ANEXO 1. Em termos mais pormenorizados, podemos referir os dados para o ano 2002, fornecidos gentilmente pelo Instituto Nacional de Estatística.

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1 ANEXO 1 Em termos mais pormenorizados, podemos referir os dados para o ano 2002, fornecidos gentilmente pelo Instituto Nacional de Estatística. 1. Qualificação da população activa portuguesa Gráfico 1. População total segundo o nível de escolaridade 11% 13% Até ao Básico - 3º ciclo Secundário Superior 76% Relativamente à população activa com idades compreendidas entre 25 e 64 anos é possível constatar que: 64,5% da população não tem mais do que 6 anos de escolaridade 13% da população completou apenas o Ensino Básico (9 anos) 11,8% da população completou o Ensino Secundário 10,8% da população completou o Ensino Superior 1.1 População empregada por sector de actividade O objectivo desta secção é o de analisar a forma como se distribuem os indivíduos que trabalham, por sector de actividade, nível de escolaridade e classe etária. (Para que a oferta de ensino LLL seja adaptada à realidade). O gráfico 2 traduz a distribuição da população empregada, por grandes sectores de actividade.

2 Gráfico 2 Distribuição da população empregada por grandes sectores de actividade 0,13 Agricultura, Sivicultura e Pescas 0,55 0,32 Industria, Construção, Energia e Agua Serviços FONTE: Inquérito ao Emprego, INE, 2002 O gráfico 3 apresenta o mesmo tipo de informação a um nível de desagregação mais fino. Gráfico 3 Distribuição da população empregada por sector de actividade 5% 6% 13% Indústria Agr_Pesca 6% 7% 7% 4% Construção Comercio 20% Transportes Financeiro Adm_Publica 20% 12% Educação Saúde Serviços FONTE: Inquérito ao Emprego, INE, 2002 O Quadro 1 que se segue, e o gráfico 4, reflectem o perfil da educação dos trabalhadores nestes sectores da actividade. 2

3 Quadro 1 Distribuição dos indivíduos que trabalham, por nível de escolaridade e sector de actividade Escolaridade Agric. Indústri Construçã Comerci Transporte Financeir Adm. Educaçã Serviço Saúde (em anos) Pesca a o o s o Publica o s ,2 0, ,4 3, ,2 27, , ,9 9 7, ,6 22,5 23,1 12,5 20, , ,6 15, ,3 12,1 13,2 20,8 15 0,3 0 0,7 1 2, ,4 5 2,2 17 0,7 2 1,3 1,7 3,5 11,5 8, ,6 8, ,7 3 1,3 0, ,2 2 0,7 0,1 Total Fonte: INE, Inquérito ao Emprego, 2002 (cálculos próprios) Da análise do quadro acima apresentado é possível retirar as seguintes conclusões: A grande maioria dos indivíduos que trabalham nos sectores da agricultura e pescas, construção e industria, não completaram mais do que 6 anos de escolaridade. Mais de metade dos trabalhadores dos sectores dos transportes, e do comércio e restauração, têm 6 anos de escolaridade ou menos. Nos sectores da saúde e serviços este valor é ligeiramente inferior a 50% da população empregada. A percentagem de indivíduos que têm 12 anos de escolaridade ou mais, atinge valores extremamente baixos nos seguintes sectores: agricultura e pescas (4,5%), construção (8%) e indústria (11%); O sector financeiro é aquele onde existe uma maior percentagem de indivíduos, a trabalhar, com 12 anos ou mais de escolaridade (68%), seguido do sector da educação (com cerca de 57%), administração pública (33%) e saúde (33%); Finalmente, é no sector da educação que existe uma maior percentagem de empregados que detêm um diploma do ensino superior (cerca de 44%). 3

4 Gráfico 4 Trabalhadores com 12 anos de escolaridade ou mais, por sector de actividade % Agr_Pesca Indústria Construção Comercio Transportes Financeiro Adm_Publica Educação Saúde Serviços FONTE: Inquérito ao Emprego, INE,

5 1.2 População empregada por tipo de profissão Estrutura do emprego por situação na profissão Estrutura do Emprego por Profissão (10 3 ) 4º trimestre de 2002 Profissão Valor % Quadros superiores 400,3 7,84 da administração publica, dirigentes e quadros superiores de empresas Especialistas das profissões 352,9 6,91 intelectuais e científicas Tecnicos e profissionais 381,9 7,48 de nível intermédio Pessoal administrativo e similares 507 9,93 Pessoal dos serviços e vendedores 687,1 13,46 Agricultores e trabalhadores 589,7 11,55 qualificados da agricultura e pescas Operários, artífices e 1052,7 20,62 trabalhadores similares Operadores de instalações e máquinas 444,7 8,71 e trabalhadores da montagem Trabalhadores não qualificados 655,5 12,84 Forças Armadas 33,4 0,65 Total 5105,2 100, Qualificação da população empregada por tipo de profissão (cálculos em curso) Qualificação da população empregada por tipo de profissão e classe etária (cálculos em curso) 5

6 2. Dados estatísticos globais sobre formação ao longo da vida A análise que vai ser efectuada neste capítulo tem por base os dados provisórios do Inquérito à Aprendizagem ao Longo da Vida, realizado pelo Instituto Nacional de Estatística em O Anexo 1 apresenta uma breve nota metodológica sobre este inquérito. 2.1 Educação Formal A aprendizagem formal compreende a educação e formação ministrada num sistema de escolas, colégios, universidades e outras instituições de educação e ensino, em que a aprendizagem é organizada, avaliada e certificada sob a responsabilidade de profissionais qualificados, correspondendo à aprendizagem no âmbito do sistema de educação e formação Participação por tipo de ensino, grupo etário e género A primeira ilação que podemos retirar da análise dos resultados do inquérito é a seguinte: dos indivíduos com 15 anos ou mais, apenas 12,4% participou em actividades de aprendizagem formal. Os jovens dos 15 aos 25 anos representam 80% destes estudantes. A participação dos indivíduos com 35 anos ou mais é relativamente baixa, atingindo o valor de 6%. Embora, na globalidade, não se verifique uma grande diferença na participação das mulheres (13%) e dos homens (12%), verifica-se que a presença feminina é maioritária no ensino secundário e superior, como se pode constatar no quadro 2. Quadro 2 População com 15 ou mais anos que, nos últimos 12 meses, participou na aprendizagem formal, por sexo segundo o nível de ensino frequentado Sexo Básico Secundário Superior Total Nº (10 3 ) % Nº (10 3 ) % Nº (10 3 ) % Nº (10 3 ) % Total 210,4 19,4 427,8 39,5 444,5 41, ,6 100,0 Masculino 114,5 22,9 194,0 38,9 190,5 38,2 498,9 100,0 Feminino 95,9 16,4 233,7 40,1 254,0 43,5 583,7 100,0 Fonte: Inquérito à Aprendizagem ao Longo da Vida (2003) - Dados provisórios Características dos estudantes e dos diplomados do ensino superior em 2002 A distribuição dos estudantes que frequentavam o ensino superior, por áreas de educação, é a seguinte: Ciências Sociais, Comercio e Direito: 31% Engenharia, Indústrias Transformadoras e Construção: 18% Formação de Professores e Ciências da Educação: 15% Saúde e Serviço Social: 9,1% Humanidades, Línguas, Letras e Artes: 8,6% Ciências, Matemática e Informática: 7,5% Serviços: 6,7% A distribuição dos diplomados do ensino superior, na classe etária dos anos, por áreas de educação, é muito semelhante aquela verificada relativamente aos indivíduos que frequentavam o ensino superior em 2002, como se pode constatar no que quadro abaixo se apresenta. 6

7 Quadro 3 População com o ensino superior completo, por área de educação e formação Áreas de educação e formação População 15 ou mais anos anos Nº (10 3 ) % Nº (10 3 ) % Formação de Professores e Ciências da Educação 117,0 18,7 96,2 17,7 Humanidades, Línguas, letras e artes 57,1 9,1 47,1 8,7 Humanidades 39,7 6,3 31,6 5,8 Ciências Sociais, Comércio e Direito 197,8 31,6 176,6 32,6 Ciências sociais e do comportamento 54,9 8,8 46,9 8,7 Ciências empresariais 99,2 15,9 91,2 16,8 Direito 36,5 5,8 33,9 6,3 Ciências, Matemática e Informática 41,0 6,6 37,4 6,9 Engenharia, Indústrias Transformadoras e Construção 85,8 13,7 75,8 14,0 Engenharia e técnicas afins 54,0 8,6 49,3 9,1 Arquitectura e construção 27,7 4,4 22,6 4,2 Agricultura, Silvicultura e Pescas 18,9 3,0 16,9 3,1 Saúde e Serviço Social 79,2 12,7 69,3 12,8 Saúde 71,7 11,5 62,5 11,5 Serviços 24,6 3,9 19,1 3,5 Nota: Na codificação das áreas de educação e formação é utilizada a classificação "Fields of Education and Training Manual" Eurostat Fonte: Inquérito à Aprendizagem ao Longo da Vida (2003) - Dados provisórios 2.2. Educação Não-Formal A aprendizagem não-formal abrange a formação que decorre normalmente em estruturas institucionais mais ou menos organizadas, podendo conferir certificação. Contudo, esta certificação não permite a progressão na sucessão hierárquica de níveis de educação e formação. Compreende a frequência de cursos, a participação em seminários, conferências, explicações, lições privadas, acções de formação no âmbito do emprego, cursos de recreio e lazer e toda a outra formação organizada e sustentada que não confere equivalência a níveis de ensino Características dos indivíduos que frequentaram o ensino não-formal em 2002 Apenas 8,7% dos indivíduos inquiridos, com 15 anos ou mais, participaram em, pelo menos uma actividade de aprendizagem não-formal. Destes, mais de 60% participam com o objectivo de melhorar conhecimentos ou competências profissionais (e não por razões pessoais). No entanto, como se pode constatar no gráfico que se segue, a participação entre gerações é significativamente diferente. 7

8 Gráfico 5 Participação em actividades de aprendizagem não-formal, por escalão etário ( %) ,8 13,9 10,3 10 7,2 5 1, ou mais Fonte: Inquérito à Aprendizagem ao Longo da Vida, INE, 2003 Relativamente à análise da participação por níveis de escolaridade, como se pode verificar no gráfico 2, são sobretudo os indivíduos com qualificações superiores que mais participam em actividades de aprendizagem, fora do sistema de ensino tradicional. Gráfico 6 Participação em actividades de aprendizagem não-formal, por nível de escolaridade % ,5 18,1 14 3,3 Ensino Superior Ensino Secundário Ensino Básico Seis anos de escolaridade ou menos Fonte: Inquérito à Aprendizagem ao Longo da Vida, INE, As grandes áreas de formação e educação não-formal O quadro que se segue explicita a participação em actividades de aprendizagem não-formal, por área de educação e formação. 8

9 Quadro 4 População com 15 ou mais anos que, nos últimos 12 meses, frequentou a aprendizagem não-formal, por área de educação e formação segundo o grupo etário Área de educação e formação anos anos 45 anos e mais % % % Humanidades, Línguas, letras e artes 13,0 8,2 15,8 Ciências Sociais, Comércio e Direito 9,4 23,1 20,4 Ciências empresariais 5,9 18,0 14,5 Ciências, Matemática e Informática 22,9 18,4 18,9 Informática 12,7 16,6 17,5 Informática na óptica do utilizador 9,7 13,5 15,7 Engenharia, Indústrias Transformadoras e Construção 7,3 9,4 9,1 Saúde e Serviço Social 5,0 10,4 11,5 Serviços 37,5 18,7 14,2 Fonte: Inquérito à Aprendizagem ao Longo da Vida (2003) - Dados provisórios A apreciação dos dados acima apresentados faz ressaltar a seguinte observação: as actividades de aprendizagem não-formal são mais frequentes na área dos serviços, nomeadamente serviços de transporte, na área da informática, designadamente informática na óptica do utilizador e nas ciências empresariais. Outro registo importante sobre o ensino ao longo da vida, apresentado neste quadro, diz respeito ao escalão etário daqueles que frequentam as actividades de aprendizagem não-formal. Como observações relevantes podem referir-se as seguintes: Existe uma clara tendência das gerações mais jovens em participarem em actividades de aprendizagem na área dos serviços, nomeadamente em actividades relacionadas com condução de veículos motorizados e com o desporto; Na classe etária dos anos são privilegiadas as áreas do saber ligadas às ciências empresariais, informática e serviços; Na população com 45 anos ou mais, predomina a formação nas áreas das ciências empresariais e informática Outras características das actividades de ensino não-formal Como se pode constatar da análise dos quadros 5 e 6, as actividades de aprendizagem não formais, são realizadas, na maioria das vezes, integralmente durante as horas de trabalho remunerado, sendo a sua duração média, 127 horas. No entanto, relativamente às actividades frequentadas por indivíduos com idade acima dos 25 anos, este valor é de 109 horas. 9

10 Quadro 5 Duração da actividade de aprendizagem mais recente em que os indivíduos com 15 ou mais anos participaram, por sexo Unidade: horas Sexo Média Mediana Percentil 15 Percentil 85 Total Masculino Feminino Fonte: Inquérito à Aprendizagem ao Longo da Vida (2003) - Dados provisórios Por último, é de notar que, as actividades de formação realizadas integralmente durante as horas de trabalho têm uma duração inferior à média, e as realizadas por indivíduos que não se encontravam a trabalhar, decorrem durante um período de tempo significativamente superior à média. Quadro 6 População dos 25 aos 64 anos que, nos últimos 12 meses, participou em aprendizagem não formal, por momento da participação e respectiva duração Média de Nº (10 3 ) % horas Total 512, Apenas durante as horas de trabalho remunerado 225,5 44,1 69 A maior parte durante as horas de trabalho remunerado 20,9 4,1 71 A maior parte fora das horas de trabalho remunerado 22,1 4,3 59 Apenas fora das horas de trabalho remunerado 177,2 34,6 82 Não estava a trabalhar na altura 66,3 12,9 345 Fonte: Inquérito à Aprendizagem ao Longo da Vida (2003) - Dados provisórios 10

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