GERÊNCIA DE REDES DE COMPUTADORES. 6 Gerência de Aplicações

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1 GERÊNCIA DE REDES DE COMPUTADORES 6 Gerência de Aplicações

2 INTRODUÇÃO O propósito das tecnologias de informática é de executar aplicações As aplicações precisam de recursos para funcionar o Arquivos executáveis o Arquivos de dados o Comunicação entre processos o Conexões de rede o Etc. É importante poder o Configurar aplicações o Detectar falhas nas aplicações o Monitorar o desempenho de aplicações o Controlar a aplicação ao longo de sua vida A gerência de aplicações é geralmente feita com software especializado que frequentemente faz parte do software da aplicação Já existem, porém, diversas de Mibs específicas para poder usar SNMP para monitorar e controlar aplicações

3 REQUISITOS PARA A GERÊNCIA DE APLICAÇÕES Gerência de desempenho o Monitoração da qualidade de serviço obtido Monitoração de tempo de resposta Monitoração de vazão de informação nas conexões Monitoração da taxa de erros sofrida Monitoração de recursos utilizados o Cpu o Memória real o Memória virtual Planejamento de capacidade o Que recursos a aplicação necessitará no futuro Obtenção de baselines de desempenho Gerência de faltas o Monitoração de disponibilidade o Monitoração do status (rodando, esperando,...) o Geração de eventos na detecção de problemas

4 Gerência de contabilidade o Definição da unidade de trabalho (transação, tempo,...) o Monitoração da utilização de recursos Gerência de configuração o Distribuição o Instalação o Desinstalação o Baselines de configuração o Controle operacional Parar, suspender, restaurar, reconfigurar o Cadastro de software instalado o Cadastro de software executando (processos)

5 FORMAS DE GERENCIAR A APLICAÇÃO Sem instrumentação o Usando comandos do sistema operacional para ver recursos utilizados, status, de processos, etc. o Usando comandos do sistema operacional ou aplicações watchdog para examinar arquivos (de log, p. Ex.) mantidos pela aplicação Com instrumentação da aplicação o PERMITE UMA GERÊNCIA MAIS EFICAZ

6 MIBS PARA A GERÊNCIA DE APLICAÇÕES Arquitetura geral

7 AS MIBs PRINCIPAIS ENVOLVIDAS Host resource mib (RFC 1514) o Para gerenciar o hospedeiro como um todo System-level application mib (RFC 2287) o Para gerenciar a aplicação sem instrumentação Apenas através de informação do sistema operacional (sobre a aplicação) Application mib (RFC 2564) o Gerência geral de aplicações, supondo instrumentação da aplicação Network services monitoring mib (RFC 2248) o Gerência geral de aplicações que usam a rede Isto é, criam "associações" ou conexões

8 MIB GENÉRICA DO TIPO DE APLICAÇÃO Para gerenciar uma aplicação específica (digamos um servidor www), precisamos de informação mais específica do que se tem nas outras mibs Existem esforços para criar mibs para várias aplicações específicas o Dns server mib (RFC 1611) o Dns resolverr mib (rfc 1612) o Relational database management system mib (RFC 1697) o Mail monitoring mib (RFC 2249) o WWW services mib (RFC 2594) o Directory server monitoring mib (RFC 2605) o MIB ESPECÍFICA DE PRODUTO Mibs proprietárias existem para aplicações como para dispositivos de rede Ainda há relativamente pouco suporte para essas mibs o Não está claro que a gerência de aplicações será feita com SNMP PARA ENCERRAR A DISCUSSÃO, APRESENTAMOS UM POUCO DE 2 MIBS Sysappl-mib (RFC 2287) WWW-mib (RFC 2594)

9 SYSAPPL-MIB Suporta gerência de: o Configuração o Faltas o Desempenho Não é específica de uma aplicação particular Uma aplicação é uma coleção de arquivos executáveis e outros arquivos instalados e executando num computador hospedeiro A mib não supõe instrumentação da aplicação o A informação deve ser descoberta através do sistema operacional o Não requer modificação nas aplicações o Qualquer aplicação pode ser (parcialmente) gerenciada o Esta mib não é suficiente sozinha para a gerência da aplicação As outras mibs mais específicas poderão referenciar as mibs mais genéricas A mib modela: o A aplicação como um todo o Os elementos estáticos (arquivos) individuais que formam a aplicação o Os elementos dinâmicos (processos) individuais que formam a aplicação o Os grupos da mib são: System application installed group; System application run group; System application map group

10 System application installed group Modelagem estática Permite saber: o Que pacotes de aplicação estão instalados (sysapplinstallpkgtable) Fabricante Nome do produto; Versão Número de série Data de instalação Local (diretório) de instalação o Que elementos (arquivos) compõem cada pacote (sysapplinstallelmttable) Nome do elemento Tipo Non-executable Operating system Device driver Application Data de instalação Diretório de instalação Tamanho do arquivo depois da instalação; Tamanho atual do arquivo Papel do elemento (um bit para cada papel abaixo) Executável Exclusive (uma cópia) Primary (só um elemento pode ser o principal) Required (deve estar rodando para que a aplicação esteja ok) Dependent (só pode estar rodando se os primary estiverem)

11 System application run group Modela a aplicação quando está executando ou depois que já executou o Modelagem de comportamento dinâmico As tabelas: o Aplicações que estão rodando (sysapplruntable) Data e hora que iniciou Status (running, runnable, waiting, exiting, other) o Aplicações que rodaram no passado (sysapplpastruntable) Data e hora que iniciou e terminou Status de término (complete, failed, other) o Elementos (processos) de aplicações que estão rodando (sysapplelmtruntable) Uma linha da tabela para cada processo em existência no sistema operacional Índices apontando para as outras tabelas (installed group) Hora que processo iniciou; Status Nome do arquivo executável; Parâmetros de execução Tempo de cpu; Memória real alocada Número de arquivos abertos; Nome do dono do processo o Elementos (processos) de aplicações que rodaram no passado (sysapplelmtpastruntable) As linhas da tabela anterior que corresponderem a aplicações identificadas são movidas para cá quando o processo termina System application map group Mapeia "process IDs" para referências às tabelas da aplicação o Identifica a aplicação (pacote) e o elemento do pacote

12 WWW-MIB Mib para servidores WWW Os grupos são: o Informação de serviços o Estatísticas de protocolos o Estatísticas de documentos Informação de serviços Tabela única descrevendo todos os serviços WWW gerenciados pelo agente o Descrição o Pessoa de contato o Protocolo (OID da IANA para protocolos bem conhecidos) o Nome DNS (Fully Qualified Domain Name do serviço) o Tipo (server, cliente, proxy, caching proxy, other) o Status Down Running Halted Congested Restarting o Data/hora de início o Data/hora que serviço entrou no estado (status) atual

13 Estatísticas de protocolos Estatísticas sobre o tráfego recebido ou enviado por um serviço WWW Os contadores estão organizados em 5 tabelas o o o o o Wwwsummarytable: sumário do tráfego e operação de protocolo por serviço WWW (para todos os tipos de pedidos) Requests/responses in/out Bytes in/out Wwwrequestintable: cada tipo de pedido entrando é contado individualmente Os tipos de pedidos dependem do protocolo Wwwrequestouttable: cada tipo de pedido saindo é contado individualmente Wwwresponseintable: cada tipo de resposta entrando é contado individualmente Wwwresponseouttable: cada tipo de resposta saindo é contado individualmente

14 Estatísticas de documentos Contém informação sobre os documentos que foram acessados no passado Quatro tipos de estatísticas o Detalhes das últimas N tentativas de manipular documentos Nome do documento Data/hora Tipo de pedido Tipo de resposta Número de bytes o Os N documentos mais manipulados (ordenados) Nome do documento Número de acessos Número de bytes transferidos Os N documentos que mais geraram tráfego (ordenados) Estatísticas sumarizadas

15 LIÇÃO DE CASA Leia a descrição das MIBs APACHE2-MIB, DNS-MIB e ORACLE-MIB e indique (OID e descrição do OID) pelo menos 20 OIDs de cada uma que você julga interessantes para a gerência das respectivas aplicações.

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