PERGUNTAS E RESPOSTAS

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1 Fundo de Eficiência Energética PERGUNTAS E RESPOSTAS Aviso 10 Edifício Eficiente 2015 Perguntas e Respostas Aviso 10 Edifício Eficiente 2015 v0 0

2 ÍNDICE 1. O que é o FEE Fundo de Eficiência Energética? Qual o enquadramento do Aviso 10 - Edifício Eficiente 2015? Quem pode beneficiar do apoio financeiro do FEE no âmbito do Aviso 10 - Edifício Eficiente 2015? Quem pode apresentar candidaturas ao FEE no âmbito do Aviso 10 - Edifício Eficiente 2015? Relativamente ao valor comprovativo do volume de negócios, qual o valor mínimo que deve ser considerado? Este valor refere-se ao valor acumulado dos últimos 3 anos, ou por ano nos últimos 3 anos? O capital seguro mínimo no valor de corresponde ao somatório total dos valores dos seguros de Responsabilidade Civil e de Acidentes de Trabalho? É exigido aos promotores para efeitos de qualificação terem realizado, por tipologia de operação a que se pretendem executar, um mínimo de 5 obras nos últimos 3 anos com uma área de isolamento térmico instalado de 1000m2. O valor de 1000 m2 são o acumulado das 5 obras ou são 1000m2 por obra, por cada tipologia de operação? O condomínio de um edifício multifamiliar pode candidatar-se? Um único condómino pode candidatar-se? Em que condições? Quais são as condições necessárias que os projetos devem respeitar para se poderem candidatar ao Aviso? Que documentos são aceites como comprovativos da realização de obras anteriores ao Aviso, por parte do promotor, para cada tipologia de operação? Para efeitos de candidatura como são enquadradas as frações com múltiplos proprietários registados na caderneta predial? Para que fim é solicitado o regime de propriedade horizontal do edifício? Em que situações é solicitado o comprovativo da data de início do processo de licenciamento (no caso de ano de inscrição do edifício na matriz, ser posterior a 1991)? Por beneficiário, poderá ser feita uma candidatura única para as duas tipologias de operação (paredes e cobertura)?... 8 Perguntas e Respostas Aviso 10 Edifício Eficiente 2015 v0 1

3 16. De acordo com a alínea f) do ponto 6, o que se entende por Aplicar as soluções de isolamento térmico de acordo com as boas práticas de execução e ter em conta as indicações fornecidas pelas respetivas marcas de fornecedores? É necessário que o edifício ou fração objeto da candidatura possua certificado energético (CE), emitido no âmbito do SCE? Pode ser apresentado certificado energético provisório sem validade legal para efeitos de candidatura? Que elementos devem ser recolhidos durante a obra para evidência da efetiva instalação dos isolamentos, tendo como finalidade a certificação SCE pós-obra por parte de Perito Qualificado? Que despesas são consideradas como elegíveis e não elegíveis no âmbito deste Aviso? É possível isentar de taxas de registos, o certificado SCE apresentado após a obra concluída, emitido por implementação de medidas de melhorias? Caso a duração prevista para a execução das operações ultrapasse o prazo máximo de 12 meses, a partir da data de celebração de contrato de financiamento do FEE com o promotor, o que poderá acontecer? Como posso formalizar a minha candidatura? Quem avalia o mérito do projeto? Como será calculado o valor do apoio concedido a cada projeto, tendo presentes as duas tipologias e os limites de apoio fixados no Aviso? Os incentivos podem ser majorados? A que se referem os limites máximos de comparticipação apresentados na tabela do ponto 16? No caso de edifícios multifamiliares, relativamente ao subcritério de avaliação A1.1 (Frações abrangidas) e ao ponto 16.2 do Aviso, o que se entende por totalidade das frações autónomas? No caso dos edifícios multifamiliares, a avaliação do mérito pode ser realizada para um todo? Na avaliação do processo e para o critério " B - Contributo Para Objetivos do PNAEE", contam as reduções/melhorias da intensidade energética de todos os investimentos ou só dos elegíveis? Na fase de candidatura, é obrigatório apresentar faturas ou orçamentos do projeto de investimento? Perguntas e Respostas Aviso 10 Edifício Eficiente 2015 v0 2

4 32. Como poderei saber qual o valor relativo à taxa de registo do Certificado Energético necessário para o edifício ou fração intervencionada? Poderá o prazo para entrega das candidaturas ser alterado? Que elementos devem constar do pedido de pagamento? De que forma se realizam os pagamentos do FEE? Após a conclusão da operação e se no pedido de pagamento da mesma constar que os pressupostos de elegibilidade aprovados foram alterados, como por exemplo os previstos no Anexo B, o que poderá acontecer? O proprietário de uma fração pretende obter apoio para a instalação de isolamentos térmicos sendo que obteve anteriormente apoios do Estado para a implementação de painéis solares, ao abrigo do Programa Solar Térmico 2009, e para janelas eficientes, ao abrigo do Aviso 03 Edifício Eficiente É elegível enquanto beneficiário do Aviso? Enquanto promotor qualificado, ao fazer o pré-registo no Portal do FEE ou iniciar o preenchimento de uma candidatura sem proceder à sua submissão até à data do período de vigência do Aviso, incorro em alguma responsabilidade para com o FEE? Após o pré-registo no Portal do FEE, pretendo alterar o de contato do promotor qualificado. Não sendo possível fazer esta alteração na área reservada do promotor qualificado, de que forma consigo alterar o ? O que deve ser demonstrado nos certificados energéticos (CE) para as candidaturas poderem respeitar as condições de acesso e os critérios de elegibilidade prevista no Aviso? Relativamente ao ponto 2.2 do Aviso, qual o âmbito de aplicação das tipologias de operação referidas? No caso de coberturas com desvão não útil ou sótão para arrumos, pode o isolamento ser aplicado ao nível da vertente? Que certificados energéticos registados no SCE são considerados validos no âmbito do Aviso? As soluções existentes de cobertura e/ou paredes alvo de intervenção, têm de estar obrigatoriamente identificadas no certificado SCE? Que medidas de melhoria devem constar no Certificado Energético (CE) a apresentar na candidatura? Que tipos de Certificado Energético são válidos para apresentação de candidatura ao FEE? Quais os técnicos que podem realizar a Certificação Energética que sustenta a candidatura ao FEE? Perguntas e Respostas Aviso 10 Edifício Eficiente 2015 v0 3

5 48. Como é feita a qualificação de entidades promotoras? Como é feito o isolamento das paredes? Relativamente aos comprovativos da realização de obras, para cada tipologia de operação, que tipo de documento pretendem que se apresente? Onde posso encontrar as empresas de instalação de isolamento térmico qualificadas para a execução das operações elegíveis no Aviso 10 Edifício Eficiente 2015? O que se entende por isolamento térmico? Que condições devem os isolamentos térmicos propostos na candidatura respeitar de forma a poderem ser financiados? Em que situações a substituição e instalação de isolamento térmico não se encontra abrangida por este Aviso? No caso das intervenções constituírem uma grande reabilitação, havendo a necessidade de se licenciar as operações aprovadas, terei que devolver as verbas adiantadas? Perguntas e Respostas Aviso 10 Edifício Eficiente 2015 v0 4

6 Perguntas e Respostas Aviso 10 Edifício Eficiente 2015 ÂMBITO GERAL 1. O que é o FEE Fundo de Eficiência Energética? O Fundo de Eficiência Energética (FEE) é um instrumento financeiro que foi criado pelo Decreto-Lei n.º50/2010, de 20 de Maio, tendo como objetivos: financiar os programas e medidas previstas no Plano Nacional de Ação para a Eficiência Energética (PNAEE), incentivar a eficiência energética por parte dos cidadãos e das empresas, apoiar projetos de eficiência energética e promover a alteração de comportamentos nesta matéria. Este Fundo, através de Avisos específicos, apoia projetos de eficiência energética em áreas como os transportes, os edifícios, a prestação de serviços, a indústria e os serviços públicos, que contribuam para a redução do consumo final de energia, de forma eficiente e otimizada. 2. Qual o enquadramento do Aviso 10 - Edifício Eficiente 2015? O Aviso obedece ao disposto na Portaria n.º26/2011, de 10 de janeiro, que aprovou o Regulamento de Gestão do FEE, estabelecendo o regime de apoio financeiro aos projetos elegíveis pelo Fundo, e ainda ao Regulamento para apresentação de candidaturas ao FEE, disponível em O Aviso prevê a possibilidade de financiamento de candidaturas que contemplem investimentos apenas em edifícios ou frações de habitação existentes. 3. Quem pode beneficiar do apoio financeiro do FEE no âmbito do Aviso 10 - Edifício Eficiente 2015? São beneficiários do incentivo a atribuir às operações previstas no Aviso as pessoas singulares proprietárias de edifícios de habitação ou frações autónomas em edifícios de habitação existentes. Os beneficiários acedem ao incentivo mediante a apresentação de candidatura ao presente Aviso por uma entidade promotora, inscrita na listagem pública de empresas promotoras do FEE para efeitos deste Aviso, com vista a beneficiarem de um incentivo na aquisição de equipamentos e produtos previstos nas tipologias de operações descritas no ponto 2.2 do Aviso. 4. Quem pode apresentar candidaturas ao FEE no âmbito do Aviso 10 - Edifício Eficiente 2015? As candidaturas ao FEE podem ser apresentadas por empresas instaladoras de isolamentos térmicos inscritas na listagem pública de empresas promotoras do FEE para efeitos deste Aviso. As empresas indicadas nesta lista obtiveram a devida qualificação na 1ª fase do Aviso, tendo os devidos efeitos comprovado cumulativamente os seguintes requisitos: a) Serem Micro, Pequenas e Médias Empresas (PME), devendo para o efeito apresentar Certificação Eletrónica prevista no Decreto-Lei nº 372/2007, de 6 de novembro, alterado pelo Decreto-Lei nº 143/2009, de 16 de junho, através do sítio do IAPMEI ( b) Terem um volume de negócios dos últimos 3 anos, com um valor igual ou superior a ; c) Possuírem Seguro de Responsabilidade Civil e de Acidentes de Trabalho, com um capital seguro mínimo no valor total de ; Perguntas e Respostas Aviso 10 Edifício Eficiente 2015 v0 5

7 d) Serem detentoras de título de registo ou alvará válido de pelo menos Classe 1, de uma das seguintes subcategorias (em conformidade com o sítio do INCI - Empreiteiro Geral ou Construtor Geral de Reabilitação e Conservação de Edifícios; 4ª Alvenarias, rebocos e assentamento de cantarias; 5ª Estuques, pinturas e outros revestimentos; e) Terem realizado, por tipologia de operação a que se pretendem executar, um mínimo de 5 obras nos últimos 3 anos com uma área de isolamento térmico instalado de 1000 m2; f) Aplicar as soluções de isolamento térmico de acordo com as boas práticas de execução e ter em conta as indicações fornecidas pelas respetivas marcas de fornecedores; g) Demonstrem o preenchimento das condições estabelecidas no artigo 3.º do Regulamento, na medida do aplicável. 5. Relativamente ao valor comprovativo do volume de negócios, qual o valor mínimo que deve ser considerado? Este valor refere-se ao valor acumulado dos últimos 3 anos, ou por ano nos últimos 3 anos? Deve ser considerado o valor de , correspondendo ao valor acumulado dos últimos 3 anos. 6. O capital seguro mínimo no valor de corresponde ao somatório total dos valores dos seguros de Responsabilidade Civil e de Acidentes de Trabalho? Sim. Os correspondem ao somatório dos dois seguros. 7. É exigido aos promotores para efeitos de qualificação terem realizado, por tipologia de operação a que se pretendem executar, um mínimo de 5 obras nos últimos 3 anos com uma área de isolamento térmico instalado de 1000m2. O valor de 1000 m2 são o acumulado das 5 obras ou são 1000m2 por obra, por cada tipologia de operação? Os 1000 m2 são o acumulado das 5 obras, e por tipologia de operação, isto é, o promotor terá que apresentar 1000 m2 de isolamento térmico aplicado de cobertura ou de parede, ou por cada uma, caso pretenda avançar com candidaturas das duas tipologias. 8. O condomínio de um edifício multifamiliar pode candidatar-se? Não. De acordo com o referido no ponto são elegíveis como beneficiários do incentivo a atribuir pelo FEE apenas as pessoas singulares proprietárias de edifícios de habitação existentes unifamiliares ou de frações autónomas em edifícios multifamiliares. 9. Um único condómino pode candidatar-se? Em que condições? Sim, pode candidatar-se, desde que a candidatura seja submetida pelas entidades anteriormente referidas e cumpra com os requisitos definidos no Aviso, no que respeita às condições necessárias para a elegibilidade do beneficiário e operação. 10. Quais são as condições necessárias que os projetos devem respeitar para se poderem candidatar ao Aviso? De acordo com o ponto 13.1 do Aviso, são apenas elegíveis as candidaturas dos beneficiários que demonstrem que não obtiveram anteriormente apoios de Estado para as operações previstas na Perguntas e Respostas Aviso 10 Edifício Eficiente 2015 v0 6

8 candidatura e que reconheça a entidade promotora como seu representante para efeitos da candidatura ao FEE. No que respeita aos projetos, relativos às intervenções em edifícios ou frações de habitação existentes, de acordo com o ponto 13.2 do Aviso, estes devem respeitar as seguintes condições: a) A fração a intervencionar deve ter ano de inscrição na matriz igual ou anterior a 1991, ou alternativamente, o seu último processo de licenciamento ter tido início em data anterior à entrada em vigor do DL.40/90 Regulamento das Características de Comportamento Térmico dos Edifícios (1 de Janeiro de 1991); b) Dispor de certificado SCE (CE) emitido no âmbito do Sistema de Certificação Energética dos Edifícios (SCE), no qual conste a medida de melhoria de eficiência energética para a tipologia de operação a que se candidata. Para edifícios multifamiliares deve ser apresentado o certificado SCE de pelo menos uma das frações candidatas; c) No caso da tipologia de operação 2.2 a), apenas se podem candidatar frações de cobertura; d) Os produtos constituintes dos isolamentos a aplicar devem dispor de marcação CE ou de Declaração de Conformidade; e) Evidenciar a documentação de suporte referida no ponto iii) do anexo A deste Aviso. 11. Que documentos são aceites como comprovativos da realização de obras anteriores ao Aviso, por parte do promotor, para cada tipologia de operação? O promotor deverá preencher a minuta disponibilizada para o efeito, identificando a(s) tipologia(s) que pretende implementar, podendo anexar outra(s) documentação(ões) que comprove(m) a(s) intervenção(ões), nomeadamente, fotos, descrições do sistema instalado, entre outros. 12. Para efeitos de candidatura como são enquadradas as frações com múltiplos proprietários registados na caderneta predial? No caso de propriedades indivisíveis com mais de um proprietário e para efeitos de candidatura, somente é necessária a autorização de todos os proprietários, mesmo que só apenas um pretenda avançar com uma candidatura. 13. Para que fim é solicitado o regime de propriedade horizontal do edifício? O regime de propriedade horizontal tem por objetivo aferir o número de frações por edifício, de forma a proceder a: Atribuição de critério de majoração (em 10%) referido no ponto 16.2 do presente Aviso; Avaliação do subcritério A1.1 (Frações abrangidas). Os limites previstos na tabela do ponto 16.1 deste Aviso são majorados em 10% no caso de candidaturas submetidas pelo mesmo promotor e que representem: Para a tipologia de operação 2.2. a): a totalidade das frações de cobertura majoração para as frações de cobertura, no caso de edifícios multifamiliares em que todas as frações de cobertura submetam candidatura ao isolamento de cobertura. Perguntas e Respostas Aviso 10 Edifício Eficiente 2015 v0 7

9 Para a tipologia de operação 2.2. b): a totalidade das frações autónomas de edifícios multifamiliares - majoração para todas as frações, no caso de edifícios multifamiliares em que todas as frações submetam candidatura a isolamento de paredes. 14. Em que situações é solicitado o comprovativo da data de início do processo de licenciamento (no caso de ano de inscrição do edifício na matriz, ser posterior a 1991)? No caso de ano de inscrição na matriz ser posterior a 1991, por princípio deve ser utilizado documento com a data de início de licenciamento, sendo que alternativamente se poderá utilizar documento referente à licença de utilização do edifício. Tanto num caso como noutro, a data referenciada deve ser igual ou anterior a Por beneficiário, poderá ser feita uma candidatura única para as duas tipologias de operação (paredes e cobertura)? Não. As candidaturas são realizadas individualmente por tipologia de operação, respetivamente Tipologia 2.2 a) Colocação/reforço de isolamento térmico em coberturas, e Tipologia 2.2 b) Colocação/reforço de isolamento térmico em paredes exteriores. 16. De acordo com a alínea f) do ponto 6, o que se entende por Aplicar as soluções de isolamento térmico de acordo com as boas práticas de execução e ter em conta as indicações fornecidas pelas respetivas marcas de fornecedores? Ao nível das soluções de isolamento instaladas, devem ser seguidos entre outros, os seguintes princípios: Por sistema seguir as instruções e recomendações dadas pelo fabricante/marca; Preferência por soluções com aprovação técnica europeia (ETA) ou de um documento de homologação (DH), de forma a garantir, nomeadamente, a compatibilidade entre camadas; Garantir a resistência e proteção ao fogo. 17. É necessário que o edifício ou fração objeto da candidatura possua certificado energético (CE), emitido no âmbito do SCE? No caso dos edifícios unifamiliares, sim. No caso particular da fração candidata pertencer a um edifício multifamiliar (fração a), de acordo com o ponto b) do Aviso, a apresentação de certificado SCE da própria fração pode-se substituir pela apresentação do certificado SCE de pelo menos uma das frações candidatas ao nível do edifício multifamiliar (fração b). Complementarmente deve ser tido em atenção o esclarecimento da Pergunta e Resposta nº 44. Finalizada a implementação da operação, deverá ser emitido um novo CE no âmbito do SCE, por edifício ou fração objeto da candidatura (frações a,b e restantes frações candidatas ao FEE), que comprove a implementação das medidas apoiadas. 18. Pode ser apresentado certificado energético provisório sem validade legal para efeitos de candidatura? O certificado SCE a apresentar não poderá ser provisório (sem validade legal), tendo de corresponder a um certificado emitido e pago no portal do SCE ( Perguntas e Respostas Aviso 10 Edifício Eficiente 2015 v0 8

10 19. Que elementos devem ser recolhidos durante a obra para evidência da efetiva instalação dos isolamentos, tendo como finalidade a certificação SCE pós-obra por parte de Perito Qualificado? Para efeitos de consideração pelo Perito Qualificado (PQ), das soluções instaladas ao nível do certificado SCE pós-obra, deve existir um acompanhamento da mesma por técnico autor do projeto ou por diretor técnico de obra, e serem apresentados documentos que comprove a efetiva implementação das soluções de isolamento. Nesse sentido, deve ser solicitado termo de responsabilidade (TR) do técnico autor de projeto podendo, no entanto, ser complementado com outros TR, como é o caso do diretor técnico de obra. No caso da não existência destes, devem ser apresentados ao PQ um conjunto de informação disponível, podendo-se basear, nos seguintes elementos cumulativamente: Projetos de obra; Fichas técnicas dos componentes em avaliação, as quais comprovem o desempenho dos mesmos, nos termos e condições previstas na legislação (normas de ensaios, parâmetros que interessam, entre outros); Fichas técnicas dos componentes em avaliação, as quais comprovem o desempenho dos mesmos, nos termos e condições previstas na legislação (normas de ensaios, parâmetros que interessam, entre outros); Evidências fotográficas (relativas à execução de obras no âmbito de um controlo prévio, e/ou fornecidas pelo proprietário, no âmbito de pequenas intervenções); Nas situações de identificação de isolamento térmico, o PQ deve procurar, dentro das opções acima indicadas, suportar as evidências e soluções a considerar. Caso identifique divergências entre a informação recolhida e as evidências em obra, pode o PQ decidir a abordagem a seguir, sendo no entanto desejável uma contabilização, dessas soluções e na medida do possível, o mais próximo da realidade. Nas situações em que sejam manifestamente edificadas incoerências e em que o PQ, com base no seu conhecimento e informação disponível, não consiga estimar, com razoável rigor, a constituição da solução, deverá então utilizar valores por defeito. 20. Que despesas são consideradas como elegíveis e não elegíveis no âmbito deste Aviso? São consideradas despesas elegíveis: Fornecimento e instalação de soluções de isolamento térmico em coberturas; Fornecimento e instalação de soluções de isolamento térmico em paredes exteriores; Elaboração do certificado SCE, emitido após a execução da operação (não inclui taxa de registo). Não são consideradas como elegíveis as seguintes despesas: Despesas relativas à manutenção necessária realizar ao sistema de isolamento instalado; IVA associado às despesas apresentadas das operações aprovadas; Registos, autorizações, licenciamentos das operações (incluí licença de ocupação da via pública); Elaboração do certificado SCE para candidatura à operação; Taxas de registo do(s) certificado(s) SCE; Soluções de impermeabilização de cobertura e/ou paredes; Pinturas com tintas especiais e revestimentos de pedra/cerâmico; Estruturas ou constituintes de telhados. Perguntas e Respostas Aviso 10 Edifício Eficiente 2015 v0 9

11 No caso específico de despesas comuns, para operações distintas para a mesma fração, como por exemplo a despesa referida na alínea c) do ponto 14.1 do Aviso, apenas se validará como elegível o montante referente à situação economicamente mais vantajosa para o FEE. Ou seja, cada operação deverá apresentar o detalhe necessário para respeitar as condições previstas em 13.2, no entanto, as despesas identificadas como duplicadas para a mesma fração, serão alvo de condicionamento por parte do FEE, por forma a poder identificar qual a despesa a financiar para as operações em causa, beneficiando assim a dotação prevista no Aviso. 21. É possível isentar de taxas de registos, o certificado SCE apresentado após a obra concluída, emitido por implementação de medidas de melhorias? De acordo com a portaria 349-A/2013 anexo IV 3.1, encontram-se isentas de pagamento da respetiva taxa de registo, apenas as situações em que exista a emissão de novo certificado SCE, após evidenciada a implementação das medidas de melhoria constantes no certificado SCE original registado, e cuja classificação final, após as medidas implementadas, seja igual ou melhor que B Caso a duração prevista para a execução das operações ultrapasse o prazo máximo de 12 meses, a partir da data de celebração de contrato de financiamento do FEE com o promotor, o que poderá acontecer? Caso não seja possível concluir a operação no prazo de 12 meses, o promotor da candidatura poderá submeter um pedido de reprogramação para a execução integral da operação e obter a necessária aprovação pela Comissão Executiva do PNAEE. 23. Como posso formalizar a minha candidatura? A candidatura deve ser exclusivamente submetida pela entidade promotora através de formulário eletrónico, disponível na área pessoal do sistema de informação e gestão do FEE ( Os promotores qualificados acedem a esta área, onde podem preencher e submeter as candidaturas dos potenciais beneficiários na 2ª fase do Aviso. O formulário da candidatura deve ser devidamente preenchido e necessariamente acompanhado por todos os documentos de apresentação obrigatória indicados no Aviso. 24. Quem avalia o mérito do projeto? A avaliação do mérito e a decisão de financiamento das candidaturas é da responsabilidade da Comissão Executiva do PNAEE. Na avaliação do mérito, a Comissão Executiva do PNAEE poderá articular-se com outras entidades, de acordo com o disposto no número 2 do artigo 7.º do Regulamento ( Para a avaliação das candidaturas, a comissão executiva pode solicitar pareceres a outros organismos públicos ou recorrer a entidades externas, sempre que entenda necessário. ). 25. Como será calculado o valor do apoio concedido a cada projeto, tendo presentes as duas tipologias e os limites de apoio fixados no Aviso? De acordo com o Aviso 10 - Edifício Eficiente 2015, a comparticipação de despesas do FEE para cada operação, a apoiar no âmbito do presente Aviso, é a seguinte: Para a tipologia de operação prevista no ponto 2.2 alínea a) do Aviso: 50% das despesas totais elegíveis, até aos limites de 7 por m2 e 1500 por candidatura; Para a tipologia de operação prevista no ponto 2.2 alínea b) do Aviso: 50% das despesas totais elegíveis, até aos limites de 17 por m2 intervencionado e 3000 por candidatura. Perguntas e Respostas Aviso 10 Edifício Eficiente 2015 v0 10

12 26. Os incentivos podem ser majorados? Os limites previstos no ponto anterior são majorados em 10% no caso de candidaturas submetidas pelo mesmo promotor e que representem: Para a tipologia de operação 2.2. a): a totalidade das frações autónomas de cobertura de edifícios multifamiliares. Para a tipologia de operação 2.2. b): a totalidade das frações autónomas de edifícios multifamiliares. Vejamos alguns exemplos: Exemplo 1 Fração de um edifício multifamiliar, candidata à tipologia de operação de isolamento de coberturas, representando apenas uma de 3 (três) das frações de cobertura; Área de intervenção de 120 m2 de cobertura, com valor total de investimento elegível de 1920 (sem IVA), equivalente a 16 /m2. O apoio, para a tipologia de isolamento de coberturas, será de 840 (44% de taxa de apoio), respeitantes a 50% do valor limite por área intervencionada (7 /m2). Exemplo 2 Fração de um edifício unifamiliar, candidata à tipologia de operação de isolamento de paredes. Área de intervenção de 220 m2 de parede, com valor total de investimento elegível de 6600 (sem IVA), ou 30 /m2. O apoio, para a tipologia de isolamento de paredes, será de Apesar do valor limite por área intervencionada (17 /m2 para 50%) não ser ultrapassado, o limite máximo de comparticipação (3000 ) é ultrapassado, sendo esse o limite considerado. Exemplo 3 Fração de um edifício multifamiliar, candidaturas independentes às tipologias de operação isolamento de coberturas e isolamento de paredes. A totalidade das frações de cobertura submeteu candidatura para a tipologia de operação de isolamento de coberturas, e apenas uma parte das frações do edifício submeteu candidatura para a tipologia de operação de isolamento de paredes; Cobertura: Área de intervenção de 80 m2 de cobertura, com valor total de investimento elegível de 1200 (sem IVA), ou 15 / m2. A totalidade das frações de cobertura submeteu candidatura para a tipologia de operação de isolamento de coberturas. Neste caso, pelo referido em cima, o valor limite de apoio (7 / m2) será majorado em 10% para 7,7 / m2, sendo efetuado um apoio de 600 (50% de taxa de apoio). Paredes: Área de intervenção de 60 m2 de parede, com valor total de investimento elegível de 2280 (sem IVA), ou 38 / m2. Apenas uma parte das frações do edifício submeteu candidatura para a tipologia de operação de isolamento de paredes. Perguntas e Respostas Aviso 10 Edifício Eficiente 2015 v0 11

13 Neste caso, pelo referido em cima, não existe lugar a majoração, e visto que o valor respeitante a 50% do valor limite por área intervencionada (17 / m2) é ultrapassado, apenas é efetuado um apoio de 1020 (45% de taxa de apoio). As despesas previstas e incluídas em cada candidatura e que sejam comuns, como seja por exemplo, a despesa assinalada na alínea d) do ponto 6.1 do aviso, serão condicionalidades e analisadas cf. esclarecido na Pergunta e Resposta nº A que se referem os limites máximos de comparticipação apresentados na tabela do ponto 16? Os limites de comparticipações referem-se aos valores máximo por candidatura, seja esta uma candidatura de um edifício unifamiliar ou uma candidatura de fração de edifício multifamiliar. 28. No caso de edifícios multifamiliares, relativamente ao subcritério de avaliação A1.1 (Frações abrangidas) e ao ponto 16.2 do Aviso, o que se entende por totalidade das frações autónomas? Entende-se como a totalidade das frações autónomas, e de acordo com a existência na fração dos elementos alvo de intervenção, o seguinte para cada uma das tipologias de operação: Tipologia 2.2 a): a totalidade das frações autónomas de cobertura de edifícios multifamiliares; Tipologia 2.2 b): a totalidade das frações autónomas de edifícios multifamiliares. 29. No caso dos edifícios multifamiliares, a avaliação do mérito pode ser realizada para um todo? Não. A avaliação do mérito é sempre realizada por fração autónoma. No caso de múltiplas candidaturas referentes a parcialidade ou totalidade de edifício multifamiliar, potencialmente poderão existir candidaturas aprovadas e não aprovadas num mesmo edifício. 30. Na avaliação do processo e para o critério " B - Contributo Para Objetivos do PNAEE", contam as reduções/melhorias da intensidade energética de todos os investimentos ou só dos elegíveis? Serão consideradas, no âmbito da avaliação do critério B contributo para objetivos do PNAEE, todos os investimentos elegíveis, considerados no ponto 14.1 do Aviso, descriminados pelo promotor na candidatura devidamente submetida ao Aviso. 31. Na fase de candidatura, é obrigatório apresentar faturas ou orçamentos do projeto de investimento? Para submissão de candidatura, é apenas obrigatória a apresentação de orçamento que suporte a despesa a ocorrer, com discriminação das despesas elegíveis, nomeadamente por produtos e/ou sistemas a instalar, e respetivas quantidades. Os documentos definitivos, que comprovam a realização do investimento e o pagamento da respetiva despesa, devem ser apresentados no momento do pedido de pagamento ao FEE. 32. Como poderei saber qual o valor relativo à taxa de registo do Certificado Energético necessário para o edifício ou fração intervencionada? O valor relativo à taxa de registo necessária para a emissão do certificado energético (CE) da fração intervencionado encontra-se publicado na Portaria nº 349-A/2013, de 29 de Novembro. Caso pretenda mais detalhes, poderá consultar o sítio da ADENE ( Perguntas e Respostas Aviso 10 Edifício Eficiente 2015 v0 12

14 33. Poderá o prazo para entrega das candidaturas ser alterado? A decisão de alteração do prazo para entrega das candidaturas cabe à Comissão Executiva do PNAEE, sendo, caso se confirme a sua necessidade, comunicada e publicitada em Que elementos devem constar do pedido de pagamento? Após a execução da operação, o respetivo promotor elabora e submete ao FEE um pedido de pagamento da operação, constituído pelo relatório final da operação e declaração de despesa de investimento. O relatório final da operação destina-se a comprovar a execução da operação aprovada, pelo que deve conter um conjunto de elementos que atestem o cumprimento do definido no acordo de atribuição de apoio financeiro, nos termos em que venha a ser exigido pela Comissão Executiva do PNAEE. A declaração de apoio de investimento destina-se a comprovar as despesas suportadas pelo beneficiário, pelo que deve ser certificada por um Técnico Oficial de Contas (TOC) ou por um Revisor Oficial de Contas (ROC), confirmando a realização das despesas e o correto lançamento contabilístico dos respetivos documentos comprovativos. A aceitação do pedido de pagamento pelo FEE é parte integrante do processo de encerramento do projeto e de autorização de pagamento do montante de incentivo total aprovado. 35. De que forma se realizam os pagamentos do FEE? Com a aprovação da candidatura dá-se lugar à assinatura de contrato de financiamento, entre o FEE e o promotor da operação, sendo efetuado o pagamento do montante total aprovado com a aprovação do pedido de pagamento, comprovando a realização integral do investimento, nos moldes aprovados e contratados. 36. Após a conclusão da operação e se no pedido de pagamento da mesma constar que os pressupostos de elegibilidade aprovados foram alterados, como por exemplo os previstos no Anexo B, o que poderá acontecer? Neste caso, verificando-se através do pedido de pagamento da operação que a mesma não cumpriu com os requisitos de elegibilidade definidos no Aviso, a Comissão Executiva do PNAEE suspenderá a autorização de pagamento do montante de incentivo total aprovado, até à sua regularização e conforme previsto no Aviso. 37. O proprietário de uma fração pretende obter apoio para a instalação de isolamentos térmicos sendo que obteve anteriormente apoios do Estado para a implementação de painéis solares, ao abrigo do Programa Solar Térmico 2009, e para janelas eficientes, ao abrigo do Aviso 03 Edifício Eficiente É elegível enquanto beneficiário do Aviso? Sim, porque o apoio que obteve anteriormente do Estado diz respeito à instalação de uma ou mais tipologias de operação diferentes da que pretende candidatar no âmbito do presente aviso. Desta forma não existe risco em duplo financiamento da mesma operação para o mesmo beneficiário, concluindo-se assim estar a ser cumprido o requisito previsto na alínea a) do ponto 13.1 do Aviso. Apenas se considera como não elegível as situações em que o beneficiário tenha obtido em anteriores programas de apoio do Estado incentivos para a mesma tipologia de operações que pretende apresentar na sua candidatura ao FEE. Perguntas e Respostas Aviso 10 Edifício Eficiente 2015 v0 13

15 38. Enquanto promotor qualificado, ao fazer o pré-registo no Portal do FEE ou iniciar o preenchimento de uma candidatura sem proceder à sua submissão até à data do período de vigência do Aviso, incorro em alguma responsabilidade para com o FEE? Poderá efetuar o preenchimento de candidaturas sem proceder à sua submissão até à data do período de vigência do Aviso sem que resulte qualquer obrigação para com o FEE. A única obrigação resulta a partir do momento em que, e para as candidaturas com decisão favorável de financiamento, seja celebrado um acordo de atribuição de apoio financeiro entre o FEE e os beneficiários das operações. Todos os pré-registos efetuados em que não resultem candidaturas submetidas ao FEE, bem como candidaturas que fiquem no estado de preenchimento até à data de conclusão do Aviso serão automaticamente eliminadas do sistema de gestão do FEE. 39. Após o pré-registo no Portal do FEE, pretendo alterar o de contato do promotor qualificado. Não sendo possível fazer esta alteração na área reservada do promotor qualificado, de que forma consigo alterar o ? Por razões de segurança, o pedido de alteração de associado ao registo do promotor qualificado no sítio do FEE deverá ser solicitado através do O pedido deverá ser remetido a partir de uma conta de da empresa registada, identificando o anterior associado ao registo, bem como o novo que pretende associar à empresa. Após a receção do pedido, será efetuada a devida alteração, sendo enviada uma mensagem eletrónica para o novo a confirmar o sucesso do pedido de alteração. 40. O que deve ser demonstrado nos certificados energéticos (CE) para as candidaturas poderem respeitar as condições de acesso e os critérios de elegibilidade prevista no Aviso? Os certificados energéticos para poderem ser considerados no âmbito do Aviso, devem estar registados e emitidos de acordo com o Sistema de Certificação Energética Nacional (SCE), e permitir justificar as tipologias de operação prevista no ponto 2 do Aviso, identificadas nas candidaturas a submeter ao FEE. 41. Relativamente ao ponto 2.2 do Aviso, qual o âmbito de aplicação das tipologias de operação referidas? Tipologia 2.2 a) Colocação/reforço de isolamento térmico em coberturas: apenas aplicável sobre espaços com condições de conforto, bem como em zonas de circulação de edifícios multifamiliares, seja a intervenção pelo exterior ou pelo interior; Tipologia 2.2 b) Colocação/reforço de isolamento térmico em paredes exteriores: apenas aplicável em paredes confinantes com espaços com condições de conforto, seja a intervenção pelo exterior ou pelo interior da parede, e paredes em contato com o exterior ou em paredes interiores em contato com espaços não úteis (marquises, garagens, arrumos, etc.). Para os devidos efeitos (área, custo), consideram-se incluídas no caso de intervenções pelo exterior, as áreas de elementos adjacentes às paredes, como vigas, pilares ou caixas de estore isolados. Não são elegíveis intervenções parciais de isolamento exclusivo de empenas ou de pontes térmicas planas. 42. No caso de coberturas com desvão não útil ou sótão para arrumos, pode o isolamento ser aplicado ao nível da vertente? De acordo com o referido na Pergunta e Resposta nº411, o isolamento na cobertura deve ser considerado ao nível do elemento de separação dos espaços com condições de conforto (exceção para as zonas de circulação de edifícios multifamiliares). Tipicamente esta situação representa a realização do isolamento ao nível da laje de esteira (pavimento do espaço não útil ou de sótão para arrumos), e não Perguntas e Respostas Aviso 10 Edifício Eficiente 2015 v0 14

16 sobre as vertentes localizadas sobre o espaço não útil ou sótão para arrumos. Este isolamento pode ocorrer pelo interior do espaço com condições de conforto (teto falso sob a laje de esteira) como pelo exterior (sobre a laje de esteira ou pavimento de espaço não útil ou de sótão para arrumos). 43. Que certificados energéticos registados no SCE são considerados validos no âmbito do Aviso? Os certificados energéticos considerados validos, são os referidos no ponto 13.2 do Aviso, e que de imediato se descriminam: Certificados SCE de Edifício Existente que já tenham sido emitidos e pagos no portal do SCE ( até à data de submissão da candidatura; Certificados SCE elaborados depois de concretizadas as medidas elegíveis previstas na candidatura aprovada para apoio financeiro pelo FEE. 44. As soluções existentes de cobertura e/ou paredes alvo de intervenção, têm de estar obrigatoriamente identificadas no certificado SCE? Sim. Relativamente às frações de edifícios multifamiliares (fração A), que para efeitos de candidatura utilizem os certificados SCE de outras frações do mesmo edifício (fração B), reforça-se a necessidade dos elementos a intervencionar na fração A terem de constar do certificado SCE da fração B. Caso não constem, é necessária a também a emissão de um certificado para a candidatura da fração A. 45. Que medidas de melhoria devem constar no Certificado Energético (CE) a apresentar na candidatura? Para a candidatura ser aprovada é necessário que no certificado SCE existente seja(m) identifica(s) as seguintes medidas de melhoria, consoante as tipologias de operação a que se candidata: Tipologia 2.2 a) Colocação/reforço de isolamento térmico em coberturas deve constar, no mínimo, uma medida de melhoria relativa ao isolamento de elementos de cobertura. Tipologia 2.2 b) Colocação/reforço de isolamento térmico em paredes exteriores - deve constar, no mínimo, uma medida de melhoria relativa ao isolamento de elementos de paredes. Independentemente do certificado SCE existente identificar as duas medidas de melhoria, caso o edifício ou fração candidata se pretenda candidatar a ambas as tipologias, deve atender à restrição referida na Pergunta e Resposta nº Que tipos de Certificado Energético são válidos para apresentação de candidatura ao FEE? Para os edifícios de habitação existentes, os certificados devem estar exclusivamente de acordo com as seguintes versões, definidos pelo Sistema de Certificação Energética Nacional (SCE): No caso de certificados SCE anteriores a 1 de Dezembro de 2013 (SCE_1.0) estes devem ser do tipo Tipo A ( HsC) Habitação sem climatização ou do Tipo C ( HcC) Habitação com climatização. No caso de certificados SCE posteriores a 1 de Dezembro de 2013 (SCE_2.0) estes devem ser do tipo Certificado de Habitação. Os certificados aqui referidos devem corresponder ao contexto de edifícios existentes. Perguntas e Respostas Aviso 10 Edifício Eficiente 2015 v0 15

17 47. Quais os técnicos que podem realizar a Certificação Energética que sustenta a candidatura ao FEE? Os projetos suscetíveis de apoio devem ser sustentados pela apresentação de certificado SCE (do próprio edifício/fração, ou outra fração em casos particulares relativos aos edifícios multifamiliares, de acordo com o ponto b) do Aviso e Pergunta e Resposta nº44) que fundamente a operação submetida. Por outro lado, é também necessário um Certificado Energético (CE) final, após a implementação da operação, que comprove a proposta aprovada, realizados por técnicos ou entidades devidamente habilitadas para este efeito. Os técnicos referidos são os Peritos Qualificados (PQ), devidamente habilitados no âmbito do SCE Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios. Os certificados SCE podem ser subscritos por um PQ que detenha valência de PQ-I. 48. Como é feita a qualificação de entidades promotoras? A qualificação de entidades promotoras é feita no portal do FEE, através da submissão de candidatura de 1ª fase do Aviso. Deverá consultar no documento publicado quais os elementos a considerar, bem como quais as datas para o efeito. A submissão a qualquer Aviso publicado requer a criação de conta de utilizador. 49. Como é feito o isolamento das paredes? O isolamento tanto pode ser pelo interior como pelo exterior, sendo que sempre que possível deve ser considerada a solução pelo exterior. 50. Relativamente aos comprovativos da realização de obras, para cada tipologia de operação, que tipo de documento pretendem que se apresente? Para comprovar a realização de obra deverá preencher e submeter a minuta disponível na página do Aviso 10, podendo anexar, opcionalmente, fotos, dados do projeto, entre outros documentos contabilísticos associados às obras em apreço. Não é necessário entregar qualquer declaração assinada por pessoas terceiras relacionadas com as obras. 51. Onde posso encontrar as empresas de instalação de isolamento térmico qualificadas para a execução das operações elegíveis no Aviso 10 Edifício Eficiente 2015? Será disponibilizado no portal do FEE a listagem de promotores qualificados para a submissão de candidaturas e execução de operações previstas neste Aviso. Poderá aceder a: Eficiente-2015.aspx Perguntas e Respostas Aviso 10 Edifício Eficiente 2015 v0 16

18 ÂMBITO TÉCNICO 52. O que se entende por isolamento térmico? De acordo com a definição de isolante térmico constante da publicação ITE-50 (LNEC, 2011), entendese como os materiais e produtos que no conjunto apresentam uma condutibilidade térmica inferior a 0,065 W/(m.ºC) e uma resistência térmica superior a 0,30 (m2.ºc)/w. No caso deste aviso foi considerado um valor de condutibilidade térmica inferior a 0,075 W/(m.ºC) e uma resistência térmica superior a 0,25 (m2.ºc)/w, de forma a acomodar a possibilidade de utilização de soluções de argamassa térmica. 53. Que condições devem os isolamentos térmicos propostos na candidatura respeitar de forma a poderem ser financiados? Os produtos constituintes dos isolamentos a aplicar devem dispor de marcação CE ou de Declaração de Conformidade, sendo que de acordo com o Anexo A, deve ser apresentado o Comprovativo da marcação CE ou de Declaração de Conformidade dos produtos de isolamento térmico a instalar. 54. Em que situações a substituição e instalação de isolamento térmico não se encontra abrangida por este Aviso? Em todas as situações em que a referida substituição não conduza a reduções, sob ponto de vista energético, e que se destinem apenas a medidas do foro estético ou outras na envolvente. Ressalva-se que todos os requisitos, invocados no ponto anterior, encontram-se devidamente enquadrados na legislação energética, atualmente em vigor, pelo que devem ser validados pelo Perito Qualificado (PQ), responsável pelo certificado energético final a apresentar. Mais especificamente, as soluções consideradas como elegíveis e não elegíveis foram referidas na Pergunta e Resposta nº No caso das intervenções constituírem uma grande reabilitação, havendo a necessidade de se licenciar as operações aprovadas, terei que devolver as verbas adiantadas? Não. Neste caso, os proponentes terão que suportar os custos necessários com o licenciamento, garantindo a execução da operação global aprovada e contratualizada pelo FEE, mantendo-se o financiamento e as verbas aprovadas para a realização da operação. Perguntas e Respostas Aviso 10 Edifício Eficiente 2015 v0 17

19 APOIO AO PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO Desempenho Energético Além da descrição detalhada da solução a instalar que deve constar da Memória Descritiva, é necessário introduzir a seguinte informação no formulário de candidatura online, relativa ao conjunto de campos: Solução Existente ou Inicial Descrição Coeficiente de Transmissão Térmica - U inicial (W/m 2.ºC) Material Isolamento a instalar Condutividade térmica - λ (ficha CE) λ < 0,065 W/(m.ºC) Espessura Área a intervencionar (m 2 ) Custo específico da solução de isolamento proposta ( ) - despesas elegíveis Solução Existente ou Inicial Descrição: de acordo com informação do certificado SCE ou nomenclatura equivalente, colocando material constituinte e espessura. Coeficiente de Transmissão Térmica - U inicial (W/m2.ºC) - de acordo com informação do certificado SCE ou equivalente. Exemplo de Certificado SCE 1.0 (até Dezembro de 2013) Exemplo de Certificado SCE 2.0 (a partir de Dezembro de 2013) Perguntas e Respostas Aviso 10 Edifício Eficiente 2015 v0 18

20 Isolamento a instalar: Deve preencher a informação de acordo com ficha técnica de produto. Considerar espessura apenas da camada de material de isolamento sem ter em conta as restantes camadas constituintes (rede, argamassa não isolante, reboco, gesso cartonado, estuque, etc.): o o o Material Coeficiente de condutividade térmica - λ (ficha CE) λ < 0,075 W/(m.ºC) Espessura Exemplo de Ficha de Produto: Perguntas e Respostas Aviso 10 Edifício Eficiente 2015 v0 19

21 Área a intervencionar (m2): especificar valores, desagregados por solução construtiva existente e respetiva solução de isolamento a instalar, no caso de estarem identificados e/ou existirem soluções distintas. No caso de frações com certificado SCE, a área a intervencionar deve estar em concordância com a área identificada no certificado SCE. Custo específico da solução de isolamento proposta ( ) enquadrar despesas elegíveis por solução instalada. Contributo para os objetivos do PNAEE Localização Para efeitos de contabilização do contributo do isolamento para efeitos do Plano Nacional de Ação para a Eficiência Energética (PNAEE 2016), é necessário um conhecimento da localização geográfica do edifício, bem como dos sistemas de climatização (aquecimento) presentes nas frações/edifícios candidatos. Nesse sentido são necessários os seguintes parâmetros: Graus-dia (18ºC) ou Zona Climática de Inverno (I1, I2 ou I3) e Altitude (m) Informação existente no certificado SCE - Descrição Sucinta (SCE1.0) ou Dados Climáticos (SCE2.0) Para efeitos de preenchimento, consulte: Exemplo de certificado SCE 1.0 (até Dezembro de 2013) Exemplo de certificado SCE 2.0 (a partir de Dezembro de 2013) Perguntas e Respostas Aviso 10 Edifício Eficiente 2015 v0 20

22 Sistemas de Climatização Se são descritos Sistemas Técnicos de Aquecimento no certificado SCE deverá preencher as seguintes tabelas: Fonte de Energia / Combustível Tipo de Equipamento Consumo de Energia (kwh) Eficiência De acordo com as seguintes opções: Fonte de Energia Eletricidade Eletricidade Eletricidade Eletricidade Eletricidade Eletricidade Eletricidade Gás Natural, Gás Butano, Gás Propano Gasóleo Biomassa Biomassa Biomassa Solar Tipo de Equipamento Split Multi-Split VRF Compacto Bomba de calor / Chiller Termoacumulador Equipamentos terminais servidos pela rede de calor e frio da Climaespaço (radiadores) Caldeira Caldeira Caldeira Salamandra Recuperador de calor Coletor solar térmico Para efeitos de preenchimento, consulte: Informação existente no certificado SCE Seção Climatização Perguntas e Respostas Aviso 10 Edifício Eficiente 2015 v0 21

23 Informação existente no certificado SCE Sistemas Técnicos e Ventilação Se não são descritos Sistemas Técnicos de Aquecimento no Certificado Energético e estes existem, ou se Certificado Energético é de outra fração, preencha em baixo Sistemas relativos à sua fração/edifício: Sistema Técnico para Aquecimento Resistência Elétrica Caldeira a combustível gasoso Caldeira a combustível líquido Caldeira a combustível sólido Bomba de Calor/Ar Condicionado Outro Outro Sem Sistema Idade do Equipamento (anos) TOTAL (%) Área da fração/edifício afeta (%) Idade do Equipamento (anos): 0 9, 10 19, >20 anos. Área da fração/edifício afeta (%): o o o no caso de existência de mais do que um sistema técnico de aquecimento para a fração/edifício, deve ser efetuada a distribuição das áreas afetas a cada um dos sistemas, ou seja, as áreas em que estes sistemas produzem calor; no caso de existência de mais do que um sistema técnico de aquecimento para uma determinada área/espaço da fração, deve ser considerado o sistema com maior utilização para o fim de aquecimento; no caso de não ser identificado nenhum sistema de climatização, deve ser colocado Sem sistema. Perguntas e Respostas Aviso 10 Edifício Eficiente 2015 v0 22

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