Estatutos. Capítulo I Disposições fundamentais. Art.1º (Denominação)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Estatutos. Capítulo I Disposições fundamentais. Art.1º (Denominação)"

Transcrição

1 Estatutos Capítulo I Disposições fundamentais Art.1º (Denominação) A Associação Portuguesa para o Controlo de Tiragem e Circulação, abreviadamente designada por APCT, é uma associação que se rege pelos presentes estatutos, regulamento e normas internas e pelas disposições legais aplicáveis, nomeadamente, o Código Civil. Art.2º (Objecto) A APCT tem por objecto a verificação, comprovação e certificação das tiragens, circulação e distribuição geográfica, das publicações periódicas pertencentes a editores seus associados. Art.3º (Sede) A APCT tem a sua sede na Av. António José de Almeida, nº7-1ºesqº., em Lisboa, podendo, por deliberação da Direcção, instalar delegações ou designar representantes em qualquer parte do território nacional. A APCT durará por tempo indeterminado. Art.4º (Duração) Art.5º (Atribuições) A APCT pode desenvolver todas as actividades e iniciativas necessárias ou convenientes à prossecução do seu objecto, nomeadamente: a) a realização de auditorias e outros inquéritos à tiragem e circulação de publicações periódicas suas associadas e elaboração dos respectivos relatórios e conclusões; b) a adopção de normas sobre princípios e critérios a observar na realização de tais auditorias e inquéritos, e a sua divulgação aos interessados; c) a promoção de seminários, jornadas, edições e outras acções informativas e formativas;

2 d) a participação em organizações nacionais e internacionais que congreguem associações idênticas ou afins. Capítulo II Dos Associados Podem ser associados da APCT: Art.6º (Admissão) a) os editores de publicações periódicas e as suas associações representativas legalmente constituídas; b) as agências de publicidade, as centrais de compra de meios e as suas associações representativas legalmente constituídas; c) os anunciantes e as suas associações representativas legalmente constituídas; único - As associações representativas atrás citadas ficam isentas do pagamento de quotas à APCT. Art.7º (Condições de admissão) A admissão de associados é da competência da Direcção. Art.8º (Título de associado) Os associados da APCT receberão um título comprovativo dessa qualidade e, no caso dos editores de publicações periódicas, deverão usar nestas e restantes suportes de comunicação, utilizados pela empresa, o logotipo da APCT e a expressão Membro da APCT. Art.9º (Utilização de dados) Os editores apenas poderão utilizar os dados e informações, emitidos pela APCT, relativos a tiragem e circulação, em conformidade com o disposto no regulamento e normas internas aprovadas pela Direcção. Os associados têm os seguintes direitos: Art.10º (Direitos dos associados)

3 a) propor, discutir e votar em Assembleia Geral assuntos que interessem à APCT; b) eleger e ser eleito para os órgãos da APCT; c) participar em todas as actividades da APCT; d) representar, mediante procuração, outro associado nas Assembleias Gerais; e) ter acesso à documentação e serviços proporcionados pela APCT; f) recorrer para a Assembleia Geral, quanto às sanções que lhes sejam aplicadas pela Direcção. Os associados têm os seguintes deveres: Art.11º (Deveres dos associados) a) respeitar os presentes estatutos, bem como o regulamento e normas emanadas pela Direcção; b) pagar pontualmente as quotas estipuladas, salvo se estiverem isentos nos termos do único do artigo 6º; c) acatar as deliberações da Assembleia Geral e da Direcção; d) desempenhar com diligência e zelo os cargos ou tarefas para os quais forem eleitos ou nomeados; e) contribuir, pelos meios ao seu alcance, para a realização do objecto e atribuições da APCT. Art.12º (Deveres especiais dos editores) Os associados editores têm, em especial, os seguintes deveres: a) prestar com rigor e com a maior isenção todas as informações decorrentes do preceituado nos artigos 2º e 5º dos presentes estatutos; b) depositar nos serviços da APCT, de harmonia com os prazos que lhes forem estabelecidos no regulamento e normas, a nota informativa da Associação, devidamente preenchida, com os dados completos sobre a tiragem, circulação e sua distribuição geográfica.

4 c) facultar livre acesso aos auditores indicados pela APCT a todos os livros e registos contabilistícos, e outros documentos considerados necessários para verificar e comprovar a tiragem e a circulação das suas publicações periódicas. 1. Perdem a qualidade de associado: Art.13º (Perda da qualidade de associado) a) os que se exonerarem, de tal qualidade, mediante carta registada, dirigida à Direcção; b) os que sejam objecto da sanção disciplinar de exclusão; 2. A exoneração só produzirá efeitos a partir do momento em que sejam liquidados todos os débitos existentes a favor da APCT, aqui se incluindo a quota referente ao mês em curso. São órgãos da APCT: a) a Assembleia Geral; b) a Direcção; c) o Conselho Fiscal. Capítulo III Dos órgãos da associação Art.14º (Órgãos da APCT) Secção I Da Assembleia Geral Art.15º (Composição e competência) 1 - A Assembleia Geral representa a universalidade dos associados e as suas deliberações, quando tomadas nos termos da lei e dos presentes estatutos, serão obrigatórias para todos eles, ainda que ausentes ou dissidentes. 2 - Compete à Assembleia Geral: a) eleger e destituir, entre os associados que se farão representar por pessoas individuais da sua escolha, os membros da Mesa da Assembleia Geral, da Direcção e do Conselho Fiscal e, no primeiro caso, empossá-los no termo do próprio acto da eleição; b) alterar os presentes estatutos; c) deliberar sobre a dissolução da APCT;

5 d) aprovar o Plano e Orçamento anuais propostos pela Direcção; e) aprovar o Relatório de Gestão, Balanço e Contas anuais apresentadas pela Direcção; f) decidir sobre os recursos interpostos pelos associados de deliberações tomadas pela Direcção; g) deliberar sobre outros assuntos de interesse da associação que lhe sejam submetidos pelos outros órgãos associativos ou pelos sócios; Art.16º (Mesa) A Mesa da Assembleia Geral é composta por um Presidente e dois Secretários, eleitos por períodos de três anos, renováveis. Art.17º (Reuniões ordinárias) A Assembleia Geral reunirá ordinariamente duas vezes por ano: nos primeiros quatro meses para aprovação do Relatório de Gestão, Balanço e Contas, do exercício anterior, e nos últimos 2 meses para aprovação do Plano e Orçamento do ano seguinte, e, quando necessário, para a eleição dos orgãos sociais da associação. Art.18º (Convocação) As reuniões da Assembleia Geral serão convocadas pelo Presidente da Mesa, por sua iniciativa ou a solicitação da Direcção ou de um conjunto de associados não inferior à quinta parte da sua totalidade, por meio de aviso postal ou telecópia expedido para cada um dos associados, com a antecedência mínima de dez dias úteis, indicando o dia, hora e local da reunião e respectiva ordem de trabalhos. Art.19º (Deliberações) As deliberações são tomadas por maioria simples dos votos dos associados presentes, salvo as deliberações sobre alterações dos estatutos e de dissolução da APCT que requerem, respectivamente, o voto favorável de três quartos do número de associados presentes e de três quartos do número total de associados. Secção II Da Direcção Art.20º (Composição)

6 A Direcção compõe-se de um Presidente, um Vice Presidente e três vogais, sendo três dos seus membros oriundos dos editores de publicações periódicas, um das agências de publicidade e centrais de compra de meios, e um dos anunciantes. Art.21º (Mandato) Os membros da Direcção são eleitos por períodos de três anos, renováveis, podendo ser remunerados se houver deliberação da Assembleia Geral nesse sentido. Compete à Direcção: Art.22º (Competência) a) administrar e gerir a APCT; b) representar a APCT, em juízo e fora dele; c) elaborar o Plano e o Orçamento, bem como o Relatório de Gestão, Balanço e Contas, e proposta de aplicação de resultados, e submetê-los à aprovação da Assembleia Geral; d) deliberar sobre a admissão de novos associados; e) promover a instrução e a aplicação das sanções disciplinares; f) elaborar e pôr em execução os regulamentos e normas necessários à realização das atribuições da APCT; g) fixar o valor da jóia e quotas dos associados; h) interpretar as disposições dos presentes estatutos, bem como deliberar sobre os casos omissos. Art.23º (Vinculação) A APCT obriga-se com a assinatura conjunta de dois membros da Direcção, ou com a de um membro desta em conjunto com um procurador por si designado. Art.24º (Deliberações) A Direcção só pode deliberar estando presente a maioria dos seus membros, sendo as deliberações tomadas por maioria dos presentes e tendo o Presidente voto de qualidade. Secção III Do Conselho Fiscal Art.25º (Composição)

7 O Conselho Fiscal é composto por um Presidente e dois vogais, eleitos por períodos de três anos, renováveis, sendo um deles oriundo dos editores de publicações periódicas, um das agências de publicidade e centrais de compra de meios, e um dos anunciantes. Art.26º (Competência) Compete ao Conselho Fiscal fiscalizar a administração e gestão da APCT, em ordem a assegurar o cumprimento da lei, dos presentes estatutos e das deliberações da Assembleia geral, devendo nomeadamente: a) dar parecer sobre o Relatório da Gestão, Balanços e Contas da APCT e proposta de aplicação de resultados; b) examinar os livros e documentos contabilísticos da APCT; c) emitir parecer sobre assuntos que lhe forem submetidos pela Direcção ou pela Assembleia Geral. Art.27º (Deliberações) É aplicável ao Conselho Fiscal o disposto no artigo 24º. Capítulo IV Da Disciplina Art.28º (Infracções disciplinares) Constituem infracção disciplinar os actos ou omissões culposos dos associados que violem os deveres impostos por estes estatutos ou pelas normas e demais regulamentos necessários à realização das atribuições da APCT. Art.29º (Sanções disciplinares) As sanções disciplinares aplicáveis aos associados da APCT serão, consoante o grau de culpa e as demais circunstâncias da infracção disciplinar, as seguintes: a) advertência registada; b) suspensão da qualidade de associado por período de trinta dias a dois anos, mantendose a obrigatoriedade da liquidação de todos os débitos para com a associação; c) exclusão. Art.30º (Competência)

8 Compete à Direcção promover a instrução e aplicação das sanções disciplinares, cabendo recurso para a Assembleia Geral. Capítulo V Disposições Finais Art.31º (Receitas) Constituem receitas da associação: a) as quotizações dos associados; b) os bens doados ou legados, os subsídios ou outras liberalidades; c) as derivadas da prestação de serviços a associados ou a terceiros. Art.32º (Foro competente) Para a resolução de qualquer litígio entre a associação e os seus associados será exclusivamente competente o foro da comarca de Lisboa.

ESCOLA BÁSICA DOS 2º E 3º CICLOS DOS LOUROS ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCAREGADOS DE EDUCAÇÃO

ESCOLA BÁSICA DOS 2º E 3º CICLOS DOS LOUROS ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCAREGADOS DE EDUCAÇÃO CAPITULO I ARTIGO 1.º (Denominação, natureza, sede e âmbito) 1. A Associação adopta a designação de Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos dos Louros. 2. É uma

Leia mais

Estatutos da Musikarisma Associaça o

Estatutos da Musikarisma Associaça o Estatutos da Musikarisma Associaça o SECÇÃO I DA ASSOCIAÇÃO Artigo 1º A Musikarisma é uma Associação Cultural, Sem Fins Lucrativos, tendo a sua sede na Rua José Estêvão, com o número cento e treze, na

Leia mais

Associação Alentejo de Excelência ESTATUTOS. Artigo 1º Denominação, Sede e Duração

Associação Alentejo de Excelência ESTATUTOS. Artigo 1º Denominação, Sede e Duração Associação Alentejo de Excelência ESTATUTOS Artigo 1º Denominação, Sede e Duração 1. A associação, sem fins lucrativos, adopta a denominação de Alentejo de Excelência - Associação para a Competitividade,

Leia mais

Olho Vivo - Associação para a Defesa do Património, Ambiente e Direitos Humanos

Olho Vivo - Associação para a Defesa do Património, Ambiente e Direitos Humanos Olho Vivo - Associação para a Defesa do Património, Ambiente e Direitos Humanos Estatutos Capítulo I (Princípios Gerais) Art.º1 (Denominação, Natureza e Duração) É constituída por tempo indeterminado,

Leia mais

Da Atividade da Associação. Dos Sócios

Da Atividade da Associação. Dos Sócios REGULAMENTO GERAL INTERNO Associação Trilhos da Boa Viagem (ATBV) Artigo 1º Da Atividade da Associação Objetivos e Atividades 1 A ATBV é uma associação de carácter desportivo, recreativo, cultural e educativo,

Leia mais

ESTATUTOS DA ACADEMIA DE LETRAS DE TRÁS-OS-MONTES CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO, DURAÇÃO E SEDE

ESTATUTOS DA ACADEMIA DE LETRAS DE TRÁS-OS-MONTES CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO, DURAÇÃO E SEDE ESTATUTOS DA ACADEMIA DE LETRAS DE TRÁS-OS-MONTES CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO, DURAÇÃO E SEDE Artigo 1º Constituição e denominação É constituída uma associação civil sem fins lucrativos denominada Academia

Leia mais

ESTATUTOS DO GRUPO DESPORTIVO SANTANDER TOTTA. CAPÍTULO I SEÇÃO I CONSTITUIÇÃO ART.º 1.º (Denominação e Natureza)

ESTATUTOS DO GRUPO DESPORTIVO SANTANDER TOTTA. CAPÍTULO I SEÇÃO I CONSTITUIÇÃO ART.º 1.º (Denominação e Natureza) ESTATUTOS DO GRUPO DESPORTIVO SANTANDER TOTTA CAPÍTULO I SEÇÃO I CONSTITUIÇÃO ART.º 1.º (Denominação e Natureza) 1. O Grupo Desportivo Santander Totta, é uma Associação de direito privado, sem fins lucrativos,

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO JUVENIL

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO JUVENIL ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO JUVENIL CAPÍTULO I Princípios Gerais Artigo 1º - Natureza e Sede A Associação adopta a designação de (nome da Associação), e tem a sua sede provisória no Concelho de (designação

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO OBRIGADO PORTUGAL. Capítulo I Princípios Gerais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO OBRIGADO PORTUGAL. Capítulo I Princípios Gerais ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO OBRIGADO PORTUGAL Capítulo I Princípios Gerais Artigo 1º Denominação, sede e duração 1. A Associação, sem fins lucrativos, adota a denominação ASSOCIAÇÃO OBRIGADO PORTUGAL. 2. A

Leia mais

ESTATUTOS DO CÍRCULO TEIXEIRA GOMES ASSOCIAÇÃO PELO ALGARVE TÍTULO I. Denominação, Natureza, Sede e Fins da Associação. Artigo Primeiro.

ESTATUTOS DO CÍRCULO TEIXEIRA GOMES ASSOCIAÇÃO PELO ALGARVE TÍTULO I. Denominação, Natureza, Sede e Fins da Associação. Artigo Primeiro. ESTATUTOS DO CÍRCULO TEIXEIRA GOMES ASSOCIAÇÃO PELO ALGARVE TÍTULO I Denominação, Natureza, Sede e Fins da Associação Artigo Primeiro Denominação A Associação terá a denominação de CÍRCULO TEIXEIRA GOMES

Leia mais

A Associação A Cividade é uma instituição particular, sem fins lucrativos e de

A Associação A Cividade é uma instituição particular, sem fins lucrativos e de Associação A CIVIDADE ESTATUTOS CAPÍTULO I Denominação, sede, objecto e duração Artigo 1º A Associação A Cividade é uma instituição particular, sem fins lucrativos e de duração indeterminada. Artigo 2º

Leia mais

ASSOCIAÇÃO. (Documento complementar elaborado nos termos do nº 2 do artigo 64º do Código do Notariado)

ASSOCIAÇÃO. (Documento complementar elaborado nos termos do nº 2 do artigo 64º do Código do Notariado) ASSOCIAÇÃO ESTATUTOS (Documento complementar elaborado nos termos do nº 2 do artigo 64º do Código do Notariado) SOCIEDADE PORTUGUESA DE VIDA SELVAGEM CAPÍTULO PRIMEIRO Denominação, Duração, Sede e Objecto

Leia mais

JORNAL OFICIAL. 2.º Suplemento. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Sexta-feira, 23 de setembro de Série. Número 166

JORNAL OFICIAL. 2.º Suplemento. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Sexta-feira, 23 de setembro de Série. Número 166 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Sexta-feira, 23 de setembro de 2016 Série 2.º Suplemento Sumário SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DA ES- COLA DA AJUDA

Leia mais

c) Organização de festas tradicionais e outras manifestações Artigo 5º O CCD cooperará com todos os organismos públicos e

c) Organização de festas tradicionais e outras manifestações Artigo 5º O CCD cooperará com todos os organismos públicos e ESTATUTOS DO CENTRO DE CULTURA E DESPORTO DOS TRABALHADORES DA CÂMARA MUNICIPAL DE PONTE DE LIMA CAPÍTULO I (DENOMINAÇÃO, SEDE, CONSTITUIÇÃO OBJECTIVOS) excursões e viagens. c) Organização de festas tradicionais

Leia mais

A P P Associação dos Portos de Portugal Estatutos

A P P Associação dos Portos de Portugal Estatutos A P P Associação dos Portos de Portugal Estatutos CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, ÂMBITO E FINS Artigo 1º É constituída uma associação, sem fins lucrativos, denominada APP Associação dos Portos de Portugal,

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DE UMA ASSOCIAÇÃO

CONSTITUIÇÃO DE UMA ASSOCIAÇÃO CONSTITUIÇÃO DE UMA ASSOCIAÇÃO MODELO DE ESTATUTOS CAPÍTULO I Princípios Gerais Artigo 1º (Natureza e Sede) 1 - A Associação X, adiante designada por Associação, é constituída por jovens 18 aos 30 anos

Leia mais

Estatutos da Associação de Estudantes da ETPZP

Estatutos da Associação de Estudantes da ETPZP CAPÍTULO I Princípios Gerais Artigo 1º Denominação, âmbito e sede 1. A Associação de Estudantes adiante designada por Associação, é a organização representativa dos alunos da (ETPZP). 2. A presente Associação,

Leia mais

A associação tem como fim...

A associação tem como fim... ASSOCIAÇÃO Artigo 1.º Denominação, sede e duração 1. A associação, sem fins lucrativos, adopta a denominação, e tem a sede na, freguesia de, concelho de e constitui-se por. 2. A associação tem o número

Leia mais

RUAS - ASSOCIAÇÃO UNIVER(S)CIDADE ESTATUTOS

RUAS - ASSOCIAÇÃO UNIVER(S)CIDADE ESTATUTOS RUAS - ASSOCIAÇÃO UNIVER(S)CIDADE ESTATUTOS CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1. Denominação e natureza A RUAS - Associação Univer(s)cidade, adiante designada abreviadamente por Associação, é uma pessoa

Leia mais

Estatutos para associações, clubes e colectividades

Estatutos para associações, clubes e colectividades Estatutos para associações, clubes e colectividades Artigo 1.º Designação e Objectivos O/A (nome da colectividade ou associação), adiante designada por (sigla) é uma associação de fins (concretização dos

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA O ESTUDO DA DOR-APED. ESTATUTOS (aprovados em Assembleia Geral de 25 de Janeiro de 2002)

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA O ESTUDO DA DOR-APED. ESTATUTOS (aprovados em Assembleia Geral de 25 de Janeiro de 2002) ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA O ESTUDO DA DOR-APED ESTATUTOS (aprovados em Assembleia Geral de 25 de Janeiro de 2002) OBJECTIVOS e SEDE Artigo 1º Parágrafo 1. A Associação Portuguesa para o Estudo da Dor,

Leia mais

REGULAMENTO DA REDE DE PARLAMENTARES PARA O AMBIENTE E LUTA CONTRA A DESERTIFIÇÃO E A POBREZA. Proposta

REGULAMENTO DA REDE DE PARLAMENTARES PARA O AMBIENTE E LUTA CONTRA A DESERTIFIÇÃO E A POBREZA. Proposta ASSEMBLEIA NACIONAL REGULAMENTO DA REDE DE PARLAMENTARES PARA O AMBIENTE E LUTA CONTRA A DESERTIFIÇÃO E A POBREZA Proposta ****** Art. 1 Denominação e natureza 1. É constituída A Rede de Parlamentares

Leia mais

ESTATUTOS DA CEFAMOL ASSOCIAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA DE MOLDES

ESTATUTOS DA CEFAMOL ASSOCIAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA DE MOLDES ESTATUTOS DA CEFAMOL ASSOCIAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA DE MOLDES 2002 CEFAMOL - ASSOCIAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA DE MOLDES CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, ÂMBITO, SEDE E FINS ARTº 1º (DENOMINAÇÃO) A CEFAMOL - ASSOCIAÇÃO

Leia mais

CÂMARA DO COMÉRCIO DE ANGRA DO HEROÍSMO

CÂMARA DO COMÉRCIO DE ANGRA DO HEROÍSMO CÂMARA DO COMÉRCIO DE ANGRA DO HEROÍSMO Regulamento do Núcleo Empresarial da Ilha da Graciosa (Aprovado em Assembleia Geral de 1999) Princípios Gerais Artigo 1º O Núcleo Empresarial da Ilha de São Jorge,

Leia mais

1. A associação tem os seguintes associados fundadores:

1. A associação tem os seguintes associados fundadores: ASSOCIAÇÃO Artigo 1.º Denominação e sede 1. A associação adopta a denominação. 2. A associação tem a sua sede na, freguesia de, concelho de. 3. A associação tem o número de pessoa colectiva e o número

Leia mais

REGULAMENTO DA ASSEMBLEIA DE REPRESENTANTES

REGULAMENTO DA ASSEMBLEIA DE REPRESENTANTES REGULAMENTO DA ASSEMBLEIA DE REPRESENTANTES REGULAMENTO DA ASSEMBLEIA DE REPRESENTANTES Aprovado na Assembleia de Representantes de 25 de Março de 2000 CAPÍTULO I Natureza e composição Artigo 1.º Natureza

Leia mais

ESTATUTOS DA SOCIEDADE PORTUGUESA DE ALCOOLOGIA. Capítulo 1

ESTATUTOS DA SOCIEDADE PORTUGUESA DE ALCOOLOGIA. Capítulo 1 ESTATUTOS DA SOCIEDADE PORTUGUESA DE ALCOOLOGIA Capítulo 1 Denominação, sede, duração, constituição e afins Artigo 1.º - (Denominação, sede e duração) A Sociedade adopta a designação de Sociedade Portuguesa

Leia mais

ESTATUTOS. CAPÍTULO I Denominação, natureza, duração, sede e fins. Artigo 1º

ESTATUTOS. CAPÍTULO I Denominação, natureza, duração, sede e fins. Artigo 1º ESTATUTOS CAPÍTULO I Denominação, natureza, duração, sede e fins Artigo 1º A Associação Portuguesa para a Protecção dos Arquivos Privados (APPAP) é uma associação sem fins lucrativos, dotada de personalidade

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA MUSIKARISMA ASSOCIAÇA O

REGULAMENTO INTERNO DA MUSIKARISMA ASSOCIAÇA O REGULAMENTO INTERNO DA MUSIKARISMA ASSOCIAÇA O O presente regulamento tem como objectivo complementar e regular as situações omissas dos Estatutos. CAPÍTULO I Do regulamento interno ARTIGO 1.º (Vigência)

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE ESTUDANTES DA ESCOLA SECUNDÁRIA ANTERO DE QUENTAL ESTATUTOS. Estatutos aprovados a 18 de Março de 2015.

ASSOCIAÇÃO DE ESTUDANTES DA ESCOLA SECUNDÁRIA ANTERO DE QUENTAL ESTATUTOS. Estatutos aprovados a 18 de Março de 2015. ASSOCIAÇÃO DE ESTUDANTES DA ESCOLA SECUNDÁRIA ANTERO DE QUENTAL ESTATUTOS Estatutos aprovados a 18 de Março de 2015 Página 1 de 15 CAPÍTULO I Princípios Gerais ARTIGO 1.º (Denominação, âmbito, sede, sigla

Leia mais

Academia Olímpica de Portugal Regulamento Geral

Academia Olímpica de Portugal Regulamento Geral Academia Olímpica de Portugal Regulamento Geral Artigo 1.º Natureza Jurídica, Denominação e Sede 1. A Academia Olímpica de Portugal, adiante designada por AOP, é uma entidade integrada no, adiante designado

Leia mais

SOCIEDADE PORTUGUESA DE ESTUDOS EM PSICOLOGIA ONCOLÓGICA REGULAMENTO INTERNO

SOCIEDADE PORTUGUESA DE ESTUDOS EM PSICOLOGIA ONCOLÓGICA REGULAMENTO INTERNO SOCIEDADE PORTUGUESA DE ESTUDOS EM PSICOLOGIA ONCOLÓGICA DA SOCIEDADE PORTUGUESA DE ESTUDOS EM PSICOLOGIA ONCOLÓGICA PREÂMBULO O presente Regulamento Interno da Sociedade Portuguesa de Estudos em Psicologia

Leia mais

ESTATUTOS DA SOCIEDADE ANÓNIMA Capitulo I. Artigo 1º. Artigo 2º. Artigo 3º

ESTATUTOS DA SOCIEDADE ANÓNIMA Capitulo I. Artigo 1º. Artigo 2º. Artigo 3º ESTATUTOS DA SOCIEDADE ANÓNIMA Capitulo I Firma, sede, objecto e duração Artigo 1º Firma A Sociedade adopta o tipo de Sociedade anónima, com a firma EDAB Empresa de Desenvolvimento do Aeroporto de Beja,

Leia mais

ARSENAL DO ALFEITE, S. A. ESTATUTOS

ARSENAL DO ALFEITE, S. A. ESTATUTOS ARSENAL DO ALFEITE, S. A. (Constituída pelo Decreto-Lei n.º33/2009, de 5 de Fevereiro) ESTATUTOS CAPÍTULO I Denominação, sede, objecto e duração Artigo 1º Forma e denominação A sociedade adopta a forma

Leia mais

ESTATUTOS DA COMISSÃO NACIONAL PORTUGUESA

ESTATUTOS DA COMISSÃO NACIONAL PORTUGUESA ESTATUTOS DA COMISSÃO NACIONAL PORTUGUESA DO ICOM Capítulo I Da origem e dos fins da Comissão Nacional Artigo 1º A Comissão Nacional Portuguesa do ICOM (International Council of Museums), adiante designada

Leia mais

ASSOCIAÇÃO de ATLETAS OLÍMPICOS DE ANGOLA

ASSOCIAÇÃO de ATLETAS OLÍMPICOS DE ANGOLA ESTATUTO Artigo 1º (Definição) A Associação de Atletas Olimpicos de Angola, abreviadamente designada de AAOA é uma Instituição não governamental, de caracter associativo, autonóma e sem fins lucrativos,

Leia mais

Regulamento do Instituto de Psicologia Cognitiva, Desenvolvimento Humano e Social (IPCDHS)

Regulamento do Instituto de Psicologia Cognitiva, Desenvolvimento Humano e Social (IPCDHS) Regulamento do Instituto de Psicologia Cognitiva, Desenvolvimento Humano e Social (IPCDHS) CAPÍTULO I Natureza, Fins e Atribuições Artigo 1º (Natureza, Constituição, Localização) 1. O Instituto de Psicologia

Leia mais

ESTATUTO DA AAPCEU. ART. 2º - A ASSOCIAÇÃO tem sede e foro na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais.

ESTATUTO DA AAPCEU. ART. 2º - A ASSOCIAÇÃO tem sede e foro na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais. ESTATUTO DA AAPCEU TÍTULO I - DA ENTIDADE Capítulo Único - Da Denominação, Sede e Objeto ART. 1º - A Associação dos Aposentados e Pensionistas da Caixa dos Empregados da Usiminas, doravante denominada

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL, S.A.

REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL, S.A. REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL, S.A. Fevereiro 2012 REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO EDP Energias de Portugal, S.A. ARTIGO 1.º (Âmbito)

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA. Artigo 1.º. Âmbito

REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA. Artigo 1.º. Âmbito Sociedade Comercial Orey Antunes, S.A. Sociedade aberta com o Capital Social: 12.000.000,00 (doze milhões de euros) Sede: Rua Carlos Alberto da Mota Pinto, n.º 17, 6.º andar, 1070-313 Lisboa Registada

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO "AMIGOS DO MUSEU NACIONAL DO AZULEJO" CAPÍTULO I. Designação, Fins, Sede e Duração. Artigo 1.º

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO AMIGOS DO MUSEU NACIONAL DO AZULEJO CAPÍTULO I. Designação, Fins, Sede e Duração. Artigo 1.º ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO "AMIGOS DO MUSEU NACIONAL DO AZULEJO" CAPÍTULO I Designação, Fins, Sede e Duração Artigo 1.º Com a designação de "Amigos do Museu Nacional do Azulejo" é constituída uma associação

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DA ESCOLA BÁSICA INTEGRADA DA BOBADELA. Estatutos. CAPÍTULO I Constituição, sede, natureza, objectivo

ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DA ESCOLA BÁSICA INTEGRADA DA BOBADELA. Estatutos. CAPÍTULO I Constituição, sede, natureza, objectivo ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DA ESCOLA BÁSICA INTEGRADA DA BOBADELA Estatutos CAPÍTULO I Constituição, sede, natureza, objectivo ARTIGO 1º Constituição A Associação de Pais e Encarregados

Leia mais

ESTATUTOS DA DELEGAÇÃO NACIONAL PORTUGUESA DA CÂMARA DE COMÉRCIO INTERNACIONAL CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO E SEDE ARTIGO 1º

ESTATUTOS DA DELEGAÇÃO NACIONAL PORTUGUESA DA CÂMARA DE COMÉRCIO INTERNACIONAL CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO E SEDE ARTIGO 1º ESTATUTOS DA DELEGAÇÃO NACIONAL PORTUGUESA DA CÂMARA DE COMÉRCIO INTERNACIONAL Fundada em 1934 CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO E SEDE ARTIGO 1º 1. A Delegação Nacional Portuguesa da Câmara de Comércio

Leia mais

Grupo de Cultura Musical de Ponte de Lima ESTATUTOS CAPÍTULO I. Natureza, Sede, Fins e Atividades. Artigo 1.º. Denominação, Duração e Sede

Grupo de Cultura Musical de Ponte de Lima ESTATUTOS CAPÍTULO I. Natureza, Sede, Fins e Atividades. Artigo 1.º. Denominação, Duração e Sede Grupo de Cultura Musical de Ponte de Lima ESTATUTOS CAPÍTULO I Natureza, Sede, Fins e Atividades Artigo 1.º Denominação, Duração e Sede O Grupo de Cultura Musical de Ponte de Lima tem duração por tempo

Leia mais

REGULAMENTO DOS ESTUDANTES SOCIAIS-DEMOCRATAS

REGULAMENTO DOS ESTUDANTES SOCIAIS-DEMOCRATAS REGULAMENTO DOS ESTUDANTES SOCIAIS-DEMOCRATAS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO 1º (Estudantes Sociais-Democratas) Os Estudantes Sociais-Democratas (adiante designados por ESD) são a estrutura sectorial

Leia mais

ANPERE Associação Nacional dos Profissionais e Empresas do Ramo Automóvel

ANPERE Associação Nacional dos Profissionais e Empresas do Ramo Automóvel ANPERE Associação Nacional dos Profissionais e Empresas do Ramo Automóvel CAPÍTULO I Denominação, Duração, Sede, Âmbito e Objeto. ARTIGO 1º (Denominação, duração, sede e âmbito) A associação, sem fins

Leia mais

Celbi ESTATUTOS DO AGRUPAMENTO COMPLEMENTAR DE EMPRESAS - ACE CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo Primeiro (Firma)

Celbi ESTATUTOS DO AGRUPAMENTO COMPLEMENTAR DE EMPRESAS - ACE CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo Primeiro (Firma) Celbi ESTATUTOS DO AGRUPAMENTO COMPLEMENTAR DE EMPRESAS - ACE CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo Primeiro (Firma) O Agrupamento Complementar de Empresas adoptará a denominação AFOCELCA Agrupamento Complementar

Leia mais

NOVO CONTRATO DE SOCIEDADE DA RIBEIRA DA TEJA PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA, E.M., LDA. CAPÍTULO I FIRMA, SEDE, DURAÇÃO E OBJECTO.

NOVO CONTRATO DE SOCIEDADE DA RIBEIRA DA TEJA PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA, E.M., LDA. CAPÍTULO I FIRMA, SEDE, DURAÇÃO E OBJECTO. NOVO CONTRATO DE SOCIEDADE DA RIBEIRA DA TEJA PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA, E.M., LDA. CAPÍTULO I FIRMA, SEDE, DURAÇÃO E OBJECTO Artigo Primeiro (Firma) A sociedade é constituída sob a forma de sociedade

Leia mais

SOCIEDADE CABOVERDIANA DE ZOOLOGIA

SOCIEDADE CABOVERDIANA DE ZOOLOGIA SOCIEDADE CABOVERDIANA DE ZOOLOGIA SCVZ ESTATUTOS Capítulo I Disposições gerais Artigo 1º Criação 1.É criada Sociedade Caboverdiana de Zoologia, abreviadamente designada SCVZ. 2.A duração da sociedade

Leia mais

PROPOSTA DE REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO CONSELHO JURISDICIONAL

PROPOSTA DE REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO CONSELHO JURISDICIONAL PROPOSTA DE REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO CONSELHO JURISDICIONAL Proposta de adequação ao novo EOE (Lei n.º 123/2015, de 2 de Setembro) PROPOSTA DE REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO CONSELHO JURISDICIONAL

Leia mais

CAIS ASSOCIAÇÃO DE SOLIDADRIEDADE SOCIAL ESTATUTOS CAPITULO I GENERALIDADES ARTIGO 1º (DESIGNAÇÃO, DIURAÇÃO E SEDE)

CAIS ASSOCIAÇÃO DE SOLIDADRIEDADE SOCIAL ESTATUTOS CAPITULO I GENERALIDADES ARTIGO 1º (DESIGNAÇÃO, DIURAÇÃO E SEDE) VERSÃO ACTUALIZADA DOS ESTATUTOS DEPOIS DA ALTERAÇÃO DA SEDE SOCIAL, DELIBERADA PELA ACTA Nº 22, DE 26 DE ABRIL DE 2005. ---------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

E DA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. ARTIGO PRIMEIRO OBJECTO. O presente Regulamento completa o disposto na lei geral e no contrato de Sociedade do BES

E DA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. ARTIGO PRIMEIRO OBJECTO. O presente Regulamento completa o disposto na lei geral e no contrato de Sociedade do BES REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO E DA COMISSÃO EXECUTIVA DO BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. («BES») ARTIGO PRIMEIRO OBJECTO O presente Regulamento completa o disposto na lei geral e no contrato de

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DA GRANDE IDADE INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ESTATUTOS ASSOCIAÇÃO REGISTADA SOB O Nº527/2008 CARTÓRIO NOTARIAL DE LOURES 1

ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DA GRANDE IDADE INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ESTATUTOS ASSOCIAÇÃO REGISTADA SOB O Nº527/2008 CARTÓRIO NOTARIAL DE LOURES 1 ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DA GRANDE IDADE INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ESTATUTOS ASSOCIAÇÃO REGISTADA SOB O Nº527/2008 CARTÓRIO NOTARIAL DE LOURES 1 CAPITULO I Princípios Gerais Artigo 1º (Natureza e Sede) 1.

Leia mais

EMPRESAS/ASSOCIAÇÕES Constituição de Associação n.º 6/2008 de 7 de Fevereiro de 2008

EMPRESAS/ASSOCIAÇÕES Constituição de Associação n.º 6/2008 de 7 de Fevereiro de 2008 EMPRESAS/ASSOCIAÇÕES Constituição de Associação n.º 6/2008 de 7 de Fevereiro de 2008 AGIRA ASSOCIAÇÃO DE GUIAS INTÉRPRETES REGIONAIS DOS AÇORES Certifico que a presente cópia composta por seis folhas,

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1º - Denominação e regime jurídico

ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1º - Denominação e regime jurídico ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º - Denominação e regime jurídico 1. É constituída a InComunidade Cooperativa de Solidariedade Social CRL, doravante designada como Cooperativa,

Leia mais

Clube de Golfe dos Engenheiros

Clube de Golfe dos Engenheiros REGULAMENTO INTERNO Artigo 1.º (Objectivos) Para atingir os objectivos previstos no Artigo 2º dos Estatutos, a Direcção do Clube promoverá: 1. A organização de torneios de golfe em conformidade com as

Leia mais

ESTATUTOS CAPÍTULO I. Denominação, sede, objecto e duração da sociedade ARTIGO 1º

ESTATUTOS CAPÍTULO I. Denominação, sede, objecto e duração da sociedade ARTIGO 1º ESTATUTOS CAPÍTULO I Denominação, sede, objecto e duração da sociedade ARTIGO 1º A sociedade anónima que, por força do Decreto-Lei nº 93/93, de 24 de Março, continua a personalidade jurídica da empresa

Leia mais

IDEFF. Organização. Estatutos. Capítulo I Constituição, Duração e Sede

IDEFF. Organização. Estatutos. Capítulo I Constituição, Duração e Sede IDEFF Organização Estatutos Capítulo I Constituição, Duração e Sede Artigo 1º (Constituição e denominação) 1. É constituída uma associação cultural sem fins lucrativos denominada Instituto de Direito Económico,

Leia mais

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE FUTEBOL DE RUA ESTATUTOS. Capítulo II. Da denominação, sede e âmbito de acção e fins. Artigo 5º

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE FUTEBOL DE RUA ESTATUTOS. Capítulo II. Da denominação, sede e âmbito de acção e fins. Artigo 5º ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE FUTEBOL DE RUA ESTATUTOS Capítulo I Da denominação, sede e âmbito de acção e fins Artigo 1º 1. A Associação Nacional de Futebol de Rua é uma instituição particular de solidariedade

Leia mais

a. O Conselho Pedagógico é composto por docentes e discentes, eleitos pelos membros de cada um dos respectivos cursos.

a. O Conselho Pedagógico é composto por docentes e discentes, eleitos pelos membros de cada um dos respectivos cursos. Regulamento Interno do Conselho Pedagógico da ESAP (Nº de Membros para o biénio 2013/2015: 14) Aprovado por unanimidade na reunião de 27.02.2014 1. Funcionamento a. O Conselho Pedagógico é composto por

Leia mais

Estatutos Com as alterações aprovados em Assembleia Geral de

Estatutos Com as alterações aprovados em Assembleia Geral de Estatutos Com as alterações aprovados em Assembleia Geral de 23.09.2010 ESTATUTOS DA GARE ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO DE UMA CULTURA DE SEGURANÇA RODOVIÁRIA ------Artigo Primeiro--------------------------------------------------------------------------

Leia mais

REGULAMENTO, CONSTITUIÇÃO E CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DO DESPORTO PREÂMBULO

REGULAMENTO, CONSTITUIÇÃO E CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DO DESPORTO PREÂMBULO REGULAMENTO, CONSTITUIÇÃO E CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DO DESPORTO PREÂMBULO As Autarquias, devido à sua proximidade com a população, são os órgãos de poder que mais facilmente poderão desenvolver condições

Leia mais

ESTATUTOS SUSÃO FUTEBOL CLUBE

ESTATUTOS SUSÃO FUTEBOL CLUBE ESTATUTOS SUSÃO FUTEBOL CLUBE CAPITULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO 1º - NATUREZA O Susão Futebol Clube é uma entidade colectiva de direito privado, constituída, sob a forma de associação sem fins lucrativos.

Leia mais

PARALISIA CEREBRAL-ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE DESPORTO ESTATUTOS

PARALISIA CEREBRAL-ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE DESPORTO ESTATUTOS P C A N D PP AA RR AA LL I SS I AA CC EE RR EE BB RR AA L AA SS SS OO CC I AA ÇÇ ÃÃ OO NN AA CC I OO N AA LL DD EE DD EE SS PP OO RR TT OO ESTATUTOS Coimbra, Dezembro 2000 1 PARALISIA CEREBRAL-ASSOCIAÇÃO

Leia mais

ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO DOS LIONS DE PORTUGAL (Despacho da Presidência Conselho de Ministros de 23.10.2014)

ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO DOS LIONS DE PORTUGAL (Despacho da Presidência Conselho de Ministros de 23.10.2014) ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO DOS LIONS DE PORTUGAL (Despacho da Presidência Conselho de Ministros de 23.10.2014) CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA E FINS Artigo Primeiro A Fundação dos Lions de Portugal é uma

Leia mais

ESTATUTO DO GRUPO DO LEITE UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CAPÍTULO I - DOS OBJETIVOS

ESTATUTO DO GRUPO DO LEITE UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CAPÍTULO I - DOS OBJETIVOS ESTATUTO DO GRUPO DO LEITE UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CAPÍTULO I - DOS OBJETIVOS Art.1 - O GRUPO DO LEITE, da Universidade Federal de Lavras (UFLA), entidade civil, apartidária, sem fins lucrativos,

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO. Instituto Shotokan Portugal Associação Nacional Karate. CAPÍTULO II Composição

REGULAMENTO INTERNO. Instituto Shotokan Portugal Associação Nacional Karate. CAPÍTULO II Composição REGULAMENTO INTERNO Instituto Shotokan Portugal Associação Nacional Karate CAPÍTULO I Denominação, Objeto e Sede Artigo 1.º O ISP-ANK Instituto Shotokan Portugal Associação Nacional Karate é uma Associação

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO EXECUTIVA DA PORTUCEL, S.A. Artigo 1º (Designação e Objecto)

REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO EXECUTIVA DA PORTUCEL, S.A. Artigo 1º (Designação e Objecto) REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO EXECUTIVA DA PORTUCEL, S.A. Artigo 1º (Designação e Objecto) A Comissão Executiva é designada pelo Conselho de Administração e tem como objectivo deliberar sobre as matérias

Leia mais

REGULAMENTO NOS, SGPS, S.A.

REGULAMENTO NOS, SGPS, S.A. REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA E FINANÇAS NOS, SGPS, S.A. 1/5 O presente instrumento regulamenta o exercício de competências e deveres, e o funcionamento, da Comissão de Auditoria e Finanças da NOS

Leia mais

Artigo 5.º 1. A Associação é composta pelos seguintes órgãos: a) Assembleia- Geral; b) Direcção; c) Conselho Fiscal d) Conselho Consultivo;

Artigo 5.º 1. A Associação é composta pelos seguintes órgãos: a) Assembleia- Geral; b) Direcção; c) Conselho Fiscal d) Conselho Consultivo; Estatutos - Barcelos Sénior, Associação Educacional, Cultural, Social e Recreativa de Formação Permanente Artigo 1.º 1. A Associação adopta a denominação BS - Barcelos Sénior, Associação Educacional, Cultural,

Leia mais

ORDEM DOS BIÓLOGOS. Regulamento Geral dos Colégios de Especialidade

ORDEM DOS BIÓLOGOS. Regulamento Geral dos Colégios de Especialidade ORDEM DOS BIÓLOGOS Regulamento Geral dos Colégios de Especialidade Capitulo I Âmbito, natureza, constituição e objetivos dos Colégios Artigo 1.º Os Colégios de especialidade, doravante designados por Colégios,

Leia mais

REGULAMENTO DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA

REGULAMENTO DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA Escola de Engenharia REGULAMENTO DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA (Fevereiro de 2010) CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1 (Definição) O Departamento de Engenharia Mecânica, a seguir designado por

Leia mais

REGULAMENTO DO PREÂMBULO

REGULAMENTO DO PREÂMBULO REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE SEGURANÇA DA PÓVOA DE VARZIM PREÂMBULO A Lei n.º 33/98 de 18 de Julho institui os Conselhos Municipais de Segurança, os quais deverão ser criados no âmbito dos Municípios

Leia mais

DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º. Denominação e Duração A CONFECOOP Confederação Cooperativa Portuguesa, CCRL, constituída por escritura de 14 de Abril

DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º. Denominação e Duração A CONFECOOP Confederação Cooperativa Portuguesa, CCRL, constituída por escritura de 14 de Abril ESTATUTOS ALTERAÇÃO TOTAL APROVADA NA ASSEMBLEIA GERAL DE 29 DE DEZEMBRO DE 2015, REGISTADA EM 23 DE FEVEREIRO DE 2016 E PUBLICADA EM HTTP://WWW.MJ.GOV.PT/PUBLICACOES. L Av. Santos Dumont,57, 2º Dtº.,

Leia mais

ESTATUTOS RODOVIÁRIA PORTUGUESA

ESTATUTOS RODOVIÁRIA PORTUGUESA ESTATUTOS PRE VENÇÃO RODOVIÁRIA PORTUGUESA ÍNDICE CAPITULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E OBJECTO 3 Artigo 1º Da Denominação e Natureza 3 Artigo 2º Da Sede 3 Artigo 3º Do Objecto 3 Artigo 4º Da Actividade

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOAQUIM DE ARAÚJO - PENAFIEL ESTATUTOS

ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOAQUIM DE ARAÚJO - PENAFIEL ESTATUTOS ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOAQUIM DE ARAÚJO - PENAFIEL ESTATUTOS A Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas Joaquim de Araújo

Leia mais

A competência legal da Assembleia de Freguesia desdobra-se nas seguintes vertentes: a) Competência de organização interna

A competência legal da Assembleia de Freguesia desdobra-se nas seguintes vertentes: a) Competência de organização interna Competências da Assembleia A competência legal da Assembleia de Freguesia desdobra-se nas seguintes vertentes: a) Competência de organização interna ex.: elaboração do regimento; comissões ou grupos de

Leia mais

ESTATUTOS FUNDAÇÃO GALP ENERGIA

ESTATUTOS FUNDAÇÃO GALP ENERGIA ESTATUTOS FUNDAÇÃO GALP ENERGIA Estatutos Capítulo Primeiro Disposições Gerais Artigo Primeiro Natureza A Fundação Galp Energia, adiante designada por Fundação, é uma instituição de direito privado, sem

Leia mais

ESTATUTOS DA COOPTÉCNICA - GUSTAVE EIFFEL, COOPERATIVA DE ENSINO E FORMAÇÃO TÉCNICO PROFISSIONAL, CRL

ESTATUTOS DA COOPTÉCNICA - GUSTAVE EIFFEL, COOPERATIVA DE ENSINO E FORMAÇÃO TÉCNICO PROFISSIONAL, CRL ESTATUTOS DA COOPTÉCNICA - GUSTAVE EIFFEL, COOPERATIVA DE ENSINO E FORMAÇÃO TÉCNICO PROFISSIONAL, CRL Capítulo I - Denominação, sede, objectivos e duração Artigo 1º - Denominação A Cooperativa adopta a

Leia mais

Estatutos da Sociedade Portuguesa de Oncologia CAPÍTULO I. Da Designação, Natureza, Âmbito e Finalidades

Estatutos da Sociedade Portuguesa de Oncologia CAPÍTULO I. Da Designação, Natureza, Âmbito e Finalidades Estatutos da Sociedade Portuguesa de Oncologia CAPÍTULO I Da Designação, Natureza, Âmbito e Finalidades ARTIGO 1º 1. Com a designação de Sociedade Portuguesa de Oncologia (S.P.O.) é criada uma Associação

Leia mais

ESTATUTOS DA RACS REDE ACADÉMICA DAS CIÊNCIAS DA SAÚDE DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA

ESTATUTOS DA RACS REDE ACADÉMICA DAS CIÊNCIAS DA SAÚDE DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA ESTATUTOS DA RACS REDE ACADÉMICA DAS CIÊNCIAS DA SAÚDE DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA 2016 Nota A denominação RACS Rede Académica das Ciências da Saúde da Comunidade dos Países de Língua

Leia mais

CENTRO DE INVESTIGAÇÃO EM CIÊNCIAS HISTÓRICAS ESTATUTOS. Artigo 1.º. Âmbito, Sede e Duração

CENTRO DE INVESTIGAÇÃO EM CIÊNCIAS HISTÓRICAS ESTATUTOS. Artigo 1.º. Âmbito, Sede e Duração CENTRO DE INVESTIGAÇÃO EM CIÊNCIAS HISTÓRICAS ESTATUTOS Artigo 1.º Âmbito, Sede e Duração 1. Ao abrigo dos presentes Estatutos é criado o Centro de Investigação em Ciências Históricas, adiante designado

Leia mais

ESTATUTOS. CADIn - CENTRO DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO INFANTIL. CAPÍTULO PRIMEIRO (Natureza, Denominação, Sede e Objecto) Artigo Primeiro

ESTATUTOS. CADIn - CENTRO DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO INFANTIL. CAPÍTULO PRIMEIRO (Natureza, Denominação, Sede e Objecto) Artigo Primeiro ESTATUTOS do CADIn - CENTRO DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO INFANTIL CAPÍTULO PRIMEIRO (Natureza, Denominação, Sede e Objecto) Artigo Primeiro (Natureza e Denominação) O CADIn Centro de Apoio ao Desenvolvimento

Leia mais

Anexo I Estatutos da Outro Modo, Cooperativa Cultural, CR Artigo 1.º Artigo 3.º Artigo 2.º

Anexo I Estatutos da Outro Modo, Cooperativa Cultural, CR Artigo 1.º Artigo 3.º Artigo 2.º ESTATUTOS DA OUTRO MODO, Cooperativa Cultural, CRL Artigo 1.º (Constituição, Denominação, Ramo, Objecto Social e Sede) 1 É constituída a Outro Modo, Cooperativa Cultural, Cooperativa de Responsabilidade

Leia mais

ESTATUTOS DO CENTRO EQUESTRE DE SANTO ANDRÉ (CESA) Estatutos do Centro Equestre de Santo André Área de Sines (CESA-AS)

ESTATUTOS DO CENTRO EQUESTRE DE SANTO ANDRÉ (CESA) Estatutos do Centro Equestre de Santo André Área de Sines (CESA-AS) ESTATUTOS DO CENTRO EQUESTRE DE SANTO ANDRÉ (CESA) Estatutos do Centro Equestre de Santo André Área de Sines (CESA-AS) CAPÍTULO UM Da denominação e fins Artº.1º Denomina-se Centro Equestre de Santo André

Leia mais

ASSEMBLEIA NACIONAL REGULAMENTO INTERNO DA MULHERES PARLAMENTARES CABO-VERDIANAS

ASSEMBLEIA NACIONAL REGULAMENTO INTERNO DA MULHERES PARLAMENTARES CABO-VERDIANAS ASSEMBLEIA NACIONAL REGULAMENTO INTERNO DA REDE DE MULHERES PARLAMENTARES CABO-VERDIANAS REGULAMENTO INTERNO DA REDE DE MULHERES PARLAMENTARES CABO-VERDIANAS Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1 (Âmbito)

Leia mais

CAIXA DE CRÉDITO AGRÍCOLA MÚTUO OLIVEIRA DO BAIRRO

CAIXA DE CRÉDITO AGRÍCOLA MÚTUO OLIVEIRA DO BAIRRO CAIXA DE CRÉDITO AGRÍCOLA MÚTUO DE OLIVEIRA DO BAIRRO RELATÓRIO SOBRE A ESTRUTURA E PRÁTICA DE GOVERNO SOCIETÁRIO 2015 Página 1 de 6 ESTRUTURA E PRÁTICA DE GOVERNO SOCIETÁRIO Ano de 2015 1. Estrutura de

Leia mais

Estatutos da Associação Portuguesa de Estudantes de Farmácia (APEF) Estatutos da APEF

Estatutos da Associação Portuguesa de Estudantes de Farmácia (APEF) Estatutos da APEF Estatutos da APEF 1 CAPÍTULO PRIMEIRO Princípios Gerais Artigo 1º (Denominação, âmbito e sede social) 1- A Associação Portuguesa de Estudantes de Farmácia, designada por APEF é uma associação sem fins

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DE UMA COOPERATIVA ATRAVÉS DE INSTRUMENTO PARTICULAR

CONSTITUIÇÃO DE UMA COOPERATIVA ATRAVÉS DE INSTRUMENTO PARTICULAR CONSTITUIÇÃO DE UMA COOPERATIVA ATRAVÉS DE INSTRUMENTO PARTICULAR (retirado de www.inscoop.pt site do Instituto António Sérgio do Sector Cooperativo) Podem constituir-se por instrumento particular as cooperativas

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DA ESCOLA SECUNDÁRIA STUART CARVALHAIS

ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DA ESCOLA SECUNDÁRIA STUART CARVALHAIS REGULAMENTO INTERNO ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO Índice Capítulo Primeiro1 - Constituição, Objectivo, Designação e Afins Artigo 1º... 3 Artigo 2º... 3 Capítulo Segundo - Dos Sócios, Seus

Leia mais

DEPARTAMENTO ENGENHARIA MECÂNICA

DEPARTAMENTO ENGENHARIA MECÂNICA REGULAMENTO INTERNO DEPARTAMENTO ENGENHARIA MECÂNICA Setembro 2001 REGULAMENTO INTERNO DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA CAPÍTULO I Natureza e objectivos Artigo 1º O Departamento de Engenharia Mecânica,

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA PORTUCEL

REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA PORTUCEL REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA PORTUCEL 1º (Composição) O Conselho Fiscal é composto por três membros efetivos, um dos quais será o Presidente, e dois suplentes, eleitos em Assembleia Geral,

Leia mais

ESTATUTOS LIONS CLUBE DE LISBOA - SETE COLINAS

ESTATUTOS LIONS CLUBE DE LISBOA - SETE COLINAS ESTATUTOS LIONS CLUBE DE LISBOA - SETE COLINAS Capítulo I Princípios Gerais ARTIGO 1 (denominação, sede e objectivos) UM A Associação adopta a denominação LIONS CLUBE DE LISBOA- SETE COLINAS, sendo de

Leia mais

BANCO COMERCIAL DO ATLÂNTICO, S.A ESTATUTOS

BANCO COMERCIAL DO ATLÂNTICO, S.A ESTATUTOS BANCO COMERCIAL DO ATLÂNTICO, S.A ESTATUTOS A ser apresentado para aprovação na Assembleia Geral de 24 de Abril de 2015, com integração, no corpo dos Estatutos, das alterações já aprovadas em Assembleia

Leia mais

LITHO FORMAS, S.A. Contrato de Sociedade. CAPÍTULO I Denominação social, forma e duração

LITHO FORMAS, S.A. Contrato de Sociedade. CAPÍTULO I Denominação social, forma e duração LITHO FORMAS, S.A. Contrato de Sociedade CAPÍTULO I Denominação social, forma e duração Artigo 1º 1. A sociedade tem a denominação de Litho Formas, S.A., e teve o seu início em 5 de Dezembro de 1966. 2.

Leia mais

ESTATUTOS DA PARPÚBLICA - PARTICIPAÇÕES PÚBLICAS (SGPS), S.A. CAPÍTULO I Denominação, sede, duração e objecto social

ESTATUTOS DA PARPÚBLICA - PARTICIPAÇÕES PÚBLICAS (SGPS), S.A. CAPÍTULO I Denominação, sede, duração e objecto social Texto actualizado dos Estatutos da sociedade anónima PARPÚBLICA - PARTICIPAÇÕES PÚBLICAS (S.G.P.S.) S.A., elaborado nos termos do disposto no artigo 59, n. 2, do Código do Registo Comercial, em virtude

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE FISIOTERAPEUTAS. Regulamento Interno do Grupo de Interesse em Hidroterapia - Fisioterapia no Meio Aquático -

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE FISIOTERAPEUTAS. Regulamento Interno do Grupo de Interesse em Hidroterapia - Fisioterapia no Meio Aquático - ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE FISIOTERAPEUTAS Regulamento Interno do Grupo de Interesse em Hidroterapia - Fisioterapia no Meio Aquático - 1ª versão - Outubro de 1999 Reestruturado em Outubro de 2003 SECÇÃO

Leia mais

Estatutos da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas de Canas de Senhorim

Estatutos da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas de Canas de Senhorim Estatutos da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas de Canas de Senhorim Capítulo I Natureza, Sede e Objecto Artigo 1º 1. È constituída com duração ilimitada a associação

Leia mais

Artigo 1º. Composição. 1. Integram o Conselho Municipal de Segurança de Braga: a) O Presidente da Câmara Municipal de Braga;

Artigo 1º. Composição. 1. Integram o Conselho Municipal de Segurança de Braga: a) O Presidente da Câmara Municipal de Braga; REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE SEGURANÇA DE BRAGA A lei n.º 33/98, de 18 de Julho veio criar os conselhos municipais de segurança que, segundo a terminologia utilizada pelo legislador, são entidades

Leia mais

ANIET - ASSOCIAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA EXTRATIVA E TRANSFORMADORA ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, ÂMBITO E ATRIBUIÇÕES. Artigo 1.

ANIET - ASSOCIAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA EXTRATIVA E TRANSFORMADORA ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, ÂMBITO E ATRIBUIÇÕES. Artigo 1. ANIET - ASSOCIAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA EXTRATIVA E TRANSFORMADORA ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, ÂMBITO E ATRIBUIÇÕES Artigo 1.º 1. A ANIET - Associação Nacional da Indústria Extrativa e Transformadora

Leia mais