Texto consolidado do código FSS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Texto consolidado do código FSS"

Transcrição

1 Texto consolidado do código FSS Este texto é uma consolidação dos seguintes instrumentos: - Resolução MSC.98(73) Adoção do Código FSS, em vigor a partir de 1º de Julho de 2002; - Resolução MSC.217(82), Anexo 1 - adoção de emendas ao Código FSS, em vigor a partir de 1º de Julho de 2008; - Resolução MSC.206(81) - adoção de emendas ao Código FSS, em vigor a partir de 1º de Julho de 2010; e - Resolução MSC.217(82), Anexo 2 - adoção de emendas ao Código FSS, em vigor a partir de 1º de Julho de 2010

2 CÓDIGO INTERNACIONAL PARA SISTEMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Sumário Preâmbulo Capítulo 1 Generalidades Capítulo 2 Conexões internacionais para terra Capítulo 3 Proteção do pessoal Capítulo 4 Extintores de incêndio Capítulo 5 Sistemas fixos de extinção de incêndio que utilizam gás Capítulo 6 Sistemas fixos de extinção de incêndio que utilizam espuma Capítulo 7 Sistemas fixos de extinção de incêndio que utilizam borrifo de água e neblina de água Capítulo 8 Sistemas automáticos de borrifo, de detecção e de alarme de incêndio Capítulo 9 Sistemas fixos de detecção e alarme de incêndio Capítulo 10 Sistemas de detecção de fumaça por retirada de amostras Capitulo 11 Sistemas de iluminação localizados a baixa altura Capítulo 12 Bombas de incêndio de emergência fixas Capítulo 13 Disposição dos meios de escape Capítulo 14 Sistemas fixos de espuma do convés Capitulo 15 Sistemas de gás inerte - 1 -

3 CÓDIGO INTERNACIONAL PARA SISTEMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO (Código de Sistemas de Segurança Contra Incêndio) PREÂMBULO 1 O propósito deste código é fornecer normas internacionais para especificações de engenharia específicas para sistemas de segurança contra incêndio exigidos pelo Capítulo II-2 da Convenção Internacional para a Salvaguarda da Vida Humana no Mar, de 1974, como emendada. 2 Em 1 de Julho de 2002, ou depois, este código será obrigatório para os sistemas de segurança contra incêndio exigidos pela Convenção Internacional para a Salvaguarda da Vida Humana no Mar, de 1974, como emendada. Qualquer futura emenda ao código deve ser adotada e posta em vigor de acordo com o procedimento estabelecido no Artigo VIII da Convenção

4 CAPÍTULO 1 GENERALIDADES 1 Aplicação 1.1 Este código é aplicável aos sistemas de segurança contra incêndio, como mencionados no Capítulo II-2 da Convenção Internacional para a Salvaguarda da Vida Humana no Mar, de 1974, como emendada. 1.2 A menos que seja expressamente disposto em contrário, este Código é aplicável aos sistemas de segurança contra incêndio de navios cujas quilhas sejam batidas, ou que estejam num estágio de construção semelhante, em 1 do Julho de 2002, ou depois. 2 Definições 2.1 Administração significa o Governo do Estado cuja bandeira o navio está autorizado a arvorar. 2.2 Convenção significa a Convenção Internacional para a Salvaguarda da Vida Humana no Mar, de 1974, como emendada. 2.3 Código de Sistemas de Segurança Contra Incêndio significa o Código Internacional para Sistemas de Segurança Contra Incêndio, como definido no Capítulo II-2 da Convenção Internacional para a Salvaguarda da Vida Humana no Mar, de 1974, como emendada. 2.4 Para os efeitos deste Código, também se aplicam as definições fornecidas no Capítulo II- 2 da Convenção. 3 Utilização de tecnologias equivalentes e modernas Para permitir tecnologias modernas e a evolução dos sistemas de segurança contra incêndio, as Administrações podem aprovar sistemas de segurança contra incêndio que não estejam especificados neste Código se forem atendidas as exigências da Parte F do Capítulo II-2 da Convenção. 4 Utilização de meios de extinção tóxicos Não deverá ser permitida a utilização de um meio de extinção de incêndio que, na opinião da Administração, por si só, ou quando submetido às condições de utilização esperadas, libere gases, líquidos e outras substâncias tóxicas em quantidades tais que ponham em perigo as pessoas

5 CAPÍTULO 2 CONEXÕES INTERNACIONAIS PARA TERRA 1 Aplicação Este capítulo detalha as especificações para as conexões internacionais para terra, como exigidas pelo Capítulo II-2 da Convenção. 2 Especificações de Engenharia 2.1 Dimensões padrão As dimensões padrão dos flanges da conexão internacional para terra deverão estar de acordo com a tabela abaixo. Tabela 2.1 Dimensões padrão para as conexões internacionais para terra Descrição Dimensões Diâmetro externo 178 mm Diâmetro interno 64 mm Diâmetro do círculo dos parafusos 132 mm Aberturas no flange 4 furos de 19mm de diâmetro espaçados de maneira eqüidistante num círculo de parafusos com o diâmetro acima, abertos até a periferia do flange Espessura do flange 14,5 mm, no mínimo Parafusos e porcas 4, cada um com 16 mm de diâmetro e 50 mm de comprimento 2.2 Materiais e acessórios As conexões internacionais para terra deverão ser de aço ou de outro material equivalente, e deverão ser projetadas para trabalhar com uma pressão de 1,0 N/mm 2. O flange deverá ter uma face plana de um lado e, do outro lado, deverá estar fixado de maneira permanente a uma união que se adapte à tomada e à mangueira de incêndio do navio. A conexão deverá ser mantida sempre a bordo do navio, juntamente com uma junta de qualquer material adequado para trabalhar com uma pressão de 1,0 N/mm 2, com quatro parafusos de 16 mm de diâmetro e de 50 mm de comprimento, quatro porcas de 16 mm e oito arruelas

6 CAPÍTULO 3 PROTEÇÃO DO PESSOAL 1 Aplicação Este capítulo detalha as especificações para a proteção do pessoal, como exigido pelo Capítulo II-2 da Convenção. 2 Especificações de Engenharia 2.1 Roupa do homem que combate incêndio A roupa de um homem que combate a incêndio deverá consistir num conjunto de equipamentos de uso pessoal e de um aparelho de respiração Equipamentos de Uso Pessoal Os equipamentos de uso pessoal deverão consistir no seguinte:.1 roupa de proteção, de um material que proteja a pele contra o calor irradiado pelo fogo e contra queimaduras causadas pelo fogo e pelo vapor. A superfície externa deverá ser resistente à água;.2 botas de borracha, ou de outro material que não seja condutor de eletricidade;.3 capacete rígido que proporcione uma proteção efetiva contra impactos;.4 lâmpada elétrica de segurança (lanterna de mão) de um tipo aprovado, com um período mínimo de funcionamento de 3 horas. As lâmpadas elétricas de segurança utilizadas em petroleiros e aquelas destinadas a serem utilizadas em locais perigosos deverão ser de um tipo à prova de explosão; e.5 um machado com um cabo dotado de um isolamento contra alta tensão Aparelho de Respiração O aparelho de respiração deverá ser um aparelho de respiração autônomo que utilize ar comprimido, para o qual o volume de ar contido nas ampolas deve ser de pelo menos l, ou outro aparelho de respiração autônomo que deverá ser capaz de funcionar por pelo menos 30 minutos. Todas as ampolas de ar para os aparelhos de respiração deverão ser intercambiáveis Cabo de segurança Para cada aparelho de respiração deverá haver um cabo de segurança à prova de fogo, com pelo menos 30 m de comprimento. O cabo de segurança deverá ser aprovado num teste, sendo submetido a uma carga estática de 3,5 kn por 5 minutos sem partir. O cabo de segurança deverá poder ser fixado através de um gato ao suporte do aparelho de respiração, ou a um cinto separado, para impedir que o aparelho de respiração se solte quando o cabo de segurança for puxado. 2.2 Dispositivos de respiração para escape em emergência (EEBD) Generalidades - 5 -

7 Um EEBD é um dispositivo que recebe ar ou oxigênio, e que só é utilizado para escapar de um compartimento que tenha uma atmosfera perigosa, e deverá ser de um tipo aprovado Os EEBD não deverão ser utilizados para combater incêndios, para entrar em espaços vazios ou em tanques onde haja deficiência de oxigênio, nem ser usado pelo pessoal que combate incêndios. Nestes casos deverá ser utilizado um aparelho de respiração autônomo que seja especificamente adequado para aqueles empregos Definições Máscara de rosto significa uma proteção para o rosto, que seja projetada para fazer uma vedação completa em volta dos olhos, do nariz e da boca, e que seja fixada em posição através de um meio adequado Capuz significa uma cobertura para a cabeça que cubra completamente a cabeça, o pescoço, e que pode cobrir uma parte dos ombros Atmosfera perigosa significa qualquer atmosfera que seja instantaneamente perigosa para a vida ou para a saúde Características Os EEBD deverão ter uma capacidade de funcionar pelo menos durante 10 minutos Os EEBD deverão conter um capuz, ou uma peça que cubra todo o rosto, como for adequado, para proteger os olhos, o nariz e a boca durante o escape. Os capuzes e as peças de rosto deverão ser confeccionados com materiais resistentes a chamas e ter um visor que dê uma boa visibilidade Um EEBD que não estiver em uso deverá poder ser levado sem que seja preciso levá-lo na mão Um EEBD, quando estiver acondicionado, deverá estar adequadamente protegido contra o meio ambiente Deverá haver instruções sucintas, ou diagramas, mostrando a sua utilização, claramente estampadas nos EEBD. Os procedimentos para vesti-los devem ser rápidos e fáceis, para levar em consideração situações em que haja pouco tempo para procurar segurança estando numa atmosfera perigosa Marcações As exigências relativas à manutenção, a marca registrada e o número de série do fabricante, a vida útil, juntamente com a data de fabricação e o nome da autoridade que o aprovou devem estar estampados em todos os EEBD. Todos os EEBD utilizados para adestramento deverão estar claramente marcados

8 CAPÍTULO 4 EXTINTORES DE INCÊNDIO 1 Aplicação Este capítulo detalha as especificações para sistemas fixos de extinção de incêndio que utilizam gás, como exigidos pelo Capítulo II-2 da Convenção. 2 Aprovação do tipo Todos os extintores de incêndio deverão ser de tipos e projetos aprovados, com base nas diretrizes elaboradas pela Organização. 1 3 Especificações de engenharia 3.1 Extintor de Incêndio Quantidade do Meio Cada extintor de pó ou dióxido de carbono deverá ter uma capacidade de pelo menos 5 kg, e cada extintor de espuma deverá ter uma capacidade de pelo menos 9 l. A massa de todos os extintores de incêndio portáteis não deverá ser superior a 23 kg e eles deverão ter uma capacidade de extinção de incêndio pelo menos equivalente à de um extintor de fluido com 9 l A Administração deverá determinar os equivalentes dos extintores de incêndio Recarregamento Para recarregar, só deverão ser utilizadas recargas aprovadas para aquele extintor em questão. 3.2 Aplicadores de espuma portáteis 3.2 Um aplicador portátil de espuma deverá consistir num esguicho/ramificação da rede de espuma, seja de um tipo que gera ele mesmo a espuma, ou juntamente com um gerador separado, que possa ser conectado à rede de incêndio através de uma mangueira de incêndio, juntamente com um tanque portátil contendo pelo menos 20 l de concentrado de espuma e pelo menos um tanque sobressalente de concentrado de espuma com a mesma capacidade Desempenho do sistema O esguicho/ramificação da rede e o gerador deverão ser capazes de produzir uma espuma eficaz adequada para extinguir um incêndio em óleo, com uma vazão de descarga de espuma de pelo menos 200 l/min na pressão nominal da rede de incêndio O concentrado de espuma deverá ser aprovado pela Administração com base nas diretrizes elaboradas pela Organização. 2 1 Consultar as diretrizes para extintores de incêndio marítimos portáteis adotadas pela Organização através da Resolução A.602(15). 2 Consultar as Diretrizes para os critérios de desempenho e de teste e para vistorias dos concentrados de espuma de baixa expansão para sistemas fixos de extinção de incêndio (MSC/Circ.582/Corr.1)

9 Os valores da expansão da espuma e do tempo para o escoamento da espuma produzida pelo aplicador portátil de espuma não deverão divergir mais do que 10% dos valores determinados em O aplicador portátil de espuma deverá ser projetado para resistir aos entupimentos, alterações da temperatura ambiente, vibrações, umidade, impactos e corrosão normalmente encontrados nos navios

10 CAPÍTULO 5 SISTEMAS FIXOS DE EXTINÇÃO DE INCÊNDIO QUE UTILIZAM GÁS 1 Aplicação Este capítulo detalha as especificações para sistemas fixos de extinção de incêndio que utilizam gás, como exigidos pelo Capítulo II-2 da SOLAS. 2 Especificações de Engenharia 2.1 Generalidades Meio de Extinção de Incêndio Quando for necessária uma quantidade de meio de extinção de incêndios para proteger mais de um compartimento, a quantidade disponível do meio não precisa ser maior do que a maior quantidade necessária para qualquer compartimento que estiver sendo protegido deste modo. O sistema deverá ser dotado de válvulas de controle normalmente fechadas dispostas para direcionar o agente para o compartimento adequado Ao calcular a quantidade necessária do meio de extinção de incêndio, o volume das ampolas de ar de partida, transformado em volume de ar livre, deverá ser somado ao volume total do compartimento de máquinas. Alternativamente, poderá ser instalada uma canalização de descarga das válvulas de segurança que descarregue diretamente para a atmosfera Deverá haver meios para que a tripulação verifique com segurança a quantidade de meios de extinção de incêndio existente nos reservatórios Os reservatórios para o armazenamento dos meios de extinção de incêndio, as canalizações e os componentes de pressão relacionados com eles deverão ser projetados para as pressões constantes dos códigos de práticas, devendo ser aprovados pela Administração levando em consideração a sua localização e as temperaturas ambiente máximas esperadas durante a sua utilização Exigências relativas à instalação As canalizações para a distribuição do meio de extinção de incêndio deverão estar dispostas de tal modo, e os esguichos de descarga posicionados de tal modo, que seja obtida uma distribuição uniforme do meio. Os cálculos relativos ao fluxo do sistema deverão ser realizados utilizando uma regra de cálculo que seja aceitável para a Administração Exceto como permitido de maneira diferente pela Administração, os reservatórios de pressão exigidos para o armazenamento do meio de extinção de incêndio, que não o vapor, deverão 3 Publicação ISO /1: Ampolas de gás, de aço sem costura, recarregáveis (projeto, construção e testes); ISO 3500: Ampolas de CO 2 de aço sem costura. Para instalações fixas de combate a incêndio em navios, especificando as principais dimensões externas, acessórios, razão de enchimento e marcação para ampolas de CO 2 de aço sem costura usadas em instalações fixas de combate a incêndio em navios, para facilitar a sua capacidade de intercâmbio; ISO 5923: Proteção contra incêndio Meio de extinção de incêndio Dióxido de carbono; ISO 13769: Ampolas de gás Marcas estampadas; ISO 6406: Inspeções e testes periódicos em ampolas de ás, de aço sem costura; ISO 9329, parte 1: Tubos de aço sem costura para emprego com pressão Condições técnicas para a entrega Parte 1: Aços sem liga com propriedades especificadas para a temperatura ambiente; ISO , parte 2: Tubos de aço sem costura para emprego com pressão Condições técnicas para a entrega Parte 2: Aços sem liga e com liga, com propriedades especificadas para temperaturas elevadas; ISO 9330: parte 1 Tubos de aço soldados para emprego com pressão Condições técnicas para a entrega Parte 1: Tubos de aço sem liga com propriedades especificadas para a temperatura ambiente; ISO 9330: parte 1 Tubos de aço soldados para emprego com pressão Condições técnicas para a entrega Parte 2: Tubos de aço sem liga e com liga, soldados por resistência e indução elétrica, com propriedades especificadas para temperaturas elevadas

11 estar localizados fora dos compartimentos protegidos, de acordo com a Regra II-2/ da Convenção Os sobressalentes para o sistema deverão estar armazenados a bordo, e deverão ser aprovados pela Administração Nas seções de canalizações em que a disposição das válvulas der origem a seções de canalizações fechadas, essas seções deverão ser dotadas de uma válvula de escape, e a válvula de descarga deverá descarregar para o convés aberto Todas as canalizações de descarga, acessórios e esguichos existentes nos compartimentos protegidos deverão ser confeccionados com um material que tenha um ponto de fusão superior a 925 C. As canalizações e os equipamentos associados a eles devem estar adequadamente sustentados Na canalização de descarga deverá ser instalado um acessório que permita o teste de ar exigido pelo parágrafo Exigências relativas ao sistema de controle As canalizações necessárias para levar o meio de extinção de incêndio para os compartimentos protegidos deverão ser dotadas de válvulas de controle marcadas de tal modo que indiquem claramente os compartimentos para onde vão. Deverão ser tomadas medidas adequadas para impedir a liberação inadvertida do meio no compartimento. Quando um compartimento de carga dotado de um sistema de extinção de incêndio que utilize gás for utilizado como um compartimento para passageiros, a conexão do gás deverá ser isolada durante esta utilização. As canalizações podem passar através de compartimentos habitáveis, desde que tenham uma espessura razoável e que após a sua instalação a sua estanqueidade seja verificada através de um teste de pressão, com uma pressão não inferior a 5 N/mm 2. Além disto, as canalizações que passam através de compartimentos habitáveis deverão ser unidas somente por meio de solda e não deverão ser dotadas de drenagens ou de outras aberturas naqueles compartimentos As canalizações não deverão passar através de compartimentos refrigerados Deverá haver meios para que seja dado automaticamente um alarme sonoro e visual indicando a liberação do meio de extinção de incêndio em qualquer compartimento ro-ro, ou em outros compartimentos em que normalmente trabalhem pessoas, ou aos quais tenham acesso. Os alarmes sonoros deverão estar localizados de tal modo que possam ser ouvidos em todo o compartimento protegido com todas as máquinas funcionando, e os alarmes deverão ser diferenciados de outros alarmes sonoros através de uma regulagem da pressão sonora e do tipo de som. O alarme anterior à descarga deverá ser acionado automaticamente (por exemplo, pela abertura da porta da caixa do dispositivo de liberação). O alarme deverá funcionar durante o período de tempo necessário para que o compartimento seja evacuado, mas em nenhuma hipótese por menos de 20 segundos antes que o meio seja liberado. Os compartimentos de carga convencionais e os compartimentos pequenos (como compartimentos de compressores, paióis de tinta, etc.), apenas com uma liberação local, não precisam ser dotados deste alarme Os meios de controle de qualquer sistema fixo de extinção de incêndio que utilize gás deverão ser facilmente acessíveis, simples de operar e deverão estar agrupados no menor número de locais possível, em localizações em que não seja provável que fiquem isoladas por um incêndio num compartimento protegido. Em cada local deverá haver instruções claras relativas ao deverá ser instalada funcionamento do sistema, tendo em vista a segurança das pessoas Não deverá ser permitida a liberação automática do meio de extinção de incêndio, exceto quando permitido pela Administração

12 2.2 Sistemas de dióxido de carbono Quantidade do meio de extinção de incêndio Para os compartimentos de carga, a quantidade do meio de extinção de incêndio disponível, a menos que disposto em contrário, deverá ser suficiente para que o volume mínimo de gás liberado seja igual a 30% do volume total do maior compartimento de carga a ser protegido no navio Para os compartimentos de máquinas, a quantidade de dióxido de carbono levada a bordo deverá ser suficiente para produzir um volume mínimo de gás liberado igual ao maior dos seguintes volumes:.1 40% do volume total do maior compartimento de máquinas assim protegido, devendo este volume excluir aquela parte do invólucro acima do nível em que a sua área horizontal é 40% ou menos da área horizontal do compartimento considerado, tomada à meia distância entre a parte superior do tanque e a parte mais baixa do invólucro; ou.2 35% do volume total do maior compartimento de máquinas protegido, incluindo o invólucro As percentagens especificadas no parágrafo acima podem ser reduzidas para 35% e 30%, respectivamente, para navios de carga com uma arqueação bruta inferior a toneladas em que dois ou mais compartimentos de máquinas, que não sejam totalmente separados, sejam considerados como constituindo um único compartimento Para os efeitos deste parágrafo, o volume de dióxido de carbono liberado deve ser calculado como sendo de 0,56 m 3 /kg Para os compartimentos de máquinas, o sistema fixo de canalizações deverá ser tal que 85% do gás possa ser descarregado no compartimento em até 2 minutos Controles Os sistemas de dióxido de carbono deverão atender à seguintes exigências:.1 num compartimento protegido deverá haver dois controles separados para liberar o dióxido de carbono para e para assegurar o acionamento do alarme. Um dos controles deverá ser utilizado para abrir a válvula da canalização que leva o gás até o compartimento protegido, e um segundo controle deverá ser utilizado para descarregar o gás dos seus reservatórios. Deverá haver um meio eficaz de assegurar que eles só possam ser acionados nesta ordem; e.2 os dois controles deverão estar localizados dentro de uma caixa de liberação claramente identificada para aquele compartimento específico. Se a caixa que contém os controles tiver que ficar trancada, a chave da caixa deverá ficar num recipiente com uma tampa de vidro quebrável, localizada num local visível ao lado na caixa Teste da instalação Quando o sistema tiver sido instalado, submetido a um teste de pressão e inspecionado, os seguintes testes deverão ser realizados:.1 um teste do fluxo de ar liberado em todas as canalizações e esguichos; e.2 um teste de funcionamento dos equipamentos de alarme Sistema de CO 2 de baixa pressão Quando for instalado um sistema de CO 2 de baixa pressão para atender a esta regra, o seguinte se aplica

13 Os dispositivos do sistema de controle a as instalações de refrigeração deverão estar localizados no mesmo compartimento em que estiverem armazenados os reservatórios de pressão A quantidade nominal de dióxido de carbono líquido deverá ser armazenada em reservatório(s) submetidos a uma pressão de trabalho na faixa de 1,8 N/mm2 a 2,2 N/mm 2. A carga normal de líquido no reservatório deverá ser limitada para proporcionar um espaço de vapor suficiente para levar em consideração a expansão do líquido nas temperaturas máximas de armazenamento que podem ser obtidas, correspondentes à regulagem das válvulas de escape, mas não deverá ser superior a 95% da capacidade volumétrica do reservatório Deverá haver:.1 manômetro;.2 alarme de alta pressão, com uma regulagem não superior à da válvula de escape;.3 alarme de baixa pressão: não inferior a 1,8 N/mm 2 ;.4 derivações das canalizações com válvulas de interceptação para enchimento do reservatório;.5 canalizações de descarga;.6 indicador de nível de CO 2, instalado no(s) reservatório(s); e.7 duas válvulas de segurança As duas válvulas de segurança deverão estar dispostas de tal modo que cada uma possa ser fechada enquanto a outra estiver ligada ao reservatório. A regulagem das válvulas de segurança não deverá ser inferior a 1,1 vez a pressão de trabalho. A capacidade de cada válvula deverá ser tal que os vapores produzidos numa situação de incêndio possam ser descarregados sem que a pressão suba a mais de 20% acima da pressão de regulagem. A descarga das válvulas de segurança deverá ser para a atmosfera O(s) reservatório(s) e as canalizações que dele(s) saem, e que ficam permanentemente cheias de dióxido de carbono, deverão ter um isolamento térmico que impeça o funcionamento da válvula de segurança até 24 h após a instalação ter sido desenergizada, com uma temperatura ambiente de 45 C e com uma pressão inicial igual à pressão de partida da unidade de refrigeração O(s) reservatório(s) será(ão) servido(s) por duas unidades de refrigeração automáticas, totalmente independentes, destinadas apenas a esta finalidade, cada uma delas constituída de um compressor e do seu acionador principal, de um vaporizador e de um condensador A capacidade de refrigeração e o controle automático de cada unidade deverão ser tais que seja mantida a temperatura necessária em condições de funcionamento contínuo durante 24 horas, com a temperatura da água do mar até 32 C e a temperatura ambiente do ar até 45 C Cada unidade de refrigeração elétrica deverá ser alimentada através das barras de interligação do quadro elétrico principal por um cabo de alimentação separado O suprimento de água de resfriamento para a unidade de refrigeração (quando necessário) será fornecido por pelo menos duas bombas de circulação, uma das quais sendo utilizada como reserva. A bomba reserva pode ser uma bomba utilizada para outros serviços, desde que a sua utilização para a o resfriamento não interfira com qualquer outro serviço essencial do navio. A água de resfriamento deverá ser admitida através de pelo menos duas tomadas para o mar, de preferência uma a bombordo e outra a boreste Deverá haver dispositivos de segurança para alívio da pressão em cada seção da canalização que puder ser isolada por válvulas de interceptação e nas quais a pressão possa se elevar além da pressão de projeto de qualquer dos componentes Deverão ser dados alarmes sonoros e visuais por uma estação de controle, ou quando, de acordo com a Regra II-1/51, não houver uma estação de controle, quando:

14 .1 a pressão no(s) reservatório(s) atingir os valores alto e baixo, de acordo com o parágrafo ;.2 qualquer das unidades de refrigeração deixar de funcionar; ou.3 for atingido o nível mais baixo permitido do líquido nos reservatórios Se o sistema servir a mais de um compartimento, deverá haver meios para controlar a quantidade de CO 2 descarregada, como, por exemplo, um mecanismo de tempo automático ou indicadores de níveis de precisão localizados no(s) ponto(s)s de controle Se houver um dispositivo que controle automaticamente a descarga da quantidade nominal de dióxido de carbono nos compartimentos protegidos, também deverá ser possível regular a descarga manualmente. 2.3 Exigências para os sistemas de vapor A caldeira ou as caldeiras existentes para fornecer vapor deverão ter uma vaporização de pelo menos 1 kg de vapor por hora para cada 0,75 m 3 do volume total do maior compartimento a ser protegido desta maneira. Alem de atender às exigências acima, os sistemas deverão ser, em todos aspectos, como determinado pela Administração e aprovados por ela. 2.4 Sistemas que utilizam produtos gasosos da queima de combustível Generalidades Quando for produzido no navio um outro gás que não o dióxido de carbono ou vapor, como permitido pelo parágrafo 2.3, e esse gás for utilizado como um meio de extinção de incêndio, o sistema deverá atender às exigências do parágrafo Exigências relativas aos sistemas Produtos gasosos O gás deverá ser um produto gasoso da queima do combustível no qual o teor de oxigênio, o teor de monóxido de carbono, os elementos corrosivos e quaisquer elementos combustíveis sólidos existentes num produto gasoso deverão ter sido reduzidos a um mínimo permitido Capacidade dos sistemas de extinção de incêndio Quando tal gás for utilizado como um meio de extinção de incêndio num sistema fixo de extinção de incêndio para a proteção de compartimentos de máquinas, ele deverá proporcionar uma proteção equivalente à proporcionada por um sistema fixo que utilize como meio o dióxido de carbono Quando tal gás for utilizado como um meio de extinção de incêndio num sistema fixo de extinção de incêndio para a proteção de compartimentos de carga, deverá haver uma quantidade suficiente desse gás disponível para fornecer por hora um volume de gás liberado igual a pelo menos 25% do volume total do maior compartimento protegido desta maneira, por um período de 72 horas

15 2.5 Sistemas fixos de extinção de incêndio que utilizam gás equivalentes para compartimentos de máquinas e compartimentos de bombas de carga Os sistemas fixos de extinção de incêndio que utilizam gás, equivalentes aos especificados nos parágrafos 2.2 a 2.4 deverão ser aprovados pela Administração, com base nas diretrizes elaboradas pela Organização. 4 4 Consultar as Diretrizes revisadas para a aprovação de sistemas fixos de extinção de incêndio equivalentes que utilizam gás, como mencionado na SOLAS 74, para compartimentos de máquinas e compartimentos de bombas de carga (MSC/Circ.848) e as Diretrizes para a aprovação de sistemas fixos de extinção de incêndio que utilizam aerossol equivalentes aos sistemas fixos de extinção de incêndio que utilizam gás, como mencionado na SOLAS 74, para compartimentos de máquinas (MSC/Circ.1007)

16 CAPÍTULO 6 SISTEMAS FIXOS DE EXTINÇÃO DE INCÊNDIO QUE UTILIZAM ESPUMA 1 Aplicação Este capítulo detalha as especificações para sistemas fixos de extinção de incêndio que utilizam espuma, como exigidos pelo Capítulo II-2 da Convenção SOLAS. 2 Especificações de engenharia 2.1 Generalidades Os sistemas fixos de extinção de incêndio que utilizam espuma deverão ser capazes de produzir uma espuma adequada para apagar incêndios de óleo. 2.2 Sistemas fixos de extinção de incêndio que utilizam espuma de alta expansão Quantidade e desempenho dos concentrados de espuma Os concentrados de espuma dos sistemas fixos de extinção de incêndio que utilizam espuma de alta expansão deverão ser aprovados pela Administração, com base nas diretrizes elaboradas pela Organização Qualquer sistema fixo que utilize espuma de alta expansão que seja exigido nos compartimentos de máquinas deverá ser capaz de descarregar rapidamente, através de saídas fixas, uma quantidade de espuma suficiente para encher o maior compartimento a ser protegido, com uma vazão de pelo menos 1 m de profundidade por minuto. A quantidade de líquido gerador de espuma disponível deverá ser suficiente para produzir um volume de espuma igual a cinco vezes o volume do maior compartimento a ser protegido. A razão de expansão da espuma não deverá ser superior a para A Administração poderá permitir dispositivos e vazões de descarga alternativos, desde que esteja convencida de que seja obtida uma proteção equivalente Requisitos da instalação Os dutos de suprimento para fornecimento da espuma, as admissões de ar para o gerador de espuma e o número de unidades produtoras de espuma deverão ser tais que, na opinião da Administração, proporcionem uma produção e uma distribuição efetivas da espuma A disposição dos dutos de descarga do gerador de espuma deverá ser tal que um incêndio no compartimento protegido não afete os equipamentos de geração de espuma. Se os geradores de espuma estiverem localizados ao lado do compartimento protegido, os dutos de descarga de espuma deverão ser instalados de modo a permitir que haja uma separação de pelo menos 450 mm entre os geradores e o compartimento protegido. Os dutos de descarga de espuma deverão ser feitos de aço, tendo uma espessura não inferior a 5 mm. Além disto, deverão ser instalados registros de aço inoxidável (com uma ou com várias lâminas), com uma espessura não inferior a 3 mm, nas aberturas existentes nas anteparas divisórias ou nos conveses entre os geradores de espuma e o compartimento protegido. Os registros deverão ser acionados automaticamente (elétrica, hidráulica ou pneumaticamente) por meio do controle remoto do gerador de espuma relacionado com eles. 5 Consultar as Diretrizes para os critérios de desempenho e de testes e para vistorias de concentrados de espuma de ta expansão para sistemas de extinção de incêndio (MSC/Circ.670)

17 O gerador de espuma, suas fontes de suprimento de energia, o líquido gerador de espuma e os meios para controlar o sistema deverão estar facilmente acessíveis e ser simples para operar, e deverão estar reunidos no menor número possível de locais, em pontos em que não seja provável que venham a ficar isolados por um incêndio no compartimento protegido. 2.3 Sistemas fixos de extinção de incêndio que utilizam espuma de baixa expansão Quantidades e desempenho do concentrado de espuma Os concentrados de espuma dos sistemas fixos de extinção de incêndio que utilizam espuma de baixa expansão deverão ser aprovados pela Administração, com base nas diretrizes elaboradas pela Organização O sistema deverá ser capaz de descarregar através de saídas de descarga fixas, no máximo em 5 minutos, uma quantidade de espuma suficiente para produzir um cobertor de espuma eficaz sobre a maior área sobre a qual haja a probabilidade do óleo combustível se espalhar Requisitos da instalação Deverá haver meios para uma distribuição efetiva da espuma através de um sistema permanente de canalizações e de válvulas ou torneiras de controle nos locais de descarga adequados, e para que a espuma seja direcionada efetivamente, através de esguichos fixos, sobre outros principais perigos de incêndio existentes no compartimento protegido. Deverá ser provado para a Administração, através de cálculos ou de teste, que os meios para uma distribuição efetiva da espuma são aceitáveis Os meios de controle de qualquer desses sistemas deverão estar facilmente acessíveis e ser simples para operar, e deverão estar reunidos no menor número possível de locais, em pontos em que não seja provável que venham a ficar isolados por um incêndio no compartimento protegido. 6 Consultar as Diretrizes para os critérios de desempenho e de testes e para vistorias de concentrados de espuma de baixa expansão para sistemas de extinção de incêndio (MSC/Circ.582 e Corr.1)

18 CAPÍTULO 7 SISTEMAS FIXOS DE EXTINÇÃO DE INCÊNDIO QUE UTILIZAM BORRIFO DE ÁGUA E NEBLINA DE ÁGUA SOB PRESSÃO 1 Aplicação Este capítulo detalha as especificações para os sistemas fixos de extinção de incêndio que utilizam borrifo de água e neblina de água sob pressão, como exigidos pelo Capítulo II-2 da Convenção SOLAS. 2.1 Sistemas fixos de extinção de incêndio que utilizam borrifo de água sob pressão Os sistemas fixos de extinção de incêndio que utilizam borrifo de água sob pressão para compartimentos de máquinas e compartimentos de bombas de carga deverão ser aprovados pela Administração com base nas diretrizes elaboradas pela Organização Sistemas de extinção de incêndio equivalentes que utilizam neblina de água Os sistemas de extinção de incêndio que utilizam neblina de água, para compartimentos de máquinas e para compartimentos de bombas de carga, deverão ser aprovados pela Administração 2.3 Sistemas fixos de extinção de incêndio que utilizam borrifo de água, para varandas de camarotes Os sistemas fixos de extinção de incêndio que utilizam borrifo de água, para varandas de camarotes, deverão ser aprovados pela Administração com base nas diretrizes elaboradas pela Organização. 8 7 Consultar as Diretrizes Revisadas para a aprovação de sistemas de extinção de incêndio equivalentes à base de água, para compartimentos de máquinas e compartimentos de bombas de carga (MSC/Circ.1165) 8 Consultar as diretrizes a serem elaboradas pela Organização

19 CAPÍTULO 8 SISTEMAS AUTOMÁTICOS DE BORRIFO, DE DETECÇÃO DE INCÊNDIO E DE ALARME DE INCÊNDIO 1 Aplicação Este capítulo detalha as especificações para os sistemas automáticos de borrifo, de detecção de incêndio e de alarme de incêndio, como exigidos pelo Capítulo II-2 da Convenção SOLAS. 2 Especificações de engenharia 2.1 Generalidades Tipos de sistemas de borrifo Os sistemas automáticos de borrifo deverão ser do tipo de canalização molhada, mas pequenas seções expostas podem ser do tipo de canalização seca quando, na opinião da Administração, esta for uma precaução necessária. As saunas deverão ser dotadas de um sistema de canalização seca, com borrifadores que tenham uma temperatura de funcionamento de até 140 C Sistemas de borrifos equivalentes aos especificados nos parágrafos 2.2 a 2.4 Os sistemas automáticos de borrifo equivalentes aos especificados nos parágrafos 2.2 a 2.4 deverão ser aprovados pela Administração com base nas diretrizes elaboradas pela Organização Fontes de suprimento de energia Navios de passageiros Não deverá haver menos de duas fontes de suprimento de energia para a bomba de água salgada e para o sistema automático de detecção e de alarme. Quando as fontes de suprimento de energia para a bomba forem elétricas, elas deverão ser um gerador principal e uma fonte de energia de emergência. Uma das alimentações da bomba deverá ser retirada do quadro elétrico principal e a outra do quadro elétrico de emergência, através de cabos de alimentação separados, reservados somente para aquela finalidade. Os cabos de alimentação deverão estar dispostos de modo a evitar passar por cozinhas, compartimentos de máquinas e outros compartimentos fechados em que haja um alto risco de incêndio, exceto na medida em que isto seja necessário para chegar aos quadros elétricos apropriados, e deverão ser ligados a uma chave de transferência automática localizada perto da bomba do sistema de borrifo. Esta chave deverá permitir o suprimento de energia do quadro elétrico principal enquanto houver um suprimento disponível proveniente daquele quadro, e deverá ser projetada de modo que em caso de falha naquele suprimento, ela faça a transferência automática para o suprimento do quadro elétrico de emergência. As chaves no quadro elétrico principal e no quadro elétrico de emergência deverão estar claramente marcadas e ser mantidas normalmente fechadas. Não deverá ser permitida qualquer outra chave nos cabos de alimentação em questão. Uma das fontes de suprimento de energia para o sistema de alarme e de detecção deverá ser uma fonte de emergência. Quando uma das fontes de suprimento de energia para a bomba for um motor de combustão interna, ele deverá, além de atender ao disposto no parágrafo 2.4.3, estar localizado de tal modo que um incêndio em qualquer compartimento protegido não afete o suprimento de ar para as máquinas. 9 Consultar as Diretrizes revisadas para a aprovação de sistemas de borrifo equivalentes aos mencionados na Regra II-2/12 da SOLAS, como adotadas pela Organização através da Resolução A.800(19)

20 2.2.2 Navios de carga Não deverá haver menos de duas fontes de suprimento de energia para a bomba de água salgada e para o sistema automático de detecção e de alarme. Se a bomba for acionada eletricamente, ela deverá estar ligada à fonte principal de energia elétrica, que deverá ser capaz de ser alimentada pelo menos por dois geradores. Os cabos de alimentação deverão estar dispostos de modo a evitar passar por cozinhas, compartimentos de máquinas e outros compartimentos fechados em que haja um alto risco de incêndio, exceto na medida em que isto seja necessário para chegar aos quadros elétricos apropriados. Uma das fontes de suprimento de energia para o sistema de alarme e de detecção deverá ser uma fonte de emergência. Quando uma das fontes de suprimento de energia para a bomba for um motor de combustão interna, ele deverá, além de atender ao disposto no parágrafo 2.4.3, estar localizado de tal modo que um incêndio em qualquer compartimento protegido não afete o suprimento de ar para as máquinas. 2.2 Requisitos dos componentes Borrifadores Os borrifadores deverão ser resistentes à corrosão causada pela atmosfera marinha. Nos compartimentos habitáveis e de serviço os borrifadores deverão entrar em funcionamento numa faixa de temperaturas de 69 C a 79C, exceto que em locais como compartimentos para a secagem de roupas, onde podem ser esperadas altas temperaturas ambiente, a temperatura de funcionamento pode ser elevada, mas não para mais de 30 C acima da temperatura máxima no teto do compartimento Deverá haver a seguinte quantidade de borrifadores sobressalentes para todos os tipos e categorias instalados no navio: Número total de borrifadores < a Número de sobressalentes exigido > A quantidade de borrifadores sobressalentes de qualquer tipo não precisa ser superior à quantidade de borrifadores daquele tipo instalados Tanques de pressão Deverá haver um tanque de pressão que tenha um volume igual a pelo menos duas vezes a carga de água especificada neste parágrafo. O tanque deverá conter uma carga permanente de água doce, equivalente à quantidade de água que seria descarregada em um minuto pela bomba mencionada no parágrafo , e deverá haver dispositivos para manter uma pressão de ar no tanque de modo a assegurar que quando a carga permanente de água doce no tanque tiver sido usada a pressão não seja inferior à pressão de funcionamento do sistema de borrifo, mais a pressão exercida por uma coluna d água medida a partir do fundo do tanque até o borrifador mais alto do sistema. Deverá haver meios adequados para recarregar o ar sob pressão e a carga de água doce no tanque. Deverá haver um indicador de nível de vidro para indicar o nível correto da água no tanque Deverá haver meios para impedir a entrada de água do mar no tanque

21 2.3.3 Bombas do sistema de borrifo Deverá haver uma bomba de acionamento mecânico independente, com a única finalidade de dar continuidade automaticamente à descarga de água dos borrifadores. A bomba deverá entrar em funcionamento automaticamente quando houver uma queda de pressão no sistema, antes que a carga permanente de água doce no tanque de pressão esteja totalmente esgotada A bomba e o sistema de canalizações deverão ser capazes de manter a pressão necessária no nível do borrifador mais elevado, para assegurar uma descarga contínua de água suficiente para a proteção simultânea de uma área mínima de 280 m 2 na vazão de aplicação especificada no parágrafo A capacidade hidráulica do sistema deverá ser confirmada através do exame dos cálculos hidráulico, seguido de um teste do sistema, se for considerado necessário pela Administração No lado da descarga da bomba deverá estar instalada uma válvula de teste com uma pequena canalização aberta para a descarga. A área efetiva através da válvula e da canalização deverá ser adequada para permitir a liberação da descarga exigida da bomba, mantendo ao mesmo tempo no sistema a pressão especificada no parágrafo Requisitos da instalação Generalidades Todas as partes do sistema que durante o serviço possam ser submetidas a temperaturas de congelamento deverão ser adequadamente protegidas contra congelamento Disposição dos borrifadores Os borrifadores deverão ser agrupados em seções separadas, e cada uma delas não deverá conter mais que 200 borrifadores. Em navios de passageiros, qualquer seção do sistema de borrifo não deverá servir a mais de dois conveses e não deverá estar localizada em mais de uma zona vertical principal. No entanto, a Administração poderá permitir que aquela seção do sistema de borrifo sirva a mais de dois conveses e esteja localizada em mais de uma zona vertical principal, se estiver convencida de que a proteção contra incêndio do navio não será reduzida com isto Cada seção do sistema de borrifo deverá poder ser isolada através de uma única válvula de interceptação. A válvula de interceptação de cada seção deverá estar facilmente acessível num local fora da seção com a qual estiver relacionada, ou numa caixa localizada nos recintos das escadas. A localização da válvula deverá estar indicada de maneira clara e permanente. Deverá haver meios para impedir o acionamento das válvulas de interceptação por uma pessoa não autorizada Deverá haver uma válvula de teste para cada seção do sistema de borrifo, para testar o alarme automático através de uma descarga de água equivalente ao funcionamento de um borrifador. A válvula de teste para cada seção deverá estar localizada perto da válvula de interceptação para aquela seção O sistema de borrifo deverá ter uma conexão proveniente da rede de incêndio do navio, passando através de uma válvula de retenção de haste roscada que possa ser travada e que impeça o fluxo de volta do sistema de borrifo para a rede de incêndio Deverá haver um manômetro indicando a pressão no sistema em cada válvula de interceptação da seção e numa estação central

22 A admissão do mar para a bomba deverá estar, sempre que possível, localizada no compartimento que contém a bomba, e deverá estar disposta de tal modo que quando o navio estiver flutuando não seja preciso fechar o suprimento de água salgada para a bomba para nenhuma outra finalidade, a não ser para inspeção ou reparos na bomba Localização dos sistemas A bomba e o tanque do sistema de borrifo deverão estar localizados numa posição razoavelmente afastada de qualquer compartimento de máquinas da categoria A, e não deverão estar localizados em qualquer compartimento que precise ser protegido pelo sistema de borrifo. 2.5 Requisitos do controle do sistema Disponibilidade imediata Qualquer sistema automático de borrifo, de detecção de incêndio e de alarme de incêndio que for exigido deverá ser capaz de funcionar imediatamente o tempo todo, e não deverá ser necessária qualquer ação da tripulação para colocá-lo em funcionamento O sistema automático de borrifo deverá ser mantido carregado com a pressão necessária e deverá haver um suprimento para um fornecimento contínuo de água, como exigido neste capítulo Alarme e indicação Cada seção de borrifadores deverá conter meios para emitir automaticamente um sinal sonoro e visual em uma ou mais unidades indicadoras sempre que qualquer borrifador entrar em funcionamento. Estes sistemas de alarme deverão ser tais que indiquem se ocorrer alguma falha no sistema. Estas unidades deverão indicar em que seção servida pelo sistema ocorreu um incêndio, e deverão estar centralizadas no passadiço ou na estação central de controle continuamente guarnecida e, além disto, deverá haver alarmes visuais e sonoros daquela unidade localizados também num outro local que não os compartimentos acima mencionados, para assegurar que a indicação de incêndio seja percebidaz imediatamente pela tripulação Em uma das posições indicadoras mencionadas no parágrafo deverá haver chaves que permitam que sejam testados o alarme e os indicadores para cada seção do sistema de borrifo Os borrifadores deverão estar localizados num ponto elevado e estar espaçados de acordo com um padrão adequado para manter uma vazão média de descarga não inferior a 5 l/m 2 /min sobre a área nominal abrangida pelo sistema de borrifo. A Administração pode, entretanto, permitir a utilização de borrifadores que forneçam uma quantidade alternativa de água, adequadamente distribuída, que tenha sido demonstrado para a aprovação da Administração não ser menos eficaz Em cada unidade indicadora deverá ser exposta uma lista ou um plano mostrando os compartimentos abrangidos e a localização da zona em relação a cada seção. Deverá haver instruções adequadas para os testes e para a manutenção Testes Deverá haver meios para testar o funcionamento automático da bomba no caso de uma redução da pressão no sistema

23 1 Aplicação CÓDIGO FSS - texto consolidado com emendas de Julho de 2010 CAPÍTULO 9 SISTEMAS FIXOS DE DETECÇÃO DE INCÊNDIO E DE ALARME DE INCÊNDIO Este capítulo detalha as especificações para sistemas fixos de detecção de incêndio e de alarme de incêndio, como exigidos pelo Capítulo II-2 da Convenção SOLAS. 2 Especificações de engenharia 2.1 Requisitos gerais Qualquer sistema fixo de detecção de incêndio e de alarme de incêndio que seja exigido, que tiver pontos de acionamento operados manualmente, deverá estar o tempo todo capaz de funcionar imediatamente O sistema fixo de detecção de incêndio e de alarme de incêndio não deverá ser utilizado para qualquer outra finalidade, exceto que pode ser permitido que seja feito, no painel de controle, o fechamento das portas de incêndio e outras funções semelhantes O sistema e os equipamentos deverão ser adequadamente projetados para resistir às variações e alterações momentâneas da tensão de alimentação, às mudanças da temperatura ambiente, à vibração, à umidade, aos choques, aos impactos e à corrosão normalmente encontrados em navios Capacidade de identificação da localização da zona Os sistemas fixos de detecção de incêndio e de alarme de incêndio com capacidade de identificação da localização da zona deverão estar dispostos de tal modo que:.1 haja meios de assegurar que qualquer falha (ex.: falta de energia, curto circuito, terra, etc.) que ocorra no circuito elétrico não torne todo o circuito elétrico inoperante;.2 sejam tomadas todas as medidas para possibilitar que seja restabelecida a configuração inicial do sistema no caso de uma avaria (ex.: componentes elétricos, eletrônicos, de informática, etc.);.3 o primeiro alarme de incêndio que for iniciado não impeça que outros detectores dêem início a outros alarmes de incêndio;.4 nenhum circuito elétrico passe duas vezes através do mesmo compartimento. Quando isto não for possível (ex.: em compartimentos públicos muito grandes), a parte do circuito elétrico que precisar passar pela segunda vez através do compartimento deverá ser instalada na maior distância possível das outras partes do circuito elétrico. 2.2 Fontes de suprimento de energia Não deverá haver menos do que duas fontes de suprimento de energia para os equipamentos elétricos utilizados no funcionamento do sistema fixo de detecção de incêndio e de alarme de incêndio, uma das quais deverá ser uma fonte de emergência. O suprimento deverá ser fornecido através de cabos de alimentação separados, reservados unicamente para esta finalidade. Esses cabos

(Código INF) Capítulo 1. Generalidades. 1.1 Definições. 1.1.1 Para os efeitos deste Código:

(Código INF) Capítulo 1. Generalidades. 1.1 Definições. 1.1.1 Para os efeitos deste Código: CÓDIGO INTERNACIONAL PARA O TRANSPORTE SEGURO DE COMBUSTÍVEL NUCLEAR IRRADIADO, PLUTÔNIO E RESÍDUOS COM ELEVADO NÍVEL DE RADIOATIVIDADE, SOB A FORMA EMBALAGEM, A BORDO DE NAVIOS (Código INF) Capítulo 1

Leia mais

ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR

ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE DEFESA CIVIL Gerência de Segurança Contra Incêndio e Pânico NORMA TÉCNICA n. 24, de 05/03/07 Sistema de Resfriamento

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 15

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 15 ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 15 CONTROLE DE FUMAÇA PARTE 2 CONCEITOS, DEFINIÇÕES E COMPONENTES DO SISTEMA

Leia mais

Acumuladores hidráulicos

Acumuladores hidráulicos Tipos de acumuladores Compressão isotérmica e adiabática Aplicações de acumuladores no circuito Volume útil Pré-carga em acumuladores Instalação Segurança Manutenção Acumuladores Hidráulicos de sistemas

Leia mais

IT - 32 SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS

IT - 32 SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS IT - 32 SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS SUMÁRIO ANEXO 1 Objetivo - Figuras, separações e afastamentos entre equipamentos e edificações. 2 Aplicação 3 Referências normativas e bibliográficas 4 Definições 5 Procedimentos

Leia mais

Sistema de Resfriamento para Líquidos e Gases Inflamáveis e Combustíveis

Sistema de Resfriamento para Líquidos e Gases Inflamáveis e Combustíveis SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 24/2004 Sistema de Resfriamento para

Leia mais

Equipamentos de salvatagem e combate a incêndio

Equipamentos de salvatagem e combate a incêndio Equipamentos de salvatagem e combate a incêndio Os equipamentos de salvatagem e combate á incêndio são essenciais para que seja mantida a segurança dos tripulantes quando o navio estiver em operação. A

Leia mais

RISCO DE EXPLOSÃO EM SALA DE BATERIAS COMO EVITAR

RISCO DE EXPLOSÃO EM SALA DE BATERIAS COMO EVITAR RISCO DE EXPLOSÃO EM SALA DE BATERIAS COMO EVITAR Recentemente estive envolvido na elaboração de um laudo técnico pericial referente ao um princípio de incêndio ocorrido em um local onde estavam sendo

Leia mais

2. ORIENTAÇÕES DE SEGURANÇA

2. ORIENTAÇÕES DE SEGURANÇA MANUAL DE INSTRUÇÕES COMPRESSOR DE AR ÍNDICE 1. PREPARAÇÃO 2. ORIENTAÇÕES DE SEGURANÇA 3. PRECAUÇÕES 4. DESCRIÇÃO BREVE 5. VISÃO GERAL E COMPONENTES PRINCIPAIS 6. PRINCIPAIS PARÂMETROS TÉCNICOS 7. VISÃO

Leia mais

職 業 安 全 健 康 廳 Departamento de Segurança e Saúde Ocupacional. Lista de controle das condições de Segurança e Saúde Ocupacional para Hotelaria e afins

職 業 安 全 健 康 廳 Departamento de Segurança e Saúde Ocupacional. Lista de controle das condições de Segurança e Saúde Ocupacional para Hotelaria e afins Local de Trabalho 1 Manter o local de trabalho sempre limpo. 2 Não obstruir as vias de circulação. 3 Desimpedir as saídas de emergência e escapatórias. 4 Arrumar materiais ordenadamente e não demasiado

Leia mais

Chemguard - Sistemas de Espuma. Sistemas de espuma de alta expansão DESCRIÇÃO: SC-119 MÉTODO DE OPERAÇÃO

Chemguard - Sistemas de Espuma. Sistemas de espuma de alta expansão DESCRIÇÃO: SC-119 MÉTODO DE OPERAÇÃO Sistemas de espuma de alta expansão DESCRIÇÃO: O Gerador de Espuma de Alta Expansão (Hi-Ex) Chemguard é um componente em um Sistema de Supressão de Incêndios de Espuma de Alta Expansão. Não requer nenhuma

Leia mais

Instrução Técnica nº 25/2011 - Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis - Parte 3 Armazenamento... 625

Instrução Técnica nº 25/2011 - Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis - Parte 3 Armazenamento... 625 Instrução Técnica nº 25/2011 - Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis - Parte 3 Armazenamento... 625 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO

Leia mais

Sistemas Fixos de CO2 - Parte 2 Departamento Técnico da GIFEL Engenharia de Incêndios

Sistemas Fixos de CO2 - Parte 2 Departamento Técnico da GIFEL Engenharia de Incêndios Sistemas Fixos de CO2 - Parte 2 Departamento Técnico da GIFEL Engenharia de Incêndios Sistemas fixos de CO 2 : Os sistemas fixos diferem conforme a modalidade de armazenamento do meio extintor entre Sistemas

Leia mais

Boletim da Engenharia

Boletim da Engenharia Boletim da Engenharia 28 Compressores Octagon Aplicação Sub Crítica com Dióxido de Carbono CO 2 09/08 Nesse boletim vamos abordar as instruções de operação dos compressores Octagon aplicados com o Dióxido

Leia mais

Patio Heater. Aquecedor de Ambiente Externo. Premium PH-2750

Patio Heater. Aquecedor de Ambiente Externo. Premium PH-2750 Patio Heater Aquecedor de Ambiente Externo Premium PH-2750 Rua João Álvares Soares, 1530 Campo Belo, São Paulo SP, Cep 04609-004, Brasil. Telefax: (011) 5044-1683 Site: www.generalheater.com.br / E-mail:

Leia mais

Para aprendermos a combater o fogo, precisamos conhecê-lo muito bem. Fogo - É uma reação em cadeia de três elementos que produz luz e calor.

Para aprendermos a combater o fogo, precisamos conhecê-lo muito bem. Fogo - É uma reação em cadeia de três elementos que produz luz e calor. COMBATE A INCÊNDIO 116 1 Combate a incêndio Para aprendermos a combater o fogo, precisamos conhecê-lo muito bem. Fogo - É uma reação em cadeia de três elementos que produz luz e calor. Os três elementos

Leia mais

TR Tanque Flash. 1. Termo de garantia. 2. Informações gerais de segurança. 3. Informações de segurança específicas do produto

TR Tanque Flash. 1. Termo de garantia. 2. Informações gerais de segurança. 3. Informações de segurança específicas do produto 1.753.000.080 IM-D176-01 BR Rev.00 TR Tanque Flash Manual de Instalação e Manutenção 1. Termo de garantia 2. Informações gerais de segurança 3. Informações de segurança específicas do produto 4. Informações

Leia mais

MANUAL DE OPERAÇÃO MÁQUINA DE LAVAR LOUÇA LAVA RÁPIDO

MANUAL DE OPERAÇÃO MÁQUINA DE LAVAR LOUÇA LAVA RÁPIDO MANUAL DE OPERAÇÃO MÁQUINA DE LAVAR LOUÇA LAVA RÁPIDO 1 1. AVISOS Leia este manual cuidadosamente antes de instalar e operar o equipamento. A operação da máquina deve estar de acordo com as instruções

Leia mais

Boletim da Engenharia

Boletim da Engenharia Boletim da Engenharia 15 Instalação, operação e manutenção dos sistemas de refrigeração comercial 03/04 Introdução É bem provável que a maioria das deficiências de operação em sistemas de refrigeração

Leia mais

Cozinha Industrial. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho

Cozinha Industrial. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho Cozinha Industrial Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho Serviços de alimentação Este tipo de trabalho aparenta não ter riscos, mas não é bem assim, veja alguns exemplos: Cortes

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 51, de 12 de fevereiro de 2004. O PRESIDENTE

Leia mais

POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO

POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros Instrução Técnica Nº 027/2010 EM REVISÃO Armazenamento em Silos SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação

Leia mais

NR 31 - NORMA REGULAMENTADORA DE SEGURANÇA E SAÚDE NOS TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS

NR 31 - NORMA REGULAMENTADORA DE SEGURANÇA E SAÚDE NOS TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS PORTARIA N.º 30, DE 22 DE OUTUBRO DE 2002 Divulgar para consulta pública a proposta de texto de criação da Norma Regulamentadora N. º 31 Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados. A SECRETÁRIA

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº.

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº. SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº. 27/2010 Armazenamento em silos SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências

Leia mais

A) Ônibus com capacidade para 23, 31 e 44 passageiros:

A) Ônibus com capacidade para 23, 31 e 44 passageiros: ANEXO IV - RESOLUÇÃO Nº 035/2007/CD/FNDE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA CAMINHO DA ESCOLA ESPECIFICAÇÕES A) Ônibus com capacidade para 23, 31 e 44 passageiros:

Leia mais

Avaliação Serviço em Eletricidade Básica- NR10

Avaliação Serviço em Eletricidade Básica- NR10 Empresa: Instrutor: Nome: DATA: Questões: 01- A NR10 Instalação e Serviços de eletricidade fixam as condições mínimas exigíveis para garantir a segurança dos empregados que trabalha em instalações elétricas,

Leia mais

NR-23 Proteção Contra Incêndio

NR-23 Proteção Contra Incêndio NR-23 Proteção Contra Incêndio Fatores de Êxito na Prevenção de Incêndio PREPARAO PRÉVIO ESTAR EM DIA COM OS DOCUMENTOS DO BOMBEIRO; MANUTENÇÃO EM DIA; EQUIPAMENTOS ADEQUADOS AO RISCO; SINALIZAÇÃO; FAMILIARIZAÇÃO

Leia mais

Manual de Operação setembro / 2010

Manual de Operação setembro / 2010 Hid atec Manual de Operação setembro / 2010 Anotações Assistência Técnica 02 Anotações Assistência Técnica Índice PARTIDA 1. Material necessário 2. Descrição das atividades 3. Ações no caso de anormalidade

Leia mais

O que é espuma de combate a incêndio? Falando de uma maneira simples, a espuma para combate a incêndio é uma massa estável de bolhas pequenas,

O que é espuma de combate a incêndio? Falando de uma maneira simples, a espuma para combate a incêndio é uma massa estável de bolhas pequenas, Soluções de combate ao Fogo em Líquidos Inflamáveis - Sistemas de Proteção Contra Fogo a base de Espuma Departamento Técnico da GIFEL Engenharia de Incêndios Nos idos de 1960, em trabalho conjunto com

Leia mais

Termossifão pressurizado (EA8896) Manual de instruções. Manual de instruções. Termossifão pressurizado (EA8896)

Termossifão pressurizado (EA8896) Manual de instruções. Manual de instruções. Termossifão pressurizado (EA8896) Manual de instruções Termossifão pressurizado (EA8896) Índice 1. Aviso... 3 2. Caracteristicas técnicas... 4 3. Princípios da Operação... 4 3.1. Tubos de vácuo... 4 3.2. Heat Pipe... 5 4. Instalação...

Leia mais

2 PRESCRIÇÕES GERAIS PARA O TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS

2 PRESCRIÇÕES GERAIS PARA O TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS 2 PRESCRIÇÕES GERAIS PARA O TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS As prescrições a seguir, exceto indicação em contrário, são aplicáveis ao transporte de produtos de qualquer classe. Elas constituem as precauções

Leia mais

COLETÂNEA DE INFORMAÇÕES TÉCNICAS AÇO INOXIDÁVEL. Resistência à corrosão dos aços inoxidáveis

COLETÂNEA DE INFORMAÇÕES TÉCNICAS AÇO INOXIDÁVEL. Resistência à corrosão dos aços inoxidáveis COLETÂNEA DE INFORMAÇÕES TÉCNICAS AÇO INOXIDÁVEL Resistência à corrosão dos aços inoxidáveis Formas localizadas de corrosão Os aços carbono sofrem de corrosão generalizada, onde grandes áreas da superfície

Leia mais

CORPO DE BOMBEIROS MILITAR Vidas alheias, riquezas a salvar

CORPO DE BOMBEIROS MILITAR Vidas alheias, riquezas a salvar CORPO DE BOMBEIROS MILITAR Vidas alheias, riquezas a salvar COMBATE A INCÊNDIOS E EXTINTORES Apresentação: 1º Sgt Evandro de Mello do Amaral FATORES DE ÊXITO NA PREVENÇÃO DE INCÊNDIOS Estar em dia com

Leia mais

Sistema de Hidrantes Prediais para Combate a Incêndios

Sistema de Hidrantes Prediais para Combate a Incêndios 1 Sistema de Hidrantes Prediais para Combate a Incêndios O sistema de hidrantes é um tipo de proteção instalado em edifícios, utilizado como meio de combate a incêndios. É composto basicamente por Reservatórios

Leia mais

LBH-1790A,1795A PRECAUÇÕES DE SEGURANÇA

LBH-1790A,1795A PRECAUÇÕES DE SEGURANÇA LBH-1790A,1795A PRECAUÇÕES DE SEGURANÇA PARA GARANTIR O USO SEGURO DA SUA MÁQUINA DE COSTURA Para operar uma máquina de costura, máquina automática e dispositivos auxiliares (daqui por diante denominados

Leia mais

INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS

INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 8º Período Turmas C01, C02 e C03 Disc. Construção Civil II TIPOS Água Fria Esgoto Águas Pluviais Água Quente Incêndio

Leia mais

CAPÍTULO XIX Instalações industriais de líquidos inflamáveis. SEÇÃO I Das condições

CAPÍTULO XIX Instalações industriais de líquidos inflamáveis. SEÇÃO I Das condições CAPÍTULO XIX Instalações industriais de líquidos inflamáveis SEÇÃO I Das condições Art. 497 - Instalações industriais e recipientes estacionários somente poderão existir em Zonas Rurais ou Agrícolas, com

Leia mais

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II Módulo II Aula 05 1. Introdução A mecânica dos gases é a parte da Mecânica que estuda as propriedades dos gases. Na Física existem três estados da matéria

Leia mais

Figura 6.1 - Ar sangrado do compressor da APU

Figura 6.1 - Ar sangrado do compressor da APU 1 Capítulo 6 - SANGRIA DE AR 6.1 - Finalidade e características gerais A finalidade da APU é fornecer ar comprimido para os sistemas pneumáticos da aeronave e potência de eixo para acionar o gerador de

Leia mais

Instalações elétricas provisórias na construção civil

Instalações elétricas provisórias na construção civil Instalações elétricas provisórias na construção civil São Paulo, 12 de agosto de 2014 NBR-5410 NR-18 10.1. Objetivo e campo de aplicação 10.2. Medidas de controle 10.3. Segurança no projeto 10.4. Segurança

Leia mais

LAUDO TÉCNICO ESPECÍFICO

LAUDO TÉCNICO ESPECÍFICO LAUDO TÉCNICO ESPECÍFICO Conforme NR-10 ACME S.A Ind. Com. 1 de 9 IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO Identificação do Responsável pela Execução do Serviço. Nome: Empresa: Registro: Local de Execução do Serviço.

Leia mais

13 TUBULAÇÕES DE REFRIGERANTE

13 TUBULAÇÕES DE REFRIGERANTE 167 13 TUBULAÇÕES DE REFRIGERANTE As tubulações de refrigerante representam uma parte essencial no sistema de refrigeração, pois requer as mesmas considerações gerais de projeto que qualquer sistema de

Leia mais

COMPRESSOR MANUAL DO PROPRIETÁRIO DENTAL/MEDICAL OIL-FREE WWW.SCHUSTER.IND.BR PERIFÉRICOS ODONTOLÓGICOS

COMPRESSOR MANUAL DO PROPRIETÁRIO DENTAL/MEDICAL OIL-FREE WWW.SCHUSTER.IND.BR PERIFÉRICOS ODONTOLÓGICOS COMPRESSOR S45 DENTAL/MEDICAL OIL-FREE MANUAL DO PROPRIETÁRIO COMPRESSOR S45 110V PERIFÉRICOS ODONTOLÓGICOS WWW.SCHUSTER.IND.BR 1. APRESENTAÇÃO... 3 2. INTRODUÇÃO... 3 3. TERMOS DE GARANTIA... 3 4. ESPECIFICAÇÕES

Leia mais

Disjuntor a Vácuo uso Interno

Disjuntor a Vácuo uso Interno Disjuntor a Vácuo uso Interno D27 - U 1 Sumário 1. Aplicação... 3 2. Condições Normais de Serviço... 4 3. Principais Parâmetros Técnicos... 4 4. Estrutura e Operação do Disjuntor... 5 4.1. Estrutura Geral:...

Leia mais

Regulamentação da utilização de raquetes e "Figuras 8" para liberação segura de equipamento para serviços de manutenção

Regulamentação da utilização de raquetes e Figuras 8 para liberação segura de equipamento para serviços de manutenção Regulamentação da utilização de raquetes e "Figuras 8" para liberação segura de equipamento para serviços de manutenção Objetivos Determinar práticas de raqueteamento de liberação de unidades de processo

Leia mais

Núcleo de Pós-Graduação Pitágoras Escola Satélite. Curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho

Núcleo de Pós-Graduação Pitágoras Escola Satélite. Curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho Núcleo de Pós-Graduação Pitágoras Escola Satélite Curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho Núcleo de Pós-Graduação Pitágoras Escola Satélite Aula 17 Combustíveis e inflamáveis Núcleo

Leia mais

ECV 5644 Instalações II

ECV 5644 Instalações II SISTEMA DE GÁS CENTRALIZADO Fonte: ETFSC Este Sistema também é conhecido como SISTEMA DE GÁS COMBUSTIVEL CENTRALIZADO, é constituído basicamente das seguintes instalações: 1. Central de Gás (Central de

Leia mais

Portaria n.º 347, de 11 de julho de 2013. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 347, de 11 de julho de 2013. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 347, de 11 de julho de 2013. CONSULTA

Leia mais

BOMBA DE VACUO MANUAL KA-056

BOMBA DE VACUO MANUAL KA-056 Certificado de Garantia. Modelo Controle Kitest Equipamentos Automotivos KA-056 Nº Manual do Usuário A Kitest Equipamentos Automotivos garante o equipamento adquirido contra possíveis defeitos de fabricação

Leia mais

Manual Técnico de Instalação, Operação e Manutenção. Filtro Cartucho

Manual Técnico de Instalação, Operação e Manutenção. Filtro Cartucho Manual Técnico de Instalação, Operação e Manutenção ISO 9001:2008 VENTEC AMBIENTAL EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES LTDA Rua André Adolfo Ferrari, nº 550 - Distrito Industrial Nova Era - Indaiatuba - São Paulo

Leia mais

Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações

Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações Dimensionamento de Condutores Elétricos Dimensionamento de Condutores Elétricos Dimensionamento técnico baixa tensão Seção mínima Capacidade

Leia mais

Bigcompra. "Qualidade mundial na distribuição e fabricação de Equipamentos de Proteção ao Homem"

Bigcompra. Qualidade mundial na distribuição e fabricação de Equipamentos de Proteção ao Homem Bigcompra "Qualidade mundial na distribuição e fabricação de Equipamentos de Proteção ao Homem" A Bigcompra Ltda é uma empresa especializada na fabricação e importação de E.P.I. (Equipamentos de Proteção

Leia mais

Catálogo 2015. www.graffart.com.br

Catálogo 2015. www.graffart.com.br Catálogo 2015 Visualização da sinalização Para conseguir uma sinalização perfeita é necessário adequar as dimensões dos sinais às características da edificação e ao seu local de instalação. 150x150 200x200

Leia mais

CA 6 - Apropriar-se de conhecimentos da Física para, em situações problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-tecnológicas.

CA 6 - Apropriar-se de conhecimentos da Física para, em situações problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-tecnológicas. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES CADERNO 9 PROF.: Célio Normando CA 6 - Apropriar-se de conhecimentos da Física para, em situações problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-tecnológicas.

Leia mais

REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS DA ÁREA DE SAÚDE

REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS DA ÁREA DE SAÚDE REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS DA ÁREA DE SAÚDE I. Objetivos do Regulamento dos Laboratórios Especializados da Área de Saúde 1. Fornecer um guia geral e regras básicas consideradas mínimas

Leia mais

Manual de rede de distribuição interna de gás. Anexo 2 Manual de rede de distribuição interna de gás

Manual de rede de distribuição interna de gás. Anexo 2 Manual de rede de distribuição interna de gás Anexo 2 Manual de rede de distribuição interna de gás Índice Página Capítulo 1 Inspeção e autovistoria 4 1. Objetivo 5 2. Qualificação da mão-de-obra 5 3. Procedimento de inspeção 5 4. Resultado da inspeção

Leia mais

Sumário Serra Fita FAM

Sumário Serra Fita FAM Sumário Serra Fita FAM 1 Componentes... 1 Painel de controle... 1 Sensores de segurança... 2 Especificações... 2 Instalação... 3 Condições Gerais do Local... 3 Rede Elétrica... 3 Instalação da Tomada...

Leia mais

NR-19 EXPLOSIVOS (119.000-8)

NR-19 EXPLOSIVOS (119.000-8) NR-19 EXPLOSIVOS (119.000-8) 19.1 Depósito, manuseio e armazenagem de explosivos. 19.1.1 Explosivos são substâncias capazes de rapidamente se transformarem em gases, produzindo calor intenso e pressões

Leia mais

MANUAL DE FUNCIONAMENTO

MANUAL DE FUNCIONAMENTO MANUAL DE FUNCIONAMENTO Prezado cliente, Nossas embaladoras são desenvolvidas para oferecer economia e, melhoria na apresentação de seus produtos, levando aos consumidores garantia de maior durabilidade

Leia mais

abertas para assegurar completa irrigação dos olhos, poucos segundos após a exposição é essencial para atingir máxima eficiência.

abertas para assegurar completa irrigação dos olhos, poucos segundos após a exposição é essencial para atingir máxima eficiência. FISPQ- AMACIANTE MAIS Autorização ANVISA 3.03.374-7 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: Amaciante Mais Tradicional Marca: Mais Código Interno do Produto: 06.01 Técnico Químico Responsável:

Leia mais

Portaria n.º 412, de 24 de outubro de 2011.

Portaria n.º 412, de 24 de outubro de 2011. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 412, de 24 de outubro de 2011. O PRESIDENTE

Leia mais

CK 101. Manual de Instruções

CK 101. Manual de Instruções CK 101 Manual de Instruções Apresentação Nome: Vaporizador CK 101 Fornecedor: Endereço: CK Indústria e Comércio de Aparelhos Eletromedicinais Ltda. Rua Apinagés 1577 - São Paulo - SP CEP: 01258-001 Telefone:

Leia mais

Serviço. Instruções de manutenção

Serviço. Instruções de manutenção Serviço Instruções de manutenção Serviço Instruções de manutenção Notas de assistência Edição 1 Esta publicação não está sujeita a nenhum serviço de alterações. Novas versões podem ser encontradas em

Leia mais

Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo

Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO Portaria nº 74, de 13 de maio de 1996 O Presidente do Instituto Nacional

Leia mais

Respirador de ar de pressão positiva para combate a incêndio RHZK

Respirador de ar de pressão positiva para combate a incêndio RHZK Respirador de ar de pressão positiva para combate a incêndio RHZK Manual do usuário EQUIPAMENTO MARÍTIMO JIANGSU HUAYAN CO., LTD 2 1. GERAL 1.1. Aplicação principal O respirador de pressão positiva RHZK

Leia mais

LEI N 4.615, DE 13 DE JANEIRO DE 1955

LEI N 4.615, DE 13 DE JANEIRO DE 1955 LEI N 4.615, DE 13 DE JANEIRO DE 1955 Regula as condições gerais das edificações. José Porphyrio da Paz, Vice-Prefeito do Município de São Paulo, usando das atribuições que lhe são conferidas por lei faço

Leia mais

Universidade Paulista Unip

Universidade Paulista Unip Elementos de Produção de Ar Comprimido Compressores Definição Universidade Paulista Unip Compressores são máquinas destinadas a elevar a pressão de um certo volume de ar, admitido nas condições atmosféricas,

Leia mais

Sistema de Proporcionamento FireDos de aditivos/ LGE para Corpos de Bombeiros

Sistema de Proporcionamento FireDos de aditivos/ LGE para Corpos de Bombeiros Sistema de Proporcionamento FireDos de aditivos/ LGE para Corpos de Bombeiros Unidades portáteis Viaturas de bombeiros Contêineres Aplicações especiais Sobre nós A FireDos GmbH Somos uma empresa de médio

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES REFRIGERADOR PARA ÔNIBUS MODELO G7

MANUAL DE INSTRUÇÕES REFRIGERADOR PARA ÔNIBUS MODELO G7 MANUAL DE INSTRUÇÕES Compact Indústria de Produtos Termodinâmicos Ltda. Fábrica: Est. BR-116 KM 152,3, 21940 Pavilhão 1 Bairro Planalto Caxias do Sul - RS - CEP 95070-070 Fone (0XX) 54-2108-3838- Fax:

Leia mais

9.356-019.0 09/02 Ind. c

9.356-019.0 09/02 Ind. c 9.356-019.0 09/02 Ind. c 1. Esquema da máquina 13 2. Elementos de comando 1 - Mangueira de alta pressão 2 - Pistola 3 - Tubeira 4 - Bicos 5 - Trava de Segurança 6 - Gatilho 7 - Saída de alta pressão 8

Leia mais

Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico

Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico Nome do produto: Propileno Glicol USP Page: (1 of 6) ATENçÃO: Leia atentamente esta Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico (FISPQ) antes

Leia mais

NR 16 ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS (116.000-1)

NR 16 ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS (116.000-1) NR 16 ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS (116.000-1) * NR aprovada pela Portaria MTb 3.214/1978. 16.1. São consideradas atividades e operações perigosas as constantes dos Anexos números 1 e 2 desta Norma

Leia mais

Manual do Proprietário

Manual do Proprietário IMPORTANTE! Leia o Manual do Proprietário. Manual do Proprietário Índice Apresentação 3 Introdução 3 Instruções Gerais de Segurança 3 Segurança Elétrica 3 Segurança Pessoal 4 Área de Trabalho 4 Especificações

Leia mais

2.2. Antes de iniciar uma perfuração examine se não há instalações elétricas e hidráulicas embutidas ou fontes inflamáveis.

2.2. Antes de iniciar uma perfuração examine se não há instalações elétricas e hidráulicas embutidas ou fontes inflamáveis. 1. Normas de segurança: Aviso! Quando utilizar ferramentas leia atentamente as instruções de segurança. 2. Instruções de segurança: 2.1. Aterramento: Aviso! Verifique se a tomada de força à ser utilizada

Leia mais

LEI 6514/77 PORTARIA 3214/ 78 NR-26 - SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA

LEI 6514/77 PORTARIA 3214/ 78 NR-26 - SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA LEI 6514/77 PORTARIA 3214/ 78 NR-26 - SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA 26.1 Cor na Segurança do Trabalho. 26.1.1 Esta Norma Regulamentadora (NR) tem por objetivo fixar as cores que devem ser usadas nos locais

Leia mais

Eng. Rosiane Albuquerque

Eng. Rosiane Albuquerque Eng. Rosiane Albuquerque NR - 20 Definição e Classes: - Líquidos e Combustíveis Inflamáveis Tanques de Armazenagem e suas Características Salas de armazenamento de Líquidos Inflamáveis NR - 23 Classes

Leia mais

Manual de Operação e Instalação

Manual de Operação e Instalação Manual de Operação e Instalação Transmissor de nível Cod: 073AA-005-122M Rev. A Série LT-200 Fevereiro / 2004 S/A. Rua João Serrano, 250 Bairro do Limão São Paulo SP CEP 02551-060 Fone: (11) 3488-8999

Leia mais

Acumuladores hidráulicos de membrana

Acumuladores hidráulicos de membrana 1. DESCRIÇÃO 1.1. MODO DE FNCIONAMENTO Líquidos são praticamente incompressíveis e portanto não podem armazenar energia sob forma de pressão. Em acumuladores hidropneumáticos aproveita-se a compressibilidade

Leia mais

INFORMATIVO DE PRODUTO

INFORMATIVO DE PRODUTO CATEGORIA: SIRENES ELETROMECÂNICAS Sirene Eletromecânica Industrial Convencional Para Médias e Grandes Áreas - Código: AFRT12. A sirene de alarme código AFRT12 é um equipamento que deve ser instalado no

Leia mais

1 Alteração das imagens do aparelho Kaue 11-08-2011 2 Alteração na capacidade do reservat rio, de 1600ml para 1400ml Kaue 20-09-2011

1 Alteração das imagens do aparelho Kaue 11-08-2011 2 Alteração na capacidade do reservat rio, de 1600ml para 1400ml Kaue 20-09-2011 1 Alteração das imagens do aparelho Kaue 11-08-2011 2 Alteração na capacidade do reservat rio, de 1600ml para 1400ml Kaue 20-09-2011 07/11 719-09-05 775788 REV.2 Vapor Tapete Clean 719-09-05 2 Parabéns

Leia mais

Refrigerador BRO80 GUIA RÁPIDO. Características Gerais. Comece por aqui. Frost Free. Informação Ambiental

Refrigerador BRO80 GUIA RÁPIDO. Características Gerais. Comece por aqui. Frost Free. Informação Ambiental GUIA RÁPIDO Comece por aqui Se você quer tirar o máximo proveito da tecnologia contida neste produto, leia o Guia Rápido por completo. Refrigerador BRO80 Frost Free Seu refrigerador usa o sistema Frost

Leia mais

INTRODUÇÃO TEORIA DO FOGO. Conceito de Fogo. Elementos que compõem o fogo. Combustível. Sólidos

INTRODUÇÃO TEORIA DO FOGO. Conceito de Fogo. Elementos que compõem o fogo. Combustível. Sólidos INTRODUÇÃO A Proteção Contra Incêndio é um assunto um pouco mais complexo do que possa parecer. A primeira vista, imagina-se que ela é composta pelos equipamentos de combate à incêndio fixados nas edificações,

Leia mais

Sistema de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional Identificação: PROSHISET 06

Sistema de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional Identificação: PROSHISET 06 Extintores de Incêndio Portáteis. Revisão: 00 Folha: 1 de 7 1. Objetivo Assegurar que todos os canteiros de obras atendam as exigências para utilização dos extintores de incêndio portáteis de acordo com

Leia mais

Código Símbolo Significado Forma e cor Aplicação. Cuidado, risco de incêndio. Cuidado, risco de explosão. Cuidado, risco de corrosão

Código Símbolo Significado Forma e cor Aplicação. Cuidado, risco de incêndio. Cuidado, risco de explosão. Cuidado, risco de corrosão I - Símbolos da sinalização básica ANEXO B SIMBOLOGIA PARA A SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA Os símbolos adotados por esta norma para sinalização de emergência são apresentados a seguir, acompanhados de exemplos

Leia mais

ESPAÇO CONFINADO CONTROLE DE REVISÃO

ESPAÇO CONFINADO CONTROLE DE REVISÃO Elaborado por Ana Karolina Kalil Visto Aprovado por Márcio Flávio Ribeiro Pereira Visto CONTROLE DE REVISÃO Revisão Data Item Natureza das alterações 0 25/04/2014 - Emissão inicial 1. OBJETIVO Estabelecer

Leia mais

Esgoto a Vácuo. versus. Esgoto Pressurizado. Tecnologia AIRVAC

Esgoto a Vácuo. versus. Esgoto Pressurizado. Tecnologia AIRVAC 1 Esgoto a versus Esgoto Tecnologia AIRVAC 2 SISTEMA COLETA DE ESGOTO A VÁCUO VERSUS SISTEMA DE COLETA DE ESGOTO PRESSURIZADO COMENTÁRIOS GERAIS Há atualmente três (3) sistemas alternativos de coleta de

Leia mais

Para a consulta atualizada deste manual, acesse o site www.nardelli.com.br/downloads

Para a consulta atualizada deste manual, acesse o site www.nardelli.com.br/downloads 1 Parabéns Obrigado por adquirir uma coifa de ilha Fogatti, esperamos que este produto satisfaça a sua necessidade. Por favor, leia todas as instruções atentamente para obter os melhores resultados da

Leia mais

DESMONTADORA/MONTADORA DE PNEUS

DESMONTADORA/MONTADORA DE PNEUS DESMONTADORA/MONTADORA DE PNEUS MANUAL DE OPERAÇÃO 1 Índice Introdução... 3 Limitações de Uso... 3 Instruções Gerais de Segurança... 3 Especificações Técnicas... 4 Descrição da STC-210... 5 Acessórios

Leia mais

Boletim da Engenharia

Boletim da Engenharia Boletim da Engenharia 10 Verificação e Ajuste da Folga Axial dos Compressores Parafuso 11/02 Tipos de compressores: OS.53 / OS.70 / OS.74 HS.53 / HS.64 / HS.74 HSKC 64 / HSKC 74 Sumário Página 1 Introdução

Leia mais

PROCEDIMENTO DE FISCALIZAÇÃO DE EXTINTORES DE INCÊNDIO Portarias Inmetro 206/2011, 05/2011, 486/2010, 412/2011 e 500/2011 Códigos 3295 / 3310 / 3311

PROCEDIMENTO DE FISCALIZAÇÃO DE EXTINTORES DE INCÊNDIO Portarias Inmetro 206/2011, 05/2011, 486/2010, 412/2011 e 500/2011 Códigos 3295 / 3310 / 3311 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA- INMETRO Diretoria de Avaliação da Conformidade Dconf Divisão de Fiscalização

Leia mais

MANUAL ALIMENTADORES INDIVIDUAIS TRIFÁSICOS 1 - DESCRIÇÃO 2 - INSTALAÇÃO 3 OPERAÇÃO 4 MANUTENÇÃO 5 - GARANTIA

MANUAL ALIMENTADORES INDIVIDUAIS TRIFÁSICOS 1 - DESCRIÇÃO 2 - INSTALAÇÃO 3 OPERAÇÃO 4 MANUTENÇÃO 5 - GARANTIA MANUAL ALIMENTADORES INDIVIDUAIS TRIFÁSICOS 1 - DESCRIÇÃO 2 - INSTALAÇÃO 3 OPERAÇÃO 4 MANUTENÇÃO 5 - GARANTIA 1 1 - DESCRIÇÃO DO EQUIPAMENTO Os Alimentadores Individuais básicos trabalham por meio de vácuo.

Leia mais

CÓPIA NÃO CONTROLADA

CÓPIA NÃO CONTROLADA DC-S-1/2011 2/14 ÍNDICE 1. OBJETIVO... 3 2. CONDIÇÕES GERAIS... 3 2.1. Campo de Aplicação... 3 2.2. Responsabilidade... 3 2.2.1. Produção Terra e Rocha... 3 2.2.2. Planejamento/Engenharia... 3 2.2.3. Administração

Leia mais

BS 7 Sistema de Detecção e Extinção de Faíscas Segurança Para a Sua Produção

BS 7 Sistema de Detecção e Extinção de Faíscas Segurança Para a Sua Produção BS 7 Sistema de Detecção e Extinção de Faíscas Segurança Para a Sua Produção G Sistema de Detecção/Extinção de Faíscas Segurança para a sua produção Sistemas de Detecção e Extinção de Faíscas são capazes

Leia mais

Tanque de Armazenagem LGE Tipo Diafragma Horizontal UL/FM

Tanque de Armazenagem LGE Tipo Diafragma Horizontal UL/FM Tanque de rmazenagem LGE Tipo Diafragma Horizontal UL/FM DescriÁ o O Sistema de Proporcionamento com Tanque Diafragma È um sistema de proporcionamento com press o balanceada que exige, para seu funcionamento,

Leia mais

Cogeração A Gás Natural

Cogeração A Gás Natural Cogeração A Gás Natural 1- Definição A co-geração é definida como o processo de produção combinada de calor útil e energia mecânica, geralmente convertida total e parcialmente em energia elétrica, a partir

Leia mais

Manual Técnico de Instalação, Operação e Manutenção. Lavador de Ar

Manual Técnico de Instalação, Operação e Manutenção. Lavador de Ar Manual Técnico de Instalação, Operação e Manutenção ISO 9001:2008 VENTEC AMBIENTAL EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES LTDA Rua André Adolfo Ferrari, nº 550 - Distrito Industrial Nova Era - Indaiatuba - São Paulo

Leia mais

Riscos adicionais. Riscos adicionais. Altura COMISSÃO TRIPARTITE PERMANENTE DE NEGOCIAÇÃO DO SETOR ELETRICO NO ESTADO DE SP - 1

Riscos adicionais. Riscos adicionais. Altura COMISSÃO TRIPARTITE PERMANENTE DE NEGOCIAÇÃO DO SETOR ELETRICO NO ESTADO DE SP - 1 Riscos adicionais Riscos adicionais De altura; De ambientes confinados; De áreas classificadas; De umidade; Condições atmosféricas; Ataque de animais peçonhentos/domésticos. Altura Trabalho em altura é

Leia mais

Introdução à pneumática

Introdução à pneumática Introdução à pneumática Introdução: A palavra pneumática tem origem grega Pneuma que significa respiração, sopro e é definido como a parte da física que se ocupa dos fenômenos relacionados com os gases

Leia mais

NPT 015 CONTROLE DE FUMAÇA PARTE 8 18 ASPECTOS DE SEGURANÇA DO PROJETO DE SISTEMA DE CONTROLE DE FUMAÇA

NPT 015 CONTROLE DE FUMAÇA PARTE 8 18 ASPECTOS DE SEGURANÇA DO PROJETO DE SISTEMA DE CONTROLE DE FUMAÇA Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 015 Controle de fumaça Parte 8 Aspectos de segurança CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 6 páginas SUMÁRIO 18 Aspectos de segurança

Leia mais