ONSC - OPENFLOW NAME SYSTEM CACHE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ONSC - OPENFLOW NAME SYSTEM CACHE"

Transcrição

1 ONSC - OPENFLOW NAME SYSTEM CACHE Yuri Silva Paludo 1 Rafael Bohrer Ávila 2 Resumo: As redes IPs compõem a maioria das redes locais de computadores encontradas atualmente e cada vez mais dispositivos estão conectados e buscam os serviços oferecidos por essas redes. Um dos serviços mais comuns e mais utilizados nessas redes é o serviço de DNS (Domain Name System). Este trabalho apresenta uma solução que utiliza a arquitetura de redes definidas por software para realizar cache do serviço de DNS em uma rede local. São explorados os conceitos e tecnologias dessas duas arquiteturas, assim como a realização de testes na solução proposta. Foi realizada uma coleta de dados para obter informações do comportamento do serviço de DNS, e assim, foram utilizadas simulações com essa solução para verificar como a utilização das redes definidas por software pode reduzir o volume de tráfico DNS presente na rede. Palavras-chave: Redes Definidas por Software. Protocolo OpenFlow. Redes Virtuais. Domain Name System. 1 INTRODUÇÃO As redes de computadores têm se tornado maiores e mais complexas. Entretanto, durante anos, as camadas intermediárias na pilha de protocolos das redes de computadores se tornaram ossificadas, como por exemplo, o desenvolvimento do Internet Protocol (IP), enquanto outras partes da pilha de protocolos foram evoluindo e o protocolo IP se manteve o mesmo (REX- FORD; DOVROLIS, 2010). Utilizando o conceito de Redes Virtuais, um conceito largamente difundido na indústria e na comunidade acadêmica, foi proposta uma nova arquitetura de rede que possa facilitar o desenvolvimento e testes de novos protocolos e prover novas funcionalidades para a rede. Ainda há outras características e aplicações que estão sendo desenvolvidas e descobertas. Essa nova arquitetura é chamada de Redes Definidas por Software. O tema de Redes Definidas por Software (do inglês, Software-Defined Networking - SDN) é recente e, atualmente, o foco principal das pesquisas realizadas com esse tema está relacionado em como utilizar esse novo conceito para resolver problemas das redes de computadores tradicionais. O protocolo OpenFlow foi desenvolvido para trabalhar com a arquitetura SDN, e é reconhecido como o padrão nesse segmento (BAKSHI, 2013). Neste trabalho é utilizada a arquitetura de SDN para realizar cache de consultas DNS. Além do grande aumento na utilização de dispositivos móveis como smartphones e tables, dispositivos do nosso dia-a-dia têm cada vez mais a capacidade e a necessidade de se conectarem à rede e acessar algum serviço nela disponível. 1 Aluno do curso de Ciência da Computação. 2 Orientador, professor da Unisinos.

2 2 Ao realizar melhorias no serviço de DNS, ao mesmo tempo estamos trazendo benefícios para uma grande quantidade de serviços e aplicações que utilizam o DNS. Alguns desses serviços, como por exemplo a descoberta de serviços, utilizam o DNS em suas operações mais simples e dependem do seu bom funcionamento. Este trabalho tem como objetivo propor uma solução para a redução de tráfego DNS em redes ethernet utilizando o conceito de SDN. Assim como apresentar outros benefícios que uma solução baseada em Redes Definidas por Software podem trazer para o serviço de DNS. O presente trabalho está organizado da seguinte forma: Na seção seguinte são apresentados os conceitos dos dois assuntos que guiam esse trabalho, redes definidas por software e DNS, destacando os protocolos e pontos principais de cada um. Na seção três é feito um estudo de três artigos relacionados com os temas desse trabalho, apresentando os conceitos utilizados nesses artigos. Seção 4 contempla a solução oferecida por este trabalho, onde cada etapa da solução é detalhadamente explicada e exemplificada. As seções seguintes, 5 e 6, mostram respectivamente como foram realizados os experimentos dessa solução e os resultados alcançados. Por fim, na última seção apresentamos a conclusão desse artigo. 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Está seção apresenta os conceitos e tecnologias que serão abordados durante o desenvolvimento deste trabalho. As duas áreas centrais desse trabalho são: Redes Definidas por Software e a arquitetura e mensagens DNS, sendo assim, as próximas subseções explicam os conceitos e características dessas áreas que serão de relevância ao longo desse artigo. 2.1 Redes Definidas por Software (SDN) Redes Definidas por Software é uma nova arquitetura de rede que evoluiu da ideia de redes virtuais (OPEN NETWORKING FOUNDATION, 2012). A principal diferença nessa arquitetura se comparada às redes de computadores tradicionais é que o plano de dados e o plano de controle são separados e a inteligência da rede (plano de controle) é logicamente centralizada. Algumas das vantagens dessa arquitetura é prover as redes de computadores de uma capacidade sem precedentes de serem programadas, automatizadas e controladas, permitindo que as rede se tornem mais escaláveis e flexíveis conforme a necessidade (LIMONCELLI, 2012). Como o plano de dados e o plano de controle são separados, é necessária alguma forma padronizada de comunicação entre eles e, por essa razão, a ONF (Open Networking Foundation) propõe a utilização de um protocolo que defina a interface de comunicação em uma rede SDN. Esse protocolo é o OpenFlow e será descrito mais adiante neste artigo (OPEN NETWORKING FOUNDATION, 2012). Segundo a ONF alguns dos principais objetivos da arquitetura SDN são: Aumentar a segurança e a disponibilidade da rede como resultado do controle e gerenci-

3 Camada de Infraestrutura Camada de Controle Controlador SDN Camada de Aplicação 3 Figura 1 Arquitetura Básica das Redes Definidas por Software Aplicação SDN 1 Aplicação SDN 2 Aplicação SDN 3 SDN Northbound Interface (NBI) Serviço de Rede 1 Serviço de Rede 2 Serviço de Rede 3 Serviço de Rede 4 Serviço de Rede 5 Serviço de Rede N SDN Control Data Plane Interface (CDPI) Elemento de Rede Elemento de Rede Elemento de Rede Elemento de Rede Elemento de Rede Fonte: Elaborada pelo autor. amento centralizado (centralizado não quer dizer em um único equipamento); Prover uma interface aberta e padronizada para que as aplicações possam controlar algumas propriedades da rede e possam dela se beneficiar; Acelerar a inovação no desenvolvimento de novas aplicações, permitindo que os operadores de redes programem a rede em tempo real conforme a sua aplicação; Centralizar o gerenciamento e o controle dos dispositivos de rede independentemente do seu fabricante Arquitetura SDN A arquitetura SDN é dividida em três camadas (ou planos), sendo cada uma delas responsável por funcionalidades específicas. As três camadas são: Camada de Aplicação (Application Layer), Camada de Controle (Control Layer) e Camada de Infraestrutura (Infrastructure Layer), na Figura 1 é apresentado como essas camadas se relacionam e em seguida será explicado o funcionamento de cada uma. A camada de aplicação (ou Application Plane) é onde as aplicações que vão usufruir da rede se encontram. Essas aplicações informam ao controlador os seus requisitos e como esperam que a rede se comporte. É esperado (e recomendado pela ONF) que os controladores possuam uma interface aberta e padronizada, e assim, as aplicações possam enviar informações para o controlador independentemente da marca do equipamento.

4 Camada de Infraestrutura Camada de Controle Controlador SDN Camada de Aplicação 4 Figura 2 Arquitetura das Redes Definidas por Software Aplicação SDN 1 Lógica da Aplicação SDN Aplicação SDN 2 Lógica da Aplicação SDN Aplicação SDN 3 Lógica da Aplicação SDN NBI Driver NBI Driver NBI Driver SDN Northbound Interface (NBI) Northbound Interface Agent Lógica de Controle SDN Control Data Plane Interface Driver SDN Control Data Plane Interface (CDPI) Elemento de Rede CDPI Agent Elemento de Rede CDPI Agent Elemento de Rede CDPI Agent Processamento e Encaminhamento Processamento e Encaminhamento Processamento e Encaminhamento Fonte: Elaborada pelo autor. A camada que contém a inteligência da rede é a camada de controle (ou Control Plane). É nela que fica localizado o controlador da rede, que tem como principal função executar o plano de controle da rede. Para executar o plano de controle é necessário controlar os outros elementos (como comutadores e roteadores) da rede. Para isso deve ser utilizada uma forma padronizada e independente do fabricante do equipamento. Atualmente na arquitetura SDN a ONF recomenda a utilização do protocolo OpenFlow (OPEN NETWORKING FOUNDATION, 2013a). A camada de infraestrutura (ou Data Plane) é onde o plano de dados é executado e assim é nessa camada que grande parte dos dispositivos da rede se encontram. Esses equipamentos são responsáveis por processar e encaminhar os pacotes conforme forem recebendo instruções do plano de controle. É recomendado também que a comunicação entre o controlador e os equipamentos situados na camada de infraestrutura utilize um padrão aberto (OPEN NETWORKING FOUNDATION, 2013a) Componentes da Arquitetura SDN A arquitetura SDN apresenta diversos componentes que são distribuídos nas camadas supracitadas. Neste momento serão descritos os principais componentes dessa arquitetura e também mostrar como eles se relacionam. A Figura 2 ilustra como os componentes se relacionam na arquitetura SDN. Para facilitar o entendimento, a Figura 2 é similar à Figura 1, mas agora os componentes e suas relações são apresentadas. O primeiro componente que é identificado no topo da Figura 2 é uma Aplicação SDN (em

5 5 inglês SDN Application), que basicamente é dividida em duas partes: a primeira delas é uma aplicação que precisa utilizar os recursos da rede; a segunda é chamada de NBI Driver (Northbound Interface), que além de prover uma interface entre a aplicação SDN e o controlador SDN, também provê uma visão abstrata da rede para a aplicação SDN (OPEN NETWORKING FOUNDATION, 2012). O elemento central na arquitetura SDN é o Controlador (em inglês, Controller). É nele que toda a lógica da rede está localizada e centralizada. Apesar do plano de controle estar centralizado no controlador, não significa que ele é composto por apenas um equipamento. O controlador possui uma visão completa da rede e, por ter controle total dos equipamentos que executam o plano de dados, é possível utilizá-lo para aplicar diversas características em uma rede, como por exemplo controle de acesso, qualidade de serviço (em inglês, Quality of Service - QoS), controle de tráfego e outros. O controlador é responsável por traduzir e transferir os requisitos das aplicações SDN para os equipamentos localizados na camada de infraestrutura. Para isso, o controlador é dividido em três partes: Agente NBI (do inglês NBI Agent), SDN Control Logic e o CDPI driver (Control to Data-Plane Interface). O NBI Agent contém a interface para receber as informações das aplicações SDN, o SDN Control Logic é a inteligência da rede e onde o processamento do plano de controle é executado. E por fim, o CDPI driver é a parte responsável por se comunicar com os componentes na camada de infraestrutura (OPEN NETWORKING FOUNDATION, 2013a). Na camada de infraestrutura estão localizados os equipamentos responsáveis por processar e encaminhar os pacotes da rede, onde um ou mais desses equipamentos podem representar um dispositivo lógico da rede, também conhecido como SDN Datapaths, ou de forma mais genérica um NE, Network Element. Essa representação lógica pode abranger todos ou uma parte do substrato da rede. Um SDN Datapath pode ser dividido em duas partes, a primeira é o CDPI Agent responsável pela interface de comunicação com o controlador (normalmente utilizando o protocolo OpenFlow); a segunda é o encaminhamento e processamento de pacotes Protocolo OpenFlow O OpenFlow é um dos protocolos de comunicação utilizado entre os elementos situados na camada de controle e os elementos na camada de infraestrutura. De forma geral essa comunicação ocorre entre o controlador da rede e um equipamento que entenda o protocolo Open- Flow, normalmente chamado de OpenFlow Switch. O OpenFlow Switch possui uma interface (a CDPI) chamada OpenFlow Channel que se comunica com o controlador e é através dela que o controlador pode manipular as informações contidas no OpenFlow Switch. O OpenFlow Switch possui alguns termos e elementos específicos. A Figura 3 apresenta a relação entre os seguintes elementos: Flow Entry : Um elemento contido no OpenFlow Switch que especifica uma regra de casamento com pacotes que são direcionados a esse equipamento. Um Flow Entry pode

6 Camada de Infraestrutura Camada de Controle 6 Figura 3 Arquitetura do OpenFlow Switch Controlador SDN Protocolo OpenFlow OpenFlow Switch Pipeline Flow Table 1 OpenFlow Channel Flow Table 2 Flow Table N Flow Entry 1 Flow Entry 2.. Flow Entry N Flow Entry 1 Flow Entry 2.. Flow Entry N Flow Entry 1 Flow Entry 2.. Flow Entry N Fonte: Elaborada pelo autor. contar com uma série de campos para casar com os pacotes. Flow Table : É a estrutura que normalmente é utilizada para armazenar, organizar e classificar os Flow Entries. Pipeline : É um conjunto de Flow Tables conectadas que provê o casamento, o encaminhamento e as modificações necessárias nos pacotes em um OpenFlow Switch. O OpenFlow Switch utiliza o conceito de identificação de fluxo (flow identity), podendo identificar pacotes utilizando alguns campos já conhecidos, como endereço IP, endereço MAC, porta do TCP e vários outros campos. Após a identificação do pacote (caso o pacote case com algum Flow Entry de alguma Flow Table) é executada uma ação correspondente definida na Flow Table (OPEN NETWORKING FOUNDATION, 2013a). Uma das grandes vantagens apresentadas pela ONF é que uma arquitetura SDN que utiliza o protocolo OpenFlow pode prover um controle bastante granular da rede (com os Flow Entries), permitindo que a rede se adapte de maneira eficiente a alterações em tempo real. 2.2 Domain Name System O DNS (Domain Name System) é um sistema de resolução de nomes organizado de forma hierárquica, delegando a responsabilidade de administração de cada domínio a uma determina instituição (INTERNET ENGINEERING TASK FORCE, 1987). Esse sistema tem como principal característica traduzir um determinado nome fornecido por um usuário para um endereço

7 7 IP ou vice-versa. Com o tamanho das redes atuais esse serviço é praticamente indispensável e facilita o acesso aos recursos disponíveis na rede. Para informações mais detalhadas sobre o funcionamento do DNS consulte a RFC1034. Esses domínios são divididos basicamente em dos tipos, top-level domain (TLD) e secondlevel domain (SLD). Os top-level domains são mantidos pela IANA (Internet Assigned Numbers Authority) e grande parte desses domínios são de utilização genérica, como com, edu, gov e outros, além de domínios geográficos que referenciam código de países como br (Brasil), jp (Japão), ca (Canada) entre outros. Abaixo dos top-level domains estão os second-level domains. Esses domínios normalmente estão destinados a empresas e organizações. Um exemplo de domínio second-level domain é unisinos.br, logo a universidade UNISINOS possui responsabilidade administrativa por esse domínio, podendo cadastrar novos nomes a ele sem a necessidade de uma autorização externa (INTERNET ENGINEERING TASK FORCE, 1987) Resolução de Nomes Quando uma resolução de nome é solicitada, primeiramente é necessário encontrar o servidor responsável pelo nome requerido. Após encontrar o servidor responsável pelo domínio, é preciso que esse servidor consulte a sua base de registro para informar o endereço IP do endereço enviado na requisição (INTERNET ENGINEERING TASK FORCE, 1987). Esses registros são chamados de registros de recursos (em inglês, RR - Resource Records) e são compostos por um conjunto de cinco campos apresentados no seguinte formato: < Nomedo-Registro TTL Tipo Classe Dados>. A seguir são apresentadas as definições de cada um dos campos (CRICKET LIU, 2006): Nome do Registro : Nome do domínio que deve ser um nome FQDN (Fully Qualified Domain Name). TTL : Campo Time To Live, esse campo é utilizado para determinar quanto tempo um determinado registro DNS deve ser mantido em cache. Após expirado esse tempo o registro deve ser descartado, e caso seja necessário consultá-lo novamente, deve ser realizada uma nova consulta DNS. Tipo : Existem diversos tipos de registros e cada um deles é utilizado para um recurso específico. Os tipos de registros mais comuns são: A - Tipo de registro mais comum, estabelece o mapeamento entre o nome canônico e o endereço IPv4 de um dispositivo. PTR - Pointer, utilizado para fazer o mapeamento reverso, do endereço IP para o nome. MX - Mail Exchanger, mapeamento para o servidor de do domínio.

8 8 NS - Name Server, mapeamento para o endereço do servidor DNS que tem autoridade para responder requisições sobre o domínio. Classe : A classe massivamente utilizada é a classe IN, correspondendo aos protocolos Internet. Dados : Contém os dados do registro. No caso de um registro do tipo "A", vai conter o endereço IP relacionado ao nome. 3 TRABALHOS RELACIONADOS Nesta seção serão apresentados outros trabalhos relacionados a SDN e, após uma pesquisa de diversos trabalhos, os trabalhos descritos nessa seção utilizam conceitos e ideias semelhantes utilizadas neste artigo. A explanação desses trabalhos tem como objetivo fundamentar o presente estudo, assim como mostrar que tipo de pesquisa a comunidade científica vem desenvolvendo com a arquitetura SDN. 3.1 Extending Open vswitch to L4-L7 service aware OpenFlow Switch Este artigo propõe uma metodologia para expandir as funcionalidades de um switch virtual baseada em OpenFlow. A especificação atual dos switches OpenFlow contempla as camadas 2 e 3 no modelo OSI Open Systems Interconnection model. Nesse artigo os autores apresentam uma metodologia para fornecer funcionalidades nas camadas superiores do modelo OSI, abrangendo as camadas de 4 a 7. O método proposto pelos autores é essencialmente dividido em 3 partes: Extensão das ações do Open vswitch Como dito anteriormente o OpenFlow suporta apenas ações referentes às camadas 2 e 3 do modelo OSI, sendo assim é necessário modificar os código do Open vswitch para suportar novas ações. O Open vswitch suporta 2 tipos de Flow Entries, userspace flows (contidos no userspace) e datapath flows ou kernel flows (contidos no kernel space). Caso um determinado pacote não encontre nenhuma ação no kernel space, o pacote é primeiramente encaminhado para o userspace e após processado, será adicionada uma ação no kernel space que possa atendê-lo. Além disso, também é necessária a criação de estruturas que possam suportar as novas ações. Caso essa nova ação gere qualquer alteração ao extrair informações dos pacotes ou na busca por Flow Entries, também é preciso adicionar alterações Open vswitch. Adicionar novas ações ao ovs-ofctl Para adicionar novos Flow Entries é preciso alterar a mensagem responsável por adicionar novos Flow Entries. Para isso, os autores propõem um modulo chamado ovs-ofctl, que será responsável por construir um comando chamado

9 9 Figura 4 Visão geral no processamento do pipeline Fonte: (GORJA; KURAPATI, 2014) add_flow, que por sua vez constroí a mensagem utilizando o flow_mod (mensagem padrão do OpenFlow). No caso do Open vswitch ainda são necessárias alterações de mais algumas funções, a fim de tornar as mensagens geradas com o add_flow compatíveis com flow_mod. Processamento do Pipeline Este modelo considera que múltiplas aplicações podem estar disponíveis no controlador, como IPSec, Firewall e etc, e os switches OpenFlow só executam ações que são suportadas pelo controlador ao qual estão conectados. A Figura 4 mostra que cada uma das aplicações tem a sua respectiva tabela dentro do Pipeline, sendo assim cada aplicação utiliza e gerencia suas próprias tabelas dentro e ao longo da execução do Pipeline. Caso um pacote não consiga casar com nenhum Flow Entry de uma determinada Flow Table, ele será enviado ao controlador, onde o pacote será encaminhado para a aplicação que possa atendê-lo. 3.2 A Software Defined Networking Architecture for Transport Networks No trabalho desenvolvido por Sadasivarao et al. (2013) é proposta uma arquitetura para abstrair a transferência de dados em switches virtuais programáveis. Nessa solução é utilizado

10 10 o paradigma de redes definidas por software, enquanto o protocolo OpenFlow é utilizado para realizar o controle dos switches virtuais. Como estudo de caso utilizado pelo artigo é implementado um switch virtual óptico que utiliza o protocolo OpenFlow para gerenciar uma pequena rede óptica de transporte de dados. Para gerenciar essa rede é proposta uma extensão ao protocolo OpenFlow, apresentando como a capacidade de programação e flexibilidade da arquitetura SDN pode resolver alguns problemas que os provedores de serviços enfrentam atualmente no backbone das suas redes. O switch virtual é chamado de OTS (Open Transport Switch) e representa os NE (Network Elements) na arquitetura SDN. Um OTS é composto por três blocos diferentes. São eles: Discovery Agent : É responsável por descobrir e registrar os recursos disponíveis em um controlador SDN, além de notificar o controlador quando o estado de um NE se altera. A descoberta e registro de recursos utilizam respectivamente as mensagens OFPT_FEATURES_REQUEST e OFPT_FEATURES_REPLAY, enquanto uma notificação utiliza uma mensagem Modify State. Control Agent : Responsável por monitorar e propagar notificações e alarmes para o controlador, permitindo que o administrador da rede monitore a rede obtendo uma visão mais completa do seu estado atual. É possível que tanto o Discovery Agent e o Control Agent enviem a mesma notificação ao controlador. Dataplane Agent : Responsável por programar o Network Element, criando, atualizando e removendo Flow Entries das Flow Tables, recebendo do controlador uma mensagem do tipo OFPT_FLOW_MOD. A Figura 5 mostra como a extensibilidade do protocolo OpenFlow é utilizada para provisionar e desfazer os circuitos de rede, e assim, criando redes virtuais que utilizam os parâmetros propostos pelos autores, como: tipo de circuito, taxa de transmissão do serviço e latência. Os autores concluem o artigo dizendo que a virtualização de redes utilizando o OTS permite a construção de redes sobrepostas (overlay network), habilitando as aplicações SDN a programarem a rede conforme a necessidade dos seus serviços independentemente dos protocolos utilizados nas camadas subjacentes. 3.3 Floodless Service Discovery Model based on Software-Defined Network Este artigo apresenta uma abordagem de descoberta de serviço que utiliza redes definidas por software com o objetivo de diminuir o broadcast em redes ethernet. O trabalho destaca que os principais motivos para evitar o broadcast em redes ethernet são: A utilização de broadcast consome uma parte significante dos recursos de uma rede;

11 11 Figura 5 Extensão do protocolo OpenFlow utilizada pelo OTS struct ofp_id { // Host ID - IP Address of the Node uint32_t node; // Flow ID maintained by the Controller uintt32_t label; }; struct ofp_xconn { struct ofp_header header; // OFPT_VENDOR uint32_t vendor; // Vendor ID uint8_t pad[4]; struct ofp_id src; // Source of the flow struct ofp_id dst; // Destination of the flow uint32_t rate; // Rate of service (Mpbs) uint8_t latency; //Latency - 0 to 255 // Unidirectional 1 Bidirectional = 2 uint8_t directional; uint8_t pad_extra[1]; // ADD_XCONN = 0xFF REM_XCONN = 0xFE struct ofp_action_header actions[0]; }; OFP_ASSERT(sizeof(struct ofp_xconn) == 40); Fonte: (WANG et al., 2013) O protocolo STP (Spanning Tree Protocol) é utilizado em redes ethernet para evitar loops na rede. Entretanto, o grande volume de tráfego próximo do nó raiz da árvore STP aumenta a chance de recálculo no protocolo Spanning Tree; Qualquer equipamento conectado à rede pode adquirir informações dos outros equipamentos utilizando broadcast, o que pode acarretar em problemas de segurança. Em especial sobre o primeiro item citado, o artigo utiliza como referência um relatório da Cisco que recomenda o tamanho máximo de um domínio broadcast dependendo dos protocolos utilizados na rede. O relatório recomenda que o número máximo de hosts em um rede IP deve ser de 500, enquanto que em redes que utilizam os protocolos NetBIOS ou AppleTalk o número máximo recomendado de hosts é de 200. De acordo com o artigo, os protocolos ARP (Address Resolution Protocol) e DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol) são as maiores fontes de broadcast em uma rede ethernet. E por essa razão foram desenvolvidos dois componentes (ARP e DHCP) para tratar os pacotes broadcast gerados por esses protocolos. Seguindo a proposta de reduzir o broadcast na rede, as mensagens DHCP_DISCOVERY são direcionadas para o controlador através do secure channel. Em seguida, ao receber o pacote o componente DHCP é acionado e a partir desse momento o componente se comporta como um servidor DHCP tradicional, como é exibido no fluxograma completo na Figura 6. Assim como o componente DHCP, o componente ARP recebe as mensagens que teriam como destino o endereço broadcast da rede. A Figura 7 ilustra como o componente ARP realiza um trabalho similar de aprendizagem de endereços MAC assim como um switch ethernet. Os autores concluem o artigo esclarecendo os motivos da baixa escalabilidade em redes ethernet. E assim, propõem o FSDM baseado em uma arquitetura SDN para resolver o pro-

12 12 Figura 6 FSDM: Componente DHCP Fonte: (WANG et al., 2013) Figura 7 FSDM: Componente ARP Fonte: (WANG et al., 2013)

13 13 blema de escalabilidade, eliminando o flooding na rede. Como último item, é apresentado um modelo matemático que comprova a eficiência do FSDM, mostrando comparações entre uma rede ethernet tradicional e uma rede que utiliza o FSDM Conclusão dos Trabalhos Relacionados No cômputo geral, os trabalhos selecionados apresentaram métodos de estender o protocolo OpenFlow, assim como a utilização de arquitetura SDN em conjunto com outros protocolos. O trabalho de Gorja e Kurapati (2014) mostra uma metodologia para expandir as funcionalidades de um OpenFlow Switch com o objetivo de atender diferentes camadas do modelo OSI. Além disso, o trabalho de Wang et al. (2013) mostra como é possível integrar a arquitetura SDN com os protocolos já existentes em redes de computadores tradicionais, trazendo assim melhorias e novas funcionalidades à rede como um todo. Nas próximas seções são utilizadas as ideias e conceitos extraídos desses trabalhos para apresentar um sistema de cache de consultas DNS. 4 SOLUÇÃO PROPOSTA Nesta seção são utilizados os conceitos de redes definidas por software e DNS com o propósito de desenvolver uma arquitetura que realize cache de consultas DNS nos switches OpenFlow. A solução proposta foi batizada de ONSc - OpenFlow Name System cache. Nas seções seguintes serão apresentadas a sua arquitetura e os comportamentos que essa solução pode adotar e também o que é necessário estender na arquitetura SDN para implementá-la. 4.1 Visão Geral O ONSc propõe uma solução que deve ser capaz de receber as requisições DNS e armazenálas em um cache nos switches OpenFlow. O cache existente nos switches irá conter o resultado de consultas DNS previamente realizadas e, por está razão, é necessário estender alguns elementos na arquitetura SDN. As informações armazenadas no cache dos switches OpenFlow serão utilizadas pelos clientes da rede que enviarem uma requisição DNS que chega ao switch. Quando as informações contidas no cache dos switches forem utilizadas, é esperado uma redução no volume de tráfego DNS existente na rede e também uma resposta mais rápida a informação solicitada. 4.2 Arquitetura A arquitetura ONSc é dividida entre as camadas da arquitetura SDN, o servidor DNS e a extensão proposta para alguns elementos SDN. Assim como a arquitetura SDN, a arquitetura

14 14 do ONSc divide os elementos nas camadas de aplicação, controle e infraestrutura, além de um elemento externo que é o servidor DNS. Apesar do ONSc poder trabalhar em dois comportamentos diferentes, ambos tem como objetivo realizar o cache de consultas DNS. Uma consulta DNS é adicionada como um Flow Entry no switch OpenFlow, assim esse Flow Entry representa o cache da solução. Grande parte da solução ONSc fica localizada no controlador, que por sua vez deve ser capaz de manipular Flow Entries nos switches OpenFlow. A seguir são descritos os 4 elementos que fazem parte da arquitetura ONSc, e em seguida, na Figura 8, é apresentado como esses elementos se relacionam entre si. NS Cache Switch : O NS Cache Switch ou NS-CS é um switch OpenFlow com as extensões necessárias para realizar o casamento dos campos do protocolo DNS. NS Cache Controller : O NS Cache Controller ou NS-CC é um controlador OpenFlow com as extensões necessárias para suportar os novos campos do protocolo DNS. É no NS-CC que as decisões de quais requisições DNS devem ser armazenadas em cache, enviando ao NS-CS mensagens para manipular os Flow Entries. DNS Server : É o servidor DNS disponível na rede. Apesar de ser um elemento que não sofre nenhuma alteração na arquitetura ONSc, ele é indispensável para o funcionamento da solução em seu formato tradicional. NS Cache Manager : O NS Cache Manager ou NS-CM é uma aplicação SDN que interage com o controlador. Essa aplicação pode armazenar informações em uma base de dados com informações sobre a utilização do serviço de DNS. De posse destas informações o administrador da rede pode decidir qual o comportamento mais adequado para o funcionamento do ONSc. Assim como grande parte das soluções que utilizam o modelo SDN, o funcionamento do ONSc está dividido nas três camadas da arquitetura SDN. A comunicação entre o NS-CC e o NS-CS é realizada utilizando o protocolo OpenFlow, enquanto a comunicação entre a o NS- CM e o NS-CC deve utilizar uma API (Application Programming Interface) que ainda não é padronizada pela ONF, e que depende da implementação do NBI Driver utilizado na camada de aplicação e do NBI Agent disponível na camada de controle. Antes de detalhar o funcionamento da solução em si, é importante destacar dois pontos. O primeiro que deve ser levado em consideração é que todos os switches utilizados nessa solução já possuem a capacidade de aprendizagem na camada 2, ou seja, funcionam da mesma forma que um switch tradicional em relação à identificação de endereços na camada 2. O segundo ponto é relacionado ao comportamento padrão do protocolo OpenFlow, quando um Flow Entry é adicionado a um switch OpenFlow, o valor do campo idle_timeout é 60 segundos. Entretanto, para todas as mensagens do tipo ofp_flow_mod cujo objetivo é adicionar uma entrada com informação de cache DNS, o valor campo idle_timeout deve

15 Camada de Infraestrutura Camada de Controle Camada de Aplicação 15 Figura 8 Arquitetura ONSc (OpenFlow Name System cache) NS-CM Name System Cache Manager NS-CM SDN Northbound Interface (NBI) NS-CC Name System Cache Controller DNS NS-CC Troca de mensagens OpenFlow NS-CS Name System Cache Switch DNS Server DNS NS-CS NS-CS NS-CS Tráfego TCP/IP Tradicional Fonte: Elaborada pelo autor. ser igual ao valor do TTL da requisição DNS e não deve ser possível que esse campo seja atualizado pelo OpenFlow (utilizando o campo hard_timeout). 4.3 Extensão do protocolo OpenFlow Como dito anteriormente, a arquitetura SDN atua principalmente nas camadas dois e três do modelo OSI, abrangendo grande parte dos protocolos residentes nessas camadas. Entretanto, como a solução ONSc tem como principal função realizar cache de requisições DNS, é preciso estender a arquitetura SDN para suportar as particularidades desse protocolo. A extensibilidade dos elementos é um dos diferenciais da arquitetura SDN, e na ONF (Open Network Foundaton) existe um grupo de trabalho exclusivo nessa área (Extensibility Working Group). No momento da escrita desse artigo, esse grupo de trabalho dividiu a extensibilidade em doze partes: Flow Entry Notifications, Role Status, Flow Entry Eviction, Vacancy Events, Bundle, Table Synchronisation, Group Notifcations, Bad Flow Entry Priority Error, Set Async Config Error, PBB UCA Header Field, Duplicate Instruction Error e Multipart Timeout Errors (OPEN NETWORKING FOUNDATION, 2013b). Apesar dos vários pontos da arquitetura que podem ser estendidos para a implementação da solução, apenas os seguintes campos precisão ser estendidos: Flow Entry Notifications Extension e PBB UCA Header Field Extension. O Flow Entry Notifications Extension permite ao controlador monitorar alterações nas Flow Tables (OPEN NETWORKING FOUNDATION, 2013c), enquanto o PBB UCA Header Field Extension é responsável por prover novos campos para casamento (OPEN NETWORKING FOUNDATION, 2013d). A Figura 9 mostra um modelo de estrutura utilizando o OXM (OpenFlow Extensible Match). Essa estrutura tem como objetivo mapear os campos existentes em um registro de DNS a fim

16 16 Figura 9 Estrutura OXM para o protocolo DNS struct ofp_id { // Endereco IP do host. Campo de 4 bytes. uint32_t node_address; // Flow ID mantido pelo controlador. Campo de 4 bytes. uint32_t flow_id; }; struct ofp_xdns { // Cabecalho do OpenFlow Protocol. Campo de 8 bytes. struct ofp_header header; // Identificacao do vendor. Campo de 4 bytes. uint32_t vendor; // Origem do Flow. Campo de 8 bytes. struct ofp_id flow_source; // Destino do Flow. Campo de 8 bytes. struct ofp_id flow_destination; // Campo "Name" de um RR. Campo de 256 bytes. char[256] resource_name; // Campo "TTL" de um RR. Campo de 4 bytes. uint32_t resource_ttl; // Campo "Type" de um RR. Campo de 2 bytes. uint16_t resource_type; // Campo "Class" de um RR. Campo de 2 bytes. uint16_t resource_class; // Campo "RData"de um RR. Campo de 4 bytes. uint32_t resource_data; }; // Testa se a struct montada anteriormente tem 304 bytes. OFP_ASSERT(sizeof(struct ofp_xdns) == 304); Fonte: Elaborada pelo autor. de permitir a usabilidade e casamento desses campos. 4.4 Funcionamento Antes de iniciar a descrição do funcionamento dessa solução, é relevante citar que ela pode funcionar com dois comportamentos diferentes. Independente do comportamento da solução, não é necessária a inclusão ou remoção de nenhum dos componentes da arquitetura citada na seção anterior. Os dois comportamentos suportados pela solução são: Comportamento Adaptativo e Comportamento Proativo. Apesar dos comportamentos apresentarem modos diferentes de funcionamento, ambos têm como objetivo realizar cache de requisições DNS. Cada comportamento apresenta as suas vantagens e desvantagens, levando em conta fatores como o número de mensagens de controle, latência introduzida na utilização do serviço, quantidade de requisições DNS atendidas pelo cache e outros. Além disso, essa arquitetura possibilita também um sistema de cache distribuído e hierarquizado, pois caso a resposta da requisição DNS não seja encontrada no primeiro switch é possível que ao longo do caminho outro switch já possua essa resposta em cache.

17 Comportamento Adaptativo O comportamento adaptativo tem funcionamento similar às redes reativas. Esse tipo de rede age de acordo com os eventos e acontecimentos que ocorrem na rede. Assim que um determinado evento ocorre, é possível que uma ação correspondente seja realizada. De uma forma geral redes reativas tendem a se adaptar às necessidades aparentes da rede, mas esse tempo de adaptação muitas vezes não é desejável (ou é difícil de se alcançar) para certa classe de aplicações. Quando aplicamos o conceito de comportamento adaptativo no ONSc temos uma solução que inicialmente não atende a nenhuma requisição DNS utilizando cache, pois o cache dos switches está vazio. Entretanto, conforme as requisições DNS são respondidas pelo servidor, os switches começam a armazenar essas respostas no cache das respostas que passam por ele. A Figura 10 exibe como é o funcionamento do ONSc quando trabalha no modo adaptativo. 1. Host01 : Envia requisição DNS para o SW01; 2. SW01 : Recebe requisição DNS de Host01. Como não possui regra para a porta 53 UDP (User Datagram Protocol), encaminha o pacote para o Controller01; 3. Controller01 : Recebe o pacote de SW01. Nesse ponto o controlador deve enviar duas mensagens ofp_flow_mod e uma mensagem ofp_packet_out ao SW01: Mensagem 1: Adiciona um Flow Entry com a regra de casamento: porta de destino 53 do protocolo UDP, e ação de encaminhar pacotes para o endereço IP do servidor DNS; Mensagem 2: Adiciona um Flow Entry com a regra de casamento: porta de origem 53 do protocolo UDP e endereço IP do servidor DNS como origem, e ação de encaminhar pacotes para o controlador; Mensagem 3: Envia uma mensagem ofp_packet_out com o objetivo de informar o switch OpenFlow que deve encaminhar o pacote por uma determinada porta; 4. SW01 : Recebe mensagens ofp_flow_mod. Encaminha pacote para o servidor DNS; 5. DNS01 : Recebe pacote de requisição DNS. Responde a requisição DNS; 6. SW01 : Recebe a resposta da requisição DNS. De acordo com o Flow Entry adicionado anteriormente, encaminha o pacote para o Controller01, e por aprendizado (de camada 2) encaminha o Host01; 7. Controller01 : Recebe resposta da requisição DNS. Envia uma mensagem ofp_flow_mod para adicionar um Flow Entry ao SW01, com o objetivo de criar um cache da resposta da requisição DNS. A regra de casamento adicionada é construída com os seis campos de uma resposta de requisição DNS: Name, Type, Class, Time to live, Data length e Addr.

18 18 Figura 10 Comportamento Adaptativo do ONSc DNS01 Controller SW01 1 Host01 Host01 Controller01 SW01 Host01: Cliente do DNS Controller01: Name System Cache Controller SW01: Name System Cache Switch 3 DNS01: DNS Server 3 4 DNS01 Tráfego TCP/IP Tradicional 5 Tráfego OpenFlow Fonte: Elaborada pelo autor Comportamento Proativo No comportamento proativo a rede é configurada previamente pelo administrador, antes ou durante a utilização da mesma pelos clientes da rede. O importante nesse conceito é que a rede não se autoconfigura, ou seja, é necessária uma configuração manual para que a mesma funcione de forma adequada. Na arquitetura ONSc o funcionamento proativo pode ser observado nos passos listados a seguir e na Figura 11. Inicialmente o NS-CM envia ao NS-CC uma lista de quais endereços que devem ser armazenados no cache dos switches, e assim, o NS-CC realiza a instalação dos Flow Entries nos NS-CS. Logo, quando um cliente iniciar uma requisição DNS ela será respondida pelo primeiro switch que possua a sua resposta no cache. 1. Manager01 : Envia ao Controller01 as informações de configuração que cada switch deve receber, neste caso, quais Flow Entries devem ser enviados para cada switch; 2. Controller01 : Envia n+1 mensagens ofp_flow_mod ao SW01, onde n é o número de Flow Entries que devem ser utilizados como entradas de cache, e uma mensagem Flow Entry com a regra de casamento: porta de destino 53 do protocolo UDP, e ação de encaminhar pacotes para o endereço IP do servidor DNS; 3. Host01 : Envia requisição DNS para o SW01;

19 19 Figura 11 Comportamento Proativo do ONSc Manager01 1 DNS01 Controller SW01 Host01 Host01 Controller01 SW01 Host01: Cliente do DNS Manager01: Name System Cache Manager Manager01 Controller01: Name System Cache Controller SW01: Name System Cache Switch DNS01: DNS Server 5 DNS01 Tráfego TCP/IP Tradicional 6 Tráfego OpenFlow Requisição atendida 4 Condição do passo 4 Fonte: Elaborada pelo autor. 4. SW01 : Recebe requisição DNS de Host01. Caso a resposta da requisição já esteja em cache, envia a resposta ao Host01 e a requisição foi atendida. Caso contrário, encaminha o pacote para para o servidor DNS conforme regra de casamento adicionada no passo 2; 5. DNS01 : Recebe pacote de requisição DNS. Responde a requisição DNS; 6. SW01 : Recebe a resposta da requisição DNS. Por aprendizado (de camada 2) encaminha a resposta da requisição para o Host01. 5 EXPERIMENTOS REALIZAD1OS Nesta seção são apresentados como os experimentos e simulações com a solução proposta foram realizados. As interações que aparecem no ONSc foram simuladas utilizando ferramentas disponíveis na plataforma Linux, como o tcpdump, dig e outras. Além disso, também foi utilizado o simulador Mininet (MININET, 2014) para realizar as operações que envolviam a arquitetura DNS e o protocolo OpenFlow. Durante a elaboração da proposta deste projeto foi realizada uma pesquisa para verificar a viabilidade de implementação das extensões propostas para o ONSc. O resultado dessa, revelou que havia uma forma singela e claramente documentada para realizar a implementação. Entretanto, ao longo da escrita do artigo diversas tentativas foram realizadas, porém as implementações de switches OpenFlow disponíveis, como o user-space do Mininet e o Open

20 20 Figura 12 Topologia da Rede Ponto de Coleta 1 Interface 1 do Roteador 1 Todo o tráfego Ponto de Coleta 2 Interface 1 do Roteador 1 Tráfego DNS Internet Rede /24 Máquina Cliente x50 Rede /16 Rede /24 Rede /24 Máquina Cliente x50 Roteador 1 Servidores NFS Rede /24 Máquina Cliente x30 Servidor DNS Rede /24 Servidores HTTP DMZ x10 Fonte: Elaborada pelo autor. vswitch (OPEN VSWITCH, 2014), não implementam o conjunto completo de extensões documentado. Devido a impossibilidade de implementar as extensões nos ambientes testados, os autores optaram por realizar os experimentos e simulações descritos nesta seção com o objetivo de validar a solução proposta neste artigo. 5.1 Coleta de Dados Com o objetivo de coletar dados para o artigo foi realizada uma captura de dados que possa trazer informações relevantes para o desenvolvimento deste trabalho. Durante o período de 32 dias (de 11/09/2014 até 13/10/2014) foram realizados 2 tipos de coletas na rede apresentada na Figura 12. A rede escolhida está localizada dentro de uma universidade, porém por fazer parte de um projeto do governo federal distribuído em outras universidades do país, essa rede em particular possui características de uma rede corporativa. A rede apresentada possui uma variedade de serviços disponíveis, como servidores NFS(Network File System), servidor DNS, servidores HTTP (Hypertext Transfer Protocol) e outros serviços. Contando também com aproximadamente 130 máquinas clientes e servidores na DMZ (demilitarized zone) que utilizam essa infraestrutura. Além disso, podemos visualizar na topologia que foram definidos 2 pontos de coletas de dados, abaixo descrevemos cada tipo de coleta realizada: Ponto de Coleta 1 : Total de tráfego na interface 1 do Roteador1. Esse ponto de coleta foi selecionado pois permite capturar todo o tráfego da rede, garantindo assim que nenhuma

Redes. Pablo Rodriguez de Almeida Gross

Redes. Pablo Rodriguez de Almeida Gross Redes Pablo Rodriguez de Almeida Gross Conceitos A seguir serão vistos conceitos básicos relacionados a redes de computadores. O que é uma rede? Uma rede é um conjunto de computadores interligados permitindo

Leia mais

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP HTTP (Hypertext Transfer Protocol ) Protocolo usado na Internet para transferir as páginas da WWW (WEB). HTTPS (HyperText Transfer

Leia mais

Rede d s d e d Com o pu p t u ado d r o es Conceitos Básicos M d o e d los o de d Re R de d s:

Rede d s d e d Com o pu p t u ado d r o es Conceitos Básicos M d o e d los o de d Re R de d s: Tecnologia em Redes de Computadores Redes de Computadores Professor: André Sobral e-mail: alsobral@gmail.com Conceitos Básicos Modelos de Redes: O O conceito de camada é utilizado para descrever como ocorre

Leia mais

DNS - Domain Name System

DNS - Domain Name System DNS - Domain Name System Converte nome de máquinas para seu endereço IP. Faz o mapeamento de nome para endereço e de endereço para nome. É mais fácil lembramos dos nomes. Internamente, softwares trabalham

Leia mais

Aula 03 Regras de Segmentação e Switches

Aula 03 Regras de Segmentação e Switches Disciplina: Dispositivos de Rede II Professor: Jéferson Mendonça de Limas 4º Semestre Aula 03 Regras de Segmentação e Switches 2014/1 19/08/14 1 2de 38 Domínio de Colisão Os domínios de colisão são os

Leia mais

Redes de Dados e Comunicações. Prof.: Fernando Ascani

Redes de Dados e Comunicações. Prof.: Fernando Ascani Redes de Dados e Comunicações Prof.: Fernando Ascani Camada de Aplicação A camada de Aplicação é a que fornece os serviços Reais para os usuários: E-mail, Acesso a Internet, troca de arquivos, etc. Portas

Leia mais

Redes de Computadores LFG TI

Redes de Computadores LFG TI Redes de Computadores LFG TI Prof. Bruno Guilhen Camada de Aplicação Fundamentos Fundamentos Trata os detalhes específicos de cada tipo de aplicação. Mensagens trocadas por cada tipo de aplicação definem

Leia mais

Universidade Federal do Acre. Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas

Universidade Federal do Acre. Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Universidade Federal do Acre Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Universidade Federal do Acre Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Pós-graduação Lato Sensu em Desenvolvimento de Software e Infraestrutura

Leia mais

Curso de extensão em Administração de Serviços GNU/Linux

Curso de extensão em Administração de Serviços GNU/Linux Curso de extensão em Administração de Serviços GNU/Linux Italo Valcy - italo@dcc.ufba.br Gestores da Rede Acadêmica de Computação Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal da Bahia Administração

Leia mais

Resolução de nomes. Professor Leonardo Larback

Resolução de nomes. Professor Leonardo Larback Resolução de nomes Professor Leonardo Larback Resolução de nomes A comunicação entre os computadores e demais equipamentos em uma rede TCP/IP é feita através dos respectivos endereços IP. Entretanto, não

Leia mais

Protocolos, DNS, DHCP, Ethereal e comandos em Linux

Protocolos, DNS, DHCP, Ethereal e comandos em Linux Redes de Computadores Protocolos, DNS, DHCP, Ethereal e comandos em Linux Escola Superior de Tecnologia e Gestão Instituto Politécnico de Bragança Março de 2006 Endereços e nomes Quaisquer duas estações

Leia mais

INTERNET = ARQUITETURA TCP/IP

INTERNET = ARQUITETURA TCP/IP Arquitetura TCP/IP Arquitetura TCP/IP INTERNET = ARQUITETURA TCP/IP gatewa y internet internet REDE REDE REDE REDE Arquitetura TCP/IP (Resumo) É útil conhecer os dois modelos de rede TCP/IP e OSI. Cada

Leia mais

FACSENAC. Versão:1.5. Identificador do documento: Projeto Lógico de Redes. Versão do Template Utilizada na Confecção: 1.0. Histórico de revisões

FACSENAC. Versão:1.5. Identificador do documento: Projeto Lógico de Redes. Versão do Template Utilizada na Confecção: 1.0. Histórico de revisões FACSENAC ECOFROTA Documento de Projeto Lógico de Rede Versão:1.5 Data: 21/11/2013 Identificador do documento: Projeto Lógico de Redes Versão do Template Utilizada na Confecção: 1.0 Localização: FacSenac

Leia mais

Redes de Computadores. Funcionamento do Protocolo DNS. Consulta DNS. Consulta DNS. Introdução. Introdução DNS. DNS Domain Name System Módulo 9

Redes de Computadores. Funcionamento do Protocolo DNS. Consulta DNS. Consulta DNS. Introdução. Introdução DNS. DNS Domain Name System Módulo 9 Slide 1 Slide 2 Redes de Computadores Introdução DNS Domain Name System Módulo 9 EAGS SIN / CAP PD PROF. FILIPE ESTRELA filipe80@gmail.com Ninguém manda uma e-mail para fulano@190.245.123.50 e sim para

Leia mais

Arquitetura TCP/IP. Parte V Inicialização e auto-configuração (RARP, BOOTP e DHCP) Fabrízzio Alphonsus A. M. N. Soares

Arquitetura TCP/IP. Parte V Inicialização e auto-configuração (RARP, BOOTP e DHCP) Fabrízzio Alphonsus A. M. N. Soares Arquitetura TCP/IP Parte V Inicialização e auto-configuração (RARP, BOOTP e DHCP) Fabrízzio Alphonsus A. M. N. Soares Tópicos Atribuição de endereço IP RARP (Reverse ARP) BOOTP (BOOTstrap Protocol) DHCP

Leia mais

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP HTTP (Hypertext Transfer Protocol ) Protocolo usado na Internet para transferir as páginas da WWW (WEB). HTTPS (HyperText Transfer

Leia mais

1 TCI/IP... 3 1.1 MODELO TCP/IP... 3 1.1.1 Camada de Aplicação... 4

1 TCI/IP... 3 1.1 MODELO TCP/IP... 3 1.1.1 Camada de Aplicação... 4 TCP/IP Brito INDICE 1 TCI/IP... 3 1.1 MODELO TCP/IP... 3 1.1.1 Camada de Aplicação... 4 1.1.1.1 Camada de Transporte... 4 1.1.1.2 TCP (Transmission Control Protocol)... 4 1.1.1.3 UDP (User Datagram Protocol)...

Leia mais

Orientador de Curso: Rodrigo Caetano Filgueira

Orientador de Curso: Rodrigo Caetano Filgueira Orientador de Curso: Rodrigo Caetano Filgueira Serviço DNS DNS significa Domain Name System (sistema de nomes de domínio). O DNS converte os nomes de máquinas para endereços IPs que todas as máquinas da

Leia mais

Prof. Marcelo Cunha Parte 5 www.marcelomachado.com

Prof. Marcelo Cunha Parte 5 www.marcelomachado.com Prof. Marcelo Cunha Parte 5 www.marcelomachado.com Criado em 1974 Protocolo mais utilizado em redes locais Protocolo utilizado na Internet Possui arquitetura aberta Qualquer fabricante pode adotar a sua

Leia mais

Capítulo 11 - Camada de Transporte TCP/IP e de Aplicação. Associação dos Instrutores NetAcademy - Julho de 2007 - Página

Capítulo 11 - Camada de Transporte TCP/IP e de Aplicação. Associação dos Instrutores NetAcademy - Julho de 2007 - Página Capítulo 11 - Camada de Transporte TCP/IP e de Aplicação 1 Introdução à Camada de Transporte Camada de Transporte: transporta e regula o fluxo de informações da origem até o destino, de forma confiável.

Leia mais

Módulo 9 Conjunto de Protocolos TCP/IP e endereçamento IP

Módulo 9 Conjunto de Protocolos TCP/IP e endereçamento IP CCNA 1 Conceitos Básicos de Redes Módulo 9 Conjunto de Protocolos TCP/IP e endereçamento IP Introdução ao TCP/IP 2 Modelo TCP/IP O Departamento de Defesa dos Estados Unidos (DoD) desenvolveu o modelo de

Leia mais

Funcionamento de ARP entre redes (sub-redes) distintas. Mecanismos de entrega. Funcionamento entre redes (sub-redes): default gateway

Funcionamento de ARP entre redes (sub-redes) distintas. Mecanismos de entrega. Funcionamento entre redes (sub-redes): default gateway Introdução Inst tituto de Info ormátic ca - UF FRGS Redes de Computadores Protocolos ARP e ICMP Aula 18 A camada de rede fornece um endereço lógico Uniforme, independente da tecnologia empregada pelo enlace

Leia mais

Endereço Físico (cont.)

Endereço Físico (cont.) O Protocolo ARP Endereço Físico Cada interface de rede (NIC network interface card) vem com um identificador único de fábrica. Este identificador é o endereço físico ou endereço de hardware da interface.

Leia mais

Configurando DNS Server. Prof. Armando Martins de Souza E-mail: armandomartins.souza@gmail.com

Configurando DNS Server. Prof. Armando Martins de Souza E-mail: armandomartins.souza@gmail.com Configurando DNS Server. Prof. Armando Martins de Souza E-mail: armandomartins.souza@gmail.com Entendendo o DNS É o serviço responsável por: Traduzir nomes em endereços IP (e vice-versa), de um determinado

Leia mais

HYPERTEXT TRANSFER PROTOCOL

HYPERTEXT TRANSFER PROTOCOL REDES DE COMPUTADORES Prof. Esp. Fabiano Taguchi http://fabianotaguchi.wordpress.com fabianotaguchi@gmail.com HYPERTEXT TRANSFER PROTOCOL 1 HTTP Uma página WWW é composta de objetos e endereçado por uma

Leia mais

Modelo em Camadas Arquitetura TCP/IP/Ethernet. Edgard Jamhour

Modelo em Camadas Arquitetura TCP/IP/Ethernet. Edgard Jamhour Modelo em Camadas Arquitetura TCP/IP/Ethernet Edgard Jamhour Ethernet não-comutada (CSMA-CD) A Ethernet não-comutada baseia-se no princípio de comunicação com broadcast físico. a b TIPO DADOS (até 1500

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES Conteúdo 1 Topologia de Redes 5 Escalas 5 Topologia em LAN s e MAN s 6 Topologia em WAN s 6 2 Meio Físico 7 Cabo Coaxial 7 Par Trançado 7 Fibra Óptica 7 Conectores 8 Conector RJ45 ( Par trançado ) 9 Conectores

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES 09/2013 Cap.3 Protocolo TCP e a Camada de Transporte 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a leitura da bibliografia básica. Os professores

Leia mais

AGENTE PROFISSIONAL - ANALISTA DE REDES

AGENTE PROFISSIONAL - ANALISTA DE REDES Página 1 CONHECIMENTO ESPECÍFICO 01. Suponha um usuário acessando a Internet por meio de um enlace de 256K bps. O tempo mínimo necessário para transferir um arquivo de 1M byte é da ordem de A) 4 segundos.

Leia mais

Capítulo 5 Noções sobre TCP/IP

Capítulo 5 Noções sobre TCP/IP Capítulo 5 Noções sobre TCP/IP Endereços IP Arquitetura TCP/IP DHCP Redes classe A, B e C Protocolos TCP/IP Estudos complementares 3 Estudos complementares Consulte os capítulos 5 e 12 do livro: Capítulo

Leia mais

Camada de Aplicação, sistemas de nomes de domínio, correio eletrônico e world wide web

Camada de Aplicação, sistemas de nomes de domínio, correio eletrônico e world wide web Camada de Aplicação, sistemas de nomes de domínio, correio eletrônico e world wide web Apresentação dos protocolos da camada de aplicação do modelo OSI. DNS É mais fácil de lembrar de um nome de host do

Leia mais

DNS DOMAIN NAME SYSTEM

DNS DOMAIN NAME SYSTEM FRANCISCO TESIFOM MUNHOZ 2007 Índice 1 DNS DOMAIN NAME SYSTEM 3 2 PROXY SERVER 6 3 DHCP DYNAMIC HOST CONFIGURATION PROTOCOL 7 4 FIREWALL 8 4.1 INTRODUÇÃO 8 4.2 O QUE É FIREWALL 9 4.3 RAZÕES PARA UTILIZAR

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Capítulo 2.5 - DNS Prof. Jó Ueyama Março/2014 1 DNS: Domain Name System Pessoas: muitos identificadores: RG, nome, passaporte. Hosts e roteadores na Internet: endereços IP (32 bits)

Leia mais

Firewalls e DNS. Como e por que configurar corretamente. Hugo Koji Kobayashi. Registro.br. 30 de Junho de 2007 1/24

Firewalls e DNS. Como e por que configurar corretamente. Hugo Koji Kobayashi. Registro.br. 30 de Junho de 2007 1/24 Firewalls e DNS Como e por que configurar corretamente Hugo Koji Kobayashi Registro.br 30 de Junho de 2007 1/24 Agenda Principais características do protocolo DNS original Extension Mechanisms for DNS

Leia mais

DNS: Domain Name System

DNS: Domain Name System DNS: Domain Name System O objetivo desta unidade é apresentar o funcionamento de dois importantes serviços de rede: o DNS e o DHCP. O DNS (Domain Name System) é o serviço de nomes usado na Internet. Esse

Leia mais

Arquitectura de Redes

Arquitectura de Redes Arquitectura de Redes Domain Name System DNS 1 Objectivo / Motivação 2 'What's the use of their having names the Gnat said, 'if they won't answer to them?' Alice no País das Maravilhas Resolução de nomes

Leia mais

FUNDAÇÃO DE ESTUDOS SOCIAIS DO PARANÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DNS (DOMAIN NAME SYSTEM)

FUNDAÇÃO DE ESTUDOS SOCIAIS DO PARANÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DNS (DOMAIN NAME SYSTEM) FUNDAÇÃO DE ESTUDOS SOCIAIS DO PARANÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DNS (DOMAIN NAME SYSTEM) CURITIBA 2006 GUILHERME DE SOUZA JEAN THIAGO MASCHIO

Leia mais

Arquitetura TCP/IP. Parte IV Mapeamento de endereços IP em endereços físicos (ARP) Fabrízzio Alphonsus A. M. N. Soares

Arquitetura TCP/IP. Parte IV Mapeamento de endereços IP em endereços físicos (ARP) Fabrízzio Alphonsus A. M. N. Soares Arquitetura TCP/IP Parte IV Mapeamento de endereços IP em endereços físicos (ARP) Fabrízzio Alphonsus A. M. N. Soares Tópicos Problema de resolução de endereço Mapeamento direto Associação dinâmica ARP

Leia mais

Acesso Ethernet com Hubs

Acesso Ethernet com Hubs Acesso Ethernet com Hubs O dado é enviado de um por vez Cada nó trafega a 10 Mbps Acesso Ethernet com Bridges Bridges são mais inteligentes que os hubs Bridges reuni os quadros entre dois segmentos de

Leia mais

SDN: Evolução das Redes Programáveis

SDN: Evolução das Redes Programáveis SDN: Evolução das Redes Programáveis Marcelo Fernandes Systems Engineer Setembro, 2013 SDN: O que há de novo? Redes que conhecem as aplicações Aplicações que conhecem as redes Redes provêem serviços e

Leia mais

Aula 3 Servidor DNS BIND

Aula 3 Servidor DNS BIND 1 Aula 3 Servidor DNS BIND Um servidor DNS é responsável em responder pelos domínios e direcionar tudo que é relacionado a ele, nele por exemplo pode se apontar onde fica www.dominio.com.br, vai apontar

Leia mais

Capítulo 8 - Aplicações em Redes

Capítulo 8 - Aplicações em Redes Capítulo 8 - Aplicações em Redes Prof. Othon Marcelo Nunes Batista Mestre em Informática 1 de 31 Roteiro Sistemas Operacionais em Rede Modelo Cliente-Servidor Modelo P2P (Peer-To-Peer) Aplicações e Protocolos

Leia mais

REDES ESAF. leitejuniorbr@yahoo.com.br 1 Redes - ESAF

REDES ESAF. leitejuniorbr@yahoo.com.br 1 Redes - ESAF REDES ESAF 01 - (ESAF - Auditor-Fiscal da Previdência Social - AFPS - 2002) Um protocolo é um conjunto de regras e convenções precisamente definidas que possibilitam a comunicação através de uma rede.

Leia mais

Conceitos sobre TCP/IP. Endereços IP (Internet Protocol) Introdução

Conceitos sobre TCP/IP. Endereços IP (Internet Protocol) Introdução Conceitos sobre TCP/IP Endereços IP (Internet Protocol) Introdução O uso de computadores em rede e, claro, a internet, requer que cada máquina tenha um identificador que a diferencie das demais. Para isso,

Leia mais

Wireshark. Captura de Protocolos da camada de aplicação. Maicon de Vargas Pereira

Wireshark. Captura de Protocolos da camada de aplicação. Maicon de Vargas Pereira Wireshark Captura de Protocolos da camada de aplicação Maicon de Vargas Pereira Camada de Aplicação Introdução HTTP (Hypertext Transfer Protocol) 2 Introdução Camada de Aplicação Suporta os protocolos

Leia mais

Configuração de Rede

Configuração de Rede Configuração de Rede 1. Configuração de rede no Windows: A finalidade deste laboratório é descobrir quais são as configurações da rede da estação de trabalho e como elas são usadas. Serão observados a

Leia mais

Curso de extensão em Administração de serviços GNU/Linux

Curso de extensão em Administração de serviços GNU/Linux Curso de extensão em Administração de serviços GNU/Linux Italo Valcy - italo@dcc.ufba.br Gestores da Rede Acadêmica de Computação Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal da Bahia Administração

Leia mais

Professor(es): Fernando Pirkel. Descrição da(s) atividade(s):

Professor(es): Fernando Pirkel. Descrição da(s) atividade(s): Professor(es): Fernando Pirkel Descrição da(s) atividade(s): Definir as tecnologias de redes necessárias e adequadas para conexão e compartilhamento dos dados que fazem parte da automatização dos procedimentos

Leia mais

TCP-IP - Introdução. Aula 02. Professor Sérgio Teixeira E-mail: sergio.professor@multicast.com.br Telefone: (27) 9989-1122

TCP-IP - Introdução. Aula 02. Professor Sérgio Teixeira E-mail: sergio.professor@multicast.com.br Telefone: (27) 9989-1122 TCP-IP - Introdução Aula 02 Professor Sérgio Teixeira E-mail: sergio.professor@multicast.com.br Telefone: (27) 9989-1122 História 1969 - Advanced Research Project Agency (ARPA) financia a pesquisa e o

Leia mais

Tópicos Especiais em Redes de Telecomunicações

Tópicos Especiais em Redes de Telecomunicações Tópicos Especiais em Redes de Telecomunicações Redes definidas por software e Computação em Nuvem Prof. Rodrigo de Souza Couto Informações Gerais Prof. Rodrigo de Souza Couto E-mail: rodsouzacouto@ieee.org

Leia mais

Sistemas Multimédia. Arquitectura Protocolar Simples Modelo OSI TCP/IP. Francisco Maia famaia@gmail.com. Redes e Comunicações

Sistemas Multimédia. Arquitectura Protocolar Simples Modelo OSI TCP/IP. Francisco Maia famaia@gmail.com. Redes e Comunicações Sistemas Multimédia Arquitectura Protocolar Simples Modelo OSI TCP/IP Redes e Comunicações Francisco Maia famaia@gmail.com Já estudado... Motivação Breve História Conceitos Básicos Tipos de Redes Componentes

Leia mais

Redes de computadores e a Internet. A camada de rede

Redes de computadores e a Internet. A camada de rede Redes de computadores e a Internet Capitulo Capítulo 4 A camada de rede A camada de rede Objetivos do capítulo: Entender os princípios dos serviços da camada de rede: Roteamento (seleção de caminho) Escalabilidade

Leia mais

Interconexão de Redes Parte 2. Prof. Dr. S. Motoyama

Interconexão de Redes Parte 2. Prof. Dr. S. Motoyama Interconexão de Redes Parte 2 Prof. Dr. S. Motoyama 1 Software IP nos hosts finais O software IP nos hosts finais consiste principalmente dos seguintes módulos: Camada Aplicação; DNS (Domain name system)

Leia mais

ARP. Tabela ARP construída automaticamente. Contém endereço IP, endereço MAC e TTL

ARP. Tabela ARP construída automaticamente. Contém endereço IP, endereço MAC e TTL ARP Protocolo de resolução de endereços (Address Resolution Protocol) Descrito na RFC 826 Faz a tradução de endereços IP para endereços MAC da maioria das redes IEEE 802 Executado dentro da sub-rede Cada

Leia mais

Sistema de Distribuição de Nomes de Domínios (DNS)

Sistema de Distribuição de Nomes de Domínios (DNS) Sistema de Distribuição de Nomes de Domínios (DNS) Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Departamento de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Redes de Computadores Sumário:

Leia mais

SISGEP SISTEMA GERENCIADOR PEDAGÓGICO

SISGEP SISTEMA GERENCIADOR PEDAGÓGICO FACSENAC SISTEMA GERENCIADOR PEDAGÓGICO Projeto Lógico de Rede Versão: 1.2 Data: 25/11/2011 Identificador do documento: Documento de Visão V. 1.7 Histórico de revisões Versão Data Autor Descrição 1.0 10/10/2011

Leia mais

On Scalability of Software-Defined Networking

On Scalability of Software-Defined Networking On Scalability of Software-Defined Networking Bruno dos Santos Silva bruno.silva@ic.uff.br Instituto de Computação IC Universidade Federal Fluminense UFF 24 de Setembro de 2015 B. S. Silva (IC-UFF) On

Leia mais

Arquitectura de Redes

Arquitectura de Redes Arquitectura de Redes Domain Name System Arq. de Redes - Pedro Brandão - 2004 1 Objectivo / Motivação Resolução de nomes (alfanuméricos) para endereços IPs Será que 66.102.11.99 é mais fácil de decorar

Leia mais

Projeto e Instalação de Servidores Estrutura da Internet e do TCP/IP

Projeto e Instalação de Servidores Estrutura da Internet e do TCP/IP Projeto e Instalação de Servidores Estrutura da Internet e do TCP/IP Prof.: Roberto Franciscatto TCP/IP, endereçamento e portas TCP/IP? Dois protocolos TCP = Transfer Control Protocol IP = Internet Protocol

Leia mais

Introdução a DNS & DNSSEC 1

Introdução a DNS & DNSSEC 1 Introdução a DNS & DNSSEC 1 David Robert Camargo de Campos Rafael Dantas Justo Registro.br 1 versão 1.0.0 (Revision: ) 1/28 DNS - Domain Name System O Sistema de Nomes de

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS. Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos cpgcarlos@yahoo.com.br www.oficinadapesquisa.com.br

FACULDADE PITÁGORAS. Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos cpgcarlos@yahoo.com.br www.oficinadapesquisa.com.br FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA FUNDAMENTOS DE REDES REDES DE COMPUTADORES Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos cpgcarlos@yahoo.com.br www.oficinadapesquisa.com.br Material elaborado com base nas apresentações

Leia mais

Redes de Computadores. Protocolos de comunicação: TCP, UDP

Redes de Computadores. Protocolos de comunicação: TCP, UDP Redes de Computadores Protocolos de comunicação: TCP, UDP Introdução ao TCP/IP Transmission Control Protocol/ Internet Protocol (TCP/IP) é um conjunto de protocolos de comunicação utilizados para a troca

Leia mais

O que são DNS, SMTP e SNM

O que são DNS, SMTP e SNM O que são DNS, SMTP e SNM O DNS (Domain Name System) e um esquema de gerenciamento de nomes, hierárquico e distribuído. O DNS define a sintaxe dos nomes usados na Internet, regras para delegação de autoridade

Leia mais

Capítulo 8 - Comutação Ethernet. Associação dos Instrutores NetAcademy - agosto de 2007 - Página

Capítulo 8 - Comutação Ethernet. Associação dos Instrutores NetAcademy - agosto de 2007 - Página Capítulo 8 - Comutação Ethernet 1 Bridging da Camada 2 CCNA1_8_1_1_pt[1].swf Ao acrescentarmos mais hosts em um segmento, aumentamos o domínio de colisão e o número de retransmissões. Uma solução é dividir

Leia mais

Redes de Computadores e a Internet

Redes de Computadores e a Internet Redes de Computadores e a Internet Magnos Martinello Universidade Federal do Espírito Santo - UFES Departamento de Informática - DI Laboratório de Pesquisas em Redes Multimidia - LPRM 2011 Camada de Aplicação

Leia mais

Modulo 3. Professor: Leandro Engler Boçon E-mail: leandro@facear.edu.br Disciplina: Comunicação de dados

Modulo 3. Professor: Leandro Engler Boçon E-mail: leandro@facear.edu.br Disciplina: Comunicação de dados Modulo 3 Professor: Leandro Engler Boçon E-mail: leandro@facear.edu.br Disciplina: Comunicação de dados 1 Protocolo ARP Address Resolution Protocol 2 IP utiliza endereços de 32 bits para localização de

Leia mais

Capítulo 9 - Conjunto de Protocolos TCP/IP e Endereçamento. Associação dos Instrutores NetAcademy - Julho de 2007 - Página

Capítulo 9 - Conjunto de Protocolos TCP/IP e Endereçamento. Associação dos Instrutores NetAcademy - Julho de 2007 - Página Capítulo 9 - Conjunto de Protocolos TCP/IP e Endereçamento IP 1 História e Futuro do TCP/IP O modelo de referência TCP/IP foi desenvolvido pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos (DoD). O DoD exigia

Leia mais

Teleprocessamento e Redes

Teleprocessamento e Redes Teleprocessamento e Redes Aula 21: 06 de julho de 2010 1 2 3 (RFC 959) Sumário Aplicação de transferência de arquivos de/para um host remoto O usuário deve prover login/senha O usa duas conexões TCP em

Leia mais

Capítulo 10 - Conceitos Básicos de Roteamento e de Sub-redes. Associação dos Instrutores NetAcademy - Julho de 2007 - Página

Capítulo 10 - Conceitos Básicos de Roteamento e de Sub-redes. Associação dos Instrutores NetAcademy - Julho de 2007 - Página Capítulo 10 - Conceitos Básicos de Roteamento e de Sub-redes 1 Protocolos Roteáveis e Roteados Protocolo roteado: permite que o roteador encaminhe dados entre nós de diferentes redes. Endereço de rede:

Leia mais

PARANÁ GOVERNO DO ESTADO

PARANÁ GOVERNO DO ESTADO PROTOCOLOS DA INTERNET FAMÍLIA TCP/IP INTRODUÇÃO É muito comum confundir o TCP/IP como um único protocolo, uma vez que, TCP e IP são dois protocolos distintos, ao mesmo tempo que, também os mais importantes

Leia mais

Questionário de RC Nota3

Questionário de RC Nota3 Questionário de RC Nota3 Entrega: Individual e escrita à mão. Data de entrega: 30/10. Em todas as questões deverão constar o desenvolvimento da sua resposta, caso contrário a questão será desconsiderada.

Leia mais

Redes de Computadores. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com

Redes de Computadores. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Redes de Computadores Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Nível de Aplicação Responsável por interafir com os níveis inferiores de uma arquitetura de protocolos de forma a disponibilizar

Leia mais

Endereço de Rede. Comumente conhecido como endereço IP Composto de 32 bits comumente divididos em 4 bytes e exibidos em formato decimal

Endereço de Rede. Comumente conhecido como endereço IP Composto de 32 bits comumente divididos em 4 bytes e exibidos em formato decimal IP e DNS O protocolo IP Definir um endereço de rede e um formato de pacote Transferir dados entre a camada de rede e a camada de enlace Identificar a rota entre hosts remotos Não garante entrega confiável

Leia mais

identificar e localizar um ao outro computador pode estar conectado a mais de uma rede mais de um endereço

identificar e localizar um ao outro computador pode estar conectado a mais de uma rede mais de um endereço Endereçamento Endereçamento IP Para que dois sistemas quaisquer comuniquem-se, eles precisam ser capazes de se identificar e localizar um ao outro. Um computador pode estar conectado a mais de uma rede.

Leia mais

Descritivo Técnico. SLAView - Descritivo Técnico Build 5.0 release 4 16/02/2011 Página 1

Descritivo Técnico. SLAView - Descritivo Técnico Build 5.0 release 4 16/02/2011 Página 1 Descritivo Técnico 16/02/2011 Página 1 1. OBJETIVO O SLAview é um sistema de análise de desempenho de redes IP por meio da monitoração de parâmetros de SLA (Service Level Agreement, ou Acordo de Nível

Leia mais

Prof. Luís Rodolfo. Unidade III REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÃO

Prof. Luís Rodolfo. Unidade III REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÃO Prof. Luís Rodolfo Unidade III REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÃO Redes de computadores e telecomunicação Objetivos da Unidade III Apresentar as camadas de Transporte (Nível 4) e Rede (Nível 3) do

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores 1 Elmano R. Cavalcanti Redes de Computadores Camada de Rede elmano@gmail.com facisa-redes@googlegroups.com http://sites.google.com/site/elmano Esta apresentação contém slides fornecidos pela Editora Pearson

Leia mais

Professor: Macêdo Firmino Disciplina: Redes de Computadores II

Professor: Macêdo Firmino Disciplina: Redes de Computadores II Professor: Macêdo Firmino Disciplina: Redes de Computadores II Na aula de hoje iremos conhecermos e relembrarmos duas ferramentas do Windows, chamadas de ipconfig e nslookup. Além disso, iremos discutirmos

Leia mais

Visão geral da arquitetura do roteador

Visão geral da arquitetura do roteador Visão geral da arquitetura do roteador Duas funções-chave do roteador: Executar algoritmos/protocolos (RIP, OSPF, BGP) Comutar os datagramas do link de entrada para o link de saída 1 Funções da porta de

Leia mais

Aula 4. Pilha de Protocolos TCP/IP:

Aula 4. Pilha de Protocolos TCP/IP: Aula 4 Pilha de Protocolos TCP/IP: Comutação: por circuito / por pacotes Pilha de Protocolos TCP/IP; Endereçamento lógico; Encapsulamento; Camada Internet; Roteamento; Protocolo IP; Classes de endereços

Leia mais

Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Redes de Computadores Prof. Sergio Estrela Martins

Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Redes de Computadores Prof. Sergio Estrela Martins Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Redes de Computadores Prof. Sergio Estrela Martins Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a leitura

Leia mais

Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br

Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br Introdução ao protocolo TCP/IP Camada de aplicação Camada de transporte Camada de rede IFPB/Patos - Prof. Claudivan 2 É o protocolo mais usado da atualidade 1 :

Leia mais

Arquitetura Internet (TCP/IP)

Arquitetura Internet (TCP/IP) Instituto Federal do Pará - IFPA Ricardo José Cabeça de Souza ricardo.souza@ifpa.edu.br 2010 Redes Básicas S-10 Arquitetura Internet (TCP/IP) MÁSCARA DA SUB-REDE Indica como separar o NetId do HostId,

Leia mais

Redes de Computadores II

Redes de Computadores II Redes de Computadores II INTERNET Protocolos de Aplicação Intranet Prof: Ricardo Luís R. Peres As aplicações na arquitetura Internet, são implementadas de forma independente, ou seja, não existe um padrão

Leia mais

TECNOLOGIA WEB. Principais Protocolos na Internet Aula 2. Profa. Rosemary Melo

TECNOLOGIA WEB. Principais Protocolos na Internet Aula 2. Profa. Rosemary Melo TECNOLOGIA WEB Principais Protocolos na Internet Aula 2 Profa. Rosemary Melo Tópicos abordados Compreender os conceitos básicos de protocolo. Definir as funcionalidades dos principais protocolos de Internet.

Leia mais

Domain Name System. Domain Name System DNS

Domain Name System. Domain Name System DNS Domain Name System Você aprenderá: O que é Domain Name System (DNS) e quais os seus componentes. O que é uma zona de autoridade. Como funcionamento do processo de resolução de nomes. DNS - 1 Domain Name

Leia mais

Aula-28 Camada Aplicação - DNS. Prof. Dr. S. Motoyama

Aula-28 Camada Aplicação - DNS. Prof. Dr. S. Motoyama Aula-28 Camada Aplicação - DNS Prof. Dr. S. Motoyama 1 Camada Aplicação Escrever programas que Executem sobre diferentes sistemas finais e Se comuniquem através de uma rede. Ex.: Web software de servidor

Leia mais

Fundamentos de Redes de Computadores. Internet Protocol

Fundamentos de Redes de Computadores. Internet Protocol Fundamentos de Redes de Computadores Internet Protocol Internetworking LANs separadas e sem interoperabilidade Necessidade de um esquema que permitisse interligar várias tecnologias de rede em um todo

Leia mais

Interconexão redes locais (LANs)

Interconexão redes locais (LANs) Interconexão redes locais (LANs) Descrever o método de funcionamento dos dispositivos bridge e switch, desenvolver os conceitos básicos de LANs intermediárias, do uso do protocolo STP e VLANs. Com o método

Leia mais

Disciplina Fundamentos de Redes. Introdução ao Endereço IP. Professor Airton Ribeiro de Sousa Outubro de 2014

Disciplina Fundamentos de Redes. Introdução ao Endereço IP. Professor Airton Ribeiro de Sousa Outubro de 2014 Disciplina Fundamentos de Redes Introdução ao Endereço IP 1 Professor Airton Ribeiro de Sousa Outubro de 2014 PROTOCOLO TCP - ARQUITETURA Inicialmente para abordamos o tema Endereço IP, é necessário abordar

Leia mais

ADDRESS RESOLUTION PROTOCOL. Thiago de Almeida Correia

ADDRESS RESOLUTION PROTOCOL. Thiago de Almeida Correia ADDRESS RESOLUTION PROTOCOL Thiago de Almeida Correia São Paulo 2011 1. Visão Geral Em uma rede de computadores local, os hosts se enxergam através de dois endereços, sendo um deles o endereço Internet

Leia mais

Cap 03 - Camada de Aplicação Internet (Kurose)

Cap 03 - Camada de Aplicação Internet (Kurose) Cap 03 - Camada de Aplicação Internet (Kurose) 1. Qual a diferença entre um Programa de computador e um Processo dentro do computador? R. Processo é um programa que está sendo executado em uma máquina/host,

Leia mais

Redes. Entenda o que são ICMP, ping e traceroute Autor: Hélder Garcia Email: hlbognfspam@sounerd.com Março de 2004

Redes. Entenda o que são ICMP, ping e traceroute Autor: Hélder Garcia Email: hlbognfspam@sounerd.com Março de 2004 Entenda o que são ICMP, ping e traceroute Autor: Hélder Garcia Email: hlbognfspam@sounerd.com Março de 2004 O ICMP - - é um protocolo que faz parte da pilha TCP/IP, enquadrando-se na camada de rede (nível

Leia mais

Um pouco sobre Pacotes e sobre os protocolos de Transporte

Um pouco sobre Pacotes e sobre os protocolos de Transporte Um pouco sobre Pacotes e sobre os protocolos de Transporte O TCP/IP, na verdade, é formado por um grande conjunto de diferentes protocolos e serviços de rede. O nome TCP/IP deriva dos dois protocolos mais

Leia mais

Firewalls. O que é um firewall?

Firewalls. O que é um firewall? Tópico 13 Firewall Ferramentas de defesa - Firewall. Princípios de projeto de firewall. Sistemas confiáveis. Critérios comuns para avaliação de segurança da tecnologia da informação. 2 Firewalls O que

Leia mais

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito - Switch na Camada 2: Comutação www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Introdução A conexão entre duas portas de entrada e saída, bem como a transferência de

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - Aula 2 - MODELO DE REFERÊNCIA TCP (RM TCP) 1. INTRODUÇÃO O modelo de referência TCP, foi muito usado pela rede ARPANET, e atualmente usado pela sua sucessora, a Internet Mundial. A ARPANET é de grande

Leia mais

Arquitetura TCP/IP. Filosofia da Internet

Arquitetura TCP/IP. Filosofia da Internet Arquitetura TCP/IP Filosofia da Internet foi projetada p/: ser aberta o bastante p/ permitir a execução em uma grande variedade de equipamentos de resistir a possíveis danos que prejudicassem seu funcionamento

Leia mais

SERVIÇOS DE REDES - DNS

SERVIÇOS DE REDES - DNS Aula 18 Redes de Computadores 21/11/2007 Universidade do Contestado UnC/Mafra Curso Sistemas de Informação Prof. Carlos Guerber SERVIÇOS DE REDES - DNS DNS é a abreviatura de Domain Name System. O DNS

Leia mais