Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações contábeis

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1 Vigor Alimentos S.A. Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações contábeis KPMG Auditores Independentes Fevereiro de 2013 KPDS 51378

2 KPMG Auditores Independentes R. Dr. Renato Paes de Barros, São Paulo, SP - Brasil Caixa Postal São Paulo, SP - Brasil Central Tel 55 (11) Fax Nacional 55 (11) Internacional 55 (11) Internet Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações contábeis Aos Acionistas, Conselheiros e Administradores da Vigor Alimentos S.A. São Paulo - SP Examinamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Vigor Alimentos S.A. ( Companhia ), identificadas como e, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial, em 31 de dezembro de 2012, e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. 2 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade simples brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International Cooperative ( KPMG International ), uma entidade suíça. KPMG Auditores Independentes, a Brazilian entity and a member firm of the KPMG network of independent member firms affiliated with KPMG International Cooperative ( KPMG International ), a Swiss entity.

3 Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações contábeis individuais Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Vigor Alimentos S.A., em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas Em nossa opinião, as demonstrações contábeis consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Vigor Alimentos S.A., em 31 de dezembro de 2012, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase Conforme descrito na nota explicativa nº 2, as demonstrações contábeis individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Companhia essas práticas diferem da IFRS, aplicável às demonstrações contábeis separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto. Outros assuntos Demonstrações do valor adicionado Examinamos também as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. São Paulo, 28 de fevereiro de 2013 KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6 Orlando Octávio de Freitas Júnior Contador CRC 1SP178871/O-4 3

4 Vigor Alimentos S.A. Demonstrações contábeis acompanhadas do Parecer dos auditores independentes 31 de Dezembro de 2012

5 Vigor Alimentos S.A Balanços patrimoniais ATIVO CIRCULANTE Caixa e equivalentes de caixa (Nota 6) Fornecedores (Nota 14) Contas a receber de clientes (Nota 7) Empréstimos e financiamentos (Nota 15) Estoques (Nota 8) Obrigações fiscais, trabalhistas e sociais (Nota 16) Impostos a recuperar (Nota 9) Imposto de renda e Contribuição Social a pagar Despesas antecipadas Outros passivos circulantes Outros ativos circulantes TOTAL DO CIRCULANTE TOTAL DO CIRCULANTE NÃO CIRCULANTE NÃO CIRCULANTE Empréstimos e financiamentos (Nota 15) Realizável a Longo Prazo Obrigações fiscais, trabalhistas e sociais (Nota 16) Imposto de renda e contribuição social diferidos (Nota 18) Créditos com empresas ligadas (Nota 10) Provisão para riscos processuais (Nota 17) Depósitos, cauções e outros Outros passivos não circulantes Impostos a recuperar (Nota 9) Total do Realizável a Longo Prazo TOTAL DO NÃO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE PATRIMÔNIO LÍQUIDO (Nota 19) Investimentos em controladas (Nota 11) Capital social Imobilizado (Nota 12) Reserva de lucros Intangível (Nota 13) Ajustes acumulados de conversão TOTAL DO NÃO CIRCULANTE TOTAL DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO TOTAL DO ATIVO TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 2

6 Vigor Alimentos S.A Demonstração dos resultados para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA (Nota 20) Custo dos produtos vendidos - - ( ) - LUCRO BRUTO (DESPESAS) RECEITAS OPERACIONAIS Administrativas e gerais (1.608) - (74.221) - Despesas com vendas - - ( ) - Resultado financeiro líquido (Nota 22) (1.075) - (7.766) - Resultado de equivalência patrimonial (Nota 11) Outras receitas (despesas) - - (902) ( ) - RESULTADO ANTES DA PROVISÃO PARA IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL Imposto de renda e contribuição social do exercício (Nota 18) - - (23.430) - Imposto de renda e contribuição social diferidos (Nota 18) (13.846) - LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO ATRIBUÍDO A: Participação dos acionistas controladores Lucro líquido (básico) por ações no final do exercício - em reais (Nota 21) 0,22 - As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 3

7 Vigor Alimentos S.A Demonstrações de resultados abrangentes para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e Lucro líquido do exercício Outros resultados abrangentes Ajuste acumulado de conversão em controladas Variação cambial sobre investimentos no exterior Total do resultado abrangente do exercício Total do resultado abrangente do exercício atribuível a: Acionistas da Companhia As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 4

8 Vigor Alimentos S.A Demonstração das mutações do patrimônio líquido para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 Capital social Reserva de lucros Ajustes acumulados de conversão Lucros acumulados Total SALDOS EM 01 DE JANEIRO DE Integralização de capital SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE Aumento de capital - Integralização de investimento na Vigor Aumento de capital - Integralização de ágio na Vigor Constituição de reserva de lucros para expansão (21.829) Constituição de reserva legal (1.533) Constituição de reserva especifica para dividendos obrigatorios não distribuidos (7.291) - Ajustes acumulados de conversão em controladas Variação cambial de investimentos líquidos Lucro líquido do exercício SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE

9 Vigor Alimentos S.A Demonstrações dos fluxos de caixa para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e Fluxo de caixa das atividades operacionais Lucro líquido do exercício Ajustes para conciliar o resultado às disponibilidades geradas pelas atividades operacionais:. Depreciação e amortização Encargos financeiros e variações cambiais Perdas estimadas de créditos de liquidação duvidosa - - (246) -. Resultado de equivalência patrimonial (33.336) Resultado na venda de imobilizado Imposto de renda e contribuição social diferidos - - (9.583) - (2.349) Redução (aumento) em ativos Contas a receber - - (26.966) - Estoques Impostos a recuperar - - (17.578) - Outros ativos circulantes e não circulantes (47) Créditos com empresas ligadas (38.354) Aumento (redução) em passivos Fornecedores Outros passivos circulantes e não circulantes 45 - (37.859) - Ajustes de avaliação patrimonial e acumulados de conversão Caixa líquido gerado (aplicado) nas atividades operacionais (40.704) Fluxo de caixa das atividades de investimentos Adições no ativo imobilizado e intangível - - (69.191) - Incorporação caixa Vigor Caixa líquido gerado (aplicado) nas atividades de investimentos (68.992) - Fluxo de caixa das atividades de financiamentos Empréstimos e financiamentos captados Pagamentos de empréstimos e financiamentos (1.556) - ( ) - Integralização de capital 5-5 Caixa líquido gerado (aplicado) nas atividades de financiamentos ( ) 5 Variação líquida no exercício ( ) 5 Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício Informações adicionais: - Juros pagos e recebidos 24 (8.809) - Imposto de renda e contribuição social pagos (23.412) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 6

10 Vigor Alimentos S.A Demonstrações do Valor Adicionado para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e Receitas Vendas de mercadorias, produtos e serviços Outras receitas Perdas estimadas de créditos de liquidação duvidosa Insumos adquiridos de terceiros Custos dos produtos, das mercadorias e dos serviços vendidos - - ( ) - Materiais, energia, serviços de terceiros e outros (304) - ( ) - Outras (304) - ( ) - Valor adicionado bruto (304) Depreciação e Amortização - - (15.757) - Valor adicionado líquido produzido pela entidade (304) Valor adicionado recebido em transferência Resultado de equivalência patrimonial Receitas financeiras Outras VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO Pessoal Remuneração direta Benefícios FGTS Impostos, taxas e contribuições Federais Estaduais Municipais Remuneração de capitais de terceiros Juros Aluguéis Outras Remuneração de capitais próprios Lucros retidos do exercício VALOR ADICIONADO TOTAL DISTRIBUÍDO As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 7

11 Vigor Alimentos S.A Notas explicativas às demonstrações contábeis para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e Contexto operacional A Vigor Alimentos S.A (Companhia) é uma sociedade por ações que se rege por Estatuto e pelas disposições legais aplicáveis, cujo objeto social é a participação em outras sociedades no Brasil ou no exterior, como sócia ou acionista (holdings) e administração de bens próprios, tendo como prazo de duração indeterminado. A Companhia tem sede no município de São Paulo, podendo estabelecer filiais, agências ou escritórios em qualquer parte do território nacional, ou exterior, onde e quando a Diretoria julgar conveniente. A Companhia foi constituída em 03/01/2011. No dia 20 de janeiro de 2012, a controladora JBS S.A efetuou capitalização de R$ na Vigor Alimentos S.A, através de cessão de investimento (R$ ) e ágio (R$ ) na S.A.Fábrica de Produtos Alimentícios Vigor. Naquela data a Companhia tornou-se investidora em 100% na S.A. Fábrica de Produtos Alimentícios Vigor ( Vigor ), uma sociedade com sede na cidade de São Paulo e, tem como objetivo industrializar e comercializar laticínios em geral, leite in natura e derivados e também no refino, na industrialização e na comercialização de óleos, derivados de origem vegetal, macarrão instantâneo, sucos e iogurte, além de participar como sócia de outras sociedades. A Vigor, mediante concessão de registro pelo Foods and Drug Administration - FDA está credenciada a exportar para os Estados Unidos da América, o registro autoriza a exportação de toda a sua linha de produção. A Dan Vigor, controlada indireta, é uma joint-venture entre dois grandes grupos lácteos: a Vigor, empresa tradicional de alimentos e conhecedora do mercado brasileiro, e Arla Foods, a maior empresa de laticínios escandinava, e uma das dez maiores empresas de laticínios do mundo. Com a experiência e know-how destes dois grandes grupos, foi lançada a marca Danubio, e desde 1986 vem se dedicando exclusivamente à produção de queijos e derivados lácteos. A fábrica está sediada no município de Cruzeiro/SP, e ocupa uma área de 10 mil m2, numa grande estrutura. A consolidação é feita proporcional aos 50%, conforme IAS 31/ CPC 19 - Investimento em empreendimento controlado em conjunto (Joint Venture). Conforme comunicado, em 21 de junho 2012 foi concluída com sucesso a última etapa da Oferta Pública Voluntária de Aquisição de Ações Ordinárias de Emissão da JBS S.A mediante Permuta por Ações Ordinárias de Emissão da Companhia, por meio da efetivação do leilão da Oferta. A partir desta data a Companhia passou a ter governança própria e estrutura independente da JBS S.A, com seus papéis negociados no Novo Mercado, segmento de mais elevado padrão de governança corporativa da BM&FBOVESPA S.A. Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros. Assim o controle acionário da Companhia passou para a FB Participações S.A. Em 21 de novembro de 2012, a Companhia adquiriu quotas representativas de 100% (cem por cento) do capital social da Laticínios MB Ltda. ( Laticínios MB ), por meio de Contrato de Compra e Venda de Quotas celebrado entre as partes. A Laticínios MB está sediada na Cidade de Lima Duarte, Estado de Minas Gerais, é uma empresa de referência e tradição na produção de queijo tipo Reino, além de outros queijos especiais. A empresa possuí 190 (cento e noventa) colaboradores em 2 plantas, nas cidades de Lima Duarte e Santa Rita de Ibitipoca. Conforme AGE realizada em 28 de dezembro de 2012, foi aprovado o Protocolo e a Justificação firmado em 23 de novembro de 2012, tendo por objeto a incorporação pela Companhia, de sua controlada S/A Fábrica de Produtos ALimentícios Vigor. 2 Base de preparação a. Declaração de conformidade (com relação às normas IFRS e às normas do CPC) As presentes demonstrações contábeis incluem: - As demonstrações contábeis consolidadas da Companhia foram preparadas para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012 comparativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011 e estão de acordo com o International Financial Reporting Standards (IFRS) emitidos pelo International Accounting Standards Board (IASB) e também de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil; e - As demonstrações contábeis individuas da controladora preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Não há diferença entre o patrimônio líquido e o resultado consolidado e o patrimônio líquido e resultado da companhia em suas demonstrações contábeis individuais. Assim sendo, as demonstrações contábeis consolidadas e as demonstrações contábeis individuais estão sendo apresentadas lado-a-lado em um único conjunto de demonstrações contábeis. A Companhia aplicou as práticas contábeis definidas na Nota 3 em todos os períodos apresentados. Regime Tributário Transitório (RTT) - Os valores apresentados nas demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2012 consideram a adoção do Regime Tributário de Transição (RTT) pela Companhia e sua controlada, conforme facultado pela Lei n /09, que tem por objetivo manter a neutralidade fiscal das alterações ocorridas na legislação Brasileira, introduzidas pela Lei n /07 e pela própria Lei n /09. A emissão das demonstrações contábeis individuais e consolidadas foi autorizada pela Diretoria em 28 de fevereiro de b. Moeda funcional e de apresentação Essas demonstrações contábeis consolidadas são apresentadas em reais, o qual é a moeda funcional da Companhia. Todas as informações financeiras são apresentadas em milhares de reais. c. Entendimento sobre a elaboração das demonstrações contábeis A demonstração contábil de 31 de dezembro de 2011 não possui o conjunto completo de demonstrações contábeis, pois nessa data havia ocorrido apenas a capitalização inicial da Companhia a título de sua criação, sendo apresentado então, apenas o Balanço Patrimonial. A demonstração contábil de 31 de dezembro de 2012 contempla as seguintes operações: - : Capitalização inicial da Companhia, mais o aumento de capital através de cessão de investimento e ágio na Vigor, pela controladora JBS S.A, no dia 20 de janeiro de Adicionalmente, contempla o resultado de equivalência patrimonial do exercicio. - : Consolidação dos saldos de balanço das controladas Dan Vigor e Laticinios MB Ltda em 31 de dezembro de Como não existiu resultado de equivalência patrimonial no exercício de 2011, nesse período a Companhia não possui movimentos em sua demonstração de resultado, demonstração de valor adicionado, demonstração do resultado abrangente e demonstração de fluxo de caixa, (que possui movimento apenas com a capitalização inicial de R$ 5 pela controladora JBS S.A) apresentadas em milhares de reais. Resumo das principais práticas contábeis As principais políticas contábeis aplicadas na elaboração destas demonstrações contábeis estão definidas abaixo. Essas políticas vêm sendo aplicadas de modo consistente em todos os períodos apresentados, salvo disposição em contrário. a) Apuração do resultado O resultado das operações é apurado em conformidade com o regime contábil de competência. A receita compreende o valor justo da contraprestação recebida ou a receber pela comercialização de produtos e serviços no curso normal das atividades da controlada Vigor. Nas demonstrações do resultado a receita é apresentada líquida dos impostos, das devoluções, dos abatimentos e dos descontos, bem como após a eliminação das vendas entre empresas do grupo, na nota explicativa 18 apresentamos a conciliação da receita líquida. É reconhecida no resultado do período quando os riscos e benefícios inerentes aos produtos são transferidos para os clientes. 8

12 Vigor Alimentos S.A Notas explicativas às demonstrações contábeis para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 Em conformidade com o IAS 18/CPC 30 - Receitas, a controlada Vigor reconhece a receita quando, e somente quando: (i) o valor da receita pode ser mensurado com segurança; (ii) a entidade tenha transferido para o comprador os riscos e benefícios mais significativos inerentes à propriedade do bem; (iii) é provável que benefícios econômicos futuros fluirão para a Companhia e sua controlada; (iv) a entidade não mantenha envolvimento continuado na gestão dos bens vendidos em grau normalmente associado à propriedade nem efetivo controle de tais bens; (v) as despesas incorridas ou a serem incorridas, referentes à transação, possam ser confiavelmente mensuradas. As despesas são apuradas em conformidade com o regime contábil de competência. b) Estimativas contábeis No processo das aplicações das políticas contábeis da Companhia, a Administração fez os seguintes julgamentos, o que eventualmente pode ter impacto material nos valores reconhecidos nas demonstrações contábeis: perda no valor recuperável de ativos não financeiros; perdas na redução de impostos a recuperar; valor justo instrumento financeiro; provisões para passivos tributários, cíveis e trabalhista; perda estimada com crédito de liquidação duvidosa; vida útil do ativo imobilizado. Revisões das estimativas contábeis são reconhecidas nas demonstrações contábeis do período em que ocorrer a revisão. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados decorrentes de possíveis imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa abrangem saldos de caixa, bancos e investimentos financeiros com vencimento original de três meses ou menos a partir da data da contratação. d) Contas a receber As contas a receber de cliente correspondem aos valores devidos pelos clientes no curso normal do negócio da controlada Vigor. Se o prazo de recebimento é equivalente a um ano ou menos, as contas a receber são classificadas no ativo circulante. Caso contrário, o montante correspondente é classificado no ativo não circulante. As contas a receber de clientes são, inicialmente, reconhecidas pelo valor justo e, subsequentemente, mensuradas pelo custo amortizável, menos a eventual perda estimada com crédito de liquidação duvidosa (PECLD) e a eventual perda estimada de valor recuperável quando necessário. Ou seja, na prática, são reconhecidas pelo valor faturado, ajustado pela eventual perda estimada com crédito de liquidação duvidosa e pela eventual perda estimada de valor recuperável, caso exista indícios de redução do valor recuperável. e) Instrumentos financeiros A mensuração subsequente dos instrumentos financeiros ocorre a cada data de balanço de acordo com as regras estabelecidas para cada tipo de classificação de ativos e passivos financeiros. Ativos financeiros registrados pelo valor justo por meio do resultado Um ativo financeiro é classificado pelo valor justo por meio do resultado caso seja classificado como "mantido para negociação" e seja designado como tal no momento do reconhecimento inicial. Os ativos financeiros são designados pelo valor justo por meio do resultado se a Companhia gerencia tais investimentos e toma decisões de compra e venda baseadas em seus valores justos de acordo com a gestão de riscos documentada e a estratégia de investimentos da Companhia. Os custos da transação, após o reconhecimento inicial, são reconhecidos no resultado como incorridos. Ativos financeiros registrados pelo valor justo por meio do resultado são medidos pelo valor justo, e mudanças no valor justo desses ativo são reconhecidas no resultado do período. Empréstimos e recebíveis Empréstimos e recebíveis são ativos financeiros com pagamentos fixos ou calculáveis que não são cotados no mercado ativo. Tais ativos são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, os empréstimos e recebíveis são medidos pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos, decrescidos de qualquer perda por redução ao valor recuperável. Os principais ativos que a controlada Vigor possui classificados nesta categoria são "Contas a receber" e "Créditos com pessoas ligadas". Mantidos até o vencimento Caso a Companhia tenha intenção e a capacidade de manter títulos de dívida até o vencimento, então tais ativos financeiros são classificados como mantidos até o vencimento. Os investimentos mantidos até o vencimento são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação diretamente atribuíveis. Após seu reconhecimento inicial, os investimentos mantidos até o vencimento são mensurados pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos, decrescidos de qualquer perda por redução ao valor recuperável. A Companhia não possui instrumentos financeiros nesta categoria. Passivos financeiros não derivativos A Companhia reconhece títulos de dívida emitidos e passivos subordinados inicialmente na data em que são originados. Todos os outros passivos financeiros (incluindo passivos designados pelo valor justo registrado no resultado) são reconhecidos inicialmente na data de negociação na qual a Companhia se torna uma parte das disposições contratuais do instrumento. A Companhia baixa um passivo financeiro quando tem suas obrigações contratuais retirada, cancelada ou quitadas. A companhia Vigor tem os seguintes passivos financeiros não derivativos: empréstimos, financiamentos, fornecedores e outras contas a pagar. Redução ao valor recuperável de ativos financeiros Ativos financeiros, exceto aqueles designados pelo valor justo por meio do resultado, são avaliados por indicadores de redução ao valor recuperável no final de cada período. As perdas por redução ao valor recuperável são reconhecidas se, e apenas se, houver evidência objetiva da redução ao valor recuperável do ativo financeiro como resultado de um ou mais eventos que tenham ocorrido após seu reconhecimento inicial, com impacto nos fluxos de caixa futuros estimados desse ativo. O valor contábil do ativo financeiro é reduzido diretamente pela perda por redução ao valor recuperável para todos os ativos financeiros, com exceção das contas a receber, em que o valor contábil é reduzido pelo uso de uma provisão. Recuperações subsequentes de valores anteriormente baixados são creditadas à provisão. Mudanças no valor contábil da provisão são reconhecidas no resultado. Derivativos A Companhia e suas controladas registram e divulgam seus instrumentos financeiros e derivativos de acordo com o IAS 39/CPC 38 - Instrumentos financeiros: Reconhecimento e Mensuração, IFRIC 9 - Reavaliação de derivativos embutidos e IFRS 7/CPC 40 - Instrumentos Financeiros Divulgações. Os instrumentos financeiros são reconhecidos apenas a partir do momento em que a Companhia e suas controladas se tornam parte das disposições contratuais dos instrumentos. Baseada em uma política de gerenciamento de risco do corporativo, a companhia contrata instrumentos financeiros derivativos para minimizar o risco de perda com exposição, principalmente, de riscos de variações de taxas de câmbio, das taxas de juros, dos preços de commodities, riscos de créditos e risco de liquidez, entre outros, que podem afetar negativamente o valor dos ativos e passivos financeiros ou fluxos de caixa futuros e lucros. O valor justo dos instrumentos financeiros derivativos é calculado pela tesouraria com base nas informações de cada operação contratada e nas respectivas informações de mercado nas datas de encerramento das demonstrações contábeis, tais como taxas de juros e câmbio. f) Perda estimada de créditos de liquidação duvidosa As perdas estimadas com créditos de liquidação duvidosa são calculadas com base na análise do "aging list", provisionando os itens de longa data, mas também considerando as perdas avaliadas como prováveis, cujo montante é considerado pela Administração da companhia como suficiente para cobrir eventuais perdas na realização das contas a receber. As despesas com a constituição da perda estimada para créditos de liquidação duvidosa são registradas na rubrica Despesas com vendas na demonstração do resultado consolidado. Quando não existe expectativa de recuperação destes créditos, os valores creditados na rubrica Perda estimada com créditos de liquidação duvidosa são revertidos contra a baixa definitiva do título ao resultado do período. 9

13 Vigor Alimentos S.A Notas explicativas às demonstrações contábeis para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 g) Estoques De acordo com o IAS 2/CPC 16 - Estoques, os estoques são registrados ao custo médio de aquisição ou produção, que não supera os valores de mercado ou valor líquido de realização. O custo desses estoques são reconhecidos no resultado quando da venda. h) Investimentos Nas demonstrações contábeis individuais da Companhia as informações contábeis da controlada são reconhecidas através do método de equivalência patrimonial. As variações cambiais de investimentos em moeda estrangeira são reconhecidas no patrimônio líquido, na rubrica de ajustes acumulados de conversão. i) Imobilizado De acordo com o IAS 16/CPC 27 - Ativo Imobilizado, é registrado ao custo de aquisição. A depreciação dos bens é calculada pelo método linear por taxas calculadas de acordo com o tempo de vida útil-econômica estimada dos bens. Um item de imobilizado é baixado quando vendido ou quando nenhum benefício econômico futuro for esperado do seu uso ou venda. Eventual ganho ou perda resultante da baixa do ativo (calculado como sendo a diferença entre o valor líquido da venda e o valor contábil do ativo) são incluídos na demonstração do resultado, no período em que o ativo for baixado. O valor residual e vida útil dos ativos e os métodos de depreciação são revistos no encerramento de cada exercício, e ajustados de forma prospectiva, quando for o caso. Em função da mudança da prática contábil brasileira para plena aderência ao processo de convergência às práticas internacionais, na adoção inicial dos Pronunciamentos Técnicos CPC 27 (IAS 16), havia a opção de utilizar o conceito de custo atribuído (deemed cost), conforme previsto nos Pronunciamentos Técnicos CPC 37 (IFRS 1) e CPC 43, com base nessas praticas, na data de adoção inicial do IFRS a Vigor optou por aplicar o conceito de custo atribuído. j) Intangível O ativo intangível é demonstrado ao custo de aquisição ou formação, deduzido da amortização. Os ativos intangíveis com vida útil indefinida não são amortizados, sendo estes submetidos aos testes anuais de "impairment" para avaliação e validação da recuperabilidade dos mesmos. Redução ao valor recuperável Os itens do ativo imobilizado, intangível com vida útil definida e outros ativos (circulantes e não circulantes), quando aplicável, têm o seu valor recuperável testado no mínimo anualmente, caso haja indicadores de perda de valor. Os ativos intangíveis com vida útil indefinida têm a recuperação do seu valor contábil testada quando houver indicadores potenciais de perda no valor recuperável ou anualmente, independentemente de haver indicadores de perda de valor, nos termos do IAS 38/CPC 4 - Ativos intangíveis. Ao fim de cada exercício, é feita revisão do valor contábil dos ativos tangíveis e intangíveis para determinar se há alguma indicação de que tais ativos sofreram alguma perda por redução ao valor recuperável. Se houver tal indicação, o montante recuperável do ativo é estimado com a finalidade de mensurar o montante dessa perda, se houver. O montante recuperável é o maior valor entre o valor justo menos os custos na venda ou o valor em uso. Na avaliação do valor em uso, os fluxos de caixa futuros estimados são descontados ao valor presente pela taxa de desconto, antes dos impostos, que reflita uma avaliação atual de mercado do valor da moeda no tempo e os riscos específicos do ativo para o qual a estimativa de fluxos de caixa futuros não foi ajustada. Se o montante recuperável de um ativo calculado for menor que seu valor contábil, o valor contábil do ativo é reduzido ao seu valor recuperável. A perda por redução ao valor recuperável é reconhecida imediatamente no resultado e é revertida caso haja mudanças nas estimativas utilizadas para determinar o valor recuperável. Quando a perda por redução ao valor recuperável é revertida subsequentemente, ocorre o aumento do valor contábil do ativo para a estimativa revisada de seu valor recuperável, desde que não exceda o valor contábil como se nenhuma perda por redução ao valor recuperável tivesse sido reconhecida para o ativo em períodos anteriores. A reversão da perda por redução ao valor recuperável é reconhecida diretamente no resultado. k) Outros ativos circulantes e não circulantes São demonstrados ao valor de custo ou realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos auferidos até a data do balanço. l) Fornecedores Correspondem aos valores devidos aos fornecedores no curso normal do negócio.se o prazo de pagamento é equivalente a um ano ou menos, os saldos de fornecedores são classificados no passivo circulante. Caso contrário, o montante correspondente é classificado no passivo não circulante. Quando aplicável, são acrescidos encargos, variações monetárias ou cambiais. m) Imposto de renda e contribuição social Impostos correntes São registrados com base no lucro tributável, de acordo com a legislação e alíquotas vigentes. Impostos diferidos O imposto de renda e a contribuição social diferidos (impostos diferidos) são calculados sobre as reservas de reavaliação, diferenças temporárias entre as bases fiscais dos ativos e passivos e seus valores contábeis. Os impostos diferidos são determinados usando as alíquotas de imposto vigentes na data do balanço e que devem ser aplicadas quando os respectivos impostos diferidos ativos forem realizados ou quando o imposto de renda e a contribuição social diferidos passivos forem liquidados. Os impostos diferidos ativos são reconhecidos somente na proporção da probabilidade de que o lucro real futuro esteja disponível e contra o qual as diferenças temporárias, despesas tributárias e créditos tributários possam ser usados. Os ativos e passivos fiscais diferidos são compensados caso haja um direito legal de compensar passivos e ativos fiscais correntes, e eles se relacionam a impostos de renda lançados pela mesma autoridade tributária sobre a mesma entidade sujeita à tributação. n) Passivos circulantes e não circulantes São demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos, variações monetárias ou cambiais. o) Ativos e passivos contingentes De acordo com os requerimentos do IAS 37/CPC 25 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes, os ativos contingentes são reconhecidos somente quando é "praticamente certo" seu êxito, ou com base em decisões judiciais favoráveis, transitadas em julgado. Os ativos contingentes com êxitos prováveis são apenas divulgados em nota explicativa. Os passivos contingentes são provisionados quando as perdas forem avaliadas como prováveis e os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes avaliados como perdas possíveis são apenas divulgados em nota explicativa e os passivos contingentes avaliados como perdas remotas não são provisionados e nem divulgados. p) Empréstimos e financiamentos Os empréstimos tomados pela controlada Vigor são reconhecidos, inicialmente, pelo valor justo, no recebimento dos recursos, líquidos dos custos de transação. Em seguida, passam a ser mensurados pelo custo amortizado, isto é, acrescidos de encargos, juros e variações monetárias e cambiais conforme previstos contratualmente, incorridos até as datas dos balanços, conforme demonstrado na nota 15. q) Ajuste a valor presente de ativos e passivos Conforme previsto nas práticas definidas pelo IFRS a Companhia apresenta, quando aplicável, ativos e passivos a valor presente, de acordo com o CPC 12 Ajuste a valor presente. Os ativos e passivos monetários de curto e longo prazo são ajustados pelo seu valor presente, no entanto o ajuste sobre o saldos de curto prazo ocorrem quando o efeito é considerado relevante em relação às demonstrações contábeis consolidadas tomadas em conjunto. No cálculo do ajuste a valor presente a Companhia considerou as seguintes premissas: (i) o montante a ser descontado; (ii) as datas de realização e liquidação; e (iii) a taxa de desconto. A taxa de desconto utilizada pela Companhia considerou as atuais avaliações de mercado quanto ao valor do dinheiro no tempo e os riscos específicos para cada ativo e passivo. 10

14 Vigor Alimentos S.A Notas explicativas às demonstrações contábeis para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 r) Consolidação As demonstrações contábeis consolidadas incluem as demonstrações contábeis da Companhia e de sua controlada. O controle é obtido quando a Companhia tem o poder de controlar as políticas financeiras e operacionais de uma entidade para auferir benefícios de suas atividades. Quando necessário, as demonstrações contábeis das controladas são ajustadas para adequar suas políticas contábeis àquelas estabelecidas pela. Todas as transações, saldos, receitas e despesas entre a Companhia e sua controlada são eliminados integralmente nas demonstrações contábeis consolidadas. As demonstrações contábeis da controlada Vigor Limited, sediada no exterior, onde a Vigor detém 100% de participação, são elaboradas, originalmente, em moeda local, e para fins de cálculo da equivalência patrimonial e consolidação, são convertidas às práticas contábeis - IFRS e para Reais pela taxa cambial correspondente à data de encerramento do balanço para ativos e passivos, pela taxa histórica para as movimentações ocorridas no patrimônio líquido e pela taxa cambial média do período para as contas de receitas e despesas. Os ganhos e perdas decorrentes das movimentações do patrimônio líquido e reconhecimento do resultado pela taxa cambial média, são reconhecidos diretamente no patrimônio líquido, na conta de ajustes acumulados de conversão, nos termos definidos pelo IAS 21/CPC 2 - Efeitos nas mudanças nas taxas de câmbio e conversão de demonstrações contábeis. s) Conversão de moedas estrangeiras Moeda funcional e de apresentação As transações em moedas estrangeiras são convertidas para sua respectiva moeda funcional da controlada. Ativos e passivos monetários denominados em moeda estrangeira na data das demonstrações contábeis são convertidos para a moeda funcional pela taxa cambial correspondente à data de encerramento do balanço. As variações cambial positivas e negativas dos itens monetários é a diferença entre custo amortizado em moeda estrangeira convertidos à taxa de câmbio no final do período. Os itens incluídos nas demonstrações contábeis da controlada são mensurados usando a moeda do principal ambiente econômico no qual a empresa atua ( moeda funcional ), sendo convertidas em Reais pela taxa cambial correspondente à data de encerramento do balanço para ativos e passivos, pela taxa histórica para as movimentações ocorridas no patrimônio líquido e pela taxa cambial média do período para as contas de receitas e despesas, quando aplicável. Com o registro no resultado dos efeitos da variação cambial. t) Investimentos em controladas e controladas em conjunto ("joint ventures") De acordo com os requerimentos do IAS 31/CPC 19 - Investimento em Empreendimento Controlado em Conjunto (Joint Venture), Joint ventures são aquelas entidades nas quais o controle é exercido conjuntamente pela Companhia e por um ou mais sócios. Os investimentos em joint ventures são reconhecidos pelo método de consolidação proporcional, a partir da data em que o controle conjunto é adquirido. De acordo com esse método, os componentes do ativo e passivo e as receitas e despesas das joint ventures são somados às posições contábeis consolidadas, na proporção da participação do investidor em seu capital social, conforme descrito na nota 11. Nas demonstrações contábeis individuais da Companhia, a participações em entidade controlada é reconhecida através do método de equivalência patrimonial. u) Resultado por ação De acordo com o IAS 33/CPC 41 - Resultado por ação, a Companhia apresenta o cálculo do resultado por ação segregado da seguinte forma: Básico: Calculado através da divisão do lucro líquido do período, atribuído aos detentores de ações ordinárias da controladora, pela quantidade média ponderada de ações ordinárias disponíveis durante o período. Diluído: Calculado através da divisão do lucro líquido atribuído aos detentores de ações ordinárias da controladora pela quantidade média ponderada de ações ordinárias disponíveis durante o período, mais a quantidade média ponderada de ações ordinárias que seriam emitidas na conversão de todas as ações ordinárias potenciais diluídas em ações ordinárias. v) Apresentação de relatórios por segmentos De acordo com o IFRS 8/CPC 22 - Informações por segmento - O relatório por segmentos operacionais é apresentado de modo consistente com o relatório interno fornecido para a Diretoria Executiva da Companhia, responsável pela alocação de recursos e pela avaliação de desempenho por segmento operacional e pela tomada de decisões estratégicas, estando de acordo com o modelo de organização vigente. w) Novo IFRS, alterações e interpretações emitidas pelo IASB aplicável às demonstrações financeiras consolidadas Novos pronunciamentos contábeis do IASB e interpretações do IFRIC foram publicados e / ou revisados e têm a adoção opcional em 31 de dezembro de A administração avaliou o impacto desses novos pronunciamentos e interpretações e decidiu não antecipar a adoção pois não terá um impacto significativo sobre as informações anuais da Companhia e sua controlada no ano da adoção inicial. Os principais pronunciamentos e interpretações são apresentados a seguir: Não vigente: As seguintes novas normas, alterações e interpretações de normas foram emitidas pelo IASB, mas não estão em vigor para o exercício de A adoção antecipada dessas normas, embora encorajada pelo IASB, não foi permitida, no Brasil, pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). IAS 1 - "Apresentação das Demonstrações Financeiras". A principal alteração é a separação dos outros componentes do resultado abrangente em dois grupos: os que serão realizados contra o resultado e os que permanecerão no patrimônio líquido. A alteração da norma é aplicável a partir de 1o de janeiro de 2013 e não trará impactos para a Companhia. IAS 19 - "Benefícios a Empregados", alterada em junho de Essa alteração foi incluída no texto do CPC 33 (R1) - "Benefícios a Empregados". A norma é aplicável a partir de 01 de janeiro de Os principais impactos previstos para a sua adoção nas demonstrações financeiras da Companhia são os seguintes: (a) reconhecimento imediato dos custos dos serviços passados; (b) a reposição dos juros do passivo e do retorno esperado dos ativos por uma única taxa de juros líquida deverá gerar um pequeno aumento do custo do plano na demonstração de resultado. A norma não trará impactos para a Companhia. IAS 28 - "Investimentos em Coligadas e Controladas em Conjunto", IFRS 11 - "Acordo Contratual Conjunto" e IFRS 12 - "Divulgações sobre Participações em Outras Entidades", todas emitidas em maio de A principal alteração introduzida por essas normas é a impossibilidade de consolidação proporcional de entidades cujo controle dos ativos líquidos seja compartilhado através de um acordo entre duas ou mais partes e que seja classificado como uma joint venture. O IFRS 11 conceitua dois tipos de classificação para acordos: Joint operations - quando as partes controlam em conjunto ativos e passivos, independentemente de estes ativos estarem em uma entidade à parte (separate vehicle), de acordo com os dispositivos contratuais e essência da operação. Nesses acordos, os ativos, passivos, receitas e despesas são contabilizados na entidade que participa do acordo joint operator na proporção de seus direitos e obrigações. Joint ventures - quando as partes controlam em conjunto os ativos líquidos de um acordo, estruturado através de uma entidade a parte e os respectivos resultados desses ativos são divididos entre as partes participantes. Nesses acordos, a participação da entidade deve ser contabilizada pelo método de equivalência patrimonial e apresentado na rubrica "Investimentos". O método de consolidação proporcional não será mais permitido com controle em conjunto. A norma é aplicável a partir de 1 de janeiro de 2013 e terá efeitos na companhia. Demonstramos abaixo o balanço Patrimonial e a Demonstração de Resultado em 31/12/2012 com os efeitos da norma, desconsolidando os ativos, passivos e resultado da Dan Vigor: ATIVO Dan Vigor Eliminações sem Dan Vigor Circulante (267) Não circulante TOTAL DO ATIVO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Circulante Não circulante (267) Patrimônio líquido TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO

15 Vigor Alimentos S.A Notas explicativas às demonstrações contábeis para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 RESULTADO Dan Vigor Eliminações sem Dan Vigor Receita operacional líquida Custo dos produtos vendidos ( ) (30.955) (47.369) ( ) LUCRO BRUTO # Despesas administrativas, gerais e com vendas ( ) (4.435) - ( ) Resultado financeiro líquido (7.766) (80) - (7.686) Demais (despesas) receitas (902) 54 - (956) Resultado equivalencia patrimonial Imposto de renda e contribuição social (13.846) (2.795) - (11.051) LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO IFRS 12 - "Divulgação sobre Participações em Outras Entidades", considerada em um novo pronunciamento, o CPC 45 - "Divulgação de Participações em Outras Entidades". Trata das exigências de divulgação para todas as formas de participação em outras entidades, incluindo acordos conjuntos, associações, participações com fins específicos e outras participações não registradas contabilmente. A norma é aplicável a partir de 1 de janeiro de A norma não trará impactos para a Companhia. IFRS 9 - "Instrumentos Financeiros", emitido em novembro de O IFRS 9 é o primeiro padrão emitido como parte de um projeto maior para substituir o IAS 39. O IFRS 9 retém, mas simplifica, o modelo de mensuração e estabelece duas categorias de mensuração principais para os ativos financeiros: custo amortizado e valor justo. A base de classificação depende do modelo de negócios da entidade e das características contratuais do fluxo de caixa dos ativos financeiros. A orientação incluída no IAS 39 sobre impairment dos ativos financeiros e contabilização de hedge continua a ser aplicada. A norma é aplicável a partir de 1o de janeiro de IFRS 10 - "Demonstrações Financeiras Consolidadas", incluída como alteração ao texto do CPC 36(R3) - "Demonstrações Consolidadas", emitido em maio de Esta norma está baseada nos princípios existentes quanto à identificação do conceito de controle como fator determinante de quando uma entidade deve ser consolidada das demonstrações financeiras. A norma provê orientação adicional para auxiliar na determinação de controle quando há dúvida na avaliação. A norma é aplicável a partir de 1o de janeiro de 2013 e não trará impactos para a Companhia. IFRS 13 - "Mensuração de Valor Justo", emitido em maio de 2011, e divulgada em um novo pronunciamento, o CPC 46 - "Mensuração do Valor Justo". A norma tem como objetivo aprimorar a consistência e reduzir a complexidade nas divulgações requeridas pelos IFRS. As exigências não aumentam o uso do valor justo na contabilidade, porém orienta como deve ser aplicado quando seu uso for requerido ou permitido por outra norma. A norma é aplicável a partir de 1o de janeiro de 2013, e há uma isenção para aplicação das novas exigências de divulgação para períodos comparativos. A norma não trará impactos para a Companhia. Não há outras normas IFRS ou interpretações IFRIC que ainda não entraram em vigor que poderiam ter impacto significativo sobre a Companhia. 4 Combinação de negócios Aquisição do Laticínios MB Ltda Em 21 de novembro de 2012, a Companhia adquiriu quotas representativas de 100% (cem por cento) do capital social da Laticínios MB Ltda. ( Laticínios MB ), por meio de Contrato de Compra e Venda de Quotas celebrado entre as partes. A Laticínios MB está sediada na Cidade de Lima Duarte, Estado de Minas Gerais, é uma empresa de referência e tradição na produção de queijo tipo Reino, além de outros queijos especiais. A empresa possuí 190 (cento e noventa) colaboradores em 2 plantas, nas cidades de Lima Duarte e Santa Rita de Ibitipoca. Preço de Compra: O valor total do Preço de Compra das Quotas foi de RS (quize milhões e quinhentos mil reais), dos quais R$ (treze milhões e quinhentos mil reais) foram pagos na data da assinatura do contrato. Ajuste do Preco de Compra: O saldo restante do Preço do Compra no valor de R$ (dois milhões do reais), estará sujeito ao Ajuste do Preço de Compra de acordo com cálculos estabelecido em contrato, que levará em conta a posição do balanço final de 31 de dezembro Resumo da operação de alocação de ágio Valor Investido na Laticínios MB Patrimônio Líquido da Laticínios MB em 20/11/2012 (87) Ágio residual (Goodwill) Para fins de alocação de ágio, nos termos da IFRS 3, foi apurada mais valia referente ao grupo de imobilizado. Os outros ativos e passivos já estavam registrados à valor justo. O cálculo do ágio residual por rentabilidade futura (goodwill), após a alocação da mais valia do ativo imobilizado, encontra-se apresentado abaixo: Alocação de ágio - R$ mil Ágio gerado na operação (-) Valor justos do imobilizado (3.460) (+) Reflexo do IR/CS das investidas Ágio residual (Goodwill) A parcela do ágio após as alocações mencionadas foi registrado como "Ágio decorrente de expectativa de rentabilidade futura", para fins contábeis, o qual não é amortizável, e se sujeita a teste anual de recuperabilidade (teste de impairment) para atendimento ao IAS INCORPORAÇÃO DA S/A FABRICA DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS VIGOR Conforme AGE realizada em 28 de dezembro de 2012, foi aprovado o Protocolo e a Justificação firmado em 23 de novembro de 2012, tendo por objeto a incorporação pela Companhia, de sua controlada S/A Fábrica de Produtos ALimentícios Vigor. Demonstramos abaixo os valores incorporados: ATIVO PASSIVO CIRCULANTE CIRCULANTE Caixa e equivalentes de caixa Fornecedores Contas a receber de clientes Empréstimos e financiamentos Estoques Obrigações fiscais, trabalhistas e sociais Impostos a recuperar Imposto de renda e Contribuição Social a pagar 29 Despesas antecipadas 423 Outros passivos circulantes Outros ativos circulantes NÃO CIRCULANTE NÃO CIRCULANTE Empréstimos e financiamentos Depósitos, cauções e outros Obrigações fiscais, trabalhistas e sociais Investimentos em controladas Imposto de renda e contribuição social diferidos Imobilizado Provisão para riscos processuais Intangível Débitos com empresas ligadas TOTAL DO ATIVO TOTAL PASSIVO CIRCULANTE E NÃO CIRCULANTE ACERVO LÍQUIDO INCORPORADO

16 Vigor Alimentos S.A Notas explicativas às demonstrações contábeis para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e Caixa e equivalentes de caixa As disponibilidades e aplicações financeiras são os itens do balanço patrimonial que são apresentados na demonstração dos fluxos de caixa como caixa e equivalentes de caixa e são assim apresentadas: Caixas e depósitos bancários a vista CDB - DI Os Certificados de Depósitos Bancários - CDB, realizados junto a instituições financeiras de primeira linha, são pós-fixados e rendem entre 99% e 101,5% do valor da variação do Certificado de Depósito Interbancário - CDI. 7 Contas a receber de clientes Duplicatas a vencer Duplicatas vencidas: De 1 a 30 dias De 31 a 60 dias De 61 a 90 dias Acima de 90 dias Provisão de perda estimada de créditos de liquidação duvidosa - PCLD Segue a movimentação da Provisão de perda estimada de crédito de liquidação duvidosa: (2.707) - (2.782) Saldo inicial Saldo inicial da controlada Vigor (2.707) - (3.277) - (Adições) Reversão Baixa Saldo final (2.707) - (2.782) - 8 Estoques Produtos acabados Produtos em processo Matéria prima e insumos Almoxarifado Impostos a recuperar ICMS IPI PIS e COFINS IRRF Outros Ativo circulante Ativo não circulante ICMS PIS e COFINS O saldo credor de ICMS a recuperar na Vigor, advém da obtenção de créditos por compras de matérias-primas, materiais de embalagem e secundários em volume superior aos débitos gerados, mais especificamente na unidade de Santo Inácio-PR. Para compensação desses créditos, a Vigor firmou acordo com os fornecedores pelo não aproveitamento do crédito de ICMS com base na legislação local, através da isenção do ICMS nas compras de embalagem. Refere-se a crédito não cumulativo de PIS e COFINS, apurados na Companhia, incidentes sobre as aquisições de matérias-primas, materiais de embalagem e materiais secundários utilizados na produção, líquidos dos débitos apurados sobre as vendas desses produtos. A empresa vem apurando saldo credor desses tributos em função de tributação a alíquota zero em algumas linhas de produtos como o leite, iogurtes e queijos conforme as disposições introduzidas pela Lei /05 e /07. A partir de ago/2011, a companhia vem compensando esses créditos com outros tributos devidos (Imposto de renda fonte, CSLL fonte, IRPJ e CSLL) através de pedido de compensação-perdcomp e também está em processo de homologação para pedido de ressarcimento do saldo total dos créditos. IRPJ / CSSL /IRRF Corresponde ao imposto de renda retido na fonte sobre aplicações financeiras e saldo negativo de IRPJ e CSLL a compensar apurado em exercícios anteriores. 10 Transações com partes relacionadas Contratos de mútuo entre partes relacionadas registrados no balanço patrimonial como créditos e débitos com partes relacionadas: CONTROLADORA Moeda Vencimento Taxa anual Contratos de mútuo Contratos de mútuo Dan Vigor Ind.Com.Lat.LTDA R$ 10/01/

17 Vigor Alimentos S.A Notas explicativas às demonstrações contábeis para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 Transações comercias entre partes relacionadas registradas no balanço patrimonial da controlada Vigor como clientes e fornecedores: CONTROLADORA Contas a receber de clientes Fornecedores Contas a receber de clientes Fornecedores JBS S.A 165 (9.336) - - Dan Vigor Ind.Com.Lat.LTDA (13.539) (22.875) CONSOLIDADO JBS S.A. Contas a receber de clientes Fornecedores Contas a receber de clientes Fornecedores 165 (9.336) (9.336) - - Impactos das transações entre partes relacionadas nas contas de resultado: receita financeira, receita de venda, compras materia primas, mercadorias para revenda e equipamentos. CONSOLIDADO Receita Financeira Exercício findo em 31 de dezembro de 2012 Exercício findo em 31 de dezembro de 2011 Compras de materias primas, mercadorias de revenda e ativo imobilizado Receitas de vendas Receita Financeira Compras de materias primas, mercadorias de revenda e ativo imobilizado Receitas de vendas JBS S.A ( ) Banco Original S/A (Matone) Banco Original do Agronegocio S/A ( ) Remuneração do pessoal chave da administração O pessoal chave da Administração inclui a Diretoria e Presidência Executiva. O valor agregado das remunerações recebidas por esses administradores na controlada Vigor, por serviços nas respectivas áreas de competência, no exercício findo em 31 de dezembro de 2012: remuneração Membros Presidência e diretoria Executiva ordenados Investimentos em controladas O Diretor Comercial, Diretor de Marketing, Diretor de Administração e Controle, Diretor de Supply Chain, Diretor Industrial, Diretor Financeiro e Relação com Investidores e Diretor Presidente são parte de contrato de trabalho no regime CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas), onde seguem todas as prerrogativas legais de remunerações e benefícios. De acordo com o IAS 24 (alterações)/cpc 05 (R1) Apresentação de Partes Relacionadas, com exceção aos descritos acima, os demais membros da Diretoria Executiva e Conselho de Administração não são partes de contrato de trabalho ou outros contratos que prevejam benefícios corporativos adicionais, tais como benefício pós-emprego ou quaisquer outros benefícios de longo prazo, benefícios de rescisão de trabalho que não estejam de acordo com os requeridos pela CLT, quando aplicável, ou remuneração com base em ações Investimentos em controladas Informações relevantes sobre as controladas no exercício findo em 31 de dezembro de 2012: Quantidade de ações (em milhares) Participação percentual Capital social Patrimônio líquido Lucro líquido DAN VIGOR IND.COM.LAT.LTDA ,00% LATICINIOS MB LTDA ,00% Integralização de investimento Equivalência patrimonial Ajuste Acumulado de Conversão DAN VIGOR LTDA LATICINIOS MB LTDA Total

18 Vigor Alimentos S.A Notas explicativas às demonstrações contábeis para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 A seguir está demonstrada a totalidade dos saldos de ativos, passivos já consolidado das controladas Dan Vigor e Laticinios MB. Dan Vigor Laticínios MB ATIVO Circulante Não circulante TOTAL DO ATIVO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Circulante Não circulante Patrimônio líquido TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Abaixo, demonstramos os resultados da Vigor Fábrica, Laticínios MB e Dan vigor no exercício de 2012: Vigor RESULTADO Receita operacional líquida Custo dos produtos vendidos ( ) LUCRO BRUTO # Despesas administrativas, gerais e com ( ) Resultado financeiro líquido (6.690) Demais (despesas) receitas Imposto de renda e contribuição social (902) (13.847) LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO 12 Imobilizado Líquido Custo Depreciação acumulada Imóveis (84.882) Terra nua e terrenos Máquinas e equipamentos ( ) Instalações (36.558) Equipamentos de informática (6.250) Veículos (4.750) Obras em andamento Outros (3.380) ( ) Movimentação do ativo imobilizado Saldo incorporação Vigor Custo Imóveis Terra nua e terrenos Máquinas e equipamentos Instalações Equipamentos de informática Veículos Obras em andamento Outros Depreciação Imóveis - (84.882) (84.882) Máquinas e equipamentos - ( ) ( ) Instalações - (36.558) (36.558) Equipamentos de informática - (6.250) (6.250) Veículos - (4.750) (4.750) Outros - (3.380) (3.380) - ( ) ( ) Líquido Custo Depreciação acumulada Imóveis (87.089) Terra nua e terrenos Máquinas e equipamentos ( ) Instalações (37.903) Equipamentos de informática (6.546) Veículos (5.426) Obras em andamento Outros (3.725) ( )

19 Vigor Alimentos S.A Notas explicativas às demonstrações contábeis para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 Movimentação do ativo imobilizado Custo Vigor e MB Adições Baixas Transferências Imóveis (2.847) Terra nua e terrenos Máquinas e equipamentos (3.605) (2.785) Instalações (86) Equipamentos de informática (12) Veículos (198) Obras em andamento (1.688) 754 Outros (32) (9.565) Depreciação Imóveis - (84.818) (4.097) (87.089) Máquinas e equipamentos - ( ) (6.621) ( ) Instalações - (34.169) (3.794) 60 - (37.903) Equipamentos de informática - (5.988) (571) 13 - (6.546) Veículos - (5.500) (111) (5.427) Outros - (3.537) (220) 32 - (3.725) - ( ) (15.414) ( ) Líquido (5.459) De acordo com IAS 16/CPC 27 - Ativo Imobilizado, em 31/12/2010 a Vigor efetuou a revisão das vidas úteis dos ativos imobilizados, resultando em diferentes taxas de depreciação para cada ativo. Abaixo informamos as taxas mínimas e máximas de depreciação dos ativos que compõe cada grupo: Taxas anuais de depreciação em 31 de dezembro de Mínima Máxima Imóveis 1,67% 3,33% Máquinas e equipamentos 4,00% 10,00% Instalações 4,00% 10,00% Equipamentos de informática 8,33% 33,33% Veículos 6,67% 20,00% Outros 1,67% 10,00% 13 Intangível Ágio Marcas e patentes Software Movimentação do ativo intangível Saldo incorporação Vigor Adições Amortizações Ágio Marcas e patentes Software Saldos iniciais das controladas Vigor e MB Adições Amortizações Ágio Marcas e patentes Software (343) Ágio Teste do ágio para verificação de perda do valor recuperável (343) Na controladora, refere-se à cessão do investimento a valor contábil da JBS S.A., incluindo ágio, na S.A Fabrica de Produtos Alimentícios Vigor para capitalização na Companhia. Tal cessão ocorre em função de uma transação sob controle comum, ocorrida no dia 17 de janeiro de 2012, em que a controladora JBS S.A. efetuou capitalização de R$ na Companhia, através de cessão a valor contábil de seu investimento (R$ ) e ágio (R$ ) na S.A. Fábrica de Produtos Alimentícios Vigor ( Vigor ). Naquela data a Companhia tornou-se detentora de 100% do capital na Vigor, sem que tenha havido alteração no seu controle final, o qual permaneceu com a controladora JBS S.A. Os valores registrados nas demonstrações financeiras da Companhia representam os valores de livros na JBS S.A. antes da transação. No ano de 2008, a controlada Vigor adquiriu 100% do capital do Laticínios Serrabella Ltda, tendo apurado um ágio no valor de R$ 1.481, que por não ter vida útil definida não é amortizado, mas todavia a sua recuperação é testada anualmente. Em novembro de 2012,a Vigor adquiriu 100% do Laticínios MB Ltda, tendo apurado um ágio no valor de R$ , conforme mencionado na nota explicativa 04. Ágio: Conforme interpretação técnica ICPC 09 - Demonstrações Contábeis Individuais, Demonstrações Separadas, Demonstrações Consolidadas e Aplicação do Método de Equivalência Patrimonial, no balanço consolidado o ágio (goodwill) fica registrado no subgrupo do Ativo Intangível por se referir à expectativa de rentabilidade da controlada adquirida, cujos ativos e passivos estão consolidados nos da controladora. Já no balanço individual da controladora, esse ágio fica no seu subgrupo de Investimentos, do mesmo grupo de Ativos Não Circulantes, porque, para a investidora, faz parte do seu investimento na aquisição da controlada, não sendo ativo intangível seu (como dito atrás, a expectativa de rentabilidade futura o genuíno intangível é da controlada). Em 31 de dezembro de 2012 a Companhia avaliou a recuperação do valor contábil dos ágios utilizando o conceito do valor em uso, por meio de modelos de fluxo de caixa descontado, representativas dos conjuntos de bens tangíveis e intangíveis utilizados no desenvolvimento e venda de produtos dos clientes da Vigor. O processo de determinação do Valor em Uso envolve utilização de premissas, julgamentos e estimativas sobre os fluxos de caixa, tais como taxas de crescimento das receitas, custos e despesas, estimativas de investimentos e capital de giro futuros e taxas de descontos. As premissas sobre projeções de crescimento, do fluxo de caixa e dos fluxos de caixa futuro são baseadas nas melhores estimativas da Administração, bem como em dados comparáveis de mercado, das condições econômicas que existirão durante a vida econômica do conjunto de ativos que proporcionam a geração dos fluxos de caixa. Os fluxos de caixa futuros foram descontados por uma taxa que reflete o custo de capital. 16

20 Vigor Alimentos S.A Notas explicativas às demonstrações contábeis para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 De forma consistente com as técnicas de avaliação econômica, a avaliação do valor em uso é efetuada por um período de 10 anos, e a partir de então, considerando-se a perpetuidade das premissas tendo em vista a capacidade de continuidade dos negócios por tempo indeterminado. A Administração julgou apropriada a utilização do período de 5 anos com base em sua experiência passada em elaborar com acurácia projeções de seu fluxo de caixa. Tal entendimento está de acordo com o parágrafo 35 do IAS 36/CPC 01 (R)- Redução do Valor Recuperável de Ativos. As taxas de crescimento utilizadas para extrapolar as projeções além do período de 10 anos é de 4,5% ao ano em valores nominais. Os fluxos de caixa futuros estimados foram descontados a taxa de desconto de 12,17% ao ano, também em valores nominais. As principais premissas usadas na estimativa do valor em uso são como segue: Receitas de vendas As receitas foram projetadas entre 2013 e 2022 considerando os crescimentos do volume dos diferentes produtos das Unidades Geradoras de Caixa. Custos e despesas operacionais Os custos e despesas foram projetados em linha com o desempenho histórico da Vigor, bem como, com o crescimento histórico das receitas. Além disso, foram considerados ganhos de eficiência derivados de sinergias de combinações de negócios e melhorias de processos. Investimentos de capital Os investimentos em bens de capital foram estimados considerando a manutenção da infra-estrutura existente e as expectativas necessárias para viabilizar a oferta dos produtos. As premissas-chave foram baseadas no desempenho histórico da Vigor e em premissas macroeconômicas razoáveis e fundamentadas com base em projeções do mercado financeiro, documentadas e aprovadas pela Administração da Vigor. Análise de sensibilidade do teste do ágio A administração considera que não é razoavelmente possível que a rentabilidade estimada mude significativamente para eliminar o excesso identificado entre o valor recuperável e o saldo contábil. 14 Fornecedores Mercado Interno Materiais e serviços Produtos acabados Empréstimos e financiamentos Passivo Circulante Modalidade Em moeda nacional Taxa média anual de juros e comissões Vencimento BNDES_Aut. C.Giro Juros de0,97% a 1,18% am 100% CDI e Juros 2,4% a 16,08% a.a 16/02/ /08/ EGF Juros 5,5% 19/06/ FCO Juros de 10% 19/04/ Finame Juros de 8,7% 14/04/ Progeren TJLP+ 3,35% a.a 15/10/ Passivo Não Circulante Modalidade Em moeda nacional BNDES_Aut. C.Giro Taxa média anual de juros e comissões Vencimento Juros de0,97% a 1,18% am 100% CDI e Juros 2,5% a 16,08% 16/02/ /08/ EGF Juros 5,5% 19/06/ FCO Juros de 10% 02/05/ Finame Juros de 8,7% 14/04/ Progeren BB TJLP+ 3,35% a.a 15/10/ Desmembramento: Passivo circulante Passivo não circulante O vencimento do exigível a longo prazo compõe-se: Em 20 de julho de 2012, a Companhia, resgatou a totalidade dos Notes de U.S.$ 100,000,000, conforme escritura datada de 23 de fevereiro de 2007 registrado na conta empréstimos e financiamentos. De acordo com o item 3.02 da Escritura, foram resgatados em sua totalidade em 23 de agosto de Após essa data, deixaram de incidir juros sobre os Notes e o preço de resgate foi devido. O pagamento foi feito mediante a entrega dos Notes. O contrato relativo à captação dos bônus garantidos "Notes" firmado perante o Dresdner Bank estava sujeito a cláusulas restritivas de acordo com as práticas usuais de mercado, que estabelecem, além de determinadas obrigações de praxe, que a manutenção do limite de cobertura da dívida através da relação endividamento líquido/ebitda ( Earnings Before Interests, Taxes, Depreciation and Amortization ) não seja superior a 4,75. Até a data da liquidação Companhia esteve adimplente com todas as cláusulas. A maioria das operações da Vigor referente a captação de recursos significativos referem-se a capital de giro, onde não existem garantias físicas e/ou garantias específicas, pois estão garantidas pela Vigor e sua controladora. Especificamente nos casos de financiamento e arrendamento de veículos, os financiamentos são garantidos pelos ativos objetos de financiamento. 17

21 Vigor Alimentos S.A Notas explicativas às demonstrações contábeis para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e Obrigações fiscais, trabalhistas e sociais Salários e encargos sociais Provisões para férias, 13º e encargos Imposto de renda e contribuição social retido ICMS a recolher PIS e COFINS a recolher Parcelamento Lei /2009 (a) Outros Desmembramento Passivo circulante Passivo não circulante a) Parcelamento de débitos Lei de 27/05/2009 Em novembro de 2009, a Vigor aderiu ao parcelamento de débitos previstos na Lei n , de 27 de maio de 2009, e fez a opção de liquidar valores correspondentes a multas e a juros moratórios, inclusive relativos a débitos inscritos na Dívida Ativa da União, com a utilização de créditos decorrentes de prejuízo fiscal e base negativa da CSLL próprios. A prestação mínima proveniente do Parcelamento Excepcional de que trata os arts. 1 e 8 da MP n 303/06 será o equivalente a 85% do valor da prestação devida no mês de novembro/2009 e de R$ 100,00 no caso dos demais débitos da pessoa jurídica, que vencerão no último dia útil de cada mês. O prazo do parcelamento ficou em 161 parcelas vincendas. A primeira prestação foi paga no mês em que foi formalizado o pedido de adesão em valor não inferior ao estipulado na Lei. O valor de cada prestação será acrescido de juros correspondentes à variação da taxa Selic. Computadas as prestações pagas durante a vigência do Paex-Parcelamento Excepcional, os débitos que compõe os saldos remanescentes dos parcelamentos serão restabelecidos à data da solicitação do parcelamento, com os acréscimos legais devidos à época da ocorrência dos respectivos fatos geradores, computadas as reduções de juros, as multas e do encargo legal, assim como da liquidação de juros e multa com créditos decorrentes de prejuízo fiscal e base negativa de CSLL. parcelamento conforme lei 11941/2009. Movimentação do parcelamento Receita Federal do Brasil Previdência Social Total Saldos em 31/12/ Saldo iniciais da controlada Vigor Adesão complementar de débitos provisionados Juros Compensações e liquidações (71.948) (1) (71.949) Saldos em 31/12/ Provisão para riscos processuais A Vigor é parte envolvida em processos judiciais de natureza trabalhista, tributária e cível em andamento, os quais envolve responsabilidades contingentes. Os processos encontram-se em fase de defesa administrativa e/ou em trâmite na esfera judicial. Com base no posicionamento da Administração, apoiado na opinião de seus assessores jurídicos internos e externos, a Administração da Companhia e de suas controladas mantêm provisão para contingências em montantes considerados suficientes para fazer face a eventuais perdas que possam advir de desfechos desfavoráveis, conforme a seguir: Controlada Trabalhistas Cíveis Fiscais e Previdenciárias Total Movimentação das Contingências Saldo iniciais da controlada Vigor e Laticínios MB Adições Baixas Transferências (i) Controlada (832) (51.915) Processos trabalhistas Referem-se às diversas reclamações trabalhistas movidas por ex-funcionários, que foram provisionadas pela Vigor com base em uma estimativa de perda preparada pelos seus assessores jurídicos e aprovadas pela Administração da Companhia e da Vigor. Processos cíveis Referem-se às diversas reclamações cíveis que foram provisionadas pela Vigor com base em uma estimativa de perda preparada pelos seus assessores jurídicos e aprovadas pela Administração da Companhia. Processos fiscais (i) Os processos fiscais referiam-se a questionamentos relativos a IRPJ, CSLL, Pis e Cofins cujo montante foi objeto de adesão complementar ao parcelamento do Refis IV, com as desistências dos mesmos, de acordo com as prerrogativas da Lei /2009. Outros processos Em 31 de dezembro de 2012, a companhia Vigor possuía em andamento outros processos de natureza cível, trabalhista e fiscal, no montante de aproximadamente R$ 353, cuja materialização,na avaliação dos assessores jurídicos, é possível a perda, mas não provável, em consonância ao CPC 25 - Provisões, passivos contingentes e ativos contingentes. 18

22 Vigor Alimentos S.A Notas explicativas às demonstrações contábeis para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e Imposto de renda e contribuição social São registrados com base no lucro tributável de acordo com a legislação e alíquotas vigentes. O imposto de renda e a contribuição social diferidos ativos são reconhecidos sobre as diferenças temporárias. O imposto de renda e contribuição social diferidos passivos foram registrados sobre as reservas de reavaliação constituídas pela Companhia e sobre as diferenças temporárias. a) Reconciliação da despesa de imposto de renda e contribuição social Lucro antes da tributação Alíquotas nominais Expectativa de crédito (despesa) de imposto de renda e contribuição social Exercício findo em 31 dezembro de % 34% (15.130) - Ajuste para demonstração da taxa efetiva (Adições) exclusões permanente: (Adições) exclusões temporárias: Perda estimada de créditos de liquidação duvidosa Variações Cambiais Provisão para contingencias (9.584) (11.682) - 87 Realização da reserva de reavaliação (2.662) - Prejuízos fiscais Base negativa de CSLL 797 Outras (1.299) Crédito (despesa) de imposto de renda e contribuição social corrente (23.430) - Taxa efetiva 53% A composição das despesas com imposto de renda e contribuição social apresentada na demonstração dos resultado dos são: Imposto de renda e contribuição social correntes (23.430) - Imposto de renda e contribuição social diferidos (13.846) - A Companhia está compensando o imposto de renda e contribuição social correntes com créditos de imposto de renda retido na fonte sobre aplicações e créditos de PIS e COFINS. b) Composição do saldo de imposto de renda e contribuição social diferidos no balanço patrimonial Composição do Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos Ativo:. Sobre diferenças temporárias Prejuízos fiscais Base negativa de contribuição social Perda estimada de créditos de liquidação duvidosa Provisão para contingências Provisão para perdas Passivo:. Sobre reserva de reavaliação e diferenças temporárias Reserva de reavaliação Variação cambial Total Líquido Impostos diferidos Imposto diferido é gerado por diferenças temporárias na data do balanço entre as bases fiscais de ativos e passivos e seus valores contábeis. Impostos diferidos passivos são reconhecidos para todas as diferenças tributárias temporárias, exceto: - quando o imposto diferido passivo surge do reconhecimento inicial de ágio ou de um ativo ou passivo em uma transação que não for uma combinação de negócios e, na data da transação, não afeta o lucro contábil ou o lucro real ou prejuízo fiscal; e - sobre as diferenças temporárias tributárias relacionadas com investimentos em controladas, em que o exercício da reversão das diferenças temporárias pode ser controlado e é provável que as diferenças temporárias não sejam revertidas no futuro próximo. Impostos diferidos ativos são reconhecidos para todas as diferenças temporárias dedutíveis, créditos e perdas tributárias não utilizadas, na extensão em que seja provável que o lucro tributável esteja disponível para que as diferenças temporárias dedutíveis possam ser realizadas, e créditos e perdas tributárias não utilizadas possam ser utilizadas, exceto: - sobre as diferenças temporárias dedutíveis, associadas com investimentos em controladas, impostos diferidos ativos são reconhecidos somente na extensão em que for provável que as diferenças temporárias seja revertidas no futuro próximo e o lucro tributável esteja disponível para que as diferenças temporárias possam ser utilizadas. 19 Patrimônio líquido a) Capital social Em 03 de janeiro de 2011, conforme Assembléia Geral Extraordinária, foi aprovada constituição da Vigor Alimentos S.A onde também os acionistas aprovaram a eleição dos primeiros membros do Conselho de Administração da Companhia. Em 2011, capital social da Companhia era de R$ 5, dividido em ações ordinárias, nominativas, e sem valor nominal. No dia 20 de janeiro de 2012, a controladora JBS S.A efetuou capitalização de R$ na Vigor Alimentos S.A, através de cessão a valor contábil de investimento (R$ ) e ágio (R$ ) na S.A.Fábrica de Produtos Alimentícios Vigor e com emissão de de ações ordinárias, sem valor nominal. Em 05 de abril de 2012, em reunião do Conselho Administrativo foi aprovado, por unanimidade, a proposta de alteração do Estatuto Social da Companhia, para fins de refletir o desdobramento das ações ordinárias da Companhia na proporção de 1 para 1, , de forma que o capital social da Companhia passou a ser dividido em ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal, viabilizando a Oferta Pública Voluntária de Aquisição de Ações Ordinárias de Emissão da JBS S.A mediante Permuta por Ações Ordinárias de Emissão da Companhia. Conforme artigo 5o do Estatuto Social da Vigor Alimentos S.A o capital social da Companhia é de R$ , dividido em ações ordinárias, nominativas, e sem valor nominal. A Companhia está autorizada a aumentar o seu capital social em até mais de ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal. Conforme estatuto social, o Conselho de Administração fixará o número, o preço, o prazo de integralização e as demais condições da emissão de ações. A Companhia poderá outorgar opção de compra de ações a administradores, empregados ou pessoas naturais que lhe prestem serviços, ou a administradores, empregados ou pessoas naturais que prestem serviços às empresas sob seu controle, com exclusão do direito de preferência dos acionistas na outorga e no exercício das opções de compra. 19

23 Vigor Alimentos S.A Notas explicativas às demonstrações contábeis para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 b) Dividendos De acordo com as disposições estatutárias da Companhia, o dividendo mínimo obrigatório é de 25% do lucro líquido do exercício, ajustado na forma da lei societária. Lucro Líquido do Exercício Reserva Legal 5% Lucro após reservas Dividendo mínimo 25% Dividendo proposto: Ações Quantidade p/ação Total R$ Ordinárias , A Companhia vai propor em AGO a retenção do dividendo mínimo obrigatório em conta de reserva especial para não pagamento de dividendo, pela necessidade de investimentos futuros. 20 Receita operacional líquida RECEITA OPERACIONAL BRUTA DE VENDAS Receitas de vendas de produtos Mercado interno Mercado externo DEDUÇÕES DE VENDAS Devoluções e descontos - - (81.053) - Impostos sobre as vendas - - ( ) ( ) - RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA Resultado por ação Básico Resultado atribuível aos acionistas - R$ Média ponderada de ações do exercício - milhares Média ponderada de ações em circulação - milhares Resultado por lote de mil ações - Básico - R$ 0,22 - Diluído O lucro por ação diluído é calculado ajustando-se a média ponderada da quantidade de ações em circulação supondo a conversão de todas as ações potenciais que provocariam diluição. A Companhia não possui nenhuma categoria de ações potenciais que provocariam diluição. 22 Resultado financeiro líquido Exercícios findos em 31 dezembro de Conforme requerido pelo IAS33/CPC 41-Resultado por ação, a tabela a seguir reconcilia o lucro líquido aos montantes usados para calcular o lucro por ação básico e diluído. Exercícios findos em 31 dezembro de O lucro básico por ação é calculado mediante a divisão do lucro atribuível aos acionistas da Companhia, pela quantidade média ponderada de ações do exercício, excluindo as ações mantidas como ações em tesouraria. A Companhia não possui ações em tesouraria nos exercícios findos em 31 de dezembro de Exercícios findos em 31 dezembro de Receitas financeiras Exercícios findos em 31 dezembro de Exercícios findos em 31 dezembro de Resultado de variações cambiais ativas Resultado de operações derivativas Juros Ativos Despesas financeiras Resultado de variações cambiais passivas - - (27.990) - Juros Passivos (1.736) - (42.786) - Impostos, contribuições, tarifas e outros (919) - (6.166) - (2.655) - (76.942) - Resultado financeiro líquido (1.075) - (7.766) - 23 Conciliação do EBITDA A Companhia apresenta abaixo a base de preparação e cálculo do EBITDA (lucro antes dos efeitos financeiros, imposto de renda, contribuição social, depreciação e amortização): Exercícios findos em 31 dezembro de Exercícios findos em 31 dezembro de Resultado antes da provisão para imposto de renda e contribuição social Resultado financeiro líquido (nota 22) Depreciação e amortização (nota 12 e 13) EBTIDA

24 Vigor Alimentos S.A Notas explicativas às demonstrações contábeis para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e Despesas por natureza A Companhia optou por apresentar a Demonstração do Resultado por função. Conforme requerido pelo CPC 26 - Apresentação das demonstrações contábeis, apresenta, a seguir, o detalhamento da Demonstração do Resultado por natureza: Exercícios findos em 31 dezembro de Exercícios findos em 31 dezembro de Classificação por natureza Depreciação e amortização - - (15.757) - Despesas com pessoal (1.122) - ( ) - Matéria prima e materiais de uso e consumo (304) - ( ) - Impostos, taxas e contribuições (1.088) Remuneração de capitais de terceiros (1.749) - (59.603) - Outras receitas e despesas ( ) - Classificação por função Custo dos produtos vendidos - - ( ) - Despesas com vendas - - ( ) - Despesas gerais e administrativas (1.608) - (74.221) - Resultado financeiro líquido (1.075) - (7.766) - Resultado de equivalência patrimonial Outras receitas e despesas operacionais - - (902) - 25 Segmentos operacionais Exercícios findos em 31 dezembro de Exercícios findos em 31 dezembro de ( ) - A Administração Vigor definiu os segmentos operacionais do grupo com base nos relatórios utilizados pela diretoria na tomada de decisão estratégica dos negócios. Esses segmentos são: Leite UHT: Os principais produtos são Leite UHT integral, semi-desnatado e desnatado. Lácteos: Os principais produtos iogurtes líquidos e batidos, pettit suisse, leite fermentado, sobremesas, queijos parmesão, queijos finos, requeijão, fondue e cremes. Spreads: Os principais produtos são margarinas, manteigas, maionese, blends e óleos. Outros: Os principais produtos são chantilly spray, achocolatado, sucos e massas Os ativos e passivos por segmento de negócio não estão sendo apresentados, uma vez que não são objeto de análise para tomada de decisão estratégica por parte da Diretoria. Ainda por esse motivo, as linhas de " Despesas e Receitas Operacionais, Resultado financeiro e Imposto de renda e contribuição social também não são alocadas por segmentos de negócios. Exercício findo em 31 de dezembro de 2012 Leite UHT Lácteos Spreads Outros Total Receita operacional líquida Custo dos produtos vendidos (78.524) ( ) ( ) (49.187) ( ) Lucro Bruto Cobertura de seguros Em 31 de dezembro de 2012, a Companhia possuía cobertura de seguros contra incêndio, vendaval, roubo e danos elétricos no valor total de R$ As premissas de risco adotadas, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de uma auditoria anual, consequentemente, não foram auditadas pelos auditores independentes. 27 Gerenciamento de riscos e instrumentos financeiros As operações estão expostas a riscos de mercado, principalmente com relação às variações de taxas de câmbio, riscos de créditos, taxas de juros e risco de liquidez. a) Política de gestão de riscos A gestão de riscos é basicamente Corporativa, sendo efetuada e controlada em nível Global, pela JBS S.A. A controlada Vigor possui uma política formal para gerenciamento de riscos cujo controle e gestão é de responsabilidade da tesouraria, que se utiliza de instrumentos de controle através de sistemas adequados e profissionais capacitados na mensuração, análise e gestão de riscos. Essa política é monitorada permanentemente pelo Comitê Financeiro e por executivos financeiros da JBS S.A, que têm sob sua responsabilidade a definição da estratégia da Administração na gestão desses riscos, determinando os limites de posição e exposição. Adicionalmente, não são permitidas operações com instrumentos financeiros de caráter especulativo. b) Riscos de taxas de juros O risco de taxa de juros está atrelado diretamente ao risco de aumentos nas despesas relacionadas aos empréstimos e financiamentos ou da redução dos rendimentos atrelados às aplicações financeiras, considerando as flutuações de taxas de mercado. Este risco é monitorado através da estratégia de equalização das taxas contratadas à taxa CDI. Exercícios findos em 31 dezembro de Exercícios findos em 31 dezembro de Exposição à taxa CDI: Ativo CDB Passivo C_GIRO - CDI (74.296) - (74.296) - Total Análise de sensibilidade As operações da Companhia e são indexadas a taxas pré e pós fixadas, sendo as taxas pós fixadas por CDI, sendo assim, a administração de uma maneira geral entende que qualquer oscilação nas taxas de juros, não representaria nenhum impacto significativo no seu resultado. 21

25 Vigor Alimentos S.A Notas explicativas às demonstrações contábeis para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 c) Riscos de taxas de câmbio O risco de variação cambial refere-se ao potencial de perdas econômicas que a Vigor pode incorrer devido a variações adversas neste fator de risco, ocasionadas por motivos diversos, como crises econômicas, alterações de políticas monetárias soberanas ou oscilações de mercado. A Vigor possui ativos e passivos expostos a este risco, porém a Política de Gestão de Riscos é clara ao não entender que a simples existência de exposições contrárias promova naturalmente proteção econômica, pois devem ser apreciadas outras questões pertinentes, como descasamentos de prazo e a volatilidade do mercado. O risco é decorrente de variação cambial sobre os empréstimos, financiamentos e contas a receber em moedas estrangeiras decorrentes de exportações e outras obrigações eventuais, denominadas em moeda estrangeira em relação à moeda funcional da Companhia. A seguir são apresentados os ativos e passivos, da Companhia, expostos a riscos de variação cambial nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011, bem como os efeitos dessas contas no resultado do exercício : EXPOSIÇÃO OPERACIONAL Contas a Receber - US$ Efeitos no resultado Subtotal FINANCEIRO Empréstimos e financiamentos - US$ - - (14.080) Subtotal - - (14.080) DERIVATIVOS Swap Subtotal TOTAL Análise de sensibilidade Com o objetivo de prover informações de como se comportariam os riscos de mercado a que a Companhia está exposta em 31 de dezembro de 2012, a seguir estão apresentadas possíveis alterações, de 25% e 50%, nas variáveis relevantes de risco, em relação às do cenário provável. A Administração julga que as cotações de fechamento utilizadas na mensuração de seus ativos e passivos financeiros, na data base destas demonstrações contábeis, representam um cenário provável e os efeitos já estão reconhecidos no resultado. Seguem os resultados líquidos entre o resultado das exposições e os respectivos derivativos: Risco de câmbio Exposição Risco Cenário provável (I) 25% Apreciação de 50% Financeira Operacional Derivativos de proteção cambial Premissa Depreciação do R$ Apreciação do R$ - (1.173) (2.345) Apreciação do R$ (1.173) (2.345) Câmbio 2,0435 1,5326 1,0218 d) Riscos de crédito A companhia Vigor está potencialmente sujeita a riscos de créditos relacionados com as contas a receber, aplicações financeiras e contratos de proteção. No caso de contas a receber, as estratégias de redução do risco de crédito baseiam-se na pulverização da carteira, não possuindo clientes ou grupo empresarial que representem mais de 10% do faturamento consolidado, concessão de crédito relacionada com índices financeiros e operacionais saudáveis, limites de créditos, análise detalhada da idoneidade financeira dos clientes através do CNPJ próprio, empresas coligadas e CPF dos sócios, e através de consultas à órgãos de informações e monitoramento constante de clientes. A companhia Vigor limita sua exposição ao risco de crédito por cliente e por mercado, através de sua área de análise de crédito e gestão da carteira de clientes. Desta forma, busca-se reduzir a exposição econômica a um dado cliente e/ou mercado que possa vir a representar perdas expressivas para a controlada Vigor em caso de inadimplência ou implementação de barreiras sanitárias e/ou comerciais em países para os quais exporta. O risco por mercado de exposição é monitorado pelo Comitê de Crédito da controlada Vigor que se reúne periodicamente com as áreas comerciais para análise e controle da carteira. Os parâmetros utilizados são baseados nos fluxos diários de informações de monitoramento de operações que identificam acréscimo de volumes de compras no mercado, eventuais inadimplências, cheques sem fundos, e protestos ou ações movidas contra os clientes. Os controles internos englobam a atribuição de limites de crédito e configuração de status conferidos individualmente a cada cliente e trava automática de faturamento em caso de inadimplência, limite excedido ou ocorrência de informação restritiva. A Diretoria de Controle de Riscos acompanha as operações que têm como contrapartida instituições financeiras (aplicações e contratos de proteção), monitorando limites de exposição definidos pelo Comitê de Gestão de Riscos baseados em classificações de risco (ratings) de agências internacionais especializadas. A companhia possuía em 31 de dezembro de 2012 aplicações financeiras com saldos superiores a R$ com as seguintes instituições financeiras: Banco Santander, Banco do Brasil e Banco Bradesco. O valor contábil dos ativos financeiros que representam a exposição máxima ao risco do crédito na data das demonstrações contábeis foi: Ativos Notas Caixa e equivalentes de caixa Contas a receber de clientes Créditos com empresas ligadas e) Risco de liquidez O risco de liquidez decorre da gestão de capital de giro e da amortização dos encargos financeiros e principal dos instrumentos de dívida. É o risco que a companhia Vigor encontrará dificuldade em cumprir as suas obrigações financeiras vincendas. A companhia administra seu capital tendo como base parâmetros de otimização da estrutura de capital com foco nas métricas de liquidez e alavancagem que possibilitem a um retorno aos sócios, no médio prazo, condizente com os riscos assumidos na operação. A administração da liquidez da Companhia e de suas controladas é feita levando em consideração principalmente o indicador de liquidez imediata modificado, representado pelo nível de disponibilidades e investimentos divididos pela dívida de curto prazo. Com base na análise desses indicadores, define a gestão de capital de giro de forma a manter a alavancagem natural da Companhia e de suas controladas em níveis iguais ou inferiores ao índice de alavancagem esperados. 22

26 Vigor Alimentos S.A Notas explicativas às demonstrações contábeis para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 Os índices de liquidez (consolidado) estão demonstrados abaixo: Caixa e equivalentes de caixa Empréstimos e financiamentos no CP Indicador de liquidez modificado 0,99 - Em 31 de dezembro de 2012 Menos de 1 ano Entre 1 e 2 anos Entre 3 e 5 anos Mais de 5 anos Total Fornecedores Empréstimos e financiamentos TOTAL Em 31 de dezembro de 2012 Menos de 1 ano Entre 1 e 2 anos Entre 3 e 5 anos Mais de 5 anos Total Fornecedores Empréstimos e financiamentos TOTAL f) Valores estimados de mercado Os ativos e passivos financeiros estão representados nas demonstrações contábeis pelos valores de custo e respectivas apropriações de receitas e despesas e estão contabilizados de acordo com a sua expectativa de realização ou liquidação. g) Instrumentos financeiros Todas as operações com instrumentos financeiros estão reconhecidas nas demonstrações financeiras da controlada Vigor, conforme quadros abaixo: Ativos Notas Valor justo por meio do resultado Caixa e equivalentes de caixa Empréstimos e recebíveis Contas a receber de clientes Créditos com empresas ligadas Total Passivos Passivos pelo custo amortizado Empréstimos e financiamentos Fornecedores Total Durante o período não houve nenhuma reclassificação entre as categorias, valor justo por meio do resultado, empréstimos e recebíveis e passivos pelo custo amortizado, apresentadas no quadro acima. h) Valor justo de instrumentos financeiros Os ativos e passivos financeiros estão representados nas demonstrações contábeis pelos valores de custo e respectivas apropriações de receitas e despesas e estão contabilizados de acordo com a sua expectativa de realização ou liquidação. O swap é obtido calculando-se de forma independente as pontas ativa e passiva, trazendo-as ao seu valor presente. As cotações futuras utilizadas para o cálculo da curva deste contrato foram extraídas da base de dados da Bloomberg. De acordo com o IFRS 7/ CPC 40, a controlada Vigor classifica a mensuração do valor justo de acordo com os níveis hierárquicos que refletem a significância dos índices utilizados nesta mensuração, conforme os seguintes níveis: Nível 1: Preços cotados em mercados ativos (não ajustados) para ativos e passivos idênticos; Nível 2 - Outras informações disponíveis, exceto aquelas do Nível 1, em que os preços cotados são para ativos e passivos similares, seja diretamente por obtenção de preços em mercados ativos ou indiretamente, como técnicas de avaliação que utilizam dados dos mercados ativos. Nível 3 - Os índices utilizados para cálculo não derivam de um mercado ativo. A controlada Vigor não possui instrumentos neste nível de mensuração. Conforme observado acima, os valores justos dos instrumentos financeiros, à exceção daqueles vencíveis no curto prazo, instrumentos de patrimônio sem mercado ativo e contratos com características discricionárias em que o valor justo não pode ser mensurado confiavelmente, estão apresentados por níveis hierárquicos de mensuração, abaixo: 23

27 Vigor Alimentos S.A Notas explicativas às demonstrações contábeis para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 Hierarquia de valor justo Valor contábil em 31 de dezembro de 2012 Nível 1 Nível 2 Nível 3 Ativos circulantes Caixas e depósitos bancários a vista Aplicações financeiras Nível 1 Nível 2 Nível 3 Ativos circulantes Caixas e depósitos bancários a vista Aplicações financeiras Valor contábil em 31 de dezembro de 2011 Nível 1 Nível 2 Nível 3 Ativos circulantes Caixas e depósitos bancários a vista Nível 1 Nível 2 Nível 3 Ativos circulantes Caixas e depósitos bancários a vista Valor justo versus valor contábil Os empréstimos e financiamentos, apresentados no quadro a seguir, incluem os valores de capital de giro em Reais e capital de giro em moeda estrangeira (bonds), conforme demonstrados detalhadamente na nota explicativa nº 15. Na opinião da Administração os empréstimos e financiamentos, os quais estão mensurados pelos respectivos valores de custos amortizados, não apresentam variações significativas em relação aos respectivos valores justos. Esses empréstimos e financiamentos estão atualizados monetariamente com bases nos índices e juros contratados até a data de fechamento das Demonstrações Financeiras, portanto o saldo devedor está reconhecido por um montante próximo ao seu valor justo. Como não existe mercado ativo para tais instrumentos, as diferenças que poderiam ocorrer se tais valores fossem liquidados antecipadamente seriam em montantes não representativos. Os valores justos dos ativos e passivos financeiros, juntamente com os valores contábeis apresentados no balanço patrimonial, são os seguintes: Nota 31 de dezembro de de dezembro de 2011 Valor contábil Valor justo Valor contábil Valor justo Caixa e bancos Aplicações financeiras Créditos com empresas ligadas Ativos financeiros totais Fornecedores Empréstimos e financiamentos Passivos financeiros totais ( ) ( ) 5 5 Nota 31 de dezembro de de dezembro de 2011 Valor contábil Valor justo Valor contábil Valor justo Caixa e bancos Aplicações financeiras Contas a receber de clientes Ativos financeiros totais Fornecedores Empréstimos e financiamentos Passivos financeiros totais (31.687) (31.687) 5 5 Os empréstimos e financiamentos, apresentados no quadro acima, incluem os valores de capital de giro em Reais, conforme demonstrados detalhadamente na nota explicativa nº 15. Na opinião da Administração os empréstimos e financiamentos, os quais estão mensurados pelos respectivos valores de custos amortizados, não apresentam variações significativas em relação aos respectivos valores justos. Esses empréstimos e financiamentos estão atualizados monetariamente com bases nos índices e juros contratados até a data de fechamento das Demonstrações Financeiras, portanto o saldo devedor está reconhecido por um montante próximo ao seu valor justo. Como não existe mercado ativo para tais instrumentos, as diferenças que poderiam ocorrer se tais valores fossem liquidados antecipadamente seriam em montantes não representativos. Ganhos (perdas) por instrumento financeiro Exercícios findos em 31 de dezembro Ganho total com derivativos O ganho refere-se a operação de swap liquidada em agosto de

28 Vigor Alimentos S.A Notas explicativas às demonstrações contábeis para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e Evento Subseqüente Em 21 de fevereiro de 2013, a Companhia celebrou um Contrato de Subscrição de Ações e Outras Avenças ( Contrato de Subscrição ) com a Cooperativa Central dos Produtores Rurais de Minas Gerais Ltda. ( CCPR ) e a Itambé Alimentos S.A. ( Itambé ), através do qual a Companhia se comprometeu a, sujeito a determinadas condições do Contrato de Subscrição, realizar um investimento na Itambé de R$410,0 milhões (quatrocentos e dez milhões de reais), de acordo com as disposições e ajustes previstos no Contrato de Subscrição ( Operação ). Dentre outras disposições, o Contrato de Subscrição estabelece sobre a emissão e subscrição de novas ações da Itambé, de forma que, após a consumação da Operação, a Companhia seja titular de ações representativas de 50% (cinquenta por cento) do capital social total e votante da Itambé ( Ações ). A consumação da Operação prevista no Contrato de Subscrição, incluindo a subscrição e integralização das Ações pela Companhia, em moeda corrente nacional, estão sujeitas às condições precedentes previstas no Contrato de Subscrição, dentre as quais, a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE. DIRETORIA EXECUTIVA Gilberto Meirelles Xandó Baptista Diretor Presidente Maurício Leonardo Hasson Diretor Financeiro e Relação com Investidores Gustavo Lopes Theodózio Diretor de Administração e Controle Marcelo Fernandes Contador CRC: 1SP190010/O-6 CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Wesley Mendonça Batista Presidente do Conselho Cristiana Arcangeli Joesley Mendonça Batista Vicente Falconi Campos Evandro do Carmo Guimarães Betania Tanure de Barros 25

29 A Vigor Alimentos S.A. divulga os resultados do 4T12 São Paulo, 6 de março de A Vigor Alimentos S.A. (BM&FBovespa: VIGR3) anuncia hoje os resultados do segundo trimestre de 2012 (4T12). As informações financeiras e operacionais a seguir, exceto quando indicado o contrário, são apresentadas em base consolidada, em reais nominais, de acordo com as práticas contábeis internacionais International Financial Reporting Standards ( IFRS ). As informações quantitativas, como volume, não são auditadas. Este relatório deve ser lido em conjunto com as Demonstrações Financeiras Anuais Completas do período findo em 31 de dezembro de 2012, arquivados junto a CVM. Contatos RI Gilberto Meirelles Xandó Batista Diretor Presidente Maurício Hasson Diretor de Finanças e Relação com Investidores Odelio Arouca Gestor de Finanças e Relação com Investidores website Teleconferência dia 07/03 Português 09:00hs horário de Brasília 06:00hs horário de Nova Iorque Tel.: Inglês 11:00hs horário de Brasília 08:00hs horário de Nova Iorque Tel.: Cotação: 4/03/2013 VIGR3 R$7,47 Valor de Mercado R$ 1.202,2 milhões Companhia encerra 2012 com crescimento de 54% no EBITDA, impulsionado pelo aumento nas vendas de Lácteos Lucro Líquido em 2012 foi de R$ 30,7 milhões, revertendo Prejuízo do ano anterior A Vigor Alimentos S.A. apresentou EBITDA de R$ 68,0 milhões em 2012, 53,8% maior do que no ano anterior, com margem 1,5 p.p. acima daquela de A Receita Líquida de R$ 1.330,2 milhões no ano foi 8,2% superior a de No quarto trimestre, o crescimento foi de 10,1% versus o mesmo período do ano anterior. Se excluída a venda de Leite UHT, o crescimento da Receita Líquida atingiu 11,7% no trimestre e 11,9% no ano. O Lucro Bruto apresentou forte crescimento de 26,5% ano contra ano, com Margem Bruta em relação à Receita Líquida de 29,7%, ou 4,3 p.p. acima da Margem de No 4T12, o Lucro Bruto cresceu 32,0%, apresentando ganho de 5,3 p.p. na Margem. Destaques do 4º Trimestre de 2012 Volume comercializado de 85,8 mil tons, 7,0% inferior ao do 4T11 Volume sem Leite UHT de 73,0 vs. 77,5 mil tons no 4T11, 5,7% abaixo Receita Líquida de R$ 351,4 milhões, 10,1% superior a do 4T11 Receita Líquida sem Leite UHT 11,7% superior a do 4T11 Lucro Bruto de R$ 113,3 milhões, 32,0% superior ao do 4T11 Margem Bruta de 32,2%, 5,3 p.p. acima da margem do 4T11 EBITDA de R$ 14,9 milhões, com margem de 4,1% no 4T11 Dívida Líquida de R$ 83,9 milhões, 1,23x o EBITDA LTM

30 Vigor Alimentos S.A. - Release de Resultados 4T12 Mensagem da Administração O ano de 2012 foi o primeiro na execução do Plano Estratégico da Vigor Alimentos S.A. desenvolvido pelo novo time de administração da Companhia. Dentro do escopo do Plano, aceleramos os processos de inovação e lançamento de novos produtos, com foco sistemático na agregação de valor ao longo da cadeia produtiva. Em paralelo, realizamos ampla revisão de nossas principais marcas (Vigor, Faixa Azul, e Danúbio) e embalagens e criamos novo formato de comunicação com o mercado. Além disso, ousamos replicar o modelo de vendas pulverizadas da Vigor para outros mercados e geografias e aprimorar os processos de gestão em geral, com forte alinhamento de cultura e valores. A nova estratégia de marketing e trade marketing, aliadas a um modelo robusto de go-to-market, começaram a gerar resultados bastante positivos, inclusive no Rio de Janeiro, uma fronteira de expansão para a Companhia. Esses resultados foram obtidos graças a muita dedicação de todo nosso time e da boa receptividade do mercado ao novo posicionamento das nossas marcas, ajudando no crescimento da companhia. A categoria Lácteos, por exemplo, que inclui produtos de valor agregado mais elevado, apresentou crescimento de quase 15% em volume e 20% em faturamento. Nosso iogurte Grego, que inaugurou uma nova categoria de iogurtes no país, tem ganhado espaço de maneira consistente nos lares brasileiros, incorporando nossos valores de excelência na produção, com qualidade garantida, e foco nas novas tendências de consumo e demandas dos clientes. A redefinição de processos de governança corporativa, com listagem no Novo Mercado da Bovespa, constituição de Conselho de Administração com membros independentes, além de Conselho Fiscal e Comitê de Pessoas, trouxe nova dinâmica de controles e validação de estratégia. Adicionalmente, na frente de fabricação dos produtos, a administração tem buscado realizar investimentos consistentes em aumento de capacidade e produtividade. Concluímos também nesse ano a aquisição da Laticínios MB Ltda., uma empresa de referência e tradição na produção de queijo tipo Reino, além de outros queijos especiais. Esse investimento irá favorecer nossa entrada nos estados do Nordeste, reforçando nossa capacidade produtiva de queijos em geral e agregando um time de excelentes profissionais que compõem hoje o quadro de funcionários da empresa. Ao longo de 2013, continuaremos empenhando nossos melhores esforços para manter essa trajetória de expansão, buscando satisfazer as expectativas dos acionistas, das nossas pessoas e, em especial, do nosso público consumidor. A crença em nossos valores certamente irá indicar o caminho. Atenciosamente, Gilberto Meirelles Xandó Baptista CEO, Vigor Alimentos S.A. 2

31 Vigor Alimentos S.A. - Release de Resultados 4T12 Destaques do Resultado 1 O volume total comercializado pela Vigor no 4T12 atingiu 85,8 mil tons, patamar 7,0% inferior às 92,3 mil tons comercializadas no 4T11. No ano, o volume ficou 1,9% abaixo do volume comercializado em Quando excluída a categoria Leite UHT, o volume comercializado em 2012 sobe 4,9%. Como mencionado nos trimestres anteriores, a Companhia vem focando esforços na comercialização de produtos de maior valor agregado e, ao mesmo tempo, reduzindo a participação da categoria Leite UHT no faturamento. No 4T12, a Receita Líquida consolidada apresentou crescimento de 10,1%, atingindo R$ 351,4 milhões, ou 11,7% se excluída a venda de Leite UHT. O crescimento da Receita na comparação anual, já excluído o Leite, atingiu 11,9%. O Lucro Bruto de R$ 113,3 milhões apresentou crescimento de 32,0% no trimestre, com Margem Bruta de 32,2%, 5,3 p.p. acima da margem observada em mesmo período do ano anterior. O valor de R$ 394,7 milhões de Lucro Bruto obtido no ano corresponde a um crescimento de 26,5%, ou 4,3 p.p. na Margem. Em grande medida, esse resultado reflete a melhoria gradativa no mix de produtos e o reposicionamento de algumas categorias. As Despesas com Vendas, por sua vez, atingiram R$ 79,2 milhões no 4T12, valor superior aos R$ 56,2 milhões registrados no mesmo período do ano anterior. No acumulado do ano, essas despesas apresentaram crescimento de 17,0%. Esse aumento pode ser explicado pelo maior investimento em marketing para lançamento de novas categorias. As Despesas Gerais e Administrativas também cresceram, principalmente, em função das novas contratações realizadas ao longo do ano. No 4T12 esse grupo de despesas atingiu R$ 23,1 milhões, versus R$ 13,7 milhões contabilizados no 4T11. Em 2012, o valor das Despesas Gerais e Administrativas subiu 33,5%, atingindo R$ 74,2 milhões. Com isso o EBITDA do quarto trimestre de 2012 totalizou R$ 14,9 milhões, inferior aos R$ 18,8 milhões do 4T11. No acumulado do ano, porém, o EBITDA apresentou forte crescimento de 53,8%, com margem de 5,1% ou 1,5 p.p. acima da margem de Tabela 1: Principais Indicadores do Desempenho R$ Mil 4T12 4T11 % 12M12 12M11 % Volume Comercializado - Ton ,0% ,9% Receita Líquida ,1% ,2% Custo de Produto Vendido ,0% ,9% Lucro Bruto ,0% ,5% Margem Bruta - % 32,2% 26,9% 5,3p.p. 29,7% 25,4% 4,3p.p. Despesas com Vendas (79.168) (56.203) 40,9% ( ) ( ) 17,0% Despesas Gerais e Administrativas (23.124) (13.727) 68,5% (74.221) (55.592) 33,5% Resultado Financeiro Líquido (5.108) (12.600) -59,5% (7.766) (58.086) -86,6% Resultado antes de IR e CS ,1% (27.484) -261,9% EBITDA ,8% ,8% Margem EBITDA 4,2% 5,9% -1,6p.p. 5,1% 3,6% 1,5p.p. IR e CS ,9% (13.846) ,6% Lucro (Prejuízo) Líquido ,0% (7.579) -504,4% Margem Líquida 1,9% 5,2% -3,3p.p. 2,3% -0,6% 2,9p.p. Lucro (Prejuízo) por Ação 1 - R$ 0, ,0% 0,22 (3.993) -100,0% Dívida Líquida ,0% ,0% 1 - Total de ações em circulação: As comparações com o ano de 2011 ao longo deste documento são feitas com relação à S.A. Fábrica de Produtos Alimentícios Vigor. 3

32 Vigor Alimentos S.A. - Release de Resultados 4T12 Análise do Resultado Volume Comercializado No 4T12 foram comercializadas 85,8 mil toneladas de produtos, volume 7,0% menor do que o comercializado no 4T11. Esse comportamento, como mencionado no trimestre anterior, está alinhado com nossa estratégia de privilegiar a venda de produtos de maior valor agregado. Assim, houve uma grande redução no volume vendido na categoria Leite UHT (-13,9%), enquanto na categoria Lácteos, que inclui produtos como iogurtes, requeijão, parmesão e queijos especiais, entre outros, houve crescimento de 14,8% no trimestre. No acumulado do ano, o volume comercializado foi 4,9% superior ao do mesmo período de 2011, já excluída a categoria Leite UHT. Gráfico 1: Volume Comercializado (Toneladas) Inclui Leite UHT Exclui Leite UHT (1,9)% 4,9% (7,0)% (5,7)% T11 4T12 12M11 12M12 4T11 4T12 12M11 12M12 Neste trimestre, comercializamos 30,0 mil de toneladas de Spreads. No acumulado dos 12 (doze) meses de 2012, o volume comercializado nesta categoria apresentou crescimento de 11,5% em relação ao ano anterior. Na categoria Lácteos foram comercializadas 38,4 mil de toneladas no 4T12, volume 14,8% superior no período e 4,8% superior no acumulado do ano. Os novos lançamento - dos trimestres anteriores - contribuíram positivamente para o crescimento. Finalmente, verificou-se redução no volume de venda da categoria Outros, devido, entre outras coisas, à descontinuação da fabricação de alguns produtos de menor foco, conforme plano reportado nos trimestres anteriores. 4

33 Vigor Alimentos S.A. - Release de Resultados 4T12 Tabela 2: Volume Comercializado 1 (Toneladas) Volume - Toneladas 4T12 4T11 % 12M12 12M11 % Lácteos ,8% ,8% Spreads ,9% ,5% Leite UHT ,9% ,9% Outros ,2% ,2% Total ,0% ,9% Receita Líquida No quarto trimestre de 2012, a Receita Líquida consolidada da Vigor apresentou crescimento de 10,1%, atingindo R$ 351,4 milhões. No ano, a Receita Líquida cresceu 8,2%, saindo de R$ 1,1 bilhão em 2011 para R$ 1,2 bilhão em O patamar de crescimento sobe para 11,7% e 11,9% no 4T12 e no acumulado do ano, respectivamente, quando excluímos o faturamento da categoria Leite UHT. Os lançamentos no período e as mudanças de mix de produtos, combinadas a aumentos de preços, favoreceram esse desempenho. 1 Lácteos (iogurte, leite fermentado, sobremesas e petit suisse, requeijão, parmesão, queijos especiais, minas, cream cheese, fondue e cremes) / Spreads (margarina, mix, manteiga, gorduras e maionese) / Leite UHT (leite UHT e pasteurizado) / Outros (massas, molhos, sucos, etc.). 5

34 Vigor Alimentos S.A. - Release de Resultados 4T12 Gráfico 2: Receita Líquida (R$ Mil) Inclui Leite UHT Exclui Leite UHT 8,2% 11,9% ,1% 11,7% T11 4T12 12M11 12M12 4T11 4T12 12M11 12M12 O grande destaque deste trimestre foi a categoria Lácteos, grupo de produtos de maior valor agregado da Companhia, com Receita Líquida de R$ 216,7 milhões e crescimento de 20,4% no 4T12 versus 4T11. No ano, a categoria apresentou 12,4% de crescimento. Spreads, por sua vez, cresceu 17,1% no ano, com faturamento correspondente a R$ 399,3 milhões. A categoria Outros, por outro lado, apresentou contração expressiva na Receita Líquida, tanto no trimestre quanto no acumulado do ano conforme havíamos antecipado no relatório anterior. A descontinuação da fabricação e venda de alguns produtos, incluindo massas, explica esse comportamento. Tabela 3: Receita Líquida (R$ Mil) Receita Líquida - R$ Mil 4T12 4T11 % 12M12 12M11 % Lácteos ,4% ,4% Spreads ,6% ,1% Leite UHT ,2% ,6% Outros ,4% ,6% Total ,1% ,2% Como apresentado no gráfico abaixo, a categoria Leite UHT perdeu 3,0 p.p. de participação na Receita Líquida, respondendo no final do ano por 7,0% do faturamento da Companhia. Em contrapartida, as categorias Lácteos e Spreads conquistaram mais espaço dentro do mix total. 6

35 Vigor Alimentos S.A. - Release de Resultados 4T12 Gráfico 3: Participação das categorias de produtos na Receita Líquida 7% 8% 5% 7% 8% 10% 6% 7% 29% 27% 28% 30% 56% 62% 54% 56% 4T11 4T12 12M11 12M12 Lácteos Spreads Leite UHT Outros A implementação da estratégia de comercialização de produtos de maior valor agregado resultou em aumento de Receita Líquida por Tonelada Vendida, de 18,4% no trimestre e de 10,3% no ano. O indicador chegou a R$ 4,1 mil/ton no 4T12, versus R$ 3,5 mil/ton no 4T11. O aumento trimestral foi, em boa medida, favorecido pelo desempenho das categorias Outros e Spreads sendo o aumento da última relacionado ao repasse de preços de commodities (óleos de soja e palma). No ano, o comportamento das diversas categorias foi mais homogêneo, todas se beneficiando de ajustes de mix de produtos e reposicionamento de preços. Tabela 4: Receita Líquida / Tonelada Vendida (R$ Mil / Ton) Receita Líquida / Volume - R$ Mil/Ton 4T12 4T11 % 12M12 12M11 % Lácteos 5,6 5,4 4,9% 5,6 5,2 7,2% Spreads 3,2 2,7 16,3% 3,0 2,8 5,0% Leite UHT 1,8 1,7 6,7% 1,7 1,6 4,6% Outros 3,5 2,1 64,1% 2,5 2,4 5,4% Total 4,1 3,5 18,4% 3,7 3,4 10,3% Os gráficos abaixo apresentam uma visão histórica, tanto da Receita Líquida quanto dos Volumes comercializados, indicando um comportamento consistente dentro de cada categoria de produto. 7

36 Vigor Alimentos S.A. - Release de Resultados 4T12 Gráfico 4: Histórico de Volume (Mil Toneladas) e Receita Líquida (R$ Milhões) Dados s - Volume (Ton) Receita Liquida (R$ milhões) 91,8 95,4 92,3 91,4 90,1 92,4 290,3 295,4 324,5 319,3 314,2 324,2 340,3 351,4 87,1 85,8 1T11 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 1T11 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 Lácteos - Volume (Ton) Receita Liquida (R$ milhões) 33,1 29,1 32,2 33,5 32,7 29,8 33,1 38,4 157,3 155,9 173,8 179,9 175,5 173,2 184,1 216,7 1T11 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 1T11 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 Spreads - Volume (Ton) Receita Liquida (R$ milhões) 25,9 28,4 33,1 33,7 34,4 35,7 35,0 30,0 74,1 81,9 93,2 91,9 92,5 102,6 109,1 95,1 1T11 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 1T11 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 Leite UHT - Volume (Ton) Receita Liquida (R$ milhões) 23,8 20,3 19,4 14,8 14,6 15,1 14,8 12,8 36,7 33,4 33,3 25,6 24,0 25,7 25,5 23,5 1T11 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 1T11 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 Outros - Volume (Ton) Receita Liquida (R$ milhões) 9,0 9,3 10,7 10,3 9,7 9,6 9,4 22,2 24,2 24,2 21,9 22,1 22,8 21,6 16,1 4,6 1T11 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 1T11 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 8

37 Vigor Alimentos S.A. - Release de Resultados 4T12 No 4T12, os R$ 84,8 milhões de faturamento do segmento Food Service representaram 24,0% da Receita Líquida consolidada da Companhia, apresentando crescimento de 18,9% no período. O faturamento do segmento Consumo, por outro lado, atingiu R$ 266,7 milhões, com crescimento de 7,5% no trimestre. No ano, as taxas de crescimento de Food Service e Consumo atingiram 20,9% e 4,7%, respectivamente. Gráfico 5: Participação dos segmentos de atuação na Receita Líquida 22% 24% 21% 24% 78% 76% 79% 76% 4T11 4T12 12M11 12M12 Consumo Food Service Custo de Produtos Vendidos O Custo de Produto Vendido (CPV) manteve-se relativamente estável, apresentando crescimento de 2,0% na comparação trimestral. Como percentual da Receita Líquida consolidada, o CPV apresentou diluição de 5,3 p.p. no 4T12 em relação ao 4T11. Gráfico 6: Custo de Produto Vendido (R$ Mil) 1,9% ,0% T11 4T12 12M11 12M12 9

38 Vigor Alimentos S.A. - Release de Resultados 4T12 No 4T12, as principais matérias-primas Leite, Embalagem e Óleos representaram 60,2% do CPV, enquanto os Gastos Gerais de Fabricação e Outras Matérias-Primas responderam por 24,3% e 15,5% do total, respectivamente. No ano de 2012, as principais commodities utilizadas no processo de produção da Companhia, leite e óleo de soja, subiram 2,4% e 12,0%, respectivamente. Apesar desse aumento, o CPV cresceu apenas 1,9% em 2012, ou 3,9% se analisarmos o CPV por volume produzido. Em relação à Receita Líquida, houve diluição desses custos de 4,3 p.p. na comparação ano contra ano. Em grande parte, o comportamento do CPV foi favorecido por melhorias e redesenho de processos nas áreas fabris e controle orçamentário rígido, beneficiando de maneira geral todas as categorias de produtos. Gráfico 7: Detalhamento do Custo de Produto Vendido (R$ Mil) Embalagens 18% Óleo 18% Leite 25% Gastos Gerais de Fabricação 24% Outras Matérias- Primas 15% Lucro Bruto e Margem Bruta A expansão da Receita Líquida, aliada à diluição do CPV, resultou em forte expansão do Lucro Bruto. Ao Lucro de R$ 113,3 milhões no 4T12, 32,0% maior do que no trimestre anterior, correspondeu uma margem de 32,2%. No ano de 2012, o Lucro Bruto apresentou crescimento de 26,5%, totalizando R$ 394,7 milhões e 29,7% de Margem Bruta. Gráfico 8: Lucro Bruto (R$ Mil) e Margem Bruta (%) 26,5% ,0% T11 4T12 12M11 12M12 10

39 Vigor Alimentos S.A. - Release de Resultados 4T12 O gráfico abaixo apresenta as curvas de Receita Líquida e CPV por volume comercializado ao longo de um período de oito trimestres. A diferença entre essas curvas dá uma melhor dimensão da melhora de mix e precificação da Companhia. Gráfico 9: Receita Líquida / Tonelada (R$ Mil / Ton) e CPV / Tonelada (R$ Mil / Ton) 4,10 0,83 3,16 2,33 3,39 3,40 3,46 3,44 3,60 2,55 2,60 2,53 2,45 2,58 3,68 2,61 2,78 1,32 1T11 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 Despesas com Vendas Como mencionado no 3T12, a Vigor está operando hoje com uma estrutura mais completa na área Comercial, dimensionada para otimizar recursos e melhorar a qualidade de atendimento aos clientes e execução nos pontos de venda. A nova estrutura, somada a despesas de marketing e trade marketing mais elevadas, levaram as Despesas com Vendas a atingir R$ 79,2 milhões no 4T12, valor 40,9% maior do que o observado no 4T11. Como percentual da Receita Líquida, as Despesas com Vendas aumentaram 4,9 p.p. no período trimestral. Na comparação anual, esse efeito é menor, dado que o aumento concentrou-se no segundo semestre de aumento de 1,5 p.p. em relação à Receita. Despesas Gerais e Administrativas No último trimestre do ano, as Despesas Gerais e Administrativas atingiram R$ 23,1 milhões, versus R$ 13,7 milhões contabilizados no 4T11. No ano, essas despesas aumentaram 1,1 p.p. em relação à Receita Líquida. Como discutido nos trimestres anteriores, este aumento resultou, em grande parte, da criação de várias áreas dentro da Companhia, incluindo: (i) Pricing, (ii) Gestão, (iii) Diretoria Financeira e de RI e demais Diretores da Vigor Alimentos S.A. unindo-se à companhia há 1 ano, e (iv) instalação de órgãos de governança corporativa, incluindo Conselho de Administração, Conselho Fiscal e Comitê de Pessoas. Não antecipamos aumentos relevantes para os próximos trimestres. 11

40 Vigor Alimentos S.A. - Release de Resultados 4T12 Resultado Financeiro Líquido O Resultado Financeiro Líquido do 4T12 foi negativo em R$ 5,1 milhões, valor inferior ao observado em mesmo período do ano anterior - de R$ 12,6 milhões negativos. O resultado do ano foi de R$ 7,8 milhões negativos, bastante inferior à perda do ano anterior, de R$ 58,1 milhões. O resultado de 2012 foi favorecido pela ganho de variação cambial, a partir da implantação da nova política de hedge da Companhia, protegendo a dívida em moeda estrangeira da variação cambial. Atualmente, a Companhia não tem dívidas expostas a variações cambiais. Tabela 5: Resultado Financeiro (R$ Mil e Var%) Resultado Financeiro 4T12 4T11 % 12M12 12M11 % Receitas financeiras n/a ,7% Juros sobre aplicações financeiras n/a ,8% Juros ativos - Hedge 0 0 0,0% ,0% Despesas financeiras (6.869) (13.374) -48,6% (52.144) (63.368) -17,7% Juros de empréstimos e financiamentos (3.749) (7.503) -50,0% (24.402) (39.092) -37,6% Parcelamento lei (3.119) (5.871) -46,9% (16.470) (24.276) -32,2% Juros Passivos - Hedge 0 0 0,0% (11.271) 0 0,0% Variação Cambial (641) (1.304) -50,8% (22.228) -201,8% Variação Cambial do hedge 0 0 0,0% ,0% Variações cambiais (641) (1.304) -50,8% (16.136) (22.228) -27,4% Mark to market - swap 0 0 0,0% ,0% Outros (417) ,2% (6.163) (2.079) 196,5% Resultado financeiro líquido (5.108) (12.600) -59,5% (7.766) (58.086) -86,6% EBITDA e Margem EBITDA A geração de EBITDA da Vigor no 4T12, como resultado dos fatores analisados anteriormente, chegou a R$ 14,9 milhões, abaixo da geração do 4T11. No acumulado do ano, entretanto, o EBITDA atingiu R$ 68,0 milhões, 53,8% acima do valor de A Margem EBITDA de 2012 foi de 5,1%, 1,5 p.p. superior à Margem do ano anterior. Tabela 6: EBITDA (R$ Mil) e Margem EBITDA (%) Conciliação do EBITDA 4T12 4T11 % 12M12 12M11 % Resultado antes de IR e CS ,1% (27.484) -261,9% Resultado financeiro líquido ,5% ,6% Depreciação e Amortização ,4% ,6% EBITDA ,8% ,8% Receita Líquida ,1% ,2% Margem EBITDA 4,2% 5,9% 5,1% 3,6% 12

41 Vigor Alimentos S.A. - Release de Resultados 4T12 Lucro (Prejuízo) Líquido Em 2012, a Companhia reverteu o Prejuízo Líquido de R$ 7,6 milhões de 2011, gerando Lucro Líquido R$ 30,7 milhões. O indicador LPA (Lucro Líquido no Exercício por Ação em Circulação) ficou em R$ 0,22 no ano e R$ 0,04 no quarto trimestre como resultado do Lucro de R$ 6,7 milhões. Geração de Caixa O Caixa gerado pelas atividades operacionais totalizou R$ 54,6 milhões no ano. Adicionado às variações em capital de giro no período, o Caixa Líquido gerado pelas atividades operacionais atingiu R$ 37,4 milhões. Um total de R$ 69,0 milhões foi utilizado para investimentos em capital (CAPEX) no período. Em 2012, o valor pago em Empréstimos e Financiamentos totalizou R$ 359,1 milhões, incluindo o pagamento dos Notes 2017, e o montante de novas captações chegou a R$ 173,6 milhões. Essas variações, somadas aos R$ 321,7 milhões de Caixa e Equivalentes do início do período, resultaram numa posição final de Caixa e Equivalentes de R$ 104,6 milhões. Gráfico 10: Geração de Caixa no Ano (R$ Mil) 321,7 54,6 17,2 69,0 173,6 359,1 104,6 Caixa Inicial Caixa Operações Capital Giro Capex Captações Redução Dívida Caixa Final Dívida Líquida A Vigor encerrou o trimestre com Dívida Líquida de R$ 83,9 milhões, com o indicador de Dívida Líquida / EBITDA equivalente a 1,23x. Em razão das movimentações ocorridas ao longo do ano incluindo a liquidação da operação de Notes 2017 e as captações realizadas no período o perfil de dívida da Companhia sofreu alteração momentânea. Assim, a dívida de curto prazo chegou a R$ 105,9 milhões no 4T12, representando aproximadamente 56% do endividamento total (70% no 3T12). O custo médio da dívida fechou no menor patamar no ano, em 8,2% a.a. (integralmente em moeda local). 13

42 Vigor Alimentos S.A. - Release de Resultados 4T12 Tabela 7: Dívida Líquida (R$ Mil) Em R$ Mil 4T12 Dez 11 Curto Prazo Longo Prazo Divida Bruta Caixa e Equivalentes Dívida Líquida EBITDA Dívida Líquida / EBITDA 1,23x 0,11x Tabela 8: Custo Médio de Empréstimos e Financiamentos Modalidade Taxa Média Anual Vencimento Saldo (R$ mil) Em moeda nacional C.Giro CDI + 2,5% 08/17/ EGF Juros 5,5% 06/19/ Progeren BB TJLP+ 3,35% a.a 10/15/ Finame Juros de 8,7% 04/14/ FCO Juros Juros de0,97% 10% a 05/02/ BNDES_Aut. 1,18% am 02/16/ Total Custo médio 8,2% As disponibilidades da Companhia estão aplicadas em instituições financeiras de primeira linha em Certificados de Depósito Bancários (CDB-DI), pós-fixados e com rendimento entre 95% e 105% do Certificado de Depósito Interbancário CDI. Tabela 9: Remuneração do Caixa da Companhia Aplicações Financeiras Saldo em R$ Mil Caixa e Depósitos Bancários a Vista CDB - DI Total Mercado de Capitais Apresentamos na tabela abaixo a atual estrutura acionária da Companhia: 14

43 Vigor Alimentos S.A. - Release de Resultados 4T12 Tabela 10: Composição Acionária Acionista Quantidade de Ações % das Ações FB Participações ,62% BNDESPAR ,41% JBS S.A ,12% Outros ,84% Total ,00% Data base 28/12/2012 Eventos posteriores a 31 de dezembro de 2012 Em 21 de fevereiro de 2013, a Companhia celebrou um Contrato de Subscrição de Ações e Outras Avenças ( Contrato de Subscrição ) com a Cooperativa Central dos Produtores Rurais de Minas Gerais Ltda. ( CCPR ) e a Itambé Alimentos S.A. ( Itambé ), através do qual a Companhia se comprometeu a, sujeito a determinadas condições do Contrato de Subscrição, realizar um investimento na Itambé de R$410,0 milhões (quatrocentos e dez milhões de reais), de acordo com as disposições e ajustes previstos no Contrato de Subscrição ( Operação ). Dentre outras disposições, o Contrato de Subscrição estabelece sobre a emissão e subscrição de novas ações da Itambé, de forma que, após a consumação da Operação, a Companhia seja titular de ações representativas de 50% (cinquenta por cento) do capital social total e votante da Itambé ( Ações ). A consumação da Operação prevista no Contrato de Subscrição, incluindo a subscrição e integralização das Ações pela Companhia, em moeda corrente nacional, estão sujeitas às condições precedentes previstas no Contrato de Subscrição, dentre as quais, a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE. Os resultados oriundos deste investimento deverão ser consolidados nas demonstrações financeiras da Companhia, segundo as regras contábeis do IFRS. Os recursos investidos na Operação serão captados pela Companhia junto a bancos de primeira linha, em forma de empréstimos ou financiamentos de longo prazo, a taxas de mercado. A Companhia esclarece, portanto, que haverá aumento do seu endividamento consolidado com a conclusão da Operação. 15

44 Vigor Alimentos S.A. - Release de Resultados 4T12 Vigor Alimentos S.A Balanços patrimoniais Dezembro 31, 2012 Dezembro 31, 2011 ATIVO CIRCULANTE Caixa e equivalentes de caixa (Nota 6) Contas a receber de clientes (Nota 7) Estoques (Nota 8) Impostos a recuperar (Nota 9) Despesas antecipadas Outros ativos circulantes TOTAL DO CIRCULANTE NÃO CIRCULANTE Realizável a Longo Prazo Depósitos, cauções e outros Impostos a recuperar (Nota 9) Total do Realizável a Longo Prazo Investimentos em controladas (Nota 11) - - Imobilizado (Nota 12) Intangível (Nota 13) TOTAL DO NÃO CIRCULANTE TOTAL DO ATIVO PASSIVO CIRCULANTE Fornecedores (Nota 14) Empréstimos e financiamentos (Nota 15) Obrigações fiscais, trabalhistas e sociais (Nota 16) Imposto de renda e Contribuição Social a pagar Outros passivos circulantes TOTAL DO CIRCULANTE NÃO CIRCULANTE Empréstimos e financiamentos (Nota 15) Obrigações fiscais, trabalhistas e sociais (Nota 16) Imposto de renda e contribuição social diferidos (Nota 18) Provisão para riscos processuais (Nota 17) Outros passivos não circulantes TOTAL DO NÃO CIRCULANTE PATRIMÔNIO LÍQUIDO (Nota 19) Capital social Reserva de capital Reserva de lucros Ajustes acumulados de conversão (2.582) Ajuste de avaliação patrimonial Lucros/Prejuízos acumulados - ( ) TOTAL DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO

45 Vigor Alimentos S.A. - Release de Resultados 4T12 Vigor Alimentos S.A Demonstração dos resultados para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e T12 Ano RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA (Nota 20) Custo dos produtos vendidos ( ) ( ) ( ) ( ) LUCRO BRUTO (DESPESAS) RECEITAS OPERACIONAIS Administrativas e gerais (23.124) (13.727) (74.221) (55.592) Despesas com vendas (79.168) (56.203) ( ) ( ) Resultado financeiro líquido (Nota 22) (5.108) (12.600) (7.766) (58.086) Resultado de equivalência patrimonial (Nota 11) Outras receitas (despesas) (527) (629) (902) ( ) (83.159) ( ) ( ) RESULTADO ANTES DA PROVISÃO PARA IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (27.484) - Imposto de renda e contribuição social do exercício (Nota 18) (1.043) 281 (23.430) (1.520) Imposto de renda e contribuição social diferidos (Nota 18) (13.846) LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO (7.579) ATRIBUÍDO A: Participação dos acionistas controladores (7.579) (7.579) Lucro líquido (básico) por ações no final do exercício - em reais (Nota 21) 0, ,22 (3.993) 17

46 Vigor Alimentos S.A. - Release de Resultados 4T12 Vigor Alimentos S.A Demonstrações dos fluxos de caixa para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e T12 Ano Fluxo de caixa das atividades operacionais Lucro líquido do exercício (7.579) Ajustes para conciliar o resultado às disponibilidades geradas pelas atividades operacionais:. Depreciação e amortização Encargos financeiros e variações cambiais Perdas estimadas de créditos de liquidação duvidosa (246) Resultado de equivalência patrimonial Resultado na venda de imobilizado Imposto de renda e contribuição social diferidos (2.314) (13.693) (9.583) (21.425) Redução (aumento) em ativos Contas a receber (9.024) (12.227) (26.966) (14.376) Estoques (8.998) (23.373) 488 (36.039) Impostos a recuperar (15.281) (5.556) (17.578) (23.424) Outros ativos circulantes e não circulantes (4.063) (2.497) Créditos com empresas ligadas Aumento (redução) em passivos Fornecedores Outros passivos circulantes e não circulantes (13.957) (6.107) (37.859) (3.504) Mútuo com partes relacionadas Ajustes de avaliação patrimonial e acumulados de conversão Caixa líquido gerado pelas atividades operacionais (6.333) (11.900) Fluxo de caixa das atividades de investimentos Adições no ativo imobilizado e intangível (31.228) (6.773) (69.191) (25.347) Incorporação caixa Vigor Caixa líquido aplicado nas atividades de investimentos (31.029) (6.773) (68.992) (25.347) Fluxo de caixa das atividades de financiamentos Empréstimos e financiamentos captados Pagamentos de empréstimos e financiamentos (19.703) (56.673) ( ) ( ) Integralização de capital Caixa líquido aplicado nas atividades de financiamentos ( ) Variação líquida no exercício ( ) Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício

47 Vigor Alimentos S.A. - Release de Resultados 4T12 Anexo 1 Receita Líquida e Volume por Categoria Volume - Toneladas 4T12 4T11 % 12M12 12M11 % Lácteos ,8% ,8% Spreads ,9% ,5% Leite UHT ,9% ,9% Outros ,2% ,2% Total ,0% ,9% Receita Líquida - R$ Mil 4T12 4T11 % 12M12 12M11 % Lácteos ,4% ,4% Spreads ,6% ,1% Leite UHT ,2% ,6% Outros ,4% ,6% Total ,1% ,2% Receita Líquida / Volume - R$ Mil/Ton 4T12 4T11 % 12M12 12M11 % Lácteos 5,6 5,4 4,9% 5,6 5,2 7,2% Spreads 3,2 2,7 16,3% 3,0 2,8 5,0% Leite UHT 1,8 1,7 6,7% 1,7 1,6 4,6% Outros 3,5 2,1 64,1% 2,5 2,4 5,4% Total 4,1 3,5 18,4% 3,7 3,4 10,3% 19

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