Mudanças Climáticas e a atuação dos Organismos Internacionais

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1 Responsabilidade Social e Meio Ambiente Tema 2: Panorama mundial e nacional - mudanças climáticas e a atuação dos organismos internacionais Autores: João Luiz de Moraes Hoëffel e Nayra de Moraes Gonçalves Como citar este material: HOËFFEL, João Luiz de Moraes; GONÇALVES, Nayra de Moraes. Responsabilidade Social e Meio Ambiente: Panorama mundial e nacional - mudanças climáticas e a atuação dos organismos internacionais. Caderno de Atividades. Valinhos: Anhanguera Educacional, O tema desta aula são as mudanças climáticas e a atuação dos organismos internacionais. Muito se tem falado sobre mudanças climáticas, e você também já deve ter ouvido falar, mas este é um assunto complexo. Dois pontos centrais que envolvem as mudanças climáticas são a emissão, cada vez mais crescente, de gases de efeito estufa e a influência do ser humano sobre essas alterações ambientais. O aumento da emissão de gases de efeito estufa gera um acréscimo na temperatura do planeta, intensificando o efeito do aquecimento global. O aumento de temperatura, por sua vez, gera inúmeros outros impactos ambientais, tais como derretimento de geleiras, aumento do nível dos oceanos, mudanças nos regimes de chuva, entre outros, que podem gerar outros impactos ambientais, formando um efeito dominó. As influências do ser humano nesse processo estão relacionadas às atividades que desenvolve, que ocasionam o aumento das emissões de gases de efeito estufa, sobretudo devido à queima de combustíveis fósseis, principalmente relacionada ao setor de transportes, à degradação de áreas florestais, às atividades industriais e às alterações no ambiente natural. Vamos entender como esses processos ocorrem e o que pode e tem sido feito nas esferas individuais e coletivas, nacionais e internacionais, para minimizar estes impactos. Bons estudos! Mudanças Climáticas e a atuação dos Organismos Internacionais Os seres humanos têm modificado a Terra durante toda a sua história e certamente o continuarão fazendo. A questão atual é a dimensão e a intensidade dessas interferências, já que estas alterações 1

2 têm possibilitado o desenvolvimento e avanço para algumas sociedades, mas ao mesmo tempo geram sérias desigualdades sociais e problemas ambientais. O aumento dos problemas ambientais, decorrentes da expansão industrial que ocorreu em todo o mundo, surge em consequência de avanços tecnológicos sem a devida preocupação com a manutenção e gestão adequadas dos recursos naturais. Fica evidente a conexão entre os processos de degradação ambiental e o uso dos recursos naturais, o que vem exigindo mudanças significativas nas relações com o ambiente. A dimensão dos problemas ambientais cresceu de questões localizadas para níveis regionais e mesmo globais. A ocorrência de alguns problemas é tão frequente que se tornou amplamente generalizada: suas origens são pouco compreendidas e suas consequências, difíceis de detectar e prever. Assim, os problemas ambientais têm aumentado em frequência, escala e gravidade. O modelo de desenvolvimento atual, baseado em padrões de consumo cada vez mais elevados, tem gerado impactos com consequências profundas, como ampla degradação dos recursos naturais, mudanças climáticas e crises econômicas e sociais. Além disso, o estilo de vida urbano, com elevada demanda energética e elevada taxa de emissão de gases de efeito estufa, pode ser considerado um dos responsáveis pelos principais problemas ambientais globais, o aquecimento global. A questão do aquecimento global só começou a ganhar importância com a realização da Primeira Conferência Mundial sobre o Clima, em 1979, pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), ligada às Nações Unidas. Diante das evidências científicas sobre a possibilidade de mudanças no clima do Planeta, o Programa das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e a OMM criaram o Painel Intergovernamental sobre Mudanças do Clima IPCC, durante a Primeira Conferência Climatológica Mundial, realizada em Toronto, em A principal meta da Convenção sobre Mudança do Clima é a estabilização das emissões de gases de efeito estufa, em níveis que evitem a interferência antrópica sobre o clima mundial. A Convenção é bastante ampla e depende de regulamentação por parte do Poder Executivo de cada um dos países, bem como de futuras negociações, que são realizadas no âmbito das Conferências das Partes COPs. De acordo com o quarto relatório do IPCC, lançado em 2007, a concentração de gases de efeito estufa como o dióxido de carbono, o metano e o óxido nitroso na atmosfera global tem aumentado como resultado de atividades humanas desde O aumento global da concentração de dióxido de carbono ocorre principalmente devido ao uso de combustível fóssil e à mudança no uso do solo, enquanto o aumento da concentração de gás metano e de óxido nitroso ocorre principalmente devido à agricultura. O efeito estufa é um fenômeno natural através do qual alguns gases atmosféricos (gases de efeito estufa) deixam passar luz solar, mas aprisionam o calor, como se a Terra fosse de fato uma estufa. Com isso, esses gases garantem o aquecimento e, consequentemente, a manutenção da temperatura na Terra. 2

3 O aumento da concentração dos gases de efeito estufa na atmosfera intensifica o efeito estufa, ou seja, a retenção de calor na atmosfera, o que gera o aquecimento global. As consequências das mudanças climáticas se refletem seja na agricultura através do rendimento das colheitas, do aumento dos preços dos alimentos, do custo dos transportes, o que pode colocar em risco a segurança alimentar, seja no mundo como um todo com a destruição de ecossistemas, a redução de áreas congeladas, o aumento do nível do mar, a alteração nos regimes de chuvas, ocasionando secas em algumas localidades e, em outras, enchentes e deslizamentos. São muitos os desafios para que se consiga reduzir os impactos das mudanças climáticas. A redução das emissões dos gases de efeito estufa é uma questão chave neste contexto. Por envolver interesses econômicos e políticos, há a necessidade de uma mobilização das organizações internacionais. Contudo, até mesmo acordos feitos na esfera internacional necessitam ser negociados e implementados em âmbito nacional. O Protocolo de Quioto é um instrumento internacional, criado em 1997, que estabeleceu metas de redução de emissões de gases de efeito estufa em pelo menos 5% para o período de 2008 a 2012, tomando como base os valores das emissões registradas em 1990, com metas diferenciadas para cada país desenvolvido, enquanto os países em desenvolvimento, apesar de se comprometerem em reduzir as emissões, não possuem metas de redução formais. Segundo as disposições do Protocolo, ele só poderia entrar em vigor quando 55% dos países que produzem, juntos, 55% das emissões de gases de efeito estufa aderissem a ele. O Protocolo já foi ratificado por 175 países, mas não conta com a adesão dos Estados Unidos (um dos maiores emissões de dióxido de carbono do mundo), além de outros grandes emissores, o que fez com que ele só pudesse entrar em vigor somente em Em 2012, foi aprovado o segundo período de compromisso do Protocolo de Quioto, que vai de 2013 a 2020, cujas metas de redução correspondem a 18% de emissões dos países desenvolvidos em relação às taxas de Os Estados Unidos, Canadá, Japão, Rússia e Nova Zelândia não estão participando do segundo período, enfraquecendo o novo acordo. O Protocolo de Quioto propôs mecanismos para auxiliar os países a cumprir suas metas ambientais, dos quais se destaca o Mercado de Créditos de Carbono ou Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). Vamos ver como esse mercado funciona: A compra de créditos de carbono se dá de duas formas: Mercado de projetos: compradores investem em projetos ou em empresas comprometidas com a redução das emissões de gases de efeito estufa. Mercado de permissões: grandes empresas, como produtoras de energia, podem comprar permissões de emissões ao adquirir créditos de países que não têm limites ou que estão abaixo da meta estipulada. Estes mercados, contudo, perderam um pouco sua força devido à crise econômica mundial, que, por gerar menos produção, consequentemente gera menos emissões de gases de efeito estufa. Outro 3

4 aspecto importante é o fato de que, em época de crise, considera-se que há outras prioridades que precisam ser solucionadas, e as questões ambientais ficam em segundo plano. Outra iniciativa internacional que visa estimular as empresas a adotarem politicas de responsabilidade social corporativa e sustentabilidade é o Pacto Global, anunciado em 1999 no Fórum Econômico Mundial pelo então secretário-geral da Organização das Nações Unidas Kofi Annan. Essa iniciativa reúne empresas, agências da ONU, sindicatos, ONGs e outros tipos de parceiros para a construção de um mercado global mais inclusivo e igualitário, através de adesões voluntárias. O pacto prevê a adoção de alguns princípios, sendo eles: Princípios de Direitos Humanos: 1. Respeitar e proteger os direitos humanos. 2. Impedir violações dos direitos humanos. Princípios de Direitos do Trabalho: 3. Apoiar a liberdade de associação no trabalho. 4. Abolir o trabalho forçado. 5. Abolir o trabalho infantil. 6. Eliminar a discriminação no ambiente de trabalho. Princípios de Proteção Ambiental: 7. Apoiar uma abordagem preventiva aos desafios ambientais. 8. Promover a responsabilidade ambiental. 9. Encorajar tecnologias que não agridem o meio ambiente. Principio Contra a Corrupção: 10. Combater a corrupção em todas as suas formas, inclusive extorsão e propina. 4

5 Saiba Mais! Marca oficial do Fórum Econômico Mundial Marca oficial do Pacto Global Saiba mais sobre o Fórum Econômico Mundial, suas companhas, projetos, ações e publicações em seu site oficial. Fórum Econômico Mundial (site oficial). Disponível em: (em inglês). Acesso em: 26 mai Saiba Mais sobre o Pacto Global, seus princípios, projetos e participantes em seu site oficial. Pacto Global ONU (site oficial) Disponível em: Acesso em: 26 mai Kofi Annan também propôs uma reunião de cúpula, que recebeu o nome de Cúpula do Milênio, realizada em 2000, que teve como resultado a Declaração do Milênio, a qual estabeleceu oito objetivos de desenvolvimento do milênio (ODM), descritos como oito metas concretas a serem atingidas até

6 Saiba Mais! No Brasil, estes objetivos ficaram conhecidos como Oito Jeitos de Mudar o Mundo, e estes objetivos correspondem a: 1. Erradicar a extrema pobreza e a fome. 2. Atingir o ensino básico universal. 3. Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres. 4. Reduzir a mortalidade infantil. 5. Melhorar a saúde materna. 6. Combater o HIV/Aids, a malária e outras doenças. 7. Garantir a sustentabilidade ambiental. 8. Estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimento. Saiba Mais sobre os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, os Oito Jeitos de Mudar o Mundo e as metas alcançadas em cada um dos objetivos nos sites oficiais da ONU. ONU. PUND: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (site oficial). Disponível em: Acesso em: 26 mai ONU. 08 jeitos de mudar o Mundo (site oficial). Disponível em: Acesso em: 26 mai Uma forma de contribuir para a redução dos impactos individuais no meio ambiente pode ocorrer através do cálculo da pegada ecológica. Mas, além da pegada ecológica, há também a pegada hídrica e a pegada de carbono. A pegada hídrica calcula a quantidade de água necessária para produzir os bens e serviços consumidos individualmente, por cada nação ou por tipo de produto e produção. 6

7 Saiba Mais! Saiba mais e calcule a sua pegada hídrica no site oficial do projeto. Pegada Hídrica (site oficial). Disponível em: Acesso em: 26 mai Ele também apresenta diversos estudos relacionados à água, tais como pegada hídrica da humanidade, escassez de água e a relação entre consumo e o uso da água. Já a pegada de carbono é a medida do impacto das atividades humanas sobre as emissões de gases do efeito estufa, ou seja, a quantidade de dióxido de carbono equivalente liberada na realização de cada atividade. Confira algumas dicas de como reduzir a pegada de carbono nas atividades diárias: Instituto Carbono Brasil (site oficial). Disponível em: Acesso em: 26 mai

8 Saiba Mais! Há diversos livros que possuem como tema as mudanças climáticas. Alguns deles são: BUCKERIDGE, Marcos C. (Org.). Biologia e Mudanças Climáticas no Brasil. São Carlos: RiMa, 2008, 316 p. Sinopse: Biologia e Mudanças Climáticas no Brasil traz um conjunto de opiniões de biólogos, jornalistas e de um artista brasileiro sobre como a vida poderá responder às alterações no clima em andamento em nosso planeta. Os autores explicam o que são as mudanças climáticas globais e seus possíveis efeitos e como as plantas, os animais e os ecossistemas terrestres e marinhos responderão ao aquecimento global no Brasil. O desafio da comunicação jornalística é examinado, e as relações da música com o meio ambiente são discutidas por um compositor clássico brasileiro que compôs a obra Tropicus interemptus exclusivamente para o tema do livro. Os capítulos são agrupados em cinco dimensões (atmosférica, botânica, zoológica, ecológica e humana), que se contextualizam no conceito de GAIA como um sistema complexo onde vivemos e que temos de entender e cuidar. GORE, Albert. Uma Verdade Incoveniente: O que devemos saber. Barueri: Manole Anhanguera, Este livro do ex-vice presidente americano Al Gore faz parte de seu projeto de conscientização ambiental, que inclui palestras ao redor do mundo, em que são apresentados dados sobre a crise climática provocada pela ação do homem no planeta, além do documentário Uma Verdade Inconveniente - Um aviso global, de grande repercussão nos EUA e no mundo político. A obra apresenta o resultado de pesquisas realizadas ao longo de diversos anos à questão ambiental, e Al Gore narra também parte de sua trajetória de vida, focando os pontos-chave que o fizeram voltar a atenção para o ambiente. 8

9 MARENGO, José A. Mudanças Climáticas Globais e seus Efeitos sobre a Biodiversidade: Caracterização do Clima Atual e Definição das Alterações Climáticas para o Território Brasileiro ao longo do Século XXI. Brasília: MMA, 2006, 212 p. Disponível em: goo.gl/nhf3tc. Acesso em: 26 mai Sinopse: Este livro apresenta uma revisão dos estudos sobre alterações climáticas no século XX e projeções do clima futuro no século XXI considerando os impactos na biodiversidade e no meio ambiente do continente sul-americano, com particular ênfase no território brasileiro e seus ecossistemas. Antrópico Aquilo que é relativo às ações do ser humano. Aquecimento Global Alteração climática planetária, causada, segundo cientistas do IPCC, pelo aumento do efeito estufa. Efeito estufa Fenômeno natural pelo qual alguns gases atmosféricos deixam passar a luz solar, mas aprisionam o calor e com isso garantem o aquecimento e, consequentemente, a manutenção da temperatura na Terra. Gases de efeito estufa Substâncias gasosas que absorvem parte da radiação infravermelha, dificultando seu escape para o espaço, impedindo uma perda de calor para o espaço, mantendo a Terra aquecida. Entre estes gases destacam-se o dióxido de carbono (CO 2 ), o metano (CH 4 ), o óxido nitroso (N 2 O), Perfluorcarbonetos (PFC s) e também o vapor de água. Mudanças climáticas Alterações no sistema climático do planeta, tais como variações de temperatura, precipitação, nebulosidade e outros fenômenos climáticos em relação às médias históricas, geradas pelo aquecimento global. 9

10 Instruções Agora chegou sua vez de exercitar seu aprendizado. A seguir, você encontrará algumas questões de múltipla escolha e dissertativas. Leia cuidadosamente os enunciados e atente-se para o que está sendo pedido. Questão 1 As mudanças climáticas podem ser consideradas: a) Alteração de temperatura de acordo com as estações do ano. b) Diferenças nas características do clima de cada região, de acordo com seus atributos biogeofísicos. c) Alterações da temperatura do planeta ao longo do dia. d) Mudanças significativas no sistema climático do planeta. e) Mudança de temperatura que ocorre de acordo com a variação dos níveis de precipitação (chuva) de uma localidade. Verifique a resposta correta no final deste material na seção Gabarito. Questão 2 (Adaptado de IBMEC) Analise as seguintes afirmativas sobre as questões ambientais: I. A chamada crise ambiental atinge exclusivamente os países desenvolvidos, pois é uma consequência direta da produção industrial e do acúmulo de riqueza. II. Há uma série de propostas para a superação dos problemas ambientais, principalmente relacionadas à modificação da matriz energética global e da eliminação do uso de combustíveis fósseis como o petróleo. III. O aquecimento global, resultante do chamado efeito estufa, é um dos mais preocupantes problemas ambientais da atualidade, pois gera impactos globais diversos. Assinale a alternativa que indica a resposta correta: a) I. b) II. c) III. d) I e III. e) II e III. Verifique a resposta correta no final deste material na seção Gabarito. 10

11 Questão 3 O aquecimento global gera as mudanças climáticas. Dentre os impactos gerados pelas mudanças climáticas pode-se citar: a) Melhoria da qualidade dos serviços ambientais. b) Redução do nível do mar. c) Derretimento de geleiras. d) Tremores de terras. e) Recuperação florestal. Verifique a resposta correta no final deste material na seção Gabarito. Questão 4 O que é o efeito estufa e qual é a sua relação com o aquecimento global? Verifique a resposta correta no final deste material na seção Gabarito. Questão 5 O Protocolo de Quioto pode ser considerado uma iniciativa internacional para tentar reduzir as emissões de gases de efeito estufa. Explique como esse instrumento funciona e quais as metas e mecanismos que o envolve. Verifique a resposta correta no final deste material na seção Gabarito. Observamos nesta aula que as mudanças climáticas possuem uma estreita relação com o aumento do aquecimento global, o que, por sua vez, está relacionado ao aumento das emissões de gases de efeito estufa na atmosfera. Identificamos as diversas consequências das mudanças climáicas e como estas consequências afetarão os ecossitemas e, principalmente, os seres humanos. Pudemos verificar a atuação de diversas instituições e organismos, principalmente na esfera internacional, que discutem formas de contribuir para a minimização das emissões dos gases de efeito estufa, bem como de seus efeitos. É importante ressaltar que o compromisso coletivo com estas ações é tão importante quanto os esforços individuais, que devem se embasar nos preceitos da sustentabilidade. A sustentabilidade e os temas que a envolvem será o assunto da próxima aula. Bons estudos! 11

12 BUCKERIDGE, Marcos C. (Org.). Biologia e Mudanças Climáticas no Brasil. São Carlos: RiMa, 2008, 316 p. Fórum Econômico Mundial (site oficial). Disponível em: (em inglês). Acesso em: 26 mai GORE, Albert. Uma Verdade Incoveniente: O que devemos saber. Barueri: Manole Anhanguera, Instituto Carbono Brasil (site oficial). Disponível em: Acesso em: 26 mai MARENGO, José A. Mudanças Climáticas Globais e seus Efeitos sobre a Biodiversidade: Caracterização do Clima Atual e Definição das Alterações Climáticas para o Território Brasileiro ao longo do Século XXI. Brasília: MMA, 2006, 212p. Disponível em: em: 26 mai ONU. 8 jeitos de mudar o Mundo (site oficial). Disponível em: Acesso em: 26 mai Pacto Global (site oficial). Disponível em: em: 26 mai PUND: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (site oficial). Disponível em: Acesso em: 26 mai PEREIRA, A. C.; SILVA, G. Z.; CARBONARI, M. E. E. Sustentabilidade, responsabilidade social e meio ambiente. São Paulo: Saraiva, Pegada Hídrica (site oficial). Disponível em: Acesso em: 26 mai Questão 1 Resposta: Alternativa D. Questão 2 Resposta: Alternativa C. 12

13 Questão 3 Resposta: Alternativa C. Questão 4 Resposta: O efeito estufa é um fenômeno natural através do qual alguns gases atmosféricos (gases de efeito estufa) deixam passar a luz solar, mas aprisionam o calor como se fosse uma estufa e com isso garantem o aquecimento e a consequente manutenção da temperatura na Terra. O aumento da concentração dos gases de efeito estufa na atmosfera intensifica o efeito estufa, ou seja, a retenção de calor na atmosfera, o que gera o aquecimento global. Questão 5 Resposta: O Protocolo de Quioto é um instrumento internacional, criado em 1997, que estabeleceu metas de redução de emissões de gases de efeito estufa em pelo menos 5% para o período de 2008 a 2012, tomando como base os valores das emissões registradas em 1990, com metas diferenciadas para cada país desenvolvido, enquanto os países em desenvolvimento, apesar de se comprometerem em reduzir as emissões, não possuem metas de redução formais. Em 2012 foi aprovado o segundo período de compromisso do Protocolo de Quioto, que vai de 2013 a 2020, cujas metas de redução correspondem a 18% de emissões dos países desenvolvidos em relação às taxas de Ele propõe mecanismos para auxiliar os países a cumprir suas metas ambientais, dos quais se destaca o Mercado de Créditos de Carbono ou Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). 13

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