MEDIDORES DE VAZÃO TIPO TURBINA E ROTATIVO

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1 GERE GERÊNCIA DE ENGENHARIA CLIENTE: TÍTUL O: COPERGAS - COMPANHIA PERNAMBUCANA DE GÁS 1 de 12 ÍNDICE DE REVISÕES REV. DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS DATA 0 EMISSÃO INICIAL. 29/06/ Alteração de nomenclatura e revisão da redação; prazo máximo de emissão do certificado de calibração. Revisão geral para incluir lições aprendidas observadas no último processo de compra de medidores. Revisão da tabela 7.7, maior detalhamento das especificações técnicas e alteração do prazo entre emissão e entrega dos certificados. 25/03/15 25/01/16 01/07/16 REV. 0 REV. 1 REV. 2 REV. 3 REV. 4 REV. 5 REV.6 REV. 7 DATA 29/06/ /03/ /01/ /07/2016 ELABORAÇÃO ONÉSIMO ONÉSIMO ONÉSIMO R. ANCELMO VERIFICAÇÃO R. MENDES R. MENDES R. MENDES R. MENDES APROVAÇÃO ADEMIR ADEMIR ADEMIR ADEMIR Cópia não controlada AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA COPERGÁS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.

2 2 de 12 SUMÁRIO 1. OBJETIVO 2. APLICAÇÃO 3. RESPONSABILIDADES 4. DEFINIÇÕES 5. NORMAS/DOCUMENTOS COMPLEMENTARES APLICÁVEIS 6. REQUISITOS DE SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE 7. REQUISITOS GERAIS 8. REQUISITOS ESPECÍFICOS 9. REQUISITOS COMPLEMENTARES 10. RISCOS 11. REGISTROS 12. PROCEDIMENTO EXECUTIVO DA CONTRATADA 13. ANEXOS

3 3 de OBJETIVO Estabelecer os requisitos técnicos e condições mínimas a que devem satisfazer os Medidores de Vazão Tipo Turbina e Tipo Rotativo a serem adquiridos e utilizados nas medições de gás natural da Copergás. 2. APLICAÇÃO Esta Especificação Técnica (ET) aplica-se a todas as áreas da Copergás. 3. RESPONSABILIDADES 3.1. Da COPERGÁS Definir diretrizes, estabelecer normas e demais subsídios necessários à execução dos serviços contratados Do Coordenador de Engenharia Garantir a aplicação deste documento Do Coordenador de Distribuição e Coordenador de Medição e Análise de Rede. Cumprir e fazer cumprir esta ET Do Gestor de Projetos Cumprir e fazer cumprir esta ET Do Fornecedor Executar o objeto contratado conforme o Memorial Descritivo (MD) específico e demais requisitos desta ET, fazendo cumprir as diretrizes de segurança, meio ambiente e construção, utilizando recursos humanos, equipamentos e técnicas adequadas.

4 4 de DEFINIÇÕES Medidores de Vazão Tipo Rotativo: Medidores nos quais as paredes internas que definem as câmaras medidoras entram em rotação e o volume de gás escoado é função do número de revoluções dessas paredes. Medidores de Vazão Tipo Turbina: Medidores nos quais o escoamento do gás coloca em movimento um rotor e o volume do gás escoado é função do número de revoluções desse rotor. Designação do medidor (G): Convenção que designa a capacidade do medidor, conforme ANEXO 1. Condição de operação: Condição Base: Condição de temperatura e pressão em que se encontra o gás a ser medido. Condição de referência para a qual deve ser convertida a leitura de volume. Vazão mínima (Q mín ): Vazão acima da qual todo o medidor deve permanecer dentro dos erros máximos admissíveis, expressa em metros cúbicos por hora nas condições de operação. Vazão máxima (Q máx ): Maior vazão na qual o medidor deve operar permanecendo dentro dos erros e perda de pressão máxima admissíveis, expressa em metros cúbicos por hora nas condições de operação. Pressão máxima de trabalho (Pmáx): Máxima pressão a que pode ser submetido o medidor em trabalho contínuo, sem que ocorram alterações em suas características construtivas e metrológicas.

5 5 de 12 Faixa de vazões de trabalho Valores compreendidos entre as vazões máximas e mínimas correspondentes aos medidores de gases conforme mostrado no ANEXO 1. Erro de medição: sendo: E = Erro de medição em porcentagem; C = Volume indicado pelo medidor, em metros cúbicos; C1 = Volume verdadeiro convencional escoado pelo medidor, em metros cúbicos. Erro admissível: Erro máximo que o medidor pode indicar quando operando dentro da faixa de vazões de trabalho. Incerteza de Medição: Parâmetro, associado ao resultado de uma medição, que caracteriza a dispersão dos valores que podem ser fundamentalmente atribuídos a um mensurando. A.G.A.: American Gas Association ANSI: American National Standards Institute INMETRO: Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial. MICT: Ministério da Indústria, Comércio e Turismo RBC: Rede Brasileira de Calibração GERE: Gerência de Engenharia (Copergás) GMAR: Gerência de Medição e Análise de Rede (Copergás)

6 6 de 12 GDIS: Gerência de Distribuição (Copergás) 5. NORMAS / DOCUMENTOS COMPLEMENTARES APLICÁVEIS o Portaria INMETRO/MICT número 114 de 16 de outubro de 1997 o AGA Report n. 7 - Measurement of Natural Gas by Turbine Meters o ANSI B16.5 Conexões Flangeadas 6. REQUISITOS DE SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE Não se aplica 7. REQUISITOS GERAIS 7.1. O medidor de vazão tipo turbina deve ser capaz de realizar a medição de gás natural conforme especificações detalhadas no Memorial Descritivo, nesta Especificação Técnica e estar de acordo com as normas e documentos do item 5, sobretudo a norma A.G.A. Report Nº7 e a Portaria INMETRO/MICT Nº114 de 16 de outubro de O medidor de vazão tipo rotativo deve ser capaz de realizar a medição de gás natural conforme especificações detalhadas no Memorial Descritivo, nesta Especificação Técnica e estar de acordo com a Portaria INMETRO/MICT Nº114 de 16 de outubro de Os medidores devem ser adequados à medição de gás natural para transferência de custódia e em regime contínuo (24 h/dia, 7 dias/semana). O material deve ser compatível com a condição de utilização e estar em conformidade com a Portaria INMETRO/MICT Nº114 de 16 de outubro de 1997.

7 7 de Características Metrológicas A condição base de temperatura deve ser 20 C e de pressão deve ser Pa; As demais características metrológicas deverão estar de acordo com a Portaria INMETRO/MICT Nº114 de 1997 e com as leis vigentes para medição volumétrica de transferência de custódia do gás natural no Estado de Pernambuco Dispositivo Indicador É necessário observar que o dispositivo de indicação mecânico deve ser provido de um número suficiente de roletes que assegure que o mesmo não retorne a zero antes que o mesmo tenha medido um volume de gás equivalente a 2000h de funcionamento na vazão máxima Todos os medidores deverão possuir pontos para lacração com cordoalha de arame, de modo que seja possível lacrar os acessos à mecânica do cabeçote e demais partes móveis; 7.6. Dados de Projeto As seguintes especificações deverão respeitar ao Memorial descritivo: Tipo (Rotativo ou Turbina); Designição G do medidor; Pressão Máxima de Trabalho, em kpa; A pressão máxima de trabalho dos medidores deve ser igual ou superior a 19 kgf/cm² para medidores rotativos e 15 kgf/cm² para medidores turbina Faixa de Temperatura de Operação, em C;

8 8 de Faixa de Medição; Quantidade e tipos de Saída de Pulso; Presença de Saída Anti-fraude; Rangeabilidade O diâmetro nominal (DN) e a distância entre flanges são dados de acordo com a tabela a seguir: Tipo Designição do Medidor DN Distância entre Flanges Turbina G-40 2" (50 mm) 150 mm Turbina G-65 2" (50 mm) 150 mm Turbina G-100 3" (80 mm) 240 mm Turbina G-160 3" (80 mm) 240 mm Turbina G-250 4" (100 mm) 300 mm Turbina G-400 4" (100 mm) 300 mm Turbina G-650 6" (150 mm) 450 mm Turbina G " (150 mm) 450 mm Turbina G " (200 mm) 600 mm Turbina G " (250 mm) 750 mm Rotativo G mm 171 mm Rotativo G mm 171 mm Rotativo G mm 171 mm Rotativo G mm 171 mm Rotativo G mm 171 mm Rotativo G mm 171 mm Rotativo G mm 241 mm Rotativo G mm 241 mm Rotativo G mm 241 mm Valores diferentes de DN e Distância entre Flanges devem estar expressamente especificados no Memorial Descritivo.

9 9 de Lubrificação e Limpeza A programação de lubrificação e limpeza dos medidores deve ser informada pelo fornecedor a fim de prolongar a vida útil do equipamento. Este também deve indicar óleo específico; Os medidores de vazão tipo Turbina devem ser equipados com bomba para lubrificação de óleo Conexões As conexões deverão ser do tipo flangeadas, conforme norma ANSI B16.5, as quais deverão fazer parte do corpo do medidor (sem adaptações) com face lisa (Rotativo) ou ranhurada (Turbina); A classe de pressão padrão é 150#, conforme ANSI B Classes 300# ou 600# podem ser utilizadas quando especificado no Memorial Descritivo Cada medidor deve ser fornecido com 03 (três) cabos e conectores de pulso de saída com baixa frequência. O comprimento do cabo deve ser de no mínimo 1,5 metros Sentido de Fluxo Todos os medidores turbina deverão permitir o giro livre do cabeçote, de modo a poder utilizar o medidor em qualquer sentido de fluxo na direção horizontal, sem a necessidade do rompimento dos lacres metrológicos. Deve ser possível rotacionar o index no mínimo em 90, 180 e 270 ; A direção da vazão ou entrada do medidor deve ser clara e permanentemente marcada.

10 10 de Marcação A plaqueta de identificação deve ser apresentada com caracteres legíveis e indeléveis, em conformidade com as informações exigidas pela Portaria do INMETRO Nº114 de 1997, a qual deve ainda conter a logomarca da Copergás Acondicionamento e Embalagem Os medidores devem ser entregues embalados, um a um, de maneira a assegurar o transporte e armazenagem dos mesmos, contra choque, vibrações e intempéries Certificados e Testes Todos os medidores deverão ser fornecidos com certificados emitidos por laboratório de metrologia acreditado para calibração pelo INMETRO e rastreável pela RBC, com certificados de padrões e bancadas dentro do prazo de calibração; Não serão aceitas calibrações por lote ou assim identificadas Os certificados devem ter no máximo 3 meses de emitidos, contados até a data do fornecimento, a não ser quando o memorial descritivo ou termo de referência apresentar um prazo diferente Assistência Técnica O fabricante do equipamento deverá fornecer documento oficial garantido a representação do fornecedor/proponente e que o mesmo prestará assistência técnica do produto ofertado (todas as partes do produto) em todo o Território Nacional Garantia

11 11 de O produto ofertado deverá ter garantia, em função de defeitos de fabricação, de 01 (um) ano, a contar da data de instalação ou de 18 meses a partir da data de entrega a COPERGÁS, o que ocorrer primeiro; Deverá ser garantida a segurança dos equipamentos e de todos os seus componentes, contra danos por qualquer natureza, no transporte, até que tudo seja entregue a COPERGÁS, onde a remessa será avaliada e receberá o aceite Documentação Técnica O fornecedor deve emitir para a COPERGÁS os documentos técnicos abaixo relacionados, quando da entrega do equipamento: Folha de dados do fornecedor; Lista de peças sobressalentes; Manual de operação; Certificado de qualidade; Certificados dos testes e calibração emitidos por laboratório acreditado para calibração pelo INMETRO conforme Regulamento Técnico Metrológico publicado pela Portaria N 114/97 INMETRO. 8. REQUISITOS ESPECÍFICOS Não se aplica. 9. REQUISITOS COMPLEMENTARES Não se aplica. 10. RISCOS Riscos ergonômicos e quedas durante o manuseio do equipamento.

12 12 de REGISTROS Não se aplica. 12. PROCEDIMENTO EXECUTIVO DA CONTRATADA Não se aplica. 13. ANEXOS ANEXO 1: TABELA DE CLASSIFICAÇÃO DOS MEDIDORES (segundo a Portaria INMETRO/MICT Nº 114, de 16 de outubro de 1997). Designação do medidor (G) Qmáx (m³/h) Faixa de medição 1:10 1:20 1:30 1:50 Qmin (m³/h) ,5 1,3 0,8 0, ,0 2,0 1,3 0, ,0 3,0 2,0 1, ,0 5,0 3,0 2, ,0 8,0 5,0 3, ,0 13,0 8,0 5, ,0 20,0 13,0 8, ,0 32,0 20,0 13, ,0 50,0 32,0 20, ,0 80,0 50,0 32,0

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