Campus Universitário de Viseu Escola Superior de Educação Jean Piaget/Arcozelo (Viseu) GUIÃO DE APOIO À DISSERTAÇÃO / RELATÓRIO FINAL

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1 Campus Universitário de Viseu Escola Superior de Educação Jean Piaget/Arcozelo (Viseu) GUIÃO DE APOIO À DISSERTAÇÃO / RELATÓRIO FINAL Biénio

2 Índice Introdução... 2 Tema... 2 Aspetos Formais... 2 Nota geral... 2 Normas de apresentação... 2 Linguagem e estilo narrativo... 3 Abreviaturas... 4 Quadros ou tabelas, figuras, mapas e ilustrações... 4 Utilização de números... 4 Citações e Referências Bibliográficas... 4 Livros de um autor:... 5 Livros de dois autores:... 5 Livros de mais do que dois autores:... 5 Livros com coordenação ou direcção:... 5 Artigos em revistas:... 5 Artigos/capítulos em publicações conjuntas:... 6 Comunicação ou dissertação/relatório final:... 6 Textos policopiados:... 6 Sitografia:... 6 Anexos... 6 Apresentação material de trabalho... 6 Orientador... 7 Mudança de Tema ou de Orientador... 7 Prazo para a entrega da Dissertação/relatório final... 7 Requerimento de admissão à prestação de provas... 8 Consulta prévia do júri e marcação de data para a defesa da dissertação de natureza científica... 8 Reformulação ou aperfeiçoamento da dissertação de natureza científica... 9 Prova pública de discussão da dissertação/relatório final de natureza científica... 9 Deliberação do Júri

3 Introdução Não posso ensinar de forma clara a menos que reconheça a minha própria ignorância, a menos que identifique o que não sei, o que ainda não domino. (Freire, 1996:2) Corroborando com esta afirmação de Freire e procurando apoio no regulamento do Mestrado em Educação Especial que demos origem a este documento, procurando apoiar e orientar a elaboração de trabalhos de carácter académico- científico, a realizar nesta Escola Superior. Este suporte orientador não dispensa do referido regulamento. Tema A escolha do tema do trabalho a desenvolver bem como a manifestação explícita de o fazer é da responsabilidade do estudante, que o deverá comunicar expressamente ao coordenador de curso ou à respectiva Comissão Científica do curso, seguindo, se for caso disso, o que se encontra definido no regulamento respectivo. Recomenda- se que os trabalhos académico- científicos, mormente as dissertações de mestrado, sejam, sempre que possível, articulados com as investigações que estejam a decorrer na Unidade de Investigação em Educação e Tecnologias Educativas, sedeada nesta ESE. (para saber mais consulte: Aspetos Formais Nota geral a) As dissertações, trabalhos de projecto ou relatórios finais, no âmbito dos 2ºs Ciclos de estudo, estão limitados a 200 mil caracteres, sem espaços, não incluindo índices, anexos, fontes e bibliografia. Normas de apresentação O estilo e apresentação dos trabalhos devem estar de acordo com as normas a seguir estipuladas: Redacção do trabalho em processador de texto; 2

4 Apresentação em folhas A4 (frente e verso); Fonte possíveis: Times New Roman ou Arial em tamanho 12; Texto justificado; Configuração de margens: topo e esquerda: 3,00; direita e em baixo: 2,50; Espaço entre linhas: 18 pontos (uma linha e meia); Paginação: a numeração deve ser árabe (1,2,3) e consecutiva, e colocada no centro da parte inferior da página ou nos cantos superior ou inferior direitos. As páginas iniciais ou preliminares (agradecimentos, dedicatória, resumos, índices, etc.) poderão ser numeradas em algarismos romanos minúsculos; Capítulos: devem iniciar sempre um nova folha e ser numerados consecutivamente, sendo que os títulos poderão ser escritos numa medida de corpo de letra superior aos 12 pontos estipulados, não ultrapassando a 14 pontos; A dissertação/relatório final é obrigatoriamente acompanhada de um resumo até 200 palavras, em português e inglês. Linguagem e estilo narrativo O trabalho deve ser escrito em linguagem clara, concisa e objectiva, privilegiando- se a utilização de parágrafos frequentes e não muito longos. Devem ser evitadas frases muito longas, bem como várias ideias no mesmo período, recorrendo ao uso de parêntesis, dois pontos ou ponto e vírgula. Palavras estrangeiras que se incluam no texto devem ser escritas em itálico, com excepção de nomes próprios. Tratando- se de um texto científico, deve ter- se em conta que o mesmo exigirá não só a devida coerência interna, mas igualmente um estilo linguístico- narrativo característico. Assim, e tendo em conta que estamos a considerar como fundamento da redacção de um texto científico factos, o tipo de texto a construir deverá ser, por um lado, descritivo - privilegiando a exposição, a enumeração e a hierarquização da informação -, e por outro lado, assumir uma dimensão argumentativa, dado se estar perante uma metafinalidade que será a comprovação/validação de algo. Em suma, a orientação fundamental do texto científico decorrerá em torno do eixo: expor (descrever) analisar (reflectir e interpretar) justificar (argumentar comprovando) 1. No que refere ao estilo narrativo, poderá equacionar- se as seguintes opções: O plural de modéstia nós (Exemplo: nós optámos pela seguinte metodologia ); A forma impessoal (Exemplo: "elaborou- se um inquérito ; chega- se à conclusão de que "); 1 1 Cf. LAMAS, Estela P. R. (Coord.) (2001). Contributos para Uma Metodologia Científica mais Cuidada. Lisboa: Instituto Piaget. 3

5 O infinitivo (Exemplo: há a notar ; parecer ser ); O estilo de carácter narrativo- descritivo (Exemplo: o autor considera ). Abreviaturas Não deverão aparecer abreviaturas em títulos de capítulos. Abreviaturas e nomenclatura da especialidade só devem ser utilizadas quando são reconhecidas por organizações profissionais ou pertencem ao conhecimento geral e uso comum. Caso se justifique, deverá ser incluída, a seguir ao índice, uma secção de nomenclatura, onde se listam e indicam as diferentes abreviaturas, siglas e símbolos usados no trabalho. Exemplo: Cap. capítulo; ed. - edição, editora; fasc. fascículo; i.e. - isto é, quer dizer, etc.). Quadros ou tabelas, figuras, mapas e ilustrações Estes deverão: ser numerados e incluídos no texto, após terem sido referidos; assumir uma numeração independente, com algarismos árabes; conter uma legenda, escrita a seguir ao número. Poderá distinguir- se quadros e tabelas de figuras e gráficos, sendo que as legendas dos primeiros poderão ser colocadas na parte superior e as dos segundos, as legendas poderão ser colocadas na parte inferior dos mesmos. Utilização de números Os algarismos (zero a nove), quer ordinais quer cardinais, devem ser escritos por extenso. Algumas excepções são por exemplo "Página 2; 5 pontos ". Os números a partir de nove poderão não ser escritos por extenso, com a excepção de iniciarem um período. Exemplo: "Trinta rapazes assistiram ao espectáculo" ou "Assistiram ao espectáculo 30 rapazes". Citações e Referências Bibliográficas As citações podem ser, quanto à sua elaboração, formais e conceptuais. Citações Formais: Quando se descrevem com fidelidade as palavras do autor. Este tipo de citações será sempre colocado entre aspas, sendo obrigatório referenciar a página da qual foi retirada a citação, para além do apelido do autor e ano de edição da fonte. No caso de se omitirem algumas palavras deverão ser colocados três pontos entre parêntesis (...). Exemplo: Segundo Berlo (1991: 22), define- se processo como "( ) qualquer fenómeno que apresente contínua mudança no tempo". Citações Conceptuais: Quando se reproduzem ideias do autor por palavras próprias. Neste caso, apenas se referenciar o apelido do autor e o ano de edição da fonte. Exemplo: Segundo Clouter (1975), a história da comunicação é cumulativa. NOTAS: 4

6 a) no caso de a referência possuir dois autores, dever- se- á separar os respectivos apelidos por (;). Exemplo: (Lopes; Sousa, 2000); b) na situação da referência possuir mais do que dois autores, apenas se citará o primeiro, seguido de et al. (em itálico). Exemplo: (Amaral et al, 2005); c) no caso de necessidade estrita de se proceder à designada citação em segunda mão, poder- se- á optar entre a utilização da expressão apud (ou a sua abreviatura: ap.) ou o uso da expressão citado por. Exemplo: (Fontes, 1990 apud Ribeiro, 1999); (Fontes, 1990 citado por Ribeiro, 1999). No que respeita às referências bibliográficas, devem ser indicadas todas as referências bibliográficas citadas no texto. Não deverão assim ser incluídas referências não citadas. Na bibliografia final, as referências deverão ser apresentadas por ordem alfabética, tendo por base o apelido do autor. A referência a fazer- se - independentemente do modelo adoptado deverá a aludir aos seguintes elementos- base: Apelido e nome do autor; ano de edição; título; cidade; editora. Neste âmbito, podem ser utilizas as normas portugueses em vigor, ou, em alternativa a utilização do designado modelo da APA (American Psychology Association), notando a existência de inúmeros modelos igualmente válidos que poderão ser utilizados, desde que o escolhido seja acordado com o respectivo orientador do trabalho. É com base naquele modelo que se apresenta algumas situações exemplificativas a este respeito. Releva- se a neste âmbito que, ultimamente, as referências, relativamente a títulos e subtítulos, respeitam o modo como os mesmos são destacados na própria edição, não obrigando, desta feita, a proceder- se aos habituais destaques dos títulos (sublinhado, itálico ou entre aspas). Livros de um autor: DESHAIES, B. (1997). Metodologia da Investigação em Ciências Sociais. Lisboa: Instituto Piaget. Livros de dois autores: GHIGLIONE, R.; MATALON, B. (1993). O Inquérito: teoria e prática. Oeiras: Celta Editora. Livros de mais do que dois autores: ALBARRELLO, Luc et al (1997), Práticas e Métodos de Investigação em Ciências Sociais. Lisboa: Gradiva. Livros com coordenação ou direcção: LAMAS, Estela P. R. (Coord.) (2001). Contributos para Uma Metodologia Científica mais Cuidada. Lisboa: Instituto Piaget. Artigos em revistas: 5

7 ROLDÃO, Maria do Céu (2002). De que falamos quando falamos de competências. Revista Noesis, nº 61. pp Artigos/capítulos em publicações conjuntas: ESTEVES, António Joaquim (1990). A Investigação- acção. In SILVA, Augusto Santos; PINTO, José Madureira (Orgs.). Metodologia das Ciências Sociais. Porto: Edições Afrontamento, pp Comunicação ou dissertação/relatório final: PAIVA, M. A. S. (2001). Modelagem e simulação matemática de evaporadores de múltiplo efeito. Dissertação/relatório final de Doutoramento. Escola Politécnica: Universidade de S. Paulo. Textos policopiados: VAZ- FREIXO, M. João (1996). Introdução à Teoria Geral da Comunicação. Viseu: Escola Superior de Educação Jean Piaget de Viseu (Texto policopiado). Sitografia: Deverão ser assinaladas seguindo os elementos: em linha, disponível em endereço, consultado em data. Exemplo: GIL, Fernando. Documentos do Império. Disponível em consultado em 7/10/2003. Anexos Deverão ser incluídos no final do trabalho, numerados de forma diferente das secções anteriores. Deve ser incluído um anexo para cada tema, sendo este apresentado pela ordem em que é referido no texto. É paginada a folha referente a Anexos, mas as folhas que constituem esse anexo não se paginam. Apresentação material de trabalho a) As dissertações, trabalhos de projecto ou relatórios finais, no âmbito dos 2ºs Ciclos de estudo, deverão ser encadernados; a capa deverá ser cartonada em cor branca, com a impressão dos seguintes elementos - discriminação da Instituição e logótipo; autor; grau que confere e curso; título (conciso e informativo); local, mês e ano (Cf. anexo 2 ver também anexo 1). b) Na folha de rosto deverá incluir- se a discriminação da Instituição e logótipo; autor; grau que confere e curso; título; orientador do trabalho; local, mês e ano (Cf. Anexo 3). c) A estrutura deverá ser consentânea com o acordado com o orientador do trabalho. Os referidos na alínea a) deverão seguir o estipulado pelo/s regulamento/s respectivo/s. 6

8 Orientador A elaboração da Dissertação/relatório final será orientada por um Doutor ou por um especialista de mérito reconhecido, aprovado pelo Conselho Técnico- Científico. A orientação pode ser assegurada em regime de co- orientação, quer por orientadores nacionais, quer por nacionais e estrangeiros, sendo sempre um deles, afecto à Instituição ou outra cuja entidade titular seja o Instituto Piaget. A proposta de nomeação do orientador deverá ser acompanhada por uma informação conjunta do mestrando e do orientador proposto sobre o tema da dissertação/relatório final (Cf. Anexo 5), com uma breve descrição do trabalho a realizar e deve ser aprovada pela Comissão Científica do Mestrado. A entrega desta proposta no Conselho Técnico- Científico deverá ser efectuada até ao final do semestre lectivo imediatamente anterior ao início da realização da dissertação/relatório final. Cada sessão de orientação tem de ser registada em modelo próprio (Cf. Anexo 6) Mudança de Tema ou de Orientador É da competência da Comissão Científica do curso a mudança de tema ou de orientador. É admitida a mudança de tema da dissertação/relatório final, a requerimento do candidato, acompanhado de um parecer do professor orientador. (Cf. Anexo 7) É igualmente admitida a mudança de orientador, a requerimento fundamentado do candidato. (Cf. Anexo 7) A mudança de tema ou de orientador não dá lugar a qualquer prorrogação do prazo para apresentação da dissertação/relatório final. Prazo para a entrega da Dissertação/relatório final O prazo para a entrega da dissertação de natureza científica será de 30 dias após o último dia do último trimestre. 7

9 A requerimento do estudante, o prazo de entrega da dissertação de natureza científica, pode ser prorrogado até ao máximo de um (1) ano, estando sujeita aos pagamentos previstos no Regulamento Financeiro. O requerimento do estudante referido no ponto anterior é dirigido ao Diretor que, por sua vez, solicitará os pareceres do orientador e/ou da Comissão Científica do Mestrado, consoante o fundamento, após o que o submeterá à deliberação do Conselho Técnico- Científico (Cf. Anexo 8). Após se terem cumprido estes procedimentos, o Diretor dará conhecimento ao estudante do teor da decisão final. Em caso algum, salvo se resultar da aplicação do disposto na legislação em vigor sobre suspensão de prazos, poderá o estudante exceder a prorrogação concedida. Findo o prazo estabelecido no número 1, e na eventualidade de ter havido a prorrogação estabelecida no número 2, sem que o estudante tenha entregue o relatório final considera- se, para todos os efeitos, ter o mesmo desistido da sua apresentação. Verificada a situação descrita no número anterior, o estudante poderá requerer o certificado de especialização referente à parte escolar finalizada ou, em alternativa, recandidatar- se inscrevendo- se novamente no curso de Mestrado. Requerimento de admissão à prestação de provas O requerimento de admissão à prestação de provas de Mestrado é apresentado na Direção, acompanhado de: 5 exemplares do Relatório natureza científica, em papel sem encadernação definitiva e 2 exemplares em suporte digital (CD ou DVD) e 5 exemplares do curriculum vitae do candidato em formato CV europeu; bem como o parecer do/s orientador/es. (Cf. Anexo 9) A discussão pública da dissertação de natureza científica deverá realizar- se até seis meses a contar da data da entrega do mesmo por parte do estudante. Consulta prévia do júri e marcação de data para a defesa da dissertação de natureza científica Após comunicação do Conselho Técnico- Científico da sua nomeação, o presidente do júri dispõe de 15 dias úteis para promover uma consulta a todos os membros do júri para observar e emitir parecer sobre a admissibilidade ou não da dissertação de natureza científica. Os membros do júri serão solicitados a emitir parecer escrito e fundamentado sobre a admissibilidade da dissertação de natureza científica a provas públicas. 8

10 Caso o parecer seja positivo quanto à sua admissibilidade, o presidente do júri no prazo de 10 dias úteis informará o candidato, por escrito, da data escolhida para a defesa pública da dissertação de natureza científica, sendo que o candidato, deverá neste período fazer a entrega definitiva de seis (6) exemplares encadernados do seu trabalho e 2 exemplares do mesmo em suporte digital (CD ou DVD). Caso o parecer seja negativo quanto à sua admissibilidade, o Presidente do Júri terá o prazo de 10 dias úteis para informar o candidato, por escrito, da necessidade de reformulação ou aperfeiçoamento da dissertação de natureza científica, ou para que o estudante declare que é sua pretensão manter inalterada a versão entregue para a defesa pública da dissertação de natureza científica. Reformulação ou aperfeiçoamento da dissertação de natureza científica No caso em que o júri decida pela reformulação ou aperfeiçoamento da dissertação de natureza científica, mediante deliberação fundamentada, o candidato disporá de 60 dias úteis, após comunicação do júri, para proceder à reformulação ou aperfeiçoamento da dissertação de natureza científica, ou para declarar que pretende mantê- la inalterada. Recebida a dissertação de natureza científica reformulada, ou a declaração referida no número anterior, o júri procederá à marcação de data para discussão pública. A data a propor ao candidato deverá situar- se até 90 dias úteis após a receção da dissertação de natureza científica reformulada ou da declaração referida no número 2. Considera- se que houve desistência do candidato se, esgotado o prazo referido no número 2, este não apresentar o trabalho reformulado nem declarar que prescinde dessa faculdade. Prova pública de discussão da dissertação/relatório final de natureza científica A discussão da dissertação/relatório final é pública e só pode realizar- se com a presença de todos os membros do júri. Antes do início da discussão, o candidato disporá de um período de 15 minutos para apresentação sintética do seu trabalho. A arguição principal não pode exceder 30 minutos, cabendo ao candidato tempo igual ao do arguente para a sua defesa. 9

11 Os membros do júri que não tenham sido designados arguentes principais podem também formular questões ou observações, dispondo o candidato de tempo equivalente para responder. A duração total da discussão pública não pode exceder duas horas. Deliberação do Júri O júri reúne- se, à porta fechada, após a discussão pública, para deliberar sobre o resultado final. A votação é nominal e fundamentada, não sendo permitida a abstenção. Em caso de empate, cabe ao Presidente do júri decidir, com voto de qualidade. Após discussão da dissertação de natureza científica o júri reúne para apreciação e classificação da prova. A apreciação final da dissertação de natureza científica é expressa pelas fórmulas de Aprovado ou Reprovado, por votação nominal justificada, não sendo permitidas abstenções. No caso da dissertação de natureza científica ter merecido aprovação, esta é acrescida de uma classificação que resulta da média aritmética das classificações atribuídas por cada membro do júri, na escala numérica de 10 a 20 valores. Da reunião do júri é lavrada ata, da qual constam os votos de cada um dos seus membros e a respetiva fundamentação, que pode ser comum a todos ou a alguns membros do júri. Aprovado pelo Diretor a 14 de Setembro de 2012 e pelo Conselho Técnico- Científico de 20 de Setembro de O Diretor Délio Manuel Ferreira Carquejo (Profº Adjunto) 10

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