O ATENDIMENTO EDUCACIONAL NOS AMBIENTES HOSPITALARES

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1 75 O ATENDIMENTO EDUCACIONAL NOS AMBIENTES HOSPITALARES Jussara Passo de Oliveira Liene Ribeiro Simões Rosângela Agra de Araújo da Silva Vera Lúcia Abreu Sônia Victor Lopes (Orientadora) Universidade Federal do Espírito Santo Resumo: O estudo tem por objetivo investigar a dinâmica de funcionamento de duas classes hospitalares existentes no Espírito Santo. Esta pesquisa qualitativa usa como ferramenta metodológica a entrevista semi-estruturada, sendo que, essas entrevistas foram concedidas por duas coordenadoras de classes hospitalares de dois hospitais públicos do estado. Essa ação educativa surgiu no contexto da humanização do atendimento hospitalar cujo objetivo é a implementação de uma nova prática de atuação dentro dos hospitais, oportunizando uma atenção integral às necessidades dos sujeitos hospitalizados. Dentro desse contexto, a classe hospitalar surge como um elemento integrador entre as áreas de educação e saúde, possibilitando que a criança hospitalizada tenha o seu direito à educação garantido. Palavras-chave: Classe hospitalar; Ensino hospitalar; Trabalho docente. INTRODUÇÃO Buscando conhecer e aprimorar nossos conhecimentos em relação ao trabalho pedagógicoeducacional realizado nas classes hospitalares, localizadas na Grande Vitória no Espírito Santo, realizamos entrevistas com os coordenadores que atuam nestes espaços. Através de entrevistas semi-estruturadas procuramos conhecer a realidade vivenciada por esses sujeitos, buscando compreender essas vivências a partir de alguns autores como Fonseca (2008), Barros (2007), Ceccim (1999), Darela e Cardoso (2007) e outros, dialogando com os pontos de vistas, ideias e conhecimentos desses pesquisadores que estudam essa modalidade de ensino. Mediante as reflexões feitas selecionamos três aspectos para nossa análise: A classe hospitalar no contexto de humanização do atendimento hospitalar; A atuação docente no ambiente hospitalar e A interação classe regular e classe hospitalar. Este trabalho tem por objetivo, conhecer as experiências de atuação pedagógico-educacional dentro do ambiente hospitalar na Grande Vitória, dialogando com estudos já existentes. METODOLOGIA A pesquisa foi realizada em dois hospitais públicos da Grande Vitória, Região Metropolitana do Espírito

2 Santo. Através de um roteiro de entrevista semi-estruturada, foi realizada uma entrevista com cada uma das coordenadoras dos respectivos hospitais que, posteriormente, foi transcrita. Por questões éticas, não mencionaremos o nome das entrevistadas e faremos referência às mesmas através das letras A e B. 76 O CONTEXTO DO ATENDIMENTO EDUCAIONAL DENTRO DO AMBIENTE HOSPITALAR A legislação brasileira garante a toda criança o direito à educação. Segundo o Artigo 205 da Constituição Federal de 1988 toda criança tem direito à educação pública e de qualidade, sendo dever do Estado e da família garantir a efetivação desse direito. Sendo esse direito reafirmado no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), Lei nº8.069 de 13 de julho de 1990 e na Leis de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Da mesma forma, a Resolução nº 02/2001 CEB/CNE, que estabelece as diretrizes nacionais para a educação especial na educação básica, garante o direito à continuidade dos estudos das crianças e adolescentes hospitalizados ao propor em seu artigo 13, parágrafo 1º, que as classes hospitalares devem dar continuidade ao processo de ensino-aprendizagem de alunos matriculados em escolas de Educação Básica, contribuindo para o retorno e a reintegração desses educandos as sua escolas de origem. Segundo a política do Ministério da Educação (MEC) Classe hospitalar é um ambiente hospitalar que possibilita o atendimento educacional de crianças e jovens internados que necessitam de educação especial e que estejam em tratamento hospitalar (BRASIL, p. 20). Nesse sentido, o objetivo do atendimento pedagógico educacional da classe hospitalar é propiciar situações de aprendizagens que possibilitem o desenvolvimento psicossocial e cognitivos das crianças e adolescentes em estado de adoecimento. A criança hospitalizada, assim como qualquer criança, apresenta o desenvolvimento que lhe é possível de acordo com uma diversidade de fatores com os quais interage e, dentre eles, as limitações que o diagnóstico clínico possa lhe impor. De forma alguma podemos considerar que a hospitalização seja de fato, incapacitante para a criança um ser em desenvolvimento tem sempre possibilidades de usar e expressar de forma ou de outra seu potencial. (FONSECA, 2008, p ) O estudo de Caiado (2003), com base em pesquisas de Januzzi, sobre a história da Educação Especial no Brasil, revela que em 1600 foi criada no Brasil o primeiro atendimento escolar à pessoa deficiente (deficiente físico) na Santa Casa de Misericórdia na cidade de São Paulo. Sendo este o marco histórico da Educação Especial no Brasil. Fonseca (1999) fez um levantamento das classes hospitalares existentes no Brasil até dezembro de 1997 e concluiu que havia 30 em funcionamento. Também segundo Fonseca (2003, apud FREITAS; ZARDO, 2007) em 2003 o número de classes hospitalares havia aumentado para 80 salas distribuídas em 14 estados da federação mais o Distrito Federal. Entretanto, apesar do aumento significativo do número de classes hospitalares, elas ainda não estão presentes em todos os estados da federação. Isso demonstra que mesmo estando previsto por leis, esse tipo de atendimento pedagógicoeducacional, ainda, é oferecido em poucos hospitais brasileiros. Dessa forma, o atendimento educacional nos hospitais do Brasil ainda encontra muitas indefinições em relação a sua identidade, pois existem diferentes práticas educativas. Estas

3 práticas existentes vão desde o atendimento em programas de recreação, que priorizam o aspecto lúdico, até o atendimento escolar propriamente dito. Este último também com características diversas, passando por atendimento nas próprias unidades de internação, corredores, salas de lanche, etc., quanto em salas próprias, com mobiliários e equipamentos de última geração. As iniciativas tornam-se isoladas, cada qual buscando recursos que viabilizem o atendimento. (DARELA; CARDOSO, 2007, p. 23) Por ser um campo educacional relativamente novo, pelo menos, no que diz respeito ao seu reconhecimento legal (BRASIL, 1994), essa modalidade de ensino ainda enfrenta o desafio de construir sua própria identidade educativa. Há duas linhas de pensamento entre os pesquisadores que estudam esse campo educacional: uma delas defende o atendimento dentro do contexto de humanização das práticas hospitalares e, nesse sentido, deve prestar um serviço de auxílio à promoção da saúde da criança e adolescente hospitalizado, priorizando em sua prática as atividades lúdicas e recreativas; uma outra linha de pesquisa defende que o atendimento feito na classe hospitalar esteja voltado para o cumprimento do currículo escolar e seja feito em parceria com a escola a qual a criança esteja matriculada. Existe também uma indefinição, ou melhor, uma divergência entre os autores que pesquisam essa área em relação ao tipo de formação mais adequada para o docente que atua nessa modalidade de ensino. Nesse sentido, Fonseca (2008, p. 31) afirma que, O professor da escola hospitalar não requer, necessariamente, uma formação especializada. Temos consciência que este é um ponto de vista não unânime na área do atendimento escolar hospitalar. Acreditamos que muito pouco acrescentará à prática pedagógica do professor uma especialização, se ele não dominar conceitos básicos (processos de desenvolvimento e de aprendizagem, didática, planejamento, por exemplo) que são essenciais para que a dinâmica da sala de aula seja mediada por situações e atividades que levarão á construção de novos conhecimentos. Por outro lado, existem autores como Barros (2007) que afirma ser necessário uma formação mais abrangente e específica para os professores que atuam em classes hospitalares. Essa formação de caráter multidisciplinar e multiepistêmica devem aproximar o professor dos conhecimentos produzidos na área de saúde e dar-lhe suporte para reconhecer que a prática pedagógica em classe hospitalar pode atender tanto a filiações mais comprometidas com o acompanhamento curricular, quanto a filiações comprometidas apenas com o enfrentamento do stress da hospitalização (BARROS, 2007, p. 268). Essa mesma autora afirma ainda que, Se considerarmos ainda a importância de um domínio mínimo, por parte de um professor que lecionará em uma enfermaria pediátrica, de temáticas como modelos assistências e sistemas de saúde no Brasil, estrutura e funcionamento das instituições de saúde, política de humanização dos sistemas de saúde, constataremos, então, a sua absoluta insuficiência. Pois, mesmo considerando uma formação de qualidade em nível superior, aquelas temáticas não são objetos de tratamento didático em nenhuma das disciplinas das graduações em Pedagogia ou Licenciaturas [..]. Àqueles que porventura julgarem dispensáveis tal corpo de conhecimento, basta imaginar como pode ser possível a um professor de classe hospitalar compreender, incorporar criticamente e adaptar ao seu planejamento semanal de atividades as restrições de horários impostas pela rotina de funcionamento da enfermaria [...]. (BARROS, 2007, p. 269) Apesar de haver pontos de divergência, os pesquisadores concordam que essa modalidade de ensino, independente de sua forma de atuação, é importante para garantir o direito da criança e adolescente à 77

4 educação e também disponibiliza aos mesmos importantes mecanismos que lhes permitam continuar seu processo de desenvolvendo cognitivo, psicossocial e afetivo. Nesse contexto, cabe ao professor da classe hospitalar fazer esse elo entre educação e saúde e mediar a relação entre os novos conhecimentos que o ambiente hospitalar produz e a aquisição de novos saberes escolares. Dessa forma, o professor exerce o importante papel de ajudar a criança a compreender e ressignificar esses conhecimentos em um processo de construção e apropriação de novas aprendizagens significativas. Nesse sentido, Ortiz e Freitas (2001, p. 72) afirma que O campo pedagógico educacional se insinua no universo hospitalar, acenando para um modo singular de compreensão dos sofrimentos das crianças hospitalizadas e tendo como princípio a promoção da saúde. Assim, a disponibilidade de atividades escolares, e até mesmo lúdicas, consagra-se como uma das variáveis que influem na resposta à hospitalização. Há uma intencionalidade nessa ação: a luta contra a doença, não com arsenal curativo da medicina, mas, antes, com uma atenção escolarizada, armada com anseios de crescimento pessoal, investimento na criatividade, na busca de caminhos novos e na geração de expectativas. 78 ANÁLISE DOS DADOS A classe hospitalar no contexto de humanização do atendimento hospitalar O atendimento educacional em ambiente hospitalar constitui-se como uma modalidade de ensino cujo objetivo é dar continuidade a vida escolar da criança e adolescente hospitalizado. Isso porque o estado de adoecimento agudo ou crônico não deve ser um empecilho para que a criança e adolescente continue seu processo integral de desenvolvimento. Esse atendimento garante a manutenção dos vínculos escolares, pois, o período de hospitalização, principalmente, nos casos de doenças crônicas, aonde o tratamento contra a enfermidade submete a criança a longos e repetidos afastamentos da escola, torna difícil a sua reintegração as atividades escolares quando recebe alta hospitalar. Nesse sentido, a classe hospitalar é importante para a garantia da continuidade dos estudos da criança evitando, assim, a evasão e o fracasso escolar. Nessa perspectiva, [...] a educação constitui-se um fio condutor capaz de possibilitar que os papéis do paciente e do aluno se confundam, assim como, em seus princípios formativos, o hospital e a escola (ORTIZ; FREITAS, 2001, p. 75). Essa percepção da classe hospitalar como mecanismo motivador de novas aprendizagens, bem como, sua capacidade de manutenção de vínculos educativos e afetivos com a escola é confirmada na seguinte fala da coordenadora A. Então isso ai..., a ideia é evitar que a criança desista por estar doente de estudar ou que ela fracasse, a ideia básica e essa. [...] um ponto fundamental no trabalho é motivar essas crianças, criar um vínculo com a educação, com a professora que é a pessoa presente direto com eles, no sentido deles criarem, assim, um projeto... de... não está na escola, mas volta pra escola, não desiste da escola, e pensar assim num projeto de vida. [...] Então a classe hospitalar, nesse sentido, motivacional em termos de linha de vida pra essas crianças. Dessa forma, o atendimento educacional em ambiente hospitalar se insere no contexto de humanização do atendimento feito em hospitais, pois o sujeito, antes visto, ou melhor, tratado como sendo apenas um corpo doente, nessa nova perspectiva, passa a ser percebido como um ser integral. A criança e adolescente hospitalizado, dentro dessa nova visão, não podem ter o seu direito à

5 educação negado e nem podem ser ignorados os aspectos cognitivos, sociais e afetivos de seu desenvolvimento. 79 A atuação docente no ambiente hospitalar O ambiente hospitalar, por diversas razões, é certamente um desafio para a atuação docente. Os cursos de licenciatura, de maneira geral, não contém em seus programas curriculares conteúdos aprofundados sobre outras áreas de atuação docente, que não seja a sala de aula regular. Isto implica em uma formação, quase exclusivamente, voltada para a prática escolar, não contemplando outros ambientes educativos. Por isso, o professor que atua em classe hospitalar enfrenta o desafio de adaptar sua prática a nuances e peculiaridades de um ambiente que, a princípio, não é o seu. Isso fica evidenciado na seguinte declaração: Porque não podemos invadir um espaço que é deles (profissionais da saúde), porque na verdade nós é que estamos no espaço que é deles, não é nosso espaço [...]. Porque a realidade da enfermaria é totalmente diferente daqui, da sala né. Lá é de leito em leito, tem que saber o que você pode ou não pode fazer. O horário, se um médico chega para realizar um procedimento, infelizmente, o professor tem que ceder o horário para o médico. (Coordenadora B) O ambiente hospitalar também implica outros desafios como a alta rotatividade dos estudantes, pois a criança e adolescente hospitalizados são alunos temporários da educação especial e deixa de pertencer a classe hospitalar quando recebem alta do tratamento. Um outro aspecto relevante é a variação na faixa etária atendida, pois, as enfermarias abrigam crianças de todas as idades e o professor tem que adequar o seu planejamento e atendimento à diversidade de alunos existentes. É preciso também que o professor considere a condição de saúde da criança, pois nem todas podem ou querem receber o atendimento pedagógico e o educador precisa estar atento a essas nuances e sutilezas no seu trabalho cotidiano. O ambiente hospitalar é para o professor uma fonte de aprendizagem constante por meio da escuta às informações de vida da criança, com o seu conteúdo de representação da doença, do tratamento, da hospitalização e da equipe de saúde. Isto leva o professor a aperfeiçoar a assistência, de maneira a tornar a experiência da hospitalização um aspecto positivo para o crescimento e desenvolvimento da criança. (FONSECA, 2008, p. 37) A interação classe regular e classe hospitalar Segundo as percepções dos sujeitos entrevistados em nossa pesquisa, cabem aos órgãos como Secretaria Estadual de Educação (SEDU) a competência e a responsabilidade de mediar à relação entre as escolas e as classes hospitalares para que haja possibilidade de um trabalho mais integrado. Essa mediação teria o intuito de informar e esclarecer as escolas sobre o atendimento educacional oferecido em alguns hospitais. Este atendimento ainda é pouco conhecido e, ás vezes, até mesmo desconsiderado. Isso de evidencia no relato da coordenadora B. [...] eu acho que já tivemos problemas com duas ou três escolas que não aceitaram [...] tem escola que ela conhece né, até o trabalho da classe hospitalar e a própria Lei.

6 80 (Coordenadora B) Mesmo sendo garantido por lei, o trabalho docente realizado no espaço hospitalar nem sempre é reconhecido pela escola de origem da criança e adolescente que recebem atendimento nesse espaço. Isso dificulta o trabalho dos professores que atuam com esta modalidade de ensino, pois, aquelas escolas que não reconhecem o trabalho, também não se comprometem com o envio das atividades escolares de seus alunos hospitalizados, dificultando o acompanhamento dos conteúdos escolares do educando. Nessa perspectiva, não pode haver trabalho desarticulado, mas em integração para que os profissionais que atuam nestes espaços possibilitem que o estudante, que é personagem principal deste contexto, sejam capazes de se (re)organizarem na vida escolar após a hospitalização e que tenham suas possibilidades de inserção na classe regular maximinizadas com o trabalho desenvolvidos na classe hospitalar. Dispor do atendimento da classe hospitalar, mesmo que por um tempo mínimo e que talvez pareça não significar muito para a criança que freqüente a escola regular, tem caráter de atendimento educacional e de saúde para a criança hospitalizada, uma vez que esta pode atualizar suas necessidades, desvincular-se, mesmo que momentaneamente, das restrições que um tratamento hospitalar impõe e adquirir conceitos importantes tanto à sua vida escolar quanto pessoal [...]. (CECCIM, 1999, p. 44) Mesmo havendo a necessária integração entre a escola regular e a classe hospitalar, a criança hospitalizada é um aluno temporário dessa modalidade e deve ter garantido e facilitado o seu retorno a vida escolar. Isto é, a criança e adolescente após a alta hospitalar devem ter seu processo de ensino e aprendizagem acompanhados pela escola regular. CONSIDERAÇÕES FINAIS A nossa pesquisa ainda está em andamento, no entanto, a análise dos dados coletados através das entrevistas à luz da teoria dos autores citados, nos aponta alguns aspectos relevantes. Podemos inferir que o trabalho docente realizados nos ambientes hospitalares requer um olhar minucioso, ou seja, é um campo de pesquisa abrangente, pois o ofício de ser professor num ambiente tão peculiar como o hospital apresenta diversas interfaces, tanto política, pedagógica, psicológica, social e ideológica. No entanto, a ação do professor nestes espaços necessita de (re)conhecimento e (re)significado, cabendo a estes profissionais criarem um elo entre educação e saúde para que a criança e o adolescente hospitalizados tenham seu direito à educação, as suas necessidades intelectuais, cognitivas, psíquicas e de aprendizagem reconhecidas, independente do estado de adoecimento. Por outro lado, os resultados apontam que o trabalho pedagógico-educacional desenvolvido no ambiente hospitalar, visa contribuir no processo de tratamento de saúde da criança hospitalizada, isto porque, esse atendimento educacional faz parte da atenção integral às necessidades da criança em estado de adoecimento. Visto que, alguns aspectos da vida destes sujeitos hospitalizados tornam-se invisíveis em algumas situações, à atuação do professor tende possibilitar e proteger o seu desenvolvimento integral, de

7 forma que contribua para aquisição de novas aprendizagens e sua reintegração a rotina escolar, após a alta hospitalar. 81 Referências: BARROS, Alessandra Santana Soares e. Contribuições da educação profissional em saúde à formação para o trabalho em classes hospitalares. Caderno Cedes, Campinas, v. 27, n. 73, p , Set/Dez Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo>. Acesso em: 11 de nov BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Especial. Política nacional de educação especial. Brasília: MEC/SEESP, Diretrizes nacionais para a educação especial na educação básica. Secretaria de Educação Especial-MEC; Seesp, Estatuto da criança e do adolescente. Lei nº 8.069, de 13 de julho de Lei de diretrizes e bases da educação nacional. L.D.B. Lei nº 9.394/ Constituição da República Federativa do Brasil/1988. CAIADO, K. R. M. O trabalho pedagógico no ambiente hospitalar: um espaço em construção. In: RIBEIRO, M. L. S. e BAUMEL, R. C. R. C. Educação especial do querer ao fazer. Campinas: Ed. AVERCAMP, CECCIM, Ricardo Burg. Classe hospitalar: encontros da educação e da saúde no ambiente hospitalar. Revista Pedagógica Pátio. ano 3, n. 10, ago/out, DARELA, Maristela Silva. CARDOSO, Terezinha Maria. Classe hospitalar e escola regular: tecendo encontros Dissertação (Mestrado) - Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) do Centro de Educação, Universidade Federal de Santa Catarina. FONSECA, Eneida Simões da. Atendimento escolar no ambiente hospitalar. 2. ed. São Paulo: Memnon, A situação brasileira do atendimento pedagógico educacional hospitalar. Educação e Pesquisa. São Paulo, v. 25. n. 1, Disponível em: <http// www. Scielo. Br/scielo>. Acesso em: 02/11/2008. ORTIZ, Leodi Conceição Meireles. FREITAS, Soraia Napoleão. Classe hospitalar: um olhar sobre sua práxis educativa. R. Bras. Est. Pedag. Brasília, v. 82, n. 200/201/202, p jan./dez ZARDO, Sinara Pollom; FREITAS, Soraia Napoleão. Educação em classes hospitalares: transformando ações e concepções à luz da teoria da complexidade. Educ. rev., Curitiba, n. 30, Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?>. Acesso em: 02/11/2008.

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