição Secundária PRBT - RDS

Pára-raios de Baixa Tensão para Rede de Distribuição Secundária PRBT - RDS Pára-raios de Baixa Tensão para Rede de Distribuição Secundária PRBT - RDS O que é? É um Dispositivo de Proteção contra Surtos Elétricos (DPS) para uso em redes de distribuição de energia elétrica de baixa

Leia mais

Proteção Contra Sobretensões ( NBR 5410)

Proteção Contra Sobretensões ( NBR 5410) Proteção Contra Sobretensões ( NBR 5410) Na NBR 5410, norma que regulamenta as instalações elétricas de baixa tensão, a primeira menção ao tema das sobretensões aparece no item 1.3.4 - Proteção contra

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO SPDA. Índice

MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO SPDA. Índice MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO SPDA Índice 1 Introdução 2 Local da Obra 3 Normas 4 Malha de Aterramento 5 Equipamento e Materiais 6 Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas 7 Cálculo dos Elementos

Leia mais

Capítulo IX Proteção contra descargas atmosféricas

Capítulo IX Proteção contra descargas atmosféricas 26 O Setor Elétrico / Setembro de 2009 Compatibilidade Eletromagnética em Sistemas Elétricos Capítulo IX Proteção contra descargas atmosféricas Por Roberto Menna Barreto* Entre as diferentes fontes de

Leia mais

Aterramentos. por Rafael Alves

Aterramentos. por Rafael Alves Aterramentos por Rafael Alves Dentre as causas mais comuns que podem ocasionar distúrbios e danos à segurança das pessoas e equipamentos numa estação de telecom estão as descargas atmosféricas, as sobretensões

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA TEMA DA AULA PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA TEMA DA AULA PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA TEMA DA AULA EQUIPAMENTOS DA SE PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA COMPONENTES SUBESTAÇÕES OBJETIVOS Apresentar os principais equipamentos

Leia mais

instalação de sistemas de terras

instalação de sistemas de terras 94 José Ribeiro joseribeiro@casafelix.pt instalação de sistemas de terras 1. Capturar o raio. Capturar o raio para um ponto conhecido de ligação preferida utilizando um sistema de ponta captora aérea específica

Leia mais

PROTECÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS NOS SISTEMAS FOTOVOLTAICOS, SIM OU NÃO

PROTECÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS NOS SISTEMAS FOTOVOLTAICOS, SIM OU NÃO PROTECÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS NOS SISTEMAS FOTOVOLTAICOS, SIM OU NÃO Os sistemas fotovoltaicos, tanto em centrais de produção de energia como nos telhados de edifícios de habitação, industria

Leia mais

PROTEÇÃO CONTRA SOBRETENSÕES

PROTEÇÃO CONTRA SOBRETENSÕES PROTEÇÃO CONTRA SOBRETENSÕES Dispositivos de Proteção contra Surtos (DPS) Prof. Marcos Fergütz fev/2014 - O Surto - Geração da Sobretensão(Surto): Descarga Atmosférica (raio) Direta; Indução por descarga

Leia mais

Aula 5 Infraestrutura Elétrica

Aula 5 Infraestrutura Elétrica Aula 5 Infraestrutura Elétrica Prof. José Maurício S. Pinheiro 2010 1 Ruído Elétrico Os problemas de energia elétrica são as maiores causas de defeitos no hardware das redes de computadores e conseqüente

Leia mais

Interruptores Seccionadores SDW Correntes Nominais de 40 a 70 A Versões bipolar, tripolar e tetrapolar

Interruptores Seccionadores SDW Correntes Nominais de 40 a 70 A Versões bipolar, tripolar e tetrapolar Minidisjuntores MBW Correntes nominais de 2 a 70 A Curvas de disparo B e C Versões monopolar, bipolar, tripolar e tetrapolar Interruptores Diferenciais Residuais DRs RBW Sensibilidade de ou 0mA Correntes

Leia mais

Dispositivos de Proteção

Dispositivos de Proteção 4 Dispositivos de Proteção Todos os circuitos deverão ser protegidos, a fim de garantir a integridade física das pessoas das instalações e equipamentos. Para isso, existem diversos dispositivos e equipamentos

Leia mais

Proteção de Sistemas Elétricos Disjuntores, DR e DPS. Júlio Bortolini Engenheiro Eletricista Soprano Eletrometalúrgica e Hid. Ltda

Proteção de Sistemas Elétricos Disjuntores, DR e DPS. Júlio Bortolini Engenheiro Eletricista Soprano Eletrometalúrgica e Hid. Ltda Proteção de Sistemas Elétricos Disjuntores, DR e DPS Júlio Bortolini Engenheiro Eletricista Soprano Eletrometalúrgica e Hid. Ltda DISJUNTORES Definição Disjuntor Disjuntor: dispositivo de seccionamento

Leia mais

Esquemas de Aterramento. Sérgio Ferreira de Paula Silva

Esquemas de Aterramento. Sérgio Ferreira de Paula Silva Esquemas de Aterramento 1 Aterramento O aterramento é a ligação de um equipamento ou de um sistema à terra, por motivos de proteção ou por exigência quanto ao funcionamento do mesmo. Aterramento de proteção:

Leia mais

Equipamentos Elétricos e Eletrônicos de Potência Ltda.

Equipamentos Elétricos e Eletrônicos de Potência Ltda. Equipamentos Elétricos e Eletrônicos de Potência Ltda. Confiança e economia na qualidade da energia. Recomendações para a aplicação de capacitores em sistemas de potência Antes de iniciar a instalação,

Leia mais

Para que o sistema de proteção atinja a finalidade a que se propõe ele deve obedecer aos seguintes requisitos básicos:

Para que o sistema de proteção atinja a finalidade a que se propõe ele deve obedecer aos seguintes requisitos básicos: 5 Proteção e Coordenação de Instalações Industriais Para que o sistema de proteção atinja a finalidade a que se propõe ele deve obedecer aos seguintes requisitos básicos: 1 Seletividade É a capacidade

Leia mais

Protetores de Surto de Alta Performance. Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas

Protetores de Surto de Alta Performance. Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas Protetores de Surto de Alta Performance otores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas Protetores de Surto de Alta Performance Os Protetores de Surto WEG, são componentes de alto desempenho

Leia mais

Um dos grandes receios de qualquer radioamador é ter sua estação atingida por uma descarga atmosférica. Os estragos em geral não são pequenos e nem

Um dos grandes receios de qualquer radioamador é ter sua estação atingida por uma descarga atmosférica. Os estragos em geral não são pequenos e nem Um dos grandes receios de qualquer radioamador é ter sua estação atingida por uma descarga atmosférica. Os estragos em geral não são pequenos e nem sempre temos proteção suficiente. O Brasil é o país com

Leia mais

Como reduzir sua conta de energia elétrica

Como reduzir sua conta de energia elétrica Como reduzir sua conta de energia elétrica Com REDULIGHT você tem energia de melhor qualidade e economiza até 25% na conta Saiba como O que é e como funciona o filtro REDULIGHT O Redulight é um Filtro

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA PROTEÇÃO DE SISTEMA AÉREO DE DISTRIBUIÇÃO 2B CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO

DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA PROTEÇÃO DE SISTEMA AÉREO DE DISTRIBUIÇÃO 2B CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO 1 DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA PROTEÇÃO DE SISTEMA AÉREO DE DISTRIBUIÇÃO 2B CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO Durante um curto-circuito, surge uma corrente de elevada intensidade

Leia mais

Proteção de cabos. o valor da relação Uo/U, que representa o quanto o cabo suporta de sobretensão fase-terra (Uo) e entre fases (U).

Proteção de cabos. o valor da relação Uo/U, que representa o quanto o cabo suporta de sobretensão fase-terra (Uo) e entre fases (U). 32 Apoio Proteção e seletividade Capítulo XII Proteção de cabos Por Cláudio Mardegan* Falando em proteção de cabos, este capítulo abordará de proteção deve ficar, no máximo, igual ao valor de alguns critérios

Leia mais

Dispositivo de Proteção Contra Surto (DPS) Proteção certa para equipamentos eletro-eletrônicos

Dispositivo de Proteção Contra Surto (DPS) Proteção certa para equipamentos eletro-eletrônicos Dispositivo de Proteção Contra Surto (DPS) Proteção certa para equipamentos eletro-eletrônicos Potência para os negócios no mundo todo Automotivo A Eaton fornece energia para centenas de produtos atendendo

Leia mais

SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DISCARGAS ATMOSFÉRICAS (SPDA)

SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DISCARGAS ATMOSFÉRICAS (SPDA) SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DISCARGAS ATMOSFÉRICAS (SPDA) RAIO Os raios são produzidos por nuvens do tipo cumulu-nimbus e se formam por um complexo processo interno de atrito entre partículas carregadas.

Leia mais

Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-53 São Paulo, Brasil, Setembro de 2002

Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-53 São Paulo, Brasil, Setembro de 2002 COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL IV CIERTEC SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE AUTOMAÇÃO DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA E CENTROS DE CONTROLE Área de Distribuição e Comercialização Identificação

Leia mais

A entrada de energia elétrica será executada através de:

A entrada de energia elétrica será executada através de: Florianópolis, 25 de março de 2013. 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS O presente memorial tem como principal objetivo complementar as instalações apresentadas nos desenhos/plantas, descrevendo-os nas suas partes

Leia mais

O que é uma Sobreintensidade?

O que é uma Sobreintensidade? O que é uma Sobreintensidade? Uma sobreintesidade é uma corrente de intensidade superior à nominal. Para este efeito, a intensidade de corrente máxima admissível num condutor é considerada como a sua intensidade

Leia mais

índice 02 CONDIÇÕES BÁSICAS Prezado cliente, REDE DE ACESSO PARA INSTALAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS ACOMODAÇÕES DE EQUIPAMENTOS CABOS E CONEXÕES

índice 02 CONDIÇÕES BÁSICAS Prezado cliente, REDE DE ACESSO PARA INSTALAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS ACOMODAÇÕES DE EQUIPAMENTOS CABOS E CONEXÕES Prezado cliente, índice Bem-vindo à GVT. Agora sua empresa conta com soluções inovadoras de voz, dados e Internet com o melhor custo-benefício. Para garantir a qualidade dos serviços e aproveitar todos

Leia mais

A solução ideal para instalações residenciais e terciárias

A solução ideal para instalações residenciais e terciárias NOVOS Disjuntores RX 3 A solução ideal para instalações residenciais e terciárias Ambiente Residencial - área úmida Ambiente Residencial Soho - Pequeno Escritório ou Home Office Ambiente Residencial -

Leia mais

Disjuntores a Vácuo SION Descrição. Índice. Título Aqui. Seção 1 Disjuntores a Vácuo SION Descrição. Seção 2 Disjuntor Padrão 3AE

Disjuntores a Vácuo SION Descrição. Índice. Título Aqui. Seção 1 Disjuntores a Vácuo SION Descrição. Seção 2 Disjuntor Padrão 3AE Disjuntores a Vácuo Descrição Disjuntores a Vácuo Título Aqui Índice Seção 1 Disjuntores a Vácuo Descrição Seção 2 Disjuntor Padrão 3AE Seção 3 Módulo Deslizante 3AE Anexo Siemens AG 2005 Disjuntores a

Leia mais

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS ELETRICA

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS ELETRICA ELETRICA A ME Engenharia tem como aliados profissionais altamente qualificados com anos de experiência em Engenharia de Eletricidade. Garantindo nossos projetos e manutenção com toda a proteção adequada

Leia mais

Podem-se destacar alguns equipamentos responsáveis pelo baixo fator de potência nas instalações elétricas:

Podem-se destacar alguns equipamentos responsáveis pelo baixo fator de potência nas instalações elétricas: 4. FATOR DE POTÊNCIA Um baixo fator de Potência pode vir a provocar sobrecarga em cabos e transformadores, aumento das perdas do sistema, aumento das quedas de tensão, e o aumento do desgaste em dispositivos

Leia mais

TEMA DA AULA PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA

TEMA DA AULA PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA TEMA DA AULA TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA MEDIÇÃO DE GRANDEZAS ELÉTRICAS Por que medir grandezas elétricas? Quais grandezas elétricas precisamos medir? Como medir

Leia mais

COMISSÃO TÉCNICA DE NORMALIZAÇÃO ELETROTÉCNICA CTE 64 Instalações Elétricas em Edifícios

COMISSÃO TÉCNICA DE NORMALIZAÇÃO ELETROTÉCNICA CTE 64 Instalações Elétricas em Edifícios COMISSÃO TÉCNICA DE NORMALIZAÇÃO ELETROTÉCNICA CTE 64 Instalações Elétricas em Edifícios ESQUEMAS TIPO DE UNIDADES DE PRODUÇÃO PARA AUTOCONSUMO (UPAC) março 2015 A secção 712: Instalações Solares Fotovoltaicas

Leia mais

Métodos normalizados para medição de resistência de aterramento

Métodos normalizados para medição de resistência de aterramento 30 Capítulo VIII Métodos normalizados para medição de resistência de aterramento Parte 3: Método da queda de potencial com injeção de alta corrente e ensaios em instalações energizadas Jobson Modena e

Leia mais

ATERRAMENTO ELÉTRICO 1 INTRODUÇÃO 2 PARA QUE SERVE O ATERRAMENTO ELÉTRICO? 3 DEFINIÇÕES: TERRA, NEUTRO, E MASSA.

ATERRAMENTO ELÉTRICO 1 INTRODUÇÃO 2 PARA QUE SERVE O ATERRAMENTO ELÉTRICO? 3 DEFINIÇÕES: TERRA, NEUTRO, E MASSA. 1 INTRODUÇÃO O aterramento elétrico, com certeza, é um assunto que gera um número enorme de dúvidas quanto às normas e procedimentos no que se refere ao ambiente elétrico industrial. Muitas vezes, o desconhecimento

Leia mais

Os fusíveis NH e Diazed são dotados de características de limitação de corrente. Assim, para

Os fusíveis NH e Diazed são dotados de características de limitação de corrente. Assim, para 5 Proteção e Coordenação Dimensionamento da Proteção 36 Fusível NH Zonasde Atuação 224 A Fusível NH Zonasde Atuação 355 A 5 Proteção e Coordenação Dimensionamento da Proteção 37 5 Proteção e Coordenação

Leia mais

MANUAL REDE CABEADA UTP

MANUAL REDE CABEADA UTP MANUAL REDE CABEADA UTP volt.ind.br 1-QUADRO COMPLETO 2-DISJUNTOR 3-PROTETOR ELÉTRICO 4-FONTE PRIMÁRIA VT 800 5-BATERIAS 6-PD (PONTO DE DISTRIBUIÇÃO) volt.ind.br Pág. 1 1-QUADRO COMPLETO: Equipado por

Leia mais

Realizar novas ligações. Executa ligação BT. HISTÓRICO DE MODIFICAÇÕES Edição Data Alterações em relação à edição anterior

Realizar novas ligações. Executa ligação BT. HISTÓRICO DE MODIFICAÇÕES Edição Data Alterações em relação à edição anterior Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Múltiplas Unidades Consumidoras do Programa Minha Casa Minha Vida com Telemedição Processo Atividade Realizar novas ligações Executa ligação BT Código

Leia mais

Capítulo XI. Energias renováveis alternativas. Requisitos técnicos para a conexão de sistemas fotovoltaicos à rede elétrica

Capítulo XI. Energias renováveis alternativas. Requisitos técnicos para a conexão de sistemas fotovoltaicos à rede elétrica 34 Capítulo XI Energia solar fotovoltaica Sistemas conectados à rede elétrica: requisitos para a conexão e proteções Por Jonas Rafael Gazoli, Marcelo Gradella Villalva e Juarez Guerra* Neste artigo vamos

Leia mais

Edição Data Alterações em relação à edição anterior. Atualização das informações. Nome dos grupos

Edição Data Alterações em relação à edição anterior. Atualização das informações. Nome dos grupos Instalação de Banco de Capacitores em Baixa Tensão Processo Realizar Novas Ligações Atividade Executar Ligações BT Código Edição Data SM04.14-01.008 2ª Folha 1 DE 9 26/10/2009 HISTÓRICO DE MODIFICAÇÕES

Leia mais

NT 6.005. Nota Técnica. Diretoria de Planejamento e Engenharia Gerência de Engenharia. Felisberto M. Takahashi Elio Vicentini. Preparado.

NT 6.005. Nota Técnica. Diretoria de Planejamento e Engenharia Gerência de Engenharia. Felisberto M. Takahashi Elio Vicentini. Preparado. NT.005 Requisitos Mínimos para Interligação de Gerador de Consumidor Primário com a Rede de Distribuição da Eletropaulo Metropolitana com Paralelismo Momentâneo Nota Técnica Diretoria de Planejamento e

Leia mais

REDE CABEADA CFTV MANUAL DO USUÁRIO

REDE CABEADA CFTV MANUAL DO USUÁRIO REDE CABEADA CFTV MANUAL DO USUÁRIO Sumário Página 4: Quadro completo Disjuntores Transformador isolador Protetor elétrico Fonte primária VT CFTV Funcionalidades Baterias Página 6: Ponto de distribuição

Leia mais

OBO Catálogo de Produtos Brasil Sistemas de Proteção contra surtos

OBO Catálogo de Produtos Brasil Sistemas de Proteção contra surtos OBO Catálogo de Produtos Brasil Sistemas de Proteção contra surtos Descarregadores de Corrente de raio Protetor contra sobretensões Proteção de linha de dados Proteção fina Centelhador Dispositivos de

Leia mais

PROTEÇÃO CONTRA CHOQUE ELÉTRICO

PROTEÇÃO CONTRA CHOQUE ELÉTRICO PROTEÇÃO CONTRA CHOQUE ELÉTRICO SECCIONAMENTO AUTOMÁTICO DA ALIMENTAÇÃO Prof. Marcos Fergütz Março/2014 O CHOQUE ELÉTRICO OCORRE POR Fonte: www.google.com.br/imagem Fonte: SIEMENS Efeitos do Choque Elétrico

Leia mais

Esquemas. & diagramas. caderno 3

Esquemas. & diagramas. caderno 3 Esquemas & diagramas caderno 3 Regimes de neutro Norma IEC 60364 A norma IEC 60364 é a norma padrão internacional definida pelo International Electrotechnical Commission relativamente a instalações eléctricas

Leia mais

Especificação de Disjuntores Segundo a ABNT

Especificação de Disjuntores Segundo a ABNT Especificação de Disjuntores Segundo a ABNT Responsabilidade do profissional Normas Regulamentadoras (NR) - SSMT/MTb MTb NR-10 em 10.1.2 : Nas instalações e serviços em eletricidade,... usar as normas

Leia mais

Aterramento Elétrico. Prof.: Ademir Justino Site: www.ademirjustino.com.br

Aterramento Elétrico. Prof.: Ademir Justino Site: www.ademirjustino.com.br Aterramento Elétrico O terra é um conector que possui valor igual a zero Volt absoluto, ele é o responsável por eliminar a sujeira elétrica dos componentes, pois toda carga eletrostática acumulada neles

Leia mais

Capítulo 1: Eletricidade. Corrente continua: (CC ou, em inglês, DC - direct current), também chamada de

Capítulo 1: Eletricidade. Corrente continua: (CC ou, em inglês, DC - direct current), também chamada de Capítulo 1: Eletricidade É um fenômeno físico originado por cargas elétricas estáticas ou em movimento e por sua interação. Quando uma carga encontra-se em repouso, produz força sobre outras situadas em

Leia mais

9º ENTEC Encontro de Tecnologia: 23 a 28 de novembro de 2015

9º ENTEC Encontro de Tecnologia: 23 a 28 de novembro de 2015 DETERMINAÇÃO DA CORRENTE DE CURTO - CIRCUITO FASE TERRA NO MEIO INDUSTRIAL Felipe Miquelino¹; Edilberto Teixeira² 1 Universidade de Uberaba, Uberaba-MG 2 Universidade de Uberaba, Uberaba-MG fmiquelinof@gmail.com;

Leia mais

Aqui você encontra artigos que irão auxiliar seu trabalho a partir de informações relevantes sobre segurança e dicas de instalações elétricas.

Aqui você encontra artigos que irão auxiliar seu trabalho a partir de informações relevantes sobre segurança e dicas de instalações elétricas. Artigos técnicos 02 Aqui você encontra artigos que irão auxiliar seu trabalho a partir de informações relevantes sobre segurança e dicas de instalações elétricas. Instalação elétrica defasada é foco de

Leia mais

Transformadores Para Instrumentos. Prof. Carlos Roberto da Silva Filho, M. Eng.

Transformadores Para Instrumentos. Prof. Carlos Roberto da Silva Filho, M. Eng. Transformadores Para Instrumentos Prof. Carlos Roberto da Silva Filho, M. Eng. Sumário 1. Tipos de Transformadores. 2. Transformadores de Corrente - TCs. 3. Transformadores de Potencial TPs. 4. Ligação

Leia mais

Manual de Instruções. C o n t r o l a d o r D i f e r e n c i a l T e m p o r i z a d o. Rev. C

Manual de Instruções. C o n t r o l a d o r D i f e r e n c i a l T e m p o r i z a d o. Rev. C Manual de Instruções C o n t r o l a d o r D i f e r e n c i a l T e m p o r i z a d o Rev. C 1. Descrição Índice 1.Descrição...pág 1 2.Dados Técnicos...pág 3 3.Instalação...pág 4 4.Ajuste e Operação...pág

Leia mais

Proteção Diferencial

Proteção Diferencial GE Consumer & Industrial GE Energy Management Industrial Solutions Proteção Diferencial DR - Interruptor Diferencial Residual DDR - Disjuntor com Proteção Diferencial DOC (Diff-o-Click) - Blocos Diferenciais

Leia mais

Pára-raios para aplicação em redes de distribuição

Pára-raios para aplicação em redes de distribuição IV Pára-raios para aplicação em redes de distribuição IV.1 Aspectos construtivos: Existem atualmente três tipos construtivos de pára-raios sendo produzidos para aplicação em redes de distribuição: pára-raios

Leia mais

9. MANUTENÇÃO DE TRANSFORMADORES:

9. MANUTENÇÃO DE TRANSFORMADORES: 9. MANUTENÇÃO DE TRANSFORMADORES: 9.1 OTIMIZAÇÃO E MONITORAMENTO DA OPERAÇÃO DOS TRANSFORMADORES Os transformadores são máquinas estáticas que transferem energia elétrica de um circuito para outro, mantendo

Leia mais

** OBS. Z=R+jωl e o seu módulo: Z R XL R l

** OBS. Z=R+jωl e o seu módulo: Z R XL R l Análise da Corrente de Curto - Circuito A Análise da corrente de curto circuito em sistemas de baixa tensão é necessária para dimensionar corretamente a proteção do equipamento (disjuntor de proteção)

Leia mais

LAUDO TÉCNICO DE AVALIAÇÃO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO UNESP CAMPUS DE FRANCA/SP

LAUDO TÉCNICO DE AVALIAÇÃO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO UNESP CAMPUS DE FRANCA/SP LAUDO TÉCNICO DE AVALIAÇÃO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO UNESP CAMPUS DE FRANCA/SP 1 INDÍCE 1 - OBJETIVO 2 - NORMAS APLICÁVEIS 3 - GENERALIDADES

Leia mais

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Capítulo 4 Parte 2 Condutores elétricos: 1. semestre de 2011 Abraham Ortega Número de condutores isolados no interior de um eletroduto Eletroduto é um elemento de linha elétrica fechada,

Leia mais

NORMA TÉCNICA SUMÁRIO 1 FINALIDADE... 3 2 CAMPO DE APLICAÇÃO... 3 3 RESPONSABILIDADES... 3 4 DEFINIÇÕES... 3

NORMA TÉCNICA SUMÁRIO 1 FINALIDADE... 3 2 CAMPO DE APLICAÇÃO... 3 3 RESPONSABILIDADES... 3 4 DEFINIÇÕES... 3 30 / 08 / 2012 1 de 19 SUMÁRIO 1 FINALIDADE... 3 2 CAMPO DE APLICAÇÃO... 3 3 RESPONSABILIDADES... 3 4 DEFINIÇÕES... 3 4.1 Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT... 3 4.2 Agência Nacional de Energia

Leia mais

Instalações Elétricas Industriais

Instalações Elétricas Industriais Instalações Elétricas Industriais ENG 1480 Professor: Rodrigo Mendonça de Carvalho Instalações Elétricas Industriais CAPÍTULO 01 INTRODUÇÃO Flexibilidade: admitir mudanças nas localizações dos equipamentos,

Leia mais

Proteção contra motorização e correntes desbalanceadas, falha de disjuntor e energização inadvertida Por Geraldo Rocha e Paulo Lima*

Proteção contra motorização e correntes desbalanceadas, falha de disjuntor e energização inadvertida Por Geraldo Rocha e Paulo Lima* 30 Capítulo VI Proteção contra motorização e correntes desbalanceadas, falha de disjuntor e energização inadvertida Por Geraldo Rocha e Paulo Lima* Proteção contra motorização e correntes desbalanceadas

Leia mais

VBWK Módulo de Entrada em MT para Instalações em Alvenaria. Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas

VBWK Módulo de Entrada em MT para Instalações em Alvenaria. Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas VBWK Módulo de Entrada em MT para Instalações em Alvenaria Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas Solução Integrada para Instalações em Alvenaria O kit de entrada em média tensão VBWK

Leia mais

Manual Técnico. Transformadores de potência. Revisão 5 ÍNDICE

Manual Técnico. Transformadores de potência. Revisão 5 ÍNDICE Página 1 de 10 Manual Técnico Transformadores de potência Revisão 5 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO...2 2 RECEBIMENTO...2 3 INSTALAÇÃO...3 3.1 Local de instalação...3 3.2 Ligações...3 3.3 Proteções...7 4 MANUTENÇÃO...9

Leia mais

NOTA TÉCNICA 6.008. Página 1 de 24. Diretoria de Planejamento e Engenharia. Gerência de Planejamento do Sistema. Gerência da Distribuição

NOTA TÉCNICA 6.008. Página 1 de 24. Diretoria de Planejamento e Engenharia. Gerência de Planejamento do Sistema. Gerência da Distribuição Página 1 de 4 NOTA TÉCNICA 6.008 REQUISITOS MÍNIMOS PARA INTERLIGAÇÃO DE GERADOR PARTICULAR COM A REDE DE DISTRIBUIÇÃO DA AES ELETROPAULO UTILIZANDO SISTEMA DE TRANSFERÊNCIA AUTOMÁTICA COM INTERRUPÇÃO

Leia mais

raios Saiba como prevenir acidentes

raios Saiba como prevenir acidentes raios Saiba como prevenir acidentes Apresentação Segundo um grupo de pesquisa do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), nos últimos dois anos o acompanhamento via satélite da NASA, instalado

Leia mais

INCENTIVO AO ATERRAMENTO ELÉTRICO RESIDENCIAL RESUMO

INCENTIVO AO ATERRAMENTO ELÉTRICO RESIDENCIAL RESUMO INCENTIVO AO ATERRAMENTO ELÉTRICO RESIDENCIAL Fernando Nascimento 1-21370122 Gabriela Sampaio Rêma 2-21370051 Marcos Vinícius Lemos da Silva 3-21270116 Paula da Silva Nogueira 4-21370049 RESUMO Poucas

Leia mais

Aterramento. 1 Fundamentos

Aterramento. 1 Fundamentos Aterramento 1 Fundamentos Em toda instalação elétrica de média tensão para que se possa garantir, de forma adequada, a segurança das pessoas e o seu funcionamento correto deve ter uma instalação de aterramento.

Leia mais

SAIU A NOVA NORMA NBR 5419 PROTEÇÃO DE ESTRUTURAS CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS O QUE MUDOU?

SAIU A NOVA NORMA NBR 5419 PROTEÇÃO DE ESTRUTURAS CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS O QUE MUDOU? ART489-07 - CD 262-07 - PÁG.: 1 SAIU A NOVA NORMA NBR 5419 PROTEÇÃO DE ESTRUTURAS CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS O QUE MUDOU? Ângelo Stano Júnior* João Roberto Cogo** * GSI - Engenharia e Comércio LTDA.

Leia mais

EMC e proteção contra raios

EMC e proteção contra raios A proteção de sistemas de telecomunicações contra descargas atmosféricas e seus efeitos (raios) é normalmente considerada fora da área EMC (EMC Electromagnetic Compatibility) uma vez que na área EMC objetivamos

Leia mais

Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações

Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações Workshop Etapa BRASÍLIA CEB CEB 01 UPS 150 kva IGBT/IGBT BASEADO NAS INFORMAÇÕES DO DIAGRAMA UNIFILAR APRESENTADO, DEFINIR: 1 - Corrente nominal

Leia mais

O Site da Eletrônica Aterramento

O Site da Eletrônica Aterramento O Site da Eletrônica Aterramento 1 - Generalidades As características e a eficácia dos aterramentos devem satisfazer às prescrições de segurança das pessoas e funcionais da instalação. O valor da resistência

Leia mais

Critérios para a selecção de um dispositivo diferencial

Critérios para a selecção de um dispositivo diferencial Critérios para a selecção de um dispositivo diferencial Utilização de dispositivos diferenciais com SUNNY BOY, SUNNY MINI CENTRAL e SUNNY TRIPOWER Conteúdo Aquando da instalação de inversores, surgem frequentemente

Leia mais

Cabeamento Estruturado

Cabeamento Estruturado Cabeamento Estruturado Definição Cabeamento para uso integrado em comunicações de voz, dados e imagem preparado de maneira a atender diversos layouts de instalações, por um longo período de tempo, sem

Leia mais

Dispositivos de proteção contra surtos - DPS

Dispositivos de proteção contra surtos - DPS contra surtos - Os dispositivos de proteção contra surtos () são destinados à proteção das instalações elétricas e dos equipamentos elétricos e eletrônicos contra os efeitos diretos e indiretos causados

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SUMÁRIO CONTEÚDO PG. 9. Sistema de Aterramento 02 9.1. Geral 02 9.2. Normas 02 9.3. Escopo de Fornecimento 02 T-9.1. Tabela 02 9.4. Características Elétricas 03 9.4.1. Gerais 03 9.4.2. Concepção Geral

Leia mais

C HAVE FUSÍVEL T IPO MZ PARA DISTRIBUIÇÃO

C HAVE FUSÍVEL T IPO MZ PARA DISTRIBUIÇÃO C HAVE FUSÍVEL T IPO MZ PARA DISTRIBUIÇÃO A Chave fusível tipo MZ foi desenvolvida para operar em redes de distribuição com tensões de 15, 27 e 38 kv. Especialmente projetada para proteger transformadores,

Leia mais

Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações

Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações Avaliação do Sistema de Transformação em Subestações e Painéis de Média Tensão - Operação, Manutenção e Ensaios Eng. Marcelo Paulino Subestações

Leia mais

Manual de Instruções. C o n t r o l a d o r D i f e r e n c i a l para P i s c i n a. Rev. B

Manual de Instruções. C o n t r o l a d o r D i f e r e n c i a l para P i s c i n a. Rev. B Manual de Instruções C o n t r o l a d o r D i f e r e n c i a l para P i s c i n a Rev. B 1. Descrição Índice 1.Descrição... pág 1 2.Dados Técnicos... pág 2 3.Instalação... pág 3 4.Ajuste e Operação...

Leia mais

CENTRO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES GERAÇÃO FUTURA

CENTRO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES GERAÇÃO FUTURA MEMORIAL DESCRITIVO E JUSTIFICATIVO DE CÁLCULO PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS EM MÉDIA TENSÃO 13.8KV CENTRO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES GERAÇÃO FUTURA RUA OSVALDO PRIMO CAXILÉ, S/N ITAPIPOCA - CE 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

BRB Banco de Brasília-DF Agência Vila Buritis REVISÃO DA NOVA AGÊNCIA ( REFERENTE A OES ANTERIOR DE N 070/ 2011 )

BRB Banco de Brasília-DF Agência Vila Buritis REVISÃO DA NOVA AGÊNCIA ( REFERENTE A OES ANTERIOR DE N 070/ 2011 ) Pág. 1 Memorial de Cálculo: Instalações elétricas Cliente: Unidade: Assunto: BRB Banco de Brasília-DF Agência Vila Buritis REVISÃO DA NOVA AGÊNCIA ( REFERENTE A OES ANTERIOR DE N 070/ 2011 ) Código do

Leia mais

VERIFICAÇÃO FINAL DOCUMENTAÇÃO

VERIFICAÇÃO FINAL DOCUMENTAÇÃO VERIFICAÇÃO FINAL DOCUMENTAÇÃO Inspeção visual e documentação............................................................284 Ensaios de campo em instalações...........................................................285

Leia mais

Produtos de Média Tensão. Is-limiter Limitador de corrente extra rápido

Produtos de Média Tensão. Is-limiter Limitador de corrente extra rápido Produtos de Média Tensão Is-limiter Limitador de corrente extra rápido Is-limiter O limitador de corrente extra rápido reduz os custos das instalações resolve problemas de curto-circuito em instalações

Leia mais