A EXPERIÊNCIA DA PARCERIA ENTRE A UFPR, COPEL E LACTEC NO MONITORAMENTO GEODÉSICO DE ESTRUTURAS.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A EXPERIÊNCIA DA PARCERIA ENTRE A UFPR, COPEL E LACTEC NO MONITORAMENTO GEODÉSICO DE ESTRUTURAS."

Transcrição

1 COMITÊ BRASILEIRO DE BARRAGENS XXVII SEMINÁRIO NACIONAL DE GRANDES BARRAGENS BELÉM PA, 03 A 07 DE JUNHO DE 2007 T102 A01 A EXPERIÊNCIA DA PARCERIA ENTRE A UFPR, COPEL E LACTEC NO MONITORAMENTO GEODÉSICO DE ESTRUTURAS. Luis Augusto Koenig VEIGA Professor Universidade Federal do Paraná. Pedro Luis FAGGION Professor Universidade Federal do Paraná. Elizeu Santos FERREIRA Eng. Civil Companhia Paranaense de Energia. Marcos Alberto SOARES Eng. Civil Companhia Paranaense de Energia. RESUMO A Universidade Federal do Paraná (UFPR), através do Curso de Pós-Graduação em Ciências Geodésicas, vem desde o final da década de 70, desenvolvendo projetos de pesquisa dentro da área de monitoramento geodésico. Desde 2003 vem sendo desenvolvido um projeto de pesquisa e desenvolvimento financiado pela ANEEL, numa parceria entre a UFPR, Companhia Paranaense de Energia e Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento, cujo foco é o monitoramento geodésico na Usina Hidrelétrica de Salto Caxias/PR empregando-se técnicas como nivelamento geométrico de precisão, trilateração e triangulação, poligonação de precisão e posicionamento GPS. Neste trabalho são apresentados os benefícios deste projeto no ensino da graduação e pós-graduação na área de Ciências Geodésicas da UFPR. ABSTRACT The Federal University of Paraná, Brazil, has been working in monitoring projects since the end of 70 s decade. Since 2003 at the Salto Caxias Dam, continuing this research, it is being developed a project financed by ANEEL (National Agency of Elrectrical Energy), partnership with the Federal University of Parana (UFPR), Paranaense Company of Energy (COPEL) and Institute of Technology for Development (LACTEC), aiming at integrating the Geodetic monitoring system to the controlling and security instrumentation in Salto Caxias Dam. Many techniques area being used: triangulation, precision topographic traverses, trilateration, differential leveling with balanced lines of sight between and GPS positioning. This work presents the benefits of this project in the undergraduate and pos-graduated courses in the Geodetic Science area at the UFPR. XXVII Seminário Nacional de Grandes Barragens 1

2 1. INTRODUÇÃO O monitoramento de grandes obras de engenharia empregando-se técnicas geodésicas apresenta um diferencial em relação aos equipamentos tradicionais de monitoramento, como pêndulos e extensômetros: permitem a determinação de movimentos absolutos, ou seja, movimentos da estrutura como o todo. Estas informações, associadas aos dados obtidos com os equipamentos tradicionais, permitem ter uma visão geral do comportamento da estrutura. Diversas técnicas de observação são empregadas para a determinação das coordenadas X, Y e Z de pontos em diferentes épocas, permitindo a detecção de deslocamentos. Desde 2003, a Universidade Federal do Paraná (UFPR), através do Curso de Pós- Graduação em Ciências Geodésicas, a Companhia Paranaense de Energia (COPEL) e o Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento (LACTEC) vem desenvolvendo o projeto de pesquisa Integração da Auscultação Geodésica com a instrumentação de controle e segurança da Barragem de Salto Caxias, o qual conta com o financiamento da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Este trabalho apresenta um histórico da parceria UFPR/COPEL na área de monitoramento geodésico e os resultados oriundos desta integração, com ênfase no ensino de graduação e pós-graduação em Ciências Geodésicas na UFPR. 2. O PROJETO DE PESQUISA Os trabalhos de monitoramento geodésico na região da Usina Hidrelétrica de Salto Caxias iniciaram-se com a formação do reservatório da mesma. Para o estudo de possíveis subsidências na área do reservatório, foram implantadas 84 RRNN na malha viária em torno do mesmo. Utilizou-se o método do nivelamento geométrico de primeira ordem associado a medidas gravimétricas, como resultados foram obtidos os desníveis entre as RRNN, com precisão de 1mm.k 1/2 (k=média da distância nivelada e contra nivelada) e também a variação da gravidade. As duas técnicas foram aplicadas antes e após a formação do reservatório, comparando-se e interpretando-se os resultados. Dando continuidade as pesquisas na área de monitoramento geodésico, no ano de 2003 foi aprovado o projeto denominado de Integração da Auscultação Geodésica com a instrumentação de controle e segurança da Barragem de Salto Caxias, pautado no desenvolvimento de procedimentos, metodologias e redes complementares, objetivando a associação das séries históricas de observações geodésicas, incorporação de novas observações a partir de diferentes técnicas ainda não aplicadas na barragem, novos dados da instrumentação de monitoramento e controle atualmente em operação e levantamentos complementares. Com base nestas informações busca-se realizar uma análise global dos deslocamentos observados, tendo em vista a segurança da barragem. O monitoramento geodésico implantado em Salto Caxias está fundamentado em: Rede geodésica de referência, compostas por seis pilares de centragem forçada (Figura 1); Uma rede de nivelamento composta por referências de nível instaladas na crista da barragem (Figura 2); Poligonais de precisão conduzidas ao longo das galerias de inspeção (Figura 3) XXVII Seminário Nacional de Grandes Barragens 2

3 Pontos a serem monitorados, localizados a jusante e montante da barragem e dentro das galerias (Figura 4) FIGURA 1: Rede externa de monitoramento. FIGURA 2: Rede de Nivelamento. FIGURA 3: Poligonal de precisão. XXVII Seminário Nacional de Grandes Barragens 3

4 FIGURA 4: Pontos a serem monitorados. 3. HISTÓRICO DA PARCERIA A história da pareceria entre a UFPR e a COPEL no estudo de aplicações de técnicas geodésicas de monitoramento inicia-se no final da década de 70, quando o Prof. Dr. Camil Gemael, motivado por estudos internacionais relativos a catástrofes relacionadas com a indução de sismisidade com a formação de grandes reservatórios, firmou um convênio com a COPEL para a execução de trabalhos de nivelamento geométrico de precisão na região da usina hidrelétrica de Foz do Areia, hoje conhecida como Governador Bento Munhoz da Rocha Neto. Fazia parte também deste trabalho o ITCF (Instituto de Terras, Cartografia e Floresta do Estado do Paraná), o qual forneceu pessoal técnico para a execução do nivelamento geométrico. Em 1992 os estudos tiveram continuidade na barragem de Salto Segredo, onde foram desenvolvidos trabalhos similares ao da barragem de Foz do Areia e acrescido um estudo na área ambiental/histórica sobre o monolito de Segredo (observatório astronômico pré-histórico descoberto quando dos estudos arqueológicos nas proximidades da barragem). Estes estudos foram conduzidos pelo Prof. Dr. Carlos Aurélio Nadal. 4. CIÊNCIAS GEODÉSICAS NA UFPR A área das Ciências Geodésicas, envolvendo a Geodésia, Cartografia e Fotogrametria, é fundamental para o desenvolvimento racional de uma sociedade, uma vez que ações e projetos envolvendo temas sociais e ambientais devem ser apoiados por uma base geodésica e por uma cartografia de boa qualidade. As atividades relacionadas a Ciências Geodésicas na UFPR são realizadas pelo Departamento de Geomática, através dos cursos de Pós-Graduação em Ciências Geodésicas e de Graduação em Engenharia Cartográfica. 4.1 CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS GEODÉSICAS O curso de Pós-Graduação em Ciências Geodésicas da Universidade Federal do Paraná foi criado no início da década de 70, tendo ao longo destes anos prestado significativos serviços à comunidade cientifica na área de Ciências Geodésicas. Atualmente este curso é avaliado com conceito 5 pela CAPES e oferece Mestrado e Doutorado na área. XXVII Seminário Nacional de Grandes Barragens 4

5 Este curso é reconhecido no País e na região como um dos mais ativos e tradicionais centros de excelência nas Ciências Geodésicas. Por suas salas passaram grande parte dos profissionais hoje atuantes nos principais centros de pesquisa do Brasil e muitos outros da América Latina. Eles têm se inserido principalmente na área do magistério superior, apoiando Cursos de Engenharia Cartográfica e de Engenharia de Agrimensura no Brasil, assim como atividades de pesquisa em diversas Instituições. O Curso possui diversas parcerias ao nível nacional e internacional, que possibilitam trabalhos de intercâmbio científico. Tais atividades também têm propiciado a inserção de um grande número de alunos de outros países no Curso, os quais são apoiados via acordos culturais com bolsas especiais de cooperação internacional [1]. Uma das linhas de pesquisas no curso é a de Otimização de Levantamentos Geodésicos, que tem como objetivos primordiais a formação de recursos humanos; Pesquisa e desenvolvimento de metodologias e técnicas aplicadas à otimização de levantamentos geodésicos e definição e realização de Sistemas Geodésicos de Referência [1]. Dentro desta linha de pesquisa diversos trabalhos de auscultação geodésica têm sido realizados. Dentro da estrutura disponível no curso, está inserido o LAIG - Laboratório de Instrumentação Geodésica (Figura 5), o qual integra todas as atividades de Posicionamento Geodésico por técnicas terrestres, a Verificação, Retificação e Calibração equipamentos de medida assim como as atividades de Gravimetria e Marés Terrestres. Este laboratório tem participação de destaque no projeto de monitoramento FIGURA 5: Instalações do LAIG. 4.2 CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CARTOGRÁFICA O curso de Engenharia Cartográfica existe desde 1977 na UFPR e vem se modernizando continuamente a fim de atender as necessidades do mercado, reestruturando os seus laboratórios e capacitando seu corpo docente, composto em sua maioria por Professores Doutores. São ofertadas disciplinas de formação básica e multidisciplinar, que visam ao aperfeiçoamento do estudante para o raciocínio matemático, físico, computacional e XXVII Seminário Nacional de Grandes Barragens 5

6 ambiental; e disciplinas de formação profissional, que objetivam formar o Engenheiro Cartógrafo voltado às necessidades do mercado. A Engenharia Cartográfica é a área da engenharia que se ocupa coleta de dados espaciais, no campo ou em gabinete, utilizando ferramentas de Topografia, Geodésia, Fotogrametria e Sensoriamento Remoto; processamento das observações coletas, representação e análise da geo-informação nas formas analógica e digital. 5. FRUTOS DA PARCERIA Além dos resultados referentes a própria execução do projeto, como informações sobre o comportamento global da estrutura que está sendo monitorada, desenvolvimento de metodologia que poderá ser empregada em outras usinas, troca de experiências entre as partes envolvidas, entre outros, alguns resultados indiretos podem ser constatados nos cursos de Graduação e Pós-Graduação. No momento que está sendo investido em pesquisa numa parceria empresa/instituição de ensino superior, também indiretamente está sendo feito um investimento no ensino de graduação e pós-graduação. 5.1 NO CURSO DE GRADUAÇÃO Existe um efeito direto da realização de pesquisas por professores que atuam no ensino de graduação que é a transmissão dos conhecimentos e experiências angariadas no projeto de pesquisa para os alunos. O material coletado pode ser utilizado para ilustrar na prática diversos conceitos que são apresentados nas diferentes disciplinas. Isto aproxima o aluno da realidade, despertando muitas vezes o interesse por trabalhar em determinado ramo da engenharia e ampliando os horizontes de atuação do futuro profissional. Ao longo deste projeto, os alunos têm feito visitas técnicas na Usina de Salto Caxias, as quais fazem parte da disciplina de Levantamentos Topográficos I. A Figura 6 apresenta uma das turmas do Curso de Engenharia Cartográfica que já participaram desta atividade. FIGURA 5: Alunos em visita técnica a Usina de Salto Caxias. XXVII Seminário Nacional de Grandes Barragens 6

7 As visitas são realizadas em duas etapas: a primeira etapa é conduzida pelos profissionais da COPEL que trabalham na Usina. Nesta etapa os alunos recebem informações sobre o processo de geração de Energia, do funcionamento da Usina e noções de segurança de trabalho. Este tipo de informação é importante para auxiliar na formação do profissional com uma visão geral de diversas áreas da engenharia. Na segunda etapa da visita, a equipe do projeto (professores da Universidade e Engenheiros da Copel) fazem a apresentação da estrutura montada para o monitoramento geodésico na barragem. Os alunos tem oportunidade de visitar os pilares de monitoramento, a rede de nivelamento, a rede interna de monitoramento e para cada etapa, recebem informações detalhadas dos procedimentos adotados para a execução do monitoramento geodésico. Ter este contato com a realidade faz com que os alunos tenham uma outra visão do que é fazer engenharia. Visão que muitas vezes é ofuscada nos meios acadêmicos. Até este ano já foram realizadas quatro visitas técnicas a usina, num total de 92 alunos. Os benefícios para a graduação também se refletem através da disponibilização de bolsas de iniciação científica para os alunos da graduação. Os bolsistas do projeto têm a oportunidade de acompanhar todas as etapas do trabalho, colaborando efetivamente na coleta e processamento dos dados, além de dar suporte a outras atividades. A iniciação cientifica tem funcionado como um berçário de novos pesquisadores. 5.2 NO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO Na Pós-Graduação esta pareceria na execução do projeto tem efeitos práticos diretos, uma vez que pesquisa é um dos principais objetivos deste tipo de curso. Realizar pesquisa envolve árduo trabalho de coleta de dado e que muitas vezes somente é possível se existirem recursos para financiar os trabalhos e este é o ponto principal do convênio: a disponibilidade de recursos para investimentos em pesquisa. Neste projeto foram previstos recursos para duas bolsas de mestrado. Graças a esta parceria, duas dissertações de mestrado foram elaboradas com temas diretamente ligados os objetivo do projeto. A primeira intitula-se Utilização de técnicas de poligonação de precisão para o monitoramento de pontos localizados em galerias de inspeção: estudo de caso da Usina Hidrelétrica de Salto Caxias [3] e a outra Estabelecimento de uma rede geodésica para monitoramento de estruturas: estudo de caso na Usina Hidrelétrica de Salto Caxias [2]. Outras duas dissertações, embora não diretamente ligadas ao projeto, se beneficiaram do mesmo em determinadas áreas. Os temas abordados nestes trabalhos foram: Calibração de Prismas de Reflexão Total em Forma de Fita Adesiva, em Acrílico e sua Aplicação no Controle de Deslocamentos em Estruturas e Determinação de Desníveis de Precisão Utilizando Estação Total. Também foram adquiridos equipamentos para o desenvolvimento da pesquisa, com destaque para uma estação total robotizada (Figura 6), um instrumento que representa a tecnologia de ponta em medições na área de geodésia. A disponibilidade deste equipamento abriu diversos campos de pesquisa dentro do curso de Pós-Graduação, sendo que o mesmo já foi empregado para testes num trabalho de doutorado que está sendo realizado. Este equipamento está disponível no LAIG. XXVII Seminário Nacional de Grandes Barragens 7

8 FIGURA 6: Estação total robotizada. Através de outro projeto de incentivo a pesquisa a Universidade adquiriu um par de receptores GPS RTK dupla freqüência. Estes receptores, em conjunto com a estação adquirida pelo projeto de auscultação compõem um sistema denominado de pelo fabricante dos instrumentos de SmartStation, sendo que este foi o primeiro conjunto deste tipo de instrumento vendido no Brasil. Com isto, a instituição de ensino pode ter disponível o que existe de mais atual na área de instrumentação geodésica. Outro ponto que merece destaque é a formação de recursos humanos com sólidos conhecimentos em áreas de interesse específico. 6. DIVULGAÇÃO Os resultados do projeto têm sido divulgados através de congressos e reportagens nas mídias impressa e televisiva. Trabalhos já foram publicados em sete congressos realizados no Brasil, além de terem sido aceitos dois trabalhos em um dos principais congressos internacionais na área de monitoramento geodésico de estruturas. Em abril de 2004, a UFPR TV, veículo de comunicação da Universidade que produz material inédito diariamente e os veicula em canal fechado, via cabo, realizou uma matéria sobre o projeto de aproximadamente 15 minutos no programa SCIENTIA. Também foram publicas matérias sobre o projeto em jornais e websites. Estes materiais divulgam junto à comunidade tanto o projeto de pesquisa, quanto as possibilidade de atuação dos cursos de Engenharia Cartográfica e Pós-Graduação em Ciências Geodésicas. XXVII Seminário Nacional de Grandes Barragens 8

9 7. CONCLUSÕES Os resultados dos investimentos em pesquisa e da parceria entre empresas e universidades têm se mostrado um excelente caminho para o desenvolvimento científico e apoio a inovação tecnológica, com efeitos diretos na melhoria das condições de ensino e pesquisa. 8. AGRADECIMENTO Também fazem parte deste projeto: Carlos Aurélio Nadal (UFPR), Silvio Rogério Correia de Freitas (UFPR), Paulo Roberto Chamecki (LACTEC) e Roberta Bomfim Boszczowski (LACTEC). Os autores gostariam de agradecer à ANEEL pelo suporte financeiro ao projeto. 9. PALAVRAS-CHAVE Monitoramento Geodésico, auscultação, geodésia aplicada a engenharia. 10. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS [1] CPGCG. Curso de Pós-Graduação em Ciências Geodésicas. Disponível em: < Acesso em out [2] GRANEMANN, D. Estabelecimento de uma rede geodésica para monitoramento de estruturas: estudo de caso na Usina Hidrelétrica de Salto Caxias. Dissertação de Mestrado. Curso de Pós-Graduação em Ciências Geodésicas, Setor de Ciências da Terra, Universidade Federal do Paraná. Curitiba, [3] ZOCOLOTTI JUNIOR, C. A.. Utilização de técnicas de poligonação de precisão para o monitoramento de pontos localizados em galerias de inspeção: estudo de caso da Usina Hidrelétrica de Salto Caxias. Dissertação de Mestrado. Curso de Pós-Graduação em Ciências Geodésicas, Setor de Ciências da Terra, Universidade Federal do Paraná. Curitiba, XXVII Seminário Nacional de Grandes Barragens 9

Implantação de Monitoramento da Barragem de Salto Caxias através de Auscultação Geodésica

Implantação de Monitoramento da Barragem de Salto Caxias através de Auscultação Geodésica Implantação de Monitoramento da Barragem de Salto Caxias através de Auscultação Geodésica Pedro Luis Faggion, Luis A. Koenig Veiga, Silvio Rogério Correia de Freitas, Carlos Aurélio Nadal Universidade

Leia mais

ESTUDOS PRELIMINARES PARA A INTEGRAÇÃO DA INSTRUMENTAÇÃO DE CONTROLE E SEGURANÇA DA BARRAGEM DE SALTO CAXIAS COM A REDE GEODÉSICA DE MONITORAMNETO

ESTUDOS PRELIMINARES PARA A INTEGRAÇÃO DA INSTRUMENTAÇÃO DE CONTROLE E SEGURANÇA DA BARRAGEM DE SALTO CAXIAS COM A REDE GEODÉSICA DE MONITORAMNETO ESTUDOS PRELIMINARES PARA A INTEGRAÇÃO DA INSTRUMENTAÇÃO DE CONTROLE E SEGURANÇA DA BARRAGEM DE SALTO CAXIAS COM A REDE GEODÉSICA DE MONITORAMNETO Carlos Alberto Zocolotti Filho 1 Pedro Luis Faggion 1

Leia mais

CAPACITAÇÃO PARA IMPLANTAÇÃO DE CADASTRO TÉCNICO MULTIFINALITÁRIO EM MUNICÍPIOS DA PARAÍBA

CAPACITAÇÃO PARA IMPLANTAÇÃO DE CADASTRO TÉCNICO MULTIFINALITÁRIO EM MUNICÍPIOS DA PARAÍBA CAPACITAÇÃO PARA IMPLANTAÇÃO DE CADASTRO TÉCNICO MULTIFINALITÁRIO EM MUNICÍPIOS DA PARAÍBA XAVIER, Ana Paula Campos 1 COSTA, Antônio Carlos Brito Vital 2 DANTAS, José Carlos 3 OLIVEIRA, Nádja Melo 4 SILVA,

Leia mais

Departamento de Engenharia Civil Caixa Postal 476 - CEP:88010/970 - Florianópolis, SC {lia, lapolli, franzoni}@ecv.ufsc.br

Departamento de Engenharia Civil Caixa Postal 476 - CEP:88010/970 - Florianópolis, SC {lia, lapolli, franzoni}@ecv.ufsc.br O Ensino de Sensoriamento Remoto, Sistema de Informações Geográficas e Fotogramentria nos Cursos de Graduação e Pós-Graduação em Engenharia Civil na UFSC LIA CAETANO BASTOS 1 ÉDIS MAFRA LAPOLLI 1 ANA MARIA

Leia mais

COMUNICADO n o 001/2012 ÁREA DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de Maio de 2012

COMUNICADO n o 001/2012 ÁREA DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de Maio de 2012 COMUNICADO n o 001/2012 ÁREA DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de Maio de 2012 IDENTIFICAÇÃO ÁREA DE AVALIAÇÃO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO PERÍODO DE AVALIAÇÃO: 2012 ANO

Leia mais

Compilar, organizar e disponibilizar os resultados das pesquisas científicas sobre a Unidade de Conservação;

Compilar, organizar e disponibilizar os resultados das pesquisas científicas sobre a Unidade de Conservação; 4. PROGRAMAS DE MANEJO 4.1 PROGRAMA DE PESQUISA Objetivo Geral Visa dar suporte, estimular a geração e o aprofundamento dos conhecimentos científicos sobre os aspectos bióticos, abióticos, sócio-econômicos,

Leia mais

A. Critérios para Avaliação e Aprovação de Cursos Novos de História

A. Critérios para Avaliação e Aprovação de Cursos Novos de História A. Critérios para Avaliação e Aprovação de Cursos Novos de História 1. Apoio institucional. Clara manifestação de apoio por parte da IES proponente, expressa tanto no provimento da infraestrutura necessária,

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ CAMPUS DE FOZ DO IGUAÇU CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E APLICADAS PLANO DE TRABALHO 2012-2015

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ CAMPUS DE FOZ DO IGUAÇU CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E APLICADAS PLANO DE TRABALHO 2012-2015 UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ CAMPUS DE FOZ DO IGUAÇU CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E APLICADAS PLANO DE TRABALHO 2012-2015 CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E APLICADAS DO CAMPUS DE FOZ DO IGUAÇU PROF.

Leia mais

CARACTERÍSTICAS DE UM PROGRAMA (MESTRADO) NOTA 3

CARACTERÍSTICAS DE UM PROGRAMA (MESTRADO) NOTA 3 CAPES - ÁREA DE ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMÁTICA ÁREA 46 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA PROGRAMAS ACADÊMICOS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU CARACTERÍSTICAS DE UM PROGRAMA (MESTRADO) NOTA 3 Para obter nota

Leia mais

COMITÊ EXECUTIVO PARA A FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS EM CIÊNCIAS DO MAR - PPG-Mar PLANO NACIONAL DE TRABALHO 2012-2015

COMITÊ EXECUTIVO PARA A FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS EM CIÊNCIAS DO MAR - PPG-Mar PLANO NACIONAL DE TRABALHO 2012-2015 CIRM PSRM 180/ 120/8 9 COMITÊ EXECUTIVO PARA A FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS EM CIÊNCIAS DO MAR - 1.1. Apoiar, incentivar e promover a 1. Melhorar a qualificação do corpo qualificação do corpo docente da

Leia mais

Parâmetros para avaliação de mestrado profissional*

Parâmetros para avaliação de mestrado profissional* Parâmetros para avaliação de mestrado profissional* 1. Natureza do mestrado profissional A pós-graduação brasileira é constituída, atualmente, por dois eixos claramente distintos: o eixo acadêmico, representado

Leia mais

Palavras-chave: Projeto de ensino; reprovação em Matemática; monitoria.

Palavras-chave: Projeto de ensino; reprovação em Matemática; monitoria. REPROVAÇÃO EM MATEMÁTICA NO ENSINO SUPERIOR: UMA TENTATIVA DE REDUZIR OS ALTOS ÍNDICES Profa. Dra. Camila Pinto da Costa Universidade Federal de Pelotas camila.ufpel@gmail.com Profa. Dra. Rejane Pergher

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO-CIENTÍFICO FINAL (Observação: as informações prestadas neste relatório poderão, no todo ou em parte, ser publicadas pela FAPESC.

RELATÓRIO TÉCNICO-CIENTÍFICO FINAL (Observação: as informações prestadas neste relatório poderão, no todo ou em parte, ser publicadas pela FAPESC. RELATÓRIO TÉCNICO-CIENTÍFICO FINAL (Observação: as informações prestadas neste relatório poderão, no todo ou em parte, ser publicadas pela FAPESC.) 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO Chamada Pública Universal

Leia mais

Discurso 04/12/2003. Dr. Alfredo Setubal

Discurso 04/12/2003. Dr. Alfredo Setubal Discurso 04/12/2003 Dr. Alfredo Setubal Presidente do Conselho de Administração do IBRI - Instituto Brasileiro de Relações com Investidores Boa Noite! Esta cerimônia de final de ano é a minha última à

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO INSTITUCIONAL 2014-2018

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO INSTITUCIONAL 2014-2018 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO INSTITUCIONAL 2014-2018 (Síntese da Matriz estratégica) Texto aprovado na 19ª Reunião Extraordinária do CONSUNI, em 04 de novembro de 2013. MISSÃO Ser uma Universidade que valoriza

Leia mais

ORIENTAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DE TECNOLOGIAS PARA A INCLUSÃO SOCIAL

ORIENTAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DE TECNOLOGIAS PARA A INCLUSÃO SOCIAL ORIENTAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DE TECNOLOGIAS PARA A INCLUSÃO SOCIAL VASCONCELOS, Arthur Henrique Pacífico 1 ; CASTIGLIONI, Gabriel Luis 2 ; SILVA, Flavio Alves 2 ; RODRIGUES, Adelino José Saraiva 3. 1 Estudante

Leia mais

PLANO DE GESTÃO 2015-2017

PLANO DE GESTÃO 2015-2017 UNIFAL-MG FACULDADE DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS PLANO DE GESTÃO 2015-2017 Profa. Fernanda Borges de Araújo Paula Candidata a Diretora Profa. Cássia Carneiro Avelino Candidata a Vice Diretora Índice Apresentação...

Leia mais

FORMULÁRIO DE PROGRAMA DE EXTENSÃO

FORMULÁRIO DE PROGRAMA DE EXTENSÃO Registro na Extensão Nº: Em / / FORMULÁRIO DE PROGRAMA DE EXTENSÃO 1 - Identificação: 1.1 - Título 1 : 1.2 - Área Temática Principal (assinalar apenas uma área temática, aquela que melhor define o problema

Leia mais

ORIENTAÇÃO AOS ALUNOS DE TURMAS ANTERIORES 2008.1

ORIENTAÇÃO AOS ALUNOS DE TURMAS ANTERIORES 2008.1 ORIENTAÇÃO AOS ALUNOS DE TURMAS ANTERIORES 2008.1 1.- Objetivos do Curso de Mestrado: a. Formação de professores para o magistério superior; b. Formação de pesquisadores; c. Capacitação para o exercício

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ CENTRO DE TECNOLOGIA PDI 2015-2019. Agosto-2014

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ CENTRO DE TECNOLOGIA PDI 2015-2019. Agosto-2014 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ CENTRO DE TECNOLOGIA PDI 2015-2019 Agosto-2014 2 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ - PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO

Leia mais

META MUNICIPAL 14: elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu, de modo a atingir a titulação anual de 60.

META MUNICIPAL 14: elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu, de modo a atingir a titulação anual de 60. META MUNICIPAL 14: elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu, de modo a atingir a titulação anual de 60.000 (sessenta mil) mestres e 25.000 (vinte e cinco mil) doutores.

Leia mais

FACULDADE METODISTA DE BIRIGUI REGIMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO EMPRESARIAL (NEXEM)

FACULDADE METODISTA DE BIRIGUI REGIMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO EMPRESARIAL (NEXEM) FACULDADE METODISTA DE BIRIGUI REGIMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO EMPRESARIAL (NEXEM) A extensão é o processo educativo, cultural e científico que articula, amplia, desenvolve e reforça o ensino e a pesquisa,

Leia mais

MATERIAL DIDÁTICO SOBRE GERAÇÃO EÓLICA

MATERIAL DIDÁTICO SOBRE GERAÇÃO EÓLICA MATERIAL DIDÁTICO SOBRE GERAÇÃO EÓLICA Paulo C. M. Carvalho carvalho@dee.ufc.br Departamento de Engenharia Elétrica, Universidade Federal do Ceará Campus do Pici Caixa Postal 6001 CEP 60455-760 Fortaleza

Leia mais

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social Programa 0465 SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO - INTERNET II Objetivo Incrementar o grau de inserção do País na sociedade de informação e conhecimento globalizados. Público Alvo Empresas, usuários e comunidade

Leia mais

Programa Centros Associados para o Fortalecimento da Pós-Graduação Brasil/Argentina - (CAFP/BA) Edital CGCI n. 028 /2007

Programa Centros Associados para o Fortalecimento da Pós-Graduação Brasil/Argentina - (CAFP/BA) Edital CGCI n. 028 /2007 Programa Centros Associados para o Fortalecimento da Pós-Graduação Brasil/Argentina - (CAFP/BA) Edital CGCI n. 028 /2007 1 Do programa e objetivo 1.1 O Programa CAFP/BA (Centros Associados para o Fortalecimento

Leia mais

Avaliação do Impacto do Sistema de Rastreamento de Veículos na Logística

Avaliação do Impacto do Sistema de Rastreamento de Veículos na Logística Luis Cláudio Bernardo Moura Avaliação do Impacto do Sistema de Rastreamento de Veículos na Logística Dissertação de Mestrado (Opção profissional) Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção

Leia mais

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE ENERGIAS INTELIGENTES E FEIRA TECNOLÓGICA EDIÇÃO 2015

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE ENERGIAS INTELIGENTES E FEIRA TECNOLÓGICA EDIÇÃO 2015 CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE ENERGIAS INTELIGENTES E FEIRA TECNOLÓGICA EDIÇÃO 2015 SUMÁRIO EXECUTIVO Data do Evento: 19 a 21 de outubro de 2015 Local: Hotel Bourbon Cataratas Convention & Spa / Foz do

Leia mais

CURRÍCULO PROFISSIONAL

CURRÍCULO PROFISSIONAL CURRÍCULO PROFISSIONAL 1. INFORMAÇÕES PESSOAIS Nome : EDILBERTO MAURER. Data de Nascimento: 11 de março de 1942 Local de Nascimento: Curitiba Paraná - Brasil. Estado Civil: Casado. Telefone: 55 41 3324-8411.

Leia mais

ARQUITETURA E URBANISMO

ARQUITETURA E URBANISMO FEAR -Faculdade de Engenharia e Arquitetura FEAR CAMPUS Fig.1 Mapa Campus I (Adaptado pela autora) Fonte: WebSite www.upf.com.br FEAR ENSINO O curso de Arquitetura e Urbanismo da UPF, iniciou suas atividades

Leia mais

EIXO III CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO E DE CADA UM DE SEUS CURSOS

EIXO III CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO E DE CADA UM DE SEUS CURSOS UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA EIXO III CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO E DE CADA UM DE SEUS CURSOS EIXO III - CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO

Leia mais

Identificação. PROEX - Projeto de Extensão Universitária Página 1. Modalidade: Com solicitação de bolsas e/ou recursos (Em continuidade)

Identificação. PROEX - Projeto de Extensão Universitária Página 1. Modalidade: Com solicitação de bolsas e/ou recursos (Em continuidade) PROEX - Projeto de Extensão Universitária Página 1 Modalidade: Trâmite Atual: Com solicitação de bolsas e/ou recursos (Em continuidade) Manifestação da CPEU Identificação Projeto Institucionalizado a quem

Leia mais

{ 2 } Parque Tecnológico Capital Digital

{ 2 } Parque Tecnológico Capital Digital { 2 } Parque Tecnológico Capital Digital { 3 } 1. INTRODUÇÃO: PARQUE TECNOLÓGICO CAPITAL DIGITAL - PTCD Principal polo de desenvolvimento Científico, Tecnológico e de Inovação do Distrito Federal, o PTCD

Leia mais

8. Excelência no Ensino Superior

8. Excelência no Ensino Superior 8. Excelência no Ensino Superior PROGRAMA: 08 Órgão Responsável: Contextualização: Excelência no Ensino Superior Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - SETI O Programa busca,

Leia mais

Programa de Iniciação Científica da Faculdade de Tecnologia de São Vicente (PIC-FATEF)

Programa de Iniciação Científica da Faculdade de Tecnologia de São Vicente (PIC-FATEF) FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO VICENTE Programa de Iniciação Científica da Faculdade de Tecnologia de São Vicente (PIC-FATEF) Introdução O Programa de Iniciação Científica da Faculdade de Tecnologia de

Leia mais

O que é monitorado? Alterações de forma, tamanho e posição.

O que é monitorado? Alterações de forma, tamanho e posição. MÉTODOS DE MONITORAMENTO O que é monitorado? Alterações de forma, tamanho e posição. Aplicações do monitoramento: - obras de engenharia: pontes, barragens, edifícios - movimento das placas tectônicas -

Leia mais

MBA IBMEC 30 anos. No Ibmec, proporcionamos a nossos alunos uma experiência singular de aprendizado. Aqui você encontra:

MBA IBMEC 30 anos. No Ibmec, proporcionamos a nossos alunos uma experiência singular de aprendizado. Aqui você encontra: MBA Pós - Graduação QUEM SOMOS Para pessoas que têm como objetivo de vida atuar local e globalmente, ser empreendedoras, conectadas e bem posicionadas no mercado, proporcionamos uma formação de excelência,

Leia mais

RELATÓRIO SÍNTESE DA CPA (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO) - 2014

RELATÓRIO SÍNTESE DA CPA (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO) - 2014 A CPA (Comissão Própria De Avaliação) apresentou ao MEC, em março de 2015, o relatório da avaliação realizada no ano de 2014. A avaliação institucional, realizada anualmente, aborda as dimensões definidas

Leia mais

V - promover a cooperação internacional na área de ciência, tecnologia e inovação;

V - promover a cooperação internacional na área de ciência, tecnologia e inovação; DECRETO Nº 7.642, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2011 * Programa Ciência sem Fronteiras. * Institui o Programa Ciência sem Fronteiras. A Presidenta da República, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84,

Leia mais

Pesquisa e Desenvolvimento que geram avanços

Pesquisa e Desenvolvimento que geram avanços P&D O compromisso das empresas com o desenvolvimento sustentável por meio da energia limpa e renovável será demonstrado nesta seção do relatório. Nela são disponibilizados dados sobre a Pesquisa, Desenvolvimento

Leia mais

5.4. Programa de Comunicação Social. Revisão 00 NOV/2013. PCH Dores de Guanhães Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS

5.4. Programa de Comunicação Social. Revisão 00 NOV/2013. PCH Dores de Guanhães Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS PCH Dores de Guanhães Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS 5.4 Programa de Comunicação Social Revisão 00 NOV/2013 Coordenador da Equipe Carlos Eduardo Alencar Carvalho CRBio 37538/4-D

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB ANEXO II EDITAL Nº 001/2011/CAPES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO

Leia mais

Diretrizes curriculares nacionais e os projetos pedagógicos dos cursos de graduação

Diretrizes curriculares nacionais e os projetos pedagógicos dos cursos de graduação Diretrizes curriculares nacionais e os projetos pedagógicos dos cursos de graduação Curso de Atualização Pedagógica Julho de 2010 Mediador: Adelardo Adelino Dantas de Medeiros (DCA/UFRN) Diretrizes Curriculares

Leia mais

200784 Topografia I PLANO DE ENSINO. Prof. Carlos Eduardo Troccoli Pastana pastana@projeta.com.br (14) 3422-4244 AULA 01

200784 Topografia I PLANO DE ENSINO. Prof. Carlos Eduardo Troccoli Pastana pastana@projeta.com.br (14) 3422-4244 AULA 01 200784 Topografia I PLANO DE ENSINO Prof. Carlos Eduardo Troccoli Pastana pastana@projeta.com.br (14) 3422-4244 AULA 01 APRESENTAÇÃO DO PLANO DE ENSINO: 1. TOPOGRAFIA: Definições, Objetivos e Divisões.

Leia mais

Plano de Gestão 2013-2016 IFSP Campus Caraguatatuba

Plano de Gestão 2013-2016 IFSP Campus Caraguatatuba Visão Institucional O Campus Caraguatatuba do IFSP desenvolveu-se nos últimos anos, ampliando os cursos oferecidos, desde a Formação Inicial e Continuada, passando pelos Cursos Técnicos, de Tecnologia,

Leia mais

XIV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA INFORMATIZAÇÃO DAS NORMAS E PROCEDIMENTOS DE MEDIÇÃO VIA INTRANET E INTERNET

XIV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA INFORMATIZAÇÃO DAS NORMAS E PROCEDIMENTOS DE MEDIÇÃO VIA INTRANET E INTERNET XIV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA INFORMATIZAÇÃO DAS NORMAS E PROCEDIMENTOS DE MEDIÇÃO VIA INTRANET E INTERNET Autores: OROMAR CÓRDOVA GILBERTO ALVES LOBATO COPEL Companhia Paranaense

Leia mais

EMPÍRIKA 2012 CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO INSTITUIÇÕES E CENTROS PÚBLICOS

EMPÍRIKA 2012 CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO INSTITUIÇÕES E CENTROS PÚBLICOS CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO INSTITUIÇÕES E CENTROS PÚBLICOS Feira Ibero-americana de Ciência, Tecnologia e Inovação EMPÍRIKA 2012 Evento de caráter itinerante, a Empírika tem como tema central a cultura

Leia mais

SESI. Empreendedorismo Social. Você acredita que sua idéia pode gerar grandes transformações?

SESI. Empreendedorismo Social. Você acredita que sua idéia pode gerar grandes transformações? SESI Empreendedorismo Social Você acredita que sua idéia pode gerar grandes transformações? REGULAMENTO SESI Empreendedorismo Social A inovação social é o ponto de partida para um novo modelo que atende

Leia mais

BALANCED SCORECARD - BSC DO CAMPUS VOLTA REDONDA

BALANCED SCORECARD - BSC DO CAMPUS VOLTA REDONDA OBJETIVOS BALANCED SCORECARD - BSC DO CAMPUS VOLTA REDONDA INDICADORES METAS RESPONSÁVEL PRAZO STATUS Implementação da Norma 17025 no Conclusão em. Laboratório de Metrologia Reinaldo Santana Produção e

Leia mais

DIMENSÃO 2: - Política para o ensino, pesquisa, pós-graduação e extensão - Respectivas normas de operacionalização

DIMENSÃO 2: - Política para o ensino, pesquisa, pós-graduação e extensão - Respectivas normas de operacionalização DIMENSÃO 2: - Política para o ensino, pesquisa, pós-graduação e extensão - Respectivas normas de operacionalização 2.1 - GRADUAÇÃO 2.1.1. Descrição do Ensino de Graduação na UESC Cursos: 26 cursos regulares

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DA PÓS-GRADUAÇÃO: ESTUDO DE INDICADORES

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DA PÓS-GRADUAÇÃO: ESTUDO DE INDICADORES DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DA PÓS-GRADUAÇÃO: ESTUDO DE INDICADORES Maria Helena Machado de Moraes - FURG 1 Danilo Giroldo - FURG 2 Resumo: É visível a necessidade de expansão da Pós-Graduação no Brasil, assim

Leia mais

Utilização do Google Earth e Google Maps na CEMIG

Utilização do Google Earth e Google Maps na CEMIG Utilização do Google Earth e Google Maps na CEMIG Roberto Proença da Silva Carlos Alberto Moura Companhia Energética de Minas Gerais - CEMIG Superintendência de Tecnologia da Informação - TI Gerência de

Leia mais

EDITAL PIBIC / CNPq/ UFF 2014/2015

EDITAL PIBIC / CNPq/ UFF 2014/2015 EDITAL PIBIC / CNPq/ UFF 2014/2015 PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA A Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação PROPPI torna públicas as normas para apresentação de propostas

Leia mais

CAPÍTULO I DA NATUREZA E DEFINIÇÃO

CAPÍTULO I DA NATUREZA E DEFINIÇÃO CAPÍTULO I DA NATUREZA E DEFINIÇÃO Art. 1º As atividades de Pesquisa da Universidade de Santo Amaro UNISA buscam fomentar o conhecimento por meio da inovação técnica, científica, humana, social e artística,

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO DO INSTITUTO SALESIANO DE FILOSOFIA

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO DO INSTITUTO SALESIANO DE FILOSOFIA REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO DO INSTITUTO SALESIANO DE FILOSOFIA CAPÍTULO I DO CONCEITO E OBJETIVOS Art. 1º. O Núcleo de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, doravante

Leia mais

IMPLEMENTAÇÃO DA DISCIPLINA SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO NO CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DA FE/UNESP/BAURU

IMPLEMENTAÇÃO DA DISCIPLINA SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO NO CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DA FE/UNESP/BAURU IMPLEMENTAÇÃO DA DISCIPLINA SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO NO CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DA FE/UNESP/BAURU Naasson Pereira de Alcântara Junior naasson@feb.unesp.br Universidade Estadual Paulista-Unesp, Faculdade

Leia mais

Projeto IAG2020. Não há como fazer uma administração ou um planejamento eficientes sem o estabelecimento de metas.

Projeto IAG2020. Não há como fazer uma administração ou um planejamento eficientes sem o estabelecimento de metas. Projeto IAG2020 O objetivo deste projeto é fazer um planejamento estratégico para o IAG, que identifique ações a serem tomadas e que tenha, além de um caráter norteador, um sentido prático, auxiliando

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

C a m p u s d e Ilh a S o lt e ir a ANEXO I

C a m p u s d e Ilh a S o lt e ir a ANEXO I ANEXO I Doação do Centro de Treinamento da CESP Ilha Solteira para o Departamento de Engenharia Elétrica Faculdade de Engenharia Campus de Ilha Solteira UNESP O Centro de Treinamento desempenhou atividades

Leia mais

Universidade do Vale do Paraíba Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas e Comunicação Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia

Universidade do Vale do Paraíba Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas e Comunicação Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia Universidade do Vale do Paraíba Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas e Comunicação Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia PASSO A PASSO PARA ATIVIDADES PRÁTICAS COMPLEMENTARES São atividades obrigatórias

Leia mais

Planejamento Estratégico. Departamento de Antropologia / Programa de Pós-Graduação em Antropologia - UFPR

Planejamento Estratégico. Departamento de Antropologia / Programa de Pós-Graduação em Antropologia - UFPR Planejamento Estratégico Departamento de Antropologia / Programa de Pós-Graduação em Antropologia - UFPR Visão Oferecer ensino de excelência em nível de Graduação e Pós-Graduação; consolidar-se como pólo

Leia mais

Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura

Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura Termo de Referência para Contratação de Consultoria - TR Modalidade Pessoa Física Vaga Código TR/PF/IICA-005/2010 PCT BRA/09/001 - Acesso e uso da energia elétrica como fator de desenvolvimento de comunidades

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO. Pesquisa e Pós-Graduação

PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO. Pesquisa e Pós-Graduação GOVERNO DO ESTADO DO PIAUÍ UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ - UESPI PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO - PROP PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO Pesquisa e Pós-Graduação A Universidade Estadual

Leia mais

www.unioeste.br/portaldainformacao

www.unioeste.br/portaldainformacao PORTAL DA INFORMAÇÃO DA UNIOESTE Página de acesso livre ao conhecimento. www.unioeste.br/portaldainformacao PORTAL DA INFORMAÇÃO DA UNIOESTE A P R E S E N T A Ç Ã O O Portal da Informação da Unioeste é

Leia mais

MODELO ESTATÍSTICO DE CONTROLE DO DESLOCAMENTO MONITORADO NA BARRAGEM CASCA DA UHE FUNIL

MODELO ESTATÍSTICO DE CONTROLE DO DESLOCAMENTO MONITORADO NA BARRAGEM CASCA DA UHE FUNIL COMITÊ BRASILEIRO DE BARRAGENS XXVII SEMINÁRIO NACIONAL DE GRANDES BARRAGENS BELÉM PA, 03 A 07 DE JUNHO DE 2007 T101 A08 MODELO ESTATÍSTICO DE CONTROLE DO DESLOCAMENTO MONITORADO NA BARRAGEM CASCA DA UHE

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE ENGENHARIA AGRONÔMICA

REGULAMENTO GERAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE ENGENHARIA AGRONÔMICA REGULAMENTO GERAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE ENGENHARIA AGRONÔMICA 2014 São Luís de Montes Belos Goiás Faculdade Montes Belos Curso de Engenharia Agronômica São Luis de Montes Belos - Goiás

Leia mais

Processo nº2-responsável de Projetos (2 vagas Empresas diferentes)

Processo nº2-responsável de Projetos (2 vagas Empresas diferentes) Processo nº1-project Manager Construction Company Engenheiro Civil para ser Gerente de Projetos - Experiência de 5 anos em empresas relevantes (construção); Alto nível de habilidades organizacionais e

Leia mais

GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO. fgv.br/vestibular

GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO. fgv.br/vestibular GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO fgv.br/vestibular IDEALISMO, EXCELÊNCIA E CREDIBILIDADE A Fundação Getulio Vargas surgiu em 20 de dezembro de 1944 com o objetivo de preparar profissionais qualificados em Administração

Leia mais

Contribuir para a implantação de programas de gestão e de educação ambiental em comunidades e em instituições públicas e privadas.

Contribuir para a implantação de programas de gestão e de educação ambiental em comunidades e em instituições públicas e privadas. TÍTULO: EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ESTRATÉGIA PARA O CONHECIMENTO E A INCLUSÃO SOCIAL AUTORES: Chateaubriand, A. D.; Andrade, E. B. de; Mello, P. P. de; Roque, W. V.; Costa, R. C. da; Guimarães, E. L. e-mail:

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO

SISTEMA DE GESTÃO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO SISTEMA DE GESTÃO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO MAIA, Lívia Cândida 1 ; RODRIGUES, Adonay; BARBOSA, Beatriz Ribeiro Kherlakian; RESENDE, Vitor Nascimento; PORTO, Adriel Cruvinel, SANTOS, Kaio Guilherme

Leia mais

VAMOS JUNTOS POR UMA ODONTOLOGIA MELHOR!

VAMOS JUNTOS POR UMA ODONTOLOGIA MELHOR! Eleições 2014 Faculdade de Odontologia UFRJ VAMOS JUNTOS POR UMA ODONTOLOGIA MELHOR! PLANO DE TRABALHO EQUIPE - CHAPA 1: Diretor - Maria Cynésia Medeiros de Barros Substituto Eventual do Diretor - Ednilson

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Programas e ações da Capes

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Programas e ações da Capes FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA Programas e ações da Capes CAPES - atribuições (Lei 11.502/2007) No âmbito da educação superior Subsidiar o Ministério da Educação na formulação de políticas

Leia mais

Regulamento das Atividades Complementares da Faculdade de Ciências Sociais de Guarantã do Norte

Regulamento das Atividades Complementares da Faculdade de Ciências Sociais de Guarantã do Norte Regulamento das Atividades Complementares da Faculdade de Ciências Sociais de Guarantã do Norte 2010 Apresentação As Atividades de Extensão são ações desenvolvidas sob forma de programas, projetos, cursos,

Leia mais

CARTOGRAFIA - Topografia e Geodésia

CARTOGRAFIA - Topografia e Geodésia CARTOGRAFIA - Topografia e Geodésia Apresentação Empresa certificada pela Iso 9001 em Cartografia. Há quase 30 anos no mercado, a MESSEN ENGENHARIA incorpora as áreas de construção civil e cartografia,

Leia mais

Plano Estratégico do Programa de Mestrado em Direito da UniBrasil PLANO ESTRATÉGICO 2010 2015

Plano Estratégico do Programa de Mestrado em Direito da UniBrasil PLANO ESTRATÉGICO 2010 2015 PLANO ESTRATÉGICO 2010 2015 MAPA ESTRATÉGICO DO PROGRAMA DE MESTRADO EM DIREITO DA UNIBRASIL MISSÃO Promover, desenvolver e publicar pesquisas de qualidade, com sólida base jurídica e contextualização

Leia mais

Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia

Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia A Coppe Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia nasceu disposta a ser um sopro de renovação na

Leia mais

REGULAMENTO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL

REGULAMENTO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL REGULAMENTO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL FACULDADE METROPOLITANA DE CAMAÇARI FAMEC - 2010 SUMÁRIO CAPÍTULO I... 1 DOS OBJETIVOS GERAIS... 1 CAPÍTULO II... 1 DOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS... 1 CAPÍTULO III...

Leia mais

Estratégias de e-learning no Ensino Superior

Estratégias de e-learning no Ensino Superior Estratégias de e-learning no Ensino Superior Sanmya Feitosa Tajra Mestre em Educação (Currículo)/PUC-SP Professora de Novas Tecnologias da Anhanguera Educacional (Jacareí) RESUMO Apresentar e refletir

Leia mais

REESTRUTURAÇÃO DO CADASTRO

REESTRUTURAÇÃO DO CADASTRO REESTRUTURAÇÃO DO CADASTRO VISANDO À MULTIFINALIDADE: Aspectos técnicos, legais e administrativos Profª Andrea F. T. Carneiro Programa de Pós-graduação em Ciências Geodésicas e Tecnologias da Geoinformação

Leia mais

FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS E COMUNICAÇÃO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE DESIGN DE MODA

FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS E COMUNICAÇÃO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE DESIGN DE MODA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS E COMUNICAÇÃO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE DESIGN DE MODA 1. Atividades Complementares Atividades Complementares são atividades desenvolvidas

Leia mais

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2003

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2003 RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2003 1. Palestras informativas O que é ser voluntário Objetivo: O voluntariado hoje, mais do que nunca, pressupõe responsabilidade e comprometimento e para que se alcancem os resultados

Leia mais

Programação para privilegiar associados

Programação para privilegiar associados Núcleo Regional do Paraná Programação para privilegiar associados Reportagem: CLÁUDIA RODRIGUES BARBOSA A diretoria do Núcleo do Paraná relata quais são os desafios da gestão e os anseios dos sócios. O

Leia mais

EDITAL Nº 02/2012 PROPP/UEMS/MCT/FINEP/CT- INFRA PROINFRA 01/2011

EDITAL Nº 02/2012 PROPP/UEMS/MCT/FINEP/CT- INFRA PROINFRA 01/2011 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO DIVISÃO DE PESQUISA EDITAL Nº 02/2012 PROPP/UEMS/MCT/FINEP/CT- INFRA PROINFRA 01/2011 SELEÇÃO DE PROPOSTAS PARA APOIO

Leia mais

MONITORAMENTO GEODÉSICO DA BARRAGEM DA UHE DE MAUÁ UTILIZANDO MÉTODOS GEODÉSICOS QUE PERMITEM A PRECISÃO DO MILIMETRO

MONITORAMENTO GEODÉSICO DA BARRAGEM DA UHE DE MAUÁ UTILIZANDO MÉTODOS GEODÉSICOS QUE PERMITEM A PRECISÃO DO MILIMETRO COMITÊ BRASILEIRO DE BARRAGENS XXX SEMINÁRIO NACIONAL DE GRANDES BARRAGENS FOZ DO IGUAÇU PR, 2 A DE MAIO DE 20 RESERVADO AO CBDB MONITORAMENTO GEODÉSICO DA BARRAGEM DA UHE DE MAUÁ UTILIZANDO MÉTODOS GEODÉSICOS

Leia mais

JORNALISMO CULTURAL ONLINE: EXPERIÊNCIAS DE COBERTURA JORNALÍSTICA DO SITE CULTURA PLURAL

JORNALISMO CULTURAL ONLINE: EXPERIÊNCIAS DE COBERTURA JORNALÍSTICA DO SITE CULTURA PLURAL 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( x ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA JORNALISMO

Leia mais

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 Candidato Gilmar Ribeiro de Mello SLOGAN: AÇÃO COLETIVA Página 1 INTRODUÇÃO Considerando as discussões realizadas com a comunidade interna

Leia mais

RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS

RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS Estabelece a política de pesquisa, desenvolvimento, inovação e extensão da Universidade Positivo (UP). O CONSELHO ACADÊMICO SUPERIOR (CAS), órgão da administração superior

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA A ENGENHARIA ELÉTRICA NA UFSCar O Curso de Engenharia Elétrica iniciou no ano de 2009, com o objetivo

Leia mais

PLANO DE AÇÃO-DIREÇÃO DO CAMPUS TERESINA ZONA SUL GESTÃO 2013-2017

PLANO DE AÇÃO-DIREÇÃO DO CAMPUS TERESINA ZONA SUL GESTÃO 2013-2017 PLANO DE AÇÃO-DIREÇÃO DO CAMPUS TERESINA ZONA SUL GESTÃO 2013-2017 O ensino, como a justiça, como a administração, prospera e vive muito mais realmente da verdade e da moralidade, com que se pratica do

Leia mais

DIREITO. Pós-Graduação

DIREITO. Pós-Graduação DIREITO Pós-Graduação QUEM SOMOS PARA PESSOAS QUE TÊM COMO OBJETIVO DE VIDA ATUAR LOCAL E GLOBALMENTE, SER EMPREENDEDORAS, CONECTADAS E BEM POSICIONADAS NO MERCADO, PROPORCIONAMOS UMA FORMAÇÃO DE EXCELÊNCIA,

Leia mais

Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE

Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE IV. CÂMARA TEMÁTICA DA EDUCACÃO, CULTURA E DESPORTOS Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE Meta 1 Toda criança e jovem de 4 a 17 anos na escola; Meta 2 Até 2010, 80% e,

Leia mais

I CONGRESSO DE PESQUISA E EXTENSÃO I CONPEX CALENDÁRIO

I CONGRESSO DE PESQUISA E EXTENSÃO I CONPEX CALENDÁRIO ANEXO B II SEMINÁRIO DE PÓS-GRADUAÇÃO I ENCONTRO DE PÓS-GRADUANDOS DO IFRO II SEMINÁRIO DE DISSERTAÇÕES E TESES De 21 a 23/10/2013 Câmpus Colorado do Oeste No final de 2010, o IFRO iniciou sua trajetória

Leia mais

PROPOSTA PRELIMINAR PARA A ADOÇÃO DE UM REFERÊNCIAL GEOCÊNTRICO NO BRASIL

PROPOSTA PRELIMINAR PARA A ADOÇÃO DE UM REFERÊNCIAL GEOCÊNTRICO NO BRASIL PROPOSTA PRELIMINAR PARA A ADOÇÃO DE UM REFERÊNCIAL GEOCÊNTRICO NO BRASIL 1 Seminário sobre Referencial Geocêntrico no Brasil Rio de Janeiro - IBGE/CDDI 1 O que é um sistema geodésico de referência? É

Leia mais

EMENTÁRIO. Princípios de Conservação de Alimentos 6(4-2) I e II. MBI130 e TAL472*.

EMENTÁRIO. Princípios de Conservação de Alimentos 6(4-2) I e II. MBI130 e TAL472*. EMENTÁRIO As disciplinas ministradas pela Universidade Federal de Viçosa são identificadas por um código composto por três letras maiúsculas, referentes a cada Departamento, seguidas de um número de três

Leia mais

www.pucrs.br/pos *AVALIAÇÃO CAPES POR QUE A PUCRS?

www.pucrs.br/pos *AVALIAÇÃO CAPES POR QUE A PUCRS? A Pós-Graduação da PUCRS é a porta de entrada para um novo momento da sua vida profissional e acadêmica. Você pode ampliar habilidades, fomentar ideias e adquirir conhecimento com experiências inovadoras

Leia mais

Augustinho Rigoti Curriculum Vitae

Augustinho Rigoti Curriculum Vitae Augustinho Rigoti Curriculum Vitae Julho/2014 Augustinho Rigoti Curriculum Vitae Dados pessoais Nome Augustinho Rigoti Nome em citações bibliográficas RIGOTI, A. Nascimento 28/08/1950 - Itatiba do Sul/RS

Leia mais

DEMOCRACIA, ÉTICA E RENOVAÇÃO

DEMOCRACIA, ÉTICA E RENOVAÇÃO PLANO DE GESTÃO CANDIDATURA A DIREÇÃO GERAL DO IFSC CÂMPUS CHAPECÓ ROBERTA PASQUALLI DIRETORA GERAL LUIS FERNANDO POZAS DIRETOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO ELIANDRO LUIZ MINSKI DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

CAPES DAV REGULAMENTO DA AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE MESTRADO INTERINSTITUCIONAL MINTER

CAPES DAV REGULAMENTO DA AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE MESTRADO INTERINSTITUCIONAL MINTER (Anexo à Portaria nº 067, de 14 de setembro de 2005) CAPES DAV REGULAMENTO DA AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE MESTRADO INTERINSTITUCIONAL MINTER 1. Caracterização do Projeto Minter 1.1. Caracteriza-se como Projeto

Leia mais

Desenvolvimento de um software de gerenciamento de projetos para utilização na Web

Desenvolvimento de um software de gerenciamento de projetos para utilização na Web Resumo. Desenvolvimento de um software de gerenciamento de projetos para utilização na Web Autor: Danilo Humberto Dias Santos Orientador: Walteno Martins Parreira Júnior Bacharelado em Engenharia da Computação

Leia mais

Curso de Pós-Graduação lato Sensu em Matemática para Negócios. Faculdade Campo Limpo Paulista (FACCAMP)

Curso de Pós-Graduação lato Sensu em Matemática para Negócios. Faculdade Campo Limpo Paulista (FACCAMP) Curso de Pós-Graduação lato Sensu em Matemática para Negócios. Faculdade Campo Limpo Paulista (FACCAMP) 1. Apresentação Com os avanços tecnológicos inseridos no mundo informatizado e virtual e a forma

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS COLEGIADO DO CURSO DE DIREITO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS COLEGIADO DO CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE DIREITO ANEXO ÚNICO: LISTA DESCRITIVA DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Grupo 01 - Atividades de Ensino 1.01 Participação em programa de educação tutorial:

Leia mais