BOLETIM Bancário. Dezembro de 2012 Nº4/ Destaque

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1 1. Destaque Crédito à Habitação e Regime Extraordinário Foram recentemente aprovadas diversas medidas com vista à protecção de devedores em situação de dificuldade económica com um significativo impacto no regime aplicável ao crédito à habitação em caso de incumprimento. Assim, pela Lei n.º 58/2012, de 9 de Novembro, foi criado um regime extraordinário e temporário de protecção de devedores de crédito à habitação em situação económica muito difícil. Este regime é aplicável às situações de incumprimento de contratos de mútuo com hipoteca celebrados no âmbito do sistema de concessão de crédito à habitação destinado à aquisição, construção ou realização de obras de conservação e de beneficiação de habitação própria permanente de agregados familiares, quando os mutuários se encontrem em situação económica muito difícil e apenas quando o imóvel em causa seja a única habitação do agregado familiar. Por força do referido diploma, em caso de incumprimento do crédito à habitação e de eventual execução de hipoteca, os mutuários dispõem agora do direito à aplicação de uma ou de várias das seguintes medidas de protecção: i) plano de reestruturação de dívida; ii) medidas complementares ao plano de reestruturação; e iii) medidas substitutivas da execução hipotecária. Salvo acordo em contrário entre a instituição de crédito e o mutuário, as medidas substitutivas são de aplicação subsidiária em relação às medidas de reestruturação e as medidas complementares são de aplicação voluntária. Para o efeito, o mutuário que beneficie do mencionado regime extraordinário de protecção de devedores deverá requerer a sua admissão, apresentando toda a documentação estipulada na referida lei à instituição de crédito com a qual celebrou o contrato de mútuo. O deferimento do acesso ao aludido regime tem por efeito: i) a obrigatoriedade de a instituição de crédito apresentar ao mutuário uma proposta de plano de reestruturação; ii) a suspensão automática do processo de execução hipotecária relativo às dívidas decorrentes do crédito à habitação; e iii) a obrigação de a instituição de crédito comunicar esse deferimento ao tribunal em que corre o processo de execução referido na alínea anterior. O plano de reestruturação da dívida consistirá, necessariamente, numa ou várias das seguintes medidas: i) concessão de um período de carência, entre 12 e 48 meses, respeitante ao pagamento de prestações mensais a cargo do mutuário ou estabelecimento de um valor residual no plano de amortizações; ii) prorrogação do prazo de amortização do empréstimo, até ao limite de 50 anos relativamente ao momento de contratação do mesmo; iii) redução do spread, até ao limite mínimo de 0,25%, aplicável durante o período de carência; e iv) concessão de um empréstimo adicional autónomo destinado a suportar temporariamente o pagamento das prestações do crédito à habitação, em termos e condições contratuais equivalentes aos do crédito objecto do plano de reestruturação, nomeadamente quanto à taxa, ao regime dos juros e à garantia. O plano de reestruturação abrange todos os montantes, vencidos e vincendos, devidos pelo mutuário ao abrigo do crédito à habitação, nomeadamente prestações de capital, juros e comissões. A instituição de crédito e o mutuário podem, ainda, acordar na consolidação de todas ou de parte das dívidas bancárias contraídas pelo mutuário. Este não pode recusar a consolidação do crédito à habitação e créditos conexos, nem recusar que estes beneficiem da cobertura hipotecária do crédito à habitação. A adopção do plano de reestruturação ou de qualquer das medidas complementares não pode, em qualquer circunstância, dar lugar à revisão ou alteração dos restantes termos e condições de carácter financeiro do contrato de crédito à habitação, nomeadamente agravando o spread e outros encargos com o crédito, nem permite à instituição de crédito cobrar qualquer comissão adicional pelas alterações ao contrato, com excepção de despesas suportadas perante pág. 1

2 terceiros por força da aplicação daquelas medidas. Nota-se também que nos casos em que o cumprimento do plano de reestruturação se presuma inviável, a instituição de crédito não fica obrigada a propor ao mutuário um plano de reestruturação. Verificando-se uma das situações a seguir indicadas, a instituição de crédito e o mutuário devem negociar à adopção de medidas complementares ao plano de reestruturação: i) demonstrar-se a inviabilidade do plano de reestruturação, no curso da sua execução, e ii) em caso de incumprimento pelo mutuário de três prestações seguidas previstas no plano de reestruturação. Haverá lugar à aplicação das medidas substitutivas à execução hipotecária quando se verifique uma das seguintes situações: i) a instituição de crédito comunique ao mutuário a opção de não apresentar uma proposta de plano de reestruturação; ii) nos casos de eventual recusa do mutuário em celebrar ou formalizar uma proposta de plano de reestruturação cujo cumprimento se presuma viável; e iii) não terem as partes chegado a acordo, dentro do prazo aplicável, sobre a adopção das medidas complementares. As mencionadas medidas substitutivas previstas no regime extraordinário consistem: i) na dação em cumprimento do imóvel hipotecado; ii) na alienação do imóvel a um Fundo de Investimento Imobiliário para Arrendamento Habitacional, com ou sem arrendamento e opção de compra a favor do mutuário e entrega do preço à instituição de crédito, liquidando-se assim a dívida; iii) na permuta por uma habitação de valor inferior, com revisão do contrato de crédito e redução do capital em dívida pelo montante da diferença de valor entre as habitações. A lei em análise regula, ainda, os termos segundo os quais se considerará a dívida totalmente extinta. Por seu lado, a Lei n.º 59/2012, de 9 de Novembro, veio alterar o Decreto-Lei n.º 349/98, de 11 de Novembro, que aprovou o regime jurídico do crédito à habitação, com respeito à protecção dos mutuários de crédito à habitação. Este diploma regula: i) as condições em que as instituições de crédito podem resolver o contrato de crédito à habitação em caso de incumprimento, nomeadamente no caso de se verificarem, pelo menos, três prestações vencidas não pagas pelo mutuário; ii) a criação de um regime especial de garantias do empréstimo, do qual se destaca a possibilidade de ser estipulado que a venda executiva ou a dação em cumprimento exoneram integralmente o mutuário das suas obrigações emergentes do contrato de empréstimo, independentemente do produto da venda executiva ou do valor atribuído ao imóvel na dação em cumprimento; iii) a atribuição ao mutuário de um direito de retoma do crédito à habitação em caso de execução, no máximo de duas vezes durante a respectiva vigência, considerando-se sem efeito a resolução do respectivo contrato, desde que se verifique o pagamento das prestações vencidas e não pagas, bem como dos juros de mora e as despesas em que a instituição de crédito incorreu; e iv) a proibição de aumento dos encargos com o crédito, incluindo o spread, em caso de renegociação do mesmo nas circunstâncias estabelecidas na lei, nomeadamente no caso de celebração com terceiro de um contrato de arrendamento do imóvel motivada por mudança de local de trabalho do mutuário (ou de outro membro do agregado familiar) ou por desemprego do mutuário (ou de outro membro do agregado familiar), e no caso de divórcio, separação judicial de pessoas e bens, dissolução da união de facto ou falecimento de um dos cônjuges. Através da Lei n.º 57/2012, de 9 de Novembro, foi também alterado o Decreto-Lei n.º 158/2002, de 2 de Julho, por forma a permitir que os participantes dos planos poupança reforma/educação possam exigir o respectivo reembolso, entre outras finalidades, para pagamento de prestações de crédito à aquisição de habitação própria e permanente. Por fim, a Lei n.º 60/2012, de 9 de Novembro, veio alterar o Código de Processo Civil, modificando as regras relativas à ordem de realização da penhora e à determinação do valor de base da venda de imóveis em processo de execução. pág. 2

3 2. Legislação nacional Sistema de acesso aos serviços mínimos bancários Pelo Decreto-Lei n.º 225/2012, de 17 de Outubro, foi alterado o sistema de acesso aos serviços mínimos bancários, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 27-C/2000, de 10 de Março. O referido DecretoLei veio: i) introduzir diversas alterações ao regime aplicável aos serviços mínimos bancários, nomeadamente quanto à abertura de conta, recusa legítima e resolução por parte das instituições de crédito aderentes; ii) possibilitar a eventual conversão da conta depósito à ordem em conta de serviços mínimos bancários; iii) impor que as instituições de crédito aderentes observem os deveres de informação e os mesmos padrões de qualidade e eficiência exigidos para a prestação dos serviços bancários a pessoas não abrangidas pelo sistema de acesso aos serviços mínimos; iv) proibir que as instituições de crédito aderentes proponham quaisquer facilidades de descoberto associadas às contas de serviços mínimos bancários ou a ultrapassagem de crédito nas referidas contas; v) estabelecer o respectivo regime sancionatório; e vi) aprovar as bases do novo protocolo a celebrar entre o membro do Governo responsável pela defesa do consumidor, o Banco de Portugal e as instituições de crédito que pretendam aderir ao mencionado sistema. Crédito à habitação: práticas comerciais das instituições de crédito O Decreto-Lei n.º 226/2012, de 18 de Outubro, ampliou o âmbito de aplicação do Decreto-Lei n.º 51/2007, de 7 de Março, que regula as práticas comerciais das instituições de crédito no âmbito da celebração, renegociação e transferência de contratos de crédito celebrados para a aquisição, construção e realização de obras em habitação própria e permanente, secundária ou para arrendamento, bem como para a aquisição de terrenos para construção de habitação própria. Por força do novo diploma, o referido regime aplica-se também aos demais contratos de crédito garantidos por hipoteca sobre coisa imóvel ou por outro direito sobre coisa imóvel celebrados com pessoas singulares que actuem com objectivos alheios à sua actividade comercial ou profissional. PARI, PERSI e Rede Extrajudicial de Apoio a Clientes Bancários O Decreto-Lei n.º 227/2012, de 25 de Outubro, veio estabelecer os princípios e as regras a observar pelas instituições de crédito no âmbito da prevenção do incumprimento e, bem assim, da regularização das situações de incumprimento de certos contratos de créditos no mesmo definidos. No quadro deste diploma, as instituições de crédito ficaram obrigadas, inter alia, a disponibilizar em sede pré-contratual aos clientes bancários e outros interessados informação sobre os riscos de endividamento excessivo e as consequências de um eventual incumprimento e, bem assim, a elaborar e implementar um Plano de Acção para o Risco de Incumprimento ( PARI ), o qual deve descrever detalhadamente as medidas e os procedimentos adoptados para o acompanhamento da execução dos contratos de crédito, detecção precoce de indícios de risco e gestão de situações de risco de incumprimento. As instituições de crédito devem também criar um Procedimento Extrajudicial de Regularização de Situações de Incumprimento ( PERSI ), relativo a clientes bancários em situação de mora, no âmbito do qual deverão aferir da natureza pontual ou duradoura do incumprimento registado, avaliar a capacidade financeira do cliente e, sempre que tal se afigure viável, apresentar propostas de regularização de dívida adequadas à sua situação financeira, objectivos e necessidades. Adicionalmente, estabelece-se no novo diploma a criação de uma rede extrajudicial de apoio a clientes bancários no âmbito do PARI e do PERSI com a função de informar, aconselhar e acompanhar o cliente bancário que se encontre em risco de incumprimento ou que, em virtude da mora no cumprimento das suas obrigações, se encontre num processo de negociação com a instituição de crédito. Instituições de moeda electrónica e prestação de serviços de emissão de moeda electrónica Através do Decreto-Lei n.º 242/2012, de 7 de Novembro, foi transposta para a ordem jurídica pág. 3

4 portuguesa a Directiva n.º 2009/110/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 16 de Setembro, que alterou as Directivas n. os 2005/60/ CE e 2006/48/CE e revogou a Directiva n.º 2000/46/ CE, relativas ao acesso à actividade das instituições de moeda electrónica, ao seu exercício e à sua supervisão prudencial. A referida transposição foi efectuada, entre outros, integrando o respectivo normativo no regime jurídico que regula o acesso à actividade das instituições de pagamento e a prestação de serviços de pagamento, aprovado pelo DecretoLei n.º 317/2009, de 30 de Outubro. Crédito à Habitação Foram publicados diversos diplomas sobre o crédito à habitação, os quais são objecto do Destaque deste Boletim. Regulamento do Fundo de Resolução A Portaria n.º 420/2012, de 21 de Dezembro, veio aprovar o Regulamento do Fundo de Resolução criado ao abrigo do Decreto-Lei n.º 31-A/2012, de 10 de Fevereiro, e cujo objecto principal consiste na prestação de apoio financeiro à aplicação das medidas de resolução adoptadas pelo Banco de Portugal ( BdP ). Medidas de reforço da solidez financeira das instituições de crédito A Lei n.º 36-B/2012, de 31 de Dezembro, que aprovou o Orçamento do Estado para o ano de 2013, alterou a Lei n.º 63-A/2008, de 24 de Novembro, que estabelece as medidas de reforço da solidez financeira das instituições de crédito no âmbito da iniciativa para o reforço da estabilidade financeira e da disponibilização de liquidez nos mercados financeiros. Por força da referida alteração, as modalidades de reforço da solidez financeira das instituições de crédito são aplicáveis a operações de capitalização de instituições de crédito a realizar até 31 de Dezembro de Normas regulamentares Banco de Portugal Avisos Fundos de Garantia de Depósitos (Aviso do BdP n.º 11/2012, de 4 de Outubro) O Aviso do BdP n.º 11/2012 alterou o Aviso do BdP n.º 11/94, de 21 de Dezembro, que definia o valor da contribuição anual a entregar ao Fundo de Garantia de Depósitos ( FGD ) pelas instituições participantes. Por força deste Aviso a taxa contributiva passa a ser determinada em função do rácio médio de core tier 1 em base consolidada, verificado no ano anterior, de acordo com os novos escalões estabelecidos pelo BdP. Planos de Recuperação (Aviso do BdP n.º 12/2012, de 8 de Outubro) Pelo Aviso do BdP n.º 12/2012, relativo aos planos de recuperação previstos no artigo 116.º- D do Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras (RGICSF), foram definidos os termos em que devem ser elaborados e submetidos os aludidos planos de recuperação das entidades sujeitas, bem como outras regras que neste âmbito relevam, como sejam as relativas à revisão e alteração de planos de recuperação e pedidos de isenção. Bancos de Transição: Criação e Funcionamento (Aviso do BdP n.º 13/2012, de 18 de Outubro) O Aviso do BdP n.º 13/2012, veio estabelecer as regras de criação e funcionamento dos bancos de transição, constituídos por deliberação do BdP no quadro dos instrumentos tendentes à resolução ordenada de instituições sujeitas à supervisão do BdP. Através deste Aviso foram reguladas, entre outras matérias: i) os elementos obrigatórios dos estatutos, a aprovar pelo BdP; ii) a nomeação, remuneração e exoneração dos membros dos órgãos de administração e de fiscalização; iii) a selecção e avaliação dos activos, passivos, elementos extrapatrimoniais e activos sob gestão; pág. 4

5 iv) o eventual apoio financeiro a conceder pelo Fundo de Resolução; v) os princípios orientadores da actividade; e vi) a alienação do património do banco de transição, incluindo os casos de cessação da sua actividade. Sistema de Transferências Electrónicas de Mercado (Aviso do BdP n.º 14/2012, de 6 de Dezembro) O Aviso do BdP n.º 14/2012 revogou o Aviso do BdP n.º 5/99, que estabelecia o regulamento da central do Sistema de Transferências Electrónicas de Mercado ( SITEME ), encerrada no passado dia 30 de Novembro de Serviços Mínimos Bancários (Aviso do BdP n.º 15/2012, de 13 de Dezembro) O Aviso do BdP n.º 15/2012 veio estabelecer os deveres de informação e publicitação a que as instituições de crédito aderentes ao sistema de serviços mínimos bancários estão obrigadas, revogando o Aviso do BdP n.º 4/11, de 11 de Agosto. Deveres de Informação das Instituições de Crédito (Aviso do BdP n.º 16/2012, de 17 de Dezembro) O Aviso do BdP n.º 16/2012 alargou os deveres de informação a observar pelas instituições de crédito na negociação, celebração e vigência de contratos de crédito à habitação aos demais contratos de crédito garantidos por hipoteca ou por outro direito sobre coisa imóvel celebrados por pessoas singulares fora da sua actividade comercial ou profissional. Regulamentação do PARI, PERSI e Rede Extrajudicial de Apoio a Clientes Bancários (Aviso do BdP n.º 17/2012, de 17 de Dezembro) No âmbito da criação do PARI, do PERSI e da Rede Extrajudicial de Apoio a clientes bancários pelo Decreto-Lei n.º 227/2012, de 25 de Outubro, o Aviso BdP n.º 17/2012 veio regular os referidos regimes, nomeadamente, quanto a: i) divulgação ao público de informação geral sobre o incumprimento de contratos de crédito e a rede extrajudicial de apoio; ii) acompanhamento da execução dos contratos de crédito e prevenção do incumprimento; iii) elementos de informação que as Instituições de Crédito deverão prestar aos clientes quando iniciarem/extinguirem o PERSI; iv) regras procedimentais respeitantes à implementação do PERSI; e v) reporte de informação ao BdP referente ao PARI e ao PERSI. Adicionalmente, foram publicados em anexo ao referido Aviso, um documento informativo, que as instituições de crédito deverão entregar aos seus clientes referente ao incumprimento de contratos de crédito, e um modelo do documento informativo que deve acompanhar a comunicação de início do PERSI. Planos de Resolução Elementos Informativos (Aviso do BdP n.º 18/2012, de 26 de Dezembro) O Aviso do BdP n.º 18/2012 veio enunciar os elementos informativos necessários para a elaboração dos planos de resolução previstos no artigo 116.º-D do RGICSF, bem como estabelecer as respectivas regras complementares de execução. Instruções Estatísticas de Operações e Posições com o Exterior (Instrução do BdP n.º 27/2012, de 17 de Setembro) A Instrução do BdP n.º 27/2012, sobre estatísticas de operações e posições com o exterior, veio revogar a Instrução do BdP n.º 34/2009. A principal alteração efectuada refere-se à nova estrutura adoptada para o reporte de informação ao BdP, que passará a ser enquadrada do seguinte modo: a) COPE Comunicações de Operações e Posições com o Exterior, abrangendo i) operações económicas e financeiras com o exterior e ii) posições em final de período relativas a disponibilidades e responsabilidades face ao exterior, e b) COL Comunicação de Operações de Liquidação, que incluem i) operações com o exterior efectuado por conta de clientes residentes em Portugal e ii) operações efectuadas por conta de clientes não residentes em Portugal. pág. 5

6 Mercado de Operações de Intervenção e Créditos Adicionais (Instruções do BdP n.º 28/2012 e n.º 29/2012 de 17 de Setembro) As Instruções do BdP n.º 28/2012 e n.º 29/2012 vieram alterar, respectivamente, a Instrução n.º 1/99 de 15 de Janeiro, que regulamenta o Mercado de Operações de Intervenção ( MOI ), e a Instrução n.º 7/2012, que estabeleceu temporariamente os requisitos para os direitos de crédito adicionais. Nos termos da Instrução do BdP n.º 28/2012 foi criado o mecanismo de reembolso antecipado das operações, pelo qual as instituições participantes, mediante autorização do Eurosistema, podem reduzir o valor de determinadas operações de refinanciamento de prazo alargado ou terminar estas operações antes do seu vencimento. Esta Instrução procedeu também à alteração do regime dos activos elegíveis para a realização de operações de política monetária. TAEG para o 4.º Trimestre de 2012 (Instrução do BdP n.º 31/2012, de 15 de Outubro) Pela Instrução do BdP n.º 31/2012, o BdP definiu as Taxas de Encargos Efectivos Globais ( TAEG ) máximas aplicáveis aos contratos de crédito aos consumidores no 4.º trimestre de Fundo de Garantia do Crédito Agrícola Mútuo (Instrução do BdP n.º 32/012, de 15 de Outubro) Nos termos da Instrução do BdP n.º 32/2012, o BdP determinou que a taxa contributiva a aplicável a cada instituição participante, a vigorar no ano de 2013, será de 0,065%. Fundo de Garantia de Depósitos Contribuição Anual (Instruções BdP n.º 33/2012 e n.º 34/2012, de 15 de Outubro) As Instruções do BdP n.º 33/2012 e n.º 34/2012 vieram regular a contribuição devida pelas instituições participantes no Fundo de Garantia de Depósitos para o ano de Nos termos da Instrução BdP n.º 33/2012, a taxa contributiva de base aplicável a todas as instituições participantes no FGD é de 0,03% e o valor da contribuição mínima é de ,00. A contribuição anual não poderá ser substituída por compromissos irrevogáveis de pagamento. Operações Bancárias Notas e Moedas (Instrução BdP n.os 30/2012, 35/2012, 36/2012, 37/2012 e 38/2012 de 15 de Outubro) As Instruções do BdP n. os 30/2012, 35/2012, 36/2012, 37/2012 e 38/2012 vieram regular diversas operações bancárias relativas a notas e moedas de euro. Através da Instrução do BdP n.º 30/2012 foi alterada a Instrução do BdP n.º 30/2009, sobre operações de depósito e levantamento de notas euro no BdP. A Instrução do BdP n.º 35/2012 veio definir os termos e as condições relativas ao acesso à formação sobre o conhecimento das notas ou das moedas de euro, dirigida aos profissionais que operam com numerário, bem como à obtenção da qualificação necessária no âmbito da actividade de recirculação das notas e das moedas de euro. A Instrução do BdP n.º 36/2012 veio alterar a Instrução do BdP n.º 14/2009, sobre o acompanhamento pelo BdP do exercício da actividade de recirculação de notas e moedas de euro. A Instrução do BdP n.º 37/2012 veio alterar a Instrução do BdP n.º 1/2011, relativa à utilização de sistemas inteligentes de neutralização de notas de euro ( IBNS ) e a troca de notas de euro danificadas por actuação desses sistemas. A Instrução do BdP n.º 38/2012 veio estabelecer os procedimentos a observar relativamente ao dever de retenção de notas e moedas metálicas contrafeitas, falsas ou suspeitas por parte de todas as entidades que operam profissionalmente com numerário, revogando a Instrução do BdP n.º 1/2012. Mercados de Operações de Intervenção (Instrução do BdP n.º 39/2012, de 15 de Novembro) A Instrução do BdP n.º 39/2012, que alterou a Instrução do BdP n.º 1/99, relativa ao MOI, pág. 6

7 estabeleceu novas regras relativas aos activos elegíveis para operações de política monetária, estipulando as condições em que são elegíveis os activos transaccionáveis denominados em libras esterlinas, ienes ou dólares dos Estados Unidos da América, assim como as regras de valorização aplicáveis a estes activos. Modelos Internos para o Cálculo dos Requisitos de Fundos Próprios (Instruções do BdP n.º 40/2012 e n.º 41/2012, de 17 de Dezembro) As Instruções do BdP n.º 40/2012 e n.º 41/2012 vieram determinar que, para efeitos do número 6.º do Aviso do BdP n.º 8/2007, relativo aos modelos internos para o cálculo dos requisitos de fundos próprios, as instituições sujeitas devem ter em consideração as orientações publicadas pela EBA, em 16 de Maio de 2012, sob o título EBA Guidelines on Stressed Value At Risk (Stressed VaR) e sob o título EBA Guidelines on the Incremental Default and Migration Risk Charge (IRC). Sistema de Transferências Electrónicas de Mercado (A Instrução do BdP n.º 42/2012, de 17 de Dezembro) A Instrução do BdP n.º 42/2012 alterou a Instrução BdP n.º 47/98, que regulamenta o SITEME, na sequência do encerramento da central de valores mobiliários do SITEME. Serviços Mínimos Bancários (Instrução do BdP n.º 43/2012, de 17 de Dezembro) A Instrução do BdP n.º 43/2012, veio regular o reporte de informação ao BdP sobre o sistema de serviços mínimos bancários. Nos termos da referida Instrução, as instituições de crédito aderentes ao mencionado sistema ficam obrigadas a remeter semestralmente ao BdP, até ao 10.º dia útil subsequente ao final de cada semestre de calendário, as informações constantes do mapa de reporte anexo à dita Instrução. PERSI e Regime Extraordinário de Protecção de Devedores de Crédito à Habitação: Recolha de Informação (Instrução do BdP n.º 44/2012, de 17 de Dezembro de 2012) A Instrução do BdP n.º 44/2012 veio regulamentar a recolha de informação dos contratos de crédito integrados no PERSI e dos abrangidos pelo Regime Extraordinário de protecção de devedores de crédito à habitação em situações económica muito difícil. Agências de Câmbio: Envio de Informações ao BdP O BdP emitiu diversas Instruções, a seguir mencionadas, relativas ao envio de informações pelas agências de câmbios: a) Instrução do BdP n.º 47/2012, que alterou a Instrução do BdP n.º 23/2007, e estabeleceu que a periodicidade de envio pelas agências de câmbio dos modelos de reporte FP01 (Fundos Próprios) e GR01 (Grandes Riscos) passou a ser anual; b) Instrução do BdP n.º 48/2012, a qual alterou a Instrução BdP n.º 4/96, que publicou o Plano de Contas para o Sistema Bancário (PCSB), dispondo que a periodicidade de envio pelas agências de câmbio da situação analítica relativa à actividade global passou a ser anual; c) Instrução do BdP n.º 49/2012, que veio alterar a Instrução do BdP n.º 9/2003, sobre a obrigatoriedade do envio do mapa de provisões pelas instituições de crédito e sociedades financeiras, excepcionando as agências de câmbio do cumprimento daquela obrigação; d) Instrução do BdP n.º 50/2012, a qual alterou a Instrução do BdP n.º 20/2003, sobre tratamento prudencial de menos valias latentes em participações financeiras, excepcionando as agências de câmbios da obrigação de envio do respectivo mapa; e e) Instrução do BdP n.º 51/2012, que alterou a Instrução BdP n.º 4/2002, sobre responsabilidades por pensões de reforma e sobrevivência, excepcionando as agências de câmbios da obrigação de remeter ao BdP elementos de informação sobre as mencionadas responsabilidades. pág. 7

8 Ficha de Informação Normalizada de Crédito à Habitação, de Crédito Conexo e de outro Crédito Hipotecário (Instrução do BdP n.º 45/2012, de 17 de Dezembro) Pela Instrução do BdP n.º 45/2012, o BdP veio definir os termos em que a informação que as instituições de crédito devem prestar aos seus clientes no âmbito da negociação de contratos de crédito à habitação, de crédito conexo e de outro crédito hipotecário, nomeadamente através de ficha de informação normalizada. Branqueamento de Capitais Questionário de Auto-Avaliação (Instrução do BdP n.º 46/2012, de 17 de Dezembro) A Instrução do BdP n.º 46/2012 instituiu um novo dever de reporte em matéria de prevenção do branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo. Nos termos da referida Instrução, as entidades sujeitas ficam obrigadas a responder, numa base anual, ao Questionário de Auto-Avaliação que incide sobre as práticas por si adoptadas no âmbito da prevenção do branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo. Mercado de Operações de Intervenção (Instrução do BdP n.º 53/2012, de 15 de Janeiro de 2013) A Instrução do BdP n.º 53/2012, relativa ao MOI, alterou a Instrução do BdP n.º 1/99 no que se refere: i) aos leilões; ii) à utilização de activos elegíveis; iii) às medidas de controlo de risco; iv) às regras de valorização dos activos de garantia; e v) a incumprimentos. Regulamento TARGET2-PT (Instrução do BdP n.º 54/2012, de 15 de Janeiro de 2003) (Instrução do BdP n.º 55/2012, de 15 de Janeiro de 2013) A Instrução do BdP n.º 54/2012 aprovou o novo regulamento do funcionamento do sistema de transferências automáticas transeuropeias de liquidação por bruto em tempo real (TARGET2- -PT), revogando as Instruções do BdP n.º 33/2007, relativa ao Regulamento do TARGET2-PT, e n.º 24/2009, sobre Crédito Intradiário e Facilidade de Liquidez de Contingência. A Instrução do BdP n.º 55/2012, na sequência da Instrução do BdP n.º 54/2012, veio actualizar as remissões efectuadas para as Instruções revogadas acima indicadas constantes da Instrução do BdP n.º 3/2009, que publicou o regulamento do Sistema de Compensação Interbancária ( SICOI ). Estatísticas de Operações e Posições com o Exterior (Instrução do BdP n.º 56/2012, de 15 de Janeiro de 2013) A Instrução do BdP n.º 56/2012 alterou a Instrução do BdP n.º 27/2012 sobre a Comunicação de Operações e Posições com o Exterior (COPE). Comissão do Mercado de Valores Mobiliários Deveres de informação relativos a produtos financeiros complexos e comercialização de operações e seguros ligados a fundos de investimento O Regulamento da CMVM n.º 2/2012 veio estabelecer um novo regime aplicável aos deveres de informação no âmbito da comercialização e publicidade de produtos financeiros complexos ( PFC ) e da comercialização de seguros e operações ligados a fundos de investimento. De entre as novidades introduzidas destacam-se as seguintes: i) concentração num único regulamento do regime dos produtos financeiros complexos sujeitos à supervisão da CMVM e dos seguros e operações ligadas a fundos de investimento (unit linked); ii) obrigação de inclusão nos respectivos documentos informativos e na publicidade de um alerta gráfico relativo às características do PFC no que se refere à possibilidade de perder parte ou a totalidade do capital investido; iii) alargamento e tipificação das advertências a fazer aos investidores; iv) regulamentação em maior detalhe do formato e conteúdo do documento informativo, denominado pág. 8

9 Informações Fundamentais ao Investidor ( IFI ); v) uniformização da linguagem utilizada no IFI e na publicidade, assim como proibição de utilização de determinadas expressões em determinados contextos; vi) maior regulamentação dos termos em que a publicidade deve ser efectuada, quer quanto ao seu formato, quer quanto ao seu conteúdo; vii) nos PFC cujo reembolso esteja condicionado à ocorrência de um evento e o respectivo IFI apresente cenários ou exemplos, obrigação de indicação de três cenários em função da probabilidade da sua ocorrência, designadamente um cenário pessimista, um cenário central e um cenário optimista. Em consequência foram revogados o Regulamento da CMVM n.º 1/2009 e o Regulamento da CMVM n.º 8/2007, em tudo quanto diga respeito aos seguros e operações ligados a fundos de investimento. Revogação do Regulamento da CMVM n.º 4/2010, sobre deveres de informação de interesses a descoberto relevantes sobre acções, e da Instrução da CMVM n.º 2/2008, sobre operações a descoberto sobre instituições financeiras O Regulamento Europeu (UE) n.º 236/2012, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 14 de Março de 2012, relativo às vendas a descoberto e a certos aspectos dos swaps de risco de incumprimento, entrou em vigor no dia 1 de Novembro de A CMVM entendeu que o referido Regulamento Europeu permitirá alcançar os objectivos de estabilidade e integridade dos mercados que estiveram na origem do Regulamento da CMVM n.º 4/2010, sobre deveres de informação de interesses a descoberto relevantes sobre acções, e da Instrução da CMVM n.º 11/2012, sobre operações a descoberto sobre instituições financeiras. Por esta razão, estes diplomas foram agora revogados pelo Regulamento da CMVM n.º 1/2012 e pela Instrução da CMVM n.º 11/2012, respectivamente. 4. Jurisprudência Preenchimento abusivo de livrança: ónus da prova O Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça ( STJ ), de 13 de Setembro de 2012, considerou que, não tendo os avalistas feito prova de que houve preenchimento abusivo do pacto de preenchimento de livrança, a responsabilidade daqueles mantém-se, mesmo que tenham deixado de ser sócios da sociedade subscritora. Relações imediatas nos títulos de crédito: ónus da prova O STJ, no Acórdão de 13 de Setembro de 2012, considerou que, apesar de ser admissível que o executado, aceitante de uma letra, no domínio das relações imediatas, oponha ao executado factos relacionados com a relação obrigacional subjacente ou causal, cabe ao oponente provar que a letra dada à execução foi abusivamente preenchida. Refere ainda o aludido aresto que a inexistência da dívida titulada pela letra e o preenchimento abusivo desta são factos impeditivos do direito invocado pelo exequente, mas o respectivo ónus da prova cabe ao executado. Deveres de diligência do banco na concessão de crédito: identificação da mutuária (filiação) O Acórdão do STJ de 27 de Setembro de 2012, no âmbito de uma acção de anulação de um contrato de compra e venda de imóvel e nulidade de hipoteca, por se tratar de venda de pais a filha sem o consentimento dos irmãos, no qual um banco concedeu à compradora um mútuo com hipoteca destinado ao financiamento da referida aquisição, o STJ considerou, que cabia ao banco réu, e não ao autor irmão da compradora, provar que desconhecia, sem culpa, que a sua cliente era filha dos vendedores do imóvel objecto da compra e venda. Preenchimento abusivo de livrança: redução Pelo acórdão de 29 de Novembro de 2012, o STJ entendeu que o preenchimento de uma livrança, pág. 9

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