Geografia. Textos complementares: União Europeia Bulgária e Romênia são integradas à comunidade. Ficha 2 3 os anos Silvia ago/09.

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1 Geografia Ficha 2 3 os anos Silvia ago/09 Nome: Nº: Turma: Queridos alunos, bom retorno. Segue um conjunto de atividades que têm por objetivo encaminhar as discussões iniciadas em nossas aulas do segundo bimestre. Para relembrar: estávamos discutindo a relevância atual do comércio exterior para os países do mundo e em especial para o Brasil. Seguindo esse caminho, vamos revisar um tema já trabalhado por vocês no Ensino Fundamental: a formação e os objetivos dos principais blocos econômicos existentes. Para que este trabalho tenha sucesso, segue um conjunto de textos complementares e atividades que vocês deverão consultar e resolver para podermos avançar nas discussões em nossas aulas em agosto. Vocês também encontrarão inúmeras informações sobre o tema nos seguintes capítulos do livro: 15; 21: a partir da página 378; 22: a partir da página 396; 23: a partir da página 404. Vocês poderão encaminhar dúvidas até segunda-feira (10/08), às 10 h, para o Por favor, no , não deixe de explicitar no assunto seu nome e série, bem como o número da ficha e a questão à qual sua dúvida se refere. Textos complementares: União Europeia Bulgária e Romênia são integradas à comunidade Cláudio Mendonça* O Parlamento Europeu em Estrasburgo (França).

2 Quando, há 50 anos, seis países assinaram o Tratado de Roma, a Europa deu o primeiro passo de integração econômica e social. Em 1957, foi criada a Comunidade Econômica Europeia (CEE), considerada por muitos como um ato excêntrico. Por longo tempo, a CEE funcionou como um Mercado Comum, estabelecendo a livre concorrência através da livre circulação de mercadorias e da aplicação das mesmas tarifas externas com os não-integrantes da comunidade. O livre trânsito de pessoas só foi possível em 1985 e apenas entre alguns países do bloco. Neste ano foi firmado o Acordo de Schengen entre Luxemburgo, Países Baixos, Bélgica, Alemanha e França, que eliminou as restrições para a circulação de pessoas, o que não implicava permissões para trabalho ou para o estabelecimento de residência. Foi criado então o visto de Schengen, ampliado e usado até hoje inclusive por países não integrantes da União Europeia, como a Noruega, Islândia e Suíça, mas não aceito pela Irlanda e Reino Unido. Esses dois últimos países, em relação às clausulas do acordo, mantêm hoje apenas a participação na cooperação policial e judicial e no sistema de informação criminal europeu. A formação da União Europeia e o tamanho do bloco A União Europeia (UE) foi criada oficialmente em 1992 através do Tratado de Maastricht, que substituiu o Tratado de Roma. Contava apenas com 12 países: Alemanha, França, Itália, Bélgica, Países Baixos, Luxemburgo, Reino Unido, Irlanda, Dinamarca, Grécia, Portugal e Espanha. Em 1995, recebeu a adesão da Áustria, Suécia e Finlândia. Criação do Euro Em 1999, novo avanço rumo à integração econômica. O euro foi introduzido como moeda para transações financeiras e comerciais em 11 países e, desde 2002, tem sido utilizado como moeda corrente. Em 2007, 13 países mantêm relações mais complexas no interior da UE, conhecida como Zona do Euro (União Monetária). 2

3 Em 2004, o bloco avançou sobre o Leste Europeu com a adesão de mais dez países, cuja maioria esteve vinculada ao mundo socialista até o final da década de 1980: Estônia, Letônia, Lituânia, Polônia, República Tcheca, Eslováquia, Hungria, Eslovênia, Chipre e Malta. Em 2007, 50 anos após a assinatura do Tratado de Roma, Bulgária e Romênia entraram na UE, ao mesmo tempo que a Eslovênia passou a integrar a Zona do Euro. Agora, com 27 países e 480 milhões de pessoas, a UE forma o maior mercado consumidor do mundo. Forma, também, o maior PIB, com a soma de cerca de US$ 14 trilhões ou 10,8 trilhões de euros, e representa 20% do volume do comércio mundial. Perspectivas em curto prazo Os dois novos membros, agora os mais pobres da UE, esperam a chegada de investimentos e apoio do bloco para dinamizarem a sua economia. Os salários abaixo do padrão da UE serão atrativos às empresas europeias. Até 2013, serão destinados à Romênia e à Bulgária 44,5 bilhões de euros da UE para que possam ampliar e melhorar a infraestrutura e o setor agrícola, desenvolver projetos de proteção ao meio ambiente, investir em educação e segurança, entre outros. Porém, líderes búlgaros e romenos não esperam grandes avanços num primeiro momento. A abertura para o livre trânsito de mercadorias, a competição aberta, comprometerá a sobrevivência de diversas empresas e o consequente desemprego. Indústrias alimentícias sofrerão barreiras sanitárias por não cumprirem as regras estabelecidas pela UE. Ainda aguardam na fila de novas adesões a Croácia, a Macedônia e a Turquia. A Turquia fez seu pedido em 1999, mas a maioria dos países europeus reluta em aceitá-la como membro. Diversos são os argumentos, o desrespeito aos direitos humanos, ao fato questionável de o país ser verdadeiramente europeu e, principalmente, a razão de ser um país muçulmano. *Cláudio Mendonça é professor do Colégio Stockler e autor de "Geografia Geral e do Brasil" (Ensino Médio) e "Território e Sociedade no Mundo Globalizado" (Ensino Médio). Dossiê as dimensões do fenômeno muçulmano na frança O número de 5 milhões de muçulmanos na França é oficial, fornecida pelo poder público, representado pelo Ministro do Interior, Sarkozy. Mas no período , a cifra aumentou para 6 milhões, mesmo que diversos sociólogos do Islã não estejam convencidos. Qual é a estatística que melhor corresponde à realidade? Uma tentativa foi feita por Alain Boyer, no livro Islam en France, de Segundo o autor, os muçulmanos eram então 4,16 milhões. Qual é o método de Boyer? O autor se baseou nos dados fornecidos pelos países de origem, somando o número daqueles que pediram asilo político, os clandestinos e os convertidos. 3

4 Divisão da população segundo o censo de 1990 População total Residentes estrangeiros Argelinos Pessoas consideradas de religião muçulmana Marroquinos Tunisianos Turcos Fonte: Alain Boyer Islam en France, O Islã é, no entanto, pelo número dos seus seguidores, a segunda grande religião da França. Mas como avaliar o número de pessoas de confissão muçulmana e como determinar suas características demográficas e socioeconômicas? É difícil poder dar uma resposta satisfatória para as diversas regiões, porque a variável religiosa não é muito considerada fora dos períodos de tensão político-religiosa e é geralmente pouco pertinente para os estudos demográficos. Uma razão importante deriva da ordem institucional: o Estado francês, através do seu organismo estatístico (Insee), é o único habilitado a calcular o número das populações residentes na França por meio de censos, e já que o Estado francês é leigo e universalista, não considerada as características étnico-religiosas dos cidadãos como pertinentes. A Constituição diz abertamente que nenhuma distinção de raça, de origem ou de religião deve ser realizada entre os cidadãos franceses, e é apoiada por um código de cidadania que permite a um grande número de estrangeiros de se tornar cidadão francês em condições não muito restritivas. Essas concessões igualitárias, herança da declaração dos direitos do homem, estão na base daquilo que se chama o modelo francês de integração. Por esse motivo, nenhum dos sete censos efetuados nos últimos 50 anos, o último de 1999, inseriu perguntas sobre questões étnicas ou sobre convicções religiosas. É preciso retornar a 1872 para encontrar tais perguntas em um censo francês. Uma segunda razão deriva dos métodos estatísticos e sociológicos usados para descrever ou identificar os indivíduos de uma população. São métodos que se baseiam em critérios geográficos (local de nascimento de um indivíduo, por exemplo) ou jurídicos (a nacionalidade atual ou passada do indivíduo ou de um de seus pais). População que poderia ser muçulmana de acordo com a filiação, a origem e o número de gerações (em mil). Contribuição de cada origem para cada grupo de idade (%). Segundo este método, os estrangeiros e os imigrantes são inseridos nos censos franceses por sua nacionalidade ou pelo seu país de nascimento. A tradição estatística francesa, em matéria de população, foi construída eliminando todas as referências étnicas e religiosas. Como consequência, para se fazer um censo que leve em consideração as variáveis étnico-religiosas, é preciso fazer uma catalogação arbitrária das pessoas no censo. Nasce imediatamente um problema: por muçulmano se entende a fé religiosa ou a referência de origem? No primeiro caso, as pessoas provenientes dos países muçulmanos podem ser praticantes ou não. Podem abraçar a referência religiosa. E outros, 4

5 ainda, são ateus. Como se vê, o problema é difícil, a não ser que se escolha um sistema que adote uma simplificação, que considere muçulmana toda pessoa nascida em uma família ou em um país muçulmano. Um fato independente da vontade e da convicção das pessoas. Das tabelas, resultam 3,5 milhões de pessoas que poderiam ser consideradas muçulmanas (de fé ou de cultura). Nesta estatística, não foram considerados os sans papiers ou imigrantes clandestinos, originários dos países muçulmanos e os franceses convertidos ao Islã. Blocos econômicos Como funcionam o Nafta, o Mercosul e a UE Cláudio Mendonça* O poder econômico mundial se encontra dividido em vários polos. Os principais são Estados Unidos, Japão e União Europeia. Aí se encontram os oito países responsáveis pelas principais decisões econômicas mundiais: o G-8 (Grupo dos Oito). Inicialmente chamado de G-7, este grupo, que reúne os países mais ricos do mundo (Estados Unidos, Canadá, Japão, Alemanha, França, Grã-Bretanha e Itália), produz sozinho mais da metade de toda a riqueza e é responsável pelas principais deliberações sobre a política econômica e monetária internacional. No final dos anos 1990, o G-7 integrou a Rússia (G-8), e este país passou a participar das principais decisões econômicas mundiais. Importante lembrar que a China, apesar de sua importância econômica, não faz parte desse grupo de países. A globalização se consolidou com a abertura comercial e a livre circulação de capitais e serviços em escala mundial. As disputas acirradas no âmbito do mercado global, entre empresas e países, favoreceram a formação de blocos econômicos regionais. Através destes blocos formam-se alianças econômicas numa "guerra" de mercado, em que os parceiros estabelecem relações econômicas privilegiadas. Veja quais são os principais blocos mundiais que já existiram ou ainda existem: 5

6 Origem do processo A formação de blocos econômicos regionais em modalidades semelhantes às existentes no mundo atual ocorreu, pela primeira vez, próximo ao final da 2ª Guerra Mundial, com a criação do Benelux (Bélgica, Holanda e Luxemburgo). Após a guerra, a ideia de integração econômica baseada em uma economia supranacional começou a ganhar força na Europa Ocidental. Diante da perspectiva de concorrer com os Estados Unidos, fazer frente ao crescimento da União Soviética e reduzir o risco de os nacionalismos provocarem novos conflitos, os países europeus firmaram uma série de acordos com o objetivo de unir o continente, reestruturar, fortalecer e garantir a competitividade de suas economias. Posteriormente, a experiência europeia foi estendida a outros continentes e foram desenvolvidas várias iniciativas de integração regional. Entretanto, a única que teve permanência e consistência em suas ações foi a Comunidade Econômica Europeia (CEE), transformada em 1992 em União Europeia (UE). Modalidades de integração regional Os blocos econômicos existentes no mundo são classificados a partir dos acordos estabelecidos entre eles, podendo ser agrupados em: Zona de preferência tarifária - é o processo mais simples de integração em que os países pertencentes ao bloco gozam de tarifas mais baixas do que as tarifas aplicadas a outros que não possuem acordo preferencial. É o caso da ALADI (Associação Latino-Americana de Integração). Zona de livre comércio - reúne os países através de acordos comerciais que visam exclusivamente à redução ou eliminação de tarifas aduaneiras entre os países-membros do bloco. Só é considerada uma Zona de Livre Comércio quando pelo menos 80% dos bens são comercializados sem taxas alfandegárias. O principal exemplo é o Nafta (Acordo de Livre Comércio da América do Norte), formado por Estados Unidos, Canadá e México. União aduaneira - é um estágio mais avançado de integração. Além de países eliminarem as tarifas aduaneiras entre si, estabelecem as mesmas tarifas de exportação e importação TEC (Tarifa Externa Comum) para o comércio internacional fora do bloco. A união aduaneira exige que pelo menos 85% das trocas comerciais estejam totalmente livres de taxas de exportação e importação entre os países-membros. Apesar de abrir as fronteiras para mercadorias, capitais e serviços, não permite a livre-circulação de trabalhadores. O principal exemplo é o Mercosul (Mercado Comum do Sul), composto por Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Venezuela. Chile, Bolívia, Peru, Colômbia e Equador são países associados ao Mercosul, ou seja, participam do livre comércio, mas não da união aduaneira. 6

7 Mercado comum - visa à livre circulação de pessoas, mercadorias, capitais e serviços. O único exemplo é a União Europeia, que, além de eliminar as tarifas aduaneiras internas e adotar tarifas comuns para o mercado fora do bloco, permite a livre circulação de pessoas, mão-de-obra, capitais e todo tipo de serviços entre os países-membros. A UE é formada por 27 membros, após a adesão de 10 novos países, em maio de Em 2007, incluíram-se também Romênia e Bulgária. União econômica e monetária - é formada pelos países da União Europeia, que, em 1º de janeiro de 2002, adotaram o euro como moeda única. Apenas 13 países pertencem à zona do euro: Áustria, Bélgica, Finlândia, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Holanda (Países Baixos), Portugal, Grécia, Espanha e Eslovênia. Vantagens e desvantagens Em todas as modalidades de integração supranacional, ocorre a redução ou eliminação das tarifas ou impostos de importação entre os países-membros. Por isso, os países que integram esses blocos (zona de livre comércio, união aduaneira, mercado comum ou união econômica e monetária) adotam, logo de início, a redução das tarifas de importação de várias mercadorias. Neste sentido, os acordos de integração econômica trazem uma série de consequências para as empresas e a população dos países que integram esses blocos. Os consumidores podem se beneficiar dos produtos mais baratos que entram no país. No entanto, muitos desses consumidores podem ser prejudicados com o desemprego, em virtude da falência ou diminuição da produção das empresas nas quais trabalhavam, pois muitas delas não conseguem concorrer com os produtos mais baratos que vêm dos outros países com os quais são mantidas alianças. Dessa forma, no âmbito das empresas e da sociedade num país que compõe um bloco, há ganhadores e perdedores. Mas, apesar dessas implicações, os blocos econômicos, de modo geral, têm atuado sem que haja maior participação da sociedade nas decisões. Estas são tomadas pelos governantes e pela elite econômica. No caso da UE, decisões mais importantes, na maioria dos países, são tomadas após consulta à população através de plebiscitos. Exceção à UE, não é este processo que ocorre no resto do mundo. *Cláudio Mendonça é professor do Colégio Stockler e autor de "Geografia Geral e do Brasil" (Ensino Médio) e "Território e Sociedade no Mundo Globalizado" (Ensino Médio). 7

8 25 de Julho de h02 - Brasil e Paraguai assinam acordo sobre energia de Itaipu Mylena Fiori Enviada especial da EBC Assunção (Paraguai) Depois de quase um ano de negociações, o Brasil e o Paraguai definiram as bases de um acordo sobre a Hidrelétrica Binacional de Itaipu. Em um documento chamado Construindo uma Nova Etapa na Relação Bilateral, o Brasil concorda em triplicar a taxa anual de US$ 120 milhões que paga pela cessão da energia não utilizada pelo Paraguai. O governo brasileiro também aceita que o vizinho e parceiro do Mercosul venda energia diretamente no mercado brasileiro, sem passar pela Eletrobrás, e renova as ofertas de criação de um fundo de desenvolvimento para projetos de integração industrial produtiva e de facilitação de financiamento para obras de infraestrutura no Paraguai. Nada, porém, tem data para entrar em vigor. Alguns pontos deverão ser submetidos aos Legislativos dos países. Outros ainda serão detalhados por grupos de trabalho. Ainda assim, a assinatura do documento foi considerada um momento histórico pelos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Lugo, que trataram desse e de outros temas durante cerca de três horas na manhã de hoje (25), na capital paraguaia. Na prática, o Brasil não cedeu em pontos centrais das exigências paraguaias: o aumento da tarifa que paga pela energia que o Paraguai não utiliza e a possibilidade de o vizinho vender a energia que não usa para terceiros países. Com relação ao primeiro ponto, o Brasil concordou em aumentar de US$ 120 milhões para US$ 360 milhões a taxa anual de cessão o Paraguai queria US$ 800 milhões. Hoje, o país paga US$ 43,8 dólares o megawatt/hora mais US$ 3,17 pela cessão. Essa taxa passará para US$ 9,51. O aumento ainda será submetido aos Congressos dos dois países e, caso aprovado, não deve refletir na elevação do preço da energia no Brasil. O presidente Lula não quer ver o consumidor penalizado por uma decisão dessa natureza, assegurou o embaixador Ênio Cardoso, subsecretário para Assuntos da América do Sul do Itamaraty. Como será a distribuição [do custo] dependerá de muitos entendimentos e, provavelmente, de várias reuniões entre o presidente e autoridades do setor energético e do setor financeiro e econômico do país, ponderou. Com relação à demanda de livre disponibilidade dos 50% da energia produzida por Itaipu a que o Paraguai tem direito, os dois países chegaram a um meio-termo: criaram um grupo de trabalho para discutir se essa energia poderia ser vendida diretamente pela Agência Nacional de Energia do Paraguai (Ande) equivalente à Eletrobrás às distribuidoras no mercado brasileiro. O resultado deve ser apresentado aos presidentes em três meses para depois ser submetido aos parlamentos de cada país. Também deve ser analisada a viabilidade de que tanto o Brasil quanto o Paraguai possam vender energia a terceiros países a partir de Nessa data, o Paraguai deve acabar de pagar pela construção da usina e deve querer negociar novas regras para a usina binacional. 8

9 O mesmo grupo de trabalho estudará as condições para que a Ande possa vender, no mercado brasileiro, energia da Hidrelétrica de Acaray e da Represa de Yguazú. Sobre a criação do fundo para investimentos de associação industrial e produtiva, os dois países não falaram em valores. O presidente Lula apenas reiterou a disposição de propor sua criação ao Congresso Nacional. Esse fundo contaria com recursos orçamentários. O presidente também reiterou a oferta de financiamento, em termos favoráveis, para obras de infraestrutura no Paraguai com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Programa de Financiamento às Exportações (Proex). O Paraguai, por sua vez, informou ao Brasil que sua Controladoria está auditando a dívida que o país tem com a Eletrobrás e o Tesouro brasileiro pela construção de Itaipu. O resultado será apresentado ao governo brasileiro. Ainda ficou acertado que a hidrelétrica arcará com os custos da modernização de uma linha de transmissão entre Itaipu e Villa Hayes, ampliando a capacidade para 500 kv, o que permitirá que o Paraguai disponha de mais energia. Essa linha não será repassada ao Paraguai sem custo. Edição: João Carlos Rodrigues FICHA 1 BLOCOS ECONÔMICOS 1. Explique a relação entre a globalização e o aprofundamento da divisão internacional do trabalho. 2. Atualmente, quais são os eixos principais do comércio mundial? Por que a Ásia vem exercendo um papel cada vez mais relevante neste cenário? 3. Explique por que o cenário político pós-segunda Guerra Mundial foi fundamental para a criação da União Europeia. 4. Diferencie os estágios de formação do bloco europeu. Por que os países foram aderindo gradativamente ao bloco? 5. Caracterize os diferentes estágios de integração econômica entre os países. 6. Quais as dificuldades existentes para a formação de um bloco econômico? 7. Como as questões políticas interferiram na criação do Mercosul? 8. Caracterize os papéis exercidos pelos membros do Mercosul dentro do bloco. BOM TRABALHO! G:\Editoração\Ped2009\Geografia\EM\Fichas\Atividade 3º Bimestre 02-3C.doc 9

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