A importância da atuação do assistente social nas clínicas integradas de saúde e sua contribuição para as práticas de saúde coletiva

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1 A importância da atuação do assistente social nas clínicas integradas de saúde e sua contribuição para as práticas de saúde coletiva Jakeline Gonçalves Bonifácio Vitória Régia Izaú Resumo Partimos do princípio de que a formação profissional não se processa somente no âmbito acadêmico, sendo a Extensão Universitária um instrumento de expansão da construção e aprimoramento do conhecimento, e, também, uma forma da universidade interagir com a sociedade na qual está inserida. A área da saúde vem se configurando numa crescente demanda para o Serviço Social, considerando-se a necessária intersetorialidade entre as políticas de saúde e de assistência social. Propusemos realizar nas Clínicas Integradas de Saúde um Projeto de Extensão de caráter exploratório, no qual serão realizadas ações pautadas nas orientações dos Conselhos regulamentadores da categoria profissional que balizam a atuação do assistente social nesta área especificamente. Diante disto, a configuração e sistematização dos dados pretendem subsidiar a implantação de um setor de Serviço Social naquele espaço, buscando, ainda, contribuir para a formatação dos serviços numa perspectiva interdisciplinar que supere a multidisciplinaridade que hoje orienta a organização dos serviços prestados. Tratando-se de um projeto que se caracteriza pela dimensão da investigação e conhecimento da realidade; metodologicamente estamos trabalhando com análise documental, entrevistas semiestruturadas com os trabalhadores, alunos e os usuários, além de um aprofundamento bibliográfico sobre os temas pertinentes. Justificativa e referencial teórico As ações do assistente social no âmbito da saúde estão circunscritas historicamente na dinâmica social da reforma sanitária, que dentre outros fatores, ainda nos anos 1980, desencadeou o debate da saúde como direito de todos e dever do Estado, conforme a constituição de 1988 em vigor. A luta por melhores condições de vida e de trabalho e defesa pelos direitos sociais são o amálgama que faz com que o profissional assistente social no âmbito da saúde analise a demanda e possa propor ações que sistematizem e efetivem uma política de atendimento baseada na crítica ao modelo medicalocêntrico que tinha como foco a doença, e que se baseiem no Professora do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix. Professora do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix. Revista Tecer - Belo Horizonte vol. 3, nº 5, novembro

2 paradigma defendido internacionalmente que afirma a saúde a partir da visão do homem como ser integral em suas dimensões biopsicossocial. Neste sentido, a intervenção do profissional na saúde se dá através de seis eix os de ação, a saber: ações assistenciais; ações em equipe; ações socioeducativas; ações de mobilização, participação e controle social; ações de investigação, planejamento e gestão; ações de assessoria, qualificação e formação profissional (CFESS, 2009). Entendemos que a principal proposta da Reforma Sanitária é a defesa da universalização das políticas e garantia dos direitos sociais. Concordamos com o ideário do Sistema Único de Saúde (SUS), que ainda não alcançou plenamente os objetivos propostos na lei 8080/90, mas que incorpora o discurso e prática dos profissionais do Serviço Social, que a partir dos eixos supracitados, poderá imprimir na dinâmica do cotidiano das Clínicas Integradas de Saúde maior integração com as outras áreas e maior possibilidade de articulação numa perspectiva interdisciplinar. Dentro das referências que tomamos por base, consideramos o conceito de saúde coletiva como propulsor das ações neste Projeto de Extensão. Isto significa que temos em perspectiva que o docente extensionista fará leitura minuciosa dos eixos de ação previstos pelo CFESS, propondo nesta ação exploratória a sistematização de dados no sentido de contribuir para a implantação do setor de Serviço Social nas Clínicas Integradas de Saúde do Centro Universitário Izabela Hendrix, além da atuação do professor extensionista vinculado ao Curso de Serviço Social, corroborando com os princípios de atuação comunitária presente na filosofia e ideologia deste Centro Universitário. A partir da resolução do Conselho Federal de Serviço Social - CFESS n.º 383/99 de 29/03/1999, o assistente social passa a se caracterizar como profissional da saúde, reafirmando a decisão do Conselho Nacional de Saúde que já em 1996 reafirmava o profissional como integrante deste âmbito de atuação. Neste sentido, ao corroborar com as resoluções, bem como o documento intitulado Parâmetros para atuação de assistentes sociais na saúde, também elaborado pelo CFESS em março de 2009, justificamos esta iniciativa no sentido de contribuir para o entendimento da práxis do assistente social dentro da perspectiva interdisciplinar, somando esforços com os demais profissionais nas clínicas integradas, propiciando aos alunos e comunidade acadêmica maior conhecimento da prática profissional do assistente social, e concomitantemente favorecendo maior articulação entre academia e sociedade. Objetivo geral Contribuir para a implantação de um setor de assistência social nas Clínicas Integradas de Saúde do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix. Objetivos específicos 1. Conhecer a realidade da Comunidade Aglomerado da Serra, que é usuária dos serviços das Clínicas Integradas de Saúde. 2. Contribuir para a construção da dimensão da interdisciplinaridade na prestação dos serviços nas Clínicas Integradas de Saúde. Revista Tecer - Belo Horizonte vol. 3, nº 5, novembro

3 3. Promover ações de educação em saúde junto ao público atendido nas Clínicas Integradas de Saúde. Metas a. Elaboração de um mapeamento dos usuários dos serviços das Clinicas Integradas de Saúde. b. Promover um debate sobre interdisciplinaridade com os profissionais das clínicas. c. Participar dos projetos de educação em saúde já desenvolvidos pelos profissionais das áreas de enfermagem, fisioterapia, fonoaudiologia, pedagogia, psicologia e nutrição. Ações Desenvolvidas Eixo 1 - Ações assistenciais Verificar, através de instrumentos próprios, a demanda para articulação das clínicas com a rede de políticas sociais e setoriais da cidade de Belo Horizonte e adjacências. Eixo 2 - Ações em equipe Entrevistar os profissionais e alunos das Clínicas Integradas de Saúde para análise de demandas de atendimentos em grupo, para elaboração do Plano de Trabalho em Eixo 3 - Ações socioeducativas Analisar dentro das possibilidades e demandas a articulação de parcerias para atividades como campanhas educativas e ambientais. Eixo 4 - Ações de Mobilização, participação e controle social Realizar levantamento das atividades comunitárias desenvolvidas pelas entidades locais, visando maior diálogo com a comunidade do Aglomerado Serra. Eixo 5 - Ações de Planejamento e gestão Realizar discussões interdisciplinares dentro do cronograma do Projeto de extensão para socialização e atualização dos dados colhidos. Referências BRASIL. CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL. São Paulo. Saraiva Estatuto do Instituto Metodista Izabela Hendrix. Disponível em - Acessado em 23 de setembro de Projeto Pedagógico Institucional (PPI) do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix. Disponível em df - acessado em 23 de setembro de Parâmetros para Atuação de Assistentes Sociais na Saúde. Conselho Federal de Serviço Social (CFESS), março de Versão Preliminar. Disponível em - acessado em 23 de setembro de Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix. Disponível em al.pdf - - acessado em 23 de setembro de Revista Tecer - Belo Horizonte vol. 3, nº 5, novembro

4 Resolução CFESS N.383/99. Disponível em - acessado em 23 de setembro de Revista Tecer - Belo Horizonte vol. 3, nº 5, novembro

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