Salvaguarda da Vida Humana no Mar, 1974 (SOLAS)

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1 Salvaguarda da Vida Humana no Mar, 1974 (SOLAS) Prof. Manuel Ventura Projecto de Navios I Mestrado em Engenharia e Arquitectura Naval Capítulo II-2. Construção - Medidas de Protecção, Detecção e Combate a Incêndios Manuel Ventura 1

2 Cap.II-2 Protecção, Detecção e Combate a Incêndios Este Capítulo foi totalmente revisto nas Emendas publicadas em Dezembro de 2000 [Resolução MSC.99 (73)] Entrou em vigor em 1 de Julho de 2002 Alterações: A nova versão foca a atenção mais nos processos associados a cenários de incêndio do que nos tipos de navios, como anteriormente. Nova Parte E- Requisitos Operacionais que trata exclusivamente de factores humanos, tais como formação, treinos e questões de manutenção. Nova Parte F que estabelece uma metodologia para aprovação de projectos e arranjos alternativos ou inovadores. Alguns dos detalhes técnicos dos sistemas passaram para o International Fire Safety Systems (FSS) Code. M.Ventura SOLAS 3 Cap.II-2 Protecção, Detecção e Combate a Incêndios PART A - GENERAL Regulation 1. Application Regulation 2. Fire safety objectives and functional requirements Regulation 3. Definitions M.Ventura SOLAS 4 2

3 Cap.II-2 Protecção, Detecção e Combate a Incêndios PART B - PREVENTION OF FIRE AND EXPLOSION Regulation 4. Probability of Ignition Regulation 5. Fire growth potential Regulation 6. Smoke generation potential and toxicity M.Ventura SOLAS 5 Cap.II-2 Protecção, Detecção e Combate a Incêndios PART C- SUPPRESSION OF FIRE Regulation 7. Detection and alarm Regulation 8. Control of smoke spread Regulation 9. Containment of fire Regulation 10. Fire fighting Regulation 11. Structural integrity M.Ventura SOLAS 6 3

4 Cap.II-2 Protecção, Detecção e Combate a Incêndios PART D - ESCAPE Regulation 12. Notification of crew and passengers Regulation 13. Means of escape M.Ventura SOLAS 7 Cap.II-2 Protecção, Detecção e Combate a Incêndios PART E - OPERATIONAL REQUIREMENTS Regulation 14. Operational readiness and maintenance Regulation 15. Instructions, onboard training and drills Regulation 16. Operations M.Ventura SOLAS 8 4

5 Cap.II-2 Protecção, Detecção e Combate a Incêndios PART F - ALTERNATIVE DESIGN AND ARRANGEMENTS Regulation 17. Alternative design and arrangements M.Ventura SOLAS 9 Cap.II-2 Detecção e Combate a Incêndios PART G - SPECIAL REQUIREMENTS Regulation 18. Helicopter facilities Regulation 19. Carriage of dangerous goods Regulation 20. Protection of vehicle, special category and ro-ro spaces M.Ventura SOLAS 10 5

6 PART A - GENERAL Regulation 1 - Application 1. Application 2. Applicable requirements to existing ships 3. Repairs, alterations, modifications and outfitting 4. Exemptions 5. Applicable requirements depending on ship type 6. Application of requirements for tankers M.Ventura SOLAS 12 6

7 Regulation 2 - Fire safety objectives and functional requirements 1. Fire safety objectives 2. Functional requirements 3. Achievement of the fire safety objectives M.Ventura SOLAS 13 Princípios Básicos Divisão do navio em zonas verticais com divisórias estruturais e térmicas Separação dos alojamentos do resto do navio com divisórias estruturais e térmicas Uso restrito de materiais combustíveis Detecção de qualquer incêndio na zona de origem Contenção e combate ao incêndio na zona de origem Protecção dos meios de saída e acessos para combate ao incêndio Meios de combate disponíveis e prontos a actuar Minimizar a possibilidade de ignição de gases inflamáveis libertados pela carga M.Ventura SOLAS 14 7

8 Objectivos da Segurança contra Incêndio Evitar a ocorrência de incêndios e explosões Reduzir o risco de vida devido a incêndios Reduzir o risco de danos no navio e no ambiente devidos a incêndios Conter, controlar e suprimir incêndios e explosões no compartimento de origem Providenciar meios de fuga adequados e sempre acessíveis para passageiros e tripulantes M.Ventura SOLAS 15 Regulation 3 - Definitions Espaços de Máquinas de Categoria A são os espaços e os trunks para os espaços que contenham: Motores de combustão interna usados para propulsão Outros motores de combustão interna que tenham no conjunto potência > 375 kw Qualquer caldeira de queima (oil fired boiler) ou outro equipamento de queima de óleo (geradores de gás inerte, incineradores, etc.) M.Ventura SOLAS 16 8

9 Algumas Definições (1) Materiais Não-Combustíveis, são materiais que não ardem nem libertam vapores inflamáveis até aos 750 C, durante um teste normalizado. Testes de Fogo Normalizados, são testes efectuado num forno, em que partes das anteparas ou pavimentos relevantes são levados a temperaturas correspondentes à da curva tempo-temperatura normalizada. As partes testadas devem: Ter área exposta não inferior a 4.65 m2 e altura (ou comprimento) não inferior a 2.44 m. Incluir uma ligação (onde apropriado) M.Ventura SOLAS 17 Algumas Definições (2) A curva tempo-temperatura normalizada é uma curva desempolada que une os seguintes pontos medidos acima da temperatura inicial do forno: Ao fim de 5 min 10 min 15 min 30 min 60 min Temperatura 556º C 659º C 708º C 823º C 925º C M.Ventura SOLAS 18 9

10 Algumas Definições (3) Divisórias Classe A Construídas em aço ou material equivalente Devidamente reforçadas Construídas de modo a evitar a passagem de fumo e chamas durante pelo menos uma hora do teste normalizado Isoladas com materiais não-combustíveis de modo a que o lado não exposto não sofra elevação de temperatura superior a 139 C ao fim de: - 60 min. A30-30 min. A15-15 min - 0 min. M.Ventura SOLAS 19 Algumas Definições (4) Divisórias Classe B Construídas de modo a evitar a passagem de fumo e chamas durante pelo menos 30 minutos do teste normalizado Isoladas de modo a que o lado não exposto não sofra elevação de temperatura superior a 139 C ao fim de: B15-15 min. B0-0 min. Divisórias Classe C Construídas em materiais não-combustíveis aprovados, sem requisitos particulares. M.Ventura SOLAS 20 10

11 Part C. Suppression of Fire Regulation 7 - Detection and Alarm 1. Purpose 2. General requirements 3. Initial and periodical tests 4. Protection of machinery spaces 5. Protection of accommodation and service spaces and control stations 6. Protection of cargo spaces in passenger ships 7. Manually operated call points 8. Fire patrols in passenger ships 9. Fire alarm signalling systems in passenger ships M.Ventura SOLAS 22 11

12 Regulation 8 - Control of smoke spread 1. Purpose 2. Protection of control stations outside machinery spaces 3. Release of smoke from machinery spaces 4. Draught stops 5. Smoke extraction systems in atriums of passenger ships M.Ventura SOLAS 23 Regulation 9 - Containment of Fire 1. Purpose 2. Thermal and structural boundaries 3. Penetration in fire resisting divisions and prevention of heat transmission 4. Protection of openings in fire-resisting divisions 5. Protection of openings in machinery spaces boundaries 6. Protection of cargo space boundaries 7. Ventilation systems M.Ventura SOLAS 24 12

13 Regulation 10 - Fire Fighting 1. Purpose 2. Water supply systems 3. Portable fire extinguishers 4. Fixed fire extinguishing systems 5. Fire-extinguishing arrangements in machinery spaces 6. Fire extinguishing arrangements in control stations, accommodation and service spaces 7. Fire extinguishing arrangements in cargo spaces 8. Cargo tank protection 9. Protection of cargo pump-rooms in tankers 10. Fire-fighter s outfits M.Ventura SOLAS 25 Bombas de Incêndio, Bocas e Mangueiras Capacidade das Bombas de Incêndio: Navios de Passageiros Não inferior a 2/3 do caudal das bombas de esgoto. Navios de Carga Não inferior a 4/3 do caudal das bombas de esgoto de um navio de passageiros de iguais dimensões. Total não necessita ser superior a 180 m3/h. M.Ventura SOLAS 26 13

14 Bombas de Incêndio, Bocas e Mangueiras Capacidade das Bombas de Incêndio (cont.) Cada uma das bombas de incêndio deverá ter uma capacidade não inferior a 80% da capacidade total requerida, dividida pelo número mínimo de bombas requerido. Nenhuma das bombas deverá ter caudal inferior a 25 m3/h. Cada bomba deverá em quaisquer circunstâncias, de fornecer os dois jactos de água requeridos. M.Ventura SOLAS 27 Bombas de Incêndio, Bocas e Mangueiras Pressão no Colector Com duas bombas em simultâneo, deve ser capaz de garantir as pressões seguintes em bocas de incêndio adjacentes GRT < <GRT< <GRT<6000 GRT > 4000 GRT > 6000 Navios de Passageiros De acordo c/ Administração 0.27 N/mm N/mm2 Navios de Carga De acordo c/ Administração 0.25 N/mm N/mm2 M.Ventura SOLAS 28 14

15 Bombas de Incêndio, Bocas e Mangueiras Arranjo das Bombas de Incêndio e Colectores Número mínimo de bombas de accionamento independente: Navios de passageiros GT >= 4000 Navios de passageiros GT < 4000 Navios de Carga GT >= 1000 Navios de Carga GT < M.Ventura SOLAS 29 Extintores Portáteis Navios com GRT > 1,000 devem ter pelo menos 5 extintores portáteis distribuídos pela zona dos alojamentos, áreas de serviço e estações de controle Não serão usados extintores de CO2 nas zonas dos alojamentos A distribuição na zona dos alojamentos deve ser a seguinte: Em navios de passageiros, dentro de cada zona vertical, não deve haver nenhum ponto a mais de 15 m de um extintor Em navios de carga, um em cada pavimento M.Ventura SOLAS 30 15

16 Sistemas Fixos p/ Combate Incêndio Sistemas de Gás Fixos Dióxido de Carbono Vapor Outros Sistema de Espuma de Alta Expansão Sistemas de Água Pressurizada Os sistemas baseados em Halon foram banidos pela SOLAS desde 1994 e pelo regulamento comunitário EC 2037/2000 desde 2003, por afectarem a camada de ozono. M.Ventura SOLAS 31 Sist. de Gás Fixos p/ Combate Incêndio (1) Sistemas de Dióxido de Carbono Espaços de Carga - o volume disponível deverá ser superior a 30% do volume do maior espaço de carga assim protegido. Espaços de Máquinas - o volume disponível deverá ser superior ao maior dos dois valores seguintes: 40% do volume do maior espaço de máquinas assim protegido, excluindo a parte da casota acima do nível ao qual a área horizontal da casota for 40% ou menos da área horizontal do espaço medido a meia altura entre o duplofundo e a base da casota 35% do volume bruto do maior espaço de máquinas assim protegido, incluindo a casota O volume específico do CO 2 livre deverá ser calculado a 0.56 m3/kg O sistema de encanamentos deverá garantir que 85% do gás seja libertado em menos de 2 minutos M.Ventura SOLAS 32 16

17 Sist. de Gás Fixos p/ Combate Incêndio (2) Sistemas de Vapor Em geral o vapor não é permitido como meio de combate ao incêndio em sistemas fixos Só será eventualmente permitido em zonas muito restritas, como meio adicional, e com a garantia de que as caldeiras disponíveis para alimentar o sistema têm um caudal mínimo de 1.0 kg/h por cada 0.75 m 3 do volume bruto do maior espaço protegido M.Ventura SOLAS 33 Sist. de Gás Fixos p/ Combate Incêndio (3) Outros Sistemas de Gás Se outros gases além dos acima indicados forem utilizados como meio de combate a incêndio, deverão ser o produto da combustão de combustíveis, em que os teores em oxigénio, monóxido de carbono e elementos corrosivos tenham sido reduzidos para um mínimo admissível. Quando estes sistemas forem usados, o caudal horário fornecido deverá ser 25% do volume bruto do maior compartimento protegido, num período de 72 horas. M.Ventura SOLAS 34 17

18 Sist. Fixos de Água Pressurizada (Water Mist) Sistema introduzido com alternativa aos sistemas de halon (interditos em 1994) para combate a incêndio em espaços de máquinas categoria A e casas de bombas de carga Este processo de combate ao incêndio é baseado em 3 mecanismos: Arrefecimento das chamas Redução da concentração de oxigénio pela deslocação do ar pela expansão do vapor de água Diminuição do calor radiante Obrigatório em navios de passageiros com GT > 500 e navios de carga com GT > 2000, para combate a incêndio em espaços de máquinas categoria A com volume > 500 m3 (IMO MSC/Circ.913). Deve ser activado automaticamente por detectores de tipos diferentes: de chama e de fumo. M.Ventura SOLAS 35 Sistemas Fixos de Água Pressurizada (Water Mist) Os requisitos para teste e aprovação destes sistemas estão especificados na MSC/Circ.1165: Deve poder ser activado manualmente Estar sempre pronto a funcionar e ser capaz de fornecer água durante 30 minutos, para evitar o re-acendimento do incêndio Os sistemas que operam com um caudal reduzido após a descarga inicial, devem estar prontos para nova activação em menos de 5 minutos após a activação inicial Deve ter meios de bombagem redundantes e deve ter tomada permanente de água do mar Os meios de controlo devem estar fora dos espaços protegidos Deve ser alimentado de energia eléctrica pelos geradores principais e de emergência A capacidade do sistema deve ser baseada na maior das áreas protegidas M.Ventura SOLAS 36 18

19 Sistemas Fixos de Água Pressurizada (Water Mist) A água pressurizada em contacto com o fogo vaporiza e converte-se em vapor de água Este processo absorve muita energia fazendo baixar a temperatura do fogo e neste processo a água pressurizada expande-se cerca de 1700 vezes afastando o ar do incêndio Estes sistemas requerem um consumo de água 6 a 10 vezes menor do que um sistema de chuveiro tradicional M.Ventura SOLAS 37 Sistemas de Combate Incêndio em Espaços de Máquinas (1) Os espaços de máquinas são classificados nos tipos : 1. Espaços com Caldeiras ou unidades de óleo combustível 2. Espaços com Máquinas de Combustão Interna 3. Espaços com Turbinas a Vapor ou Motores a Vapor fechados 4. Outros Espaços de Máquinas M.Ventura SOLAS 38 19

20 Sistemas de Combate Incêndio em Espaços de Máquinas (2) 1. Espaços com Caldeiras ou unidades de óleo combustível Devem ter qualquer um dos sistemas fixos seguintes: Sistema de gás fixo descrito em Outros Sistema de espuma de alta expansão Sistema de chuveiros de água pressurizados Devem ter, em cada espaço onde haja sistemas de combustão, em cada casa de caldeiras e em cada espaço onde esteja parte do sistema de óleo combustível, pelo menos dois extintores de espuma portáteis M.Ventura SOLAS 39 Sistemas de Combate Incêndio em Espaços de Máquinas (3) 2. Espaço com Máquinas de Combustão Interna Devem ter qualquer um dos sistemas fixos seguintes: Sistema de gás fixo descrito em Outros Sistema de espuma de alta expansão Sistema de chuveiros de água M.Ventura SOLAS 40 20

21 Sistemas de Combate Incêndio em Espaços de Máquinas (4) 3. Espaços com Turbinas a Vapor ou Motores a Vapor fechados Quando a potência total for superior a 375 kw deverão ter: Extintores de espuma, com pelo menos 45 l de capacidade cada Um número suficiente de extintores portáteis, no mínimo dois, colocados de modo a que em nenhum ponto do espaço se esteja a mais de 10 m de um extintor Qualquer um dos sistemas fixos seguintes: Sistema de gás fixo descrito em Outros Sistema de espuma de alta expansão Sistema de chuveiros de água pressurizados M.Ventura SOLAS 41 Sistemas de Combate Incêndio em Espaços de Máquinas (5) 4. Outros Espaços de Máquinas Sempre que se considere existir perigo de incêndio num outro espaço de máquinas para além dos acima identificados, deverão existir um número suficiente de extintores portáteis. M.Ventura SOLAS 42 21

22 Sist. Fixos Comb. Inc. c/ Espuma Baixa Expansão Espaços de Máquinas Deverão descarregar através de bocas de descarga fixas a quantidade de espuma necessária para cobrir em menos de 5 minutos, uma altura de 150 mm da maior área na qual óleo combustível se pode ter espalhado M.Ventura SOLAS 43 Sist. Fixos Comb. Inc. c/ Espuma Alta Expansão em Espaços de Máquinas Deverão descarregar através de bocas de descarga fixas a quantidade de espuma necessária para encher o maior espaço protegido a uma velocidade não inferior a 1 metro de altura por minuto A quantidade de líquido disponível para gerar espuma deverá ser suficiente para produzir um volume de espuma igual a 5 vezes o volume do maior espaço protegido A taxa de expansão da espuma não deve exceder 12 para 1 M.Ventura SOLAS 44 22

23 Sist. Fixos Comb. Inc. c/ Chuveiros de Pressão em Espaços de Máquinas O número de chuveiros (sprinklers) deverá ser tal que a distribuição de água nos espaços protegidos seja no mínimo de 5 l/m2 O sistema pode ser dividido em secções e as respectivas válvulas de distribuição deverão ser operadas de fora dos espaços protegidos O sistema será mantido sempre em carga e a bomba de alimentação do sistema será accionada automaticamente em caso de queda de pressão A bomba deverá ser capaz de fornecer água a todas as secções simultaneamente A bomba deverá estar fora do espaço protegido A bomba deverá ser accionada por um motor de combustão interna independente M.Ventura SOLAS 45 Sistemas de Combate Incêndio Estações de Controle, Alojamentos e Espaços de Serviço Navios de passageiros c/ N > 36 devem estar equipados com sistema automático de chuveiros (sprinklers) M.Ventura SOLAS 46 23

24 Medidas de Segurança Contra Incêndio em Navios Tanque Aplica-se a todos os navios tanques novos que transportem petróleo bruto (petroleiros) ou produtos derivados do petróleo cujo ponto de inflamação não exceda os 60 C M.Ventura SOLAS 47 Localização e Separação de Espaços (Petroleiros) Os espaços de máquinas de categoria A devem ser localizados a ré dos tanques de carga e de tanques de decantação (slops) e ser isolados deles por um coferdame, uma casas das bombas de carga ou um tanque de combustível Os locais habitados, os postos de controlo da carga, postos de segurança e os locais de serviço devem estar situados a ré de todos os tanques de carga, tanques de decantação, casa das bombas de carga e coferdames que separam os tqs. de carga ou decantação dos espaços de máquinas de categoria A. M.Ventura SOLAS 48 24

25 Localização e Separação de Espaços (Petroleiros) Restrições a Aberturas em Anteparas Fronteira Portas de acesso, tomadas de ar e aberturas para espaços de alojamentos, espaços de serviço, postos de controlo e espaços de máquinas não devem ficar virados para a zona de carga. Deverão ser lcalizados na antepara transversal não virada para a zona de carga ou nos lados virados para a borda da superstrutura ou casota a uma distância <d> da extremidade da superstructura ou casota, tal que: ( ) MIN 0.04 L, 3m d < 5m M.Ventura SOLAS 49 Localização e Separação de Espaços (Petroleiros) Janelas e Escotilhas Janelas e escotilhas viradas para a zona de carga e nos lados da superstructura e casotas dentro dos limites especificados devem ser do tipo fixo (não abrem). Essas janelas e escotilhas, com excepção das janelas da ponte, devem ser construídas de acordo com o padrão "A-60. M.Ventura SOLAS 50 25

26 Localização e Separação de Espaços (Petroleiros) Excepções aceitaveis pela Administração As Autoridades podem permitir portas de acesso em anteparas limite viradas para a zona de carga, desde que não deem acesso directa ou indirectamenteparanenhumoutroespaçocontendoouservindo alojamentos, postos de controlo ou zonas de serviço tais como cozinhas, copas ou oficinas, ou espaços similares contendo fontes de ignição de gases. A fronteira de um tal espaço deverá ser isolada por anteparas, com excepção da antepara virada para a zona de carga. As portas e janelas da ponte de comando podem ser localizadas dentro dos limites definidos desde que sejam projectadas para garantir que a ponte pode ser vedada rapida e eficientemente de modo a ficar estanque a gases e vapores. M.Ventura SOLAS 51 Resistência ao Fogo de Anteparas e Pavimentos (Petroleiros) Todas as anteparas e pavimentos devem ter como resistência mínima ao fogo a indicada nas tabelas seguintes M.Ventura SOLAS 52 26

27 Anteparas Separando Espaços Adjacentes Espaços (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) Postos de Controle (1) A15 A15 Corredores (2) C B0 B0 B0 Zonas de Alojamentos (3) C B0 B0 Escadas (4) B0 B0 Espaços de serviço Baixo Risco (5) C Espaços Máquinas Categoria A (6) Outros Espaços Máquinas (7) Casa Bombas Carga (8) Espaços de Serviço Alto Risco (9) Pavimentos abertos (10) --- M.Ventura Em aço ou material equivalente, SOLAS mas não necessariamente classe <A> 53 Pavimentos Separando Espaços Adjacentes Espaços (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) Postos de Controle (1) -- Corredores (2) B0 Zonas de Alojamentos (3) -- Escadas (4) -- Espaços de serviço Baixo Risco (5) A15 -- Espaços Máquinas Categoria A (6) Outros Espaços Máquinas (7) A15 Casa Bombas Carga (8) Espaços de Serviço Alto Risco (9) -- Pavimentos abertos (10) --- M.Ventura Em aço ou material equivalente, SOLAS mas não necessariamente classe <A> 54 27

28 Respiração, Purga, Remoção de Gases e Ventilação (Petroleiros) Os sistemas de respiração dos tanques de carga devem ser totalmente separados dos outros compartimentos do navio O sistema deve ser projectado para a garantir o fluxo de Pequenos caudais de vapor, ar ou gás inerte devido às variações térmicas Grandes caudais, durante as operações de carga/descarga Os sistemas podem ser independentes p/ cada tanque ou agrupados com outros tanques de carga Podem ser incorporados no sistema de gás inerte M.Ventura SOLAS 55 Respiração, Purga, Remoção de Gases e Ventilação (cont.) As saídas devem estar localizadas: A mais de 6 m do convés A mais de 10 m de quaisquer tomadas de ar p/ espaços confinados contendo possíveis origens de ignição M.Ventura SOLAS 56 28

29 Protecção dos Tanques de Carga (Petroleiros) Em navios tanques com DW > t a protecção da zona de carga deve ser assegurada por: Sistema Fixo de Espuma (convés sobre os tanques de carga) Sistema de Gás Inerte (tanques de carga) A Administração pode aceitar outras combinações de instalações fixas desde que ofereçam protecção equivalente M.Ventura SOLAS 57 Sistema Fixo de Espuma no Convés (Petroleiros) A taxa de abastecimento de espuma não será inferior ao maior dos valores seguintes: 0.6 l/min por m2 de área de tanques de carga, calculada como o produto da boca máxima pelo comprimento da zona de carga 6 l/min por m2 da máxima secção horizontal de um tanque individual 3 l/min por m2 da área protegida pelo monitor maior, inteiramente a vante dele, mas não inferior a 1250 l/min. M.Ventura SOLAS 58 29

30 Sistema Fixo de Espuma no Convés (cont.) A distância do canhão de espuma ao extremo mais afastado da área protegida não deve ser superior a 75% do alcance do monitor A vante do castelo de popa ou da superstrutura, devem ser instalados dois canhões de espuma, um a cada bordo, virados para a zona de carga. M.Ventura SOLAS 59 Sistema de Gás Inerte (Petroleiros) O sistema deverá ser capaz de: Inertizar tanques de carga vazios, reduzindo o teor em oxigénio para valores em que a combustão não possa ocorrer Manter a atmosfera em qualquer parte de qualquer tanque de carga com teor de oxigénio inferior a 8% em volume e sempre a uma pressão positiva, em porto ou a navegar Eliminar a necessidade de introduzir ar nos tanques durante a operação normal Purgar tanques de carga vazios de hidrocarbonetos M.Ventura SOLAS 60 30

31 Sistema de Gás Inerte (Petroleiros) Diagrama Geral do Sistema O sistema deverá ter um caudal superior a 125% do caudal máximo de descarga do navio, expresso em volume O gás inerte fornecido não deve ter um teor em oxigénio superior a 5%, em volume O gás inerte pode ser obtido dos gases de escape de caldeiras principais e auxiliares, devidamente tratados Pelo menos dois ventiladores serão instalados, que no conjunto sejam capazes de fornecer aos tanques de carga o caudal de gás requerido M.Ventura SOLAS 61 Sistema de Gás Inerte Diagrama Geral do Sistema M.Ventura SOLAS 62 31

32 Sistema de Gás Inerte Sistema Moss M.Ventura SOLAS 63 Sistema de Gás Inerte Um scrubber deverá ser instalado para arrefecer o volume de gás inerte especificado e remover produtos da combustão sólidos e sulfurosos M.Ventura SOLAS 64 32

33 Sistema de Gás Inerte Deverão ser instalados no convés, entre o scrubber e o colector, pelo menos dois dispositivos de nãoretorno, um dos quais poderá ser um sifão de água e o outro será uma válvula de nãoretorno M.Ventura SOLAS 65 Casas de Bombas de Carga (Petroleiros) Cada casa das bombas deverá ser equipada com um dos sistemas de combate a incêndio fixos seguintes, operado do exterior: Dióxido de carbono ou hidrocarboneto halogenado Espuma de alta-expansão Chuveiros de pressão constante Deve dispor de sistema de ventilação mecânica, dimensionado para garantir 20 renov/h. O sistema deve ser de insuflação e os ventiladores devem ser do tipo anti-sparking M.Ventura SOLAS 66 33

34 Fatos de Bombeiro Em geral, o navio deve ter pelo menos 2 fatos de bombeiro Navios de passageiros devem ter mais 2 fatos por cada 80 m de comprimento de zonas de passageiros Navios de passageiros com N > 36 devem ter mais 2 fatos por cada zona vertical Navios tanques devem ter 2 fatos adicionais M.Ventura SOLAS 67 Regulation 11 - Structural Integrity 1. Purpose 2. Material of hull, superstructures, structural bulkheads, decks and deckhouses 3. Structure of aluminium alloy 4. Machinery spaces of category A 5. Materials of overboard fittings 6. Protection of cargo tank structure against pressure or vacuum in tankers M.Ventura SOLAS 68 34

35 Divisórias em Alumínio Divisórias Classe A e Classe B Quando as anteparas forem construídas em alumínio, a relação entre os requisitos mínimos para dimensionamento de chapas e reforços podem ser obtidos a partir dos requisitos para aço, através dos factores da tabela seguinte: Aço Espessura da chapa (t) Inércia de reforços (I) Módulo da secção reforços (W) Alumínio 1.4 x t 2.8 x I 2.35 x W Regra II-2/11.2 M.Ventura SOLAS 69 Part D Escape 35

36 Regulation 12 - Notification of Crew and Passengers 1. Purpose 2. General emergency alarm system 3. Public address systems in passenger ships M.Ventura SOLAS 71 Regulation 13 - Means of Escape 1. Purpose 2. General requirements 3. Means of escape from control stations, accommodation spaces and service spaces 4. Means of escape from machinery spaces 5. Means of escape on passenger ships from special category and open Ro/Ro spaces to which any passengers carried can have access 6. Means of escape from Ro/Ro spaces 7. Additional requirements for Ro/Ro passenger ships M.Ventura SOLAS 72 36

37 Meios de Fuga Em geral deverão existir em cada espaço ou grupo de espaços duas vias de fuga bastante afastadas entre si Os elevadores não são considerados como meios de fuga M.Ventura SOLAS 73 Aparelhos de Respiração de Fuga de Emergência (Emergency Escape Breathing Devices) Todos os navios devem ter pelo menos 2 dentro do espaço de alojamentos Os navios de passageiros devem ter pelo menos 2 em cada zona vertical principal Os navios de passageiros com N > 36 devem ter pelo menos 4 em cada zona vertical principal M.Ventura SOLAS 74 37

38 Emergency Escape Breathing Device (EEBD) Um EEBD é um aparelho que fornece ar ou oxigénio, usado apenas para escapar de um compartimento com uma atmosfera perigosa Os EEBDs não devem ser usados para combater os incêndios, entrar em tanques ou em espaços vazios com pouco oxigénio, ou usado por bombeiros. Nestas situações devem ser usados aparelhos de respiração autónomos apropriados Um EEBD deve Ter duração de serviço mínima de 10 minutos Ter capa ou máscara para proteger os olhos, nariz e boca durante a fuga M.Ventura SOLAS 75 Meios de Fuga (Navios de Passageiros) Princípios Gerais Todos os compartimentos estanques abaixo do pavimento das anteparas deverão ter dois meios de fuga, um dos quais deverá ser independente de portas estanques. Acima do pavimento das anteparas, deverão existir pelo menos dois meios de saída para cada zona vertical principal, uma das quais deverá dar acesso a uma escada constituindo uma saída vertical (não passa por porta estanque). Pelo menos uma das vias de saída mencionada nos pontos anteriores deverá ser constituída por uma escada prontamente acessível Os elevadores não são considerados como um dos meios de fuga prescritos M.Ventura SOLAS 76 38

39 Meios de Fuga (Navios de Passageiros) Espaços de Máquinas Devem existir 2 vias de fuga constituídas por escadas de aço, tão afastadas uma da outra quanto possível Uma das escadas deverá dar protecção contínua contra o fogo, da parte inferior do espaço até um local seguro, localizado no exterior do espaço. Corredores Corredores sem meios de fuga alternativos não devem ter comprimento superior a Navios com mais de 36 passageiros Navios com menos de 36 passageiros 36 m 7 m M.Ventura SOLAS 77 Protecção de Escadas e Elevadores em Espaços Alagáveis/Serviço (Navios de Passageiros) Todas as escadarias deverão ser construídas em estrutura de aço Deverão estar contidas em espaços limitados por divisórias Classe A, com meios de fecho efectivo em todas as aberturas, excepto nos casos seguintes: Uma escada ligando apenas 2 pavimentos não necessita de ter caixa desde que a integridade do convés seja mantida por anteparas ou portas apropriadas num dos pavimentos As escadas poderão não ter caixas desde que estejam inteiramente contidas num dado espaço. As caixas da escada devem ter comunicação directa com os corredores. Sempre que possível, as caixas da escada não deverão dar acesso directo a camarotes, paióis ou outros espaços fechados contendo combustíveis e em que um fogo possa ter origem As caixas dos elevadores devem ser construídas de modo a impedir a passagem de fumo e chama de um pavimento para o outro M.Ventura SOLAS 78 39

40 Meios de Fuga (Navios de Carga) O arranjo de escadas deve providenciar o acesso de todos as áreas de alojamentos e de zonas onde a tripulação esteja normalmente, meios de fuga para o convés exposto e daí para as embarcações salva-vidas Em todos os pavimentos da superstrutura, deverão existir pelo menos dois meios de fuga bastante afastados entre si, para cada espaço restrito ou grupo de espaços Abaixo do convés exposto inferior o meio de fuga principal será a escada Acima do convés exposto inferior os meios de fuga serão sempre escadas ou portas para um convés exposto Não serão aceitáveis corredores sem saída com comprimento superior a 7 m M.Ventura SOLAS 79 Meios de Fuga (Navios de Carga) Em geral os espaços de máquina de categoria A terão sempre dois meios de fuga Dois conjuntos de escadas de aço, tão separadas quanto possível, conduzindo a portas na zona superior do espaço, e das quais haja acesso para o convés exposto. Em geral essas escadas devem dar protecção contínua contra o fogo Uma escada de aço conduzindo a uma porta na zona superior do espaço e, em adição, uma porta de aço na zona inferior do espaço, capaz de ser operada de ambos os lados, e que dê acesso a uma saída directamente para o convés M.Ventura SOLAS 80 40

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