Breve guia do euro. Assuntos Económicos e Financeiros

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Breve guia do euro. Assuntos Económicos e Financeiros"

Transcrição

1 Breve guia do euro Assuntos Económicos e Financeiros

2 Sobre o euro O euro nasceu em 1999: surgiu inicialmente em extratos de pagamento, contas e faturas. Em 1 de janeiro de 2002, as notas e moedas em euros entraram pela primeira vez nas caixas dos bancos, caixas registadoras, porta-moedas e bolsos dos europeus. Foi mais um grande passo no sentido da integração económica europeia, um percurso iniciado com a criação da Comunidade Económica Europeia em Então e agora: o caminho para o euro A fundação da Comunidade Económica Europeia cria um mercado comum para a livre circulação de mercadorias, pessoas, serviços e capitais entre os Estados-Membros. O mercado comum prospera e alarga-se, mas o comércio é dificultado pela existência de várias moedas em circulação. O Tratado de Maastricht determina que a Europa terá uma moeda única forte e estável para o século XXI. O euro é lançado como uma moeda «virtual». Nasce o euro e começam a circular cerca de 8 mil milhões de notas e 38 mil milhões de moedas em euros. O alargamento da zona euro, que criou a segunda maior economia do mundo, é um processo em curso. Qual é o objetivo? O euro e a União Económica e Monetária (UEM) visam permitir que as economias funcionem de forma mais eficiente e eficaz, criando mais emprego e prosperidade para os europeus. O euro à lupa O símbolo do euro é. A conceção das notas em euros é comum a todos os Estados-Membros da zona euro. O euro em todo o mundo É surpreendente onde se pode encontrar o euro! O euro é utilizado nas Caraíbas (Guadalupe, Martinica e São Bartolomeu), no oceano Índico (Maiote e Reunião) e no oceano Atlântico (Açores, Canárias, Madeira e São Pedro e Miquelão), bem como em Ceuta e Melilha na costa do Norte de África e na Guiana Francesa na América do Sul, sendo também utilizado no Mónaco, São Marino, Cidade do Vaticano e Andorra como moeda nacional e no Kosovo e Montenegro como moeda efetiva. Vários elementos de segurança foram incluídos nas notas em euros. Observa bem e verifica! As moedas em euros têm uma face comum e uma face específica de cada país.

3 Mitos sobre o euro: vamos refletir melhor Mito: o euro fez os preços aumentar Ao reduzir a inflação e aumentar a concorrência, o euro tornou efetivamente a vida mais barata! De facto, os dados sobre os preços no consumidor revelam que, em média, a adoção do euro causou muito menos aumentos de preços do que geralmente se pensa e o seu efeito global nos preços foi muito reduzido (um impacto pontual em 2002 entre 0,1% e 0,3%) Mito: o euro implicou uma perda de soberania nacional indesejável Quando um país adota o euro, partilha voluntariamente um certo grau de soberania, dado que os governos têm de coordenar as suas políticas económicas e controlar as suas despesas. No mundo globalizado atual, a soberania nacional é um conceito relativo. Ao coordenar as suas políticas, os governos podem, efetivamente, adquirir influência e poder na esfera económica. Factos e números Com a criação do euro, entraram em circulação 38 mil milhões de moedas. Isso correspondia a cerca de 124 moedas por cada pessoa da zona euro nesse momento Na primeira década após a introdução do euro em 1999, foram criados cerca de 8,7 milhões de novos postos de trabalho na zona euro, contra apenas 1,5 milhões nos sete anos anteriores. 8,7m O custo médio da transferência de 100 euros foi reduzido de 24 para 2,40 euros, graças às regras sobre os pagamentos transfronteiriços em euros introduzidas em Desde dezembro de 2006, o valor das notas e moedas em euros em circulação tem sido geralmente superior ao valor dos dólares americanos em circulação. 1,5m Apoiar a criação de emprego ,40 Reduzir as taxas das transferências 2006 Competir a nível mundial

4 As regras do jogo: adoção e governação do euro Problemas surgidos ao longo do caminho A recente crise financeira e da dívida soberana revelou a existência de fragilidades no quadro de coordenação das políticas económicas da UEM. Em resposta a esta situação, a UE reforçou as regras e procedimentos através dos quais os países da zona euro coordenam as suas políticas económicas e orçamentais. Estas alterações vão ajudar as nossas economias a recuperar da crise atual e a prevenir a ocorrência de crises semelhantes no futuro. A adesão ao clube Todos os países da UE são elegíveis para a aderir ao euro. No entanto, os países que pretendem aderir têm de satisfazer um certo número de critérios para demonstrarem que as suas economias estão preparadas para ter o euro como a sua moeda. Estes critérios de entrada ou convergência avaliam se as finanças públicas apresentam uma trajetória sustentável, respeitando parâmetros de referência a nível do défice orçamental e da dívida pública. Visam igualmente assegurar que os países atingiram um elevado grau de estabilidade macroeconómica e competitividade em termos de inflação e taxas de juro a longo prazo baixas, bem como de taxas de câmbio estáveis. Garantir a solidez das finanças públicas para assegurar o êxito da participação na zona euro O euro oferece muitas vantagens potenciais, mas só se os países participantes adotarem políticas económicas sãs. Por este motivo, desde o início, a adesão ao euro implica a obrigação estrita de evitar défices orçamentais excessivos e manter a dívida pública em níveis sustentáveis. Este compromisso de adoção de políticas orçamentais sãs é controlado no âmbito do chamado Pacto de Estabilidade e Crescimento. Este pacto foi consideravelmente reforçado em consequência da crise económica. Os governos devem agora submeter os seus projetos de planos orçamentais ao escrutínio da Comissão e dos outros países da zona euro. Estão em vigor mecanismos de supervisão rigorosos para verificar se os países cumprem efetivamente os objetivos orçamentais que todos os países da zona euro se comprometeram a respeitar e, se necessário, podem ser impostas sanções. Assegurar a competitividade e promover o crescimento A solidez das finanças públicas não é o único instrumento para estimular a economia na zona euro. A crise revelou igualmente a necessidade de uma nova abordagem relativamente à regulamentação dos serviços financeiros e de um acompanhamento atento da evolução dos mercados financeiros. Foram igualmente estabelecidos novos instrumentos de supervisão para garantir que os países da zona euro adotam políticas económicas que asseguram a competitividade e promovem o crescimento e o emprego. Sendo melhor prevenir do que remediar, estes novos instrumentos de supervisão visam igualmente evitar a criação de «bolhas» com efeitos nefastos nos mercados imobiliários.

5 Medindo os benefícios O euro teve de fazer face a alguns desafios bem conhecidos nos últimos anos. A crise da dívida revelou pontos fracos que têm de ser cuidadosamente analisados e resolvidos. O quadro da União Económica e Monetária (UEM) foi reforçado em consequência. Embora tenha sido importante refletir sobre os problemas de governação económica, não se podem esquecer os grandes benefícios que o euro proporcionou à Europa, aos seus cidadãos e às suas empresas. Quais as vantagens para os cidadãos? Mais escolha, melhores preços Existe uma maior concorrência entre lojas e entre fornecedores. Logo, beneficiamos de preços mais baixos e os aumentos de preços são mais controlados. As compras transfronteiriças são muito mais fáceis! Na zona euro já não precisamos de calcular as taxas de câmbio: podemos agora comparar claramente os preços e temos mais escolha. Uma moeda estável A taxa de inflação na zona euro foi de cerca de 2% por ano desde o início do euro. É uma inflação muito estável e baixa quando comparada com as taxas de 20% (por vezes, mesmo superiores) que alguns países da UE registaram nos anos setenta e oitenta. Viagens mais baratas e mais fáceis Quando viajamos na zona euro, a nossa vida é muito mais fácil do que anteriormente porque não é preciso trocar de moeda e não temos que pagar quaisquer taxas de câmbio. O euro também pode ser facilmente cambiado em muitos países fora da área do euro estimando- -se que, em termos de valor, cerca de 20% a 25% das notas em euros circulem fora da zona euro. Quais as vantagens para as empresas? É simples: taxas de juro mais baixas = mais investimento Uma inflação baixa mantém as taxas de juro baixas. As empresas podem obter empréstimos a taxas mais favoráveis para investirem, por exemplo, em novas máquinas ou em investigação e desenvolvimento. Novos produtos, novos serviços e maior produtividade. Crescimento económico e mais e melhor emprego. A estabilidade económica incentiva o planeamento a longo prazo Hoje em dia, as empresas europeias estão em melhor posição para realizar investimentos a longo prazo. Como as taxas de juro são estáveis, é mais fácil prever se o seu investimento vai gerar lucros. Menores riscos e custos reduzidos incentivam as trocas comerciais e os investimentos transfronteiriços No passado, o comércio entre os países da UE envolvia muitas moedas com taxas de câmbio flutuantes. Para fazer face a este risco, as empresas tinham que vender a preços mais elevados no estrangeiro, o que desincentivava o comércio. Este risco já não existe. Além disso, o comércio num mercado único com a mesma moeda é simplesmente mais eficiente do que o comércio em muitos mercados com várias moedas. Antes da introdução do euro, o custo da conversão das moedas na UE foi estimado em 20 a 25 mil milhões de euros por ano. Estes custos já desapareceram na zona euro.

6 Quais as vantagens para a Europa? Os mercados financeiros estão mais integrados A integração económica e monetária torna muito mais fácil mobilizar os capitais para investir onde podem ser mais eficientes. O alargamento dos mercados financeiros na zona euro, com uma regulamentação e supervisão adequadas, também torna os capitais mais disponíveis para o investimento e permite que os investidores repartam os riscos de forma mais alargada. Maior facilidade do comércio internacional O euro está a ser cada vez mais utilizado nas transações comerciais internacionais, graças à sua força e disponibilidade e à confiança que inspira. Isso permite que as empresas da zona euro paguem e recebam em euros, ficando menos vulneráveis às flutuações cambiais mundiais e facilitando as trocas comerciais aos nossos parceiros. A área do euro tem uma maior presença internacional Os principais intervenientes da economia mundial reúnem-se em grupos internacionais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o G7/G20, para promoverem a estabilidade nos mercados mundiais. O euro é hoje a segunda moeda mundial mais importante, a seguir ao dólar americano. Sendo um dos mais importantes blocos económicos mundiais, a UE tem um maior protagonismo no mundo. Benefícios do euro: breve recapitulação A UEM e o euro proporcionam-nos: uma moeda estável um melhor desempenho económico inflação e taxas de juro mais baixas um enquadramento mais sólido para as finanças públicas transparência dos preços maior protagonismo para a UE na economia mundial a eliminação dos custos cambiais maior facilidade para o comércio internacional mercados financeiros mais integrados com uma regulamentação e supervisão adequadas um símbolo concreto da identidade europeia

7 Quem é quem? Comissão Europeia A Comissão, em especial a Direção-Geral dos Assuntos Económicos e Financeiros (DG ECFIN), acompanham a evolução económica em toda a UE e ajudam a aplicar e desenvolver a legislação acima referida. Banco Central Europeu (BCE) O BCE é uma instituição independente da UE, que toma as decisões em matéria de política monetária na zona euro com o objetivo de manter a estabilidade dos preços. Parlamento Europeu (PE) O Parlamento Europeu é o órgão legislativo deste processo. Toma conhecimento, debate e vota. Toma decisões, em conjunto com o Conselho, ou emite o seu parecer sobre a adoção de uma determinada política. Ecofin e Eurogrupo São as reuniões do Conselho em que a maior parte das decisões é tomada. O Ecofin é composto pelos ministros das Finanças de todos os Estados-Membros da UE; o Eurogrupo é constituído pelos ministros das Finanças de todos os Estados-Membros da zona euro.

8 Portugal Irlanda Espanha Dinamarca Estónia Reino Letónia Unido Países Baixos Lituânia Bélgica Polónia Alemanha Luxemburgo República Checa França Áustria Eslovénia Croácia Itália Suécia Finlândia Eslováquia Hungria Roménia Bulgária Zona euro Estados-Membros da UE com opção de não participação no euro Estados-Membros da UE que ainda não adotaram o euro KC PT-N Malta Grécia Chipre Para mais informações O euro Comissão Europeia Direção-Geral dos Assuntos Económicos e Financeiros Comissão Europeia Banco Central Europeu União Europeia, 2015 Reprodução autorizada mediante indicação da fonte ISBN doi: /13437

A unificação monetária européia

A unificação monetária européia A unificação monetária européia Especial Panorama Celeste Cristina Machado Badaró 06 de julho de 2007 A unificação monetária européia Especial Panorama Celeste Cristina Machado Badaró 06 de julho de 2007

Leia mais

A Bandeira da Europa simboliza a União Europeia e também representa a unidade e a identidade da Europa. O circulo de estrelas douradas representa a

A Bandeira da Europa simboliza a União Europeia e também representa a unidade e a identidade da Europa. O circulo de estrelas douradas representa a Após a II Guerra Mundial alguns países europeus tiveram a ideia de se unirem para melhor resolver os seus problemas. Era necessário garantir a paz, reconstruir cidades e reorganizar o comércio. Só com

Leia mais

A Europa em poucas palavras

A Europa em poucas palavras A Europa em poucas palavras O que é a União Europeia? É europeia = está situada na Europa. É uma união = une países e pessoas. Examinemos mais atentamente: O que têm os europeus em comum? De que forma

Leia mais

Trabalho realizado por: Hélio nº 10 Jorge nº 13 Pedro F nº21 Ricardo P nº24 Miguel F nº27

Trabalho realizado por: Hélio nº 10 Jorge nº 13 Pedro F nº21 Ricardo P nº24 Miguel F nº27 Trabalho realizado por: Hélio nº 10 Jorge nº 13 Pedro F nº21 Ricardo P nº24 Miguel F nº27 Disciplina de: Área de Projecto Nome do Professor: Hélder Baião 1 Este trabalho foi proposto pelo professor de

Leia mais

Disciplina: Geografia 9º ano Turma: Professora: Renata Sampaio Ficha: 02 Bimestre: 3º

Disciplina: Geografia 9º ano Turma: Professora: Renata Sampaio Ficha: 02 Bimestre: 3º Disciplina: Geografia 9º ano Turma: Professora: Renata Sampaio Ficha: 02 Bimestre: 3º Apresentação: Esta ficha atende a dois objetivos principais: 1. Oferecer os conteúdos básicos a respeito dos objetivos

Leia mais

Aluno nº: Ano: Turma: Data: 28 de maio de 2012

Aluno nº: Ano: Turma: Data: 28 de maio de 2012 E S C O L A S E C U N D Á R I A D. J O Ã O I I - S E T Ú B A L TESTE DE GEOGRAFIA A (2º ANO) Nº6/VERSÃO 02 Nome: Aluno nº: Ano: Turma: Data: 28 de maio de 2012 É obrigatório indicar a versão do teste na

Leia mais

PRÉMIOS EUROPEUS DE PROMOÇÃO EMPRESARIAL MANUAL OPERACIONAL

PRÉMIOS EUROPEUS DE PROMOÇÃO EMPRESARIAL MANUAL OPERACIONAL 2015 PRÉMIOS EUROPEUS DE PROMOÇÃO EMPRESARIAL 2015 MANUAL OPERACIONAL Prémios Europeus de Promoção Empresarial 2015 2/13 ÍNDICE 1. DEFINIÇÃO E JUSTIFICAÇÃO... 3 1.1. Um prémio que reconhece a excelência

Leia mais

POR QUE INVESTIR EM LISBOA? ESPECIALISTA IMOBILÁRIO EUROPEU

POR QUE INVESTIR EM LISBOA? ESPECIALISTA IMOBILÁRIO EUROPEU POR QUE INVESTIR EM LISBOA? ESPECIALISTA IMOBILÁRIO EUROPEU Introdução Portugal está começando a emergir da crise financeira. Nos últimos anos, o governo reestabeleceu suas estruturas organizacionais e,

Leia mais

Índice. Índice Sistemático 7 TRATADO DA UNIÃO EUROPEIA 15 TRATADO SOBRE O FUNCIONAMENTO DA UNIÃO EUROPEIA 43 TRATADO DE LISBOA 159

Índice. Índice Sistemático 7 TRATADO DA UNIÃO EUROPEIA 15 TRATADO SOBRE O FUNCIONAMENTO DA UNIÃO EUROPEIA 43 TRATADO DE LISBOA 159 5 Índice Índice Sistemático 7 TRATADO DA UNIÃO EUROPEIA 15 TRATADO SOBRE O FUNCIONAMENTO DA UNIÃO EUROPEIA 43 TRATADO DE LISBOA 159 S 163 ANEXO QUADROS DE CORRESPONDÊNCIA A QUE SE REFERE O ARTIGO 5.º DO

Leia mais

O PÓS-GUERRA E A CRIAÇÃO DA 1ª COMUNIDADE

O PÓS-GUERRA E A CRIAÇÃO DA 1ª COMUNIDADE O PÓS-GUERRA E A CRIAÇÃO DA 1ª COMUNIDADE Durante muito tempo os países da Europa andaram em guerra. A segunda Guerra Mundial destruiu grande parte do Continente Europeu. Para evitar futuras guerras, seria

Leia mais

Tratado de Lisboa 13 Dezembro 2007. Conteúdo e desafios

Tratado de Lisboa 13 Dezembro 2007. Conteúdo e desafios Tratado de Lisboa 13 Dezembro 2007 Conteúdo e desafios Os Tratados Tratado de Paris (CECA) 18 de Abril de 1951 Tratados de Roma (CEE e CEEA) 25 de Março de 1957 Acto Único Europeu 17 de Fevereiro 1986

Leia mais

A QUALIDADE E A CERTIFICAÇÃO

A QUALIDADE E A CERTIFICAÇÃO A QUALIDADE E A CERTIFICAÇÃO Em 1977 foi criada no Ministério da Indústria e Energia, a Direcção Geral da Qualidade, actualmente denominada por IPQ, cujo objectivo era o desenvolvimento e divulgação dos

Leia mais

DOCUMENTO DE CONSULTA REGULAMENTO DO BCE RELATIVO ÀS TAXAS DE SUPERVISÃO PERGUNTAS E RESPOSTAS

DOCUMENTO DE CONSULTA REGULAMENTO DO BCE RELATIVO ÀS TAXAS DE SUPERVISÃO PERGUNTAS E RESPOSTAS DOCUMENTO DE CONSULTA REGULAMENTO DO BCE RELATIVO ÀS TAXAS DE SUPERVISÃO PERGUNTAS E RESPOSTAS MAIO DE 2014 1 POR QUE RAZÃO O BCE COBRA UMA TAXA DE SUPERVISÃO? Ao abrigo do Regulamento (UE) n.º 1024/2013,

Leia mais

Rendimentos e despesas das famílias europeias

Rendimentos e despesas das famílias europeias Insights precisos para o crescimento europeu Rendimentos e despesas das famílias europeias Como está a crise a afetar a vida quotidiana? Think... nº 6 Janeiro 2013 TNS 2013 Insights precisos para o crescimento

Leia mais

1 A INEFICIENCIA ENERGÉTICA EM PORTUGAL AGRAVA A CRISE ECONÓMICA E SOCIAL

1 A INEFICIENCIA ENERGÉTICA EM PORTUGAL AGRAVA A CRISE ECONÓMICA E SOCIAL Ineficiência energética agrava a crise económica e social em Portugal Pág. 1 A INEFICIENCIA ENERGÉTICA EM PORTUGAL AGRAVA A CRISE ECONÓMICA E SOCIAL RESUMO DESTE ESTUDO A baixa eficiência como é utilizada

Leia mais

9602/16 pbp/hrl/jc 1 DG G 2B

9602/16 pbp/hrl/jc 1 DG G 2B Conselho da União Europeia Bruxelas, 3 de junho de 2016 (OR. en) Dossiê interinstitucional: 2013/0045 (CNS) 9602/16 FISC 90 ECOFIN 522 NOTA de: para: Assunto: Secretariado-Geral do Conselho Comité de Representantes

Leia mais

Breve guia. do euro. Assuntos Económicos e Financeiros

Breve guia. do euro. Assuntos Económicos e Financeiros Breve guia do euro Assuntos Económicos e Financeiros Sobre o euro O euro nasceu em 1999: surgiu inicialmente em extratos de pagamento, contas e faturas. Em 1 de janeiro de 2002, as notas e moedas em euros

Leia mais

Saúde: pronto para férias? viaje sempre com o seu Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD)

Saúde: pronto para férias? viaje sempre com o seu Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD) MEMO/11/406 Bruxelas, 16 de Junho de 2011 Saúde: pronto para férias? viaje sempre com o seu Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD) Em férias nunca se sabe! Está a pensar viajar na UE ou na Islândia,

Leia mais

Tempo para aprender A Cidadania Europeia

Tempo para aprender A Cidadania Europeia TACE Tempo para aprender A Cidadania Europeia Objetivos Reconhecer os marcos importantes da construção europeia Identificar as vantagens e inconvenientes da integração de Portugal na União Europeia Reconhecer

Leia mais

EDIÇÃO DA REPRESENTAÇÃO EM PORTUGAL DA COMISSÃO EUROPEIA

EDIÇÃO DA REPRESENTAÇÃO EM PORTUGAL DA COMISSÃO EUROPEIA R A P I D EDIÇÃO DA REPRESENTAÇÃO EM PORTUGAL DA COMISSÃO EUROPEIA IP/08/1276 Lisboa, 28 de Agosto de 2008 Roaming: telefonar do estrangeiro já é mais barato, mas enviar mensagens de texto (ainda) não

Leia mais

G PE AR I. Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N.º 03 março 2011

G PE AR I. Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N.º 03 março 2011 Boletim Mensal de Economia Portuguesa N.º 03 março 2011 Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento G PE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação_

Leia mais

Quadro 1 Número de empresas de seguros a operar em Portugal. 2010 Vida Não Vida Mistas Total. Empresas de seguros de direito português 15 24 7 46

Quadro 1 Número de empresas de seguros a operar em Portugal. 2010 Vida Não Vida Mistas Total. Empresas de seguros de direito português 15 24 7 46 Quadro 1 Número de empresas de seguros a operar em Portugal 21 Vida Não Vida Mistas Total Em regime de estabelecimento 21 5 12 83 Empresas de seguros de direito português 15 24 7 46 Empresas de seguros

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS RELATÓRIO DA COMISSÃO AO CONSELHO, AO PARLAMENTO EUROPEU, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL E AO COMITÉ DAS REGIÕES

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS RELATÓRIO DA COMISSÃO AO CONSELHO, AO PARLAMENTO EUROPEU, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL E AO COMITÉ DAS REGIÕES COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 22.12.2008 COM(2008) 882 final RELATÓRIO DA COMISSÃO AO CONSELHO, AO PARLAMENTO EUROPEU, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL E AO COMITÉ DAS REGIÕES Implementação

Leia mais

CONVENÇAO EUROPEIA SOBRE O EXERCÍCIO DOS DIREITOS DAS CRIANÇAS

CONVENÇAO EUROPEIA SOBRE O EXERCÍCIO DOS DIREITOS DAS CRIANÇAS CONVENÇAO EUROPEIA SOBRE O EXERCÍCIO DOS DIREITOS DAS CRIANÇAS Preâmbulo Os Estados-membros do Conselho da Europa, bem como os outros Estados signatários da presente Convenção, Considerando que o objetivo

Leia mais

Reunião Transfonteiriça Espanha Portugal SUMÁRIO. Boletim Informativo n.º 25. Balanço do 25.º Aniversário da Adesão à UE e Desafios para 2012

Reunião Transfonteiriça Espanha Portugal SUMÁRIO. Boletim Informativo n.º 25. Balanço do 25.º Aniversário da Adesão à UE e Desafios para 2012 Boletim Informativo n.º 25 SUMÁRIO REUNIÃO TRANSFONTEIRIÇA ESPANHA- PORTUGAL Pág. 1 MECANISMO INTERLIGAR EUROPA GALILEO SATELITE EUROPEU Pág. 2 FRONTEIRAS INTELIGENTES Pág. 3 LUTA CONTRA AS NOVAS DROGAS

Leia mais

Quadro 1 Número de empresas de seguros a operar em Portugal. 2009 Vida Não Vida Mistas Total. Empresas de seguros de direito português 16 25 6 47

Quadro 1 Número de empresas de seguros a operar em Portugal. 2009 Vida Não Vida Mistas Total. Empresas de seguros de direito português 16 25 6 47 Quadro Número de empresas de seguros a operar em Portugal 29 Vida Não Vida Mistas Total Em regime de estabelecimento 22 52 3 87 Empresas de seguros de direito português 6 25 6 47 Empresas de seguros 6

Leia mais

CRONOLOGIA DA INTEGRAÇÃO EUROPEIA

CRONOLOGIA DA INTEGRAÇÃO EUROPEIA CRONOLOGIA DA INTEGRAÇÃO EUROPEIA 1950 9 de Maio Robert Schuman, Ministro dos Negócios Estrangeiros francês, profere um importante discurso em que avança propostas inspiradas nas ideias de Jean Monnet.

Leia mais

Cimeira Empresarial UE-CELAC eucelac-bizsummit2015.eu. Quarta-feira, 10 de junho de 2015, 14h30-16h30 Documento de síntese para o Workshop 3

Cimeira Empresarial UE-CELAC eucelac-bizsummit2015.eu. Quarta-feira, 10 de junho de 2015, 14h30-16h30 Documento de síntese para o Workshop 3 Cimeira Empresarial UE-CELAC eucelac-bizsummit2015.eu Quarta-feira, 10 de junho de 2015, 14h30-16h30 Documento de síntese para o Workshop 3 Acesso ao financiamento e aos instrumentos financeiros O importante

Leia mais

o alargamento da união europeia em tempos de novos desafios

o alargamento da união europeia em tempos de novos desafios o alargamento da união europeia em tempos de novos desafios Ana Paula Zacarias O ano de 2014 é muito importante para a União Europeia pelo seu simbolismo, uma vez que nele se celebra o 10º aniversário

Leia mais

PROJECTO DE RELATÓRIO

PROJECTO DE RELATÓRIO ASSEMBLEIA PARLAMENTAR PARITÁRIA ACP-UE Comissão do Desenvolvimento Económico, das Finanças e do Comércio ACP-EU/101.516/B/13 18.08.2013 PROJECTO DE RELATÓRIO sobre a cooperação Sul-Sul e a cooperação

Leia mais

O regresso desigual da Europa ao crescimento do emprego

O regresso desigual da Europa ao crescimento do emprego NOTA INFORMATIVA O regresso desigual da Europa ao crescimento do emprego Previsões até 2025 apontam para diferenças significativas na oferta e procura de competências nos Estados-Membros Boas notícias.

Leia mais

O Conselho Europeu O Conselho

O Conselho Europeu O Conselho PT SECRETARIADO-GERAL DO CONSELHO COLEÇÃO «INFORMAÇÕES» O Conselho Europeu O Conselho Duas instituições na ação europeia SETEMBRO DE 2013 Advertência A presente brochura é publicada pelo Secretariado-Geral

Leia mais

Fondo Europeo de Desarrollo Regional

Fondo Europeo de Desarrollo Regional Anúncio da Autoridade de Gestão (Vice-secretaria da Economia e Assuntos Económicos com a União Europeia do Governo das Canárias), pelo qual se dá publicidade à primeira convocatória do Programa Operacional

Leia mais

COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO CONSELHO, AO PARLAMENTO EUROPEU, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES

COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO CONSELHO, AO PARLAMENTO EUROPEU, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES PT PT PT COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 6.1.2010 COM(2009)708 final COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO CONSELHO, AO PARLAMENTO EUROPEU, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES sobre a aplicação

Leia mais

Resolução da CES sobre Governação Económica e Social

Resolução da CES sobre Governação Económica e Social Resolução da CES sobre Governação Económica e Social Adoptada no Comité Executivo a 13-14 de Outubro de 2010 Governação económica europeia e a U.E.2020: As propostas da Comissão 1. Um Pacto de Estabilidade

Leia mais

9200/16 fmm/hrl/ml 1 DG B 3A - DG G 1A

9200/16 fmm/hrl/ml 1 DG B 3A - DG G 1A Conselho da União Europeia Bruxelas, 13 de junho de 2016 (OR. en) 9200/16 ECOFIN 452 UEM 199 SOC 316 EMPL 212 COMPET 286 ENV 331 EDUC 186 RECH 178 ENER 194 JAI 440 NOTA de: para: n. doc. Com.: Assunto:

Leia mais

O QUE É O SERVIÇO SOLVIT O SOLVIT PODE INTERVIR

O QUE É O SERVIÇO SOLVIT O SOLVIT PODE INTERVIR O QUE É O SERVIÇO SOLVIT Viver, trabalhar ou estudar em qualquer país da UE é um direito básico dos cidadãos europeus. Também as empresas têm o direito de se estabelecer, prestar serviços e fazer negócios

Leia mais

Grupo Parlamentar. Projeto de Resolução n.º 336/XIII/1.ª

Grupo Parlamentar. Projeto de Resolução n.º 336/XIII/1.ª Grupo Parlamentar Projeto de Resolução n.º 336/XIII/1.ª Recomenda ao Governo que reveja a legislação de modo a defender os idosos de penalizações e exclusões abusivas que são alvo em função da idade Exposição

Leia mais

Juventude em Movimento: apoio da Europa aos jovens

Juventude em Movimento: apoio da Europa aos jovens Juventude em Movimento: apoio da Europa aos jovens ESTUDAR FORMAR-SE TRABALHAR PARTICIPAR OS TEUS DIREITOS APRENDER VIAJAR VOLUNTÁRIO CRIAR na EUROPA Nem a Comissão Europeia nem qualquer pessoa que atue

Leia mais

Condicionantes de um crescimento sustentado da economia portuguesa

Condicionantes de um crescimento sustentado da economia portuguesa Condicionantes de um crescimento sustentado da economia portuguesa Carlos da Silva Costa Governador Forum para a Competitividade Hotel Tiara Park, Lisboa, 23 setembro 2014 Condicionantes de um crescimento

Leia mais

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Gostaria de começar por agradecer o amável convite que a FCT me dirigiu para

Leia mais

9. o ANO FUNDAMENTAL PROF. ª ANDREZA XAVIER PROF. WALACE VINENTE

9. o ANO FUNDAMENTAL PROF. ª ANDREZA XAVIER PROF. WALACE VINENTE 9. o ANO FUNDAMENTAL PROF. ª ANDREZA XAVIER PROF. WALACE VINENTE CONTEÚDOS E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Unidade I Tempo, espaço, fontes históricas e representações cartográficas. 2

Leia mais

Economia. Comércio Internacional Taxa de Câmbio, Mercado de Divisas e Balança de Pagamentos,

Economia. Comércio Internacional Taxa de Câmbio, Mercado de Divisas e Balança de Pagamentos, Economia Comércio Internacional Taxa de Câmbio, Mercado de Divisas e Balança de Pagamentos, Comércio Internacional Objetivos Apresentar o papel da taxa de câmbio na alteração da economia. Iniciar nas noções

Leia mais

A COLOCAÇÃO DE ESCRITÓRIOS PODE VOLTAR AOS 150 MIL/170 MIL M2 EM 2009

A COLOCAÇÃO DE ESCRITÓRIOS PODE VOLTAR AOS 150 MIL/170 MIL M2 EM 2009 OJE 3 de Dezembro 2008 (1/5) A COLOCAÇÃO DE ESCRITÓRIOS PODE VOLTAR AOS 150 MIL/170 MIL M2 EM 2009 O take-up de ESCRITÓRIOS vai regredir em 2009 para o nível dos anos de 2004 e 2005, embora o preço das

Leia mais

ARI AUTORIZAÇÃO DE RESIDÊNCIA PARA ATIVIDADE DE INVESTIMENTO GOLDEN VISAS ESPECIALISTA IMOBILÁRIO EUROPEU

ARI AUTORIZAÇÃO DE RESIDÊNCIA PARA ATIVIDADE DE INVESTIMENTO GOLDEN VISAS ESPECIALISTA IMOBILÁRIO EUROPEU ARI AUTORIZAÇÃO DE RESIDÊNCIA PARA ATIVIDADE DE INVESTIMENTO GOLDEN VISAS ESPECIALISTA IMOBILÁRIO EUROPEU Introdução No ano de 2012, com o objetivo de atrair investimento estrangeiro e aquecer a economia,

Leia mais

A REDE EUROPEIA DE CICLOVIAS EUROVELO

A REDE EUROPEIA DE CICLOVIAS EUROVELO DIRECÇÃO-GERAL DAS POLÍTICAS INTERNAS DEPARTAMENTO TEMÁTICO B: POLÍTICAS ESTRUTURAIS E DE COESÃO TRANSPORTES E TURISMO A REDE EUROPEIA DE CICLOVIAS EUROVELO SÍNTESE Resumo A presente atualização do relatório

Leia mais

AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS A INICIATIVAS DE COOPERAÇÃO BILATERAL NO ÂMBITO DO PROGRAMA CIDADANIA ATIVA

AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS A INICIATIVAS DE COOPERAÇÃO BILATERAL NO ÂMBITO DO PROGRAMA CIDADANIA ATIVA AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS A INICIATIVAS DE COOPERAÇÃO BILATERAL NO ÂMBITO DO PROGRAMA CIDADANIA ATIVA Nos termos do Regulamento Geral do Programa Cidadania Ativa (doravante o Regulamento

Leia mais

Relatório Anual 2014

Relatório Anual 2014 Relatório Anual 2014 Índice Preâmbulo 3 Sumário 5 Relatório Anual de 2014 do CERS Índice 2 Preâmbulo O Relatório Anual de 2014 do Comité Europeu do Risco Sistémico (CERS) abrange o período entre 1 de abril

Leia mais

Atividade Turística com resultados positivos em 2014

Atividade Turística com resultados positivos em 2014 Estatísticas do Turismo 2014 28 de julho de 2015 Atividade Turística com resultados positivos em 2014 Segundo os dados provisórios da Organização Mundial de Turismo, as chegadas de turistas internacionais,

Leia mais

MNE DGAE. Tratado de Lisboa. A Europa rumo ao século XXI

MNE DGAE. Tratado de Lisboa. A Europa rumo ao século XXI Tratado de Lisboa A Europa rumo ao século XXI O Tratado de Lisboa Índice 1. Contextualização 1.1. Porquê um novo Tratado? 1.2. Como surgiu o Tratado de Lisboa? 2. O que mudará com o Tratado de Lisboa?

Leia mais

A COMUNIDADE EUROPEIA (a seguir designada por "a Comunidade"), O REINO DA BÉLGICA, A REPÚBLICA CHECA, O REINO DA DINAMARCA,

A COMUNIDADE EUROPEIA (a seguir designada por a Comunidade), O REINO DA BÉLGICA, A REPÚBLICA CHECA, O REINO DA DINAMARCA, ACORDO DE COOPERAÇÃO RELATIVO A UM SISTEMA MUNDIAL DE NAVEGAÇÃO POR SATÉLITE (GNSS) PARA UTILIZAÇÃO CIVIL ENTRE A COMUNIDADE EUROPEIA E OS SEUS ESTADOS-MEMBROS, POR UM LADO, E O REINO DE MARROCOS, POR

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Recomendação de PARECER DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Recomendação de PARECER DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 13.2.2007 SEC(2007) 190 final Recomendação de PARECER DO CONSELHO em conformidade com o n.º 3 do artigo 9º do Regulamento (CE) n.º 1466/97 do Conselho, de 7

Leia mais

'DWD 7HPD $FRQWHFLPHQWR

'DWD 7HPD $FRQWHFLPHQWR 'DWD 7HPD $FRQWHFLPHQWR 22/01 Economia 25/01 Comércio Internacional 26/01 Taxas de Juro 29/01 Economia 31/01 Desemprego 31/01 Investimento Banco de Portugal divulgou Boletim Estatístico Janeiro 2007 http://epp.eurostat.ec.europa.eu/pls/portal/docs/page/pgp_prd_cat_prerel/pge_cat_prerel_year_2007/pge_

Leia mais

Junto se enviam, à atenção das delegações, as conclusões adotadas pelo Conselho Europeu na reunião em epígrafe.

Junto se enviam, à atenção das delegações, as conclusões adotadas pelo Conselho Europeu na reunião em epígrafe. Conselho Europeu Bruxelas, 18 de dezembro de 2015 (OR. en) EUCO 28/15 CO EUR 13 CONCL 5 NOTA DE ENVIO de: Secretariado-Geral do Conselho para: Delegações Assunto: Reunião do Conselho Europeu (17 e 18 de

Leia mais

Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO?

Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO? Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO? Desde a crise económica e financeira mundial, a UE sofre de um baixo nível de investimento. São necessários esforços coletivos

Leia mais

TRATADO DE LISBOA EM POUCAS

TRATADO DE LISBOA EM POUCAS EM POUCAS PALAVRAS OS PRIMEIROS PASSOS DATA/LOCAL DE ASSINATURA E ENTRADA EM VIGOR PRINCIPAIS MENSAGENS QUIZ 10 PERGUNTAS E RESPOSTAS OS PRIMEIROS PASSOS No século XX depois das Guerras No século XX, depois

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS RELATÓRIO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU E AO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS RELATÓRIO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU E AO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 11.4.2007 COM(2007) 178 final RELATÓRIO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU E AO CONSELHO Relatório final da Comissão Europeia sobre a continuação da adequação

Leia mais

Em Portugal o Produto Interno Bruto per capita expresso em Paridades de Poder de Compra situou-se em 76,0 % da média da União Europeia em 2012

Em Portugal o Produto Interno Bruto per capita expresso em Paridades de Poder de Compra situou-se em 76,0 % da média da União Europeia em 2012 Paridades de Poder de Compra 2012 12 de dezembro de 2013 Em Portugal o Produto Interno Bruto per capita expresso em Paridades de Poder de Compra situou-se em 76,0 % da média da União Europeia em 2012 Em

Leia mais

GEOGRAFIA - 3 o ANO MÓDULO 54 UNIÃO EUROPEIA: REGIONALIZAÇÃO NA EUROPA

GEOGRAFIA - 3 o ANO MÓDULO 54 UNIÃO EUROPEIA: REGIONALIZAÇÃO NA EUROPA GEOGRAFIA - 3 o ANO MÓDULO 54 UNIÃO EUROPEIA: REGIONALIZAÇÃO NA EUROPA Como pode cair no enem Antes da formação da União Europeia, ocorreram outras tentativas de unificação do continente, como retrata

Leia mais

11. CARTÕES DE CRÉDITO E DE DÉBITO (OUTROS CLIENTES)

11. CARTÕES DE CRÉDITO E DE DÉBITO (OUTROS CLIENTES) 11.1. Cartões de crédito Comissões (Euros) Designação do Redes onde o é aceite NB Business Silver NB Business Gold NB Corporate Gold NB Corporate Gold Negócios 1. Anuidades 1.º Titular Outros titulares

Leia mais

Atualidades. Blocos Econômicos, Globalização e União Européia. 1951 - Comunidade Européia do Carvão e do Aço (CECA)

Atualidades. Blocos Econômicos, Globalização e União Européia. 1951 - Comunidade Européia do Carvão e do Aço (CECA) Domínio de tópicos atuais e relevantes de diversas áreas, tais como política, economia, sociedade, educação, tecnologia, energia, ecologia, relações internacionais, desenvolvimento sustentável e segurança

Leia mais

3. CARTÕES DE CRÉDITO E DE DÉBITO (PARTICULARES)

3. CARTÕES DE CRÉDITO E DE DÉBITO (PARTICULARES) 3.1. Cartões de crédito Comissões (Euros) Designação do Redes onde o é aceite 1. Anuidades 1.º Titular Outros titulares 2. Emissão de 3. Substituição de 4. Inibição do 5. Pagamento devolvido 6. Comissão

Leia mais

RELATÓRIO DA COMISSÃO. sobre o Mecanismo de Alerta

RELATÓRIO DA COMISSÃO. sobre o Mecanismo de Alerta COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 14.2.2012 COM(2012) 68 final RELATÓRIO DA COMISSÃO sobre o Mecanismo de Alerta elaborado em conformidade com os artigos 3.º e 4.º do Regulamento relativo à prevenção e correção

Leia mais

@Telmo Miller GOLDEN VISA. Autorização de Residência para Actividade de Investimento

@Telmo Miller GOLDEN VISA. Autorização de Residência para Actividade de Investimento @Telmo Miller GOLDEN VISA Autorização de Residência para Actividade de Investimento ÍNDICE I. SOBRE A BR (QUEM SOMOS) 3 II. BR INTERNATIONAL ALLIANCE (PRESENÇA NO ESTRANGEIRO) 3 III. AUTORIZAÇÃO DE RESIDÊNCIA

Leia mais

Conclusões do Conselho sobre a fraude e a evasão fiscais Adoção

Conclusões do Conselho sobre a fraude e a evasão fiscais Adoção CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 14 de maio de 2013 (21.05) (Or. en) 9549/13 FISC 94 ECOFIN 353 NOTA de: para: Assunto: Secretariado-Geral do Conselho Delegações Conclusões do Conselho sobre a fraude

Leia mais

Geografia Econômica Mundial. Organização da Aula. Aula 4. Blocos Econômicos. Contextualização. Instrumentalização. Tipologias de blocos econômicos

Geografia Econômica Mundial. Organização da Aula. Aula 4. Blocos Econômicos. Contextualização. Instrumentalização. Tipologias de blocos econômicos Geografia Econômica Mundial Aula 4 Prof. Me. Diogo Labiak Neves Organização da Aula Tipologias de blocos econômicos Exemplos de blocos econômicos Algumas características básicas Blocos Econômicos Contextualização

Leia mais

Tendo em conta o Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia, nomeadamente o seu artigo 127. o, n. o 2, primeiro travessão,

Tendo em conta o Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia, nomeadamente o seu artigo 127. o, n. o 2, primeiro travessão, L 121/20 DECISÃO (UE) 2015/774 DO BANCO CENTRAL EUROPEU de 4 de março de 2015 relativa a um programa de compra de ativos do setor público em mercados secundários (BCE/2015/10) O CONSELHO DO BANCO CENTRAL

Leia mais

COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL MENSAGEM Nº 142, DE 2005

COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL MENSAGEM Nº 142, DE 2005 COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL MENSAGEM Nº 142, DE 2005 Submete à consideração do Congresso Nacional o texto do Acordo entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS Parecer COM(2015) 136 COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU E AO CONSELHO sobre a transparência fiscal para combater a evasão e a elisão fiscais

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO EUROPEIA AO PARLAMENTO EUROPEU E AO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO EUROPEIA AO PARLAMENTO EUROPEU E AO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 19.12.2007 COM(2007) 823 final COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO EUROPEIA AO PARLAMENTO EUROPEU E AO CONSELHO sobre a acção comunitária relativa à actividade baleeira

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Recomendação de DECISÃO DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Recomendação de DECISÃO DO CONSELHO PT PT PT COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Recomendação de Bruxelas, 16.10.2009 COM(2009) 570 final 2009/0158 (CNB) DECISÃO DO CONSELHO sobre o parecer a adoptar pela Comunidade Europeia relativamente

Leia mais

O ESPAÇO ECONÓMICO EUROPEU (EEE), A SUÍÇA E A REGIÃO SETENTRIONAL

O ESPAÇO ECONÓMICO EUROPEU (EEE), A SUÍÇA E A REGIÃO SETENTRIONAL O ESPAÇO ECONÓMICO EUROPEU (EEE), A SUÍÇA E A REGIÃO SETENTRIONAL O Espaço Económico Europeu (EEE) foi criado em 1994 para alargar as disposições do mercado interno da União Europeia aos países da Zona

Leia mais

Quadro 1 Dimensão do controlo da EDP e da GALP por capital estrangeiro

Quadro 1 Dimensão do controlo da EDP e da GALP por capital estrangeiro RESUMO DESTE ESTUDO O sector da energia é estratégico em qualquer país, em termos de desenvolvimento e de independência nacional. Os governos, desde que tenham um mínimo de dignidade nacional e se preocupem

Leia mais

O DOMÍNIO DOS TRANSPORTES RODOVIÁRIOS DE MERCADORIAS PELOS PRIVADOS, O LOCK-OUT DOS PATRÕES, O PREÇO DO GASÓLEO E A MANIPULAÇÃO DA OPINIÃO PÚBLICA

O DOMÍNIO DOS TRANSPORTES RODOVIÁRIOS DE MERCADORIAS PELOS PRIVADOS, O LOCK-OUT DOS PATRÕES, O PREÇO DO GASÓLEO E A MANIPULAÇÃO DA OPINIÃO PÚBLICA O DOMÍNIO DOS TRANSPORTES RODOVIÁRIOS DE MERCADORIAS PELOS PRIVADOS, O LOCK-OUT DOS PATRÕES, O PREÇO DO GASÓLEO E A MANIPULAÇÃO DA OPINIÃO PÚBLICA Eugénio Rosa Como consequência de uma política de transportes

Leia mais

PROJETO DE RELATÓRIO

PROJETO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão do Ambiente, da Saúde Pública e da Segurança Alimentar 2011/2307(INI) 9.3.2012 PROJETO DE RELATÓRIO sobre a dádiva voluntária e não remunerada de tecidos e células

Leia mais

ÍNDICE DE RISCO DE 2008 PORTUGAL

ÍNDICE DE RISCO DE 2008 PORTUGAL ÍNDICE DE RISCO DE 2008 PORTUGAL Índice de Pagamentos 2004 191 2005 184 2006 183 2007 182 2008 183 Desenvolvimento Económico (%) UE 27 - Média PIB per capita US 21.800 (2007) Crescimento do PIB 1,9 2,9

Leia mais

número 3 maio de 2005 A Valorização do Real e as Negociações Coletivas

número 3 maio de 2005 A Valorização do Real e as Negociações Coletivas número 3 maio de 2005 A Valorização do Real e as Negociações Coletivas A valorização do real e as negociações coletivas As negociações coletivas em empresas ou setores fortemente vinculados ao mercado

Leia mais

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 2

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 2 EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 10.º/11.º ou 11.º/12.º Anos de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 286/89, de 29 de Agosto Programas novos e Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) PROVA 712/12 Págs. Duração

Leia mais

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO. que acompanha o documento. Proposta de

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO. que acompanha o documento. Proposta de COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 27.3.2014 SWD(2014) 119 final DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO que acompanha o documento Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU

Leia mais

3. CARTÕES DE CRÉDITO E DE DÉBITO (PARTICULARES)

3. CARTÕES DE CRÉDITO E DE DÉBITO (PARTICULARES) 3.1. Cartões de crédito Designação do Redes onde o é aceite 1. Anuidades 1.º Titular Outros titulares Comissões (Euros) 2. Emissão de 3. Substituição de 4. Inibição do 5. Pagamento devolvido NB Verde --

Leia mais

circular ifdr Certificação de despesas relativas a um Grande Projeto previamente à decisão de aprovação do projeto pela Comissão Europeia SÍNTESE

circular ifdr Certificação de despesas relativas a um Grande Projeto previamente à decisão de aprovação do projeto pela Comissão Europeia SÍNTESE N.º 02/2013 Versão n.º 01.0 Data de aprovação: 2013/09/30 Certificação de despesas relativas a um Grande Projeto previamente à Elaborada por: Unidade de Certificação SÍNTESE A presente Circular atualiza

Leia mais

Questões Específicas. Geografia Professor: Cláudio Hansen 03/12/2014. #VaiTerEspecífica

Questões Específicas. Geografia Professor: Cláudio Hansen 03/12/2014. #VaiTerEspecífica Questões Específicas 1. Considerando os Blocos Econômicos, a União Europeia (27 países em 2011) permanece como relevante importador de mercadorias brasileiras. Considerando os países individualmente, a

Leia mais

Indicadores socioeconómicos dos Países de Língua Portuguesa

Indicadores socioeconómicos dos Países de Língua Portuguesa Publicação anual Outubro 2015 Indicadores socioeconómicos dos Países de Língua Portuguesa Comunidade em gráficos Área terrestre Milhares de km 2 População Milhões de habitantes, PIB EUR, mil milhões, preços

Leia mais

TRANSPORTES RODOVIÁRIOS: HARMONIZAÇÃO DAS DISPOSIÇÕES LEGAIS

TRANSPORTES RODOVIÁRIOS: HARMONIZAÇÃO DAS DISPOSIÇÕES LEGAIS TRANSPORTES RODOVIÁRIOS: HARMONIZAÇÃO DAS DISPOSIÇÕES LEGAIS A criação de um mercado único europeu dos transportes rodoviários não é possível sem uma harmonização das disposições legais em vigor nos Estados-Membros.

Leia mais

Sessão de Encerramento do Seminário Diplomático

Sessão de Encerramento do Seminário Diplomático Sessão de Encerramento do Seminário Diplomático Intervenção da Secretária de Estado dos Assuntos Europeus, Margarida Marques (texto de base) Lisboa, 6 de janeiro de 2016 1. Por uma postura nacional mais

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DECISÃO DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DECISÃO DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 19.05.2004 COM(2004)385 final 2004/0121(CNS). Proposta de DECISÃO DO CONSELHO que concede uma garantia da Comunidade ao Banco Europeu de Investimento em caso

Leia mais

Uma forma sustentável de alcançar os objetivos económicos e sociais da UE

Uma forma sustentável de alcançar os objetivos económicos e sociais da UE Uma forma sustentável de alcançar os objetivos económicos e sociais da UE Os instrumentos financeiros cofinanciados por Fundos Europeus Estruturais e de Investimento são uma forma eficiente e sustentável

Leia mais

Questões relativas à UE

Questões relativas à UE » Questões relativas à UE » Quantos países constituem hoje a União Europeia? (%) correta 53,6 incorreta/ não sabe 46,4 12 países 15 países 25 países 28 países 31 países Outras respostas 5,1 5,1 18,4 7,9

Leia mais

Banco Europeu de Investimento Actividade na União Europeia e em Portugal

Banco Europeu de Investimento Actividade na União Europeia e em Portugal Artigo 07/2010 Banco Europeu de Investimento. Actividade na União Europeia e em Portugal Banco Europeu de Investimento Actividade na União Europeia e em Portugal Anabela Silva Resumo Pretende-se com este

Leia mais

ACESSO AO ENSINO SUPERIOR DE MAIORES DE 23 ANOS PROVA ESPECIFICA DE ECONOMIA 2014/06/14 GRUPO A1

ACESSO AO ENSINO SUPERIOR DE MAIORES DE 23 ANOS PROVA ESPECIFICA DE ECONOMIA 2014/06/14 GRUPO A1 ACESSO AO ENSINO SUPERIOR DE MAIORES DE 23 ANOS PROVA ESPECIFICA DE ECONOMIA 2014/06/14 (Cotações: 6 x 1,0 = 6 valores) GRUPO A1 1- O sector de atividade que agrupa as atividades relacionadas com o aproveitamento

Leia mais

O papel anticíclico dos investimentos públicos e as perspectivas econômicas

O papel anticíclico dos investimentos públicos e as perspectivas econômicas O papel anticíclico dos investimentos públicos e as perspectivas econômicas Luciano Coutinho Rio de Janeiro, 14 de julho de 2009 Limitação da política monetária após crises financeiras Processos de desalavancagem

Leia mais

ESTUDO DA ADC SOBRE A CONCORRÊNCIA NO SETOR PORTUÁRIO. 26 de janeiro de 2016

ESTUDO DA ADC SOBRE A CONCORRÊNCIA NO SETOR PORTUÁRIO. 26 de janeiro de 2016 ESTUDO DA ADC SOBRE A CONCORRÊNCIA NO SETOR PORTUÁRIO 26 de janeiro de 2016 Estrutura da apresentação 1. A relevância do estudo da AdC 2. As principais conclusões 3. As recomendações da AdC 4. A consulta

Leia mais

Buscando cooperação no mundo pós-crise: DECLARAÇÃO CONJUNTA

Buscando cooperação no mundo pós-crise: DECLARAÇÃO CONJUNTA 3 º Encontro Empresarial Brasil-UE Buscando cooperação no mundo pós-crise: DECLARAÇÃO CONJUNTA Estocolmo, 6 de outubro de 2009 A Confederação de Empresas Suecas (SN), O BUSINESSEUROPE e a Confederação

Leia mais

ALTERAÇÕES 1-58. PT Unida na diversidade PT 2012/2039(INI) 16.10.2012. Projeto de parecer Regina Bastos (PE483.860v02)

ALTERAÇÕES 1-58. PT Unida na diversidade PT 2012/2039(INI) 16.10.2012. Projeto de parecer Regina Bastos (PE483.860v02) PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão do Emprego e dos Assuntos Sociais 16.10.2012 2012/2039(INI) ALTERAÇÕES 1-58 Regina Bastos (PE483.860v02) sobre o estatuto da mutualidade europeia (2012/2039(INI))

Leia mais

XI. Dispensa de Visto de Entrada para Portadores de Passaporte e de Título de Viagem da RAEM

XI. Dispensa de Visto de Entrada para Portadores de Passaporte e de Título de Viagem da RAEM Macau 2015 Livro do Ano XI. Dispensa de Visto de Entrada para Portadores de Passaporte e de (países ordenados por continente) Ásia Brunei 14 dias --- Camboja 30 dias c) --- Coreia do Sul 90 dias --- Filipinas

Leia mais

A POSIÇÃO DE PORTUGAL NA EUROPA E NO MUNDO

A POSIÇÃO DE PORTUGAL NA EUROPA E NO MUNDO A POSIÇÃO DE PORTUGAL NA EUROPA E NO MUNDO Portugal situa-se no extremo sudoeste da Europa e é constituído por: Portugal Continental ou Peninsular (Faixa Ocidental da Península Ibérica) Parte do território

Leia mais

Rodobens é destaque no website Infomoney

Rodobens é destaque no website Infomoney Rodobens é destaque no website Infomoney Por: Conrado Mazzoni Cruz 19/04/07-09h55 InfoMoney SÃO PAULO - Atualmente, falar sobre o mercado imobiliário brasileiro é entrar na discussão sobre um possível

Leia mais

Geografia 03 Tabata Sato

Geografia 03 Tabata Sato Geografia 03 Tabata Sato IDH Varia de 0 a 1, quanto mais se aproxima de 1 maior o IDH de um país. Blocos Econômicos Economia Globalizada Processo de Regionalização Tendência à formação de blocos econômicos

Leia mais

Reclamações Fundo de Garantia de Depósitos. Datas - Valor. 9 CONTAS DE DEPÓSITO 1.1. Depósitos à ordem 9.1. Depósitos à ordem

Reclamações Fundo de Garantia de Depósitos. Datas - Valor. 9 CONTAS DE DEPÓSITO 1.1. Depósitos à ordem 9.1. Depósitos à ordem Entrada em vigor: 7-ez-2012 FOLHETO E COMISSÕES E ESPESAS INFORMAÇÃO GERAL INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR Reclamações Fundo de Garantia de epósitos atas - Valor Clientes Particulares Outros Clientes 1 CONTAS

Leia mais

Cenários. Cenário Internacional. Cenário Nacional

Cenários. Cenário Internacional. Cenário Nacional Ano 7 Edição: maio/2015 nº 57 Informações referentes a abril/2015 Cenários Cenário Internacional No mês de abril, o crescimento dos EUA se mostrou enfraquecido, com criação de empregos abaixo do esperado

Leia mais