Ciências Morfofuncionais dos Sistemas Tegumentar, Reprodutor e Locomotor. Profa. MSc. Ângela Cristina Ito

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1 Ciências Morfofuncionais dos Sistemas Tegumentar, Reprodutor e Locomotor Profa. MSc. Ângela Cristina Ito

2 Nos encontros passados, iniciamos nosso estudo sobre o sistema esquelético, composto de ossos e cartilagens. Antes de iniciarmos esta seção, vamos relembrar que esse sistema possui quatro principais funções: a proteção dos órgãos localizados em cavidades, como, por exemplo, coração, pulmões, sistema nervoso central e órgãos localizados na cavidade pélvica; a sustentação de órgãos que nele se prendem e inserções musculares (graças a essa função, temos nossa postura e formato corporal); a locomoção, uma vez que esse sistema é utilizado pelo sistema muscular para movimentar o corpo; e, por fim, o armazenamento de substâncias como sais minerais e cálcio. Alguns ossos ainda armazenam o tecido hematopoiético (medula óssea), responsável pela formação de todo o tecido sanguíneo de nosso corpo. 2

3 Ossos esbranquiçados duros mineralização da matriz óssea Ossos + articulações esqueleto 3

4 O osso é formado por vários tecidos diferentes: tecido ósseo, cartilaginoso, conjuntivo denso, epitelial, adiposo, nervoso e outros tecidos formadores de sangue. O tecido ósseo participa de um contínuo processo de remodelamento dinâmico, produzindo osso novo e degradando osso velho. 4

5 No processo de formação e remodelamento ósseo, o osteoblasto é a célula responsável por produzir o osso. O osteoclasto, é responsável pela reabsorção do osso. O processo se dá mais ou menos assim: o osteoblasto faz e o osteoclasto retira a massa óssea. 5

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7 A irrigação do osso, é realizada por meio dos canais de Volkmann e dos canais de Havers. O tecido ósseo não apresenta vasos linfáticos; apenas o tecido periósteo tem drenagem linfática. No interior da matriz óssea, encontramos espaços chamados lacunas. As lacunas contêm as células ósseas chamadas osteócitos, que possuem prolongamentos que, unidos entre si, formam uma rede de canalículos e lacunas em toda a massa de tecido 7 mineralizado.

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9 Na Unidade 1, estudamos que existem diferentes maneiras de classificar os ossos e que eles podem, por exemplo, ser classificados pela sua posição topográfica, dividindo-se entre os ossos axiais (que pertencem ao esqueleto axial) ou ossos apendiculares (que pertencem ao esqueleto apendicular). Lembrando que, a classificação mais difundida é aquela que se baseia na forma geométrica e na predominância de uma de suas dimensões sobre as demais, classificando os ossos como longos, alongados, curtos, laminares, pneumáticos, sesamóides, ou irregulares. 9

10 Esqueleto axial: Formado pelos ossos que compõem o eixo do corpo e que sustentam e protegem os órgãos da cabeça, do pescoço e do tronco. 10

11 Esqueleto apendicular: Composto pelos ossos das extremidades superiores e inferiores e as cinturas que ancoram estas extremidades ao esqueleto axial. 11

12 Nesta unidade, vamos focar nosso estudo na estrutura dos ossos longos e suas particularidades, visto que possuem grande importância para os nossos movimentos de braços e pernas. Esse tipo de osso é caracterizado por possuir seu comprimento maior do que sua largura e é constituído por basicamente duas partes principais: um corpo e duas extremidades, chamadas diáfise e epífises. 12

13 A diáfise é a haste longa do osso, constituída principalmente de tecido ósseo compacto que proporciona considerável resistência ao osso longo. Já as epífises, por sua vez, são as extremidades alargadas de um osso longo. Elas são responsáveis por articular, ou unir, um osso a outro, em uma articulação. Cada epífise consiste de uma fina camada de osso compacto que reveste o osso esponjoso, sendo recoberta por cartilagem. Entre a diáfise e a epífise, existe ainda a metáfise, que trata da parte dilatada da diáfise mais próxima da epífise. 13

14 Os ossos longos, ao contrário do que parece, são um pouco encurvados, o que lhes garante maior resistência. Essa característica lhe proporciona absorver o estresse mecânico do peso do corpo em vários pontos, distribuindo-o melhor. Os ossos também não são completamente lisos como imaginamos. Eles apresentam saliências, depressões e aberturas chamadas acidentes ósseos. 14

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16 As saliências podem ser articulares ou não. As articulares correspondem a elevações nos ossos que se articulam com outras estruturas. São chamadas cabeças, côndilos, capítulos e trócleas, como, por exemplo: a cabeça do fêmur e a tróclea do úmero. As saliências não articulares correspondem a elevações nos ossos que não se articulam com outras estruturas. São chamadas bordas, cristas, espinhas, linhas, apófises ou processos, tuberosidades e tubérculos, como, por exemplo: a crista ilíaca e a espinha esquiática. Cabeça do Fêmur Processos Tranversos e espinhoso (vértebras) 16

17 As depressões, assim como as saliências, podem ser articulares ou não. As articulares são reentrâncias nos ossos que se articulam com outras estruturas. Temos as cavidades, as fóveas, as incisuras (essas podem ser ou não articulares) e os alvéolos, como, por exemplo: cavidade glenoide da escápula, a fóvea costal das vértebras e os alvéolos dentários da mandíbula. As depressões não articulares, por sua vez, são reentrâncias nos ossos que não se articulam com outras estruturas. São chamados sulcos e fossas, como, por exemplo: sulco do nervo radial do úmero e fossa intercondilar do fêmur. Cavidade Glenoide (Escápula) Fossa Olecraneana (Úmero) 17

18 Os forames e canais são aberturas nos ossos com função de permitirem a passagem de qualquer estrutura anatômica. Essas aberturas podem ser formadas por um único osso ou por mais de um osso. Exemplo: forames vertebral e transverso da vértebra e canal óptico do osso esfenoide. 18

19 Os ossos apresentam saliências, depressões e aberturas que são os acidentes ósseos. As saliências ósseas podem ser articulares ou não, assim como as depressões. Saliências articulares - São elevações nos ossos que se articulam com outras estruturas. São as cabeças, côndilos, capítulos e trócleas. Exemplo: cabeça do fêmur e tróclea do úmero. Saliências não articulares - São elevações nos ossos que não se articulam com outras estruturas. São as bordas, cristas, espinhas, linhas, apófises ou processos, tuberosidades e tubérculos. Exemplo: crista ilíaca e espinha esquiática. Depressões articulares - São reentrâncias nos ossos que se articulam com outras estruturas. Temos as cavidades, as fóveas, as incisuras (essas podem ser ou não articulares) e os alvéolos. Exemplo: cavidade glenoide da escápula, a fóvea costal das vértebras e os alvéolos dentários da mandíbula. 19

20 Depressões não articulares - São reentrâncias nos ossos que se não articulam com outras estruturas. São os sulcos e as fossas. Exemplo: sulco do nervo radial do úmero, fossa intercondilar do fêmur. Forames e canais - São aberturas nos ossos que permitem a passagem de qualquer estrutura anatômica. Essas aberturas podem ser formadas por um único osso ou por mais de um osso. Exemplo: forame nutrício dos ossos e canal óptico do osso esfenóide. 20

21 Uma professora procurou o pronto-socorro queixando-se de dor no tornozelo e dorso do pé direitos, logo após ter sofrido uma queda enquanto descia as escadas da universidade em que trabalhava. A paciente apresentou-se com muita dor, sem ferimentos externos, entretanto com edema no tornozelo, sendo incapaz de movimentar e apoiar o pé no chão para se locomover. O membro foi radiografado e não foi constatada lesão, apenas entorse do tornozelo. Supondo que durante a queda, além da torção no tornozelo, a professora tivesse sofrido uma fratura em fissura na base dos ossos da perna, como poderíamos identificar essa fratura, nomeando e classificando os ossos afetados? 21

22 A perna do corpo humano é formada por dois ossos: a tíbia e a fíbula, sendo a tíbia o maior dos dois ossos. Esse osso suporta a maioria do peso corporal e é uma parte importante para a articulação do joelho e do tornozelo. Em se tratando de classificação, esse osso da perna ou osso da perna é um osso longo e é frequentemente fraturado. Os ossos longos incluem o fêmur, o úmero, a tíbia e a fíbula. A tíbia pode ser fraturada de diversas formas. A gravidade da fratura geralmente depende da quantidade de força no acidente que a causou, em razão do qual a fíbula pode, muitas vezes, ser fraturada também. 22

23 Uma fratura em fissura pode ser identificada observando-se sua principal característica, em que as bordas ósseas permanecem muito próximas, com aspecto de rachadura ou fenda. Essa pode ser tratada com um gesso de perna normalmente, sendo preciso evitar colocar peso sobre a perna por aproximadamente seis semanas. 23

24 No estudo de caso citado, caso a professora tivesse sofrido uma fratura nos ossos da perna, poderíamos supor que esses seriam tíbia e/ou fíbula, que são ossos longos. Na radiografia, perceberíamos uma fratura do tipo rachadura. Os ossos longos são aqueles caracterizados por possuírem seu comprimento maior do que sua largura, sendo constituídos por basicamente duas partes principais: um corpo e duas extremidades, chamadas diáfise e epífises. Entre a diáfise e a epífise, existe ainda a metáfise, que corresponde à parte dilatada da diáfise mais próxima da epífise. 24

25 JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, José. Histologia básica. 12 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, TORTORA, G.J. ; DERRICKSON, B. Corpo Humano: fundamentos de anatomia e fisiologia. 8 ed. Porto Alegre: Artmed, SOBOTTA, James. Atlas de Anatomia Humana. 22 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006, v2. DANGELO, J.G.; FATTINI, C. A. Anatomia Humana Sistêmica e Segmentar. 3 ed. São Paulo: Atheneu,

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