Situação dos migrantes e seus descendentes directos no mercado de trabalho Módulo ad hoc do Inquérito ao Emprego de 2008

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1 6. TEMA EM ANÁLISE Situação dos migrantes e seus descendentes directos no mercado de trabalho Módulo ad hoc do Inquérito ao Emprego de 2008 Graça Magalhães* Instituto Nacional de Estatística 1. Introdução O módulo ad hoc Situação dos migrantes e seus descendentes directos no mercado de trabalho insere-se no programa de módulos ad hoc do Inquérito ao Emprego definido para o período de 2007 a 2009, a realizar no 2º trimestre de cada ano (Regulamento (CE) Nº. 384/2005 e Regulamento (CE) Nº. 102/2007). Tem como principal objectivo suprir a necessidade de dispor de um conjunto de dados harmonizados e comparáveis, ao nível dos países da União Europeia, sobre a situação no mercado de trabalho dos migrantes e seus descendentes directos, procurando identificar os factores que dificultam a integração ou adaptação dos migrantes e respectivos descendentes no mercado de trabalho, de modo a acompanhar os progressos na consecução dos objectivos comuns da Estratégia Europeia para o Emprego e do processo de inclusão social. Em Portugal, a realização do módulo decorreu no 2º trimestre de 2008, conjuntamente com o Inquérito ao Emprego, dirigido aos indivíduos residentes, com idades compreendidas entre os 15 e os 74 anos. Com o objectivo de caracterizar a situação dos migrantes e dos seus descendentes directos no mercado de trabalho, este artigo apresenta uma breve análise dos principais resultados. A leitura dos resultados deve ter subjacente que se tratam de estimativas obtidas a partir de um inquérito realizado por amostragem, sujeitas a margens de erro. 2. Descrição do módulo ad hoc do Inquérito ao Emprego de 2008 Como referido, o grupo alvo do módulo foi a população residente, com idades compreendidas entre os 15 e os 74 anos de idade. Contudo, face à especificidade do módulo, algumas variáveis foram apenas observadas para subconjuntos deste grupo alvo, apresentando-se de seguida a listagem das variáveis e respectivos subconjuntos: a) Ano de aquisição da portuguesa, dirigida aos indivíduos dos 15 aos 74 anos, residentes e de portuguesa. Permite distinguir os indivíduos com portuguesa por nascimento ou por aquisição. b) País de nascimento do pai, dirigida aos indivíduos dos 15 aos 74 anos, residentes e de portuguesa. Permite a classificação dos descendentes de migrantes (pai nascido no estrangeiro). c) País de nascimento da mãe, dirigida aos indivíduos dos 15 aos 74 anos, residentes e de portuguesa. Permite a classificação dos descendentes de migrantes (mãe nascida no estrangeiro). d) Número total de anos de residência, dirigida aos indivíduos dos 15 aos 74 anos de idade, residentes e nascidos no estrangeiro. e) Principal razão para a (última) migração 1, dirigida aos indivíduos dos 15 aos 74 anos de idade, residentes, nascidos no estrangeiro e que entraram com 15 ou mais anos de idade. f) Duração da actual autorização de residência, permanência ou visto 2, dirigida aos indivíduos dos 15 aos 74 anos de idade, residentes e de estrangeira (resposta não obrigatória). g) Razão porque a actual autorização de residência, permanência ou visto dificulta o acesso legal ao mercado de trabalho 3, dirigida aos indivíduos dos 15 aos 74 anos de idade, residentes e de estrangeira (resposta não obrigatória). h) Solicitação do reconhecimento ou equivalência de habilitações, dirigida aos indivíduos dos 15 aos 74 anos de idade, residentes, nascidos no estrangeiro e activos. Permite analisar se a população migrante aqui abrangida procurou, ou não, obter equivalência das qualificações no nosso país de acolhimento. i) Necessidade de melhorar os conhecimentos de língua portuguesa para obter um emprego que * As opiniões expressas no Tema em Análise são da inteira responsabilidade dos autores e não coincidem necessariamente com a posição do Instituto Nacional de Estatística. 1 Face ao reduzido número de observações em algumas categorias desta variável, a sua análise não foi incluída neste artigo. 2 Idem. 3 Idem. 53

2 considere adequado, dirigida aos indivíduos dos 15 aos 74 anos de idade, residentes, nascidos no estrangeiro e activos. Permite analisar se a população migrante aqui abrangida considera as possíveis dificuldades linguísticas como obstáculos à obtenção emprego, ou de emprego adequado às suas habilitações. j) Principal ajuda recebida para encontrar o actual emprego ou para ter criado uma empresa própria, dirigida aos indivíduos dos 15 aos 74 anos de idade, residentes e empregados. k) Tipo de serviço ou instituição utilizada para uma melhor integração no mercado de trabalho, nos dois anos posteriores à última chegada a Portugal 4, dirigida aos indivíduos dos 15 aos 74 anos de idade, residentes, nascidos fora de Portugal e que entraram no País com 15 ou mais anos de idade. A partir da conjugação das variáveis País de nascimento do inquirido, País de nascimento do pai e País de nascimento da mãe foram traçados três perfis de indivíduos relativamente ao seu, possibilitando uma análise comparativa: indivíduos nascidos e cujos pais nasceram ambos. (por serem eles próprios imigrantes ou filhos de imigrantes e considerando que seriam imigrantes os indivíduos nascidos fora de Portugal, independentemente da respectiva ): - Indivíduos nascidos mas com pelo menos um dos pais (pai, mãe ou ambos) nascido fora de Portugal. - Indivíduos nascidos fora de Portugal. 3. Análise de alguns resultados do módulo ad hoc do Inquérito ao Emprego de 2008 De acordo com os resultados (Quadro 1) 5, do total de indivíduos residentes, dos 15 aos 74 anos de idade, estimado no 2º trimestre de 2008 (8 138,5 milhares), cerca de 9,5 tinham, fosse pelo facto de terem nascido fora de Portugal (7,9), fosse pelo facto de serem descendentes de imigrantes (1,6). Quadro 1. Indivíduos dos 15 aos 74 anos segundo o tipo de, por sexo Homens Mulheres * 8 138, , , , , ,7 134,2 70,8 63,4 Indivíduos nascidos fora de Portugal 642,0 308,0 334,0 100,0 100,0 100,0 90,5 90,5 90,4 1,6 1,8 1,5 Indivíduos nascidos fora de Portugal 7,9 7,7 8,0 Nota: * O total não corresponde à soma das parcelas, devido à existência de respostas não classificáveis. No que se refere às idades consideraram-se os seguintes grupos etários: 15 a 24 anos, 25 a 39 anos, 40 a 54 anos e 55 a 74 anos. Os resultados (Quadro 2) permitiram observar que os indivíduos com apresentavam uma distribuição etária mais jovem, isto é, com percentagens superiores nos grupos etários abaixo dos 40 anos e, por contraste, inferiores nos grupos etários acima dos 39 anos, comparativamente com os indivíduos sem. Contudo, entre os indivíduos com podem assinalar-se algumas disparidades: o grupo dos indivíduos nascidos mas com pelo menos um dos pais (pai, mãe ou ambos) nascido fora de Portugal apresentava percentagens mais elevadas nos grupos etários mais jovens, destacando-se o grupo etário dos 15 aos 24 anos de idade (44,1), o que estará decerto relacionado com o facto de pertencerem a uma segunda geração de imigrantes; o grupo dos indivíduos nascidos fora de Portugal, independentemente do país de nascimento dos seus pais, apresentava uma menor percentagem de jovens dos 15 aos 24 anos (14,2), sendo o grupo etário dos 25 aos 34 anos o que tinha maior representação (51,0), valores claramente influenciados pela tendência predominante de indivíduos em idade activa nos fluxos s. 4 Idem. 5 Algumas estimativas apresentadas nos Quadros 1 a 9 deste artigo têm erros de amostragem (coeficientes de variação) associados superiores a 20 (assinalados com o símbolo ), pelo que devem ser objecto de uma análise cuidada. No anexo, apresentam-se os coeficientes de variação associados a todas as estimativas apresentadas nos quadros referidos. 54

3 Quadro 2. Indivíduos dos 15 aos 74 anos de idade segundo o tipo de, por grupo etário * 8 138, , , , , , , , , ,9 134,2 59,2 42,6 16,6 15,8 Indivíduos nascidos fora de Portugal 642,0 91,2 327,1 164,5 59,2 100,0 15,0 29,8 27,5 27,6 100,0 14,6 27,9 28,0 29,5 100,0 44,1 31,7 12,4 11,8 Indivíduos nascidos fora de Portugal 100,0 14,2 51,0 25,6 9,2 Nota: * O total não corresponde à soma das parcelas, devido à existência de respostas não classificáveis. Relativamente à, consideraram-se as categorias: Portuguesa e Outra (não Portuguesa). Face aos resultados do módulo (Quadro 3), verificou-se que do total de indivíduos dos 15 aos 74 anos de idade residentes apenas 4,0 teriam estrangeira, representando 41,4 nos indivíduos com. Quadro 3. Indivíduos dos 15 aos 74 anos de idade segundo o tipo de, por Portuguesa Outra * 8 138, ,6 325, , ,4 3,5 134,2 131,4 2,8 Indivíduos nascidos fora de Portugal 642,0 323,3 318,7 100,0 96,0 4,0 100,0 100,0 o 100,0 97,9 2,1 Indivíduos nascidos fora de Portugal 100,0 50,4 49,6 Nota: * O total não corresponde à soma das parcelas, devido à existência de respostas não classificáveis. No grupo de indivíduos nascidos, mas com pai, mãe ou ambos nascidos fora de Portugal, cerca de 98 eram de portuguesa, enquanto que no grupo dos que nasceram fora de Portugal se observou uma distribuição mais equilibrada entre a portuguesa (50,4) e outra (49,6). Em média, os indivíduos dos 15 aos 74 anos de idade e nascidos no estrangeiro residiam há 18,7 anos (26,6 anos no caso dos indivíduos com Portuguesa e 10,7 anos no caso dos indivíduos com estrangeira). No que reporta ao tipo de aquisição de (Quadro 4), verificou-se que entre os indivíduos com portuguesa, independentemente do país de nascimento ou do seu, 1,6 tinham a portuguesa por aquisição (1,5 tinham nascido fora de Portugal) e 98,4 por nascimento (95,8 tinham nascido ). Quadro 4. Indivíduos dos 15 aos 74 anos de idade e de Portuguesa segundo o tipo de aquisição de, por país de nascimento (Portugal ou outro país) Tipo de aquisição de País de nascimento Milhares de indivíduos 7 813,6 100,0 Portugal 7 490,2 95,9 Outro país 323,3 4,1 121,5 1,6 Aquisição de Portugal 2,6 o Outro país 118,9 1,5 Nacionalidade 7 692,0 98,4 Portuguesa por Portugal 7 487,5 95,8 nascimento Outro país 204,4 2,6 NS/NR 0,1 o Face ao objectivo de caracterizar a situação dos migrantes e dos seus descendentes directos no mercado de trabalho, considerou-se importante analisar comparativamente os resultados referentes à condição perante o trabalho assim como à profissão principal. Relativamente à condição perante o trabalho foram consideradas as seguintes categorias: Empregado, Desempregado, Estudante e Outra (incluindo as outras situações na inactividade). De acordo com os resultados (Quadro 5), do total de indivíduos dos 15 aos 74 anos de idade residentes em Portugal 63,0 estavam empregados, 5,0 desempregados, 9,2 eram estudantes e 22,7 eram outros inactivos. Valores muito próximos dos que se verificaram para os indivíduos sem (62,4, 4,8, 8,9 e 23,9, respectivamente). Já entre os indivíduos com 68,8 estavam empregados, 7,2 desempregados, 13,0 eram estudantes (em todas estas categorias o valor é superior aos indivíduos sem ) e 11,0 eram outros inactivos. Esta repartição está relacionada com a estrutura etária de cada um dos grupos analisados, sendo que a uma maior proporção de indivíduos de idades mais elevadas no grupo sem se pode relacionar um valor mais elevado de inactivos (sobretudo reformados), em comparação com uma estrutura etária mais jovem no grupo com associada a uma maior proporção de activos e estudantes. Entre os indivíduos com já nascidos, a percentagem de empregados era mais reduzida (50,3) e a percentagem de estudantes 55

4 mais elevada (30,3), comparativamente com os indivíduos com nascidos fora de Portugal (em que as percentagens eram de 72,7 e 9,3, respectivamente para empregados e estudantes), destacando-se uma vez mais a influência da estrutura etária dos grupos em análise. Quadro 5. Indivíduos dos 15 aos 74 anos de idade segundo o tipo de, por condição perante o trabalho Empregado Desempregado Estudante Outra * 8 138, ,5 409,9 752, , , ,1 353,9 652, ,7 134,2 67,6 11,7 40,6 14,3 Indivíduos nascidos fora de Portugal 642,0 466,6 44,1 59,9 71,3 100,0 63,0 5,0 9,2 22,7 100,0 62,4 4,8 8,9 23,9 100,0 50,3 8,7 30,3 10,7 Indivíduos nascidos fora de Portugal 100,0 72,7 6,9 9,3 11,1 Nota: * O total não corresponde à soma das parcelas, devido à existência de respostas não classificáveis. Em termos de profissão a um dígito (de acordo com a Classificação Nacional de Profissões de 1994, CNP), os resultados (Quadro 6) 6 sugerem que a maior percentagem de indivíduos dos 15 aos 74 anos, residentes e empregados eram Operários, artífices e trabalhadores similares (20,1), seguindo-se, em termos de importância relativa, o Pessoal dos serviços e vendedores (15,4). Apesar de uma distribuição com características idênticas, uma análise comparativa entre os indivíduos sem e com por profissão actual revelou algumas diferenças: os indivíduos com apresentaram valores percentuais mais elevados nas profissões Especialistas das profissões intelectuais e científicas (8,6 e 12,9, para indivíduos sem e com, respectivamente), nas profissões Pessoal dos serviços e vendedores (14,9 e 19,6, para indivíduos sem e com, respectivamente) e Trabalhadores não qualificados (12,9 e 16,4, para indivíduos sem e com, respectivamente). De referir a situação oposta nas profissões Agricultores e trabalhadores qualificados da agricultura e pescas, onde os valores foram de 10,4 e 1,7 para indivíduos sem e com, respectivamente. Quadro 6. Indivíduos dos 15 aos 74 anos de idade e empregados segundo a profissão actual (CNP-94), por tipo de (sem ou com ) * 5 130, ,1 534,2 Quadros superiores da administração pública, dirigentes e quadros superiores de empresa 301,0 276,1 24,9 Especialistas das profissões intelectuais e científicas 465,1 396,0 69,1 Técnicos e profissionais de nível intermédio 480,9 430,5 50,4 Pessoal administrativo e similares 471,2 422,9 48,2 Pessoal dos serviços e vendedores 790,8 686,2 104,6 Agricultores e trabalhadores qualificados da agricultura e pescas 488,0 479,1 8,9 Operários, artífices e trabalhadores similares 1 031,2 926,7 104,3 Operadores da instalações e máquinas e trabalhadores da 390,8 358,0 32,8 montagem Trabalhadores não qualificados 678,9 591,4 87,5 Forças Armadas 32,6 29,2 3,4 100,0 100,0 100,0 Quadros superiores da administração pública, dirigentes e 5,9 6,0 4,7 quadros superiores de empresa Especialistas das profissões intelectuais e científicas 9,1 8,6 12,9 Técnicos e profissionais de nível intermédio 9,4 9,4 9,4 Pessoal administrativo e similares 9,2 9,2 9,0 Pessoal dos serviços e vendedores 15,4 14,9 19,6 Agricultores e trabalhadores qualificados da agricultura e pescas 9,5 10,4 1,7 Operários, artífices e trabalhadores similares 20,1 20,2 19,5 Operadores da instalações e máquinas e trabalhadores da 7,6 7,8 6,1 montagem Trabalhadores não qualificados 13,2 12,9 16,4 Forças Armadas 0,6 0,6 0,6 Nota: * O total não corresponde à soma das parcelas, devido à existência de respostas não classificáveis. Relativamente à Principal ajuda recebida para encontrar o actual emprego ou para ter criado uma empresa própria (Quadro 7) 7, a maioria dos indivíduos dos 15 aos 74 anos de idade, residentes e empregados (57,5) respondeu não ter recorrido a nenhuma ajuda para encontrar o actual emprego, seguindo-se, em termos de importância relativa, os que responderam ter tido a ajuda de familiares e amigos (33,8). Situação idêntica à que se observou para os indivíduos sem (58,9 e 32,2, respectivamente) e diversa para os indivíduos com, onde a maior percentagem se observou nos que referiram ter recebido ajuda de familiares e amigos para encontrar o actual emprego (47,5), seguindo-se Nenhuma ajuda (45,0). 6 Face aos valores pouco expressivos observados em algumas categorias, optou-se neste quadro por agrupar os indivíduos, relativamente ao, apenas em duas categorias (sem e com ). 7 Ver nota anterior. 56

5 Quadro 7. : Indivíduos dos 15 aos 74 anos de idade e empregados segundo a principal ajuda recebida para encontrar o actual emprego ou para ter criado uma empresa própria, por tipo de (sem ou com ) * 5 130, ,1 534,2 Familiares e amigos 1 731, ,7 253,7 Centro de emprego 135,9 125,6 10,4 Agência de emprego privada 59,7 49,7 10,0 Outra 250,9 231,4 19,5 Nenhuma ajuda 2 948, ,1 240,4 NS/NR 3,9 3,6 0,3 100,0 100,0 100,0 Familiares e amigos 33,8 32,2 47,5 Centro de emprego 2,6 2,7 1,9 Agência de emprego privada 1,2 1,1 1,9 Outra 4,9 5,0 3,6 Nenhuma ajuda 57,5 58,9 45,0 NS/NR 0,1 0,1 0,1 Nota: * O total não corresponde à soma das parcelas, devido à existência de respostas não classificáveis. A falta de reconhecimento das qualificações no país de acolhimento e/ou as dificuldades linguísticas podem ser consideradas como obstáculos dos imigrantes à obtenção emprego, ou de emprego adequado às suas habilitações. Contudo, entre os indivíduos dos 15 aos 74 anos de idade, residentes, nascidos no estrangeiro e activos, verificou-se que a maioria refere não ter solicitado equivalência (Quadro 8) 8, fosse pelo facto de as habilitações terem sido obtidas (35,2), por não considerarem necessário (59,1) ou por outros motivos (25,0). Por outro lado, uma larga maioria (88,1) refere não necessitar de melhorar os conhecimentos de língua portuguesa para obter um emprego que considere adequado (Quadro 9) 9. Quadro 8. Indivíduos dos 15 aos 74 anos de idade, nascidos no estrangeiro e activos, segundo a solicitação de reconhecimento ou equivalência das habilitações obtidas no estrangeiro Milhares de indivíduos 519,3 100,0 Completou o processo e obteve equivalência 69,9 13,5 Ainda não completou o processo ou não obteve equivalência 12,2 2,4 Não é necessário, habilitações obtidas 182,9 35,2 Não é necessário, por motivo diferente do anterior 124,0 23,9 Não, por outros motivos 129,7 25,0 NS/NR 0,5 0,1 8 Foram considerados os indivíduos nascidos no estrangeiro e que, na semana de referência, trabalharam ou tinham um emprego ou procuraram emprego ou, não tendo procurado emprego, estavam em situação de espera a diligências realizadas ou, não tendo procurado emprego nem estado em situação de espera a diligências realizadas, pretendiam um emprego. 9 Idem. 4. Resumo Quadro 9. Indivíduos dos 15 aos 74 anos de idade, nascidos no estrangeiro e activos, segundo a necessidade de melhorar os conhecimentos de língua portuguesa para obter um emprego que considere adequado Milhares de indivíduos 519,3 100,0 Sim 61,1 11,8 Não 457,6 88,1 NS/NR 0,6 0,1 Em síntese, e de acordo a análise efectuada, residiam em Portugal, no 2º trimestre de 2008, 8 138,5 milhares de indivíduos com idades compreendidas entre os 15 e os 74 anos de idade, dos quais 9,5 tinham algum, fosse por terem nascido fora de Portugal, fosse por, embora tendo nascido, pelo menos um dos seus progenitores ter nascido fora de Portugal. Este grupo de indivíduos apresentava uma distribuição etária com valores percentuais mais elevados nos grupos etários mais baixos, por oposição ao que se verificou no grupo de indivíduos sem, havendo ainda a assinalar uma maior proporção de jovens dos 15 aos 24 anos de idade no grupo dos indivíduos nascidos mas com pelo menos um dos pais nascido fora de Portugal, associada ao facto de pertencerem a uma segunda geração de imigrantes. A percentagem de indivíduos com que estavam empregados (68,8) era superior à de indivíduos sem (62,4), a par com uma percentagem também mais elevada de desempregados (7,2 e 4,8, respectivamente nos indivíduos com e sem ). Relativamente às profissões actuais, os indivíduos com apresentavam valores percentuais mais elevados em profissões como Pessoal dos serviços e vendedores, Trabalhadores não qualificados e, com expressão mais reduzida, em Especialistas das profissões intelectuais e científicas, em simultâneo com valores comparativamente mais baixos na profissão Agricultores e trabalhadores qualificados da agricultura e pescas. A proporção dos que referem ter recebido ajuda de familiares e amigos para encontrar o actual emprego ou para ter criado uma empresa própria era superior no caso dos indivíduos com, comparativamente com os indivíduos sem. Ainda que a falta de reconhecimento das qualificações no país de acolhimento e/ou as dificuldades linguísticas possam ser consideradas como obstáculos dos imigrantes à obtenção emprego, ou de emprego adequado às suas habilitações, entre os indivíduos dos 15 aos 74 anos de idade, residentes, nascidos no estrangeiro e activos, verificou-se que a maioria refere não ter solicitado equivalência de habilitações (maioritariamente por não considerar necessário) assim como refere não necessitar 57

6 de melhorar os conhecimentos de língua portuguesa para obter um emprego que considere adequado. 5. Anexo Coeficientes de variação associados às estimativas apresentadas nos Quadros 1a 9. Quadro 5. Indivíduos dos 15 aos 74 anos de idade segundo o tipo de, por condição perante o trabalho Empregado Desempregado Estudante Coeficientes de variação () Outra - 0,5 3,4 1,7 1,2 0,4 0,7 3,5 1,9 1,2 7,2 10,1 20,9 11,0 16,1 Indivíduos nascidos fora de Portugal 4,1 4,6 12,3 9,3 8,1 Quadro 1. Indivíduos dos 15 aos 74 anos segundo o tipo de, por sexo Homens Mulheres Coeficientes de variação () ,4 0,5 0,5 7,2 9,0 8,7 Indivíduos nascidos fora de Portugal 4,1 4,8 4,5 Quadro 2. Indivíduos dos 15 aos 74 anos de idade segundo o tipo de, por grupo etário Coeficientes de variação () ,4 0,8 0,9 0,5 0,3 7,2 10,1 12,0 17,6 15,7 Indivíduos nascidos fora de Portugal 4,1 7,0 5,6 5,6 8,7 Quadro 6. Indivíduos dos 15 aos 74 anos de idade e empregados segundo a profissão actual (CNP-94), por tipo de (sem ou com ) Coeficientes de variação () 0,5 0,7 4,4 Quadros superiores da administração pública, dirigentes e 4,2 4,4 14,0 quadros superiores de empresa Especialistas das profissões intelectuais e científicas 4,0 4,2 9,5 Técnicos e profissionais de nível intermédio 3,9 4,2 10,6 Pessoal administrativo e similares 3,2 3,4 10,6 Pessoal dos serviços e vendedores 2,4 2,6 7,4 Agricultores e trabalhadores qualificados da agricultura e pescas 4,2 4,2 20,4 Operários, artífices e trabalhadores similares 2,2 2,4 7,8 Operadores da instalações e máquinas e trabalhadores da 3,9 4,0 13,9 montagem Trabalhadores não qualificados 2,7 2,8 9,2 Forças Armadas 13,5 13,6 41,5 Quadro 3. Indivíduos dos 15 aos 74 anos de idade segundo o tipo de, por Portuguesa Outra Coeficientes de variação () - 0,3 6,3 0,4 0,4 41,4 7,2 7,1 36,3 Indivíduos nascidos fora de Portugal 4,1 4,9 6,4 Quadro 4. Indivíduos dos 15 aos 74 anos de idade e de Portuguesa segundo o tipo de aquisição de, por país de nascimento (Portugal ou outro país) Tipo de aquisição de País de nascimento Coeficientes de variação () Quadro 7. : Indivíduos dos 15 aos 74 anos de idade e empregados segundo a principal ajuda recebida para encontrar o actual emprego ou para ter criado uma empresa própria, por tipo de (sem ou com ) Coeficientes de variação () 0,5 0,7 4,4 Familiares e amigos 2,5 2,8 6,5 Centro de emprego 6,4 6,8 24,4 Agência de emprego privada 11,2 12,2 24,4 Outra 6,5 6,8 19,7 Nenhuma ajuda 1,7 1,7 5,6 NS/NR 31,5 33,1 101,1 0,3 Portugal 0,4 Outro país 4,9 7,9 Aquisição de Portugal 43,1 Outro país 7,9 Nacionalidade 0,3 Portuguesa por Portugal 0,4 nascimento Outro país 6,0 NS/NR 106,8 58

7 Quadro 8. Indivíduos dos 15 aos 74 anos de idade, nascidos no estrangeiro e activos, segundo a solicitação de reconhecimento ou equivalência das habilitações obtidas no estrangeiro Coeficientes de variação () 4,5 Completou o processo e obteve equivalência 8,8 Ainda não completou o processo ou não obteve equivalência 19,5 Não é necessário, habilitações obtidas em Portugal 6,2 Não é necessário, por motivo diferente do anterior 9,6 Não, por outros motivos 9,9 NS/NR 85,2 Quadro 9. Indivíduos dos 15 aos 74 anos de idade, nascidos no estrangeiro e activos, segundo a necessidade de melhorar os conhecimentos de língua portuguesa para obter um emprego que considere adequado Coeficientes de variação () 4,5 Sim 14,1 Não 4,4 NS/NR 69,9 59

ANEXO 1. Em termos mais pormenorizados, podemos referir os dados para o ano 2002, fornecidos gentilmente pelo Instituto Nacional de Estatística.

ANEXO 1. Em termos mais pormenorizados, podemos referir os dados para o ano 2002, fornecidos gentilmente pelo Instituto Nacional de Estatística. ANEXO 1 Em termos mais pormenorizados, podemos referir os dados para o ano 2002, fornecidos gentilmente pelo Instituto Nacional de Estatística. 1. Qualificação da população activa portuguesa Gráfico 1.

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